Sábado, 9 de Maio de 2020
Dialética, transumanismo e singularidade, essencialismo, existencialismo

 

Eis algumas questões a que os alunos de filosofia podem responder se os professores forem suficientemente autónomos e inteligentes para rejeitar a filosofia analítica e a sua ridícula lógica proposicional e souberem explicar a dialética nas suas leis objectivas.

 

1) Enuncie e aplique a lei da contradição principal à segunda guerra mundial 1939-1945. 

 

Resposta: A  Lei da Contradição Principal da dialética diz que « Um sistema de múltiplas contrariedades é susceptível de ser reduzido a uma só contradição, designada por principal, colocando num polo um certo número de contrariedades, reduzidas à condição de secundárias entre si, e no outro as restantes, também secundárias entre si. Uma nova contradição principal surge depois em outra fase.»

 

Exemplo: na Segunda Guerra Mundial, de 1939 a 1945, a  contradição principal é haver dois blocos ou polos, por exemplo, a Inglaterra liberal não gostava da Rússia comunista mas aliou-se a esta para combater a Alemanha de Hitler:  num dos polos os Aliados ( França livre, Inglaterra, EUA, URSS, Brasil, etc) e no outro polo as potências do Eixo nazi-fascista-imperial ( Alemanha, Itália, Japão).

 

Terminada a guerra com a derrota deste Eixo, surgiu, em 1946-1950, uma nova contradição principal na política internacional, entre o bloco dos países ditos socialistas e aliados (a URSS, Roménia, Checoslováquia, Bulgária, Polónia, China, etc) e o bloco ocidental capitalista e países dependentes (EUA, Grã Bretanha, França, Itália, Alemanha Ocidental, etc). 

 

2) Aplique a lei da contradição principal à pandemia da Covid actual.

 

Resposta: os países do mundo (EUA, Itália, Portugal, etc) têm contradições entre si mas unem-se todos no mesmo polo ou bloco e no outro pólo está o Covid 19 invisível.

 

3) Aplique a lei da contradição principal à mutualização das dívidas públicas (todos a pagar as dividas dos mais pobres)  na UE em 2020.

 

Resposta: Há estados europeus (Portugal, Espanha, Grécia) com muito mais dinheiro a pagar ao Banco Central Europeu do que outros como a Holanda e a Austria. Assim os países mais pobres (Portugal, Grecia, Itália) unem-se num polo da contradição principal para pedir a criação de eurobonds (empréstimos a juros muito baixos fáceis de pagar) mas no outro polo da contradição principal estão os países ricos como Alemanha, Holanda, Austria. que não querem criar esses eurobonds.

 

4)  Exponha a lei da luta de contrários e aplique-a à estrutura do ser humano segundo a psicanálise de Freud.

 

Resposta: A  Lei da Luta de Contrários)  diz o seguinte: «Cada fenómeno ou ser tem, por essência, uma luta de contrários que constitui o motor de desenvolvimento desse fenómeno ou ser. Os contrários formam, entre si, na sua luta recíproca, uma unidade, mais ou menos instável, que constitui a totalidade desse fenómeno ou ser.» Freud dizia que no ser humano há uma luta entre o infra-ego (as paixões ou instintos do corpo: comer, beber, energia sexual, desejo de riquezas, violência sobre outros, etc.) e o super-ego (a consciência moral vinda da sociedade: não matar, não roubar, não violar, não ofender por palavras, etc.). Estes contrários lutam a cada dia dentro de nós e formam a nossa essência ou maneira de ser permanente.

 

5) Aplique a lei da luta de contrários às atitudes metafísica e pragmática. 

 

Resposta: A metafísica é, na acepção comum,  o mundo invisível do Além com os seus deuses, espíritos malignos, milagres, mitos da cosmogénese, se porventura esse mundo existe, e leva as pessoas a rezar a Deus, a acreditar no Paraíso ou na reencarnação e por vezes a perderem bons negócios. O pragmatismo é o uso prático e vantajoso do mundo empírico (das sensações: ver, saborear, tocar, etc.) o mundo das coisas práticas, do dinheiro, da realidade possível. Lutam entre si embora sejam conciliáveis na mesma pessoa. Por exemplo: uma igreja é metafisica se não pede esmolas aos fregueses mas só pede orações e opõe-se a uma igreja pragmática que pede 10 por cento do salário a cada freguês (se ganhas 900 euros ao mês tens de dar 90 euros à igreja).

 

6) Enuncie a lei do devir e aplique-a à lei da oferta e da procura vigente na UE

 

Resposta: A Lei do Devir diz : «Nada está estático e inalterável, tudo está em constante Devir, transformação». A lei da oferta e da procura da economia de mercado diz que quando há muita oferta de produtos e pouca demanda/procura, os preços descem (é o caso da gasolina neste mês) e quando há muita procura e pouca oferta os preços sobem. Assim a oferta e a procura estão sempre a mudar, isto é, em devir, em transformação.

 

7) Enuncie a lei do salto de qualidade e aplique-a à passagem da água do estado líquido ao estado gasoso e à passagem de situações pacíficas a revoluções.

 

Resposta: 4ª (Lei do Salto Qualitativo diz que : «A acumulação lenta e gradual, em quantidade, de um aspecto num fenómeno ou ser conduz, num dado momento, a um brusco salto de qualidade nesse fenómeno ou ser.»

Exemplos: a água vai aumentando de forma gradual, quantitativa, a temperatura (90º, 91º, 92º.93º,94º)  até que ao passar de 99º para 100º entra bruscamente em ebulição (salto qualitativo) passando ao estado de vapor; a acumulação gradual e lenta num país de greves económicas massivas, manifestações de rua, greve política e confrontos violentos com forças da ordem determina que, num dado instante, um governo, democrático ou ditatorial, se demita ou seja destituído (salto qualitativo), abrindo um novo ciclo político na sociedade.

 

8) Aplique a lei do salto de qualidade à formação dos conceitos de «sobreiro» e de «cavalo».

 

Resposta: a criança vê um sobreiro (percepção empírica: ver e tocar), vê outro e mais outro sobreiro, acumulação em quantidade de imagens do mesmo tipo, fecha os olhos e abstrai de pormenores deste e daquele sobreiro, dá o salto de qualidade ao formar a ideia ou conceito de sobreiro, ideia abstracta. Com o cavalo é o mesmo: acumula visões ou percepções empíricas de cavalo, etc.

 

9) Aplique a lei da tríade aos regimes políticos desde o fascismo de Salazar (1932-1974) até hoje e às estações do ano.

 

Resposta: A lei da tríade diz que «Num processo dialéctico há três fases: a tese ou afirmação , a antítese ou negação e a síntese ou negação da negação. A síntese não é a soma das duas anteriores, mas a sua superação e conservação fragmentária e o início de um novo processo triádico. A síntese é um volver no sentido da tese e transforma-se em tese de um novo processo dialético.»  Aplicada à política em Portugal: o fascismo de extrema direita é a tese (povo sem poder nenhum, só o partido dos ricos a mandar), a revolução anarquista e comunista de extrema esquerda em 1974-1975 é a antitese (o povo com o poder todo nas ruas, ocupando herdades, os patrões a fugir) e a democracia parlamentar, regime de centro (liberdade de partidos, o poder na mão dos ricos mas o povo pode fazer greve, manifestação de rua) é a síntese. Nas estações do ano é assim: o verão é a tese, o inverno e antítese, a primavera e o outono são síntese porque são meio termo misturam calor e frio.

 

10) Aplique a lei dos dois aspectos da contradição à situação dentro de uma fábrica e à política portuguesa dos últimos anos. 

 

Resposta: a Lei dos Dois aspectos da Contradição) diz: «Numa contrariedade há dois aspectos ou polos, em regra desigualmente desenvolvidos: o aspecto principal ou dominante e o aspecto secundário ou dominado. Em certas circunstâncias, há uma inversão de posições (salto qualitativo): o dominante passa a dominado e vice-versa.».

 

Exemplo: numa fábrica, durante o dia de trabalho normal, o aspecto principal da contrariedade é a administração e o aspecto secundário os trabalhadores das oficinas, que se subordinam ao ritmo de tarefas imposto; contudo, os dois pólos invertem-se, ao irromper uma greve com ocupação de fábrica e sequestro da administração, passando esta a ser, por algum tempo, o aspecto secundário e os operários revoltosos passam a ser o aspecto principal.  Na política portuguesa de 2005 a 2011, o PS governou sozinho e por isso foi o aspecto dominante e os outros partidos o aspecto dominado mas isto inverteu-se de 2011 a 2015 porque o PSD e CDS governaram coligados e passaram a ser o aspecto dominante e o PS o dominado e de 2015 até hoje o PS governa sendo por isso o aspecto dominante da contradição.

 

11) A astrologia, acredite-se nela ou não, aplica a lei do uno. Explique.

 

Resposta: A lei do uno diz «No universo nada está isolado, tudo se relaciona». A astrologia determinista (com leis exactas) diz que as posições dos planetas muito distantes criam os acontecimentos na Terra. Exemplo: Júpiter no signo da Virgem (150º a 180º de arco) dá a vitória ao PSD (caso das eleições legislativas de 1979, 1980, 1991, 2015). O planeta está unido através da sua radiação com a Terra.

 
Pergunta 12-Qual a diferença entre a singularidade tecnológica do transumanismo e a singularidade gravitacional da teoria de Einstein?
 
 
Resposta: A singularidade tecnológica prevista no transumanismo iluminista de Silicon Valey (EUA) é a época ou o ano em que os ciborgues e a inteligência dos supercomputadores ultrapassam a humanidade e dirigem o futuro desta, imprevisível. Alguns dizem que será em 2045. A singularidade gravitacional em Einstein é um ponto do espaço-tempo com densidade e massa infinitas como o Big Bang ou os Buracos Negros que atraem toda a matéria em seu redor e são imensamente densos (supõe-se; os físicos marxistas discordam, dizem que são apenas restos de estrelas ardidas). A singularidade tecnológica não é natural, resulta do avanço da ciência (supostamente) mas a singularidade gravitacional é natural.
 
 
Pergunta - Como actua a lei da acumulação em quantidade /salto qualitativo em ambas as singularidades?
 
 
Resposta - Os avanços da pesquisa científica na inteligência artificial, cibernética vão-se acumulando grau a grau, ano a ano, até que se dá o salto de qualidade: a máquina supera o homem e comanda-o (singularidade tecnológica). O ponto do espaço-tempo que segundo a teoria do Big Bang concentra a massa inteira do universo vai ficando cada vez mais denso até que explode e é o Big Bang.
 
 
Pergunta - Que analogia há entre a astúcia da razão em Hegel e a tese de que o Estado é tudo, o indivíduo é nada? 
 
 
Resposta: Em ambas as teses há uma razão universal (Deus)que manipula os homens. Na astúcia da razão Deus usa as paixões dos homens (exemplo: escolheu Napoleão em 1799, amante da ditadura não monárquica para meter ordem na revolução francesa que mergulhara no caos) . No caso do Estado, que é Deus incarnado em forma de Estado de um dado povo, os indivíduos dvem obedecer às leis do Estado. 
 
 
Pergunta - Por que razão a teoria de Hegel não pode ser considerada um existencialismo e a teoria de Kierkegaard pode?
 
 
Resposta: Porque a definição de existencialismo é: doutrina que supõe que a existência de cada indivíduo ou do colectivo vem antes da essência, isto é, não existe à partida um modelo, um arquétipo fixo que preside a todo o desenvolvimento ulterior e a. vida é imprevisível, feita de escolhas livres.
 
Ora em Hegel a mente de Deus sozinho, na primeira fase, delineia as essências (formas estruturais)  e isto é essencialismo (a essência vem antes da existência- Deus pensa o espaço, o tempo, os planetas e animais que virá a criar na fase seguinte a fase da natureza. E na terceira fase, a de Deus incarnado em humanidade, esta não é livre mas obedece ao plano divino, essencialista, que estabelece a sucessão de Estados (mundo oriental despótico, mundo greco-romano de só alguns homens livres, mundo cristão reformado por Lutero em que todos os homens são livres de interpretar a Bíblia traduzida para alemão). Apesar de teorizar que a liberdade de espírito é o fim da história, a  ideia de liberdade em Hegel é mais a de liberdade de um povo do que liberdade do indivíduo. Hegel vive na altura das revoluções nacionais libertadoras do colonialismo no primeiro terço do século XIX.
 
 
A teoria de Kierkegaard é um existencialismo porque enfatiza a liberdade individual, a escolha livre que o homem pode fazer em cada momento de um destes três estados: o estético (o Don Juan a saltitar de mulher em mulher, preso ao prazer momentâneo) o ético (o homem casado fiel à mulher que educa bem os filhos e cumpre as obrigações sociais, é um funcionário honesto, vai à missa, etc.) e o religioso (o asceta ou o místico a meditar isolado ouvindo a voz de Deus agindo contra a «boa moral» da maioria dos crentes em Deus como o padre Abel Varzim que, nos anos 40-50, visitava as prostitutas do Bairro Alto para as confessar e fazer rezar e comungar a hóstia e era incomodado pela PIDE de Salazar).
 
 
Pergunta- Esclareça os conceitos de angústia, desespero, paradoxo e alternativa (ou...ou) em Kierkegaard.
 
No existencialismo de Kierkegaard, doutrina da liberdade individual alcançável plenamente na união com Deus, o conceito de angústia é central: o homem vive ansioso por conhecer o futuro, por sentir ou temer a dor, a morte, a má sorte. O desespero é a frustração quando já não há nada a fazer. Exemplo: a angústia da neta antes da avó ser operada, o desespero da neta ao saber que a avó faleceu da cirurgia. O paradoxo é a contradição do pensamento. Exemplo: «Deus é infinitamente bom mas envia ao inferno as almas dos maus», «Quanto mais jejuns e sacrifícios fizeres neste mundo terreno mais alto e feliz serás no Paraíso». Kierkegaard diz que o cristão tem de aceitar o paradoxo: «É vontade de Deus que sofras, não te perguntes porquê». Kierkegaard é fideísta: Deus não se demonstra com o raciocínio como São Tomás de Aquino o fez mas Deus sente-se, prova-se através da fé (fides). A alternativa é a possibilidade de livre-arbítrio, de livre escolha a cada momento. Exemplo: «Ou continuo a ser um Don Juan, namoradeiro, ou me caso e sou fiel à esposa». 
 
 
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Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2019
Daniel Estulín: 2014 é o princípio do fim do globalismo e Trump é contra o globalismo

 

Em 7 de Junho de 2019, Daniel Estulin (29 de Agosto de 1966, Vilnius, URSS) ex oficial do KGB a viver em Espanha e autor de livros de fama mundial sobre o clube de Bilderberg e o globalismo em curso, deu uma entrevista no Clube de Jornalistas do México de que transcrevemos partes.

  

«Que significa Evola? Guerra Bacteriológica, não? Extrapolamos um passo mais além: " Se queres sobreviver, necessitas do mundo transumanista. Explico-me ou não? Vamos da guerra bacteriológica ao Evola e ao transumanismo. Para criar um mundo transumano que é um conceito absolutamente novo nesta sexta revolução industrial, ou sexto desenvolvimento tecnológico no seio da quarta revolução industrial, necessitamos onde o fazer: não podes construi-lo em países como México, EUA, Rússia, porque todos os países que são países  têm a élite nacional, explico-me, e a élite nacional também luta pelos recursos que repousam no dinheiro nas finanças mas para a elite o dinheiro não significa nada porque desde logo . Então  para desenhar um novo sistema dentro deste sexto desenvolvimento tecnológico necessitas de um território onde não há elite e para isso Ucrânia, ou Venezuela ou qualquer país africano serve às maravilhas porque te permite sobre uma superfície vazia, virgem, porque não há nada, desenhar um conceito do futuro tecnologicamente avançado que hoje em dia já não serve aos cânones civilizacionais do globalismo. Explico-me. Neste sentido podemos falar da China. China não é um país comunista, tão pouco é o país socialista como vós entendeis socialismo. China é socialismo com a específica China: que significa isto?»

 

«O que está fazendo o Vaticano na Europa é o mesmo que está fazendo Soros a trazer (gente) da América Latina para os EUA. Do mesmo tipo não, porque o Vaticano é parte do Projecto Internacional Negro, terra e sangue , cores negro e vermelho, cores do nazismo, cores dos jesuítas. Por isso quando eu falo de Trump ou falo de Guaidó o tipo que se chama presidente na Venezuela é um projecto dos jesuítas, há que entendê-lo desde esta óptica conceptual. Voltando ao que comentamos antes: o sexto desenvolvimento tecnológico, diferente de qualquer outro que veio antes, requer o desmantelamento do globalismo como sistema, senão não  não pode funcionar. Se falamos de globalismo podemos pôr-lhe data à morte do globalismo: 2014. Começou em 2011 com Líbia. 2014 é o fim com a Rússia, com a Crimeia que se uniu à Rússia. Com as sanções e com os embargos era o fim do globalismo como o conhecemos. O globalismo o que é? Se há qualquer coisa que tu necessitas podes ou comprar ou roubar ou inventar. E muitas vezes é muito mais fácil roubar, roubar não é só os chineses a fazê-lo: roubam os americanos, roubam todos porque sai muito mais barato se não compras. Então 2014 é o princípio do fim do globalismo. a partir deste ponto já não podias comprar porque começaram a fechar-se os mercados. Porquê? Porque voltamos outra vez atrás, é um desenho complexo, não é fácil.»

 

«Mas o conceito velho, de sempre, de Vestefália, de Estado Nação, de país, de leis, de códigos laborais, de nossas fronteiras, tudo isso está morto. Em  cinco anos, o nosso mundo  parece exactamente o mundo depois da primeira guerra mundial. Pelo que houve uma mudança incrível dos nossos países, dos territórios. Isto cai-nos em cima agora. É absolutamente inevitável. E isto acontece a nível global. A elite - não estou falando da massa que não entende nem pinta nada nesta história. Eles entendem, dado que a globalização está morta, que Vestefália como conceito, estamos falando de 1748, até aos anos 60 do século XX, chamamos-lhe o globo 1.0, está morto. Globo 2.0 é 1968, quando a reunião do clube de Bilderberg (...)»

 

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Quarta-feira, 28 de Março de 2018
Campanhas de vacinação: máfia médica da Organização Mundial de Saúde

A campanha que os grandes orgãos de comunicação conduzem a favor da vacinação visa enfraquecer a população e reduzi-la pois as vacinas, como caldos de vírus e toxinas, causam inúmeras doenças em organismos humanos que tinham saúde. Não te vacines, nem vacines os teus filhos! Vacinar-se é seguir o fascismo médico e encurtar a vida! A televisão mente e manipula a opinião pública. E não permite o contraditório, a discussão livre em programas televisivos. Só mentes obscurecidas, como as dos «cientistas», académicos e governantes, acreditam que as vacinas, que são infeções, «pequenas» doenças, previnem as doenças... A Direção Geral de Saúde, ao serviço da Nova Ordem Mundial dos transumanistas reptilóides ou annunaki, é desmentida por David Icke que escreve o seguinte:

 

«A doutora Guylane Lanctor expõe a realidade das vacinas no seu livro "A mafia médica". Afirma que as vacinas repetidas extenuam o sistema imunitário e expõem as pessoas a todo o tipo de doenças que as doenças do organismo repeliriam com normalidade. E numerosos estudos mostraram que as doenças estavam a descer a pique antes de que se introduzisse a vacina. Ian Sinclair, um investigador australiano, documentou as mentiras que se escondem atrás da vacinação em uma série de livros e artigos como "Health: The only Immunity". Afirma ter descoberto o seguinte:

 

- Provas gráficas e estatísticas mostraram que mais de 90 % da diminuição da taxa de mortalidade por doenças infeciosas ocorreu antes de que começasse a vacinação. Todas as revistas de medicina reconheceram que esta diminuição se devia a melhoras da saúde, da higiene, uma melhor nutrição e nível de vida. Por outras palavras, a vacina não era responsável por se ter eliminado as doenças infeciosas.
- Um ensaio com a vacina da tuberculose na Índia no qual participaram mais de 260 000 indianos deu como resultado mais casos de tuberculose entre os vacinados do que entre os não vacinados.» (...)

As consequências da vacinação para a saúde, tanto a longo como a curto prazo, são espantosas. Mas servem perfeitamente os Illuminati porque conseguem os efeitos mentais e de saúde que desejam para a população que querem controlar. Pensemos outra vez na pirâmide. Os que estão em cima, as linhagens annunaki, criaram e controlam a Organização Mundial de Saúde, que apoia mediante as suas declarações o plano dos Illuminati e suas empresas farmacêuticas». (David Icke, Hijos de Matrix, Ediciones Obelisco, pp 521-522).

 

Onde estão os filósofos que denunciam a vacinação? Estão fora das universidades porque a lecionação nestas está capturada por bandos de arrivistas, servos do poder global illuminati, que querem fazer carreira descansados, «sem política». Estão fora do ensino secundário, salvo raras excepções, porque o espírito de carneirada e a falta de intuição holística imperam em muitos grupos de professores de filosofia, biologia, etc.

 

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