Quinta-feira, 20 de Junho de 2019
Salvador Freixedo: as leis anti humanas da ONU e o engano dos místicos cristãos

 

Salvador Freixedo, nascido em 23 de Abril de 1923 em Carballino, Orense, Galiza, é um ex-sacerdote católico espanhol jesuíta, célebre por pesquisar ovniologia e correlacioná-la com as religiões. Sustentou que Jesus é um extraterrestre bom. Escreveu:

 

«Outra das táticas que João Paulo II viu em Satanás e que coincidem com as dos tripulantes dos OVNIS foi a maneira de infiltrar-se nas mentes das grandes autoridades de este mundo »(...)

«Um claro exemplo disto têmo-lo na ONU, que tendo começado como uma organização internacional para facilitar o encontro e a compreensão dos diversos povos e culturas, converteu-se pouco a pouco em um instrumento de leis não só anticristãs mas também antihumanas. Por exemplo, a lei do aborto livre, que pouco a pouco diversas agências dependentes e subvencionadas pela ONU estão introduzindo em todas as nações.  Mediante ela se assassina em cada ano no mundo entre trinta a cinquenta milhões de seres humanos que estavam a caminho de se converter em homens e mulheres normais e se deixa feridas psicologicamente mulheres que a longo prazo e se arrependem de ter colaborado no assassinato do seu próprio filho. Organizações dependentes da ONU como NATO, UNESCO, UNICEF, FAO, OMS, ACNUR, IPPF, SAÚDE REPRODUTIVA, BM, FMI, etc. estão seguindo a política destrutiva, anticristã e antihumana da identidade de género e com todas as suas funestas consequências. Um dos seus projectos dissimulados (valendo-se da teoria do perigo da superpopulação mundial) consiste em despovoar África e limitar a natalidade nos países atrasados que possuem riquezas naturais estratégicas para as grandes indústrias dos países desenvolvidos. Em vez de ajudar esses países a matar a fome e a organizar-se e a sair do seu atraso e da sua pobreza, forçam-nos a emigrar massivamente (criando tremendos conflitos nas nações desenvolvidas), dão-lhes de presente toneladas de preservativos para travar a sua natalidade, e por outro lado negam-lhes outras ajudas mais úteis se não se atêm às suas directivas».

(Salvador Freixedo, Teovnilogía, a origem do mal no mundo, Ushuaia Ediciones, Santa Coloma de Queralt, Catalunha, 2012, pp 96-98; o destaque a negrito é quase todo posto por nós).

 

O CONTROLO MENTAL DOS REPTILIANOS SOBRE OS HUMANOS

 

Salvador Freixedo atém-se à tese de que os reptilianos que vivem à superfície da Terra ou no interior desta em cidades subterrâneas são extraterrestres que vieram buscar alimento no nosso planeta e dominar a humanidade. Escreve:

 

«Segundo os melhores investigadores, os reptilianos são seres perversos, uns rebeldes dentro da ordem da Criação tal (como Luzbel e os seus seguidores na teologia cristã) que gozam com o mal e com o sofrimento. o que pretendem com a humanidade é, por um lado, a sua perversão em todos os sentidos e, por outro lado, fazê-la sofrer e convertê-la em sua escrava sem que ela se dê conta».

 

«O autor alemão Franz Erdl descreve assim as actividades destes invasores siderais:

 

"Os reptilianos e os draconianos, com a ajuda dos seus acólitos cinzas, manipulam desde há milhares de anos o nosso inconsciente colectivo e o de cada indivíduo sem que ninguém se livre disso. O controlo mental não só se estende aos sujeitos de laboratório que foram abduzidos ou preparados de outros maneiras, mas estende-se a todos nós... Os reptilianos desenharam minuciosamente todas as nossas religiões e filosofias, cuidando muito dos detalhes, e implantaram-nas entre nós. Todas as religiões levam o selo deles e todas são perigosas. Sinto dizê-lo, mas também o budismo e a de aqueles que meditam solitários nas montanhas do Tibete

(Salvador Freixedo, Teovnilogía, a origem do mal no mundo, Ushuaia Ediciones, Santa Coloma de Queralt, Catalunha, 2012, pp 98-99; o destaque a negrito é posto por nós).

 

OS SOFRIMENTOS DOS MÍSTICOS SÃO INDUZIDOS PELOS REPTILIANOS QUE ADORAM E BEBEM SANGUE

 

O ex jesuíta Freixedo desenvolve a tese de que os místicos cristãos, como Santa Teresa de Ávila, São João da Cruz ou o padre Pio de Pietrelcina, estigmatizado, agredido por demónios (reptilianos?) durante a noite na sua cela do convento de São Giovani Rotondo, em Itália, foram enganados por reptilianos que passam por deuses e demónios e que pedem sacrifícios de sangue porque este é o seu alimento.

 

«Se temos de ser sinceros, pensamos que toda a estranha e muitas vezes absurda fenomenologia que se dá à volta dos místicos cristãos e dos de outras religiões é obra dos "reptilianos príncipes de este mundo", não só com o desejo de se divertirem à custa do humano e de o enganar, mas com o mais perverso de atormentar pessoas inocentes cheias de boa vontade; porque estes "espíritos malignos" gozam enganando e atormentando.»

 

«Este incitamento à dor - em que o sangue está presente com muita frequência e em abundância - encontramo-lo também em outras religiões. Para citar algum exemplo, vemo-lo na cerimónia islâmica chamada Tatbir. E dá-se na festa anual denominada Ashura, comemorativa da morte de Hussein, neto do profeta. Nela, um imã vai ferindo na cabeça com uma espada muito afiada os fiéis que, possuídos por um frenesim místico, vão passando diante dele, finalizando a macabra cerimónia com centenas de fiéis enfurecidos e ensanguentados espirrando em um charco sangrento. E algo parecido se pode dizer de outra estranha cerimónia dos sufis.»

 

(Salvador Freixedo, Teovnilogía, a origem do mal no mundo, Ushuaia Ediciones, Santa Coloma de Queralt, Catalunha, 2012, pp 119-120; o destaque a negrito é posto por nós).

 

JESUS CRISTO, PÁRA-RAIOS ANTI REPTILIANO

 

E Jesus Cristo, para Salvador Freixedo, é um extraterrestre bom enviado pelo Ser Supremo, que designamos por Deus, para combater os reptilianos - Satanás, na linguagem da igreja,  os lagartos que adoptam forma humana, como por exemplo a rainha de Inglaterra, o príncipe Carlos, Barack Obama, George Bush, Henry Kissinger, Pierre Trudeau, Tony Blair, entre outros, e os cinzas .

 

«Considero  Jesus cristo como um desses bons espíritos que esse SER a quem os humanos chamam Deus foi mandando à humanidade para contrariar as influências dos espíritos malignos.(...)

 

«Nos exorcismos que a Igreja realiza para libertar os possessos por Satanás, a arma mais forte que o exorcista utiliza é a invocação do nome de Jesus Cristo. E igualmente, ainda que muitos dos "peritos" em ovnis o ignorem e julguem que a mistura de Jesus Cristo com os ovnis é um horror e um erro "antiovniológico", o certo é que muitos contactados se sentiram libertos do poder que sobre eles exerciam os alienígenas que os dominavam quando, desesperados, se refugiaram sob a proteção de Jesus Cristo e invocado o seu nome.»

(Salvador Freixedo, Teovnilogía, a origem do mal no mundo, Ushuaia Ediciones, Santa Coloma de Queralt, Catalunha, 2012, pp 158-160; o destaque a negrito é posto por nós).

 

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019
Adonis: o surrealismo e o sufismo buscam o mistério transracional

Ali Ahmad Saïd Esber, poeta surrealista árabe, conhecido como Adonis,  nasceu em 1 de Janeiro de 1930, na aldeia de Kassabine, perto de Lattaquié, na Síria. Teve de refugiar-se em França em 1985 após ser ameaçado de morte. Preconiza o intercâmbio de civilizações dizendo que o islamismo, como outras religiões,  é um véu de cegueira lançado sobre a vida, a liberdade, a fruição dos prazeres. Afirmou que o «regresso à pureza do mundo árabe» rejeitando o contributo da democracia ocidental reduziria o mundo árabe a mesquitas e camelos. Disse: «Os meus desejos são permanecer estrangeiro rebelde. E libertar as palavras da escravatura das palavras.»

 

 O surrealismo é uma corrente artística e filosófica, nascida oficialmente em 1924, em França, que visa eliminar a razão e a lógica e projectar na poesia, na literatura, na pintura, na arquitectura ou na escultura, no cinema, os desejos e as imagens criativas  imersas na obscuridade do inconsciente humano. O sufismo (em árabe: تصوف;) é uma corrente mística e contemplativa do Islão. Os sufis visam uma relação íntima, direta e constante com Deus, aplicando ensinamentos do  profeta Maomé  com relevo para o zikr (a lembrança de Deus), orações e jejuns. Um dia, um sufi mergulhado em êxtase num lugar público disse «Eu sou Deus» e foi de imediato assassinado por adeptos do Corão que o qualificam como «blasfemo». Adonis compara o sufismo ao surrealismo pois ambos dão prioridade à imaginação, ao mistério e ao inconsciente ou ao génio imanente:

 

«Tanto para a o sufismo como para o surrealismo a razão e a lógica podem equivocar-se, já que se fixam na parcialidade das coisas e pretendem ter resposta para a sua universalidade. Ademais, a resposta é o sustentáculo da razão e da lógica porque ambas toman a existência como um problema que há que resolver. Sem embargo, o sufismo e o surrealismo contemplam a existência como mistério, e a questão para eles é a união com o dito mistério. A ausência de resposta é sinal, aqui, da intenção de  fusão com a existência , enquanto que a presença de resposta é sinal, ali, da intenção de domínio sobre a existência, quer dizer, de separar-se dela. O primeiro é amor, o segundo dominação. »

 

«A resposta encerra, por conseguinte uma traição ao ser humano, além de ser um encadeamento, quer dizer, uma renúncia à liberdade. A resposta separa o ser humano de si mesmo, da sua essência: o ser humano é linguagem, busca do outro, da coisa, mas não para submetê-los ao conhecimento que se forja deles, mas para comunicar com eles em igualdade e amor. A resposta pressupõe que na existência não há nada que não possa ser conhecido, o que é uma afirmação falsa, completamente equivocada, já que na existência há coisas que não conhecemos, que não podemos conhecer racional ou logicamente, mas com as quais, não obstante, nos comunicamos e nos unimos

 

« A razão social-quotidiana não só reprime e dobra o ser humano, mas também o atraiçoa. Essa razão define, e portanto, a sua resposta define. Quando definimos uma coisa negamo-la, já que a encerramos no arco da definição e excluimos tudo o que não esteja nele. A definição é negação, como dizia Spinoza. Quando defines Deus nega-lo, porque o colocas ao nível das coisas definidas. Definir o ser humano ou a existência nega a essência de ambos. O ser humano, do mesmo modo que a existência, é uma realidade de liberdade, é possibilidade e necessidade, não uma realidade de certeza definitiva.»

 

( Adonis, Sufismo y Surrealismo, Ediciones del Oriente y del Mediterráneo, Madrid, 2008, pp. 68-69; o destaque a negrito é posto por nós ).

 

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