Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018
A perversa reforma do programa de filosofia do 10º e 11º ano em Portugal ou Bilderberg no ensino

A reforma do programa de filosofia, que se prevê entrar em vigor em Setembro de 2018, elimina a lógica aristotélica do programa de filosofia e coloca a lógica proposicional como obrigatória e única modalidade lógica na primeira parte do programa de filosofia do 10º ano de escolaridade em Portugal. O resto do programa de 10º ano limitar-se-á à ética, passando a estética e a religião para o programa de 11º ano que deixará de ter a lógica aristotélica e a lógica proposicional em alternativa uma à outra. É mais uma manobra dos pseudo filósofos analíticos - a corrente em que militam João Branquinho, Ricardo Santos, Guido Imaguire, Pedro Galvão, Desidério Murcho, Alexandre Franco de Sá, Sara Bizarro, Aires Almeida, etc. - para afunilar o ensino da filosofia, para o tornar aborrecido, sem horizontes metafísicos, aos olhos dos alunos. O formalismo da lógica proposicional é uma lógica deficiente porque, por exemplo, distingue erroneamente disjunção inclusiva de disjunção exclusiva (na verdade, dizer Vou a Londres ou vou a Paris («d. inclusiva», dizem) é o mesmo que dizer Ou vou a Londres ou vou a Paris («d. exclusiva», dizem), é a mesma disjunção). Outro exemplo: segundo esta lógica a disjunção inclusiva de duas proposições verdadeiras (PVQ) é verdadeira, ora o exemplo «Somos portugueses ou somos europeus» (PVQ) prova que redunda em uma falsa disjunção inclusiva porque portugueses não pode extrinsecar-se de europeus.  Esse formalismo pretensamente científico reflecte a ausência de ideias dos novos doutorados e mestres em filosofia da universidade portuguesa. Como podem as universidades ter chegado a este estado de indigência intelectual de instituir regras lógico-formais erradas e propagá-las no ensino da filosofia?  É matéria para uma análise sociológica profunda. Schopenhauer já no século XIX denunciava a incompatibilidade de ser filósofo e professor universitário de filosofia, este último movido pelas preocupações de subir e brilhar profissionalmente, mesmo sendo incompetente, não perder a autoridade sobre os alunos mostrando que «sabe tudo» e obter apoios entre os colegas.

 

Os autores da reforma argumentam que é preciso interdisciplinaridade com a matemática. Mas que interdisciplinaridade há nas turmas de humanísticas e artes com a matemática no 10º e 11º ano de escolaridade? Praticamente, nenhuma. O exame nacional de filosofia, instituído há anos, visou apenas uniformizar, controlar os professores de filosofia, que são perigosos para o sistema político quando são criativos e livres porque rompem a censura existente nas televisões, jornais e nos manuais escolares.

 

Nada disto é inocente. Estas mudanças de programas obedecem à estratégia do neofascismo «democrático» do clube de Bilderberg que quer expulsar do ensino de massas a filosofia livre e a história social e política crítica: ocupando os alunos com inúteis exercícios de lógica, impede-se estes de conhecer as ideologias marxista, anarquista, teoovniológica, as teorias da conspiração, o taoísmo, o platonismo, o aristotelismo, etc. E o peso da ética (leia-se: a ideologia federalista dos illuminati) cresce imenso no 10º ano. É o doutrinarismo do Estado Novo de Salazar vertido em doutrinarismo do Estado da Nova Ordem Mundial. São os inimigos da liberdade de filosofar quem está a alterar os programas de filosofia do ensino secundário em Portugal. Eles temem os professores mais cultos e amplos no pensar!

 

Na nova proposta de programa de 10º ano, na abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar ignora-se a definição de filosofia como livre interpretação metafísica do universo, da vida e do homem e limita-se a descrevê-la como actividade crítica (apêndice da ciência, como defendia o círculo de Viena fundado em 1929):

 

«O que é a filosofia?

«Caracterizar a filosofia como actividade conceptual crítica.»

«As questões da filosofia»

«Clarificar a natureza dos problemas filosóficos».

 

Evita-se falar em grandes temas da filosofia porque isso poderia inclinar os professores a explanar em síntese as doutrinas de Heráclito, Lao Tse, Platão, Aristóteles, etc., que os novos doutorados em filosofia ignoram, de um modo geral, e que tentam suprimir do ensino dado conterem metafísica.

 

Alerta, professores de filosofia! Mal fomos consultados sobre este afunilamento do programa, sobre este  obscurecimento do item grandes temas da filosofia do programa de 10º ano ainda em vigor. Os antifilósofos da lógica proposicional, seres de pensamento robótico, uma minora influente dentro das universidades, decidem amputar os programas à revelia dos milhares de professores de filosofia do ensino secundário em Portugal, à boa maneira dos eurocratas  a quem a democracia de base intimida.

 

É lamentável que sejam governos do Partido Socialista Português a limitar o campo do ensino público livre da filosofia: ligado através de António Costa, de Manuel Maria Carrilho, de Maria de Lurdes Rodrigues, de Porfírio Silva, de António José Seguro ao clube mundialista de Bilderberg, de Henry Kissinger, das famílias Rotschild e Rockfeller, de Pinto Balsemão e Ricardo Salgado, o PS português transforma-se, subtil e gradualmente, num partido social-fascista no campo do ensino  da filosofia ao suprimir programaticamente a vastidão dos grandes temas da filosofia, a liberdade de cada professor escolher temas e ensinar à sua maneira. Que medo à individualidade radical tem a burguesia portuguesa e os seus homens de mão socialistas! E Tiago Brandão Rodrigues está ou não consciente desta manobra ditatorial? Ele é, formalmente, o responsável desta reforma de fechamento do horizonte filosófico nas escolas. Protestemos, massivamente, junto do ministro da Educação, do governo, das estações de televisão, das rádios, dos jornais. Vamos à luta contra os neofascistas do pensamento «analítico», os novos inquisidores do século XXI.

 

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Quinta-feira, 13 de Junho de 2013
Diálogo com Rui Reininho: o "suicídio de Jorge Lima Barreto" e a universidade asfixiante

Assisti, na noite de 9 para 10 de Junho de 2013, ao concerto dos GNR (Grupo Novo Rock) em Aljustrel,  na  Feira do Campo. Vista da estrada exterior, esta vila mineira alentejana, feita de colinas parece,  iluminada, no escuro, por colares de pérolas de luzes, uma cidade árabe das mil e uma noites.  À 1 hora e 30  minutos da madrugada, estou para sair do recinto e cruzo-me, ocasionalmente, com Rui Reininho. Abordei-o. O diálogo que exponho a seguir reproduz mais ou menos o diálogo real que ocorreu. 

 

Eu disse: «Fez bem em vir ao Alentejo, terra onde a abóbada celeste imensa nos faz reflectir, onde se pensa. Terra metafísica.»

Ele diz: «Passo sempre férias no Alentejo. Não vou para o Algarve. »

Eu: «Vi aquela notícia na televisão que o mostrava a si, numa missa, com o padre Rui Osório, no Porto. Vejo que tem um lado místico-religioso. O homem do norte é teísta, imagina deus em espírito, acima da natureza. Aqui, no Alentejo, os homens são, predominantemente, panteístas. E a astrologia, nascida da observação do céu, articula-se com o panteísmo.»

Ele: «Há sempre qualquer coisa que fica da nossa educação da meninice.»

 

Eu: «Aqui, nesta paz do montado, é possível criar o distanciamento, através do silêncio e das imagens fixas da paisagem, face às imagens fugidias e à manipulação a que a televisão nos submete a cada hora. Face à cultura falsificada dos grandes media, incluindo as universidades. Aqui estudo astrologia histórica, desvendando nos factos histórico-sociais as coordenadas astronómicas correspondentes.»

Ele: «Ah, as universidades de hoje! O meu amigo V. H. extremamente inteligente, foi corrido de todas as universidades onde entrou a leccionar porque há sempre os burocratas a travar os que se afirmam de forma individualista e criadora. Diz-me o V. H: «Rui, os professores universitários conjugaram-se para expulsar a metafísica da universidade. É impossível ensinar livremente. A liberdade retrocedeu imenso. O mundo cultural não é livre, neste nível».

 

Eu: «É precisamente o que eu penso. Na área da filosofia, são sobretudo os partidários da filosofia analítica que impõem um fascismo epistémico anti investigação astrológica, anti medicina natural, etc. A liberdade não existe na universidade.»

Rui Reininho prossegue: «O Jorge Lima Barreto, que antes e depois do 25 de Abril de 1974 tecia cenários culturais e políticos criativos no café Majestic no Porto, - éramos internacionais situacionistas, anarquistas - morreu o ano passado de inanição . Foi um suicídio. Deixou-se ficar na cama e definhou porque se sentiu asfixiado pela universidade que não o deixava ensinar o que ele queria e sabia sobre jazz, música, cultura. Havia sempre uma «doutora» burocrata a inviabilizar os projectos, a controlar

 

Eu: «Afinal, Jorge Lima Barreto praticou um suicídio à maneira dos cátaros (o endura): não ingerir durante semanas nenhum alimento material (a matéria é o princípio do mal) até que a força vital, depois de consumir gorduras, tumores e tecidos dispensáveis, acaba por consumir músculos e orgãos  essenciais à vida. Esta multiplicação de doutoramentos e mestrados, dados e vendidos àqueles que alinham com a filosofia dominante nas universidades, burocratiza o saber, fragmenta-o, e constrói um muro de protecção fascizante e totalitário em torno das «mentes doutoradas». É a ditadura mundial da antifilosofia que segue os planos do clube de Bilderberg, um grupo fascista «progressista», arauto de uma democracia formal mundial onde todos somos vigiados, reprimidos pelo governo sinárquico, o governo mundial único. E o Seguro, do PS, e o Portas, do CDS, lá foram à reunião deste clube há dias, pela mão do Pinto Balsemão.»

 

 

Recordo-me que Jorge Lima Barreto era músico e musicólogo, nascido em Vinhais em 26 de Dezembro de 1949, e membro do grupo anarquista que parava no início da década de 70 no café «Piolho» na Praça dos Leões, no Porto, ainda sob a ditadura fascista de Marcelo Caetano e Américo Tomás. Era homossexual e respeitava as opções heterossexuais dos amigos.  Faleceu a 9 de Julho de 2012. Foi o criador da Associação da Música Conceptual, com C. Zíngaro, e dispunha de uma cultura musical extremamente vasta. Era, no sentido real do termo, um catedrático da música mas foi corrido pelos catedráticos institucionais da universidade e seus acólitos.

 

Despeço-me do Rui Reininho (28 de Fevereiro de 1955, Porto) com um abraço. Reflicto, enquanto regresso a Beja, no escuro da noite: somos mais livres como professores no ensino secundário do que os professores nas universidades, onde há, em regra, estreitas relações de vassalagem entre professores e entre estes e o reitor. As universidades são, em primeiro lugar, corporações de interesses, e só em segundo lugar são lugares de pesquisa da verdade e difusão científica, filosófica, artística e literária. Por isso, na universidade oculta-se ou distorce-se a verdade, sempre que esta põe em causa a cátedra deste ou daquele. Este blog é mais livre, mais profundo e mais criativo que muitas cátedras universitárias. A cultura não carece de títulos de «professor doutor» ou de «mestre» porque graças a trabalho mimético, de reprodução dos consagrados, é possível a qualquer indivíduo de inteligência mediano-elevada, ou mesmo mediana, ascender a uma cátedra, ao título de «professor doutor». A cultura e a ciência que temos na superestrutura de Portugal e do «mundo livre» é em grande parte falsa, fragmentária.

 

A universidade é totalitária. Tem poder sobre os políticos e as grandes editoras de livros e jornais - são professores universitários os que supervisionam os manuais escolares e são professores universitários uma parte dos tradutores das grandes obras literárias, filosóficas e científicas - e exclui os que se lhe opõem e veiculam a ciência holística

 

Somos melhores que a universidade. Fazemos parte da supra-universidade, informal. Investigamos e sabemos astrologia histórico-social, a ciência das ciências, que culmina a busca hegeliana de uma ciência holística - e quase todos os filósofos e professores universitários do mundo, ininteligentes ou néscios ou ambas as coisas, negam, desprezam ou vilipendiam o determinismo astral, o fatalismo geométrico-zodiacal que rege o devir. Aliás, em muitas universidades impera, sectorial ou globalmente, um fascismo de esquerda, o social-fascismo: estou a lembrar-me de que, em Maio de 2012, o grupo Krisis da universidade de Évora me impediu de apresentar uma tese de astrologia histórica nas IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia, quando deveriam esses académicos ser os primeiros interessados em aprender com quem investigou uma área do saber que de todo ignoram.

 

 

José Gil, António Marques, Eduardo Lourenço, Pinharanda Gomes, Ricardo Santos, João Branquinho, João Saágua, Manuel Maria Carrilho, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, António Barreto, Boaventura Sousa Santos, Marcelo Rebelo de Sousa, Miguel Sousa Tavares, Manuel Vilaverde Cabral, José Pacheco Pereira, Olivier Feron, Carlos Fiolhais, João Maguejo e tantos outros académicos ignoram, por exemplo, que Salazar tomou posse com Júpiter no signo de Carneiro (arco de 0º a 30º de longitude) em 27 de Abril de 1928, que Cavaco Silva obteve a primeira maioria absoluta do PSD em 19 de Julho de 1987 com Júpiter no signo de Carneiro,  e foi reeleito em 23 de Janeiro de 2011, com Júpiter no signo de Carneiro e não concebem que estes dados configuram uma lei político-zodiacal.

 

Que «doutas» criaturas são estas que desprezam ou troçam da possibilidade/realidade de a astrologia (histórica) ser ciência e nem sequer percebem que os seus frágeis corpos humanos de 60, 70 ou 90 quilos não podem escapar à atracção e ao determinismo do planeta Júpiter cuja massa é igual à de 317, 8 planetas Terra?

 

NOTA DE RECTIFICAÇÃO DE 3 DE JULHO DE 2014- Recebi um e.mail de um amigo muito próximo de Jorge Lima Barreto que me diz o seguinte:

«O que o Rui Reininho lhe contou , melhor, a conclusão aligeirada e momentânea do Rui não corresponde ao que infelizmente aconteceu ao Jorge.  A causa principal não foi essa.»
Assisti, com o X, com o Y, aos últimos 30 dias de vida do Jorge, no Hospital de S.José.
Sei que o seu post, hoje não pode ser rectificado, mas fica aqui o meu reparo.»

«Não tenho qualquer direito nem dever para lhe solicitar que apague o post. 
Faz parte do seu mundo pessoal, está editado.  Se o retirasse, essa parte da sua mundivivência desapareceria, ocultaria um seu (bom) episódio, nunca eu desejaria isso para "rectificar" esse curioso diálogo com o Rui.
Mas se quiser, eu e os amigos do Jorge agradecemos (presumindo que FQueiroz sabe quem foi e o que fez o Jorge como músico, musicólogo, activista, etc., etc.) que num seu próximo post hoje ou amanhã, releve a Bienal.  Obrigado.
(Veja, sff o programa no site do Centro Cultural de Vinhais).
Pena por FQueiroz não poder ir a Vinhais.
«Confidência : o Jorge sentiu imenso os "atropelos" (no mínimo, "atropelos") ao recusarem a sua inclusão no corpo docente duma universidade em Lisboa (e noutra ocasião na do Porto), mas não foi a causa principal -- de.

E de acordo consigo e com o Rui : as universidades tugas não querem professores criativos e com uma Cultura para além do que está "correcto", delineado, certinho... »

Em 4, 5 e 6 de Julho de 2014 será inaugurada a I Bienal Jorge Lima Barreto, em Vinhais.  Justíssima e inédita homenagem. Com Vítor Rua, António Barros, Joana Vasconcelos, Manuel Barbosa, Jonas Runa, Chris Cutler, Kersten Glandien, Luís San Payo, Ana Borralho, João Galante, Ilsa d'Orzac e outros.

 

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