Sábado, 14 de Novembro de 2020
Astronomia e acidentes no Metropolitano de Lisboa

 

 

Há cerca de uma dezena de áreas pequenas do Zodíaco que despoletam acidentes  no Metropolitano de Lisboa:  21º-22º do signo de Touro, 22º-24º do signo de Gémeos, 7º-8º do signo de Leão, 0º-1º do signo de Virgem, 19º-21º do signo de Virgem, 22º-26º do signo de Balança, 0º-2º do signo de Escorpião, 20º-26º do signo de Sagitário, 16º-17º do signo de Capricórnio, 17º-19º do signo de Peixes. Se duas ou três destas áreas estiverem percorridas no mesmo dia pelo Sol e por um ou mais planetas é muito provável que um acidente se corporize.

 

ÁREA 21º-22º DO SIGNO DE TOURO

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 21º-22º do signo de Touro  (ou seja: graus 51º-52º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 15 de Setembro de 2003. com Nodo Norte da Lua em 22º 7´de Touro, Marte em 1º 7´/ 0º 58´ de Peixes, às 23.15 horas, um jovem que trazia uma lata de spray para pintar as paredes do metropolitano de Lisboa morre electrocutado no interior da estação do Rato.

 

Em 26 de Março de 2004, com Vénus em 21º 34´/ 22º 34´ e Touro, Júpiter em 8º 12´/8º 10´ de Leão,  a queda de estuque da abóbada da estação de Cidade Universitária interrompe, à noite, a circulação na Linha Amarela do Metro de Lisboa entre as estações de Campo Pequeno e Campo Grande.

 

Algumas das datas em que o Sol, um nodo da Lua ou um planeta atravessarão os graus 21º-22º do signo de  Touro são: de 16 a 19 de Fevereiro de 2021 (Marte); 29 e 30 de Abril de 2021 (Mercúrio); de 11 a 13 de Maio de 2021 (Sol); em 22 e 23 de Abril de 2022 (Mercúrio); de 3 de Abril a 4 de Julho de 2022 (Nodo Norte da Lua); de 11 a 13 de Maio de 2022 (Sol); de 5 a 8 de Agosto de 2022 (Marte); de 17 a 22 de Abril de 2024 (Nodo Norte da Lua).

 

ÁREA 22º-24º DO SIGNO DE GÉMEOS

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 22º-24º do signo de Gémeos  (ou seja: graus 82º-84º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 28 de Junho de 1996, com Mercúrio em 21º 30´/ 23º 24´ de Gémeos, Vénus em 12º 8´/ 11º 59´ de Gémeos,   um desabamento de terras nas obras do Metropolitano de Lisboa, junto à estação da Alameda, soterra 3 operários da empresa Metrolis, morrendo um deles, José Barrinhas, e ficando feridos os outros 2.

 

Em 14 de Junho de 2012, com Sol em 23º 20´/24º 18´ de Gémeos, Saturno em 22º 53´/ 22º 52´ de Balança, a circulação na Linha Azul do Metropolitano de Lisboa é de manhã interrompida durante cerca de uma hora, devido a um acidente com uma passageira na estação dos Restauradores.

 

Em 5 de Julho de 2013, com Marte em 24º 10´/ 24º 51´de Gémeos, Sol em 13º 8´/ 14º 6´ de Caranguejo, Vénus em 8º 50´/ 10º 3´ de Leão,  às 10.21 horas na estação dos Olivais, no sentido Aeroporto-São Sebastião da Pedreira uma pessoa cai à linha no momento em que o metro chega à estação e acaba por morrer o que faz esvaziar os comboios, evacuar a estação e encerrar circulação na Linha Vermelha do Metro de Lisboa de (Aeroporto - São Sebastião).

 

Em 29 de Setembro de 2020, com  Nodo Norte da Lua  em 23º 33´/ 23º 21´ de Gémeos, Nodo Sul da Lua em 23º 33´/ 23º 21´ de Sagitário, Mercúrio em 1º 52´/ 2º 55´ de Escorpião, Júpiter em 17º 49´/ 17º 52´ de Capricórnio, Neptuno em 19º 5´/ 19º 4´ de Peixes quatro pessoas ficam feridas no desabamento de parte do teto de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a praça de Espanha por falta de fiscalização da câmara municipal de Lisboa aos erros do empreiteiro cuja equipa ao derrubar uma estrutura de betão armado na Praça de Espanha perfura a abóbada da galeria do metropolitano fazendo cair terra e pedras sobre um comboio que circula na Linha Azul entre a estação das Laranjeiras e o Marquês de Pombal. 

 

Algumas das datas em que o Sol, um nodo da Lua ou um planeta atravessam os graus 22º-24º do signo de  Gémeos são: de 10 a 15 de Abril de 2021 (Marte); de 21 de Maio a 8 de Junho de 2021 (Mercúrio); de 27 a 29 de Maio de 2021 (Vénus); de 5 a 7 de Julho de 2021 (Mercúrio); de 7 a 21 de Outubro de 2022 (Marte); de 7 a 14 de Março de 2023 (Marte); de 30 de Abril a 3 de Maio de 2023 (Vénus).

 

ÁREA 7º-8º DO SIGNO DE LEÃO

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 7º-8º do signo de Leão  (ou seja: graus 127º-128º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 3 de Setembro de 2002, com Júpiter em 6º 54´ /7º 6´ de Leão, Vénus em 25º 43´/ 26º 35´ de Balança, um trabalhador fractura a bacia em acidente nas obras da estação do Metro de Santa Apolónia, em Lisboa.

 

Em 5 de Julho de 2013, com Vénus em 8º 50´/ 10º 3´ de Leão, Marte em 24º 10´/ 24º 51´de Gémeos, Sol em 13º 8´/ 14º 6´ de Caranguejo, às 10.21 horas na estação dos Olivais, no sentido Aeroporto-São Sebastião da Pedreira uma pessoa cai à linha no momento em que o metro chega à estação e acaba por morrer o que faz esvaziar os comboios, evacuar a estação e encerrar circulação na Linha Vermelha do Metro de Lisboa de (Aeroporto - São Sebastião).

 

ÁREA 0º-1º DO SIGNO DE VIRGEM

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 0º-1º do signo de Virgem  (ou seja: graus 150º-151º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 10 de Maio de 1989, com Nodo Sul da Lua em 1º 25´/ 1º 20´ de Virgem, Júpiter em 11º 32´/ 11º 46´ de Gémeos, Nodo Norte da Lua em 1º 25´/ 1º 20´ de Peixes, o derrame de combustível um depósito da GALP de uma estação de serviço obriga a interromper por algumas horas a circulação no túnel do metropolitano de Lisboa, entre as estações de Palhavã e São Sebastião, invadido por gasolina.

 

De 11 a 22 de Maio de 1989, com Nodo Sul da Lua em 1º 16´/ 0º 0´ de Virgem,  com Nodo Norte da Lua em 1º 16´/ 0º 0´ de Peixes, permanece interrompida a circulação na linha do Metropolitano de Lisboa, entre as estações da Rotunda e Colégio Militar, ao detectar-se, de manhã do dia 11, a escorrência de combustível nas paredes das galerias; em 30 de Maio de 1995, com Marte em 1º 59´/ 2º 27´ de Virgem, Quiron em 20º 7´/ 20º 8´ de Virgem, Júpiter em 10º 50´/ 10º 42´ de Sagitário, um curto-circuito corta a energia eléctrica na estação do metro de Lisboa da Rotunda, ferindo ligeiramente um fiscal. 

 

ÁREA  19º-21º DE SIGNO DE VIRGEM

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 19º-21º do signo de Virgem  (ou seja: graus 169º-171º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 11 de Dezembro de 1996, com Marte em 21º 3´/ 21º 29´ de Virgem, Nodo Norte da Lua em 4º 58´/ 4º 46´ de Balança, Vénus em 22º 14´/ 23º 29´de Escorpião, às 9.15 horas, um aluimento nas obras da estação do Metro de Olivais Sul, na Rua Cidade de Bissau em Lisboa, soterra sob uma parede de betão, 6 operários que permanecem salvos por uma bolsa de ar existente noutro túnel a 30 metros de profundidade e são resgatados após horas de perfuração, às 19.30 horas, um deles ferido.

 

Em 19 de Outubro de 1997, com Nodo Norte da Lua em 19º 12´/ 19º 6´de Virgem, Vénus em 11º 45´/ 12º 50´ de Sagitário, Júpiter em 12º 17´/ 19´ de Aquário, pela 1.00 hora da madrugada, principia um grande incêndio no qual explodem várias garrafas de acetileno e arde um depósito de tintas, no túnel do metropolitano que liga a estação da Alameda à do Areeiro, em Lisboa, ardendo as estações nova e velha, morrendo Sidi Bamba, vigilante da obra de construção, residente no Bairro das Marianas e Ernesto Rosa Pereira, chefe da estação de Metro do Areeiro e, devido às inundações causadas pelas chuvas na véspera, é interrompida a circulação de comboios no Metro entre as estações de Avenida e Campo Grande, 

 

ÁREA 22º-26º DO SIGNO DE BALANÇA 

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 22º-26º do signo de Balança  (ou seja: graus 202º-205º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 24 de Outubro de 1995, com Nodo Norte da Lua em 26º 31´de Balança, Sol em 0º 6´/ 1º 5´ de Escorpião, Saturno em 18º 42´/ 18º 39´ de Peixes, pelas 16.30 horas, desmorona-se uma das paredes do túnel nas obras de ampliação da estação de metro do Chiado, matando um trabalhador de 35 anos.

 

Em 29 de Julho de 2014, com Nodo Norte  da Lua em 22º 8´/ 22º 2´ de Balança, Marte em 1º 32´/ 2º  4´ de Escorpião, Nodo Sul da Lua em 22º 8´/ 22º 2´ de Carneiro, Marte em 1º 32´/ 2º  4´ de Escorpião, Quiron em 17º 7´/ 17º 5´ de Peixes, um homem é ferido na estação de metro do aeroporto de Lisboa, sendo esta encerrada.

 

Algumas das datas em que o Sol, um nodo da Lua ou um planeta atravessarão os graus 22º-26º do signo de  Balança são: de 15 a 19 de Novembro de 2020 (Vénus); de 18 de Setembro a 4 de Outubro de 2021 (Mercúrio); de 30 de Setembro a 5 de Outubro de 2023 (Marte)-

 

ÁREA 0º-2º DO SIGNO DE ESCORPIÃO 

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 0º-2º do signo de Escorpião  (ou seja: graus 210º-212º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 24 de Outubro de 1995, com Nodo Norte da Lua em 26º 31´de Balança, Sol em 0º 6´/ 1º 5´ de Escorpião, Saturno em 18º 42´/ 18º 39´ de Peixes, pelas 16.30 horas, desmorona-se uma das paredes do túnel nas obras de ampliação da estação de metro do Chiado, matando um trabalhador de 35 anos.

 

Em 29 de Julho de 2014, com Marte em 1º 32´/ 2º  4´ de Escorpião, Nodo Sul da Lua em 22º 8´/ 22º 2´ de Carneiro, Nodo Norte  da Lua em 22º 8´/ 22º 2´ de Balança, Marte em 1º 32´/ 2º  4´ de Escorpião, Quiron em 17º 7´/ 17º 5´ de Peixes, um homem é ferido na estação de metro do aeroporto de Lisboa, sendo esta encerrada.

 

Em 29 de Setembro de 2020, com Mercúrio em 1º 52´/ 2º 55´ de Escorpião, Nodo Sul da Lua em 23º 33´/ 23º 21´ de Sagitário, Júpiter em 17º 49´/ 17º 52´ de Capricórnio, Neptuno em 19º 5´/ 19º 4´ de Peixes quatro pessoas ficam feridas no desabamento de parte do teto de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a praça de Espanha por falta de fiscalização da câmara municipal de Lisboa aos erros do empreiteiro cuja equipa ao derrubar uma estrutura de betão armado na Praça de Espanha perfura a abóbada da galeria do metropolitano fazendo cair terra e pedras sobre um comboio que circula na Linha Azul entre a estação das Laranjeiras e o Marquês de Pombal .

 

Algumas das datas em que o Sol, um nodo da Lua ou um planeta atravessarão os graus 0º-2º do signo de  Escorpião são: de 21 a 23 de Novembro de 2020 (Mercúrio); de 10 a 13 de Setembro de 2021 (Vénus); 

 

ÁREA 20º-26º DO SIGNO DE SAGITÁRIO

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 20º-26º do signo de Sagitário  (ou seja: graus 260º-266º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 28 de Dezembro de 2005, com Mercúrio em 19º 46´/ 21º 13´ de Sagitário, Plutão em 24º 44´/ 24º 46´ de Sagitário, Vénus em 1º 12´/ 1º 2´ de Aquário; às 17.45 horas, uma mulher cai à linha na estação de Cais do Sodré, em Lisboa, sofrendo amputação de um braço, e isso interrompe a circulação na Linha Verde do metropolitano (Cais do Sodré / Telheiras) e condicionada a circulação na Linha Azul (Baixa-Chiado / Amadora Este).

 

Em 27 de Março de 2006, com Plutão em 26º 45´ de Sagitário, Sol em 6º 10´/ 7º 10´ de Carneiro, às 9.34 horas, uma avaria faz parar e reter durante 40 minutos um comboio com centenas de passageiros na Linha Azul do Metro de Lisboa no túnel entre as estações de Sete Rios e Praça de Espanha, sendo assistidos 10 passageiros na estação de Praça de Espanha por crises de ansiedade;

 

Em 9 de Dezembro de 2008, com Mercúrio em 24º 38´/ 26º 16´ de Sagitário, Saturno em 21º 17´/ 21º 20´ de Virgem, Vénus em 1º 11´/ 2º 21´de Aquário, uma passageira cai à linha do Metro na zona do Marquês do Pombal no momento em que a composição circula e fica com o braço esquerdo preso na roda do comboio sendo a circulação na linha amarela do Metro de Lisboa cortada por uma hora.

 

Em 12 de Novembro de 2019, com Júpiter em 25º 32´/ 25º 45´ de Sagitário, Marte em 25º 12´/ 25º 51´ de Balança, Júpiter em 25º 32´/ 25º 45´ de Sagitário, Saturno em 16º 15´/ 16º 20´ de Capricórnio,  ocorre uma avaria num comboio na linha na Linha Amarela do Metropolitano de Lisboa pelas 17h05, que se imobiliza no túnel que liga as estações de  Cidade Universitária e Campo Grande, que obriga à interrupção do serviço, ao fim de 40 minutos, alguns passageiros sentem-se mal e são  acionados os botões de emergência para abrir as portas da carruagem.e saem  da composição e circulam pela linha com a ajuda de um funcionário do metro, regressando  à normalidade a circulação às 19h07".

 

Em 2 de Fevereiro de 2020, com  Marte em 20º 5´/ 20º 46´ de Sagitário, Nodo Norte da Lua em 7º 48´/ 7º 49´ de Caranguejo, a circulação da Linha Vermelha do Metro de Lisboa é interrompida no sentido Aeroporto-São Sebastião.desde, pelo menos, as 12h26 devido a um passageiro, cair para a linha do metro na estação Oriente.

 

Em 29 de Setembro de 2020, com Nodo Sul da Lua em 23º 33´/ 23º 21´ de Sagitário, Mercúrio em 1º 52´/ 2º 55´ de Escorpião, Júpiter em 17º 49´/ 17º 52´ de Capricórnio, Neptuno em 19º 5´/ 19º 4´ de Peixes quatro pessoas ficam feridas no desabamento de parte do teto de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a praça de Espanha por falta de fiscalização da câmara municipal de Lisboa aos erros do empreiteiro cuja equipa ao derrubar uma estrutura de betão armado na Praça de Espanha perfura a abóbada da galeria do metropolitano fazendo cair terra e pedras sobre um comboio que circula na Linha Azul entre a estação das Laranjeiras e o Marquês de Pombal.

 

Algumas das datas em que o Sol, um nodo da Lua ou um planeta atravessarão os graus 20º-26º do signo de  Sagitário são:  de 11 a 18 de Dezembro de 2020 (Sol); dde 14 a 19 de Dezembro de 2020 (Mercúrio); de 31 de Dezembro de 2020 a 6 de Janeiro de 2021 (Vénus). 

 

ÁREA 16º-17º DO SIGNO DE CAPRICÓRNIO

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 16º-17º do signo de Capricórnio  (ou seja: graus 286º-287º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 12 de Novembro de 2019, com Saturno em 16º 15´/ 16º 20´ de Capricórnio, Júpiter em 25º 32´/ 25º 45´ de Sagitário, Marte em 25º 12´/ 25º 51´ de Balança, Júpiter em 25º 32´/ 25º 45´ de Sagitário,  ocorre uma avaria num comboio na linha na Linha Amarela do Metropolitano de Lisboa pelas 17h05, que se imobiliza no túnel que liga as estações de  Cidade Universitária e Campo Grande, que obriga à interrupção do serviço, ao fim de 40 minutos, alguns passageiros sentem-se mal e são  acionados os botões de emergência para abrir as portas da carruagem.e saem  da composição e circulam pela linha com a ajuda de um funcionário do metro, regressando  à normalidade a circulação às 19h07".

 

Em 29 de Setembro de 2020, com Júpiter em 17º 49´/ 17º 52´ de Capricórnio, Nodo Sul da Lua em 23º 33´/ 23º 21´ de Sagitário, Mercúrio em 1º 52´/ 2º 55´ de Escorpião, Neptuno em 19º 5´/ 19º 4´ de Peixes quatro pessoas ficam feridas no desabamento de parte do teto de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a praça de Espanha por falta de fiscalização da câmara municipal de Lisboa aos erros do empreiteiro cuja equipa ao derrubar uma estrutura de betão armado na Praça de Espanha perfura a abóbada da galeria do metropolitano fazendo cair terra e pedras sobre um comboio que circula na Linha Azul entre a estação das Laranjeiras e o Marquês de Pombal 

 

ÁREA 17º-19º DO SIGNO DE PEIXES

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 17º-19º do signo de Peixes (ou seja: graus 347º-349 º em longitude na eclíptica)  é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente ferroviário no Metropolitano de Lisboa.

 

Em 24 de Outubro de 1995, com Nodo Norte da Lua em 26º 31´de Balança, Sol em 0º 6´/ 1º 5´ de Escorpião, Saturno em 18º 42´/ 18º 39´ de Peixes, pelas 16.30 horas, desmorona-se uma das paredes do túnel nas obras de ampliação da estação de metro do Chiado, matando um trabalhador de 35 anos.

 

Em 29 de Julho de 2014, com Quiron em 17º 7´/ 17º 5´ de Peixes, Marte em 1º 32´/ 2º  4´ de Escorpião, Nodo Sul da Lua em 22º 8´/ 22º 2´ de Carneiro, Nodo Norte  da Lua em 22º 8´/ 22º 2´ de Balança, Marte em 1º 32´/ 2º  4´ de Escorpião, um homem é ferido na estação de metro do aeroporto de Lisboa, sendo esta encerrada.

 

Em 29 de Setembro de 2020, com Neptuno em 19º 5´/ 19º 4´ de Peixes Mercúrio em 1º 52´/ 2º 55´ de Escorpião, Nodo Sul da Lua em 23º 33´/ 23º 21´ de Sagitário, Júpiter em 17º 49´/ 17º 52´ de Capricórnio, quatro pessoas ficam feridas no desabamento de parte do teto de uma galeria entre a estação de metro de São Sebastião e a praça de Espanha por falta de fiscalização da câmara municipal de Lisboa aos erros do empreiteiro cuja equipa ao derrubar uma estrutura de betão armado na Praça de Espanha perfura a abóbada do túnel do metropolitano fazendo cair terra e pedras sobre um comboio que circula na Linha Azul entre a estação das Laranjeiras e o Marquês de Pombal.

 

Estas pesquisas são ciência histórico-astronómica e superam em muito a astrologia tradicional que, por comodismo e falta de inteligência, não leva em conta estes «detalhes» porque nem ela mesma acredita no determinismo planetário-social absoluto. Os astrólogos tradicionais, que sustentam que «Vénus rege Balança e Marte rege o Carneiro», ignorando que Marte rege a área 1º a 11º do signo de Balança, exaltada quando uma sonda sobrevoa ou aterra em Marte, são papagaios ignorantes.

 

Saliente-se que os canais de televisão, os jornais como «Expresso», «Sol», «I», «Diário de Notícias», «Correio da Manhã», revistas como «Sábado», «Visão», «Revista Portuguesa de Filosofia» e muitas outras têm obrigação de divulgar os nossos estudos mas não o fazem porque são epistemicamente fascistas, são a nova «Santa Inquisição» de fachada científica e positivista. Não sabem nem podem refutar os dados históricos que apresentamos, por isso ignoram, censuram. A cultura contemporânea iluminista é fascista no plano epistémico porque sobrepõe o imaginário «livre-arbítrio» humano, o acaso, à necessidade, às leis infalíveis das radiações planetárias. E nada disto nega a existência do Deus do Puro Amor, exterior ao sistema das órbitas planetárias, transcendente à máquina Mundi do Grande Arquitecto.

 

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publicado por Francisco Limpo Queiroz às 14:17
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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2013
Equívocos de Carlos Morujão e Karl Leonhard Reinhold sobre a ontognosiologia de Kant

Carlos Morujão escreveu, há oito anos, sobre a doutrina de Kant e a interpretação que dela fez  Karl Leonhard Reinhold:

 

«No entanto, o realismo empírico kantiano, mantinha como sabemos, a afirmação da existência de uma realidade que, por se conservar exterior à consciência, seria, contudo, impossível de conhecer. Foi a esta realidade meramente pensada que Kant chamou a coisa-em-si» ( Carlos Morujão, «Karl Leonhard Reinhold: Da "crítica da razão" à  busca do princípio incondicionado de todo o saber» ,in Revista Portuguesa de Filosofia, pag 735, Tomo 61, Fascículos 3-4, «Herança de Kant II- Efeitos & Transformações», 2005).

 

Não é claro que Carlos Morujão entendesse o significado da expressão «realismo empírico» usada por Kant. O realismo empírico kantiano não afirma nenhuma realidade exterior à consciência. Como realismo de um campo empírico, apenas afirma a realidade aparente dos fenómenos. Na verdade é um idealismo. Kant escreveu:

 

«Pelo contrário, o idealista transcendental pode ser um realista empírico e, portanto, como o chamam, um dualista, isto é, admitir a existência da matéria sem sair da simples consciência de si próprio, nem admitir algo mais do que a certeza das representações em mim, por conseguinte, nada mais que o cogito ergo sum.» (Kant, Crítica da Razão Pura, Fundação Calouste Gulbenkian, nota das pags 363-364: o bold é nosso).

 

 

Percebe-se que o "realismo empírico" de Kant se circunscreve ao eu penso (cogito) e, por conseguinte, é um falso realismo, sem embargo de Kant o denominar, ambiguamente, de «dualismo». Isto não é sublinhado nem compreendido por Morujão que prossegue assim:

 

«O objecto é, por conseguinte, a condição externa da representação, não depende dela, nem se modifica ao passo que a sua matéria - no sentido de matéria da representação, por conseguinte, solidária de uma determinada forma - se modifica com a sucessão das nossas representações. É o que acontece, por exemplo, ao aproximarmo-nos de uma árvore ou quando a vemos segundo perspectivas diferentes: a matéria da representação modifica-se, mas não o objecto que lhe servia de fundamento fora da consciência e que constitui o suporte material objectivo de um conjunto de propriedades diferentes que, em cada representação, lhe são atribuídas. É claro que nada impede que se chame ainda, a tal suporte objectivo, uma matéria mas apenas num sentido impróprio e derivado deste termo.» (Carlos Morujão, «Karl Leonhard Reinhold: Da "crítica da razão" à  busca do princípio incondicionado de todo o saber»,in Revista Portuguesa de Filosofia, pag 738, Tomo 61, Fascículos 3-4, «Herança de Kant II- Efeitos & Transformações», 2005; o bold é posto por mim).

 

Dizer que «O objecto é, por conseguinte, a condição externa da representação, não depende dela, nem se modifica» é adulterar a teoria de Kant. De facto, nada se sabe do objecto exterior ao espírito humano: não se pode pois dizer que permanece imutável.

 

Kant escreveu:

 

«Devíamo-nos, contudo, lembrar de que os corpos não são objectos em si, que nos estejam presentes, mas uma simples manifestação fenoménica, sabe-se lá de que objecto desconhecido; de que o movimento não é efeito de uma causa desconhecida, mas unicamente a manifestação fenoménica da sua influência sobre os nossos sentidos; de que, por consequência, estas duas coisas não são algo fora de nós, mas apenas representações em nós; de que, portanto, não é o movimento da matéria que produz em nós representações, mas que ele próprio (e portanto também a matéria que se torna, assim, cognoscível) é mera representação.» (Kant, Crítica da Razão Pura, Fundação Calouste Gulbenkian, nota das pags 363-364: o bold é nosso).

 

Quando Kant escreve os corpos são «uma simples manifestação fenoménica, sabe-se lá de que objecto desconhecido», a que corpos se refere? Às árvores, às mesas e cadeiras, aos cavalos e demais corpos animais, ao céu, à terra. Não existem a árvore-númeno e a árvore-fenómeno, como supõem Carlos Morujão, Karl Leonard Reinhold e a generalidade dos professores de filosofia. Não são o movimento da matéria nem a matéria que produzem em nós representações, diz Kant, eles são representação: isto significa que não há matéria fora do nosso espírito, mas apenas fora do nosso corpo que é uma pequena fração do nosso espírito/ balão cósmico.

 

A árvore ou o céu são, a cem por cento, fenómeno, isto é, representação. Atrás deles há o objecto desconhecido, sem forma, imaterial. Daí que seja um erro de Carlos Morujão qualificar o númeno como «o objecto que lhe servia de fundamento fora da consciência e que constitui o suporte material objectivo de um conjunto de propriedades diferentes». O númeno não tem matéria, não é suporte material de nada. Morujão interpreta Kant como um realista crítico extremo (há objectos materiais fora do nosso espírito, imutáveis, mas incognoscíveis). Mas Kant é um idealista material: a matéria é apenas sensação, realidade aparente, não subsiste fora da nossa sensibilidade, fora do espaço que é o sentido externo desta.

 

O exemplo da árvore como coisa em si que é percebida segundo perspectivas diferentes, dado por Morujão, é erróneo, induz em erro sobre a natureza do númeno, que é incorpórea e indefinível. A árvore, do mesmo modo que a casa, a nuvem ou a montanha é fenómeno-objecto, ou seja, é representação. Extinguem-se se porventura o meu espírito se extinguir.

 

  

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Domingo, 3 de Fevereiro de 2013
Christina Schneider´s confusions about determinism, indeterminism, compatibilism and incompatibilism

A cloud of confusion remains on analytical philosophy about determinism and indeterminism, compatibilism and incompatibilism. In Revista Portuguesa de Filosofia (Portuguese journal of Philosophy), Christina Schneider, of university of Munich, wrote: 

 

«First: There is the problem of determinism versus indeterminism. If the world is deterministic, it is held, then there is no place for alternatives, so wheter or not the result of any human deliberation, is manifested in the "extra-mental" sphere is independent of deliberation. What happens in the world is fixed once and forever from the very begining. This is the root of the disagreement between compatibilists and imcompatibilists. Compatibilists say that indeterminism is not indispensable ingredient for freedom, incompatibilists opt for the contrary. (...) If the world is indeterministic an option to be taken seroiusly, then - so van Inwagen argues - the manifestation of any deliberative process is a pure matter of chance.» (Christina Schneider, Freedom is not a Mistery, in Revista Portuguesa de Filosofia, Tomo 3, Fascículo 4, pagina 1274, Braga, 2007; the bold is put by me).

 

The first confusion of Christina Schneider is about what  is deterministic world: on saying that «If the world is deterministic, it is held, then there is no place for alternatives» she makes a remarkable error. Deterministic world is not a world subject to an absolute fatalism. In deterministic world there is the free will, the deliberation of bilions of human beings and, hence, there are always alternatives, at least apparently. In fact,  the inteligence and capacity of deliberation and free action of man are indeterministic factors to be attached to the deterministic character of the natural world.  There are, always, alternatives because of men´s deliberations and actions: for example, a government may choose to install a nuclear plant in a region of Portugal or Spain (determinism of nuclear energy) or to not install it (absence of determinism of nuclear radiation). Considering both cases, there will be different results in each one. So, it is wrong to state about deterministic world, as Christina Schneider does, that  «What happens in the world is fixed once and forever from the very begining». She confuses determinism with fatalism. On fatalism, there are no alternatives, on determinism there are various alternatives for the same situation or being.

 

The second confusion of Christina is the confusion on compatibilism and incompatibilim. She argues:«Compatibilists say that indeterminism is not indispensable ingredient for freedom, incompatibilists opt for the contrary.» This is wrong. What is compatibilism? It is any formal theory that articulates two entities or two different ways of being. The so-called soft determinism is a compatibilism because reconciles or harmonizes free will and determinism biophysical (Example: a giant wave in the sea approaches but I am free to shove it or not). The so-called libertarianism (free will and absence of byophisical determinism)  is also a compatibilism - «Oh, heresy!», claim analytical philosophers  - because it reconciles the human free will with the freedom of biophysical nature, without fixed  and necessary laws.

 

What is indeterminism? Indeterminism is the absence of necessity, the existence of  chance, random. There are two kinds of indeterminism: in human´s minds and in biophysical nature. Free will is a part of indeterminism although no analytical philosopher conceives this. It is impossible to exist free will without indeterminism. The essence of free will is indeterminism.

 

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