Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2020
Teste de filosofia 10º ano (Dezembro de 2020)

 

Um teste de filosofia não necessita de conter questões de escolha múltipla que, em muitos casos, simplificam erradamente o pensamento. 

 

Agrupamento de Escolas nº1 de Beja

Escola Secundária Diogo de Gouveia, Beja
TESTE DE FILOSOFIA, 10º ANO TURMA C

4 de Dezembro de 2020.

Professor: Francisco Queiroz

I

“.O não agir é ética da filosofia taoista. O Princípio da correspondência Macrocosmo-Microcosmo  manifesta-se na arquitetura e na geometria sagrada dos templários,  na astrologia e no do-in, entre outras áreas, usando o raciocínio de analogia. A retórica engloba as falácias, ad hominem, depois de por causa de,, ad ignorantiam”. O princípio do terceiro excluído baseia-se na dualidade.”

 

1)Explique, concretamente este texto.

 

2)Construa um silogismo condicional modo ponens e um silogismo condicional modo tollens tendo como primeira premissa a frase:

«Se estiver sozinho no meio da planície retiro a máscara»

 

3)  Relacione, justificando;

A) Os oito pontos cardeais e colaterais, as oito áreas de vida em uma casa, os quatro animais da tradição chinesa do Feng Shui e o Yang e o Yin.

B) Mundo dos Arquétipos em Platão e Mundo Celeste em Aristóteles.

C) Nous e  uma determinada classe social na pólis, segundo Platão.

D) Indução amplificante e dedução.

 

CORREÇÃO DO TESTE COTADO MAXIMAMENTE PARA 20 VALORES

 

O não agir é o conceito fundamental da ética (doutrina do bem e do mal no comportamento humano) e como dizia Lao Tse: «Aquele que se dedica ao Tao vai diminuindo sempre até chegar ao não agir e pelo não agir nada há que se não faça». Não agir é: não lançar guerras nem novas indústrias e urbanizações, não viver uma vida frenética de bares e discotecas, não cursar estudos universitários, não fazer carrera política, levar a vida simples de um camponês que cava a sua horta ou de um filósofo contemplativo que passeia em planícies ou montanhas silenciosas e ecológicas.(VALE DOIS VALORES). O princípio da correspondência microcosmo-macrocosmo das antigas filosofias estipula que «o que está em baixo é como o que está em cima, o microcosmo ou pequeno universo é o espelho do macrocosmo ou grande universo».Isto manifesta-se na astrologia, por exemplo: Júpiter em 9º do signo de Sagitário em 25 de Abril de 1983 (Sagitário é parte do céu, macrocosmo) causou a vitória eleitoral do PS de Mário Soares (microcosmo, Portugal). Também se manifesta na construção dos castelos templários em que a planta das muralhas (microcosmos) reproduz o desenho de constelações no céu (macrocosmos). Manifesta.se ainda no Do-In ou acupunctura digital em que, por exemplo, apertando e desapertando a cabeça do dedo mínimo da mão  na zona da unha d (microcosmo) estimula um meridiano que liga ao coração (macrocosmo) e salva este de infartos do miocárdio. Isto tudo se baseia no raciocínio de analogia, uma inferência que estabelece semelhanças de forma entre duas entidades ou fenómenos muito diferentes entre si como, por exemplo, «o homem é como uma árvote, os ramos equivalem aos braços, o tronco de madeira ao peito e pernas, logo deve manter-se erecto como a árvore»(VALE TRÊS VALORES). A retórica ou arte de argumentar para convencer um auditório ou um só interlocutor inclui as falácias que são erros ou vícios de raciocínio: a falácia ad hominem, ou seja, um argumento em que se faz um ataque pessoal (exemplo: «João teve a melhor nota de todas na prova de exame de candidatura a presidente do banco, mas João é judeu, logo não pode ser presidente do banco»); a falácia depois de por causa de, que atribui uma relação de causa-efeito a dois fenómenos acidentalmente vizinhos entre si (exemplo: há uma semana usei gravata verde e horas depois perdi a carteira, ontem voltei a usar gravata verde e caí da moto, logo usar gravata verde dá-me azar); a falácia ad ignorantiam que consiste em invocando a ignorância de um dado facto inferir a "verdade" do facto contrário (exemplo: não se provou que Deus existe, logo Deus não existe). (VALE TRÊS VALORES). O princípio do terceiro excluído baeia-se na dualidade . dois princípios, dois campos opostos - pois só afirma dois caminhos possíveis no plano lógica. um ente ou qualidade ou é do grupo A ou do grupo não A, excluindo a terceira hipótese (VALE UM VALOR).

 

2) Silogismo condicional Modus Ponens:

«Se estiver sozinho na planície retiro a máscara.

«Estou sozinho na planície.

«Logo, retiro máscara». 

 

Silogismo condicional Modus Tollens:

«Se estiver sozinho na planície retiro a máscara.

«Não retiro a máscara.

«Logo, não estou sozinho na planície».  (VALE UM VALOR).

 

3-A) O Feng Shui divide a casa em oito áreas geográficas e a cada uma delas corresponde uma área de vida, uma cor e um ponto cardeal ou colateral. É uma aplicação do taoísmo, filosofia mística e prática que sustenta que em tudo há uma oscilação ente duas energias, o Yang e o Yin. Yang é masculino, som, alto, luz, verão, expansão, fogo, vermelho, Yin é feminino, silêncio, baixo, escuridão, inverno, contração, terra, água, azul escuro ou negro, 

 

PONTO CARDEAL NORTE:. é o Velho Yin, corresponde ao Norte, à Meia Noite, à Água, ao Inverno, à tartaruga negra, animal que favorece o emprego e os amigos que o possibiltam, às cores negra e azul escura. Atrás da parte norte da xasa não deve haver um rio ou um lago porque a água instabiliza mas sim uma colina, ou prédio alto ou montanha.

   

PONTO CARDEAL SUL:. é o Velho Yang , corresponde ao Sul,  ao Meio Dia, ào Fogo,  ao Verão, à Fénix ou Ave que levanta voo, animal que favorece a fama  às cores vermelha. Se a porta da casa é virada a sul deve ter diante de si uma praça ou uma planície sem edifícios altos ou postes que enviam energias opressivas. Neste caso, podem usar-se espelhos sobre a porta ou no telhado para devolver as más vibrações.

   

  PONTO CARDEAL ESTE. é o Jovem Yang , corresponde ao Este   às Seis da Manhã, à Madeira,  ao Verão, ao Dragão Verde,  animal que tutela o crescimento, a saúde, a família,  à cor verde. Do lado Este da casa pode haver árvores ou colinas que dão apoio ao ambiente. 

 

PONTO CARDEAL OESTE:. é o Jovem Yin , corresponde ao Oeste,  às Seis da Tarde, ao Metal,  ào Fogo,  ao Verão, ao Tigre Branco, animal imprevisível que favorece a criatividade, a liberdade individual, os filhos, às cores branca e prateada. Do lado Oeste da casa não deve haver montanhas ou edifícios altos. Se houver, usam-se espelhos refletores. 

 

PONTO COLATERAL NOROESTE: representa os antepassados, as proteções espirituais. A cor é o cinza. É o lugar para colocar um pequeno altar.

 

PONTO COLATERAL NORDESTE representa o estudo, a investigação científica teórica. A cor é o azul. Lugar para colocar a mesa de estudo.

 

PONTO COLATERAL SUDESTE representa dinheiro e saúde. A cor é púrpura.

 

PONTO COLATERAL SUDOESTE representa amor, casamento. A cor é o rosa. (VALE 3 VALORES).

 

3-B) O Mundo dos Arquétipos em Platão é invisível, transcendente ao céu visível e compõe-se de modelos eternos e perfeitos como os Arquétipos de Bem, Belo, Esfera, Cone, Homem, Mulher, Número, Justo, etc. O Mundo Celeste em Aristóteles é visível e composto de 54 esferas de cristal, 7 das quais possuem incrustado um planeta, e as outras 47 possuem incrustadas constelações de estrelas. As 54 esferas giram em torno de um centro fixo, a Terra, porque estrelas e planetas desejam alcançar Deus, o pensamento puro e imóvel exterior ao cosmos (VALE DOIS VALORES).

 

3-C) O Nous é a inteligência superior que capta as Essências ou Arquétipos e permite elaborar leis justas. Corresponde, na pólis, à classe dos filósofos reis ou arcontes principais que, sendo homens e mulheres de superior inteligência, fazem as leis e governam a cidade, não possuem prata nem ouro e vivem numa casa comum, fazendo troca de casais para não saber quem é o pai de cada filho em concreto (VALE DOIS VALORES).

 

3-D) A indução amplificante é uma inferência que a partir de alguns exemplos empíricos diretos generaliza de forma infalível. Exemplo: «Vimos que em cem vezes que um relâmpago se formou no céu segundos depois se ouviu um trovão, logo induzimos que os relâmpagos celestes são sempre seguidos de trovões. A dedução é de certo modo inversa, é uma inferência que parte de uma premissa geral e por uma extensão ou redução lógica chega a uma conclusão geral ou particular. Exemplo: Os alentejanos gostam de gaspacho, Mariana é alentejana, logo Mariana gosta de gaspacho.  (VALE DOIS VALORES)

 

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Encontram-se à venda na livraria «Modo de Ler», Praça Guilherme Gomes Fernandes, centro da cidade do Porto, as nossas 0bras:

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Nota- O autor deste blog está disponível para ir a escolas e universidades dar conferências filosóficas ou participar em debates. 

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Domingo, 26 de Maio de 2019
Ortega y Gasset revive Hegel: a costa marítima é o grande princípio libertador

 

José Ortega y Gasset, (9 de Maio de 1883, Madrid; 18 de Outubro de 1955),  o grande representante da fenomenologia na filosofia espanhola do século XX, era um filósofo de vocação holística: tal como Hegel, aplicava o princípio hermético das correspondências de que «o microcosmos é espelho do macrocosmos». Reeditando o pensamento de Hegel, filósofo adverso à filosofia analítica,  neste caso porque estabelece correlações entre o geográfico e o histórico-social, o que os filósofos analíticos não concebem, escreveu:

 

«Segundo Hegel, há três tipos de terra para os efeitos históricos - o que eu chamaria três paisagens - o planalto, o vale fecundo, a costa. Esta divisão foi inspirada pela consideração de que o nosso planeta não é só terra, mas também água. »

(José Ortega y Gasset, Ideas y creencias y otros ensayos, Alianza Editorial, Madrid, 2019, pág. 86; o destaque a negrito é posto por nós).

 

«Há, segundo Hegel, três configurações topográficas, três princípios geomórficos que condicionam três tipos de vida natural às quais correspondem três estádios, ou formas do Espírito, quer dizer, do Estado. Um é a meseta, o enorme planalto. O seu tipo vital é o nomadismo. A existência neste país seco é pobre, mas ademais não está limitada por nenhuma contenção especial. Viver é vagabundear. Hoje está.se em um lugar, amanhã em outro. Não há nenhuma força que obrigue à convivência. O homem sente ímpetos de empresa, mas descontínuos e informes, imprecisos. O único que lhe pode ocorrer é lançar-se para diante, sem rumo, sem meta, sem desígnio preformado. Nestas condições não é possível o nascimento da lei, do Estado, que implica convivência estabilizada. Há só a momentânea organização da guerra sob um caudilho genial que reúne as hordas normalmente dispersas e cai com elas sobre as terras férteis.» (José Ortega y Gasset, ibid, pp.89-90).

 

A configuração geográfica da Terra é, tal como as formas de Estado,  fruto do Espírito ou Ideia Absoluta que é Deus. Segundo Hegel, Deus ou Ideia Absoluta é o arquitecto e, simultaneamente, a argamassa da História Universal. Para Hegel, o correr dos rios, o crescer das plantas, o nascer e o pôr do sol são raciocínios de Deus alienado em natureza biofísica, em universo material, na fase do Ser fora de Si. Prossegue Ortega: 

 

«A meseta termina em ladeiras onde os rios evacuaram os vales. Às vezes estas ladeiras confinam imediatamente com o mar: Perú, Chile, Ceilão. Não formam, portanto, um âmbito suficiente para constituir um novo tipo de vida. Ao contrário, os vales compridos - Mesoptâmia, Egipto, China - representam um novo princípio geohistórico. O vale é uma unidade completa, fechada em si, independente, não como a meseta, que é a independência inconcreta do que não tem limites e não é nada determinado. O planalto não tem estrutura porque é sempre igual a si mesma. O vale tem uma organização diferenciada: o rio e as suas duas ribeiras. É ademais, a terra mais fértil. A agricultura surge nele, e com ela a propriedade,  as diferenças de classe, em suma, as normas jurídicas. A agricultura não é uma actividade momentânea, explosiva e de acaso como o puro belicismo do nómada. Tem de reger-se segundo o ciclo das estações e é, em si mesma, regime geral e não caprichoso. Por outro lado, o vale obriga à convivência que é, por sua vez, impossível sem modos gerais de conduta, quer dizer, sem um Estado, sem um império das leis. Eis aqui como todos estes caracteres telúricos do vale preformam um tipo de vida que já não é a vida meramente natural, mas uma vida conforme a normas, na qual aquele se vem encaixar. Essa sobrevida normativa é precisamente o Espírito. »

 

«Mas o vale fixa o homem ao terreno: limita-o, torna-o dependente de um sistema pouco variado de condições. De aqui que estas civilizações fluviais tenham girado eternamente sobre si mesmas, reclusas em um reportório de temas, de modos, de intentos, de normas. São culturas "hieráticas", quer dizer rígidas: a egípcia, a chinesa. O grande princípio libertador é a costa, onde combate a intensa dualidade da terra e do mar. "O mar dá sempre lugar a um tipo de vida peculiar. O elemento indeterminado dá-nos uma imagem do ilimitado e infinito, e ao sentir-se nele o homem anima-se para o mais além sobre toda a limitação. O mar suscita o valor; incita o homem à conquista e à rapina, mas também ao lucro e à indústria. O trabalho industrioso refere-se àquela classe de fins que se chamam necessidades.  Contudo, o esforço para satisfazer estas necessidades traz consigo que o homem fique enterrado em esse ofício. Mas, quando a indústria passa pelo mar, a relação transforma-se. Os que navegam pretendem certamente ganhar, lucrar, satisfazer as suas necessidades; mas o meio para isso inclui neste caso o contrário do propósito com que se escolheu, a saber: o perigo". (1) A vida marítima é um constante risco de perder-se a si mesma. É livre diante de si mesma e implica serenidade e astúcia incessantes. Por tudo isso tem um claro sentido de criação e foi em qualquer parte o mar o grande educador para a liberdade. O mar é um perpétuo "mais além da limitação da terra". É o verdadeiro "espírito da inquietação" que do seu movimento elementar passa para as almas dos seus moradores e faz do existir uma permanente criação».

 

(José Ortega y Gasset, Ideas y creencias y otros ensayos, Alianza Editorial, Madrid, 2019, pp. 91-93; o destaque a negrito é posto por nós).

 

Sobre estas últimas frases de Ortega interrogamo-nos: não será o facto de a Grã-Bretanha ser uma grande ilha cercada de mar por todo o lado que lhe conferiu o papel de potência dissonante, refúgio da liberdade, desde os tempos míticos do Rei Artur e da Távola Redonda passando pelos alvores do parlamentarismo moderno até à segunda guerra mundial em que resistiu à Luftwaffe, a aviação alemã, e até hoje em que ensaia sair da União Europeia tutelada pela Alemanha e a França? E a liberdade de Portugal como país independente que a Espanha sempre quis anexar não se deverá à costa marítima portuguesa onde se situam as cidades principais, Lisboa e Porto, e à proximidade com a grande ilha que é a Grã-Bretanha?

 

NOTA 1-O texto que começa em "O mar dá sempre lugar a um tipo de vida peculiar" e termina em  "propósito com que se escolheu, a saber: o perigo" é uma citação de Hegel.

NOTA 2: COMPRA O NOSSO «DICIONÁRIO DE FILOSOFIA E ONTOLOGIA», 520 páginas, 20 euros (portes de correio para Portugal incluídos), CONTACTA-NOS.

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© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

 

 



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