Segunda-feira, 13 de Abril de 2015
Pequenas reflexões de Abril de 2015

 

 

 

Aqui seguem algumas breves e desprestensiosas reflexões ao sabor destes dias de sol, vento e chuva ocasional de Abril de 2015

 

A REGRA QUATRO TRÊS NO CASAMENTO- Sou adepto da seguinte tática de sobrevivência de um casamento ou união de amor livre: durante 4 dias, os dois cônjugues estão completamente separados, em casas ou cidades diferentes, e nem se telefonam, ignoram-se (salvo situação excepcional); nos restantes 3 dias da semana, vivem juntos, a paixão recrudesce, os lençóis voam, os sutiãs ficam espalhados no chão do quarto... Assim de segunda a quinta inclusive, ignoras a tua mulher; e de sexta a domingo, inclusive, dás-lhe todo o amor e paixão carnal do mundo. E assim o casamento se revitaliza, rejuvenesce e se compara a excelentes refeições à moda alentejana que se saboreia com prazer: gaspacho, açorda de alho, açorda de favas, ovos mexidos com espargos e silarcas, etc.

 

CASAR É COMPRAR AMOR. Tudo se compra: o corpo, o prazer, os alimentos do estômago, as horas de internet, a gasolina do carro, o carro, o curso universitário, a amizade social consolidada através de festas e ofertas de garrafas e outros presentes, a estabilidade profissional através de acções que dão créditos, etc. O sistema mercantilista impera universalmente. Até se tenta comprar os deuses com esmolas e promessas...

 

O RIDÍCULO- É ridículo um homem da minha idade, acima dos 50, fazer-se a mulheres de 20 a 30 anos de idade? É... Mas é mais ridículo ainda um homem da minha idade fazer-se a uma mulher de 45-50 anos de idade... No primeiro caso, é um «velho» e uma novinha em folha... No segundo caso , é um «velho» e ... (desculpem, senhoras, eu não queria ofender, não digo...). Devemos ser nós mesmos e não seguir o preconceito da maioria que dita aquilo que «é ridículo» e aquilo que não é.

 

O AMOR COMEÇA POR UMA APARÊNCIA FÍSICA - Vestes-te de mulher, atrais os homens e verificas, de imediato, o grau de homossexualidade existente em quase todos eles. E ris-te do grande espectáculo do amor homem-mulher, mulher-mulher ou homem-homem: o amor não existe, reduz-se a tesão, a excitação sexual. Os sentidos cobrem completamente, com o seu incêndio de sensações, a racionalidade. E troças disto tudo, da moral católica e conservadora, da moral gay, de todas as morais excepto da que dá liberdade máxima a cada um dentro do respeito pelos outros. Mas não troças dos deuses, que estão acima da moral social...Com estes é preciso ser cuidadoso: ou nos amam e atendem ou não nos amam mas são obrigados a atender-nos por força das palavras mágicas da sincronicidade.

 

TALVEZ NÓS NÃO AMEMOS A DEUS mas estejamos tão dependentes de Ele/Ela que não possamos deixar de O/A amar. Afinal o amor não é uma dependência da beleza, do sorriso, da atenção, da presença da outra pessoa? Amar alguém em concreto é ser prisioneiro, escravo até, desse alguém. 

 

HÁ HORAS DE SOLIDÃO INTENSA- Sou, naturalmente, optimista. Mas hoje é um desses dias com algum desencanto face à vida - são luxos a que me posso dar, afinal os deuses são-me, genericamente, favoráveis. Bato no fundo e subo à superfície. Fui até ver bolas de cristal e toquei a taça tibetana no interior da casa. Estarei a deslocar-me do cristianismo e do ecletismo gnóstico para o budismo? É certo que oro à Virgem mas também oro a Vénus e hoje à deusa indiana Shakti, o sagrado feminino, a esposa de Shiva, o asceta. Em certo sentido, a vida é um vazio enorme e nós amamos pessoas porque o amor é o preenchimento desse vazio. Se não amarmos secamos, como uma árvore sem água

 

O LIVRE-ARBÍTRIO É UMA IMPERFEIÇÃO - O facto de os homens disporem de livre arbítrio, possibilidade de escolher racionalmente entre o bem e o mal, é uma imperfeição, ao contrário do que sustenta a esmagadora maioria dos filósofos e teólogos. Os homens deviam estar programados para só agirem correctamente no sentido do Bem. Que deus é esse que fez o homem dotando-o de livre arbítrio? Não é, certamente, o deus supremo, o Perfeito, o Absolutamente Bom, porque o livre-arbítrio é uma fonte do mal. Se o meu automóvel tivesse livre-arbítrio, desobedecer-me-ia quando giro o volante para a direita ou quando travo e causaria acidentes. E a responsabilidade seria do fabricante do automóvel.

 

HÁ ALGUMA AMIZADE SÓLIDA BASEADA NO FACEBOOK?- Pode haver verdadeira amizade entre duas ou mais pessoas que só se conheceram e contactam no facebook e nunca se viram e falaram ao vivo? Mais: alguém é amigo de alguém? 

 

A UNIVERSIDADE FALSA E AMORDAÇADA- A universidade portuguesa, e nela reflectida a universidade mundial, - burguesa conservadora, liberal e socialista, comunista leninista ou teocrática - vive sob o signo da falsidade e da mordaça: conhece, desde há anos, a minha tese de que Júpiter no signo de Virgem (150º a 180º da eclíptica) favorece as direitas em Portugal - a implantação do Estado Novo deu-se em 11 de Abril de 1933, com Jupiter em 14º do signo de Virgem - e de que no signo oposto, Júpiter no signo de Peixes (330º a 360º da eclíptica), favorece o triunfo das esquerdas em Portugal- a revolução que derrubou o Estado Novo fascista, de 1933, iniciou-se em 25 de Abril de 1974, com Júpiter em 10º de Peixes.

 

Mas isto não é permitido expor nem discutir na universidade e na sua esfera de influência - os congressos de filosofia, de história, de sociologia, os fóruns televisivos, as colunas de opinião nos jornais e revistas, as entrevistas a «pensadores» nos media. Veja-se a mordaça que os docentes Olivier Feron e José Caselas colocaram à possibilidade de eu apresentar uma tese sobre astrologia histórica nas jornadas de investigação do grupo Krisis na universidade de Évora em Junho de 2012! É o fascismo epistémico em marcha...Eles não pensam e querem impedir os outros de pensar, de se informarem. Esta gente merece perder os títulos universitários que ostenta porque é ética e intelectualmente medíocre.

 

RECUSA VACINAR-TE ! RECUSA SERES INFECTADO/A POR VÌRUS E TOXINAS. Em final de Novembro de 2014, a Itália suspendeu o uso de dois lotes de uma vacina contra a gripe, feitas pela empresa suíça Novartis, após quatro pessoas morrerem logo depois de receber a vacina. Eles - Paulo  Macedo e os anteriores ministros da Saúde em Portugal, Francisco George, director geral de Saúde, os médicos intelectualmente obtusos e fanáticos da vacinação e os vampiros das multinacionais das vacinas - não podem impor-te isso nem impedir que te matricules nas escolas sem boletim de vacinas. Tu és livre! O corpo é teu! Defende-te - eles não são teus amigos, não passam de cínicos opressores do povo em nome da «ciência» e das suas contas bancárias.

 

VASCO GONÇALVES FEZ MAIS PELA LIBERDADE E A DEMOCRACIA EM PORTUGAL EM 1974-1975, DO QUE MÁRIO SOARES, O AMIGO DA CIA. Mário Soares é apresentado como o «pai da democracia portuguesa» pela imprensa burguesa mas isso é uma mentira grande: os pais da democracia foram Álvaro Cunhal e o PCP e a ala esquerda do Movimento das Forças Armadas consubstanciada em Vasco Gonçalves, o 1º ministro que legislou a favor dos trabalhadores, e Otelo Saraiva de Carvalho, e ainda grupos trotskistas, anarquistas, «marxistas-leninistas» e guevaristas da extrema-esquerda. Está provada a ligação, em 1975-1976, entre Soares e a embaixada dos EUA em Lisboa, e a CIA do embaixador Frank Carlucci, que pôs o ELP e o MDLP, movimentos de extrema direita, a lançar todos os dias bombas assassinas contra sedes do PCP, do MDP, da FEC(m-l), da UDP, da LCI, de cooperativas e associações não partidárias de esquerda e contra casas ou carros de militantes de esquerda, a partir de Julho de 1975 até meados de 1977. E se classificarmos o PCP e a extrema-esquerda de «totalitários» diremos que foram os «totalitários de esquerda» que destruiram o totalitarismo de direita neosalazarista e criaram espaço para que os «não totalitários», a burguesia liberal, centrista e socialista, se tornassem donos da democracia portuguesa.

 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2015
O PS, ignorante da Astrologia Política, não exige eleições já...

O GOVERNO PSD-CDS APODRECE E O PS, ESTUPIDAMENTE, NÃO EXIGE ELEIÇÕES LEGISLATIVAS JÁ .Temos de ser misericordiosos com os dirigentes do Partido Socialista Português, néscios que não levam em conta a astrologia política histórica: eles não sabem que em Setembro e Outubro de 2015, Júpiter estará no signo de Virgem, espaço do céu de 30º de arco - de 150º a 180º da eclíptica - em que Júpiter deu 3 vitórias ao PSD em legislativas, em 2 de Dezembro de 1979 (Júpiter em 9º de Virgem),  5 de Outubro 1980 (Júpiter em 25º de Virgem) e  6 de Outubro 1991 (Júpiter em 4º-5º de Virgem). Sabendo que em cada 11 ou 12 anos Júpiter atravessa durante uns 10 a 12 meses o signo da Virgem e que isso se associa a triunfos da direita liberal ou salazarista em Portugal seria de bom senso, para quem é de esquerda, evitar eleições legislativas com Júpiter em Virgem. E Júpiter estará neste signo de 11 de Agosto de 2015 a 9 de Setembro de 2016, prenunciando um fortalecimento da direita portuguesa.

 

Por isso, com o actual apodrecimento político gradual do governo PSD-CDS- dívidas de Passos Coelho à Segurança Social saldadas fora do prazo legal, lista VIP de contribuintes fiscais que beneficia uns tantos «barões» da política e da economia, etc. - o PS devia exigir eleições legislativas já, em Maio ou Junho de 2015, enquanto Júpiter está no signo de Leão, signo no qual Júpiter se encontrava aquando da reeleição de Mário Soares para presidente da República Portuguesa em 13 de Janeiro de 1991. Em 11 de Agosto de 2015, Júpiter passará do grau 29 do signo de Leão para o grau 0 do signo de Virgem e os ventos da política mudarão, passando a soprar favoravelmente às direitas de Passos Coelho e Portas. A estupidez dos que, apesar de licenciados, mestres ou doutorados em universidades, ignoram o determinismo astral é ilimitada... É óbvio que a estupidez anti-astrologia histórica infecta também os materialistas históricos do PCP, do Bloco de Esquerda, do MRPP ou do MAS que fazem do marxismo uma teologia e não uma doutrina a rectificar no interesse da classe operária.

 

Quando olhamos a história da filosofia, vemos a tragédia de sermos conduzidos por tipos como Zizeck, Heidegger, Sartre, Bertrand Russell, Saul Kripke, Rorty, Peter Singer, Husserl, Foucault, Olavo de Carvalho, Montesquieu, Hegel, Kant, Spinoza,  Descartes, que nunca conceberam o determinismo planetário - a astrologia-astronomia real - como senhor absoluto dos nossos actos e autor dos nossos destinos ...

 

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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013
A ignorância de Vasco Pulido Valente sobre o processo histórico e sobre o papel de Álvaro Cunhal

 

Na sua crónica de opinião em «Público» de 15 de Novembro de 2013, intitulada «O último rei de Portugal», o politólogo Vasco Pulido Valente (VPV) classifica Álvaro Cunhal de "soberano" que escondia o seu lado humano - os seus amigos pessoais, os seus amores, locais de residência, etc - visando transmitir uma imagem impoluta de "comunista de cristal", mítico, idealizado pela populaça. VPV insurge-se contra «a homenagem que a televisão e os jornais resolveram prestar a Álvaro Cunhal, no centenário do seu nascimento".


Escreve Vasco Pulido sobre a ausência de crítica política, na actualidade, à acção de Cunhal como líder do PCP na revolução popular de 25 de Abril de 1974 a 25 de Novembro de 1975 em Portugal:


«O indivíduo que planeava transformar Portugal numa espécie de Bulgária do Ocidente, o promotor do PREC, o responsável pelas "nacionalizações" e pela ocupação dos "latifúndios", o desorganizador da economia, o inimigo da "Europa", esse parece que desapareceu. (...) A consciência histórica dos portugueses é um óptimo reflexo da inconsciência que os trouxe à miséria e ao desespero!» (Vasco Pulido Valente, «O último rei de Portugal», in Público, de 15 de Novembro de 2013).


Hábil como escritor, pago a peso de oiro pelas suas crónicas destinadas a um público supostamente culto, Vasco Pulido Valente não é senão um mediano intelectual, de honestidade política duvidosa, incapaz de perceber os mecanismos que regem a história portuguesa.

 

Classificar Cunhal de "promotor do PREC", e de responsável pelas "nacionalizações" e pela ocupação dos "latifúndios" é próprio dos historiadores burgueses que sobrevalorizam o papel dos chefes políticos na história. Se Cunhal não existisse, o PREC (processo revolucionário em curso em 1974-1975) emergiria na mesma, com as ocupações de fábricas e casas vazias, as manifestações de rua quase quotidianas contra o fascismo e pelo poder popular, os comícios dos partidos de esquerda e extrema-esquerda, a agitação revolucionária nas escolas secundárias, nas universidades, nos quartéis, as ocupações de terras, etc.

 

Porque a revolução popular de 1974-1975 foi fruto da conjuntura astral: em 25 de Abril de 1974, Úrano estava em 25º do signo de Balança, repetindo praticamente, a posição do início da crise do ultimato inglês em 11 de Janeiro de 1890 (Úrano em 26º do signo de Balança), que abalou profundamente a monarquia de D.Carlos I.

 

Já em 1985, no meu livro «Ciclos Astrológicos na História de Portugal- Os ciclos de Úrano», livro omitido nas universidades,  mostrei a semelhança entre a crise de 1890-1891 provocada pelo ultimato inglês relativo a colónias portuguesas, e a revolução popular de 1974-1975, centrada na descolonização e no socialismo proletário. Ambas são balizadas astronomicamente pela presença de Úrano na área 23º-29º de Balança e 0º-4º de Escorpião. É o ciclo de 84 anos de Úrano. 1890+84=1974.


Em vez de zurzir a eito a memória do falecido líder do PCP e atribuir a este as culpas da actual crise económica, Vasco Pulido Valente deveria, talvez,  agradecer a Cunhal e a outros dirigentes comunistas moderados o terem evitado que o PCP e a Marinha participassem na sublevação dos páraquedistas contra o VI Governo de Pinheiro de Azevedo, em 25 de Novembro de 1975. Cunhal e o PCP evitaram, seguramente a guerra civil, isolando os esquerdistas insurrectos, que foram presa fácil dos comandos da Amadora de Jaime Neves e de Ramalho Eanes.


A limitada inteligência de Vasco Pulido Valente que, com outros catedráticos, participa no silenciamento da interpretação da história segundo parâmetros astronómicos, não percebe que a história obedece ao determinismo planetário-zodiacal e não à vontade deste ou daquele rei, primeiro-ministro, chefe revolucionário. Portanto, o papel de Cunhal foi muitíssimo mais modesto do que VPV procura fazer crer.


Cunhal era, seguramente, melhor pessoa que Vasco Pulido Valente e era intelectualmente superior a este, mau grado ter apoiado a invasão da Checoslováquia socialista pelas tropas do Pacto de Varsóvia, em 1968, e ter silenciado a natureza burocrática e anti operária do poder na URSS e estados satélites.


Quanto a Vasco Pulido Valente, pródigo em inflexões políticas, entre o puro reaccionarismo e o centrismo, não esqueçamos que apoiou publicamente a invasão do Iraque em 2003, em nome da «liberdade» e da visão norte-americana do mundo, apesar de, em 1962, ter militado no Movimento de Acção Revolucionária (MAR) com Jorge Sampaio. Não seria apropriado classificar Vasco Pulido de escriba da grande burguesia lusa e pró-estadounidense? Ou de prostituta política que «dorme» com os políticos que estão no poder, sejam eles Sá Carneiro ou Mário Soares, sempre em busca de exibir a sua inesgotável retórica vaidosa, com um ar «europeu»  de superioridade sobre o atrasado povo português?

 

 E é a VPV, este pequeno intelectual de verbo fácil, medíocre ao ponto de denegrir a astrologia histórica,  àcerca da qual vive na plena obscuridade, que a imprensa escrita portuguesa e a televisão dão honras de destaque público!  Invejoso do prestígio de Álvaro Cunhal, a quem classifica de «último rei de Portugal», Vasco Pulido Valente desejaria ser o rei dos intelectuais portugueses mas não tem, obviamente, categoria  intelectual nem sabedoria para ascender a tal posição.

 

 

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