Quarta-feira, 25 de Setembro de 2019
Icke, o melhor historiador mundial vivo, não andou na universidade

 

O melhor  historiador mundial vivo, David Icke (29 de Abril de 1952), nunca frequentou a universidade como aluno. E até brinca com esse facto: é um autodidacta, são os autodidactas, livres na investigação, quem impulsiona o conhecimento. As universidades, especialmente nas áreas da filosofia, história, sociologia, antropologia, estão contaminadas por uma visão errada do homem e da história. Elas valem muito pouco, atribuem mestrados e doutoramentos imerecidos a investigadores sectoriais, que escondem ou ignoram assuntos delicados que põem em causa a honestidade e o prestígio de políticos, catedráticos, directores dos media, magistrados ou milionários influentes. Manuel Cruz, investigador do movimento libertário no Porto no primeiro quartel do século XX, dizia-me há semanas: «Os júris universários em história querem impor-nos uma determinada interpretação nas teses que lhes submetemos, que não coincide com a nossa, nós que apresentamos os factos e suas ligações. O mal da universidade é o discurso "politicamente correcto" que estraga tudo...»

 

Embora não sendo hegeliano, David Icke conta nos seus livros a história mundial segundo uma perspectiva holística (holon= todo), à semelhança de Hegel que dizia que a história universal é o desdobramento da ideia absoluta (Deus) com retorno a si mesma: uma mesma organização, a Elite Mundial, diz Icke, dominada por seres híbridos,  travestida e subdividida em múltiplas monarquias, religiões, universidades e sistemas de ensino e doutrinação, partdos políticos de direita, centro e esquerda, orgãos de imprensa, grandes potentados económicos, etc., dirige os destinos da humanidade, eliminando as dissidências reais. Eis alguns apontamentos da historiografia que Icke desenvolveu, muito mais detalhada e corajosa do que os ensaios dos historiadores universitários positivistas ou antipositivistas.

 

A RAÇA HUMANA VEIO DE OUTRA CONSTELAÇÃO.

 

David Icke rejeita o darwinismo: o ser humano não proveio da evolução de um macaco superior hoje desaparecido. Escreveu:

«Estou convencido que a civilização humana não começou no planeta Terra, mas que chegou a este planeta procedente de outras partes da galáxia. Alguns dizem que os primeiros humanos da Terra vieram de uma estrela chamada Vega , situada a vinte e seis anos luz de aquí e de um tamanho três vezes maior que o Sol. É a estrela mais brilhante da constelação de Lira e a quinta mais brilhante do nosso céu. Onde quer que seja, creio que a raça humana veio de outra constelação e aproveitou a oportunidade para povoar e experimentar este magnífico planeta. A manipulação genética, tanto para fins bons como maus, continuou a praticar-se para fazer avançar as espécies ou para controlá-las, depende de qual fosse a ideia do momento. Naquelas épocas primitivas, creio que a natureza do corpo físico não era tão densa como o é hoje.»

 

(David Icke, Y la Verdad os hará Libres, Ediciones Obelisco., Barcelona, Setembro de 2013, pp. 37-38; o destaque a bold é colocado por nós).

 

Icke rejeita igualmente a teoria da superioridade de uma raça sobre as outras, doutrina não só defendida pelos nazis mas também pela Elite Mundial, que inclui George Bush, Hilary Clinton, Tony Blair, Angela Merkel, George Soros, a família Rotschild, os monarcas de "sangue azul", etc. Escreveu:

 

«A Planned Parenthood Federation ("Federação para o Planeamento Familiar") a que George Bush e a Elite deram o seu apoio sempre que puderam, criou-se em Londres, nas oficinas da Eugenics Society britânica. Apesar de os nomes mudarem e de a retórica se expressar nos termos mais aceites entre a opinião pública do momento, trata-se do mesmo programa inquebrantável que abre caminho através de décadas e gerações. A Alemanha nazi não foi mais que o seu exemplo mais famoso. A centralização mundial de poderes, o controlo da mente e do corpo da população e a criação de uma raça superior são os assuntos que abarcaram séculos e continuam a dominar o plano secreto da actualidade que manipula as nossas vidas.»

«Quantas pessoas neste mundo crêem que a sua raça é superior ao resto? O número é tão grande que não posso sequer concebê-lo.»

 

(David Icke, Y la Verdad os hará Libres, Ediciones Obelisco., Barcelona, Setembro de 2013, pág. 197; o destaque a bold é colocado por nós).

 

A NOVA ORDEM MUNDIAL É UM ESTADO FASCISTA MUNDIAL

 

Icke denuncia a Nova Ordem Mundial como a construção de um Estado fascista mundial, a sinarquia, governo mundial único com aparências democráticas. Ora quantos são os catedráticos e professores agregados de história, filosofia e política nas universidades capazes de sustentar esta posição de denúncia? O Estado ou os reitores de universidades privadas expulsá-los-iam dos seus lugares de docência . Por isso calam, temem a censura dos superiores na hierarquia e censuram os alunos que se aventuram pela livre investigação.

 

«O plano para a Nova Ordem Mundial e o controlo do mundo alcançou uma nova fase com a aparição do "dinheiro que não vale nada". Trata-se do processo mediante o qual o banco empresta dinheiro que não existe (com o crédito)e cobra juros por isso. Se dou a alguém algo que não existe e lhe peço que pague por isso, possivelmente consideraria a ideia de chamar a polícia. Se lhe dou algo que não existe e lhe digo que se não me paga o levarei a julgamento e lhe tirarei as propriedades, diria que vivemos em um mundo fascista. Sem embargo, isso que acabo de descrever é o sistema bancário do mundo e o meio através do qual tanto as pessoas como os governos estão afogados em dívidas. E a que equivale a dívida? A controlo.»

 

«Alguns dos primeiros banqueiros do Ocidente foram os cavaleiros templários, que receberam grandes riquezas dos cristãos que apoiaram as cruzadas e de legados de pessoas que, em muitos casos, esperavam comprar um lugar no paraíso. Em todos os países em que se instalaram foram a organização mais endinheirada, e os seus templos de Paris e Londres converteram-se em centros financeiros. Finalmente, o rei Filipe IV de França e o papa Clemente acabaram com os templários e roubaram-lhes as fortunas para pagar dívidas e como disse em The Robots Rebellion, possivelmente também por outros motivos. Jacques de Molay, grão mestre dos templários, foi queimado na fogueira, de modo que a ordem foi para a clandestinidade para continuar a colaborar secretamente com outras organizações. Os cristãos proibiam estritamente a usura (a cobrança de juros pelos empréstimos) mas à medida que passaram os séculos esqueceram isso e assim começou a desenvolver-se o sistema bancário que hoje controla a humanidade

 

(David Icke, Y la Verdad os hará Libres, Ediciones Obelisco., Barcelona, Setembro de 2013, pág.69; o destaque a bold é nosso).

 

«Hoje em dia o Banco de Inglaterra continua a ser o feudo da Elite Mundial. Segundo Gertrude Elias, o banco colaborou com o líder sionista lord Bearsted, de Royal Durch Shell, para concretizar a transferência de bens dos sionistas alemães para a Palestina. Estas transferências ajudaram a reconstruir a economia do estado embrionário sionista. Elias acrescenta: " Foram a classe privilegiada de exilados,enquanto que aos judeus que não tinham nenhuma propriedade negou-se-lhes asilo e se os anulou no holocausto". Creio que tudo isto o calculou friamente a elite de "judeus" por motivos que abordarei no seu devido momento».

 

«Não desejo aborrecer o leitor com grande quantidade de detalhes , mas sim, quero deixar claro que é demonstrável que a Segunda Guerra Mundial e a ascensão de Hitler ao poder foram obra da Elite da Grã Bretanha e dos Estados Unidos.»

 

(David Icke, Y la Verdad os hará Libres, Ediciones Obelisco., Barcelona, Setembro de 2013, pág.140; o destaque a bold é nosso).

 

QUEM SE METE COM BILL CLINTON É ASSASSINADO

 

A análise detalhada da vida dos "grandes homens" de estado e não apenas das correntes político-culturais em que se inserem é um método historiográfico de Icke: alia o particular ao universal. Tome-se, por exemplo, o caso do ex presidente Bill Clinton. William Jeferson Clinton, nascido em 19 de Agosto de 1946, em Hope, EUA, é, segundo Icke, um ser híbrido, com ADN humano e reptiliano, capaz, portanto, de cometer e inspirar crimes nefandos. Sobre ele escreveu, indo mais longe que a quase totalidade dos historiadores:

 

«A John Wilson, um autarca de Washington que segundo parece planeava expor a roupa suja de Clinton, encontraram-no enforcado em 1993. O veredicto foi: "suicídio". (...) C. Victor Raider era copresidente da campanha presidencial de Clinton mas entrou em conflito com este. Raider e o seu filho Montgomery morreram ao despenhar-se o seu pequeno avião. Herschel Friday era um membro do comité de Raider e um piloto com experiência. Morreu ao explodir o seu avião. O dentista Ronald Rogers ia falar com um jornalista sobre Clinton quando o seu avião se esmagou em um dia sem nuvens no céu. Luther "Jerry" Park, de Little Rock, tinha compilado um estudo sobre as actividades sexuais de Bush. Clinton devia-lhe 81.000 dólares por lhe ter proporcionado escoltas durante a sua campanha presidencial e, segundo a mulher de Parks, este tinha ameaçado revelar a informação que tinha se não lhe pagava. Parks foi assassinado com arma de fogo em 26 de Setembro de 1993. Seu filho, Gary Parks, disse que seu pai tinha nomes, datas, lugares, etc., sobre as relações de Clinton. Disse que, além do mais, tinha detalhes sobre a adição de Clinton e de seu irmão Roger às drogas. Pouco antes do assassinato do seu pai, alguém cortou a linha telefónica de sua casa, desactivou o sistema de segurança e roubou os arquivos sobre Clinton. No Arkansas, é proibido praticar a autópsia a alguém quando se decretou que foi um suicídio inclusive ainda que as provas apontem para um assassinato. Bill Clinton introduziu esta lei em um dos seus últimos actos como governador.»

 

(David Icke, Y la Verdad os hará Libres, Ediciones Obelisco., Barcelona, Setembro de 2013, pp.457-458; o destaque a bold é colocado por nós).

 

É evidente que David Icke não sabe tudo sobre História: ele subvaloriza o determinismo planetário, não conhece a astrologia histórica (as leis planetário-zodiacais que geram os comportamentos humanos), e sobrevaloriza a criação da realidade a partir da transformação mental das nossas mentes (idealismo) aprisionadas pelo medo gerado pelos Guardiães do Cárcere. Mas é um historiador e filósofo incontornável, de grande originalidade e valor.

 

NOTA: COMPRA O NOSSO «DICIONÁRIO DE FILOSOFIA E ONTOLOGIA», 520 páginas, 20 euros (portes de correio para Portugal incluídos), CONTACTA-NOS. É o melhor dicionário nesta área, existente no mercado, segundo muitas opiniões de docentes de filosofia.

 

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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2019
David Icke: os professores, cientistas e médicos servem os Illuminati

 

David Icke (29 de Abril de 1952, Reino Unido), o famoso teórico de uma das mais avançadas teorias da conspiração, a da existência de híbridos, reptilianos com forma humana, na pele de monarcas, presidentes da república, chefes de governos e de bancadas parlamentares, de bancos, presidentes de grandes grupos da indústria e do comércio e cadeias de rádio e televisão, líderes religiosos, a reger a humanidade construindo a Nova Ordem Mundial, escreveu:

 

«Instintivamente, soube desde uma idade muito precoce que as escolas eram lugares onde se elaboravam e afinavam os clones do futuro. Fui, portanto, um rebelde desde o começo. Nunca passei em um exame importante da escola (nunca fiz nenhum), nunca fui à escola secundária e à universidade, e fiz a minha aprendizagem por mimha conta e nos meus prazos. Os professores são guardiães cruciais para os illuminati, especialmente porque, por minha experiência, a grande maioria está incrivelmente desinformada sobre o resto do mundo. A maior parte só sabe o que a condicionaram a saber. Os professores, os cientistas, os médicos e os políticos informados são a última coisa que a Matrix deseja. Estar informado sobre o que está ocorrendo não é boa jogada profissional. Aqueles professores que estão informados e compreendem que o sistema é uma máquina de doutrinação podem explicar-nos as consequências de ter tentado desafiá-lo. O sistema "educativo" é uma correia transportadora bem oleada que aspira em uma extremidade as mentes virgens e as converte em adultos programados na outra extremidade. Há alguns que sobrevivem com os seus processos de pensamento intactos mas são muito poucos.»

 

(David Icke, Hijos de  Matrix, como una raza interdimensional controla el mundo desde hace miles de años, ,Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 576-577; o bold é colocado por nós).

 

Quantos professores de biologia e filosofia denunciam a vacinação como uma prática absurda assente na ideia não comprovada de que um agente de doença, vírus ou toxina, introduzido no sangue humano "ensina" o organismo a defender-se contra futuras doenças? Quase nenhuns.

 

Quantos professores denunciam o controlo da informação, a censura oculta fascista, que se exerce na televisão, na rádio, na grande imprensa escrita e nas universidades onde é proibido debater o determinismo planetário na evolução das sociedades, a astrologia histórica, onde é proibido debater os efeitos nocivos da vacinação ? Muito poucos. A maioria é um rebanho que reproduz a ideologia dominante. Vivemos numa pseudo democracia, na Matriz ou realidade ilusória manipulada pelos senhores do mundo, os illuminati (George Soros, David Rockfeller, George Bush, Bill Clinton, rainha de Inglaterra, David Cameron, Tony Blair, Pierre Trudeau, Filipe VI de Espanha, etc.).

 

E quanto ao facto do ambiente universitário em Portugal estar condicionado basta dar este exemplo: a Lekton, portal informático que noticia o lançamento de livros de filosofia, de cursos e colóquicos universitários proibiu divulgar o nosso «Dicionário de Fiulosofia e Ontologia» porque este é dissidente do ensino oficial e coloca em causa o valor de filósofos famosos e autores de manuais escolares. Que é isto senão fascismo epistémico, fascismo em nome da «ciência» e da «autoridade da cátedra universitária»?

 

É ridículo que os catedráticos de filosofia, história e sociologia não conheçam a posição de Júpiter e outros planetas em cada dia do ano e ignorem, por exemplo, que em 25 de Abril de 1983, quando Júpiter estava em 9º do signo de Sagitário, o PS de Mário Soares venceu as eleições legislativas em Portugal e que em 1 de Outubro de 1995, quando Júpiter estava em 10º do signo de Sagitário, o PS de António Guterres venceu as legislativas em Portugal e que isso permita induzir que em 6 de Outubro de 2019, com Júpiter em 18º-19º do signo de Sagitário, o PS de António Costa vença as eleições legislativas.

 

E são isto inteligências universitárias? Merecem títulos de doutoramento quando não vêem a realidade óbvia e censuram?

 

 

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Quarta-feira, 28 de Março de 2018
Campanhas de vacinação: máfia médica da Organização Mundial de Saúde

A campanha que os grandes orgãos de comunicação conduzem a favor da vacinação visa enfraquecer a população e reduzi-la pois as vacinas, como caldos de vírus e toxinas, causam inúmeras doenças em organismos humanos que tinham saúde. Não te vacines, nem vacines os teus filhos! Vacinar-se é seguir o fascismo médico e encurtar a vida! A televisão mente e manipula a opinião pública. E não permite o contraditório, a discussão livre em programas televisivos. Só mentes obscurecidas, como as dos «cientistas», académicos e governantes, acreditam que as vacinas, que são infeções, «pequenas» doenças, previnem as doenças... A Direção Geral de Saúde, ao serviço da Nova Ordem Mundial dos transumanistas reptilóides ou annunaki, é desmentida por David Icke que escreve o seguinte:

 

«A doutora Guylane Lanctor expõe a realidade das vacinas no seu livro "A mafia médica". Afirma que as vacinas repetidas extenuam o sistema imunitário e expõem as pessoas a todo o tipo de doenças que as doenças do organismo repeliriam com normalidade. E numerosos estudos mostraram que as doenças estavam a descer a pique antes de que se introduzisse a vacina. Ian Sinclair, um investigador australiano, documentou as mentiras que se escondem atrás da vacinação em uma série de livros e artigos como "Health: The only Immunity". Afirma ter descoberto o seguinte:

 

- Provas gráficas e estatísticas mostraram que mais de 90 % da diminuição da taxa de mortalidade por doenças infeciosas ocorreu antes de que começasse a vacinação. Todas as revistas de medicina reconheceram que esta diminuição se devia a melhoras da saúde, da higiene, uma melhor nutrição e nível de vida. Por outras palavras, a vacina não era responsável por se ter eliminado as doenças infeciosas.
- Um ensaio com a vacina da tuberculose na Índia no qual participaram mais de 260 000 indianos deu como resultado mais casos de tuberculose entre os vacinados do que entre os não vacinados.» (...)

As consequências da vacinação para a saúde, tanto a longo como a curto prazo, são espantosas. Mas servem perfeitamente os Illuminati porque conseguem os efeitos mentais e de saúde que desejam para a população que querem controlar. Pensemos outra vez na pirâmide. Os que estão em cima, as linhagens annunaki, criaram e controlam a Organização Mundial de Saúde, que apoia mediante as suas declarações o plano dos Illuminati e suas empresas farmacêuticas». (David Icke, Hijos de Matrix, Ediciones Obelisco, pp 521-522).

 

Onde estão os filósofos que denunciam a vacinação? Estão fora das universidades porque a lecionação nestas está capturada por bandos de arrivistas, servos do poder global illuminati, que querem fazer carreira descansados, «sem política». Estão fora do ensino secundário, salvo raras excepções, porque o espírito de carneirada e a falta de intuição holística imperam em muitos grupos de professores de filosofia, biologia, etc.

 

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Sexta-feira, 16 de Março de 2018
As mentiras de Graça Freitas sobre a vacinação

Graças Freitas, directora geral de Saúde em Portugal, anuncia, fanaticamente, na televisão em 15 de Março de 2018 que é imperioso vacinar toda a gente «para que o vírus não circule». Ora as vacinas, de um modo geral, já são caldos de vÍrus.. estes circulam por todo o país com a vacinação. Entretanto noticia-se que há 21 casos de sarampo no norte de Portugal E METADE DESSES CASOS OCORRE EM PESSOAS VACINADAS... «CONTRA O SARAMPO». Convém dizer que o sarampo é uma doença defensiva, uma defesa inteligente do organismo que pretende libertar-se, através da pele, de toxinas acumuladas e que introduzir o vírus do sarampo é, segundo o professor J.Tissot, introduzir a fase crónica do sarampo, a fase surda e oculta da doença, no organismo.

 

Vê-se por estes dados - cerca de 10 doentes que contrairam sarampo tinham sido vacinados - que a vacina não imuniza, não impede o sarampo mas Graça Freitas evita explicar isso, limita-se a fazer a propaganda a favor das multinacionais farmacêuticas que fabricam as vacinas e as vendem aos Estados num negócio rendoso de milhões. Uma propaganda que lembra os métodos de propaganda dos nazis: «Se queres ter saúde, tens de infectar-te com o vírus da vacina, não há métodos alternativos...» Mentira, só mentira da Organização Mundial de Saúde, que serve os illuminati, os poderosos que dirigem a Nova Ordem Mundial. Estes querem enfraquecer a população mundial, reduzi-la e com a injeção da vacina introduzir, em muitos casos, minúsculos microchips no corpo das pessoas para fabricar cidadãos obedientes, controlados mentalmente.

 

Desmentindo Graça Freitas, directora geral da Saúde, e Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, que pressionam no sentido da vacinação obrigatória e atribuem o aparecimento de casos de sarampo a pessoas incompletamente vacinadas, Ana Rita Cavaco, bastonária da Ordem dos Enfermeiros, declarou em 16 de Março de 2018: «Há profissionais de saúde infectados que tinham tomado as duas doses da vacina do sarampo..» . Por aqui se vê que vacinar não imuniza, é uma superstição nociva ao organismo, não tem fundamento científico.Os médicos são manipulados, todos somos manipulados pelos mentirosos e irracionais defensores da VACINAÇÃO ou infeção do corpo por vacinas FEITAS DE PUS E VÍRUS DE ANIMAIS DOENTES...

 

Em 17 de Março de 2018, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defende que, apesar de não ser obrigatória, a vacinação é “fundamental”, apelando a que os portugueses façam a vacina contra o sarampo, sobretudo crianças e jovens. É lamentável a falta de racionalidade de Marcelo apelando à infeção de milhões de pessoas, em especial dos jovens, por vírus e toxinas contidas nas vacinas... E o Bloco de Esquerda e o Partido Animais Natureza porque se calam quando deveriam denunciar a vacinação em massa, arma da medicina capitalista que não ensina os trabalhadores a evitar as doenças usando sumos de limão e laranja naturais, suprimindo o açúcar, o sal e as carnes vermelhas, etc.? Marcelo serve objectivamente os illuminati, os altos maçons satanistas que inspiram a vacinação das populações...

 

Não tenhamos ilusões. Os tipos que controlam os programas de saúde a nível mundial, incluindo a vacinação, são gente má, falsa, gananciosa, sem consciência ética socialmente elevada.

 

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Domingo, 11 de Março de 2018
David Icke: Isabel II, a rainha réptil e o assassínio de crianças

 

David Icke (29 de Abril de 1952), heróico investigador sobre o holocausto das crianças pelos satanistas e reptilianos na sociedade democrática actual, obteve o precioso testemunho da ex satanista Arizona Wilder sobre a família real inglesa, os Windsor, e as suas abomináveis práticas ocultas de assassinato. São criaturas reptilianas, lagartos como lhes chamava a princesa Diana, e como seres multidimensionais, vivendo entre a terceira e a quarta dimensão inferior (o baixo astral), conseguem assumir formas humanas e de novo transmutar-se em lagartos. Escreve Icke:

 

«Arizona Wilder explicou-me que dirigira rituais de sacrifício nos quais participavam a família real britânica, Tony Blair e famosos nomes estadounidenses Illuminati como George Bush, Bill e Hillary Clinton, Henry Kissinger e muitos mais. (...) Arizona explicou-me como a rainha e a rainha mãe sacrificavam com regularidade bebés e adultos em muitos centros de rituais, incluindo o castelo de Balmoral, na Escócia, onde todos estavam hospedados quando Diana foi assassinada ritualmente em Paris. (...)»

«Arizona falou das suas experiências com a rainha e a rainha mãe:

 " A rainha mãe era muito, muito fria, uma pessoa horrível. Inclusive nenhum dos seus coortes confiava nela. Deram o nome a um alter (programa de controlo mental) em honra dela. Chamam-lhe a rainha Negra. Vi-a sacrificar pessoas. Recordo-me dela cravando uma faca no reto de alguém na noite em que dois rapazes foram sacrificados. Um tinha treze anos e outro tinha dezoito. Necessitas esquecer que a rainha mãe parece uma pessoa velha e fácil. Quando se transmuta num ser reptiliano, é muito alta e forte. Alguns deles são tão fortes que podem arrancar um coração, e todas eles crescem vários centímetros quando se metamorfoseiam [ Isto é o que disse a mulher que tinha visto Edward Heath, entre muitos outros].

 

Arizona disse sobre a Rainha:

"Via-a sacrificar pessoas e comer a sua carne e ingerir o seu sangue. Uma vez emocionou-se tanto com a ânsia de sangue que não cortou o pescoço da vítima da esquerda para a direita como num ritual normal, simplesmente tornou-se louca, apunhalando e rasgando a carne depois de se ter metamorfoseado. Quando muda de forma tem uma cara comprida de réptil, como um bico, e é de cor branca.[ Isto concorda com muitas representações dos deuses e «deuses pássaro» do antigo Egipto e outros lugares.] A rainha mãe tem quase o mesmo aspecto, guardadas as diferenças. Ela [a rainha] também tem protuberâncias grandes na cabeça e os olhos são muito aterrorizadores. É muito agressiva..

...Vi [o príncipe Carlos] mudar para uma forma reptiliana e fazer o mesmo que faz a rainha. Vi-o sacrificar crianças. Há muita rivalidade entre eles para decidir que parte do corpo come cada um e quem absorve o último suspiro da vítima e lhe rouba a alma. Também vi André participar e vi Filipe de Edimburgo e a irmã de Carlos (Anne) nos rituais, mas não participaram enquanto estive ali. Quando André se metamorfoseia, parece mais exactamente um lagarto. A família real são alguns dos piores, e pelo que gozam da matança, do sacrifício e de comer a carne, são alguns dos piores de todos. Não se importam que vejas, nem a quem o vais dizer, quem vai acreditar em ti? Sentem que é seu direito de nascimento e adoram-no. Adoram isso. "

 

(David Icke, Hijos de la matrix, como una raza interdimensional controla el mundo desde hace miles de años, ,Ediciones Obelisco, Barcelona, pp. 350-352; o bold é colocado por nós).

 

Mundo terrível, este em que vivemos. Podes fechar os olhos, ver televisão de manhã à noite, fumar charros, enroscares-te ternamente no corpo da tua amada/o, esquecer tudo o resto, mas, diariamente, satanistas em alguma parte do mundo estão sacrificando dezenas ou centenas de crianças, jovens e adultos e bebendo-lhes o sangue. E Isabel II, com os illuminati da City of London, comandam a globalização, a política mundial, rumo à Nova Ordem Mundial!

 

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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018
A perversa reforma do programa de filosofia do 10º e 11º ano em Portugal ou Bilderberg no ensino

A reforma do programa de filosofia, que se prevê entrar em vigor em Setembro de 2018, elimina a lógica aristotélica do programa de filosofia e coloca a lógica proposicional como obrigatória e única modalidade lógica na primeira parte do programa de filosofia do 10º ano de escolaridade em Portugal. O resto do programa de 10º ano limitar-se-á à ética, passando a estética e a religião para o programa de 11º ano que deixará de ter a lógica aristotélica e a lógica proposicional em alternativa uma à outra. É mais uma manobra dos pseudo filósofos analíticos - a corrente em que militam João Branquinho, Ricardo Santos, Guido Imaguire, Pedro Galvão, Desidério Murcho, Alexandre Franco de Sá, Sara Bizarro, Aires Almeida, etc. - para afunilar o ensino da filosofia, para o tornar aborrecido, sem horizontes metafísicos, aos olhos dos alunos. O formalismo da lógica proposicional é uma lógica deficiente porque, por exemplo, distingue erroneamente disjunção inclusiva de disjunção exclusiva (na verdade, dizer Vou a Londres ou vou a Paris («d. inclusiva», dizem) é o mesmo que dizer Ou vou a Londres ou vou a Paris («d. exclusiva», dizem), é a mesma disjunção). Outro exemplo: segundo esta lógica a disjunção inclusiva de duas proposições verdadeiras (PVQ) é verdadeira, ora o exemplo «Somos portugueses ou somos europeus» (PVQ) prova que redunda em uma falsa disjunção inclusiva porque portugueses não pode extrinsecar-se de europeus.  Esse formalismo pretensamente científico reflecte a ausência de ideias dos novos doutorados e mestres em filosofia da universidade portuguesa. Como podem as universidades ter chegado a este estado de indigência intelectual de instituir regras lógico-formais erradas e propagá-las no ensino da filosofia?  É matéria para uma análise sociológica profunda. Schopenhauer já no século XIX denunciava a incompatibilidade de ser filósofo e professor universitário de filosofia, este último movido pelas preocupações de subir e brilhar profissionalmente, mesmo sendo incompetente, não perder a autoridade sobre os alunos mostrando que «sabe tudo» e obter apoios entre os colegas.

 

Os autores da reforma argumentam que é preciso interdisciplinaridade com a matemática. Mas que interdisciplinaridade há nas turmas de humanísticas e artes com a matemática no 10º e 11º ano de escolaridade? Praticamente, nenhuma. O exame nacional de filosofia, instituído há anos, visou apenas uniformizar, controlar os professores de filosofia, que são perigosos para o sistema político quando são criativos e livres porque rompem a censura existente nas televisões, jornais e nos manuais escolares.

 

Nada disto é inocente. Estas mudanças de programas obedecem à estratégia do neofascismo «democrático» do clube de Bilderberg que quer expulsar do ensino de massas a filosofia livre e a história social e política crítica: ocupando os alunos com inúteis exercícios de lógica, impede-se estes de conhecer as ideologias marxista, anarquista, teoovniológica, as teorias da conspiração, o taoísmo, o platonismo, o aristotelismo, etc. E o peso da ética (leia-se: a ideologia federalista dos illuminati) cresce imenso no 10º ano. É o doutrinarismo do Estado Novo de Salazar vertido em doutrinarismo do Estado da Nova Ordem Mundial. São os inimigos da liberdade de filosofar quem está a alterar os programas de filosofia do ensino secundário em Portugal. Eles temem os professores mais cultos e amplos no pensar!

 

Na nova proposta de programa de 10º ano, na abordagem introdutória à filosofia e ao filosofar ignora-se a definição de filosofia como livre interpretação metafísica do universo, da vida e do homem e limita-se a descrevê-la como actividade crítica (apêndice da ciência, como defendia o círculo de Viena fundado em 1929):

 

«O que é a filosofia?

«Caracterizar a filosofia como actividade conceptual crítica.»

«As questões da filosofia»

«Clarificar a natureza dos problemas filosóficos».

 

Evita-se falar em grandes temas da filosofia porque isso poderia inclinar os professores a explanar em síntese as doutrinas de Heráclito, Lao Tse, Platão, Aristóteles, etc., que os novos doutorados em filosofia ignoram, de um modo geral, e que tentam suprimir do ensino dado conterem metafísica.

 

Alerta, professores de filosofia! Mal fomos consultados sobre este afunilamento do programa, sobre este  obscurecimento do item grandes temas da filosofia do programa de 10º ano ainda em vigor. Os antifilósofos da lógica proposicional, seres de pensamento robótico, uma minora influente dentro das universidades, decidem amputar os programas à revelia dos milhares de professores de filosofia do ensino secundário em Portugal, à boa maneira dos eurocratas  a quem a democracia de base intimida.

 

É lamentável que sejam governos do Partido Socialista Português a limitar o campo do ensino público livre da filosofia: ligado através de António Costa, de Manuel Maria Carrilho, de Maria de Lurdes Rodrigues, de Porfírio Silva, de António José Seguro ao clube mundialista de Bilderberg, de Henry Kissinger, das famílias Rotschild e Rockfeller, de Pinto Balsemão e Ricardo Salgado, o PS português transforma-se, subtil e gradualmente, num partido social-fascista no campo do ensino  da filosofia ao suprimir programaticamente a vastidão dos grandes temas da filosofia, a liberdade de cada professor escolher temas e ensinar à sua maneira. Que medo à individualidade radical tem a burguesia portuguesa e os seus homens de mão socialistas! E Tiago Brandão Rodrigues está ou não consciente desta manobra ditatorial? Ele é, formalmente, o responsável desta reforma de fechamento do horizonte filosófico nas escolas. Protestemos, massivamente, junto do ministro da Educação, do governo, das estações de televisão, das rádios, dos jornais. Vamos à luta contra os neofascistas do pensamento «analítico», os novos inquisidores do século XXI.

 

NOTA: COMPRA O NOSSO «DICIONÁRIO DE FILOSOFIA E ONTOLOGIA», 520 páginas, 20 euros (portes de correio para Portugal incluídos), CONTACTA-NOS.

 www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 © (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 23:38
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