Sábado, 13 de Janeiro de 2018
David Icke: os reptilianos existem e controlam a UE, a ONU, a NATO e a Igreja de Roma

 

 

 

A teoria de que uma pequena parte dos seres de aparência humana são reptilianos, defendida pelo investigador e escritor britânico David Icke (29 de Abril de 1952), tem larga difusão na internet e no mundo editorial dos livros. Consta que Britney Spears namorou o príncipe William da família real inglesa mas desfez o namoro quando, ao vê-lo via Skype, o viu assumir a forma de um réptil horrendo. Uma ex funcionária e ex satanista do palácio real britânico declarou que a rainha Isabel II é reptiliana, come carne humana e o seu rosto fica coberto de escamas em certas ocasiões e que os membros da família real, quando dormem e o seu super-ego está mais frouxo, assumem forma reptiliana.

 

Em Maio de 2016, na cerimónia evocativa do dia D (desembarque dos aliados em 1944) na Normandia, o presidente russo Vladimir Putin viu a rainha Isabel II adquirir uma cor de pele cinza, as suas mãos mudarem para «mãos de lagarto», a face dela alongar-se como um réptil e os dentes brilharem excepcionalmente e afastou-se dela. Uma psiquiatra de renome residente no Perú declarou que viu Barack Obama, Hillary Clinton e David Cameron a transformarem-se em répteis. Por outro lado, Credo Mutwa, um chefe negro zulu da África do Sul, narrou a Icke que viu um reptiliano comer carne humana. David Icke refere que o autor norteamericano Stewart Swerdlow descobriu a verdade das mudanças reptilianas de forma em «humanos» quando passou anos submetido a terríveis programas genéticos e de manipulação mental em Montauk, em Long Island, em Nova Iorque.

 

Icke escreveu, referindo-se a Stewart e aos atlantes classificados como lirianos, gentes de pele branca e caucasianos procedentes da constelação de Lira e a uma raça reptiliana existente em Mu ou Lemuria situada no Oceano Pacífico:

 

«Uma noite, quando Stewart era menino, sequestraram-no (com o consentimento de sua mãe) uns seres que acreditou serem extraterrestres e levaram-no a Montauk. Mais adiante compreendeu que os seus sequestradores eram oficiais do Exército que se faziam passar por extraterrestres, um estratagema habitual que usam para ocultar a pessoa que está levando a cabo a abdução. Obrigaram-no a participar no programa genético e de manipulação mental de Montauk e, segundo diz, muito mais tarde descobriu que ele estava entre o um por cento de pessoas que tinha conseguido sair com vida. Durante os anos que esteve debaixo do mando do Governo e do Exército, Stewart foi compreendendo o plano para o domínio do mundo e descobrindo quem eram os seres extraterrestres que estão por trás de tudo. Esses seres, segundo escreve, são reptilianos. Em Montauk viu seres reptilianos "que pareciam entrar e sair rapidamente da realidade física". Stewart narra esta história no seu livro intitulado Blue Blood, True Blod. Diz que muitos e variados grupos extraterrestres vieram a este planeta e criaram as distintas raças.» (...)

 

«Ao princípio, os reptilianos estavam na fronteira do físico e para funcionar neste mundo necessitavam de um corpo físico que conseguiam misturando genes reptilianos com genes de lirianos. O facto de que necessitem desta genética para sobreviver nesta realidade explica porquê os reptilianos estão tão obcecados com as pessoas louras de olhos azuis. Está aqui um dos motivos pelo qual os Windsor que são sumamente reptilianos, perseguiram a princesa Diana, de cabelo louro e olhos azuis, e se desfizeram dela quando a tiveram. A estirpe dos Windsor tinha-se tornado tão reptiliana por causa de reproduzir-se entre si, que necessitaram de uma grande injeção dos genes de "Diana" para conservar o seu aspecto aparentemente humano. Segundo narra Stewart, os reptilianos residiam na constelação de Draco, desde donde, mediante conquistas como as que experimentamos neste planeta, começaram a expandir-se pela galáxia. (...) Segundo parece, há numerosos visitantes extraterrestres ou de outras dimensões que têm ambições tão boas como perversas a respeito de este planeta. Entre eles, há reptilianos e uma raça de Sírio; grupos da constelação de Orion, entre os que figuram os chamados "cinzas" (nota: grises, em espanhol) que têm grandes olhos negros; outra raça de grises de Zeta Reticuli, uma constelação binária que se encontra a uns quarenta anos luz da Terra, na constelação de Reticulum; um grupo da constelação de Andrómeda e, segundo parece, também há outros nas Pleiades, também chamadas Sete Irmãs; na constelação de Tauro. Sem embargo, os mais malvados são os reptilianos draconianos. Stewart Swerdlow diz que estão programados para crer que são superiores e que, como andróginos, acreditam que são mais "divinos". A sua mente está programada para desejar conquistar tudo, e um exemplo disso são os impérios britânico e romano, que foram obra das linhagens híbridas reptilianos.»(...)

 

(David Icke, La conspiración mundial y como acabar con ella, Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 144-146; o bold é colocado por nós).

 

AS IGREJAS CATÓLICA, ORTODOXA, EVANGÉLICAS, JUDAICA, ISLÂMICA AO SERVIÇO DOS REPTILIANOS

 

Os cátaros do século XXI referem que a igreja católica romana e as outras igrejas cristãs adoram um Lucicristo, uma mistura de Lúcifer e de Cristo, e uma Lucimaria, uma mistura de Lúcifer e Virgem Maria. A adoração do Cristo crucificado, vertendo sangue, é do agrado dos reptilianos que adoram a violência sádica do torturador e o sangue humano. Por que razão a igreja católica romana e as outras não denunciam os reptilianos disfarçados de humanos que são multimilionários, bispos, sacerdotes, presidentes ou primeiros ministros, professores catedráticos, cientistas, apresentadores de televisão, actores e atrizes de cinema, etc.? Porque obedecem a entidades reptilianas, a satanistas. Por que razão os governos capitalistas do Ocidente escondem a existência de OVNIS, onde viajam os grises, que raptam pessoas e matam cabeças de gado extraindo-lhes o sangue, enquanto o governo chinês, totalitário, avisa frequentemente o seu povo do aparecimento de objectos voadores não identificados nesta ou naquela localidade?

 

 

Cathleen (Cathy) Ann O´Brien nascida em 1957 nos EUA em Muskegon, no Estado de Michigan, EUA, foi escrava sexual de seu pai, do governo dos EUA, da elite illuminati (Gerald Ford, George W.Bush, Bill Clinton, etc.) e de sacerdotes jesuítas católico romanos. Escreve David Icke sobre Cathy:

 

«Seu pai, Earl O´Brien, era um pedófilo, e uma das primeiras coisas que recorda dele é que não podia respirar por ter o pénis do seu pai na boca.»(...)

«Na história de Cathy aparece de novo a Igreja de Roma e o seu vínculo com os jesuítas. Dada a sua fundamental colaboração com a conspiração mundial, como poderia ser de outro modo? Cathy diz que quando buscou consolo em uma igreja católica romana chamada São Francisco de Sales, em Muskegon, o padre James Thaylen abusou dela. O padre Don, outro sacerdote e pedófilo, ajudou Guy VanderJagt, o amigo de Gerald Ford, a confundir Cathy e abusar dela seguindo os "requisitos" do Projecto Monarca. Posteriormente mandaram-na a uma escola católica romana, uma das muitas em que alojam as crianças manipuladas sob um regime rigoroso com o fim de agravar o seu transtorno de identidade dissociativo. A sua escola era a Escola Secundária Católica de Muskegon e ali a violou em numerosas ocasiões o padre Vesbit, em uma delas durante um ritual satânico na sua capela privada em que participaram outros meninos e meninas. Os reptilianos e os seus híbridos são a força que está por trás do satanismo. Os jesuítas, os cavaleiros de Malta, e a Igreja Romana estão envolvidos em atrocidades relacionadas com a manipulação mental como o Projecto Monarca e MKULTURA

 

(David Icke, La conspiración mundial y como acabar con ella, Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 717-720; o bold é colocado por nós).

 

A UNIÃO EUROPEIA SERVE AS FORÇAS REPTILIANAS

 

A Comunidade Económica Europeia, criada em 1956 sob a égide de Jean Monnet, um reptiliano, e mais tarde tarde transformada em União Europeia visa escravizar os povos, suprimir as liberdades individuais, as particularidades nacionais. Isso é patente no apoio que a UE tem dado recentemente ao governo espanhol de Mariano Rajoy, um governo monárquico semifascista,  na repressão aos partidos independentistas na Catalunha: Oriol Junqueras, líder da Esquerra Republicana de Catalunya, continua preso com outros conselheiros da Generalitat, apesar de eleito nas recentes eleições regionais de 21 de Dezembro de 2017 e Carles Puigdemont, virtual presidente da Generalitat, vive exilado na Bélgica.

 

Escreve David Icke:

«O "ponto de vista" de Monnet era o da elite de reptilianos que o supervisavam. A Lei Comum europeia, que eliminou as barreiras comerciais na Europa desde 1992, e os acordos de Maastrich acerca da União Europeia, supuseram mais passos no caminho rumo à ditadura europeia. Quando tiveram aterrorizados suficientemente os habitantes da Europa para que cressem que se não se unissem cairíam no desastre, eliminou-se a palavra «Económica» do título e converteu-se na Comunidade Europeia (um passo). Mais adiante voltou-se a mudar o nome para o de União Europeia (outro passo).Constantemente se deram passos para a centralização do poder político na comunidade e a erosão da capacidade de os países para tomarem decisões (outro passo mais). A isso se seguiu a criação de um Banco Central Europeu e uma moeda europeia única (outro passo mais). O conceito de uma Europa com um governo central administrado por um banco central europeu, uma moeda única, uma administração regional e uma política de trabalho, de transporte, de empresa e de exteriores comum, é exactamente o que planeavam instaurar Hitler e os nazis na Europa. Inclusive deram o nome de "Comunidade Económica Europeia" (Europäische Wirtschaft= gerneinschaft) ao seu plano-»

 (David Icke, La conspiración mundial y como acabar con ella, Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 624-625; o bold é colocado por nós).

 

Veja-se como a tenaz do clube de Bilderberg, defensor da Europa Federal, da ditadura dos burocratas e do Banco Central Europeu, se apertou sobre Portugal: Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente «dos afectos» (reptilianos?) participou há anos numa reunião do clube de Bilderberg, tal como o primeiro-ministro António Costa, o novo líder do PSD, Rui Rio, o ex primeiros ministros António Guterres, Pedro Santana Lopes e José Sócrates, o ex presidente da república, Jorge Sampaio, Paulo Portas, ex líder do CDS, etc., etc. Votar nos socialistas ou na direita PSD e CDS, em Portugal, vai dar ao mesmo: ambos servem o federalismo europeu, os senhores reptilianos da globalização, do governo único mundial. Há uma longa a lista de traidores ao povo português, à sua independência e liberdade...

 

ONU, NATO E MECANISMOS DE  «AJUDA INTERNACIONAL AOS PAÍSES POBRES» SERVEM A MINORIA ILLUMINATI

 

A centralização económica, cultural e política que se desenrola no mundo de hoje consolida a ditadura, disfarçada de "democracia pluralista", dos illuminati, com algumas bolsas islâmicas (Irão, Arábia Saudita, Síria, etc.) e comunistas ainda dissonantes (China, Cuba). Icke escreve:

 

«Cada ano se transfere maior quantidade de bens dos países pobres aos ricos do que o inverso, e o objectivo principal da "ajuda internacional" não é ajudar os países em desenvolvimento, mas subornar os políticos corruptos, construir a infraestrutura necessária para as multinacionais e dar ajudas às indústrias dos países ricos, como Bechtel, que desempenham o seu labor como parte do acordo. A dita "ajuda" é uma grande maneira de transferir o dinheiro do contribuinte de um país rico para empresas multinacionais do seu próprio país. Com frequência, o dinheiro que «dá de presente» o país doador destina-se a projectos que utilizam as empresas desse mesmo país doador. Digamos que, por exemplo, o dinheiro sai de estados unidos para um país africano em forma de ajuda e, posteriormentea maior parte volta para empresas estadounidenses. Não existe nenhuma necessidade de que os habitantes de África, Ásia e América Latina sofram terrivelmente e morram de fome; a sua situação não é produto de "desastres naturais", mas de um plano calculado.»

«O frenesim da centralização pode ver-se também no exército, como quando as forças da NATO e das Nações Unidas se apoderam de regiões sumidas na guerra e conflitos, em particular a NATO no Afeganistão, que está fora do seu mandato original para a defesa da Europa e da América do Norte. (...) As operações militares das Nações Unidas tiveram lugar no Líbano, no Sudão, no Burundi, na Costa do Marfim, na Libéria, no Congo, na Etiópia, no Sahara Ocidental, no Haiti, em Timor Oriental, na Geórgia, no Kosovo, em Cipre e em outros lugares. Tudo isto forma parte do "método escalonado" mediante o qual nos pretendem impor um exército mundial que faça cumprir as políticas do governo mundial.»

(David Icke, La conspiración mundial y como acabar con ella, Ediciones Obelisco, Barcelona, pág. 650; o bold é colocado por nós).

 

OS CAVALEIROS DE MALTA ORGANIZARAM A FUGA DOS NAZIS PARA OS EUA E OUTROS PAÍSES

Sobre a cooperação entre a igreja católica romana e o fascismo e o nazismo escreve Ike:

«Hitler, Himmler, Goebbels - que recebeu uma educação jesuíta - e a maioria dos nazis mais destacados eram católicos, por isso os nazis da Alemanha cooperaram e colaboraram tanto com o Vaticano, tal e como se tem dito incessantemente desde então. Os cavaleiros de Malta coordenaram a fuga da maioria dos atrozes nazis, cientistas e manipuladores, a muitos dos quais deram os seus passaportes. Junto com outros grupos organizaram as "linhas de ratos", que permitiram que uns 30.000 nazis escapassem para os Estados Unidos, Canadá, Grã Bretanha, América do Sul, e Austrália/ Nova Zelândia. Participaram a família Rockefeller, James Jesus Angleton, importante espião da inteligência estadounidense e membro dos cavaleiros de Malta, e Herbert Walker, o avô do presidente George H. W. Bush e bisavô do presidente George W. Bush. Segundo parece, todos beneficiaram magnificamente. Algumas das pessoas a quem ajudaram a escapar foram  Martin Bormann, o segundo Führer; Joseph Mengele, o "Anjo da Morte" de Auschwitz, que escapou para a América para continuar com as suas atrocidades genéticas e manipuladoras; (...).»

 

(David Icke, La conspiración mundial y como acabar con ella, Ediciones Obelisco, Barcelona, pág. 280; o bold é colocado por nós).

 

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Domingo, 1 de Maio de 2016
Imprecisões de Hannah Arendt

 

Hannah Arendt (nascida Johanna Arendt; Linden, Alemanha, 14 de outubro de 1906 – Nova Iorque, Estados Unidos, 4 de dezembro de 1975) filósofa política alemã de origem judaica, discípula de Heidegger  de cujo totalitarismo político se demarcou, possui diversos equívocos no seu pensamento, sem embargo da sua vasta cultura e de ser uma pensadora notável.

 

VONTADE COMO LIVRE-ARBÍTRIO OPÕE-SE A VONTADE COMO INÍCIO?

 

Escreveu a filósofa judia:

«Na minha discussão da Vontade mencionei repetidamente duas maneiras completamente diferentes de compreender essa faculdade: como uma faculdade de escolha entre objectos ou metas, o liberum arbitrium, que actua como árbitro entre fins dados e delibera livremente sobre os meios para os alcançar; e, por outro lado, como a nossa «faculdade de iniciar espontaneamente uma série no tempo» ou o «initium ut homo creatus est» de Agostinho, a capacidade do homem para iniciar porque ele próprio é um início».

(Hannah Arendt, A vida do Espírito, volume II-Querer, Instituto Piaget, páginas 174-175; o destaque a bold é posto por nós)

 

Há alguma falta de clareza nesta dicotomia estabelecida por Hannah Arendt: o livre-arbítrio inclui a «faculdade de iniciar espontaneamente algo no tempo.» Qualquer acto de livre-arbítrio é um início: se escolho, após demorada reflexão, frequentar um templo budista ou militar num partido político estou a usar a vontade como iniciadora de um processo. Portanto, o dilema que Arendt apresenta acima é um falso dilema: vontade com livre-arbítrio inclui vontade como força iniciadora, não se opõem entre si. O verdadeiro dilema, que Hannah Arendt não põe em relevo, ao menos nesta passagem, é o que opõe a vontade consciente, como livre-arbítrio, à vontade insconsciente, cega e transpessoal em Schopenhauer, que nos leva a criar o mundo fenoménico das árvores, rios e céus, e à vontade inconsciente como pulsão libidinal ou pulsão de Eros, em Freud, que nos leva a sexualizar tudo, isto é, a olhar as pessoas como objectos eróticos, em diferentes graus. 

 

A OMISSÃO DE SCHOPENHAUER, ARAUTO DA VONTADE  TRANSPESSOAL

 

Hannah Arendt discorre  sobre a Vontade, na história da filosofia, no seu livro «Vida do Espírito, II, Querer. E considera Heidegger superior a Schelling no aspecto em que este último teorizou a Vontade personificada ao passo que Heidegger sustentaria a Vontade não personificada. Escreve:

 

«Foi nesta região de pura especulação que apareceu a Vontade durante o curto período do Idealismo Alemão. "Na instância final e muito alta", declarou Schelling," não há outro ser além da Vontade. A Vontade é o Ser primordial, e todos os predicados se aplicam unicamente a ela - falta de fundamentação, eternidade, independência do tempo, auto-afirmação! Toda a filosofia se esforça apenas por encontrar esta mais alta expressão". E citando esta passagem no seu What is called Thinking?, Heidegger acrescenta imediatamente: «Então, os predicados que o pensamento metafísico atribuiu ao Ser, Schelling encontra-os na sua forma final, mais alta... mais perfeita no querer. No entanto, a Vontade neste querer não significa aqui uma capacidade da alma humana; a palavra "querer" designa aqui o Ser dos entes como um todo" (acrescentarei os itálicos). Não há dúvida que Heidegger tem razão; a Vontade de Schelling é uma entidade metafísica mas, ao contrário das mais comuns e mais antigas falácias metafísicas, é personificada. Num contexto diferente, e com maior precisão, o próprio Heidegger resume o signifivado deste Conceito personificado: a falsa "opinião (que facilmente) resulta daí é que a vontade humana é a origem da vontade-de-querer , enquanto pelo contrário, o homem está a ser querido pela Vontade-de-querer sem sequer experimentar a essência de um tal querer".

(Hannah Arendt, A vida do Espírito, volume II-Querer, Instituto Piaget, páginas 172-173; o destaque a bold é posto por nós)

 

Mas Arthur Schopenhauer teorizou a Vontade transpessoal como a criadora do mundo que é mera representação (idealismo gnoseológico, imaterialismo) e Hannah Arendt omite-o nesse campo. Porquê?

 

 

É INTELIGENTE TROÇAR DA ASTROLOGIA HISTÓRICA DETERMINISTA?

Escreveu Arendt:

«Os homens, para sempre tentados a levantar o véu do futuro - com a ajuda de computadores ou horóscopos ou os intestinos dos animais sacrificiais - têm um cadastro pior para mostrar nessas «ciências» do que em quase todos os outros empreendimentos científicos».

(Hannah Arendt, A vida do Espírito, volume II-Querer, Instituto Piaget, página 175; o destaque a bold é posto por nós)

 

Neste texto, Arendt equipara o estudo matemático-astronómico dos factos históricos (astrologia histórica, diferente de psico-astrologia) à leitura dos intestinos de animais sacrificados... É uma pura falácia de Hannah. E manifesta a ignorância desta sobre o Ser: porque este é os 360 graus do Zodíaco, o movimento dos planetas e a corporalidade terrestre que daí se desprende.

 

Uma qualidade comum a quase todos os filósofos e professores de filosofia é não saber que os planetas comandam inteiramente o destino de cada homem, planta, animal e pedaço de matéria inerte e que a astrologia histórico-social, enquanto colectora e sistematizadora de factos empíricos, é uma ciência, mais exacta que a história, porque a esta acrescenta a astronomia, mais exacta que a psicologia, a sociologia, a economia, a antropologia.

Se Hannan Arendt possuísse a inteligência holística, que lhe faltou como faltou a Descartes, a Kant, a Leibniz, a Husserl, a Merleau-Ponty, a Heidegger, a Sartre, a Nozick, a Zizeck e a quase todos os outros doutorados em filosofia, abriria um livro de Efemérides planetárias e folheando-o, interrogar-se-ia sobre o facto de Hitler ter subido ao poder em 30 de Janeiro de 1933, com Júpiter em 22º do signo de Virgem e se ter suicidado em 30 de Abril de 1945, com Júpiter em 17º de Virgem (só uma vez durante 10 ou 11 meses, em cada 12 anos, Júpiter desliza no signo de Virgem que vai de 150º a 180º da eclíptica; é significativo que Júpiter em Virgem tenha elevado Hitler ao poder em 1933 e o tenha feito descer do poder em 1945 ).

 

 

Troçar do determinismo astral nos actos humanos individuais e político-sociais é próprio de «burros» - e as universidades, tal como as bibliotecas de filosofia e ciências, estão cheias desse tipo de «burros» licenciados, mestres e doutorados. Aliás, a história da filosofia é predominantemente a história dos «burros» académicos que sempre negaram a predestinação astral, é uma mistura de obscuridade mental e luz.  Quanta vaidade a dos filósofos, ignorantes que presumem ser a vanguarda do pensamento humano, o juíz decisivo, quando, como Heideger ou Hannah Arendt, não conhecem sequer as posições planetárias ao longo da história e os factos sociais a que deram origem!  Uma faculdade de Filosofia sem cadeiras de Astrologia Histórica não é digna do nome de universidade (universitas, saber universal).

 

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Sábado, 10 de Janeiro de 2015
Reflexões do quotidiano em Janeiro de 2015

 

 

Exponho algumas reflexões avulsas sobre o quotidiano deste Janeiro de 2015. 

 

A HIPOCRISIA DOS COMENTADORES DA RTP SOBRE O TERRORISMO ÁRABE- Fernando de Sousa, professor universitário, comentou na RTP, a propósito do massacre no «Charlie Hebdo»: «Não se percebe por que razão esses atentados são todos islamistas.» E frei Fernando Ventura, franciscano, exclamou indignado sobre os irmãos franco-argelinos Kouachi que executaram o massacre: «Isto não é uma guerra de religião, é um grupo de criminosos...»

Tanto um como outro destes comentadores escondem os crimes do imperialismo norte-americano e europeu contra os povos árabes: a invasão norte-americana do Iraque em 19 de Março de 2003 ou a invasão da faixa de Gaza pelas tropas de Israel a partir de 16 de Julho de 2014 foram muitíssimo mais criminosas do que o ataque ao «Charlie Hebdo» de 7 de Janeiro de 2015. Os árabes defendem-se e são taxados de «terroristas». O Ocidente invade, mata milhares e é classificado como «democrático», «civilizado»... Ideologia, só ideologia partidária...Os irmãos Kouachi classificaram o «Charlie Hebdo» como um clube de propaganda ideológica anti-árabe e os seus cartonistas como soldados e não como civis e, nesse sentido, os executaram. É a guerra, a luta de classes

 

.LUTA DE CLASSES - O terrorismo árabe em França insere-se na luta de classes à escala internacional: os povos árabes, em particular os palestinianos, movidos por uma ideologia religiosa intolerante, explorados no seu petróleo e invadidos no seu espaço natural por tropas norte americanas e pelo sionismo do Estado de Israel, de um lado, contra o Ocidente (EUA, UE, Israel) rico mas em crise, do outro lado. Em 7 de Janeiro de 2015, os terroristas erraram - ou não? - o alvo ao massacrarem a redação do «Charlie Hebdo», em Parios, um jornal satírico de esquerda que até apoiava a Palestina livre da ocupação sionista, embora ridicularizasse o Islão e as religiões em geral....
A questão que se levanta é: o islamismo, radical ou não, expandindo-se na Europa levará à fascização religiosa gradual desta? Ou tornar-se-á tolerante com as outras religiões, por adquirir uma posição hegemónica? O Islão não é o nazismo: pune ou mata em nome de Deus, ao passo que Hitler e as SS e as SA alemãs, em 1933-1945, puniam e matavam em nome de si mesmas e do III Reich.

 

O ATENTADO QUE PAGOU AS DÍVIDAS- O jornal satírico francês «Charlie Hebdo» estava prestes a fechar, no início de 2015. Não pagara sequer os salários de Dezembro de 2014 aos cartoonistas e outros membros. Mas o atentado de 7 de Janeiro de 2015, com o massacre de 10 jornalistas, salvou o «Charlie Hebdo» de fechar: com a venda de 5 milhões de exemplares arrecadou 10 milhões de euros e vai sobreviver. Há qualquer coisa de estranho nisto- para além da sacralização que constitui a corrida às bancas de jornais de centenas de milhar de pessoas para comprar a «relíquia» dos santos, o último exemplar do «Charlie»...

 

ASTROLOGIA HISTÓRICA E TEORIA DE EINSTEIN- A teoria de Astrologia Histórica que neste blog exponho e é de minha autoria é epistemicamente muito superior à Astrologia Tradicional e é superior à teoria de Einstein e à teoria de Hawking e Penrose. O espantoso é constatar a estupidez das «nossas» universidades, editoras de livros, estações de televisão e jornais: nunca me pedem colaboração teórica, artigos, estudos, exposição destas teses geniais, fundadas em factos históricos indiscutíveis, que revelam o determinismo zodiacal absoluto dos factos sociais na máquina mundi. Medíocres catedráticos, medíocres editores, medíocres jornalistas, medíocres políticos, temerosos da verdade, de quem viu muito mais além do que eles. Somos governados por uma canalha intelectual sem coragem, que opera em rede para abafar a dissidência.

 

SYRIZA, A CEREJA (SYREZA) NO TOPO DO BOLO EUROPEU- A cereja é vermelha tal como a cor do Syriza, uma coligação da classe operária e de classes médias na Grécia, que ontem venceu as eleições legislativas na Grécia, com 149 deputados eleitos num total de 300. É um sismo político na Europa: uma força marxista que se opõe à política monetarista da banca que empresta a juros demolidores para os bolsos dos pobres e remediados, sobe ao poder na Grécia e levanta a bandeira anti-usura da troika.

 

A FESTA DOS FINALISTAS DO LICEU DE BEJA EM 23-24 DE JANEIRO DE 2015 DESPOLETOU A VITÓRIA DO SYRIZA NA GRÉCIA?

O tema da festa dos alunos finalistas do 12º ano da Escola Secundária Diogo de Gouveia (vulgo: Liceu de Beja), na noite de 23 para 24 de Janeiro de 2015, foi «Morangos com Açúcar»...Creio que os MORANGOS por serem vermelhos «arrastaram» a vitória, simbolizada no Açúcar (a vitória é doce), da CEREJA, também vermelha - isto é do SYRIZA grego, cujas bandeiras são VERMELHAS; Cereja transforma-se cabalisticamente em CERISE, em francês, e CEREJA, em português - no dia 25 de Janeiro de 2015, dia que se seguiu a esta festa do LICEU (palavra que trocando as letras, sugere ULICE ou ULISSES herói da Grécia antiga) ...

 

Também não é coincidência fortuita o facto de, em 25 de Janeiro de 2015, falecer o cantor GREGO Demis Roussos, aos 68 anos de idade, nascido em ALEXandria e no mesmo dia, ALEXIS Tsipras adquirir o direito a governar a GRÉCIA dado que o seu partido, o Syriza, vence as eleições legislativas com 149 deputados em um total de 300: quando um ALEX (Roussos, de ALEXANDRIA) desaparece, outro ALEX emerge... lei da compensação.

 

VIVER SÓ TEM EXTRAORDINÁRIA BELEZA- Há uma grande beleza em viver só, desde que se tenha saúde, dinheiro e uma casa condigna. O pensamento desenvolve-se, desliga-se das sensações eróticas e gastronómicas ou materiais em geral por algumas horas em cada dia. Não aturamos mulher, que só às vezes é verdadeiramente interessante, como quando está no quarto ou na sala de estar em lingerie. Basicamente, as mulheres servem o nosso objectivo de satisfação sexual mútua: a principal utilidade da mulher é ser a nossa mesa erótica, o corpo que beijamos e «devoramos», conversar e ajudar na lida da casa. O resto é poesia, entreajuda espiritual - ah, mas elas são muito úteis na lida da casa, mais perfeitas que nós. E sendo nossas filhas são maravilhosas companhias, em regra, que, de tempos a tempos, vêem o pai.

O ideal é ter uma amiga colorida (amante de ocasião, amiga de há anos) que venha a nossa casa, uma ou duas vezes por semana, para realizarmos o êxtase sexual propiciatório à deusa Vénus - com sutiãs, ligas, saias tigresas, etc. E essa relação com a mesma amiga pode durar anos, se houver amor, e não implica viver permanentemente juntos. É o melhor a que se pode aspirar.

 

NÃO SOMOS NADA, NEM NINGUÉM- Enquanto estamos visíveis e somos úteis, de um modo ou outro, a pessoas, conhecidas ou desconhecidas, parece que somos reais, que temos quem goste de nós ou se impressione com o nosso poder social, económico, político ou biofísico. «Olá, professor, não se esqueça do teste» - diz o aluno. «Liga-me» - diz a mulher sexualmente interessada. «Estava boa a comida?»- pergunta o empregado do restaurante. Mas é tudo transitório. Só enquanto tens presença e poder te ligam, te respeitam.
Se mergulhares numa doença grave de longa duração, no desemprego de longa duração e na pobreza, se não apareceres nos cafés, nas praças públicas, no facebook ou no círculo de amigos profissionais, se deixares de ter automóvel ou uma casa condigna  já ninguém ou quase ninguém se importa contigo e quase ninguém te contacta ou ajuda. Alguém liga a Fernando Pessoa ou a Saramago? Não. Já morreram. Alguém liga a Mário Soares, com 90 anos de idade e frágil? Alguns, mas não milhões de pessoas como sucedeu quando era 1º ministro ou presidente da república em Portugal. Mesmo os teus filhos ou os teus pais só te ligam enquanto tiverem de ti uma presença agradável, uma memória positiva de pessoa activa, mais ou menos jovem e bela. Se ficares desfigurado, com cara de monstro, todos fugirão de ti. O interesse, a busca do prazer, nas suas várias modalidades, governam o agir de cada indivíduo e todas as pessoas te são estranhas, em graus diversos

 

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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014
Sobre o livro de Walter Graziano «Hitler ganó la guerra»

 

O livro "Hitler ganó la guerra" do argentino Walter Graziano, consultor económico, nascido em 1960, que recebeu bolsas de estudo do governo italiano e do FMI, livro publicado em 2004, é uma das obras que denuncia as manobras criminosas da elite de poder que governa o mundo. Entre outras coisas, denuncia que o derrube das torres gémeas em Nova Iorque, em 11 de Setembro de 2001 não foi causado pelo impacto dos aviões - o que seria fisicamente impossivel - mas por um sistema de potentes explosivos colocados no interior das torres por agentes dos serviços secretos. E para quê? Para vitimizar os EUA e dar ao governo de Bush legitimidade para lançar guerras em países com ou perto de fontes de petróleo. Ao que parece, já é difícil encontrar este livro nas livrarias, uma vez que a «mão invisível» da censura global pressiona livreiros a não o vender.

 

O GENOCÍDIO DO RUANDA EM 1994 VISOU QUE OS EUA OBTIVESSEM O MANGANÉSIO E O COBALTO DO ZAIRE

 

Segundo Graziano, a administração Clinton (1993-2001), que passa por ter sido «progressista» de «centro-esquerda» estimulou a matança do Uganda, impedindo o envio de capacetes azuis, a fim de que a etnia hutu controlasse o país e promovesse um golpe de Estado no Zaire favorecendo os EUA na vontade de estes se apropriarem de minérios raros.

 

«Son muchos los actos atroces cometidos por la administración Clinton que han pasado inadvertidos o fueron "lavados" por los medios de prensa. (...) En 1994 se comete en el mundo uno de los peores genocidios de la historia. Entre medio millón y ochocientos mil ruandeses son asesinados por sus proprios compatriotas. (...) La nota también menciona que las tropas de paz de la ONU, conducidas por el general canadense Romero Dallaire, habían hecho un desesperado pedido a las Naciones Unidas para que enviaran un refuerzo de sólo 3.000 cascos azules para prevenir una matanza a gran escala prácticamente "cantada". Sorpresivamente, Clinton y su embajadora en las Naciones Unidas, Madeleine Albright, no solo bloquearon la posibilidad de enviar tropas, sino que Albright es citada como que "ponía obstáculos a cada paso" . El genoicídio, a punta de cuchillo, tuvo lugar ante la propria mirada de los 2.000 soldados que Dallaire conducía en Ruanda, que nada pudieron hacer.

¿Cual fue el uso de tal matanza a gran escala? Yas-Lengi Ngami lo narra con claridad en su obra Genocide in the Congo (Zaire). Ngemi cuenta que una vez ocurrída la matanza, tanto Ruanda como sus vecinos Uganda y Burundi comenzaron a estar controlados por una misma tribu: los hutu. Los tres países, gobernados por dirigentes amigos y radicalmente afines, produjeron un golpe de Estado en Zaire, ocupando, sus tropas mancomunadas, parte de su territorio. ¿ Por qué tanto interés por Zaire al punto de permitir pasivamente un previo genoicidio en Ruanda? Ngemi lo aclara rápidamente: no se trata de otra cosa que las riquezas mineras de Zaire, entre ellas, dos minerales considerados estratégicos para la industria de armamento de EE.UU: el manganeso y el cobalto.»

(Walter Graziano, Hitler ganó la guerra, Editorial Sudamericana, 5ª Edición, Junio de 2004, pág. 136-137)

 

Assim, o mesmo instinto genoicida que presidiu ao lançamento da 2ª guerra mundial pelo partido de Hitler, apoiado financeiramente por Prescot Sheldon Bush, pai de George Bush (pai) e presidente do Union Banking Corporation, foi  fautor da campanha de destruição dos camponeses na Ucrânia pelo partido de Stalin em 1932-1933, e está presente em Bill Clinton, em George Bush e na oligarquia que domina os Estados Unidos da América do Norte.

 

OS INTELECTUAIS FINANCIADOS E CONTAMINADOS PELA ELITE

 

A elite norte-americana e britânica do megacapitalismo manipula os mais famosos intelectuais - biólogos, escritores, filósofos políticos, etc. A filosofia institucional não é neutra: não é por acaso que filósofos e cientistas de segunda e terceira categoria (Karl Popper,T.S. Khun, Simon Blackburn, Nigel Warburton, Peter Singer, etc) são elevados à ribalta dos foruns televisivos, às cátedras, às montras das livrarias em publicações.  Não é por acaso que a filosofia analítica, inócua, inodora, abstracta, visão mutilada do universo, se torna corrente dominante no mundo universitário e jornalístico dos globalizadores.

 

O Council on Foreing Relations ( CFR) criado em Nova Iorque e composto por cerca de 3000 membros (jornalistas, políticos, economistas, filósofos, militares, pedagogos) é uma instituição, presidida por David Rockefeller, para promover a globalização e permitir às grandes empresas instalar-se em qualquer parte do mundo sem oposição. Escreve Graziano:

 

«Esta manipulación de los intelectuales y de la ciencia por parte de la elite anglo-norteamericana y del CFR no se reduce a la economía (como advertimos en el primer capítulo) a la historia y la geopolítica (como hemos visto con Brzezinski, Fukuyama e Huntington), sino que invade prácticamente todas las areas de la ciencia. (...)

«Frente al proyecto globalista del "nuevo orden mundial" los escritores que accedieron a la información tuvieron posturas a favor y en contra. Aldous Huxley, H.G.Wells, G. Bernard Shaw, George Orwell, entre muchos otros, se referieron en forma simbólica y alegórica en muchos de sus escritos al proyecto de la elite, el que, sin embargo, temían revelar abiertamente. (...) Huxley colaboró durante toda su vida con uno de los mayores historiadores del siglo XX: Arnold Toynbee, autor de la obra en veinte volúmenes Historia de la Civilización Occidental. Toynbee, miembro de la sociedad hermana del CFR, el RIIA, es un continuista de la historia, pensaba que toda civilización en la historia había comenzado un inexorable declive muy poco después de haber alcanzado su máxino esplendor, y poco después de haber estado a punto de alcanzar una fase "global". La elite anglonorteamericana, verdadera conocedora de este concepto de Toynbee, estaría buscando lo mismo que Roma, Napoleón, el Egipto antiguo y la corona britànica habrían intentado lograr, para luego fracasar. La diferencia, ahora, sería que, con el actual desarrollo de la ciencia y la tecnología, el mundo es más "pequeño" y la posibilidad de globalizarlo en un esquema petrificado y sin cambios, en lo posible perpetuo, es para la elite no sólo posible sino también mucho más probable y deseable.»

(Walter Graziano, Hitler ganó la guerra, Editorial Sudamericana, 5ª Edición, Junio de 2004, pág. 163-164)

 

«Cuando Fukuyama, durante la presidencia de Bush padre, hablaba del final de la historia, en realidad se refería a un estadio del capitalismo, que deseaba como permanente, por medio del cual las corporaciones ejercerían realmente el poder en la Tierra y los Estados nacionales quedarían reducidos a simples carcasas, referencias semivacías de contenido. En un mundo de estas características, existirían solamente dos clases sociales, la que controla y dirige las corporaciones y la que trabaja para ellas. La agenda antes comentada acerca de los fines de la Comisión Trilateral es una expresión de ésta.»

(Walter Graziano, Hitler ganó la guerra, Editorial Sudamericana, 5ª Edición, Junio de 2004, pág. 166).

 

Diversos ramos da Maçonaria mundial - já lá vai o tempo em que a maçonaria era, globalmente, uma força progressista anticolonialista e democrática-  estão imersos nesta operação de globalização colonialista, atentatória das liberdades individuais e da liberdade de cada povo, construção de uma gigantesca gaiola que aprisionará os cidadãos do mundo inteiro..

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

 

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 00:12
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