Domingo, 18 de Agosto de 2019
As nossas universidades são fascistas

 

Os professores universitários têm diferentes opções político-partidárias desde o salazarismo, ao CDS e ao PSD e destes à social-democracia PS /Bloco de Esquerda, ao comunismo e ao anarquismo colectivista. No entanto, unem-se todos para impedir que na universidade e no ensino secundário se estudem os factos históricos sob a perspectiva da astronomia (astrologia histórica): proclamam, dogmaticamente, que «os planetas não determinam as ações humanas individuais ou colectivas, a astrologia é uma farsa anti científica, uma superstição que não pode sequer entrar nas universidades pois limitaria a liberdade humana com as suas crenças», etc.

 

Mas porque impedem a criação da disciplina de Astrologia História quando há obras publicadas merecedoras de crédito porque assentes em factos histórico-astronómicos indesmentíveis? Entre essas poucas obras, censuradas pela imprensa e pela grande maioria dos editores, figura o nosso livro «Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco» publicado pela Editorial Estampa, de Lisboa, em 2001.

 

Vejamos uma  das teses expendidas nesse livro.

 

ÁREA 1º A 12º DO SIGNO DE GÉMEOS :

DESASTRES NA ASTRONÁUTICA, LIVRE CONCORRÊNCIA MERCANTIL

 

A área 1º-12º do signo de Gémeos, em que se inscreve a estrela Aldebaran (em 9º de Gémeos) da constelação do Touro vincula-se à Astronáutica, em particular a insucessos desta, e à Livre Concorrência do Mercado.

 

Em 24 de Abril de 1967, com Vénus em 11º-12º do signo de Gémeos, a nave espacial soviética Soyuz 1 esmaga-se no solo da Terra, causando a morte do cosmonauta Vladimir Komarov; em 29 de Junho de 1971, com Saturno em 1º do signo de Gémeos a despressurização brusca da cabina da nave espacial soviética Soyuz 11 mata por asfixia, antes da aterragem, os cosmonautas Georgi Dobrovolski, Vladimir Voltov e Viktor  Patsayev; em 27 de Setembro de 1983, com Quirón em 2º do signo de Gémeos, fracassa um voo espacial da URSS, com a expolosão do foguetão portador, sendo a cabina com os astronautas, que escapam com vida, ejectada por um dispositivo de segurança. »

 

(Francisco Limpo de Faria Queiroz, Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco, Editorial Estampa, 2001, pág. 235).

 

Estas regularidades  merecem ou não um debate público sério? Um debate real, sem os pseudo astrólogos e os semiastrólogos como Paulo Cardoso, Maia, Maria Flávia Monsaraz,  Luís Resina, Helena Avelar, Cristina Candeias!  Um debate livre sem a censura do programa Prós e Contras da professora universitária Fátima Campos Ferreira ou da Fundação Francisco Manuel dos Santos que se arvora em propulsora da «ciência»!  Não merecem estes e milhares de outros exemplos empíricos a criação, pelo Ministério da Educação e pelos conselhos científicos das universidades, da disciplina de Astrologia Histórica, na órbita do positivismo lógico, sem metafísica?

 

Centenas de regularidades ou leis parcelares já foram ou podem ser induzidas da vida real, como por exemplo, a de que a passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 3º-5º do signo de Virgem se vincula com sismos em Arraiolos, distrito de Évora.

 

Em 6 de Agosto de 2009, com  Mercúrio em 4º 53´/ 6º 26´ de Virgem, habitantes das vilas de Arraiolos e Mora (Évora) sentem o sismo registado às 06:10 naquelas zonas alentejanas, com magnitude 3.3 na escala de Richter, sem causar danos; em 13 de Abril de 2012, com  Marte em 3º 43´/ 3º 41´ de Virgem, um sismo fraco de 1,1 Richter manifesta-se em Arraiolos e outro sismo eclode no mar a 30 quilómetros do cabo de São Vicente, Algarve.

 

E como podem os politólogos e os astrónomos negar que quatro vitórias do PSD em eleições legislativas em Portugal se deram com a presença de Júpiter no signo da Virgem, isto é, no arco da circunferência zodiacal de 150º a 180º de longitude (2 de Dezembro de 1979, Júpiter em 9º de Virgem, vitória da AD de Sá Carneiro e Freitas do Amaral; 5 de Outubro de 1980, Júpiter em 25º de Virgem, vitória da AD de Sá Carneiro e Freitas do Amaral; 6 de Outubro de 1991, Júpiter em 4º-5º de Virgem, vitória do PSD de Cavaco Silva; 4 de Outubro de 2015, Júpiter em 11º de Virgem, vitória mitigada do PSD de Passos Coelho)?

 

Jornais como «Expresso», «Público», «Observador», «Sol» e muitos outros, revistas como «Sábado» e «Visão», canais televisivos em geral com programas como «Quadratura do Círculo», «Prós e Contras» e outros, fazem parte do bloco  fascista epistémico (epistemologia=filosofia das ciências) que não publica nada do que investigámos e escrevemos em astrologia histórica e censura este tema. Não há liberdade científica nas instituições oficiais em Portugal nem nos grandes media privados. 

 

Que fazem os catedráticos, os doutorados sem cátedra e os mestres em filosofia como por exemplo José Gil, Eduardo Lourenço, José Barata Moura, Guido Imaguirre, Alexandre Franco de Sá, Ricardo Santos, João Branquinho, Miguel Reale, Pedro Strech, Porfírio Silva, José Caselas, António Caselas, Irene Borges-Duarte, Olivier Feron, Eduardo Pellejero, Irene Viparelli, Miguel Antunes, Moisés Ferreira, José Meirinhos, Pedro Baptista, Sara Bizarro, Roberto Merrill, Gonçalo Marcelo, Desidério Murcho, Rolando Almeida, Aires Almeida, Domingos Faria, senão silenciar,  promover e manter a censura fascista epistémica nas publicações e eventos universitários, nos fóruns televisivos, nos livros das editoras especializadas?

 

Que fazem e fizeram os doutorados e mestres em História e Sociologia como José Matoso, João Medina, António Reis, António Barreto, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, Maria Filoména Mónica, Maria de Lurdes Rodrigues, José Hermano Saraiva, senão combater e silenciar a conjugação de dados astronómicos com dados sócio.políticos-biofísicos, isto é, bloquear a investigação livre, a astronomia histórico-social?

 

A universidade portuguesa, tal como a espanhola, a francesa e a alemã, é epistemicamente fascista: censura, elimina como «não científica» a investigação das correlações, regularidades ou leis, entre as posições dos planetas na circunferência do Zodíaco dividida em 12 arcos de 30º cada um (signos) e os factos histórico-sociais como acidentes de avião, de comboio ou de navios, eleições macionais, acidentes industriais, etc.

 

É obrigação de qualquer antifascista lutar pela liberdade académica que não existe porque as universidades, em filosofia, história, sociologia e astronomia funcionam como partidos leninistas em que os comités centrais (os catedráticos) cooptam os militantes fiéis à ideologia e eliminam como «herética» toda a oposição. O mundo só pode ser pensado verdadeiramente a partir do determinismo planetário na vida humana. 

 

Representamos a resistência, a dissidência, o ponto mais alto e verdadeiro do pensar filosófico-ontológico. Estão connosco o modo de pensar de Pietro d´Abagno (1237- 1315), astrólogo gibelino que negava o livre-arbítrio, Siger de Brabant (1240-1284), averroísta, Galileu (1564-1642), Kepler (1571-1630), Paul Feyerabend (1924-1994), entre outros. Somos a ínfima minoria de investigadores empíricos que pensa e sabe da arquitectura e causalidade zodiacal dos factos humanos e terrestres. Incomodamos os néscios e obnóxios, os impensantes em profundidade, que são a imensa maioria, dominadora das universidades.

 

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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2014
Astrologia Histórica: queda do governo PSD-CDS em Janeiro de 2015 e vitória eleitoral do PS em Abril de 2015?

 

.A previsão em astrologia histórica – ou história analisada segundo as posições astronómicas dos planetas – é possível e legítima. Dado que esta ciência supra-universitária está em construção, ou seja, é incompleta, não podemos esperar infalibilidade na previsão. Cometemos erros porque um acontecimento, como por exemplo, a queda de um avião no lugar X ou a queda de é determinado por 6 ou 7 posições planetárias simultâneas e apenas detectamos como significativas uma, duas ou três. O destino é infalível mas o nosso modo de o ler é falível, desconhecemos muitas das leis da predestinação. No entanto, não recusamos dar a cara por uma ciência que iniciamos e desenvolvemos no panorama da história mundial e que as universidades, os grandes media e 99% dos astrólogos ignoram ou censuram e hostilizam.

 

 

NODO NORTE DA LUA EM 13º DE BALANÇA EM JANEIRO DE 2015:

QUEDA DO GOVERNO PSD-CDS DE PASSOS E PORTAS? 


A queda do governo PSD-CDS em inícios de 2015  é uma forte possibilidade. Entre 8 e 20 de Janeiro de 2015, o Nodo Norte da Lua desliza em movimento retrógrado no grau 13º do signo de Balança ( grau 193º da eclíptica, já que o signo de Balança é um arco de céu de 30º, de 180º a 210º da roda do Zodíaco- isto é astronomia!). Ora, já ocorreram em Portugal quedas de governos quando um planeta ou Nodo da Lua transita lentamente o grau 13º do signo de Balança.


Em 8 de Dezembro de 1977, com Nodo Norte da Lua em 13º 18´/ 13º 13´ de Balança, a moção de confiança ao 1º governo constitucional, do PS, é derrotada, no parlamento português, por uma maioria de votos em que confluem o PSD, o CDS, o PCP, o MDP e a UDP, produzindo a demissão do 1º ministro Mário Soares e a queda do governo; em 30 de Novembro de 2004, com Júpiter em 13º 4´/ 13º 14´ de Balança, o presidente da república Jorge Sampaio anuncia demitir o governo de coligação PSD-CDS chefiado por Pedro Santana Lopes.

 

Se esta lei fosse condição necessária e suficiente – não o é, tanto quanto saibamos – a queda do governo de Passos Coelho e Portas ocorreria, com maior probabilidade, em 18 de Janeiro de 2015, tornando possível que eleições legislativas se realizassem a partir de 29 de Março de 2015.

 

VÉNUS EM 15º DO SIGNO DE GÉMEOS EM 25 DE ABRIL DE 2015:
VITÓRIA ELEITORAL DO PS?

 

As eleições legislativas parecem possíveis no período de 29 de Março a 25 de Abril de 2015. Nesta última data, Vénus estará em 15º do signo de Gémeos, posição que se insere na área 13º-15º do signo de Gémeos que dá vitórias, eleitorais ou não, ao PS português.


Em 25 de Abril de 1975, com Vénus em 12º 48´/ 14º 8´ do signo de Gémeos, o PS de Mário Soares vence, sem maioria absoluta de deputados, as eleições à Assembleia Constituinte; em 25 de Abril de 1983, com Vénus em 13º 29´/14º 38´ do signo de Gémeos, o PS de Mário Soares vence, sem maioria absoluta de deputados, as eleições legislativas, inclinando-se para a formação de um governo de coligação com o PSD.


MARTE EM 17º DO SIGNO DE TOURO EM 25 DE ABRIL DE 2015:
ELEIÇÃO QUE ORIGINA UM GOVERNO DE COLIGAÇÃO?


Em 25 de Abril de 2015, Marte estará em 17º 47´/ 18º 30´ de Touro, indiciando, em caso de haver legislativas em Portugal nesta data, a formação de um governo de coligação em consequência dos resultados eleitorais. Eis exemplos.

 

Em 25 de Abril de 1983, com Marte em 14º 16´/ 15º 0´ de Touro, o PS de Mário Soares vence, sem maioria absoluta de deputados, as eleições legislativas, vendo-se forçado, por interesses de classe, a formar um governo de «bloco central» com o PSD de Mota Pinto; em 17 de Março de 2002, com Marte em 10º 50´/11º 32´ de Touro, o PSD de Durão Barroso vence, sem maioria absoluta de deputados, as eleições legislativas em Portugal, vendo-se obrigado a formar um governo decoligação com o CDS de Paulo Portas.

 

Pode acontecer, aliás, que o governo de Passos Coelho não caia em Janeiro de 2015 e dure até Setembro de 2015 mas isso não anula as leis astronómicas parcelares que aqui expusemos – anula sim, a previsão, pois o difícil é fazer o balanço do conjunto das leis na previsão. Temos praticamente a certeza de que a presença de Júpiter no signo de Virgem, entre Agosto de 2015 e Agosto de 2016, conferirá a vitória às direitas em Portugal, pelo que convém ao PS e partidos mais à esquerda a realização de legislativas até fins de Julho de 2015.


Não receberemos nunca o prémio Pessoa mas a nossa concepção determinista astronómico-astrológica da história é muito mais científica, porque baseada em factos, do que a concepção de Henrique Leitão, físico e historiador, prémio Pessoa 2014, de José Mattoso, de João Medina, de António Borges Coelho, de José Barata-Moura e da generalidade dos catedráticos de História, Filosofia e Sociologia que imperam em Portugal.


O «Expresso», jornal da burguesia iluminatti – Pinto Balsemão é membro activo do grupo de Bilderberg – não permite, tal como o «Sol», o «Público» o «Diário de Notícias», a «Visão» e outros órgãos da imprensa pseudo livre que temos, divulgar este nosso artigo e outos de astrologia histórica que publicamos neste blog. Nem a igreja católica nem as maçonarias dominantes nem o establishment académico autorizam a difusão desta doutrina, de longe a mais científica de todas as teorias da história. As universidades são forças de bloqueio do autêntico conhecimento, uma vez que são feudos de interesses pessoais, de títulos de «nobreza» supostamente científicos. Devem ser extintas como fontes do «saber supremo», ao menos na área das humanidades, e deixar de receber fundos estatais provenientes dos impostos da população: a forma raivosa como censuram e perseguem os que interligam história social com astronomia (astrologia histórica) demonstra que nelas a desonestidade é lei. 


Que honroso é para nós sermos superiores, em matéria de conhecimento holístico da história social e política, à universidade e aos sábios fragmentários como George F. Hegel, Friederich Nietzsche, Martin Heidegger, Albert Einstein, Carl Sagan, Ferdinand Braudel, Slajov Zizeck!  

 

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