Domingo, 30 de Junho de 2019
Filósofos, astrónomos e catedráticos não possuem inteligência global ou holística

 

Os filósofos e os doutorados e catedrátricos de história, astronomia, sociologia, medicina, economia possuem uma alta inteligência? Não. As suas inteligências analíticas  fragmentam a realidade, não vão além de racionalidade sectorial, não possuem a pedra angular, o fecho da abóbada do pensamento que lhes permitiria uma visão global, relacionando o macrocosmos (o grande universo, o Zodíaco e os planetas que o transitam) com o microcosmos (o planeta Terra, cada país e dentro deste cada cidade ou vila, cada ramo da indústria, cada partido político, etc.). Falta-lhes a inteligência holística: vêem a árvore mas não vêem a floresta.

 

Vejamos provas do que afirmo:

 

1º  Noventa e nove por cento dos astrónomos, dos filósofos e professores de filosofia, dos catedráticos e agregados de história, astronomia, sociologia, matemática, física e química, engenharia, etc, afirmam que «os planetas não regem os actos dos humanos e a evolução das sociedades» e que «não é possível prever com bases científicas as quedas de aviões, os resultados das eleições, porque não há leis planetário-sociais, a astrologia é uma mentira».

 

Ora uma investigação objectiva de história social e política conjugada com astronomia demonstra o contrário: há leis planetário sociais, determinismo dos graus do Zodíaco sobre os sismos, os acidentes ferroviários, as mudanças políticas em cada país, como provam os seguintes exemplos.

 

ÁREA 28º-29º DO SIGNO DE VIRGEM

ACIDENTE AÉREO NO BRASIL

 

A presença de um planeta, Nodo da Lua ou planetóide Quiron na área 28º-29º do signo de Virgem ( área 178º-179ºde longitude eclíptica) é condição necessária mas não bastante para suscitar um acidente aéreo no Brasil.

 

Em 25 de Setembro de 1932, com Mercúrio em 28º 5´ / 29º 54´ de Virgem, três homens partidários da Revolução Constitucionalista de 1932   roubam o Sikorsky S-38 P-BDAD   Pernambuco estacionado nas oficinas da Panair do Brasil na Ilha dos Ferreiros, no Rio de Janeiro e levando consigo o vigia da aeronave, tentam alcançar São Paulo mas caem nas proximidades de Sâo João do Meriti, Rio de Janeiro não havendo sobreviventes; em 28 de Julho de 1950, com Nodo Sul da Lua em 29º 50´/ ´29º 42´ de Virgem, um avião Constellation (Voo 099 da Panair do Brasil)  choca contra o Morro do Chapéu, nas proximidades do aeroporto de Porto Alegre (no atual município de Sapucaia do Sul  que na época era um distrito de São Leopoldo ) causando 51 mortos; em 29 de Setembro de 2006, com Vénus em 28º 14´/ 29º 29´ do signo de Virgem, um avião da Gol, voo 1009, colide no ar, em Mato Grosso, com um avião a jacto Legacy, morrendo 156 pessoas, a maior tragédia aérea do Brasil. 

 

ÁREA 21º-27º DE AQUÁRIO:

DESASTRE NA COSMONÁUTICA

 

A presença de um planeta, Nodo da Lua ou planetóide Quiron na área 21º-27º do signo de Aquário ( área 321º-327º de longitude eclíptica) é condição necessária mas não bastante para suscitar um acidente na cosmonáutica mundial.

 

Em 24 de Outubro de 1960, com Quiron em 27º 31´/ 27º 30´ de Aquário, no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, república da URSS, explode um foguetão, matando 165 pessoas entre sábios, militares e técnicos; em 27 de Janeiro de 1967, com Vénus em 25º 16´/ 26º 31´ de Aquário, durante um treino no solo, em Cabo Kennedy, um incêndio numa cabina Apolo da NASA mata os três cosmonautas no seu interior, Virgil Grissom, Edward White e Roger Chaffee; em 29 de Junho de 1971, com Marte em 21º 1´/ 21º 10´ de Aquário, uma brusca despressurização, ocorrida na nave Soyuz 11 antes da aterragem, mata os 3 cosmonautas soviéticos, G.Dobrovolsky, V.Volkov e V.Pataiev; em 28 de Janeiro de 1986, com Júpiter em 24º 21´/ 24º 35´ de Aquário, a nave espacial «Challenger» explode no ar, 1 minuto e 13 segundos depois de ser propulsionada desde a base da NASA em Cabo Canaveral, morrendo os 7 astronautas que transportava (Francis Scobee, Michael J.Smith, Gregory Jarvis, Judith A.Resnik, Christa McAuliffe, Ronald Nc Nair, Ellison Onizuka); em 27 de Fevereiro de 1993, com Saturno em 23º 0´/ 23º 7´ de Aquário, um foguetão espacial explode na rampa de lançamento, na Suécia, produzindo um morto e dois feridos; em 1 de Fevereiro de 2003, com Urano em 27º 50´/ 27º 54´ de Aquário, o vaivém espacial Columbia da NASA desintegra-se no ar 14 minutos antes da aterragem, morrendo os 7 tripulantes e ficando destroços incandescentes nos estados do Texas, Arkansas e Florida.

 

ÁREA 0º-3º DO SIGNO DE PEIXES:

ATENTADOS E ACIDENTES NA SUÉCIA

 

A presença de um planeta, Nodo da Lua ou planetóide Quiron na área 0º-3º do signo de Peixes  ( área 300º-303º de longitude eclíptica) é condição necessária mas não bastante para suscitar um acidente ou atentado na Suécia.

 

Em  17 de Setembro de 1961, com Quiron em 3º 18´/ 3º 15´ de Peixes, o sueco Dag Hammarskjöld, secretário-geral da ONU, morre em desastre de aviação no Congo; em 28 de Fevereiro de 1986, com Júpiter em 1º 46´/ 2º 0´ de Peixes,  Olof Palme, primeiro-ministro social-democrata da Suécia, é assassinado a tiro por um desconhecido, numa rua de Estocolmo após sair de um cinema; em 8 de Maio de 1989, com Nôdo Norte da Lua em 1º 33´/ 1º 25´ de Peixes, despenha-se um pequeno avião antes de aterrar no aeroporto de Oskarshamn, cidade costeira da Suécia, morrendo todos os seus ocupantes, entre eles o chefe da Comissão Parlamentar de Comunicações, o social-democrata John-Olle Persson; em 10 de Setembro de 2003, com Úrano em 0º 14´/ 11´ de Peixes, Marte em 2º 1´/ 1º 48´ de Peixes, Anna Lindh, ministra social-democrata, é ferida de morte com várias facadas por um imigrante quando depois de subir por umas escadas rolantes se dispunha a entrar na loja de roupa de senhora Filipa K nos grandes armazéns NK, um centro comercial em Estocolmo, vindo a morrer no dia seguinte; em 15 de Março de 2012, com Nodo Norte da Lua em 8º 9´ de Sagitário, Neptuno em 1º 30´/ 1º 33´ de Peixes, um avião militar norueguês cai numa montanha Kebnekaise, na Lapónia, na Suécia, morrendo os 5 oficiais que transportava; em 7 de Abril de 2017, com Nodo Sul da Lua em 2º 39´ de Peixes, um veiculo pesado, guiado por um inigrante ilegal,  irrompe esta sexta-feira, pouco antes das 13:00 locais (14:00 em Lisboa), por uma das ruas comerciais mais movimentadas do centro de Estocolmo, a Drottninggatan, abalroando várias pessoas pelo caminho antes de embater na montra de um grande armazém, Åhléns City, provocando 4 quatro mortos e 15 feridos, vários deles em estado grave. 

 

Ante estas e centenas de outras leis planetárias que descobrimos, as universidades, tal como a televisão e outra grande imprensa,  calam-se e tecem um manto de censura. As universidades, na área das humanísticas, deveriam ser encerradas e retirados os títulos de doutoramento aos que nelas pontificam porque difundem a grande mentira de que «é impossível provar que os astros determinam os factos histórico-sociais». Os catedráticos, como intelectuais de segunda e terceira categoria que são, dotados de uma visão esquizóide que isola os movimentos planetários das mutações sociais e biofísicas na Terra, proscrevem a astrologia história que pouco ou nada tem em comum com a astrologia comercial. Que importa que Descartes, Kant, Hegel, Husserl, Heidegger, Leonardo Coimbra, Agostinho da Silva, Eduardo Lourenço, José Gil, Giles Deleuze, Jacques Derrida, Michel Foucault, John Searle, Peter Singer, José Pacheco Pereira, José Matoso e tantos outros não tenham intuído e investigado o determinismo planetário-social por carecerem de inteligência holística?

 

E por que razão revistas como «Sábado», «Visão» e jornais como «Público», «Expresso», «Sol», «Observador», ou a Fundação Francisco Manuel dos Santos, conhecendo as nossas teses, nunca nos solicitam que as difundamos nas suas páginas? Porque o patrão de todos eles, incluídas as universidades públicas, é o mesmo: a elite global, a maçonaria illuminati de George Soros, de George Bush, de Tony Blair, de Emanuel Macron, de Angela Merkel, da família Rockfeller, das casas real britânica, espanhola, holandesa, de José Luís Cebrian, de Francisco Pinto Balsemão, etc. A informação é controlada a nível mundial, nenhum grande editor se atreve a publicar o que descobrimos.  Porque as leis que desvendámos apontam no sentido da não existência de livre arbítrio e a sua divulgação abrandaria um pouco a velocidade estonteante a que se vive dado que alertaria para riscos de acidentes aéreos, ferroviários, marítimos, de sismos, grandes incêndios, etc., em datas precisas.

 

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Sexta-feira, 22 de Abril de 2016
O surrealismo de Heidegger no conceito de distância

 

Heidegger designou cada homem, a consciência individual de cada pessoa como o "ser aí" (Dasein). Mas este pensador alemão, nazi numa dada época, fora do comum na sua perspicácia, entrou no surrealismo, na liquidificação e confusão de conceitos, quando escreveu em «Ser e tempo»:

 

«O "ser aí" se mantém, enquanto "ser no mundo", essencialmente em um des-afastar. Não pode cruzar nunca este desafastamento, a lonjura do "à mão" para ele mesmo. A lonjura de algo "à mão" relativamente ao "ser aí" é sem dúvida algo que ele pode encontrar diante de si como distância, ao precisá-la em relação de uma coisa concebida "diante dos olhos" no sítio ocupado anteriormente por ele, "o ser aí". Este pode atravessar posteriormente o intervalo da distância mas só fazendo da própria distância uma distância des-afastada. O "ser aí" conseguiu tão pouco cruzar o seu des-afastamento, que mais precisamente o foi refazendo e refaz constantemente, porque ele mesmo é essencialmente des-afastamento , quer dizer, espacial. O "ser aí" não pode ir e vir dentro do círculo dos seus des-afastamento do caso, só pode mudar uns por outros. O "ser aí" é espacial naquele modo de descobrimento do espaço do "ver em redor" que consiste em conduzir-se relativamente aos entes que estão diante de si espacialmente assim des-afastando-os constantemente (Martin Heidegger, El Ser y el Tiempo, pag 123, Fondo de Cultura Económica; o destaque a bold é posto por nós).

 

Desafastamento é o mesmo que aproximação ou que imobilização ou congelamento da distância. Ao fixar o meu olhar numa montanha distante, estou a desafastá-la, a travar a sua desaparição do meu horizonte visual.  Heidegger entra em contradição quando afirma que cada homem, isto é, o "ser aí" «não pode cruzar nunca este desafastamento, a lonjura do "à mão" para ele mesmo» e, mais à frente, diz sobre o ser aí: «Este pode atravessar posteriormente o intervalo da distância mas só fazendo da própria distância uma distância des-afastada».

Primeiro, o ser aí não pode atravessar a distância que o separa dos entes em redor, por último já pode fazendo-o posteriormente. Porquê, posteriormente? E como se faz da distância uma distância desafastada ? Distância é um fenómeno objectivo ou é uma construção subjectiva do «ser aí»? Ao caracterizar o ser aí «essencialmente como des-afastamento, isto é, espacial» Heidegger identifica, o espaço com o desafastar. Mas não há espaço no afastamento? Nada disto é claro na prosa de Heidegger, muito avaro em exemplos concretos.

 

O que é fazer da distância uma distância desafastada, se afastamento está incluído no próprio conceito de distância? É possível encurtar a distância por meios extrasensoriais e intelectuais? Sim, se falarmos no domínio da telepatia e da clarividência. É possível desafastar os 305 quilómetros entre Porto e Lisboa ou estes são inamovíveis, reais, independentes do ser aí?

 

Heidegger brinca com as palavras, torna-as obscuras, dotadas de sentidos diversos, faz poesia e apresenta isso como ciência fenomenológica mas isso não mostra como a realidade é. O reino do verbo sem referentes sólidos é o grande pecado da filosofia: fala-se ou escreve-se «caro», com certa obscuridade, e escrevem-se livros de títulos sonantes, tiram-se doutoramentos. Desde que se tenha verbosidade retórica pode chegar-se às mais «altas teorias» e o público, que não entende, venera e cala-se. Heidegger era um filósofo? Sim, mas enquanto escritor surrealista, era um charlatão inteligente, em matéria de ontognoseologia...A filosofia está cheia de catedráticos pseudo-racionais.

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Domingo, 7 de Dezembro de 2014
Breves reflexões de Dezembro de 2014

 

 

 Aqui exponho algumas breves e recorrentes reflexões neste Dezembro de 2014 em que o planeta Júpiter se mantém até 28 de Dezembro no grau 22 do signo de Leão (grau 142º em longitude eclíptica).

 
1- ESTAMOS EM RISCO DE QUE O AMOR NÃO EXISTA porque a maioria dos casamentos são apenas uma forma estável de ter sexo (duas a quatro vezes por semana) habitação e despesas domésticas compartilhadas ( muitos casais já nem fazem sexo entre os cônjugues). Proclamamos pois: o VERDADEIRO AMOR é o AMOR PRÓPRIO e nem sequer o amor a um Deus exterior pois esse Deus é o nosso próprio EGO projectado «para fora» - como se houvesse fora!

 

2- ISTO NÃO INVALIDA QUE A VIRGEM MARIA OU VÉNUS EXISTAM NO INTERIOR DE NÓS. É eficaz invocar os deuses - ou melhor: é, plausivelmente eficaz - para obter favores (emprego, amores, solução de conflitos interpessoais e político-sociais, melhorias climatéricas, etc). Há certamente muitas Virgens do Carmo - uma para cada um dos católicos que a idealizam e invocam. E cada uma está na mente exterior de cada crente e pode manifestar-se.

 

3- AS MULHERES SÃO DEUSAS ENTRE OS 17 E OS 27 ANOS DE IDADE. E nem todas. Só aquelas que são, objectivamente, belas, fisicamente falando. Objectivamente quer dizer: por largo consenso entre homens e mulheres. É evidente que há uma beleza interior que pouco se reflecte na beleza física exterior. Mas as deusas são, fisicamente, belas. Uma mulher de 40, 50 ou 60 anos não pode pretender ser uma deusa pois descobre em si as rugas e a flacidez do envelhecimento corporal. A alma espiritual, essa, não envelhece: tem sempre 16, 18 ou 20 anos de idade.

 

4- O AMOR ENTRE DUAS PESSOAS é a intersecção acidental de DOIS AMORES-PRÓPRIOS. Nada mais que isso. O  amor existe onticamente, em linguagem heideggeriana - nos fenómenos de superfície - mas ontologicamente, na parte oculta e profunda, só existe o amor-proprio.

 

5- UMA VEZ QUE O AMOR É UMA GRANDE MENTIRA convido todos os casais a manterem-se unidos sob o lema do «Amo-te muito» porque «uma mentira mil vezes repetida transforma-se em verdade».

 

6- PARA SERMOS FELIZES TEMOS QUE ACEITAR UM CERTO GRAU DE INFELICIDADE. Somos confrontados a cada passo com imperfeições, psíquicas ou físicas ou sociais, das pessoas que amamos, das pessoas com quem convivemos no dia a dia, dos lugares, dos bairros ou casas onde moramos. E isso constitui um segmento de infelicidade com que temos de nos contentar, que «temos» de aceitar. Mas não devia ser assim. O mundo está mal feito - responsabilidade do deus da matéria ou demiurgo.

 

7- PORQUE SOMOS HOMENS HETEROSSEXUAIS VESTIMO-NOS DE MULHER. Porque somos maduros, para não dizer velhos, gostamos de mulheres muito mais novas. Lei da contradição. Polaridade que forma a vida.

 

8- O PROBLEMA ONTOLÓGICO DO AMOR- Como se chega a amar alguém? De modo grego, só pela simples visualização do arquétipo (a beleza do rosto e do corpo dela coincide com os arquétipos de Mulher e de Belo) ? De modo indiano, pelo contacto físico, táctil, do beijo, do toque nos seios, nos genitais, isto é, da prática do acto sexual (mesmo que ela seja feia é óptima na cama, leva-me ao paroxismo)? Ou de outro modo?

 

9- OS DEUSES ROUBARAM A BELEZA DAS MULHERES DA MINHA GERAÇÃO. Ou terá sido só Cronos, o deus do tempo, pai de Zeus-Júpiter e este e outros deuses estão isentos de culpa? Por isso procuro mulheres de gerações mais jovens a quem os deuses, ou o deus Cronos, ainda não roubaram a beleza.

 

10- MULHERES SUPERFICIAIS - Uma mulher, por mais bela que seja, é para mim uma criatura superficial se não for capaz de orar comigo à Deusa Vénus, em ritual mágico, ou à Virgem Maria, em ritual cristão. E tem que ser autêntica na oração: uma oração sem fé é como um orgasmo fingido. Se essa mulher não crê na divindade, será incapaz de sustentar a fidelidade e manter as chaves do conhecimento hermético.

 

11- SE UM HOMEM DISSESSE «AMO-TE» A CERTAS MULHERES QUE AMA, SENSUALMENTE OU NÃO, IRIA PRESO OU SERIA AGREDIDO OU DESPEDIDO DO EMPREGO. Por isso, é preciso calar, fingir que não se ama.

 

12- UM CASAMENTO É UMA TRÉGUA NA GUERRA DAS ATRAÇÕES SEXUAIS. Para ter paz e um domínio seguro, casamo-nos. Ás vezes, pode ser preciso cortar todos os «amigos/as» do facebook para tranquilizar o conjugue e concentrar a relação em si mesma, no ovo do lar. E que são os amigos/as? Quantos nos amam? Quem tem 1500 amigos no FB, só tem 3 ou 4 amigos reais...

 

13- OS OUTROS SÃO APENAS O BÁLSAMO, OS PENSOS HIGIÉNICOS NA FERIDA ABERTA QUE É A SOLIDÃO ONTOLÓGICA DE CADA UM. Precisamos dos outros porque eles nos salvam de nós mesmos. Mas não devia ser assim. Devíamos ser autossuficientes, possuir os dois sexos, não depender de outrem. Pois deus é «bissexual», possui os dois princípios, o masculino e o feminino.

 

14- O VERDADEIRO AMOR É AQUELE QUE PRESCINDE DO ACTO SEXUAL - Ela tem uma qualquer doença no útero e não pode ter relações sexuais genitais e ele diz. «Amo-te na mesma, não te preocupes». Isto sim, é o puro amor. A contemplação da beleza dela como arquétipo. Só a visão sem o contacto íntimo.

 

15- O ENVELHECIMENTO. O envelhecimento é uma prova da maldade dos deuses ou do deus único, ou do deus da matéria, o demiurgo, que nos moldou numa fraca matéria-prima. Ao ler este meu comentário, a  aluna Jéssica acrescenta: «Num ponto de vista mais científico-filosófico é mesmo a terra e todas as suas forças que estão fartas do mal que lhes fazemos e resolvem expulsar nos daqui envelhecendo-nos do dia para a noite ahah». É uma tese plausível.

 

16- AS UNIVERSIDADES E A HISTÓRIA DA FILOSOFIA FORAM E SÃO GOVERNADAS POR FILÓSOFOS E CATEDRÁTICOS ESTÚPIDOS. Karl Popper, Saul Kripke,  Bertrand Russel, Peter Singer, Simon Blackburn e Martin Heidegger eram ou são tão estúpidos que nem sequer se deram conta de que as duas guerras mundiais do século XX  se fizeram acompanhar da presença de planetas lentos, trans-saturnianos, na área 1º-9º do signo de Leão (graus 121º a 129º da eclíptica): de 1 de Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918, Neptuno moveu-se desde 28º-27º do signo de Caranguejo a 9º do signo de Leão, e decorreu a 1ª Guerra Mundial; de 1 de Setembro de 1939 a 2 de Setembro de 1945, Plutão moveu-se de 2º-1º a 10º do signo de Leão, e decorreu a 2ª Guerra Mundial. O fenomeno astronómico - um planeta lento ocupar a área 0º-9º de Leão por um período de 4 ou 5 anos - é muito raro. As guerras mundiais são raras. Sincronizaram-se guerra mundial e primeiro decanato do signo de Leão, o que indicia uma lei.

 

E o que disseram ou dizem sobre isto as «luminárias» da filosofia portuguesa, os José Marinho, Cunha Leão, Agostinho da Silva, José Gil, Eduardo Lourenço, Miguel Reale, Luís de Araújo, António Barreto, José Pacheco Pereira, Vasco Pulido Valente, Boaventura Sousa Santos, António Teixeira Fernandes, José Reis, Irene Borges-Duarte, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Maria Leonor Xavier, Maria do Carmo Themudo, João Branquinho, Ricardo Santos, Olivier Feron, Pedro Alves, Manuela Bastos, Alexandre Franco de Sá? Nada. Não disseram, não dizem, nada sabiam e não sabem nada disto. Não conceberam e não concebem sequer que os planetas, anteriores à existência da humanidade, determinem nos seus movimentos no Zodíaco, até aos mas ínfimos pormenores, a evolução da humanidade, os períodos de guerra e paz, a sucessão dos regimes político-sociais, o comportamento de cada indivíduo, o seu tempo de vida. Como puderam ou podem, com tão elevado grau de ininteligência anti-astrologia, ocupar cátedras universitárias?

 

Muito simples: a universidade não é a cúpula do saber autêntico, os mestrados e doutoramentos não significam verdadeira inteligência mas apenas fragmentos de inteligência, na universidade só triunfam os que se moldam ao deficiente pensamento colectivo de que «os astros não determinam a existência humana, não pode haver astrologia científica, o homem é livre de traçar o seu destino, o futuro está em aberto». Os grandes filósofos iluministas e racionalistas dos séculos XVII e XVIII - Descartes, Spinoza, Montesquieu, Voltaire, Rousseau, etc. - que pretendiam "libertar a humanidade" da "tirania da superstição e da astrologia" eram, afinal, obscurantistas, obscureceram ou esconderam a influência decisiva e permanente dos planetas sobre a vida humana.

 

E a universidade contemporânea, racionalista (fragmentária), ignorante da filosofia hermética e da dialética holística, nasceu desses cérebros retorcidos e retóricos, pretensamente superiores. A universidade é uma instituição de massas, está contra a grande maioria dos pensadores autênticos que são poucos, superiormente excêntricos e alvo de censura.

 

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Sexta-feira, 25 de Abril de 2014
Equívocos no manual «Clube das Ideias, 11º ano de Filosofia» da Areal ( Crítica de Manuais Escolares- LV)

 

Diversos equívocos caracterizam o manual do professor da Areal Editores «Clube das ideias,  filosofia 11º ano» de Carlos Amorim e Catarina Pires, com revisão científica de J.A. Pinto, sem embargo de possuir alguns textos de boa qualidade.

 

AMBIGUIDADE E ERRO EM PERGUNTAS DE ESCOLHA MÚLTIPLA

 

Diversos erros pautam exercícios com questões de escolha múltipla neste manual. Vejamos exemplos:

 

«Na resposta a cada um dos itens 1 a 10, selecione a única opção que permite obter uma afirmação correcta.»

 

4. O conhecimento a priori é constituído pelas crenças que:

   

    A) Só podemos justificar sem recorrer à experiência.

    B) Só podemos justificar recorrendo à experiência.

    C) Podemos justificar sem recorrer à experiência.

    D) Podemos justificar recorrendo à experiência.»

 

(Carlos Amorim e Catarina Pires, revisão de J.A. Pinto, «Clube das ideias,  filosofia 11º ano», Areal Editores, pp. 188-189).

 

     Segundo os autores do manual, a única resposta correcta é a C.

    

Crítica minha:  Há duas respostas correctas: A e C. São quase indistinguíveis uma da outra e é uma arbitrariedade dizer que a «C é superior ou mais correcta que a A». O conhecimento a priori é aquele que ou é anterior à experiência dos sentidos ou é paralelo a esta mas hermeticamente isolado dos dados empíricos. Pobres estudantes, submetidos a perguntas tão ambíguas e mal construídas que são a «jóia» da medíocre filosofia analítica reinante no ensino em Portugal!

 

Eis outro exemplo:

 

«6. Segundo Descartes, o cogito é uma verdade indubitável porque:

 

(A) Intuímo-lo com toda a clareza e distinção.

(B)  Podemos provar que Deus existe.

(C)  A existência do nosso corpo pode ser uma ilusão.

(D)  Somos uma substância cuja natureza é o pensamento.»

 

( ibid, pag 189)

Segundo os autores do manual, só a resposta A está correcta.

 

Crítica minha: Há três respostas correctas: A, C e D. Ainda que a resposta A pareça ser a mais óbvia, a resposta C está certa: Descartes duvida do corpo mas não do cogito que é o próprio instrumento da dúvida. E a resposta D também está certa porque, intuitivamente, nos apercebemos que o nosso ser é exclusivamente pensamento (cogito), numa fase inicial do raciocínio.

 

E na ficha informativa da página 131 do manual lemos:

 

3. O argumento «Desde que se observa que agosto tem 31 dias. Portanto, no próximo verão, agosto terá 31 dias» é um:

 

(A) Argumento indutivo (generalização).

(B)  Argumento indutivo (previsão).

(C)  Argumento por analogia.

(D)  Argumento de autoridade.

 

(Carlos Amorim e Catarina Pires, revisão de J.A. Pinto, «Clube das ideias,  filosofia 11º ano», Areal Editores, pagina 131).

 

Segundo os autores a única resposta correcta é a B.

 

Crítica minha: a confusão paira à partida na divisão, algo nebulosa, entre argumento indutivo (generalização) e argumento indutivo (previsão). A previsão é uma generalização estendida para futuro. Mas o importante é perceber que nenhuma das respostas está correcta, em rigor, porque se trata de um argumento dedutivo, parte de uma premissa geral da qual extrai uma conclusão particular: «o mês de Agosto tem por natureza 31 dias, logo deduz-se que o mês de Agosto de 2014 vai ter 31 dias».

 

 

UMA INCOMPREENSÃO DO QUE É A FENOMENOLOGIA COMO ONTOLOGIA

 

Visando definir fenomenologia, o manual descreve assim a análise fenomenológica do acto de conhecer:

 

«Entre o sujeito e o objecto há uma oposição.»

«Entre eles, estabece-se uma correlação: o sujeito apreende o objecto e este é apreendido pelo sujeito.»

 «O sujeito, nessa apreensão, isto é, nesse movimento de saída de si e regresso a si, constrói uma representação ou imagem do objecto.»

 

(Carlos Amorim e Catarina Pires, revisão de J.A. Pinto, «Clube das ideias,  filosofia 11º ano», Areal Editores, pág. 141; o destaque a negrito é posto por mim).

 

Esta descrição do acto de conhecer é pertença da teoria realista, baseada num dualismo nítido entre sujeito e objecto,  e não da fenomenologia como ontologia. Nesta última, a correlação não se estabelece, é uma estrutura originária que sempre esteve lá, ligando o sujeito ao objecto exterior no mundo e não se pode desfazer. Há, pois, confusão destes autores sobre o que é fenomenologia. Seguem acriticamente textos de Hessen e Hartmann. Aliás citam um texto de Hessen que apresenta uma incoerência:

 

« O objecto é o determinante, o sujeito é o determinado. O conhecimento pode definir-se, por último, como uma determinação do sujeito pelo objecto. Mas o determinado não é o sujeito pura e simplesmente, mas apenas a imagem do objecto nele. Esta imagem é objectiva, na medida em que leva em si os traços do objecto» ( Hessen, Teoria do Conhecimento, Arménio Amado, 1976, pp 27, citado in Carlos Amorim e Catarina Pires,«Clube das ideias,  filosofia 11º ano», Areal Editores, pág. 140; o destaque a negrito é posto por mim).

 

Então o sujeito não é determinado pelo objecto mas apenas a imagem nele formada é determinada? Isto está errado. É óbvio que o sujeito é determinado, impressionado pelo objecto e a imagem deste resulta da interacção prévia sujeito-objecto. Hessen, brilhante académico, lavra no magma das confusões. Como Heidegger,  Quine ou Rorty. E muitos outros.

 

UMA TOTAL INCOMPRENSÃO SOBRE OS FENÓMENOS E A ESTÉTICA TRANSCENDENTAL EM KANT

 

Na tentativa de explicar a teoria do conhecimento em Kant, diz o manual da Areal:

 

« Imagine que hoje de manhã, como acontece a maior parte dos dias, apanhou um autocarro em direcção à escola. Vai entretido com os seus pensamentos quando, de repente, sente o autocarro a travar. À sua frente, uma pessoa desiquilibra-se e cai. A pessoa a cair dá lugar a uma intuição. As intuições correspondem à recepção dos dados da experiência através das sensações e incluem a localização no espaço e no tempo (formas puras a priori da sensibilidade): hoje pela manhã (tempo) alguém caiu no autocarro (espaço)».(Carlos Amorim e Catarina Pires,«Clube das ideias,  filosofia 11º ano», Areal Editores, pág. 182; o destaque a negrito é posto por mim).

 

Catarina Pires e Carlos Amorim não compreendem quase rigorosamente nada da ontognosiologia de Kant. Interpretam-no como um realista, isto é, no exemplo, como alguém que supõe que há um autocarro real incognoscível («númeno») e que o autocarro que vemos é  distorcido («fenómeno») - interpretação partilhada por 99% dos catedráticos de filosofia -  e não como um idealista. Ora, em Kant  dados da experiência e intuições são a mesma coisa, os dados empíricos são as sensações de matéria ( madeira, carne, pedra, ferro, etc), a cor, o som, a dureza, e tudo isto é construção subjectiva do espírito do observador: não há autocarro fora do meu espírito, sou eu que invento o autocarro com as minhas formas a priori de espaço e de tempo, e com as categorias de impenetrabilidade, unidade, realidade, sou eu que invento o corpo da pessoa a cair diante de mim .

 

Para Kant, o fenómeno é um conjunto de intuições objectivas/ sensações moldadas pelas intuições puras de espaço e tempo. Kant é, neste ponto, igual a David Hume. Não há autocarro fora de mim: a minha sensibilidade engloba o mundo inteiro e tudo o que existe materialmente é criação mental minha. Kant chama a isto realismo empírico, isto é, realismo aparente, diferente do  realismo ontológico ou transcendental. Mas não culpemos excessivamente Catarina Pires, Carlos Amorim e J.A.Pinto: nem Bertrand Russel, nem Giles Deleuze, nem Zizeck ou Heidegger entenderam este aspecto decisivo da teoria de Kant o qual, aliás, apresentou, equivocamente, a sensibilidade como «mera receptividade» quando ela é activa e cria os corpos materiais e a matéria.

 

Kant escreveu:

 

«Devíamos contudo lembrar de que os corpos não são objectos em si, que nos estejam presentes, mas uma simples manifestação fenoménica, sabe-se lá de que objecto desconhecido...de que, portanto, não é o movimento da matéria que produz em nós representações, mas que ele próprio (e, portanto, também a matéria que se torna cognoscível) é mera representação...»(Kant, Crítica da Razão Pura, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, nota da pag 363-364;o negrito é posto por mim). 

 

No exemplo do manual acima, Carlos Amorim e Catarina Pires interpretam o autocarro e a pessoa como objectos em si, reais, mas segundo se deduz de este texto de Kant o autocarro e a pessoa são meras representações inventadas pelo nosso espírito. Ora o que são representações? São imagens, sensações, ideias, juízos, e nada mais que isso. O autocarro é irreal, tal como a pessoa a cair é irreal. Não passam de fenómenos, aparências muito consistentes. Este manual, como aliás todos os outros manuais de filosofia do ensino secundário, deturpa, por incompreensão, a teoria dos objectos materiais ou estética transcendental de Kant. Esta deturpação do pensamento de Kant, por ignorância, é geral nas universidades portuguesas e brasileiras, britânicas, norte-americanas e outras.

 

O que valem as universidades? Muito e muito pouco. Os doutoramentos encobrem erros teóricos graves a par de teses correctas. Luzes e sombras impregnam as cátedras - mais sombras do que luzes. O melhor do saber está fora das universidades, em livres pensadores excêntricos que a massa académica não compreende ou não aceita.

 

 

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Domingo, 28 de Outubro de 2012
Sismos e Astrologia Histórico-Social, a ciência que as cátedras e os Estados corruptos temem

 

A previsão em Astrologia Histórico-Social, ciência que desenvolvo de forma ímpar  - oposta à astrologia tradicional «dedutiva» que recusa partir dos factos históricos concretos - funda-se na indução amplificante: alguns exemplos similares espelham  uma lei geral. E contra este método de acumulação de dados empíricos não há argumentos sólidos. As cátedras universitárias, sejam de filosofia, de história, de astrofísica, de biologia, de geografia, de matemática, de sociologia,  nada sabem sobre isto, ancoradas na concepção falsa e obtusa de que «os astros não comandam a vida política, social, biológica e cultural dos homens, colectiva ou individualmente tomados».

 

Esta é uma razão para extinguir os doutoramentos e os mestrados, que não passam de títulos de nobreza para obtusos intelectuais que não pensam holisticamente, que não correlacionam a posição de um planeta com uma certa classe de factos histórico-sociais comprovados. Destruir as cátedras universitárias na medida em que são focos de autoridade anticientífica e antifilosófica, bastiões anti astrologia histórica, é imprescindível à difusão do saber autêntico.

 

O destino existe e todos os acontecimentos estão rigorosamente predestinados pela passagem dos planetas em tais ou quais áreas do Zodíaco, como neste e em outros artigos deste blog, elucido com dados concretos. Eis o paradoxoo Estado financia  investigadores de moléculas e partículas atómicas que, supostamente, esclareceriam a origem das doenças no homem e em outros seres vivos e a origem do cosmos, mas não financia investigadores de história segundo parâmetros astronómicos, como eu, que prevêem, correctamente em muitos casos, sismos, quedas de avião, choques de comboios, acidentes notáveis em Lisboa, Porto, Londres, Nova Iorque, etc.

 

Como é evidente, os Estados (capitalistas, «comunistas» ou teocráticos) e  os respectivos ministérios de Educação e da Cultura, as cátedras universitárias, os grandes media (estações de televisão e rádio, grandes editoras de livros), as igrejas, os partidos políticos estão, em regra, na mão de criaturas arrogantes e ignorantes ou desonestas, ou reunindo estas três qualidades em simultâneo, que não difundem a verdade porque lhes não interessa. É «bom» para os senhores do poder político-financeiro e universitário-religioso que o povo seja ignorante e que os professores de filosofia, sociologia e história, os jornalistas, os colunistas e comentadores de televisão apresentem a astrologia como «mera superstição», «mística»,  «coisa incompatível com a ciência e o espírito de progresso actual, apenas digna de figurar como horóscopo na secção humorística e lúdica de cada jornal»...

 

Estudemos algumas das áreas do Zodíaco que permitem induzir, com fundamento científico razoável, a ocorrência presumível de certos acontecimentos históricos, em especial sismos, em Novembro e Dezembro de 2012 e em períodos posteriores.

 

 

ÁREA 17º-21º DO SIGNO DE SAGITÁRIO:

SISMO EM PORTUGAL

 

A passagem de um planeta, do Sol ou de um Nodo da Lua, na área 17º-21º do signo de Sagitário (graus 257º a 261º da eclíptica), é condição necessária, ainda que não bastante, para a eclosão de um sismo de alguma relevância em Portugal continental ou insular. 

 

Em 30 de Novembro de 2002, com Mercúrio em 16º 23´/ 17º 56´ do signo de Sagitário, as ilhas açoreanas de São Jorge, Faial e Graciosa sofrem 3 sismos; em 10 de Dezembro de 2002, com Sol em 17º 44´/ 18º 45´ de Sagitário, um sismo de magnitude 4,8 na escala de Richter abala as zonas de Olhão, Quarteira, Albufeira, Faro e Loulé; em 17 de Dezembro de 2009, com Vénus em 18º 58´/ 20º 14´ de Sagitário, às  01:37:47h, um sismo abala Portugal e toda a Península Ibérica numa intensidade de 6,0 na escala de Richter, tendo o epicentro no mar, a 30 km de profundidade e a Oeste de Gibraltar, cerca de 185km a Oeste de Faro e 264 km a Sudoeste de Lisboa, sendo seguido de dezasseis réplicas; em 25 de Dezembro de 2010, com Mercúrio em 22º 1´/ 21º 11´ de Sagitário, às 14 horas e 10 minutos, regista-se um sismo de magnitude 2,6 na escala de Richter na região de Vendas Novas.

 

De 30 de Outubro a 6 de Novembro de 2012, Marte transita a área 17º-21º  de Sagitário, constituindo um, entre outros, dos factores de desencadeamento de um sismo de algum relevo em Portugal. Veremos se basta para fazer eclodir tal sismo.  De 23 a 26 de Dezembro de 2012, Mercúrio transitará também a área 17º a 21º do signo de Sagitário, e de 29 de Dezembro de 2012 a 2 de Janeiro de 2013, Vénus deslizará igualmente nessa área.

 

ÁREA 20º-21º DO SIGNO DE CAPRICÓRNIO:

SISMO EM PORTUGAL

 

A passagem de um planeta, do Sol ou de um Nodo da Lua em 20º ou 21º do signo de Capricórnio é condição necessária mas insuficiente (causa parcelar, concausa) para a eclosão de um sismo de alguma relevância em Portugal.

 

Em 5 de Abril de 1926, com Nodo Sul da Lua em 21º 27´ do signo de Capricórnio, um sismo na ilha do Faial provoca danos em edifícios nas freguesias de Flamengos, Ribeirinha e Conceição, particularmente nos lugares de Farrobo, Lomba e Espalhafatos; em 12 de Janeiro de 2003, com Mercúrio em 20º 58´/ 19º 38´ de Capricórnio, eclode um sismo de 4,3 na escala de Richter em Trás-os-Montes, com epicentro 20 quilómetros a leste de Miranda do Douro; em 11 de Janeiro de 2005, com Sol em 20º 36´/ 21º 37´ de Capricórnio, às 9.29 horas, um sismo de magnitude 3,8 na escala de Richter abala Santiago do Escoural, Montemor-o-Novo, Viana do Alentejo, Évora e a zona lisboeta de Santa Apolónia; em 23 de Janeiro de 2005, com Mercúrio em 18º 41´/ 20º 12´ de Capricórnio, pelas 6.15 horas, um sismo de 2,8 na escala de Richter, com epicentro a sudoeste de Sobral de Monte Agraço, abala a região de Lisboa, Montachique e Mafra; em 12 de Fevereiro de 2007, com Marte em 19º 24´/ 20º 9´ de Capricórnio, às 10.35 h um sismo epicentro a 160 quilómetros a sudoeste do Cabo de São Vicente 5,8 na escala de Richter abala os distritos de Santarém, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja, Évora, grande Porto, sendo o Algarve a região mais afectada, ocorrendo às 11.50 horas uma réplica. 

 

De 13 a 15 de Dezembro de 2012, Marte estará em 20º e 21º do signo de Capricórnio. O Sol atravessará estes graus do Zodíaco de 10 a 12 de Janeiro de 2013, Mercúrio transitá-los-á em 13 e 14 de Janeiro de 2013 e Vénus estará nesses graus em 25 e 26 de Janeiro de 2013.

 

 

ÁREA 7º-10º DO SIGNO DE CAPRICÓRNIO:

SISMOS NO IRÃO, DESAIRES DO PSD

 

O trânsito do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 7º-10º  do signo de Capricórnio ( graus 277 a 280 da eclíptica, em longitude) é condição necessária mas insuficiente para a eclosão de um sismo no Irão e também de um desaire para o Partido Social-Democrata Português, o grande partido liberal-social da direita portuguesa.

 

Em 21 de Junho de 1990, com Úrano em 7º 57´/ 7º 55´  do signo de Capricórnio,  um sismo com magnitude 7,7 na escala de Richter, nas províncias de Gilan e Zanyan, no Noroeste do Irão, arrasa 17 vilas, 1 871 aldeias e provoca cerca de 37 000 mortos e 100 000 feridos; em 22 de Fevereiro de 2005, com Marte em 10º 48´/ 11º 31´ de Capricórnio, um sismo de magnitude 6,4 na escala de Richter abala a província de Kerman, no Irão, perto da cidade de Bam, arrasando 40 aldeias e fazendo 602 mortos e mais de 1000 feridos; em 11 de Agosto de 2012, com Plutão em 7º 18´/ 7º 17´ de Capricórnio, dois terremotos consecutivos, de 6,4 e 6,2 na escala de Richter, causam pelo menos 306 mortes e  mais de três mil feridos no Irão, em quatro distritos do Azerbaijão Oriental situados ao nordeste de Tabriz, a capital provincial, abalando esta e as cidades de Ardébil e Mehraban.

 

Em 4 de Dezembro de 1980, com Marte em 9º 5´/ 9º 51´ de Capricórnio, Francisco Sá Carneiro, líder do PSD e primeiro-ministro, Adelino Amaro da Costa, vice líder do CDS e ministro da Defesa, morrem na queda em Camarate de um pequeno avião Cesna, onde deflagrara uma bomba, encomendada pela CIA desgostada por o governo português obstar ao tráfico de armas dos EUA para o Irão; em 3 de Abril de 1987, com Neptuno em 7º 59´/ 8º 0´ de Capricórnio, a votação favorável pelas esquerdas (PS, PRD, PCP, MDP) de uma moção de censura ao governo minoritário do PSD, de Cavaco Silva, proposta pelo PRD de Hermínio Martinho, faz tombar o governo; em 20 de Fevereiro de 2005, com Marte em 9º 23´/ 10º 5´ de Capricórnio, o PSD, presidido por Santana Lopes, sofre a sua maior derrota de sempre em eleições legislativas frente a um PS de José Sócrates que, pela primeira vez desde 1975, obtèm maioria absoluta de deputados.

 

 

De 26 de Novembro a 1 de Dezembro de 2012, Marte percorerá a área 7º-10º do signo de Capricórnio, a mesma que Mercúrio percorrerá de 5 a 7 de Janeiro de 2013 e Vénus de 14 a 17 de Janeiro de 2013.

 

A sincronia entre o Irão e o PSD português é algo inconcebível para os «racionalistas» fragmentários da filosofia analítica, da fenomenologia e outras correntes, destituídos da percepção intelectual holística que caracteriza os verdadeiros filósofos. No entanto, essa sincronia existe, como existem milhares de outras.

 

 

 

ÁREA 12º-13º DO SIGNO DE AQUÁRIO:

SISMOS EM ITÁLIA

 

O trânsito do Sol, de um planeta ou de um Nodo da Lua em 12º-13º do signo de Aquário( graus 312º e 313º da eclíptica ou trajectória aparente do Sol) é condição necessária mas insuficiente para gerar um sismo de relevo em Itália.

 

Em 23 de Novembro de 1980, com Nodo Sul da Lua em 13º 47´/ 13º 38´ de Aquário, um sismo de magnitude 6,9 na escala de Richter abala Nápoles, na Itália, causando 2 737 mortos; em 26 de Setembro de 1997, com Júpiter em 12º 20´/ 12º 18´ de Aquário, eclodem dois sismos (5,5 e 5,6 Richter) no centro da Itália, nas regiões da Umbria e Marche, causando um total de 10 mortos, 3 dos quais na aldeia de Sesimo, e danificando os frescos de Giotto na Basílica de São Francisco, em Assis, onde rui a abóbada; em 7 de Outubro de 1997, com Júpiter em 12º 6´ de Aquário, dois novos sismos, o mais intenso de 4,9 na escala de Richter, abalam a região central da Itália, abrindo duas novas fendas na parede da Basílica católica de Assis.

 

 

De 10 a 12 de Janeiro de 2013, Marte percorrerá a área 12º-13º do signo de Aquário. E em 26 e 27 de Janeiro de 2013, o mesmo sucedrá com Mercúrio. A mesma área será transitada por Vénus em 11,12 e 13 de Fevereiro de 2013. Veremos se irrompem sismos em Itália.

 

A  universidade, que censura e ignora esta investigação que levo a cabo, é tão corrupta quanto o poder político e financeiro: os mesmos jogos de poder da esfera político-parlamentar se passam nela, a mesma necessidade de afirmação de autoridade dos seus catedráticos sobre a população em geral, com a diferença de que os professores universitários acumulam títulos, vencimentos elevados e teses, muitas vezes plágios do trabalho de estudantes que superintendem, ao passo que os políticos e os grandes financeiros acumulam grandes somas de dinheiro, títulos, lugares em conselhos de administração de grandes grupos económicos e poder efectivo de mover o Estado em certas áreas de negócio interno, guerras, alianças internacionais.

 

Preciosa aliada da universidade, a grande imprensa, incluindo as revistas da élite cultural-social (em Portugal: «Jornal de Letras», «Revista Portuguesa de Filosofia», «Visão», etc), propaga mentiras publicitárias sobre os «melhores pensadores mundiais»: o «Nouvel Observateur» publicou a lista dos que considera os 25 melhores pensadores mundiais, entre eles o catedrático português José Gil, mas todos esses «grandes pensadores»  não pensam o cosmos na globalidade, ignoram o que quer que seja do determinismo planetário-zodiacal em todos os aspectos da vida humana e biofísica na Terra. É uma impostura a propaganda do «Nouvel Observateur». E toda a cultura oficial universitária é, neste capítulo crucial, uma impostura.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.

 

 

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