Quinta-feira, 19 de Março de 2015
O PS, ignorante da Astrologia Política, não exige eleições já...

O GOVERNO PSD-CDS APODRECE E O PS, ESTUPIDAMENTE, NÃO EXIGE ELEIÇÕES LEGISLATIVAS JÁ .Temos de ser misericordiosos com os dirigentes do Partido Socialista Português, néscios que não levam em conta a astrologia política histórica: eles não sabem que em Setembro e Outubro de 2015, Júpiter estará no signo de Virgem, espaço do céu de 30º de arco - de 150º a 180º da eclíptica - em que Júpiter deu 3 vitórias ao PSD em legislativas, em 2 de Dezembro de 1979 (Júpiter em 9º de Virgem),  5 de Outubro 1980 (Júpiter em 25º de Virgem) e  6 de Outubro 1991 (Júpiter em 4º-5º de Virgem). Sabendo que em cada 11 ou 12 anos Júpiter atravessa durante uns 10 a 12 meses o signo da Virgem e que isso se associa a triunfos da direita liberal ou salazarista em Portugal seria de bom senso, para quem é de esquerda, evitar eleições legislativas com Júpiter em Virgem. E Júpiter estará neste signo de 11 de Agosto de 2015 a 9 de Setembro de 2016, prenunciando um fortalecimento da direita portuguesa.

 

Por isso, com o actual apodrecimento político gradual do governo PSD-CDS- dívidas de Passos Coelho à Segurança Social saldadas fora do prazo legal, lista VIP de contribuintes fiscais que beneficia uns tantos «barões» da política e da economia, etc. - o PS devia exigir eleições legislativas já, em Maio ou Junho de 2015, enquanto Júpiter está no signo de Leão, signo no qual Júpiter se encontrava aquando da reeleição de Mário Soares para presidente da República Portuguesa em 13 de Janeiro de 1991. Em 11 de Agosto de 2015, Júpiter passará do grau 29 do signo de Leão para o grau 0 do signo de Virgem e os ventos da política mudarão, passando a soprar favoravelmente às direitas de Passos Coelho e Portas. A estupidez dos que, apesar de licenciados, mestres ou doutorados em universidades, ignoram o determinismo astral é ilimitada... É óbvio que a estupidez anti-astrologia histórica infecta também os materialistas históricos do PCP, do Bloco de Esquerda, do MRPP ou do MAS que fazem do marxismo uma teologia e não uma doutrina a rectificar no interesse da classe operária.

 

Quando olhamos a história da filosofia, vemos a tragédia de sermos conduzidos por tipos como Zizeck, Heidegger, Sartre, Bertrand Russell, Saul Kripke, Rorty, Peter Singer, Husserl, Foucault, Olavo de Carvalho, Montesquieu, Hegel, Kant, Spinoza,  Descartes, que nunca conceberam o determinismo planetário - a astrologia-astronomia real - como senhor absoluto dos nossos actos e autor dos nossos destinos ...

 

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Terça-feira, 30 de Setembro de 2014
Área 16º-18º do signo de Balança: acidentes aéreos na Venezuela

 

A área 16º-18º do signo de Balança é uma das que accionam acidentes aéreos na Venezuela ou envolvendo aviões venezuelanos. É o estudo dos dados empíricos - que ninguém faz, nem mesmo os "científicos" popperianos, que dão mais atenção à excepção do que à regra - que permite legitimamente induzir leis como a que aqui exponho. Nós estamos no terreno dos factos. Eles, os arrogantes discípulos de Popper, de Russel, de Heidegger ou de Rorty, que dominam as cátedras, não estão no terreno dos factos; brandem a espada da sua ignorância contra a astrologia histórico-social.

 

 

 

ÁREA 16º-18 DE BALANÇA:

ACIDENTES AÉREOS NA VENEZUELA

.

A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua em 16º-18º do signo de Balança - graus 196º, 197 e 198º da eclíptica - é condição necessária mas não suficiente para causar um acidente aéreo na Venezuela.

 

Em 27 de Agosto de 2010, com Marte em 17º 34´/ 18º 13´ de Balança, dez militares venezuelanos morrem na queda de um helicóptero, no estado de Apure, Venezuela, junto da fronteira com a Colômbia; em 7 de Janeiro de 2011, com Saturno em 16º 54´/ 16º 56´ de Balança, cinco pessoas morrem na queda de um pequeno avião no Estado de Cojedes, na Venezuela, e uma menina de 10 anos escapa ilesa;em 22 de Fevereiro de 2011, com Saturno em 16º 34´/ 16º 34´ de Balança,  uma avioneta tipo Cessna 340, matrícula YV-2402.seis despenha-se em San Pedro do Rio, no estado venezuelano de Táchira (800 quilómetros a sudoeste de Caracas), morrendo 6 pessoas.

 

Próximas datas em que o Sol ou um planeta passam na área 16º-18º  de Balança são: de 12 a 15 de Outubro de 2014 (Vénus); de 20 a 30 de Outubro de 2014 (Mercúrio); de 9 de Novembro a 23 de Dezembro de 2014 (Nodo Norte da Lua).

 

Isto é ciência histórico-astronómica: posição planetária no Zodíaco é causa, acidente aéreo ou outro fenómeno (acidente de comboio, queda de governo no país X ou Y) é consequência, ou se quisermos não falar em causas, fenómeno correlato necessário. As academias portuguesa, brasileira, espanhola e outras, que lêem estes artigos de astrologia histórica deste blog, calam-se prudentemente: não sabem conjugar factos sociais e biológicos com factos astronómicos, fingem ignorar o que escrevemos. A astrologia histórica que desenvolvemos, precisa, concreta, é irrefutável. Supera Descartes, Hume, Kant, Einstein, Heidegger, Singer e a tradição filosófica dominante.

 

Fascismo epistémico - é a expressão que designa a situação geral de rejeição nas academias da ciência astrológica que desenvolvemos. Assim a filosofia surge, nessas instituições e no mundo da televisão e grandes media, como instrumento de opressão, força censória, e não como aletheia, desocultação da verdade. Se és mestre ou doutorado em filosofia, história, sociologia, astronomia, física, matemática e negas ou ignoras o determinismo planetário, és um pensador medíocre, indigno de leccionar em uma verdadeira universidade.

 

 

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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011
A astrologia científica, a pseudo-astrologia e as presidenciais de 23 de Janeiro de 2011

A grande maioria dos filósofos, inteligências superiores ou inteligências médio-elevadas, foram néscios a respeito da astrologia. Platão, Aristóteles, Marco Aurélio, Tomás de Aquino, Galileu, Kepler, Tycho Brahe, Paul Feyerabend reconheceram a realidade das influências planetárias sobre a vida física e social, colectiva e individual, na Terra, e alguns deles fizeram estudos matemático-astrológicos, convictos de que há uma astrologia científica - a astrologia não é senão uma matemática celeste, uma geometria descritiva, uma astronomia correlacionada com os factos histórico-sociais. Voltaire, Rousseau, Nietzschze, Marx, Kant, Hegel, Popper, Husserl, Santayana, Heidegger, Thomas Nagel, Simon Blackburn e tantos outros atacaram ou ignoraram a astrologia como "superstição" , "fantasia anti científica", "religião primitiva irracional". É do senso comum que «nenhum catedrático da área das ciências empíricas, da filosofia ou da sociologia deve defender a veracidade e a racionalidade da astrologia». Se o fizer, verá anulada a sua tese de doutoramento, como já sucedeu em França com um académico.

 

A verdade é que a astrologia científica é absolutamente racional e constitui uma ciência empírico-formal como a Física ou a Astronomia: há nela leis astronómicas exactas que servem de base à descoberta de leis astronómico- políticas e biosociais que regem as sociedades humanas no quotidiano. Considerar a História como ciência e a Astrologia Histórico-Social como superstição é absurdo: a Astrologia engloba a História Social e Política, quantifica ou matematiza os factos histórico-sociais e, portanto, é ainda mais científica do que a História Política, Económica e Social.

 

Quase todos os que atacam a astrologia nada sabem da sua base astronómica. Não sabem sequer, em regra, o que é um signo: julgam que se trata de um período de tempo de 30 dias que vai aproximadamente dos dias 21 oa 23 de um dado mês aos dias 20 a 22 do mês seguinte quando não é nada disso; um signo é uma porção de espaço de 30º graus de arco do Zodíaco, concebido como a faixa menos interior de um  círculo celeste, e os doze signos são os doze fatias desse "pneu" de 360º  que estão no céu o ano inteiro, a cada dia, hora, minuto e segundo.

 

A FALÁCIA DOS «13 SIGNOS», RESULTANTE DA CONFUSÃO ENTRE SIGNOS E CONSTELAÇÕES

 

Os néscios deixam-se enganar pela notícia televisiva falaciosa de que «a descoberta da constelação de Serpentário implica a criação de um 13º signo do Zodíaco e destrói a geometria dos signos em vigor.»´Isso é tão absurdo como dividir uma estrada de 12 quilómetros em 13 partes: cada divisão deixaria de ser um quilómetro exacto, do mesmo modo que cada um dos doze signos deixaria de ser um signo de 30º se tivesse de ceder 2º 30´ de arco a um 13º signo. Não há espaço na eclíptica para este. Essa falácia confunde as constelações - grupos de estrelas - com os signos - fatias de 30º cada um do céu, imutáveis, porque só dependem da distância ao ponto vernal (0º do signo de Carneiro), que o sol atravessa em 21 de Março de cada ano. A constelação do Serpentário está desde há milhares de anos alojada dentro do signo de Sagitário (de 6º a 25º deste signo), é um hóspede deste, tal como grande parte da constelação de Escorpião. Assim sendo, o Serpentário não cria signo nenhum: já é parte de um signo existente. Hoje o ponto vernal, grau 0º do signo de Carneiro, situa-se no grau 5º da constelação de Peixes e no ano 3000 esse ponto estará no grau 3º da constelação de Peixes mas não há confusão nenhuma nisso: os 12 signos são como uma auto-estrada imutável de 12 quilómetros e as constelações são comparáveis a casas que se derrubam ou constroem ao longo dessa auto-estrada.

 

AS LEIS ASTRONÓMICAS APLICADAS À VIDA DAS SOCIEDADES DESVENDAM LEIS ASTRONÓMICO-SOCIAIS

 

A descoberta das leis astrológicas, ou melhor, astronómico-histórico-sociais, faz-se não por dedução, mas por indução de dezenas ou centenas de milhar de factos históricos, sociais e biofísicos, comparando-os entre si e isolando as variáveis planetário-zodiacais comuns. Vou dar um exemplo. Descobri entre centenas de outras, a seguinte lei, que publiquei em livro, há anos:

 

ÁREA 14º A 20º DO SIGNO DE LEÃO:

EXPLOSÕES NOTÁVEIS DE BOMBAS

 

A passagem do Sol, de um planeta ou de um nodo lunar na área 14º-20º do signo de Leão (graus 134º a 140º da eclíptica ou trajectória aparente do sol) é condição necessária mas não suficiente para gerar explosões de bombas notáveis. Eis alguns exemplos:

 

Em 16 de Julho de 1945, com Mercúrio em 18º-20º do signo de Leão, rebenta em Alamo Gordo, Novo México, EUA, uma potente bomba atómica de fissão nuclear; em 6 de Agosto de 1945, com Plutão em 9º-10º e Sol em 13º-14º do signo de Leão, uma bomba atómica é lançada de um avião dos EUA sobre Hiroshima; em 22 de Setembro de 1949, com Plutão em 17º do signo de Leão, a URSS provoca a explosão da sua primeira bomba nuclear; em 3 de Outubro de 1952, com Nodo Sul da Lua em 20º de Leão, a Inglaterra faz explodir a sua primeira bomba nuclear; em 16 de Outubro de 1964, com Marte em 18º do signo de Leão, a China torna pública a explosão de uma sua bomba nuclear; em 19 de Abril de 1995, com Marte em 16º do signo de Leão, em Madrid, um carro armadilhado da ETA rebenta à passagem do veículo blindado do chefe do governo espanhol, José María Aznar, que escapa ileso; em 11 de Setembro de 2001, com Vénus em 17º-18º do signo de Leão, dois aviões de passageiros chocam contra as torres gémeas em Nova Iorque e um míssil é disparado contra a parede do Pentágono, em Washington, num "auto-atentado" que causa cerca de 2940 mortos, urdido pela elite política secreta mundialista dos EUA (Dick Cheney, Bush e outros).

 

Gostaria que algum desses cretinos - licenciados, mestres ou doutorados - que atacam a priori a astrologia, por pura lavagem ao cérebro «anti astrológica» a que foram submetidos, refutassem estes dados concretos e continuassem a jurar que não há bases nenhumas científicas para sustentar a correlação necessária entre posições planetárias e solares no Zodíaco e factos biofísicos, políticos, sociais e económicos na Terra...

 

A astrologia científica para a qual tenho dado um contributo fundamental durante décadas, sistematicamente silenciado por uma imprensa ao serviço da universidade obscurantista - contributo materializado, por exemplo, na escrita e publicação de «Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco» (Editorial Estampa, Lisboa 2001), o primeiro livro na história da astrologia mundial a identificar cada grau do Zodíaco do ponto de vista político, económico, cultural, geográfico-nacional, religioso, artístico, anatómico, etc, e ainda na escrita e publicação de «Os acidentes em Lisboa na Astrologia-Astronomia, Astrology and accidents in USA» (Beja, 2008) livro bilingue, que expõe a novíssima teoria da equivalência biofísica e político-social entre os graus-minutos homólogos dos vários signos - é absolutamente distinta da psico-astrologia convertida em pseudo-astrologia pelos astrólogos comerciais do momento, através de medíocres prestações televisivas, de livros de previsões anuais e dos "horóscopos" dos jornais e revistas da especialidade.

 

A LEI ASTRONÓMICA DOS DESAIRES DO PARTIDO SOCIALISTA QUANDO UM PLANETA TRANSITA 14º-17º DO SIGNO DE SAGITÁRIO FOI CONFIRMADA NAS PRESIDENCIAIS DE 23 DE JANEIRO DE 2011

 

As eleições presidenciais em Portugal de 23 de Janeiro de 2011, com Vénus a transitar 16º-17º de Sagitário ( dito de outro modo: nos graus 256º-257º da eclíptica, uma vez que o grau 0º de Sagitário é o grau 240 da eclíptica e o grau 30 de Sagitário ou 0º de Capricórnio é o grau 270 da eclíptica), confirmaram a seguinte lei astronómica:

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 14º-17º de Sagitário, é condição necessária mas não suficiente para provocar a queda de um governo do Partido Socialista Português ou uma derrota eleitoral de este ou outro facto político infausto. Exemplos:

 

Em 8 de Dezembro de 1977, com Neptuno em 15º de Sagitário, o governo PS de Mário Soares é derrubado no parlamento ao ser rejeitada a moção de confiança; em 27 de Julho de 1978, com Neptuno em 15º de Sagitário, o presidente Ramalho Eanes destitui Mário Soares, líder do PS, do cargo de primeiro-ministro, dias depois de os ministros CDS abandonarem o governo; em 13 de Junho de 1985, com Úrano em 15º de Sagitário, os ministros e secretários de Estado do PSD abandonam o governo de coligação PS-PSD, chefiado pelo socialista Mário Soares, precipitando a queda do governo; em 6 de Outubro de 1985, com Úrano em 14º de Sagitário, o PS é clamorosamente derrotado, com 20% de votos, em eleições legislativas, pelo PSD de Cavaco Silva, com 29% de votos, o que origina a subida ao poder de um governo minoritário do PSD, ancorado no PRD de Hermínio Martinho;  em 28 de Fevereiro de 1986, com Marte em 14º de Sagitário, o primeiro-ministro sueco, o socialista Olof Palme, amigo de Mário Soares e do PS português, é assassinado a tiro em Estocolmo, presumivelmente por Roberto Thierne, genro do ditador fascista chileno Augusto Pinochet; em 19 de Julho de 1987, com Saturno em 14º de Sagitário, o PSD de Cavaco Silva vence com maioria absoluta as eleições legislativas derrotando o PS de Vítor Constâncio; em 16 de Dezembro de 2001, com Vénus em 17º-18º de Sagitário, o PS é derrotado em eleições autárquicas e o primeiro-ministro socialista católico António Guterres demite-se, fazendo cair o governo; em 17 de Março de 2002, com Plutão em 17º de Sagitário, o PSD de Durão Barroso derrota o PS de Ferro Rodrigues em eleições legislativas e fica apto a formar governo de coligação com o CDS de Paulo Portas; em 23 de Janeiro de 2011, com Vénus em 16º-17º de Sagitário, Cavaco Silva, candidato liberal-conservador, é reeleito presidente da república portuguesa com 52,9 % dos votos válidos, derrotando o candidato formal do PS, Manuel Alegre, que colhe 19,8% de votos, e o candidato independente Fernando Nobre, apoiado pela ala direita do PS, o qual obtém 14,1% de votos.

 

É extremamente verosímil crer que há, por conseguinte, determinismo planetário, leis astrais exactas, na eclosão de todos os factos políticos, sociais, económicos, culturais que dia a dia constituem o fluir do rio da vida humana na Terra. Temos uma ciência astrológica capaz de fazer previsões sustentadas na indução dos factos históricos, numa perspectiva positivista.

  

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