Segunda-feira, 25 de Novembro de 2019
O Bloco de Esquerda serve a Cristo ou a Satã?

O Bloco de Esquerda, que oscila entre a social-democracia, o trotskismo e o anarquismo, tem uma intervenção meritória no campo da defesa dos direitos dos trabalhadores: Alberto Matos, coordenador do BE no Baixo Alentejo, faz um trabalho notável de integração de imigrantes islâmicos e hindus, africanos ou asiáticos, em Beja, a deputada do BE, Isabel Pires, esteve com os mineiros da Somincor, Castro Verde, em 6 de Novembro de 2017, numa greve que teve como objetivo central a humanização dos horários de trabalho, para os dois grandes grupos de trabalhadores, os mineiros e os operadores de lavarias e adstritos.

 

Mas no plano da moral sexual individual o Bloco de Esquerda é uma lástima: é o principal promotor da ideologia de igualdade de género em Portugal, enfeudado que está à LGBTI. A propaganda do homossexualismo leva muitas almas a cair no inferno e é contra-revolucionária: o homossexual pode ser, artística e literariamente, muito criativo mas não é, em regra, suficientemente forte para adoptar posições revolucionárias que passam por desligar o país da União Europeia e da Nova Ordem Mundial. Ao promover com o PS, dominado pela maçonaria, e com o PCP, as leis do aborto livre, do casamento de gays e lésbicas e da adopção de crianças por casais gays, o BE serve Lúcifer, o príncipe deste mundo, que nos quer enganar a todos com uma falsa felicidade passageira. Os nossos adolescentes estão profundamente corrompidos: aos 12 ou 13 anos, há já bastantes rapazes e raparigas aqui no Alentejo que participam em orgias bissexuais, se fazem fotografar nus e difundem essas fotos na internet.

 

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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018
Socialistas, Bloco de Esquerda e comunistas: impulsionadores da islamização fascista da Europa

 

A invasão islâmica da Europa, cristã e laicista, constitui hoje e nas próximas décadas um dos polos da contradição principal em termos geopolíticos. O outro pólo é o bloco de classes sociais que resiste a essa invasão. A classe operária europeia é patriótica e opõe-se à islamização da Europa pela entrada de imigrantes que lhe retira empregos e liberdades. À esquerda, falta um partido nacionalista, proletário, que desmascare os partidos socialistas, o Bloco de Esquerda e o PCP, que agem com um falso humanismo abrindo as portas à imigração islâmica conforme o planeado pelo clube de Bilderberg e a Comissão Trilateral.

 

António Costa, Catarina Martins, Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa são de esquerda? Não, no que respeita à política de imigração. As esquerdas institucionais e o centro-direita permitiram o cerco e a degradação dos bairros operários dos seus países por centenas de milhar de imigrantes islâmicos que albergam uma latente hostilidade à cultura cristã e democrática europeia, obrigam as mulheres a usar véu, violam raparigas inglesas, suecas ou alemãs e sequestram as liberdades individuais. No Reino Unido, o país europeu com mais imigrantes islâmicos, a bandeira de São Jorge não foi hasteada no dia 23 de Abril para não ofender a bandeira do Islão por causa da cruz...

 

O Bloco de Esquerda, fundado em 1999, com Francisco Louçã, trotskista, dirigente do Partido Socialista Revolucionário, como coordenador é uma criação da maçonaria iluminati, tal como o Unidos Podemos de Pablo Iglesias, fundado em 9 de Maio de 2016. Louçã, professor universitário, é comentador televisivo em Portugal porque é inócuo para a burguesia cosmopolita europeísta: tal como Ângela Merkel apoia a entrada massiva de imigrantes islâmicos na Europa, a perda de soberania das nações a favor de um superestado europeu hegemonizado pela Alemanha e a França, a vacinação em massa das populações, sabendo, embora, que as vacinas contêm alumínio e mercúrio, produtos cancerígenos. O islamismo é a extrema-direita na Europa e é  esta corrente étnico-religiosa que os socialistas, os democratas-cristãos, os liberais e os filocomunistas do BE promovem autorizando a construção de mesquitas, construindo bairros onde o Islão domina e reina o medo, etc.

 

O Bloco de Esquerda mergulha no paradoxo: por um lado, proclama a libertação da muher implementando o aborto livre no Serviço Nacional de Saúde, fazendo com que os fetos, células estaminais, e plasma sanguíneo sejam vendidos às farmacêuticas que os vão usar na produção de vacinas; por outro lado, favorece a implantação na Europa do islamismo, uma civilização medieval incompatível com a democracia, que traz de África e da Ásia milhões de mulheres subjugadas a pais e maridos despóticos e gera terroristas, manipulados pelos serviços secretos israelitas, norte-americanos, britânicos, franceses e outros.

 

A ideologia de género defendida pelos socialistas de direita, como o PS português, e pelos socialistas de esquerda e filocomunistas, como o BE português e o Unidos Podemos Espanhol, ideologia que iguala ao pormenor em direitos a heterossexualidade, a homossexualidade e a transexualidade impondo o casamento gay e a adopção de crianças por casais do mesmo sexo espelha a mentalidade de um racionalismo abstracto, geométrico e falseador da realidade que é próprio da maçonaria. Isto visa criar seres psiquicamente andróginos, mais facilmente manipuláveis do que os que têm opções tradicionais, homem macho e mulher fêmea, bem definidas. Por exemplo, em 10 de Dezembro de 2018, a TVE noticiava que a Generalitat valenciana proibiu etiquetar os brinquedos segundo o sexo genético: nada de carrinhos militares para meninos, bonecas para meninas...as bonecas e os lacinhos cor de rosa são para todos os que gostarem, já que o conceito de género se opõe frequentemente ao de sexo orgânico com que a «malvada» natureza dotou cada um.

 

A classe operária, ao contrário da tese marxista, é essencialmente patriótica, nacionalista. Internacionalista é a burguesia que faz circular os capitais e mercadorias e as suas forças militares pelo mundo inteiro. A direita nacional anti islâmica ( Vox de Santiago Abascal, Front Nacional de Marine Le Pen, etc.) é, nesta fase, aliada da classe operária europeia. O nacionalismo democrático é a via de defesa da Europa e proclama : islamofascismo fora da Europa! Pare-se o fluxo de imigrantes oriundo de países islâmicos para o continente europeu!

 

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Sábado, 8 de Dezembro de 2018
Bloco de Esquerdas y Podemos no defienden a la classe obrera sino a la classe media y al fundamentalismo islamico

 

En España como en Portugal hay partidos a la izquierda de los socialistas - el Bloco de Esquerda, de Catarina Martins; Unidos Podemos de Pablo Iglesias - que no representan a la clase obrera sino la capa superior de la clase media urbana.

 

Ni el Bloco de Izquierda portugues ni el Unidos Podemos español denuncian la islamización de Europa por las olas sucesivas de inmigrantes islamicos venidos de Siria, Irak, Afganistan, Pakistan, Libia, Marruecos, Argelia, etc. Y ambos clasifican de «fascistas», «xenófobos» y «racistas» a los partidos conservadores de derechas, nacionalistas cristianos, como el Frente Nacional de Marine Le Pen, en Francia, y Vox, de Santiago Abascal, en España, porque estos dos partidos defienden el cese de la inmigración islamica hacía Europa y el cierre de las mezquitas donde se hacen violentos discursos contra la democracia en Europa.

 

El 14 de noviembre de 2018, un mítin de Vox, en Murcia, fue cercado por centenares de «antifascistas» de Unidos Podemos que intentaron agredir a los participantes gritando «Sin piernas ni brazos, fascistas a pedazos», «Los mataremos a todos como en Paracuelos», refiriéndose a las matanzas sistematicas de unas 3 000 personas de derechas en noviembre de 1936 bajo la supervisión del comisario comunista Santiago Carrillo en las fosas de Paracuelos del Jarama, Madrid, durante el ataque del ejército de Franco .

 

Los antifascistas comunistas - los de Unidos Podemos - se vuelven social-fascistas como Lenin y Trotski lo fueron en febrero de 1918 al suprimir el parlamento elegido en Rusia donde los comunistas solo poseían el 25% de  escaños y   al aplastar en marzo de 1921 el soviet de Kronstad regido por anarquistas y socialistas revolucionarios.

 

Los antifascistas catalanes de Comités de Defensa de la República se vuelven social-fascistas cuando, como sucedió el 6 de diciembre de 2018, atacan en la plaza 1º de octubre en Girona con palos y piedras un mítin de Plataforma per Catalunya, partido de Monica Lora, no independentista que pone en primer plan el combate a la inmigración islâmica ilegal, a la islamización de Catalunya y a los abusos sexuales cometidos por magrebíes y otros sobre mujeres de cualquier nacionalidad.

 

En 2015, había unos 19 millones de musulmanes en la Unión Europea, un 3,8% de la población total. La gran mayoría eran sunitas con una minoría de chiitas. Los países con mayor porcentaje de población musulmana eran Francia, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Alemania y Suecia.

 

El 5% de la población británica es de religión musulmana pero ese porcentaje no ha impedido que haya miles y miles de violaciones y otros abusos sexuales de chicas inglesas por inmigrantes de Pakistán,  Bangladesh, y otros países, hechos graves que la prensa no relata por miedo. En Suecia, que recibió una oleada de 250 000 inmigrantes en 2015-2016 y dejó de ser un país de hermosa tranquilidad, hay barrios, en Malmo y Gotemburgo, donde la policía no entra a causa de las mafias de inmigrantes.

 

En diciembre de 2016, un obrero de Foroches, militante del Partido Comunista de los Pueblos de España, se pasó a la derecha nacional que defiende la clase obrera y su modo tradicional tranquilo de vivir y dejó el siguiente testimonio:

 

«Y, por supuesto, un barrio donde el porcentaje de inmigrantes ronda el 40% aproximadamente, en función de lo que veo cada día. Si eliminamos a los chinos y a la inmigración europea, pues hay italianos y portugueses, quizá nos pongamos en un 30 o 35% de moros, negros y sudamericanos.»

 

¿Y sabéis qué? Mi barrio no ha sido siempre así. Cuando yo era pequeño nos pasábamos horas en la calle sin temer absolutamente nada, más allá de los dos o tres yonkis pasados por la heroína a los que los propios adultos metían una hostia si se acercaban más de la cuenta a algún niño, aunque el adulto y el niño no se conocieran. Aquí había gente que dejaba las llaves puestas en el coche por la noche (sí, como lo oís) para asegurarse de no perderlas, y no se lo robaban. El dueño de la panadería la dejaba abierta todo el día, aunque él no estuviera dentro, y tú cogías la barra que querías y dejabas el dinero en un cesto. Cuando se jodía algo y el Ayuntamiento tardaba en repararlo, éramos nosotros los que lo solventábamos. Éramos una familia. Y hoy en día, pasar por esas calles es desolador. Y claro, por entonces, los españoles éramos más del 99% del barrio.»

 

«De vez en cuando vienen partidos como Podemos a dar discursos. Partidos hechos para la gente de clase media que vive en los barrios del centro. Y todos nos vamos dando cuenta, poco a poco, de que no es para nosotros. Están alejados de la realidad de los obreros, ni siquiera mencionan la lucha de clases en ninguna parte de su discurso.»

 

«Esos supuestos revolucionarios de izquierdas giran su discurso alrededor de gilipolleces que a los cabezas de familia sin trabajo les suda tres cojones. Vienen hablando de la construcción de un carril bici, del ecologismo, de los autobuses eléctricos, de meter (aunque sea con calzador) a mujeres en puestos de responsabilidad para que sean el 50%. Vienen hablando del ecologismo, de visibilizar al colectivo LGTBI, de financiar los cambios de sexo. Viene hablando de la importancia de integrar a los musulmanes en nuestra sociedad, de construir mezquitas; a la par que atacan a la Iglesia católica, de la que la mayor parte del barrio es seguidora (yo no lo soy). Vienen a hablarnos de acoger refugiados, como si esos refugiados fueran a vivir a los barrios del centro donde viven el grueso de votantes de Podemos. ¡No, van a venir a nuestro puto barrio, y que nadie lo dude, joder!»

 

«No es casualidad que en Francia mismamente, los socialistas arrasen en los barrios de clase media y alta, los conservadores anden en todos, y que Le Pen domine abrumadoramente en los barrios obreros. La gente de aquí quiere Paz, Trabajo y Pan. Quiere comer todos los días, un techo bajo el que dormir, y un nivel de vida digno para sus hijos. Los transexuales y los carriles bici nos sudan los huevos. Esos problemas son para vosotros, los de los barrios buenos, que podéis votar a Podemos para ser los más guays del grupo. Habría que ver qué pasaría si fueran vuestros barrios lo que están así.»

 

«Los únicos que hablan por el pueblo son los partidos de extrema derecha. Son los únicos que están entendiendo lo que sucede y que atacan al daño moral que supone ver tu cultura invadida, poco a poco, por terceros que no hacen siquiera ademán de integrarse y que han hecho del barrio la escoria que es hoy en día. No es un asunto de pobreza. Hace 30 años éramos pobres, mucho más que ahora, y el barrio era otra cosa bien distinta. Cuando mis padres vivían aquí antes de que yo naciera eran aún más pobres, y seguía siendo otra cosa.»

 

«Al final, incluso yo, un exmilitante del PCPE (Partido Comunista de los Pueblos de España) está desencantado con esta izquierda pro–LGTBI, pro–inmigración y que ataca constantemente al hombre blanco. Parece ser que si un hombre blanco entre un millón viola a una mujer todos son iguales; pero si 600 musulmanes entre 2.000 se dedican a delinquir y a vivir de la puta paga, “¡eh, no generalices tío!”. (Paga que no dan ni a un pobre hombre que haya empezado a currar con 16 y que se haya quedado en paro a los 46, después de 30 años, teniendo mujer e hijos).»

 

«Y declaro: en cuanto aparezca en España un partido de extrema derecha serio, voy a votarlo. Y muchos en mi barrio pensamos igual. Ahora solo haya agrupaciones de rapados mononeuronales como España 2000 o casposos como los de Vox, pero tarde o temprano aparecerá uno. Vaya si lo hará, igual que en toda Europa ha sucedido y solo faltamos nosotros.»

«¿Y sabéis qué? A los que vivimos aquí nos la suda que venga un pijo gafapasta a llamarnos racistas, xenófobos e intolerantes. Nos la va a sudar completamente. Y por lo que se habla en las calles, ese utópico partido no va a tener pocos votos precisamente. Estamos hartos”.»

 

(artículo «Un joven obrero explica su paso de la extrema izquierda al patriotismo de derechas», em el manifiesto.com, 28 de diciembre de 2016; la letra negrita es puesta por nosotros).

 

Comunistas, socialistas, centristas, liberales y conservadores partidarios de la apertura de fronteras de Europa a la inmigración islamica están suicidando Europa y preparando la futura guerra civil europea porque el islamismo es el fascismo religioso que apunta a la destrución de las democracias liberales y de los derechos e libertades de mujeres y hombres. La verdadera extrema derecha es la elite mundialista de milionarios, como George Soros, que financia a las mafias que transportan inmigrantes en pateras desde África y Asia hacía España, Italia, Grecia con la finalidad de sumergir Europa en la mano de obra islamica que impondrá la sharia en barrios y ciudades.

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Sábado, 20 de Janeiro de 2018
David Icke denuncia a vacinação, a Igreja Católica e as "esquerdas" em Portugal calam-se

 

David Icke (Leicester, Reino Unido, 29 de Abril de 1952) escritor e orador britânico, que se dedicou, desde 1990, a pesquisar sobre a elite que domina o mundo, ex repórter, ex apresentador de programa de desporto, e ex porta-voz do Partido Verde da Inglaterra e do País de Gales, desmascara a vacinação como um dos processos de ataque da elite reptiliana que governa o mundo contra a população em geral. Mas a Igreja Católica Romana e as demais igrejas oficiais nada dizem sobre o assunto, pois estão em conluio com as autoridades executoras da vontade das multinacionais farmacêuticas e dos seus patrões illuminati...

 

David Icke escreve:

«Eis aqui um extracto do meu livro Infinite Love is the Only Truth - Everything Else Is Ilusion:

 

«O processo de fabricação das vacinas inclui o uso de macacos, embriões de frangos e fetos humanos, além de desinfectantes e estabilizadores como a estreptomicina, o cloreto de sódio, o hidróxido de sódio, o alumínio, o clorohidrato, o sorbitol a gelatina hidrolisada, o formaldeído e um derivado do mercúrio chamado timerosal. A vacina contra a difteria, a tosse convulsa e o tétano contém os seguintes componentes:

 

Hidróxido de sódio: Entre outras coisas, pode queimar os orgãos internos, provocar cegueira e dano pulmonar e tecidular; a sua ingestão pode ser catastrófica. Encontra-se nos produtos de limpeza de fornos, casas de banho e retretes.

Formaldeído: É uma neurotoxina que pode provocar cancro. Também pode provocar insónia, tosse, cefaleia, náuseas, hemorragias nasais e erupções cutãneas. Usa-se, de forma oportuna, para embalsamar cadáveres.

Ácido clorídrico: Pode destruir tecidos por contacto directo e encontra-se nos produtos de limpeza do alumínio e dos antioxidantes.

Alumínio: Produto tóxico e cancerígeno.

Timerosal: Um derivado do mercúrio e conservante sumamente perigoso. está composto por glicol anticoagulante e rtanol, ácido tiosalicílico, hidróxido de sódio e cloreto de etilmercúrio. Estas substâncias químicas são letais e podem provocar cancro ademais de dano cerebral e hepático.

 Fosfatos: Afogam todas as formas de vida aquática e encontram-se nos detergentes da máquina de lavar, e máquina de lavar louça e nos produtos de limpeza.

 

 «Este monte de lixo venenoso ataca o sistema imunológico que supostamente  deveria proteger e, mesmo assim, os pais estadunidenses estão sendo levados a julgamento por não permitirem administrar semelhantes produtos letais aos seus filhos. Advertem as pessoas dos potenciais efeitos que poderia ter o facto de que os seus filhos estarem em contacto com crianças que não se vacinaram e deste modo aterrorizam-nas com o fim de que aceitem esta tirania. Sem embargo, se se vacinaram, porque deveria ser isso um problema? Oh, sim, mas é. Simplesmente não querem que o saibamos. Para começar, o mercúrio é um dos primeiros suspeitos de provocar autismo nas crianças. Entre 1989 e finais de 1990 aumentou o número de vacinas infectadas de mercúrio e também o número de meninos com autismo.»

 

(David Icke, La conspiración mundial y como acabar con ella, Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 819-820; o bold é colocado por nós).

 

David Icke é mais amigo da humanidade do que o papa Francisco, os padres e os líderes de outras religiões em geral: ele alerta-nos contra o veneno das vacinas. O papa, os padres e os líderes das várias religiões não. Ignoram o assunto, mandam-nos rezar e perdoar - enquanto os industriais e cientistas maldosos difundem ou inoculam o veneno nas crianças. Mas não se pode perdoar a criminosos: há que travá-los na sua ação. Papa, bispos, padres, pastores evangélicos, rabinos,  imãs, Dalai Lama, estão todos em conluio com os governos agentes das indústrias químicas e farmacêuticas. As escolas não podem, não devem  exigir aos alunos a entrega do boletim de vacinas no acto da matrícula ou renovação de matrícula: fazê-lo é um acto de fascismo médico.

 

David Icke é mais amigo da humanidade do que a grande maioria da classe médica, do que Sobrinho Simões, José Fragata, Eduardo Barroso, Francisco George, Graça Freitas, e doutorados ou dirigentes portugueses na área da «saúde pública» que advogam ou praticam a vacinação, os transplantes de coração e outros procedimentos anti humanos que servem os satanistas.

 

NENHUM PARTIDO EM PORTUGAL DENUNCIA A VACINAÇÃO, NENHUM É CONTRA ELA. São, pois, desde o CDS ao BE, passando pelo PEV, PAN, PSD, PS e PCP, todos eles lacaios das multinacionais de farmácia e dos illuminati que usam as vacinas para destruir a saúde da população e obter altos lucros à custa dos orçamentos dos Estados. Apesar de se intitularem de esquerda ou independentes das oligarquias, o PS, o PCP, o BE, o PAN, o PEV são incapazes de enfrentar o fascismo médico na comunicação social, na legislação que o parlamento produz, nas escolas e empresas, etc.

 

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Quinta-feira, 19 de Março de 2015
O PS, ignorante da Astrologia Política, não exige eleições já...

O GOVERNO PSD-CDS APODRECE E O PS, ESTUPIDAMENTE, NÃO EXIGE ELEIÇÕES LEGISLATIVAS JÁ .Temos de ser misericordiosos com os dirigentes do Partido Socialista Português, néscios que não levam em conta a astrologia política histórica: eles não sabem que em Setembro e Outubro de 2015, Júpiter estará no signo de Virgem, espaço do céu de 30º de arco - de 150º a 180º da eclíptica - em que Júpiter deu 3 vitórias ao PSD em legislativas, em 2 de Dezembro de 1979 (Júpiter em 9º de Virgem),  5 de Outubro 1980 (Júpiter em 25º de Virgem) e  6 de Outubro 1991 (Júpiter em 4º-5º de Virgem). Sabendo que em cada 11 ou 12 anos Júpiter atravessa durante uns 10 a 12 meses o signo da Virgem e que isso se associa a triunfos da direita liberal ou salazarista em Portugal seria de bom senso, para quem é de esquerda, evitar eleições legislativas com Júpiter em Virgem. E Júpiter estará neste signo de 11 de Agosto de 2015 a 9 de Setembro de 2016, prenunciando um fortalecimento da direita portuguesa.

 

Por isso, com o actual apodrecimento político gradual do governo PSD-CDS- dívidas de Passos Coelho à Segurança Social saldadas fora do prazo legal, lista VIP de contribuintes fiscais que beneficia uns tantos «barões» da política e da economia, etc. - o PS devia exigir eleições legislativas já, em Maio ou Junho de 2015, enquanto Júpiter está no signo de Leão, signo no qual Júpiter se encontrava aquando da reeleição de Mário Soares para presidente da República Portuguesa em 13 de Janeiro de 1991. Em 11 de Agosto de 2015, Júpiter passará do grau 29 do signo de Leão para o grau 0 do signo de Virgem e os ventos da política mudarão, passando a soprar favoravelmente às direitas de Passos Coelho e Portas. A estupidez dos que, apesar de licenciados, mestres ou doutorados em universidades, ignoram o determinismo astral é ilimitada... É óbvio que a estupidez anti-astrologia histórica infecta também os materialistas históricos do PCP, do Bloco de Esquerda, do MRPP ou do MAS que fazem do marxismo uma teologia e não uma doutrina a rectificar no interesse da classe operária.

 

Quando olhamos a história da filosofia, vemos a tragédia de sermos conduzidos por tipos como Zizeck, Heidegger, Sartre, Bertrand Russell, Saul Kripke, Rorty, Peter Singer, Husserl, Foucault, Olavo de Carvalho, Montesquieu, Hegel, Kant, Spinoza,  Descartes, que nunca conceberam o determinismo planetário - a astrologia-astronomia real - como senhor absoluto dos nossos actos e autor dos nossos destinos ...

 

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