Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
Teste de filosofia do 10º B ( Outubro de 2015)

 

Eis um teste de filosofia produzido no Alentejo, palavra que evoca aletheia ou desocultação da verdade, filosofia.

 

Agrupamento de Escolas nº1 de Beja
Escola Secundária Diogo de Gouveia, Beja
TESTE DE FILOSOFIA, 10º ANO TURMA B
29 de Outubro de 2015.
Professor: Francisco Queiroz
I

 

"A filosofia combina, de um modo particular, metafísica com empiricidade e racionalidade. A doutrina dos arquês de Anaxágoras, de Tales e de Empédocles são subjetivas ou intersubjetivas. Aristóteles defendeu que há dois princípios fundamentais anteriores ao composto (synolon) que produzem este, sendo isto o hilemorfismo.”

1) Explique, concretamente este texto.

 

2) Relacione, justificando:

A) As três partes da alma e as três partes da pólis na doutrina de Platão.
B)  Mundo do Mesmo e reminiscência, em Platão.
C) Unidade e multiplicidade na teoria da participação, em Platão.
D) Essência (eidos), acidente e tó tí em Aristóteles..

 

CORREÇÃO DO TESTE COTADO PARA 20 VALORES

 

 

1) A filosofia, interpretação livre e especulativa da vida, do universo e do homem, implica metafísica, isto é, mergulhar no reino do que transcende a natureza física ( deus ou deuses, suposta vida após a morte, reencarnação, partículas subatómicas, origem do universo e da vida, etc) e também empiricidade ( ver, tocar, saborear com os orgãos sensoriais que captam o mundo empírico ou da experiêmcia) e ainda racionalidade, ou ordem lógica no pensamento (VALE TRÊS VALORES). O arquê é a substância ou matéria primordial que originou o universo: para Tales era a água, que estava no caos, e foi modelada por Deus convertendo-se em cosmos, para Anaxágoras o arquê eram os princípios homeoméricos, o infimitamente pequeno que se amplia à escala macrocóspica ( exemplo: uma cenoura é composta por milhares de cenouras invisíveis muito pequenas e por milhares de olhos humanos muito pequenos porque fortalece a vista) e para Empédocles os arquês eram quatro, fogo, ar, terra e água, sendo isto doutrinas subjectivas, isto é, convições íntimas de uma só consciência humana ou intersubjectivas, isto é, crenças não universais mas partilhadas por um grupo de pessoas (VALE TRÊS VALORES). Aristóteles sustentou que o composto, a proté ousía ( por exemplo: esta árvore) resulta da união de dois princípios universais, a hylé ou matéria-prima universal, indeterminada ( não é água, nem ar, nem fogo, nem terra, etc.) que não existe, com as formas das espécies (eidos), neste caso, com a forma comum de árvore. O hilemorfismo é o nome desta teoria que sustenta que as coisas nascem da união da matéria (hylé, matéria indeterminada e abstracta; hylé eskaté, matéria última, determinada, como ferro, madeira, terra, etc) e da forma (morfos).(VALE TRÊS VALORES).

 

2) A) A alma humana divide-se em três partes: o Nous, o Tumus e a Epithymia. A cidade estado ou pólis divide-se em três estratos. A parte mais alta da alma humana é o Nous ou razão intuitiva que apreende os arquétipos de Bem, Belo, Justo, etc. Equivale na pólis aos filósofos-reis que fazem as leis, vivem em uma casa do Estado, não podem ter ouro nem prata, e trocam de companheiras sexuais de modo a não saber de quem são os filhos e não se corromperem com favoritismos. A parte média da alma é o Tumus ou Tymus ou coragem e honra e brio militar. Equivale aos guerreiros ou arcontes auxiliares que policiam a cidade, cobram os impostos, punem os malfeitores vivem em uma casa do Estado, não podem ter ouro nem prata, e trocam de companheiras sexuais de modo a não saber de quem são os filhos. A parte inferior da alma é a Epithymia ou Concupiscência, isto é, o desejo imoderado de comer, beber, possuir ouro e prata e propriedades fundiárias, entregar-se a orgias, etc. Equivale aos diferentes estratos da população desde os proprietários agrários de escravos até aos escravos, passando pelos comerciantes e artesãos. De um modo geral, podem enriquecer mas não podem eleger os filósofos-reis e os guerreiros para que estes governem de forma exemplar, incorruptível. ( VALE QUATRO VALORES).

 

2) B) Em Platão, o Mundo do Mesmo é o Inteligível composto pelos arquétipos de Bem, Belo, Justo, Número Um, Número Dois, Triângulo, Homem, etc. Os arquétipos estão acima do céu visível, por isso são transcendentes, estão além (trans) do universo físico e foram observados pela alma humana, Nous, quando esta esteve no Inteligível. A alma desceu em direção ao Mundo Sensível, banhou-se no rio Letes e aí esqueceu tudo o que vira, à excepção de vagas lembranças chamadas reminiscências. A alma entra no corpo de um bebé e quando o menino vai à escola e aprende que seis mais seis é igual a doze não está a aprender nada de novo mas sim a recordar, pela reminiscência, os arquétipos de Seis e Doze que contemplou no Mundo Inteligível (VALE TRÊS VALORES).

 

2) C) A teoria da participação, em Platão, refere que os entes de uma mesma espécie do mundo físico da matéria ou mundo do Outro são cópias imperfeitas do respectivo arquétipo ou essência que se encontra no Mundo Inteligível acima do céu visível. Assim, por exemplo, os milhões de cavalos existentes no mundo terrestre (multiplicidade) imitam a forma única de cavalo eterno (unidade) que está no Mundo do Mesmo. (VALE DOIS VALORES)

 

2) D) A essência (eidos), segundo Aristóteles, é a forma comum de uma dada espécie de entes. Todos os homens possuem a mesma essência, homem. A essência árvore tem um tó tí: os ramos, as folhas, o tronco, etc. O tó tí é o quê-é ou seja a forma, essencial ou acidental, de algo. Exemplo: o tó tí da espiga de trigo é a forma desta e distingue-se do tó tí da espiga de milho e do tó tí do rosto humano. Se Joana se distingue de Mariana e de Francisca isso deve-se aos acidentes, isto é, as particularidades singulares que as distinguem entre si e que são tó tís: o naiz arrebitado de uma e o nariz aquilino de outras, os olhos azuis de uma e os olhos verdes de outra, etc. O tó ón é o ente, o que é, o existente, qualidade que é comum às coisas ou seres com diferentes tó tís. O Mundo do Mesmo ou mundo dos arquétipos ou Ideias ou Modelos perfeitos, acima do céu visível, possui tó on e tó tí no que respeita a cada arquétipo: o tó tí do Triângulo é diferente do tó tí do Círculo e do tó tí do Belo. (VALE DOIS VALORES)

  

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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2014
Equívocos de Ferrater Mora: ¿ la filosofía de Leibniz es idealismo?

En su célebre Diccionario de Filosofía, José Ferrater Mora se equivoca sobre lo que es idealismo, asignando la designación de idealismo a la doctrina de Leibniz. Escribe:

 

«En Leibniz, el idealismo aparece bajo forma monadológica y es, en rigor, un espiritualismo y también un pampsiquismo. Como sólo las mónadas son reales, hay que sostener la idealidad del espacio y del tiempo y en general, de muchas de las llamadas "relaciones". En cierto modo, el idealismo de Leibniz es menos obvio que el de Descartes. En todo caso no es un idealismo subjetivo, ni siquiera en el sentido cartesiano de "sujeto" »

(José Ferrater Mora, Diccionario de Filosofía, Ariel, Tomo II, E-J, pag. 1737; la negrita es destacada por nosotros)-

 

Que la doctrina de Leibniz es un espiritualismo no hay dudas, si por espiritualismo se concibe la teoría que sostiene que el Espíritu (dioses, Díos) es el principial, el creador de la materia. Mas decir que la doctrina de Leibniz es un idealismo carece de justificación y no está correcto...

Lo que distingue el idealismo (material) del realismo (material) es lo siguiente: para el idealista, el mundo material de árboles, llanuras, casas, etc., es un conjunto de sensaciones y ideas creadas en la mente de un o muchos sujetos y la materia desaparece con la muerte de esas mentes (esta es, de hecho, la posición de Berkeley e Kant); para el realismo, el mundo de materia subsiste por sí mismo a pesar de la extinción de una o todas las mentes humanas.

 

 Leibniz teoriza la existencia de mónadas, es decir, átomos de la naturaleza física y psíquica, indestructibles e inmunes a influencias del exterior,  anteriores a la mente humana e independientes de esta y por eso es un filósofo realista como Demócrito y Leucipo, aunque admite mónadas imateriales como el alma:

 

1

« La Mónada de que hablaremos aquí, no es otra cosa que una sustancia simple, que forma parte de los compuestos; simple, es decir, sin partes.» (Gottfried W.Leibniz, Monadología, Ediciones Folio, Barcelona, pag. 21)

 

3

 

« Allí donde hay partes no hay, por consecuencia, ni extensión, ni figura, ni divisibilidad possible. Y estas mónadas son los verdaderos Átomos de la Naturaleza y, en una palabra, los Elementos de las cosas.»

 

4

 

«No hay que temer en ningún caso la disolución y no es concebible ninguna manera mediante la cual una sustancia simple pueda perecer naturalmente.»

 

7

 

«No hay medio tampoco de explicar como una Mónada pudiera ser alterada o cambiada en su interior por alguna otra criatura; pues no se puede transponer nada, ni concebir en ella ningun movimiento interno que pueda ser excitado, dirigido, sustentado o disminuido dentro de ella, como ocurre en los compuestos, donde hay cambio entre las partes. Las Mónadas no tienen ventanas, por las cuales algunas cosas puedan entrar o salir en ellas». (Gottfried W.Leibniz, Monadología, Ediciones Folio, Barcelona, pag. 21)

 

 

No se confirma en estes textos la «idealidad del espacio y del tiempo» de los que Ferrater Mora habla.  La doctrina de Leibniz es un realismo, aunque no es realismo natural, sino crítico, esotérico, constructivista, que sigue la teoría de los princípios homeoméricos de Anaxágoras: en el microcosmos hay numerosos macrocosmos reducidos. Por ejemplo, según el filósofo griego antiguo, una zanahoria se compone de zanahorias muy pequeñas y de ojos humanos y hígados muy pequeños e invisibles porque la zanahoria fortalece los ojos y el hígado. Leibniz escribió:

 

66

«Por donde se ve que hay un mundo de criaturas, de Vivientes, de Animales, de Entelequias, de Almas en la más pequeña porción de materia».

67

«Cada porción de la materia puede ser concebida como un jardín lleno de plantas; y como un Estanque lleno de peces. Pero cada ramo de la planta, cada miembro del animal, cada gota de sus humores es, a su vez, un jardín o un estanque semejante.»(Gottfried W.Leibniz, Monadología, Ediciones Folio, Barcelona, pag. 43).

 

Es cierto que se puede llamar pampsiquismo a la doctrina de Leibniz. El pampsiquismo sostiene que hay una psique universal, presente en todas las cosas materiales: los árboles e incluso las piedras y los ríos sienten, tienen un psiquismo muy rudimentario. El escribió: 

 

19

 

« Si queremos llamar Alma a todo lo que tiene percepciones y apetitos en el sentido general que acabo de explicar, todas las substancias simples o Mónadas creadas podrían ser llamadas Almas; pero como el sentimiento es algo más que una simple percepción, concedo que el nombre general de Mónadas y de Entelequias basta para las sustancias simples que no tengan sino eso; y que se llama Almas solamente a aquéllas cuya percepción es más distinta y está acompañada de memoria.».»(Gottfried W.Leibniz, Monadología, Ediciones Folio, Barcelona, pag. 27).

 

Esto puede interpretarse así: el fuego que está devorando un trozo de madera tiene apetito en hacerlo y la madera tiene la percepción de que está siendo reducida a cenizas. Es un hilozoísmo: la materia( hylé) es animada, tiene vida (zoé).

 

Solo la filosofía marxista, que califica todas las filosofías que admiten Díos como "idealismos", seguirá proclamando el "idealismo de la monadalogía de Leibniz". Pero no es así: se trata de realismo material, al contrario de la doctrina de Kant y Berkeley, porque las mónadas no son creaciones del espíritu humano y constituyen la naturaleza material y los almas imateriales.

 

Ferrater Mora desliza en el pantano de la confusión intelectual, al igual que la comunidad académica, cuando se trata de verificar los sentidos de la palabra «idealismo». Él no sabe distinguir, con claridad, al igual que la generalidad de los profesores universitarios, el idealismo material de Kant del idealismo formal / realismo material de Hegel.  

 

 

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
São Tomás de Aquino: três teorias sobre a génese das formas corpóreas

A génese das formas corporais segundo Tomás de Aquino é explicada de três modos diferentes: internalista, externalista e «misto».

 

«A respeito das formas corporais, alguns disseram que procedem totalmente de dentro, pensando assim os que punham formas latentes. Outros pelo contrário, disseram que procedem literalmente de fora, como aqueles que pensavam que as formas corporais procedem de alguma causa separada. Outros, por fim, disseram que procedem a partir de dentro, enquanto existem potencialmente na matéria, e em parte de fora, enquanto são reduzidas ao acto por um agente. »

 

(Santo Tomas de Aquino, Suma de Teologia II, Parte I-II, pag 475, Cuestion 63, Artículo 1, Biblioteca de Autores Cristianos, Madrid, 2006; o bold é nosso)

 

A primeira posição, internalista, refere-se a Anaxágoras segundo o qual as formas dos objectos visíveis, macroscópicos, são obtidas por composição de miniaturas invisíveis de formas algo similares, os princípios homeoméricos. Exemplo: Uma cenoura é composta de milhares de cenouras muito pequenas invisíveis e também de algumas miniaturas invisíveis de olhos se se parte do princípio que a cenoura fortalece a vista, melhora a visão. «Anaxágoras de Clazomene, filho de Hegesibulo, sustentou que os primeiros princípios das coisas eram as homeomarias. Pois parecia-lhe impossível que alguma coisa chegasse a ser a partir do que não é o que nisso se dissolvesse. Em todo o caso, alimentamo-nos do que é simples e homogéneo, como pão e água, e com isso se nutrem o cabelo, as veias, as artérias, a carne, os nervos, os ossos e as demais partes do corpo. Em consequência, há que reconhecer que, no alimento que tomamos, estão todas as coisas e que tudo deriva o seu crescimento das coisas que existem. Nesse alimento deve haver algumas partes produtoras de sangue, de nervos, de ossos, partes que só a razão pode contemplar.» (Aecio, I, 3,5 (DK 59 a 46), citado em Kirk y Raven, Los Filósofos presocráticos, Editorial Gredos, Madrid, pag 535; o bold é nosso).

 

A segunda posição, externalista, é a de Platão, segundo a qual as formas dos corpos materiais procedem do mundo imóvel e eterno dos arquétipos (formas incorruptíveis sem matéria) que são as causas separadas a que alude São Tomás. Por exemplo, as formas das cabeças e corpos humanos são cópias, projecções à distância sobre a matéria informe (hylé) da forma ideal de cabeça e do corpo humano existente no Mundo do Mesmo ou inteligível suprafísico.

 

A terceira posição, aparentemente mista, é a de Aristóteles e São Tomás: as formas corporais estão potencialmente, invisivelmente ou virtualmente, em parte dentro, isto é, na matéria prima ou hylé - como troncos na água do mar, sem moldar ou aprisionar esta - e, na outra parte, estão fora da matéria prima, ou seja, estão na matéria última, em acto, que é cada objecto físico, ou na mente de um agente (o homem, as formas espirituais autosubsistentes, Deus no caso de São Tomás). Não é absolutamente clara a frase de São Tomás: «Outros, por fim, disseram que procedem a partir de dentro, enquanto existem potencialmente na matéria, e em parte de fora, enquanto são reduzidas ao acto por um agente. » Aqui confunde-se causa formal - o desenho no interior da matéria-prima - e causa eficiente - a força motora que fabrica ou activa a forma. A forma está dentro da matéria-prima: o que vem de fora é o impulso modelador, tanto na doutrina de Anaxágoras (o Nous, ou Espírito universal que tudo move, une e desune) como na doutrina de Aristóteles (o Homem, que através da arte, fabrica casas, mesas, carros, etc).

 

Resta saber se haverá em rigor a terceira via, isto é, se a posição de Aristóteles de as formas eternas estarem imanentes à hylé é tão diferente como se supunha da teoria dos princípios homeoméricos de Anaxágoras a ponto de se estabelecer a seguinte tríade, algo equívoca: «se a teoria dos princípios homeoméricos (formas internas à matéria, invisíveis e miniaturais) é a tese, a teoria de Platão das formas imóveis e separadas exteriores à matéria é a antítese e a teoria aristotélico-tomista das formas imanotranscendentes à matéria é a síntese»... É que a forma em Aristóteles nunca se separa da matéria, excepto na mente humana: a forma de um vaso em acto, aqui presente, exigiu que uma forma se separasse, em certa medida, da matéria-prima ao transformar esta em barro e, numa segunda operação, a forma eterna vaso imprimiu-se sobre a matéria segunda que é o barro. A única diferença visível entre Anaxágoras e Aristóteles, neste campo da ontogénese, é que o primeiro abre a via do atomismo ao postular arquétipos miniaturais, invisíveis, no seio dos objectos físicos macroscópicos ao passo que o segundo situa esses arquétipos na hylé sem reduções atomísticas.

 

De facto, se recusarmos a tríade hegeliana, reduzimos a dois campos apenas as posições de Platão, Aristóteles e Anaxágoras: para Platão, as formas incorruptíveis subsistem num mundo áparte da matéria, para Anaxágoras e Aristóteles não.

Note-se que Aristóteles e São Tomás não coincidem sobre o papel de Deus ou forma suprema, acto puro: São Tomás entende Deus como causa final e como causa eficiente, isto é, fabricante do mundo, ao passo que Aristóteles, em cujo pensamento se filiam algumas correntes gnósticas, concebe Deus como causa final do mundo (é para Deus que estrelas e planetas olham ao colocarem-se em movimento nas esferas celestes, com o fim de o alcançar) e não como causa eficiente.

 

 

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