Sábado, 27 de Janeiro de 2018
Divergências entre Icke e Bereslavsky sobre o cálice do Graal

 

 

Os cátaros do século XXI, uma pequena igreja de 4 500 pessoas, entre russos e espanhóis sobretudo, cujo grande teórico é João Bereslavsky, nascido em Setembro de 1946, adoram o Cálice do Graal, vaso espiritual com 144 castelos espirituais que se encontraria no Santo Estar, uma esfera mística da quarta dimensão e meia, entre o Céu (5ª Dimensão) e a Terra (3ª Dimensão). Escreve Bereslavsky intitulado Juan de San Grial:

 

«O Cálice peregrinou; o Santo Graal estava oculto durante grande parte de este tempo, encontrando-se na dimensão 4,5. (...)

«O motivo da constante peregrinação do Cálice era a sua inacessibilidade para os adeptos cósmicos do Tibete (4ª dimensão) e para os sacerdotes chupacabras (como chamou depreciativamente Cristo aos clérigos romanos).»(...)

«Ás vezes, o próprio Graal elevava-se no ar e transladava-se a uma distância de várias dezenas de quilómetros.»

«Porque se multiplicava o Cálice? Estava destinado a nutrir toda a humanidade.»

«O Santo Graal não só visitou a Europa, mas a maioria dos países do mundo. Esteve na Ásia, África, América do Sul e no Canadá...»

 

(Juan de San Grial, «El santuario del Grial en el Catarismo, Associaciò per l´estudi de la cultura càtar, 2010, pp.34-36; o negrito é colocado por nós).

 

David Icke, o investigador inglês das origens alienígenas das religiões, embora partilhando com João Bereslavsky a ideia de que não houve crucifixão de Jesus, tem uma opinião diferente. Segundo ele a Irmandade Babilónica, a grande organização reptiliana que domina as monarquias e a sociedade humana desde há milhares de anos é a promotora do catolicismo e das suas variantes gnósticas como a maçonaria, a rosa-cruz e o priorado de Sião:

 

«Os merovíngios foram outro nome de uma linhagem da Irmandade Babilónica e a ideia de que são da linhagem de Jesus é um jogo de palavras, ou mais precisamente, um jogo de deidades do priorado de Sião. Jesus é outro nome de Nimrod/Tammuz, o pai-filho de Babilónia. (...) Na Suméria, a "Concessão de Armas" ou símbolo da linhagem Dragão denominava-se Gra-al também comhecida como a marca de Caím. O Caím bíblico foi um dos primeiros híbridos anunnaki-humanos posteriores a "Adão". Este Gra-al converteu-se no famoso Santo Graal e isso explica por que razão o seu equivalente em francês significa "sangue real". O emblema da "Concessão de Armas" na Suméria era uma taça de água, uma Rosi-Crucis ou uma "Taça de Orvalho". Nos documentos egípcios, sumérios, fenícios, e hebreus descreve-se uma taça decorada com uma cruz vermelha dentro de um círculo. Esta é a verdadeira origem da "Taça Graal". Não foi a taça que recolheu o sangue de Jesus na crucifixão porque não existiu Jesus nem a crucifixão. Foi a taça que simbolizava o útero e a linhagem dos híbridos reptilianos mais "puros" que se transmitia especialmente por via feminina. O termo Rosi-Crucis também foi a origem, bastante evidente, dos rosacruzes, uma antiga sociedade secreta que tem conspirado e manipulado para assegurar que as linhagens reptilianas continuem ocupando cargos de poder.»

 (David Icke, El mayor secreto, el libro que cambiará el mundo, Ediciones Obelisco, Barcelona, 2014, pp 208-209; o bold é colocado por nós).

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 17:39
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