Domingo, 18 de Dezembro de 2011
A central filosófica transcendente

 

Continuamente, a central filosófica transcendente, essa «internet» noética, que atravessa o cosmos e abrange cada um de nós como um seu prolongamento- refiro-me aos que pensamos profundamente, que somos uma minoria reduzida entre os cidadãos de  um país e somos também uma minoria escassa entre os milhares de professores de filosofia nos ensinos público e privado - envia-nos ondas de reflexão que plasmamos na escrita. Eis algumas breves reflexões, relativamente comuns, se excetuarmos o que se refere à sincronicidade onomástica, que a inteligência cósmica me dispensou.

 

AS DUAS ORDENS QUE CONFLUEM EM CADA UM DE NÓS- Há duas ordens que confluem em cada ser humano: a da espiritualidade, centrada no saber teorético e na tranquilidade, e a da corporalidade, centrada no alimentar-se, vestir-se, empregar-se e ganhar dinheiro, relacionar-se sexual ou socialmente com outras pessoas, etc. Se nos entregarmos unicamente à primeira dessas ordens, a segunda começa a protestar através da fome e enfraquecimento corporal, da perda de conforto material, de contatos sociais, etc. Se nos entregamos exclusivamente à segunda, a primeira começa a turvar-se e a requerer o seu espaço. Há que equilibrar.

 

AMAR É COMO COMER - Amar é o alimento da alma e de algumas glândulas corporais. Nesse sentido, equipara-se perfeitamente a comer. Ao amarmos outra pessoa deglutimos essa pessoa no "esófago" da alma e incorporamo-la em nós. Por isso, na inflamada cena da paixão, dizemos: «Vou-te comer..» Mas se uns comem «o corpo de Cristo» na forma de hóstia, porque não havemos de comer, ainda que momentaneamente, a alma sentimental de uma pessoa que nos agrada? 

 

 AMAS? NÂO AMAS? - É tudo uma comédia. Levamos demasiado a sério o amor à pessoa A ou B, por instinto de sobrevivência: «Preciso dela ou dele...». É o nosso ego que está primeiro.Ter um parceiro certo é um sedativo, um apoio, uma massagista ou uma cortesã de cama. Nada mais. Mas isso é muito e nada...No mar dos afetos que são milhões de pessoas, a caravela do nosso "eu" tem que lançar âncora ou encontrar águas calmas e estáveis. Casamento, união amorosa duradoura - tudo biombos que nos protegem da plena abertura à luz que cega ao sairmos da caverna de nós mesmos. E os deuses são as balizas deste caótico jogo de futebol...

 

ESCRAVIDÃO - Não somos escravos do ato sexual, os que atingimos um certo promontório espiritual. Mas somos escravos da beleza, seja ela beleza de corpos, de almas, de ações, de livros e teorias, de leis e costumes, ou do Belo em Si arquetípico.

 

 A CASUALIDADE NÂO EXISTE - Milhares de exemplos extraídos quotidianamente do fluxo das notícias nos telejornais "demonstram" que a casualidade não existe. Somos governados por séries de factos que obedecem à mesma onomástica, aos mesmos sons e ideias - o que revitaliza a tese de Platão no «Crátilo» de que as palavras são pinturas do ser, da essência das coisas e a tese da sincronicidade de que «a mesma ideia ou forma se dá em simultâneo em contextos diferentes, desligados uns dos outros na aparência».

 

 

Em 29 e 30 de Março de 2012, as ideias e nomes de FRANCISCO, FRANÇA, RIBEIRO, BI, AMORIM e CASTELO estão em foco:no dia 29, o sucateiro FRANCISCO Leitão, o "rei Ghob", residente numa casa-CASTELO, é condenado pelo tribunal de Torres Novas a 25 anos de prisão pelo assassinato de duas jovens e um jovem, com ocultação de cadáveres; no dia 30, passa mais um aniversário sobre o nascimento de FRANCISCO Sabaté, «El Quico», o mais. célebre guerrilheiro antifranquista do "maquis", que na Catalunha vibrou sucessivos golpes armados, até 1960, contra a ditadura de Franco, a polícia prende 19 radicais islâmicos em FRANÇA, José RIBEIRO e CASTRO (sugere: CASTELO) é o único deputado das direitas PSD-CDS que, no parlamento, vota contra a proposta de revisão do código laboral apresentado pelo governo de Passos e Portas, o BIc de Mira Amaral assina o contrato de compra do Banco ao Estado português, o funcionário do BIngo (evoca:BI) do Benfica é assaltado por 2 homens na praceta Celestino RIBEIRO, na Cruz de Pau, sendo roubado em 5000 euros, noticia-se que Américo AMORIM, vai em breve tornar-se o novo chairman da GALP, Carlos Abreu AMORIM, deputado do PSD, reune com a Associação Nacional de Freguesias, para suavizar o impacto da lei que eliminará cerca de 1400 freguesias de Portugal.

 

Em 28 e 29 de Março de 2012, as ideias e nomes de SÂO JOSÉ e de TOLA estão em foco: um incêndio florestal assola a povoação de TOLA, em Penela, realiza-se em TOULOse (evoca: TOLA) o funeral de Moahamed Merah, membro da revolução islâmica mundial, que assassinou 3 soldados franceses e um professor e 3 alunos de uma escola judaica em Toulouse, França, o telejornal da RTP exibe professores do colégio de SÃO JOSÉ em Coimbra, preocupados com a decisão das freiras da congregação de Santa Catarina de Siena que, no dia 28, anunciaram o fecho do colégio em Junho de 2012, um telejornal noticia que Anabela Borges, de 38 anos, foi mal operada às varizes no dia de SÂO JOSÉ, 19 de Março, no hospital Garcia da Orta de Almada e, dias depois, viu ser-lhe amputada uma perna abaixo do joelho, por imperativo de sobrevivência.

 

 

Em 27 e 28 de Março de 2012, os nomes e ideias de LISTA, FARMÁCIA, META e SIM estão em foco nos noticiários televisivos: no dia 27, o 1º ministro Pedro Passos Coelho visita o porto de SINES (evoca: SIM), um incêndio eclode junto ao tribunal de SINtra (evoca: SIM), a equipa de futebol do METALIST (evoca: META e LISTA) chega a Lisboa onde irá defrontar o Sporting, a Polícia Judiciária (PJ) faz buscas em 30 FARMÁCIAS e residências numa investigação de fraude lesiva do Serviço Nacional de Saúde e concretizada através de farmácias, apreende um iate, 14 automóveis de luxo, e quadros valiosos; no dia 28, são distribuídas LISTAS telefónicas da Portugal Telecom na cidade de Beja, a família luso-brasileira GraCINdo (evoca: SIM), que inclui atores de telenovelas, faz um espetáculo de rua em Póvoa de Lanhoso, Minho, em homenagem ao falecido Paulo GraCINdo cujas raízes são minhotas, a RTP1 emite o programa «Rua dos REMÉDIOS» (evoca: FARMÁCIA) que revela como toxicodependentes trocam a METAdona que lhes é dado por heroína e cocaína.

 

Em 23 e 24 de Março de 2012, as ideias e nomes de MAL, MASCARENHAS, EDUARDO e LARANJA estão em foco: no dia 23, eclode um golpe militar no MALi (evoca: MAL), noticia-se que José Vaz de MASCARENHAS (evoca: ), o telejornal da TVI exibe EDUARDO MASCARENHAS, pai de uma criança que, supostamente, recebe maus tratos no infantário que frequenta; nos dias 23 e 24, decorre o 34º Congresso do PSD, o partido côr de LARANJA, decorre em Vidigueira, Beja, a feira alimentar-artesanal «A pão e LARANJAS» com figurantes e cenas alusivas à época de D. Manuel I e do envio da esquadra de Vasco da Gama à Índia; no dia 24, desloco-me a esta feira na Vidigueira e reencontro Joana que não me via há anos e me trata por "EDUARDO", mais de 100 voluntários do movimento "Limpar Portugal" recolhem lixo lançado sobre as rochas e terras da Boca do INFERNO (evoca: MAL), no concelho de Cascais.

 

De 18 a 20 de Março de 2012, o morfema FBI está em em foco: no dia 18, o estudante FáBIo (sugere: FBI) Palma, de Baleizão, cumpre aniversário; no dia 20, é exibido em Beja, em sessão única, o filme «J. Edgar» sobre a vida de J.Edgar Hoover, o fundador do FBI, a polícia de investigação criminal dos EUA

 

 

Em 18 e 19 de Março de 2012, BARBOSA e BRANCO e FORTE em foco: no dia 18, o telejornal da SIC exibe uma Grande Reportagem sobre jovens que têm 20 anos de idade em 2012, na qual Maria Teresa BARBOSA, atriz de teatro, de 20 anos, declara que «hoje há uma banalização do sexo entre os adolescentes, as pessoas oferecem-se muito (no plano corporal íntimo)», 37 ativistas do grupo Damas de BRANCO que exigem a libertação dos presos políticos em Cuba, são detidas pela polícia em Havana, a nova Cidadela de Cascais, Pousada de Cascais do grupo Pestana, na antiga FORTALEZA (evoca: FORTE) de Nossa Senhora da Luz, abre as suas portas ao público; no dia 19, o Presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP), Carlos BARBOSA, declara ser “despropositado” e incompreensível o novo aumento do preço dos combustíveis que entra hoje em vigor e diz esperar que o ministro da Economia lhe explique as razões porque diz que «Nem eu nem nenhum português entende como é que em 2008 o barril de Brent estava "a 160 dólares e nós tínhamos combustível mais barato, ao passo que hoje o preço do barril é de 124,98 dólares», António BARBOSA e os restantes membros da Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros de Viana do Castelo ouvem da boca do ministro da Defesa, Aguiar BRANCO, o plano de privatização dos Estaleiros que o governo levará a cabo, José Luis FORTES, Inspetor Geral do Trabalho, declara aos media que o acosso sexual e moral nas empresas e serviços tem vindo a aumentar.

 

Em 18 e 19 de Dezembro de 2011, os nomes de DOMINGOS e VÍTOR estão em foco: no dia 18, o Sporting Clube de Portugal, treinado por DOMINGOS Paciência, perde 2 pontos ao jogar contra a Académica, em Coimbra; no dia 19, o ex diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, DOMINIQUE Strauss Kahn, volta à vida pública num evento em Pequim, onde exprime críticas ao presidente francês e à chanceler alemã, e compara o euro a uma jangada prestes a afundar-se, VÍTOR Constâncio declara ser impensável a dissolução do euro, VÍTOR Bento, em entrevista a «Público», afirma «Sou contra a saída do euro, mas o país deve discutir esse assunto.»

 

 

 

Em 16 de Dezembro de 2011, CINCO, TREZE E RIO em foco: de manhã, a torre CINCO de TREZE pisos do bairro do Aleixo na cidade do Porto é implodida por mais de 150 explosivos num espetáculo presenciado pelo presidente da câmara do Porto, Rui RIO, num barco sobre o RIO Douro, à noite, o Benfica vence por CINCO golos contra um o RIO Ave, de Vila do Conde, na jornada TREZE da Liga de Clubes.

 

 Em 14 e 15 de Dezembro de 2011, INSPETOR DA PJ, ALBERGUE, ROXO e LETRAS em foco: no dia 14, um INSPETOR da PJ é baleado numa perna por um traficante de armas que foge de automóvel, junto às portagens de ALBERGARIA-A-Velha (evoca: ALBERGUE) na A1, é posto à venda mais um número, desta vez com capa de cor ROXA, da revista "Interage" dos professores da Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja, o advogado Ricardo Sá Fernandes acusa de incompetência o INSPETOR DA PJ João ROUXInol (evoca: ROXO) em sessão do caso desaparecimento de Rui Pedro no tribunal de Lousada; no dia 15, cumprem aniversário a professora bejense Manuela LETRAS e o poeta, homem de LETRAS e professor de matemática José António Martinho Marques, natural de ALBERnoa (evoca: ALBERGUE), Beja.

 

Em 11 e 12 de Dezembro de 2011, CARDOSO, MAR e PALMA em foco: de madrugada, José Rui CARDOSO, operário da construção civil, é morto à facada em Fânzeres, GondoMAR, e à noite, Oscar CARDOZO marca o único golo do jogo entre o MARítimo e o Benfica, no Funchal; no dia 12, a Casa Real espanhola considera que o comportamento do genro de Juan Carlos, Iñaki Urdangarín, investigado por alegados delitos de falsificação de documentos, prevaricação, fraude e desvio de fundos públicos, não parece ser exemplar e anunciou que o duque de PALMA deixará de participar em actividades oficiais, o jornalista João PALMA Ferreira fala na SICN.

NOTA: O rosto de José Rui CARDOSO - fotografia no «Correio da Manhã» de 12 de Dezembro - é muito parecido com o do futebolista CARDOZO, o que é notável como analogia.
 
Em 10 e 11 de Dezembro de 2011, as ideias de MOURO, A LIDERAR BRANCOS E NU em foco: no dia 10, o Real Madrid, clube de equipamento BRANCO, treinado por José MOURINHO (evoca: MOURO) é vencido por 1-3 pelo Barcelona FC, clube que tem o estádio de Camp NOU (evoca: NU); no dia 11, devido a avaria num avião Falcon, o ministro da Defesa José Pedro AGUIAR-BRANCO e a sua comitiva ficam retidos em NOUakchott (evoca: ), capital da MAURItânia (evoca: MOURO), onde termina uma reunião da iniciativa 5 + 5, os telejormais mostram um ladrão a conduzir a carrinha roubada nos EUA.

AGUIAR BRANCO na MAURITÂNIA sugere... MOURINHO A GUIAR OS (JOGADORES) DE BRANCO. Não é curioso que no espaço de poucos horas ambos sofram percalços?

 

  

Em 9 e 10 de Dezembro de 2011, RICARDO, AMARAL/TAMARA, GIL e 22 em foco: no dia 9, RICARDO AMARAL, tenente da Força Aérea que pilotou o helicóptero que salvou 6 pescadores de Caxinas, em 2-12 (sugere: 22), é homenageado em Viseu, o BIC de Mira AMARAL compra o BPN, GIL Garcia, líder da minoria revolucionária do Bloco de Esquerda, anuncia que vai abandonar este com 200 militantes; no dia 10, o jornalista RICARDO Jorge Pinto comenta a situação europeia no programa «Bom dia Portugal» da RTP-1, Miguel Gonçalves, coordenador da Sociedade Planetária, fala na RTP1 do planeta Kepler 22-b, bastante similar à Terra na sua posição em torno de uma estrela, eu como TÂMARAS (evoca: AMARAL), João Vasconcelos, da comissão de utentes da A 22, no Algarve, apela ao não pagamento de portagens nessa via, num telejornal, chega ao fim a era GILberto Madaíl como presidente da Federação Portuguesa de Futebol.
 
Em 8 e 9 de Dezembro de 2011, as ideias de CUBO, CARVALHO, VILA e BELO em foco: no dia 8, às 0.30 horas, um grupo com cerca de 20 jovens, todos entre os 18 e 20 anos, envolve-se num cenário de pancadaria à porta da discoteca BBC, em BELÉM (evoca:BELO), Lisboa, um homem de 67 anos é encontrado morto com um tiro na cabeça em CUBOS, Mangualde, o Vaticano anuncia para breve uma visita do papa a CUBA, o professor da ESDG Fernando VILAS CARVALHEIRAS cumpre aniversário; no dia 9, o telejornal da SIC noticia que a teleportagem na A 25 em VILAR (evoca: VILA) FORMOSO (evoca: BELO) não funcionou na véspera e noticia ainda que, em 14 de Novembro, o médico anestesista Mário CARVALHO fez anestesias em 17 operações cirúrgicas, algumas em simultâneo, no Hospital de Braga, o que é ilegal.

 

 

BONDADE DA CRISE: DIMINUIR A VACINAÇÃO - «Não faz sentido fazer 3 doses da vacina da meningite C - diz Francisco George, diretor-geral de saúde a um telejornal - porque só houve 6 casos em adultos em Portugal.» Eis uma confissão dos vacinadores: as vacinas não servem para nada. Só têm sido incentivadas porque os laboratórios farmacêuticos faturam milhões de dólares ou euros junto do Estado ao vender a este o pus de animais doentes batizado com o nome de «vacina» que o povo ignorante e estúpido aceita.

 

 

A factualidade abundante, que a história quotidianamente nos traz, permite-nos erguer torres de teorias filosóficas. Ninguém diga, com propriedade, que a filosofia nada tem a ver com o mundo empírico, uma vez que ela é, em grande parte, uma abstração deste após imergir sensorialmente nele.    

 

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© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 11:21
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Erros formais na teoria da vacinação

A primeira fonte para detectar a malignidade da vacinação é a intuição inteligível. Se as vacinas são caldos de vírus, vivos ou mortos, ou de toxinas, como podem acrescentar saúde ao corpo?

 

Pela lei da luta de contrários, a vacina vem aumentar o número de células mortas ou de substâncias nocivas que dão combate à força vital, isto é ao conjunto das células sãs e das defesas corporais. Os autores da teoria da vacinação possuem uma concepção formalista, falsificadora da realidade: dizem que a vacina é boa porque faz nascer anticorpos, que são defesas do organismo, e «ensina o organismo a defender-se contra futuros ataques do mesmo vírus ou toxina.» Mas a ingestão de um veneno ou sofrer uma queimadura faz surgir anticorpos no organismo humano e isso não torna venenos e queimaduras bons para a saúde.

 

«A verdade é o todo», dizia Hegel. O fenómeno vacinação não pode ser só considerado no plano formal de suscitar uma luta de opostos mas tem de ser examinado no plano substancial, dos conteúdos, do tipo de substância que a vacina introduz no corpo (bacilos de boi tuberculoso no caso do BCG, anatoxina do cavalo no caso da difteria, etc).

 

 Carlos Brandt escreveu há dezenas de anos:

 

«Quando a medicina tiver estabelecido um dia uma vacina preventiva para cada uma das mil e uma doenças que ameaçam a espécie humana, os homens não terão tempo senão para se vacinarem constantemente. Pela minha parte, não reconheço como “ciência” uma seita médica, cujo ideal de saúde consiste em inocular no sangue das pessoas sãs o pus de animais empestados, que outra coisa não é a vacina.»

 

«É um ideal asqueroso, e ao mesmo tempo imoral, pois, como se sabe, para extrair a vacina é necessário em primeiro lugar empestar artificialmente – e sacrificar cruelmente – pobres e inocentes animais.» (…) «Tem circulado, em quase todas as línguas, uma obra muito interessante intitulada Envenenas-te e suicidas-te, de que é autor o Dr. Graefe. É um formidável libelo contra a vacina, no qual se citam as opiniões de mais de mil professores de Universidades e Médicos facultativos que foram alguma vez partidários da vacina e que agora a condenam».

 

«Como amostra, transcrevo apenas quatro desse milhar de citações, que são concebidas, mais ou menos, nestes termos:

 

 «A vacina não serve para curar nem para evitar a varíola, mas unicamente para enfraquecer as forças do homem.» Dr. Epps  (Director, durante 25 anos, do Instituto de Vacina «Jenner» e que vacinou mais de 120 mil pessoas).

 

 «Eu vacinei meus filhos numa época em que não sabia quão perigosa era a vacina. Hoje ter-me-ia oposto à própria autoridade.» Dr. Kranichfeld, (Célebre Médico Alemão)

 

 «Eu mereço ser pendurado no abeto mais alto da Floresta Negra, como castigo do delito de ter vacinado durante muitos anos o pobre povo.»  Dr. Weiss (de Neuemburgo, antigo defensor da vacina).

 

«Sem provas fisiológicas, a vacina é uma charlatanice, pois sem fisiologia não pode haver ciência e pode dizer-se que a vacina é um crime científico.» Dr. Roser (Médico facultativo e deputado ao Congresso de Viena de Áustria)

 

 (Carlos Brandt, A superstição médica, Editorial Natura, Págs. 133-135, Lisboa 1949)

 

 

TISSOT: A VACINAÇÃO É A INOCULAÇÃO DA FASE CRÓNICA, SURDA, DA DOENÇA QUE PRETENDE COMBATER

 

Apesar de escritas há mais de 60 anos, estas verdades permanecem actuais, porque o princípio da vacinação segue inalterável. Quando a vacinação foi adoptada pelas autoridades não havia um forte movimento de higiene e medicina natural nas sociedades ocidentais que mostrasse, por exemplo. que o consumo diário de várias maçãs ou laranjas impede, em regra, doenças «contagiosas» e graves.  A vacinação é uma prática bárbara que remonta ao século XIX e representa a preguiça do pensamento de uma classe médica que pouco ou nada sabe sobre a imunidade natural e a concepção unitária da saúde – todas as doenças locais são manifestações da mesma doença geral do organismo, a toxe-sangue-linfa ou sujidade dos humores nascida sobretudo a partir da alimentação e medicação erróneas. Perdidos nos detalhes do diagnóstico do «mal local», os médicos alopatas não se apercebem, por exemplo, que a ingestão adequada de sumo de limão ou de maçã destrói o ácido úrico onde quer que ele se encontre e cura tanto uma dor de cabeça, como um reumatismo articular nos joelhos ou nos cotovelos, como uma nefrite. Não se apercebem do papel que o movimento geral do sangue e da linfa atravessando os emunctórios ou «portas de excreção dos venenos corporais»- muitos nem sabem o que são emunctórios, a saber: fígado-intestino, pulmões, pele e aparelho renal - desempenham na saúde, que é dinâmica. Não explicam isto ao público e mandam-no tomar vacinas...

 

 . O Dr.J.Tissot, antigo professor do Museu de História Natural de Paris, em anos da primeira metade do século XX,  mostrou que o contágio não existe na tuberculose,nem na lepra nem no cancro e que as vacinas introduzem a fase crónica da doença, silenciosa, no corpo humano. Escreveu o biologista Pierre Marchesseau (1910-1994) sobre o silenciamento dos trabalhos de Tissot levada a cabo pelos maldosos e míopes  pasteurianos:

 

 «Houve por vezes reacções às ideias de Pasteur e da sua escola, mas foram sempre impiedosamente abafadas. Os trabalhos destes pesquisadores (Béchamps e os seus «microzimas»; Altman e os «organismos elementares»; Galippe, Portier e os seus simbiontes, etc), passaram em silêncio.»

 

 «Os partidários de Pasteur atacaram violentamente Tissot desde o aparecimento da sua obra magistral em 1926. Na realidade, esta obra destruía as ideias pasteurianas ao mesmo tempo que era susceptível de pôr termo aos interesses particulares consideravelmente representados pelo fabrico e venda de soros e vacinas.» (...)

 

 «...O vírus das vacinas inoculado prejudica o organismo. Segundo o Dr.Tissot, os prejuízos que se verificam são:

 

 

1º As nefrites, problemas hepáticos, de glândulas e do sistema nervoso.

 

 

2º Todas as doenças do cértebro e da espinal medula, encefalites e mielites várias.

 

 

3º Arterioesclerose, enfraquecimento cerebral, etc.

 

 

4º Diminuição considerável da longevidade no homem.» (...)

 

«Tissot condena as vacinas antidiftéricas, antitetânicas, anti-rábicas, antituberculosas, BCG que não têm qualquer poder vacinador e que não protegem. A vacina antitífica é de rejeitar por perigosa. « Ela inocula de certeza (100%) a fase crónica da febre tifóide com os seus perigos, e isto para evitar o risco insignificante, quase nulo (1/20.000) de a contrair.» Tissot condena ainda os soros antidiftéricos e antitetânicos, que inoculam o colibacilo do cavalo, e que não têm qualquer acção.» (...)

 

«Para terminar, notemos que Tissot não toma posição definida com referência à vacinação antivariólica, que parece admitir, em detrimento da sua peremptória afirmação:

 

«Não se deve, seja qual for o pretexto, deixar inocular um vírus vivo, mesmo atenuado, nem um soro, nem qualquer produto proveniente de seres vivos. Exceptuam-se os produtos químicos isentos de elementos figurados».

 

 

(in Curso Completo Teórico e Prático de Biologia Naturopática, de PIERRE MARCHESSEAU, Nova Editorial Natura, Lisboa, 1970, Págs 93, 100-101).

 

Pergunto: se nos dizem que sofrer picadas de seringa sem desinfectar comporta risco de contrair SIDA, por que razão admitem as picadas que transportam os vírus e as toxinas das vacinas que, estas sim, são líquidos infecciosos?  Por que razão não haveria a vacinação de causar SIDA?

 

A IMUNIDADE, IDEIA ESTÁTICA, NÃO EXISTE PORQUE A SAÚDE É MOVIMENTO INCESSANTE E DIALÉCTICO

 

Herbert Shelton, o grande médico filósofo norte-americano, escreveu:

 

 

«Supõe-se que as vacinas imunizam quem as recebe, produzindo uma doença artificial que «estimula a produção de anticorpos». Nas antigas superstições afirma-se que o ataque de uma doença imuniza a vítima contra outros ataques no futuro. Mas quais são as doenças que imunizam contra futuros ataques?(...) Quando uma criança é vacinada contra a poliomielite, as suas possibilidades de contrair a doença nunca são superiores a cinco num milhão. Como podemos então saber se a vacinação contra a poliomielite impediu a doença em determinada criança? Como podemos nós saber que se a criança não tivesse sido vacinada tería contraído a poliomielite? É fácil fazer malabarismo com as estatísticas e demonstrar que o branco é preto. Na realidade, as estatísticas estão longe de nos oferecerem respostas seguras.»

 

 «Ora, se uma constipação não imuniza contra futuras constipações - e nós sabemos que elas se podem suceder à cadência de uma por mês, pelo menos durante o inverno - que pensar, então, de outras doenças "infecciosas" e "contagiosas"?»

 

«Pode-se ter bronquite, pneumomia, meningite cérebro-espinal, mastoidite, varíola, gonorreia, influenza, etc, duas vezes, três vezes e mais. Cita-se o caso de indivíduos que tiveram sarampo cinco vezes..E há casos de pneumonia cinquenta vezes no mesmo indivíduo (...) «Pode-se ter febre tifóide várias vezes. Um caso de gonorreia não confere imunidade; pois os especialistas das doenças venéreas afirmam, pelo contrário, que cada infecção que se contrai torna o indivíduo mais sensível a nova infecção. Não conheço portanto qualquer doença que imunize o indivíduo contra novos ataques da mesma doença. Se uma determinada doença não imuniza contra o seu novo aparecimento, que podemos nós esperar dos soros e das vacinas? Se a difteria que uma vez se contraiu não imuniza contra futuros ataques da mesma doença, como pode a antitoxina proveniente de um cavalo que não tem difteria imunizar uma criança contra a difteria?.(…)

 

«Sustentamos que não existe imunidade. Imunidade significa isenção de penalidade; no caso das causas de uma doença significa isenção das consequências.. (…)

 

 

«A prática da imunização é um esforço para impedir a lei da causa e do efeito. Poderemos nós considerar um homem tão estúpido que vá ao ponto de afirmar que pode inocular álcool noutro homem e assim imunizá-lo contra os efeitos do álcool, de modo que possa beber todo o uísque que deseja sem lhe sofrer as consequências»? Com efeito, se é possível imunizar contra um veneno qualquer, não há razão para não se imunizar contra todos os venenos. Ora as bactérias nocivas não constituem uma classe de venenos que escapem aos efeitos específicos de todos os venenos. »

 

«A atitude médica segundo a qual o meio de evitar a doença consiste em tê-la é tão ridícula como a ideia de que, para evitar as queimaduras, seria necessário sofrer várias queimaduras leves com o fim de adquirir imunidade para as queimaduras.»

 

«O conceito médico segundo o qual uma comunidade que escapou à poliomielite durante anos paga depois o seu tributo com uma epidemia, é a expressão absurda de que "a doença gera a saúde". Ter saúde é "perigoso", é um estado que "abre as portas à doença". Para evitar as epidemias de polio, é necessário ter polio. Eis a contradição flagrante , segundo a qual a maior garantia da saúde é a doença. Assim, a saúde não existiria na medida em que se evitassem as causas das doenças mas sim na medida em que se «albergassem» as causas das mesmas». (...)

 

«A vacina Salk foi um fracasso, quanto à prevenção da polio, como se tornou evidente. Foi um fracasso como fracassos hão-de ser o emprego de outras substâncias imunizantes pela simples razão de que a imunidade não existe. A busca das substâncias imunizantes pertence ao mesmo sector de investigação em que se tem procurado a Pedra Filosofal, o Elixir da Longa Vida e o Movimento Perpétuo. A noção de imunização é tão estúpida como a noção de remédio.»

 

( Herbert Shelton, A imunidade e as doenças, de La Nouvelle Hygiene, reproduzido na revista Natura de Novembro de 1961; a letra negrita é posta por nós).

 

 

O que mantém a saúde não é o depósito tóxico constituído pela vacina, verdadeiro lixo que contamina o terreno orgânico, mas a variação do conteúdo corporal e do nível vital feita a cada momento pela qualidade do ar que se respira, pela ingestão do leite ou do queijo fresco, do limão, da maçã ou da cebola que de horas em horas se processa no nosso organismo para o manter vivo. A saúde é o movimento incessante da força vital, liberta, triunfante, e a vacina é uma estática morta.

 

A imunidade conferida pela vacina não existe. É uma ideia mágica como a crença na poção mágica de Astérix. O organismo é um sistema aberto onde vírus e toxinas entram a cada instante e são repelidos pelas defesas naturais do corpo. Os vírus não se combatem com vírus e toxinas das vacinas. Combatem-se com a ingestão de limão, laranja, alho, cebola que destroem os vírus implacavelmente, purificando o sangue - «o terreno é tudo, o micróbio é nada» disse Claude Bernard e o fragmentário Louis Pasteur reconheceu isto antes de morrer. Os vírus não são a causa principal das doenças do mesmo modo que os mosquitos não são a causa dos pântanos mas o inverso.

 

O que é verdadeiramente grave é a institucionalização da vacinação, tornada obrigatória ou tendencialmente obrigatória, em sociedades democráticas e pluralistas: milhões de pessoas sofrem a violação do seu corpo pela inoculação de vírus e toxinas em nome da ciência. Que é isto, senão totalitarismo, inquisição médica? As estatísticas são manipuladas pela classe médica e pelos laboratórios: as mesmas estatísticas que «provam» que a vacinação em massa reduziu ou fez desaparecer a varíola, o tétano, a difteria, a tuberculose, o sarampo, provam que essa mesma vacinação aumentou os casos de cancro, leucemia, arterioesclerose, nefrite, etc. Pode interpretar-se o aumento dos cancros, doenças de Parkinson, escleroses múltiplas, etc, como efeitos colaterais das vacinas - os vírus destas «disparam» em todos os sentidos, gerando outras doenças. Mas a estupidez médica, de «pensar» unilateralmente e pouco, liga o vírus X apenas a uma dada forma de doença, o que é antidialéctico: os vírus mudam de forma.

 

As autoridades de saúde escondem que há milhares ou dezenas de milhar de crianças e jovens não vacinadas, nomeadamente em comunidades vegetarianas, higienistas ou religiosas específicas, que gozam de excelente saúde graças à ingestão de vegetais saudáveis e aos banhos quentes de imersão de 10 ou 15 minutos, para transpirar - ou banhos frios - que tomam em caso de febre. Conheço dois casos de mulheres, educadas sob as regras da medicina natural, sem vacinas, embora comendo carne, peixe e abundantes vegetais crús, que não tiveram as doenças da maioria das crianças e adolescentes. Mas a campanha de propaganda oficial a favor da vacinação é um polvo com múltiplos tentáculos mediáticos: há semanas atrás, até o primeiro ministro e o presidente da República Portuguesa se fizeram vacinar para dar o exemplo, o que não abona a favor de um alto quociente intelectual nestas personagens.

 

 Aos filósofos e professores de filosofia cabe a tarefa de denunciar esta forma dissimulada de escravatura corporal que é a vacinação, que vai além dos piercings, da extracção de órgãos para transplantes, da instalação de chips nos organismos, da ingestão de  drogas e alimentos com componentes cancerígenos (açúcar branco, gorduras saturadas, aditivos alimentares, etc).

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

 

 

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 16:53
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