Segunda-feira, 31 de Março de 2014
Teste de filosofia do 11º B (Março de 2014)

 

Eis um teste de filosofia, o segundo do segundo período lectivo, para o 11º B. O teste centra-se na epistemologia e demonstra, em certa medida, que é possível relacionar autonomamente a filosofia com as diversas ciências - com a astrofísica (teoria da relatividade), com a química (princípio da incerteza de Heisenberg), com a medicina (anarquismo epistemológico de Feyerabend) - superando os néscios que dizem que «a filosofia não pode intervir na área das ciências» como se estas fossem textos sagrados, intocáveis. Evitaram-se as escorregadias questões de escolha múltipla que, em muitos casos, não permitem ao aluno exibir e desenvolver o seu saber filosófico.

 

Agrupamento de Escolas nº1 de Beja
Escola Secundária Diogo de Gouveia , Beja
TESTE DE FILOSOFIA, 11º ANO TURMA B
28 de Março de 2014. Professor: Francisco Queiroz

 


I

 

“O princípio da incerteza de Heisenberg não implica necessariamente fenomenologia ou idealismo solipsista cartesiano. Imre Lakatos equacionou as perspectivas internalista e externalista na validação das ciências e dividiu em três níveis cada Programa de Investigação Científica.“

1-A) Explique, concretamente, cada uma destas frases                                                       

 

II

 

 

2) Relacione, justificando:
2-A) Realismo crítico e teorias da relatividade geral e da relatividade especial de Einstein.

 

2-B) Fenómeno, númeno, juízos analíticos e juízos sintéticos na doutrina de Kant.

 

2-C) Princípios da falsificabilidade e da testabilidade em Karl Popper e ciência normal/ciência extraordinária e incomensurabilidade dos paradigmas em Thomas Kuhn.

 

2-D) Anarquismo epistemológico em Paul Feyerabend e indução amplificante

 

 

 

 

 

CORRECÇÃO DO TESTE DE FILOSOFIA (COTADO PARA 20 VALORES)

 

1) O princípio da incerteza de Heisenberg estabelece ser impossível conhecer em simultâneo a velocidade e a posição de um electrão ou partícula do mesmo género microfísico: ou se conhece a velocidade ou se conhece a posição, o que sugere a nuvem electrónica, uma «fotografia» de um turbilhão. Isto não implica fenomenologia, corrente céptica da interdependência sujeito-mundo exterior (exemplo: o electrão, embora fora do meu corpo,  é correlato a mim, existe enquanto eu existir e não sei se subsiste sem eu existir) nem implica o idealismo solipsista de Descartes segundo o qual só a minha mente existe e todo o mundo material, electrões incluídos, é ilusão, sensação dentro da minha mente englobante do cosmos. O princípio da incerteza é compatível com o realismo ontológico, que sustenta que os electrões e a matéria em geral podem subsistir sem haver seres humanos (VALE TRÊS VALORES). Imre Lakatos, epistemólogo, defendeu que a ciência se estrutura em Programas de Investigação Científica (PIC). Cada um destes tem três níveis: o núcleo duro, conjunto das teses imutáveis; o cinto protector, conjunto das teses revisíveis, que podem ser rectificadas ou substituídas; a heurística, conjunto dos métodos de investigação livre, teórica e prática, que pode confirmar ou anular o PIC. O internalismo, posição sustentada por Lakatos, é a doutrina segundo uma teoria já é ciência mesmo que confinada a um só cientista, o seu autor, desde que apresente coerência interna e a experimentação a confirme, ao passo que o externalismo diz que uma teoria só é ciência se obtiver o assentimento externo do resto da comunidade científica, do governo e ministério da ciência, das revistas da especialidade, dos fóruns televisivos, do grande público (VALE TRÊS VALORES).

 

 

2) A) A teoria da relatividade geral de Einstein diz que espaço e tempo são uma só realidade, o espaço-tempo, que o universo é esférico, fechado, ainda que um raio de luz possa girar em círculo infinitamente dentro dele dado que a luz encurva na proximidade de grandes massas. Não há, portanto, rectas e planos infinitos como na geometria euclidiana mas o espaço é ondulado, «torcido», e essa visão é realismo crítico já que esta doutrina afirma que há um mundo real de matéria mas os olhos humanos e o senso comum não o captam tal como ele é. A teoria da relatividade especial sustenta, entre outras coisas, que um corpo que atinja a velocidade da luz (300 000 quilómetros por segundo) viaja para o passado, o que é realismo crítico, contrário ao realismo natural que afirma que é impossível viajar ao passado. (VALE TRÊS VALORES).

 

2) B) Fenómeno, em Kant, é "o objecto indeterminado de uma intuição empírica", isto é, um objecto material irreal como uma mesa, árvore, flor, corpo humano, etc, gerado na sensibilidade do sujeito, em particular no sentido externo desta, o espaço, graças às formas a priori, espaço e tempo. O fenómeno é uma aparência muito consistente (realismo empírico). Por detrás do fenómeno, numa outra dimensão, sem espaço nem tempo, está o númeno ou objecto real incognoscível (exemplo: Deus, liberdade, alma imortal).   O fenómeno é a máscara do númeno. O juízo analítico, segundo Kant, é aquele em que o predicado não acrescenta nada de novo ao sujeito (exemplo: «A esfera é redonda») e o juízo sintético é aquele em que o predicado acrescenta algo novo ao sujeito (exemplo: «A esfera é azul»).(VALE TRÊS VALORES).

 

2) C) O princípio da falsificabilidade de Popper estabelece que as ciências são conjuntos de conjecturas, isto é, as suas leis ou teses são potencialmente falsas, falsificáveis, refutáveis. Isso exige aplicar permanentemente o princípio da testabilidade: há que submeter a constantes testes experimentais as teses de uma ciência. Entre as várias teorias na mesma área científica ( exemplo: vacinar ou não vacinar na medicina preventiva; heliocentrismo versus geocentrismo na astrofísica) Popper defende que se deve escolher a mais verosímil, a que dá mais garantias, sublinhando que a ciência é uma aproximação incessante à verdade sem nunca abarcar o todo desta.

Thomas Kuhn discorda da hierarquização das ciências segundo o seu grau de verdade e diz que os paradigmas (modelos teóricos ou teórico-práticos que vertebram as ciências e os mitos) são incomensuráveis, não podem comparar-se entre si. Neste ponto opõe-se a Popper embora ambos coincidam na desvalorização do método hipotético-dedutivo. Kuhn sustenta o descontinuísmo na história das ciências: há longos períodos de lenta evolução ou estagnação do paradigma de uma ciência, chamado ciência normal, durante décadas ou séculos, subitamente as anomalias acumulam-se e originam um paradigma contrário, dito ciência extraordinária, que acabará por destronar a ciência normal e substitui-la mediante uma revolução epistemológica (VALE QUATRO VALORES).

 

2) D)- Anarquismo epistemológico de Feyerabend é a filosofia que nega autoridade às ciências institucionais dominantes - a medicina química ou alopática com as transfusões de sangue, vacinas, exames radiológicos, biópsias e outras «estupidezes»; a física quântica; a psiquiatria com recurso a drogas, etc - e pretende derrubá-las e abrir campo a uma larga democracia de base, tal como a autogestão dos anarquistas, elevando ao mesmo estatuto que as ciências universitárias a medicina natural, a medicina hopi, a ervanária, a acupunctura, a astrologia, os rituais religiosos eficazes na cura, a dança da chuva, etc. Feyeraband considera o homo sapiens das tribos e civilizações primitivas, que sabe usar o ciclo da lua e a energia cósmica, mais inteligente do que o cientista racionalista fragmentário do século XX e XXI que não crê no determinismo planetário nem no mundo dos espíritos supraterrenos.

A indução amplificante é a generalização de alguns exemplos empíricos similares de modo a formar uma lei necessária, infalível. Exemplo: « duzentas pessoas cancerosas ingeriram dia a dia, durante sete semanas, "chás" de Erva de São Roberto e em todos os casos se verificou redução dos tumores ou mesmo a desaparição destes, logo induzimos, de modo amplificante, que a Erva de São Roberto destrói as células malignas do cancro». Feyerabend, ao contrário de Popper, parece ter aceite a indução amplificante que se aplica a tudo: à acupunctura, à ervanária, à astrologia, à dança da chuva,às bençãos religiosas. Desde que estes métodos dêem frutos bons em centenas, milhares ou dezenas de milhares de casos induz-se a universalidade das suas teses, sob certas condições: por exemplo, a dança da chuva só resulta no seu contexto de povos indígenas da América Latina ou dos índios norte-americanos, vestidos a preceito, executando os seus rituais segundo a tradição, não resulta feita, como uma paródia,  por europeus que não acreditem nesses deuses e pratiquem o rito sem o espírito, a forma sem o conteúdo. (VALE QUATRO VALORES)..

 

 

 

 

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Segunda-feira, 24 de Março de 2014
Teste de Filosofia do 11º C (segundo período lectivo, Março de 2014)

 

Eis um teste de filosofia, o segundo do segundo período lectivo, para o 11º C. O teste centra-se na epistemologia e demonstra, em certa medida, que é possível relacionar autonomamente a filosofia com as diversas ciências - com a astrofísica (teoria da relatividade), com a química (relógio químico de Prigogine), com a medicina (anarquismo epistemológico de Feyerabend) - superando os néscios que dizem que «a filosofia não pode intervir na área das ciências» como se estas fossem textos sagrados. Evitaram-se as escorregadias questões de escolha múltipla que, em muitos casos, não permitem ao aluno exibir e desenvolver o seu saber filosófico.

 

Agrupamento de Escolas nº1 de Beja
Escola Secundária Diogo de Gouveia com 3º Ciclo, Beja
TESTE DE FILOSOFIA, 11º ANO TURMA C
21 de Março de 2014. Professor: Francisco Queiroz

 

 

 
“O relógio químico (modelo de Bruxelas) exprime pelo menos duas leis da dialéctica. Em Kant, o entendimento é condicionado e faz a síntese do diverso da intuição empírica. Imre Lakatos equacionou as perspectivas internalista e externalista na validação das ciências e dividiu em três níveis cada Programa de Investigação Científica.“

 

1) Explique, concretamente, cada uma destas frases                                                       

 

II

 

2) Relacione, justificando:
2-A) Realismo crítico e teorias da relatividade geral e da relatividade especial de Einstein.
2-B) Yang/ Yin e quatro forças fundamentais da natureza.
2-C) Princípios da falsificabilidade e da testabilidade em Karl Popper e ciência normal/ciência extraordinária e incomensurabilidade dos paradigmas em Thomas Kuhn.
2-D) Anarquismo epistemológico em Paul Feyerabend e dúvida hiperbólica em Descartes

 

 

 

CORRECÇÃO DO TESTE DE FILOSOFIA (COTADO PARA 20 VALORES)

 

1) O relógio químico também chamado bruselator ou modelo de Bruxelas, testado por uma equipa dirigida por Ilya Prigogine, é um modelo de comportamento das moléculas de um gás: supondo que há dois tipos de moléculas, umas azuis e outras vermelhas, movendo-se ao acaso, num caos, isso não conduz a uma distribuição irregular das moléculas, mas a uma alternância bem ordenada, o sistema ora é todo azul ora é todo vermelho. Isto revela a lei dialética dos dois aspectos da contradição: numa contradição há dois aspectos, sendo em regra um o dominante e o outro o dominado, podendo a situação inverter-se. Revela ainda a lei do uno: todas as moléculas, por diferentes que sejam entre si, comunicam entre si e mudam de cor ao mesmo tempo, formando um Uno, um Todo (VALE TRÊS VALORES). Para Kant, o entendimento é condicionado pela sensibilidade porque recebe dela os conteúdos materiais (as imagens de árvore, rio, voo de pássaro, incêndio, etc). O entendimento sintetiza através das categorias de totalidade, unidade, pluralidade e outras os diversos dados empíricos da sensibilidade, unificando estes sob a forma de conceitos empíricos. Exemplo: depois de receber dezenas ou centenas de imagens de galos (fenómenos), o entendimento abstrai dos pormenores destes e redu-los à unidade, formando o conceito empírico de galo.(VALE TRÊS VALORES). Imre Lakatos, epistemólogo, defendeu que a ciência se estrutura em Programas de Investigação Científica (PIC). Cada um destes tem três níveis: o núcleo duro, conjunto das teses imutáveis; o cinto protector, conjunto das teses revisíveis, que podem ser rectificadas ou substituídas; a heurística, conjunto dos métodos de investigação livre, teórica e prática, que pode confirmar ou anular o PIC. O internalismo, posição sustentada por Lakatos, é a doutrina segundo uma teoria já é ciência mesmo que confinada a um só cientista, o seu autor, desde que apresente coerência interna e a experimentação a confirme, ao passo que o externalismo diz que uma teoria só é ciência se obtiver o assentimento externo do resto da comunidade científica, do governo e ministério da ciência, das revistas da especialidade, dos fóruns televisivos, do grande público (VALE TRÊS VALORES).

 

 

 

2) A) A teoria da relatividade geral de Einstein diz que espaço e tempo são uma só realidade, o espaço-tempo, que o universo é esférico, fechado, ainda que um raio de luz possa girar em círculo infinitamente dentro dele dado que a luz encurva na proximidade de grandes massas. Não há, portanto, rectas e planos infinitos como na geometria euclidiana mas o espaço é ondulado, «torcido», e essa visão é realismo crítico já que esta doutrina afirma que há um mundo real de matéria mas os olhos humanos e o senso comum não o captam tal como ele é.  A teoria da relatividade especial sustenta, entre outras coisas, que um corpo que atinja a velocidade da luz (300 000 quilómetros por segundo) viaja para o passado, o que é realismo crítico, contrário ao realismo natural que afirma que é impossível viajar ao passado. (VALE TRÊS VALORES).

 

2) B) Yang significa dilatação, movimento, crescimento, som, fogo, verão, na filosofia do taoísmo. Yin significa contracção, repouso, diminuição, água, inverno. Das quatro forças fundamentais, duas são Yang porque expandem, são centrífugas: o electromagnetismo ( luz, microondas, raio X) e a força nuclear fraca que desagrega o núcleo do átomo e produz radioactividade. As outras duas forças fundamentais sáo Yin porque contraem, contrariam a expansão do universo: a gravidade  e a força nuclear forte que mantém unidos os protões no núcleo do átomo (VALE DOIS VALORES).

 

2) C) O princípio da falsificabilidade de Popper estabelece que as ciências são conjuntos de conjecturas, isto é, as suas leis ou teses são potencialmente falsas, falsificáveis. Isso exige aplicar permanentemente o princípio da testabilidade: há que submeter a constantes testes experimentais as teses de uma ciência. Entre as várias teorias na mesma área científica ( exemplo: vacinar ou não vacinar na medicina preventiva; heliocentrismo versus geocentrismo na astrofísica) Popper defende que se deve escolher a mais verosímil, a que dá mais garantias, sublinhando que a ciência é uma aproximação incessante à verdade sem nunca abarcar o todo desta.

Thomas Kuhn discorda da hierarquização das ciências segundo o seu grau de verdade e diz que os paradigmas (modelos teóricos ou teórico-práticos que vertebram as ciências e os mitos) são incomensuráveis, não podem comparar-se entre si. Sustenta o descontinuísmo na história das ciências: há longos períodos de lenta evolução ou estagnação do paradigma de uma ciência, chamado ciência normal, durante décadas ou séculos, subitamente as anomalias acumulam-se e originam um paradigma contrário, dito ciência extraordinária, que acabará por destronar a ciência normal e substitui-la mediante uma revolução epistemológica (VALE TRÊS VALORES).

 

2) D)- Anarquismo epistemológico de Feyerabend é a filosofia que nega autoridade às ciências institucionais dominantes - a medicina química ou alopática com as transfusões de sangue, vacinas, exames radiológicos, biópsias e outras «estupidezes»; a física quântica; a psiquiatria com recurso a drogas, etc  - e pretende derrubá-las e abrir campo a uma larga democracia de base, tal como a autogestão dos anarquistas, elevando ao mesmo estatuto que as ciências universitárias a medicina natural, a medicina hopi, a  ervanária, a acupunctura, a astrologia, os rituais religiosos eficazes na cura, a dança da chuva, etc.

A dúvida hiperbólica de Descartes formula-se assim: «Se quando durmo me parecem verdadeiros os sonhos que tenho, quem me garante que acordado não continuo a sonhar? Assim, duvido de tudo o que vejo e ouço, da existência do mundo exterior, dos deuses, das ciências e da existência do meu próprio corpo e espírito. Nenhuma certeza tenho.»

Feyerabend duvida da verdade das ciências oficiais, que considera uma emanação dos interesses materiais e do desejo de prestígio dos industriais e comerciantes, dos médicos, dos jornalistas, dos filósofos e cientistas e nesse ponto tem algo em comum com a dúvida de Descartes (VALE TRÊS VALORES).

 

 

 

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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014
Vencerá a Itália, ou a Alemanha, ou a Espanha, ou o Brasil, ou a Argentina, o Mundial de futebol no Brasil em 13 de Julho de 2014?

 

Vários factos, na nossa análise histórico-astronómica, apontam a Itália como possível finalista e, talvez, vencedora do campeonato do mundo de futebol em 13 de Julho de 2014. Mas aparentemente a Alemanha também tem indicações astronómicas favoráveis para a sua selecção ser finalista. E a área 21º-23º de Gémeos, exaltada em 12 e 13 de Julho, vincula-se ao Brasil. E o grau 29º de qualquer signo liga-se a Espanha. Este prognóstico não é definitivo. A Argentina já foi duas vezes finalista de campeonatos do mundo com Júpiter no signo de Caranguejo e também entra no cálculo das probabilidades. A nossa análise de resultados desportivos no passado, base de toda a previsão, é parcelar, ainda não terminou. Prever em desporto é mais difícil do que em política.

 

OS GRAUS 22º-24º DE BALANÇA, TÍPICOS DA ITÁLIA E DA ALEMANHA EM SITUAÇÃO DE FINALISTAS

 

Os graus 22º-24º do signo de Balança exaltam, com frequência significativa, a Itália e a Alemanha, em particular como finalistas de uma grande competição de futebol,

 

Em 7 de Julho de 1974, com Úrano em 23º 40´/ 23º 41´ de Balança,a República Federal da Alemanha conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 2-1 a Holanda no Estádio Olímpico, em Munique; em 11 de Julho de 1982, com  Plutão em 24º 8´ de Balança, a Itália vence o Campeonato do Mundo de Futebol ao derrotar por 3-1 a RFA, no estádio Santiago Bernabéu em Madrid;em 16 de Outubro de 1985, com Sol em 22º 34´/ 23º 33´ de Balança, em Estugarda, Portugal classifica-se para o Mundial no México ao vencer por 1-0 a Alemanha; em 6 de Setembro de 1997, com Vénus em 22º 53´/ 24º 3´ de Balança, a Alemanha empata 1-1 com Portugal, em Berlim; em 19 de Maio de 2012, com Saturno em 23º 52´/ 23º 49´ de Balança, o Chelsea sagra-se campeão da Europa ao derrotar, por grandes penalidades, após 1-1 em 120 minutos, o Bayern de Munique; em 1 de Julho de 2012, com Saturno em 22º 47´/ 22º 48´ de Balança, a Espanha sagra-se campeã europeia de futebol ao vencer, na final, a Itália por 4-0; em 8 de Fevereiro de 2014, com Marte em 24º 56´/ 25º 9´ de Balança, a Itália sagra-se campeã da Europa em futsal ao vencer por 3-1 a Rússia, na final, em Antuérpia.

 

Em 13 de Julho de 2014, com Marte  em 23º 32´/ 24º 0´  de Balança, jogar-se-á a final do campeonato do mundo. Por que não poderá ser a Itália ou a Alemanha finalista, primeira ou segunda classificada, no campeonato mundial de 2014?

 

O problema da previsão científica em astrologia é que cada grau do Zodíaco é polissémico, isto é, refere-se a vários países ou outras entidades em simultâneo e é imprescindível o estudo de diversos graus na mesma data para que o prognóstico seja sólido. Em termos práticos: se outros graus ou áreas do Zodíaco habitados em 13 de Julho de 2014 indicarem a Alemanha, a Itália, o Brasil ou outro como ligados a esses graus ou áreas, somos obrigados a colocar esses países no prato da balança das previsões. Riem-se os cretinos anti-astrologia - muitos deles licenciados e doutorados em filosofia, história, física, astronomia, - se falharmos uma previsão. Na história, os néscios, que são a imensa maioria, sempre se riram dos sages. Que se há-de fazer?

 

O DIÓSCOPO DE BUFFON

 

 

 O dióscopo - análise do dia, em lugar de horóscopo ou análise da hora - de nascimento de Buffon ( 28 de Janeiro de 1978) parece dar uma indicação preciosa: este guarda-redes da selecção italiana nasceu com Marte, retrógrado, entre 29º 15´ e 28º 53´ de Caranguejo. Ora, em 13 de Julho de 2014, Júpiter passará em 29º 14´/ 29º 28´  de Caranguejo, praticamente sobre a posição de Marte no nascimento de Buffon. Isso significa uma alegria intensa, que também pode dar-se na véspera, 12 de Julho, podendo significar vitória da seleção italiana em um desses dias.

 

JÚPITER EM CARANGUEJO: 80% DE HIPÓTESES DE A ALEMANHA SER FINALISTA

 

Em 13 de Julho de 2014, com Júpiter em 29º 14´/ 29º 28´ de Caranguejo, disputar-se-á a final do campeonato mundial de futebol Estatisticamente, a presença de Júpiter nas finais do mundial de futebol no signo de Caranguejo, está, sobretudo, associada à Alemanha, como vencedora ou segundo classificado: em cinco finais em que Júpiter se moveu em Caranguejo, no período 1954-2002, a Alemanha foi finalista em quatro, sendo vencedora em duas (1954,  1990) . Segue-se-lhe a Argentina: finalista duas vezes, vencedora na final em 1978, derrotada na final de 1990.

 

Em 4 de Julho de 1954, com Júpiter em 9º 7´ / 9º 21´ de Caranguejo,  a Alemanha Federal vence por 3-2 a Hungria na final do campeonato mundial em Berna; em 30 de Julho de 1966, com Júpiter em 18º 33´/ 18º 47´ de Caranguejo,  a Inglaterra vence por 4-2 a Alemanha Federal, na final do campeonato mundial em Londres; em 25 de Junho de 1978, com Júpiter em 14º 21´/ 14º 35´ de Caranguejo, a Argentina vence por 3-1 a Holanda na final do Campeonato do Mundo de Futebol no Estádio Monumental, em Buenos Aires; em 8 de Julho de 1990, com Júpiter em 20º 52´/ 21º 5´ de Caranguejo, a República Federal da Alemanha conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 1-0 a Argentina no Estádio Olímpico, em Roma; em 30 de Junho de 2002, com Júpiter em 22º 43´/ 22º 56´ de Caranguejo, o Brasil conquista o Campeonato do Mundo de Futebol ao derrotar por 2-0 a Alemanha em Yokohama, no Japão.

 

O DIÓSCOPO DO REI DE ESPANHA

 

Em 13 de Julho de 2014, Júpiter em 29º de Caranguejo  fará  uma conjunção exacta a Plutão na posição que tinha em 5 de Janeiro de 1938, dia em que nasceu, em Roma, o rei de Espanha, Juan Carlos de Borbón.Há pois a hipótese de uma forte emoção do Borbón... a Espanha a disputar a final?

 

 

Este artigo irá ser alterado pois uma análise global das leis desportivo-zodiacais que se correlacionam com o Brasil, Alemanha, Argentina, Portugal e outros ainda não foi levada a cabo.

 

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes. O facto de sermos únicos no mundo a desenvolver a Astrologia Histórica detalhada, científica, não é um argumento a nosso desfavor, bem pelo contrário. Representamos a vanguarda do conhecimento que não é consensualmente aceite porque as esferas universitárias e editoriais estão muito atrasadas em relação a nós. Não participamos em congressos de astrologia pois estes estão dominados por astrólogos comerciais sem pensamento científico assente na investigação..

 

 

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Terça-feira, 23 de Julho de 2013
Área zodiacal 6º-8º do signo de Leão: sismo no Irão, queda de avião em Cascais

 

Astrologia: é uma ciência suprema, na mão de investigadores de história social sérios e rigorosos - como é o nosso caso, modéstia aparte; é uma intrujice retórica se brandida por astrólogos superficiais e "místicos" ou comerciais, o que, infelizmente, é o caso da esmagadora maioria dos astrólogos. 

 

 Eis uma lei parcelar que vamos testar nos próximos dias, quando Marte viajar em 6º-8º de Leão, de 23 a 26 de Julho de 2013. Pode ocorrer um sismo no Irão ou a queda de um avião ou ultra-leve em Cascais. Mas não juro que tal ocorrerá, porque há outros ciclos planetários que não levo em conta.

 

ÁREA 6º-8º DE LEÃO:

IRÃO, AVIÃO EM CASCAIS

 

Em 4 de Novembro de 1956, com Urano em 6º 57´/ 6º 58´ de Leão,  um sismo de magnitude 6,8 na escala de Richter em Luristan, Irão, cria 2 500 mortos; em 2 de Julho de 1957, com Marte em 6º 35´/ 7º 12´ de Leão, dois sismos de magnitudes 7,3 e 7,1 na escala de Richter sacodem o norte do Irão, fazendo mais de 1 200 mortos; em 1 de Setembro de 1962, com Nodo Norte da Lua em 8º 43´/ 8º 37´ de Leão, um sismo em Qazvin, no Irão, gera 12 225 mortos.

 

Em 20 de Agosto de 2006, com Vénus em 8º 45´ / 9º 59´ de Leão, às 16.05 horas, um avião ultraligeiro sobe em parafuso e cai ao mar junto à praia do Guincho, Cascais, morrendo os dois tripulantes; em 2 de Julho de 2012, com Mercúrio em 6º 15´/ 7º 7´ de Leão,  uma aeronave Piper cai na Quinta de Manique, a norte do aeródromo de Tires, em Cascais, resultando dois feridos.

 

 Três previsões similares à que fizemos no início deste texto reportam-se aos dias  28 de Julho a 1 de Agosto de 2013 (Sol em 6º-8º de Leão), 11 a 13 de Agosto de 2013 (Mercúrio em 6º-8º do signo de Leão) e 6 a 11 de Setembro de 2013 (Marte em 6º-8º do signo de Leão)..

 

A verdadeira astrologia é esta, indutiva, factual, sem charlatanismos nem imprecisões místicas. Vá, filósofos da ciência, doutorados de todas as áreas, que combatem o determinismo astral sem nada perceberem de astronomia e da sua conexão com história social,  refutem-me, se são capazes! Mostrem que esta indução é ilegítima. Eu não garanto que é infalível a previsão. Garanto que tem certa solidez científica e é legítima.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.


 

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
O ciclo de Júpiter em Gémeos determinará a eleição do presidente dos EUA em 6 de Novembro de 2012?

 

Júpiter ocupa o signo de Gémeos (arco de 60º a 90º da eclíptica ou trajectória aparente do Sol) um ano em cada doze. Pode a posição de Júpiter, amanhã dia 6 de Novembro de 2012, em 14º do signo de Gémeos, determinar, por si só, a vitória de um dos candidatos, o democrata Barack Obama e o republicano Mitt Romney?  Creio que não.

 

Como sempre, na Astrologia Histórico-Social, que investigo baseio-me nos exemplos histórico-astronómicos. Isto nada tem de místico e de irracional. Místicos obscurantistas são os pretensos «racionalistas» que negam o determinismo zodiacal, absoluto em todos os acontecimentos geofísicos, biológicos, políticos e sociais: eles não se baseiam em dados empíricos mas na sua fé cega no acaso, no indeterminismo. Parto de dados concretos e opero sobre eles. E isso deixa embaraçados os meus opositores teóricos, inclusive os astrólogos tradicionais - Paulo Cardoso, Flávia Monsaraz, Luís Resina, Helena Avelar, Cristina Candeias, Vera Xavier, Liz Greene, Stephen Arroyo, todos eles anti historicistas no sentido preciso do termo, astrólogos de segunda categoria que o sistema ( a televisão, as revistas de «horóscopos», as editoras de «esoterismo» fácil) promove.

 

Em 7 de Novembro de 2000, com Júpiter em 8º do signo de Gémeos, realiza-se a eleição do colégio presidencial que elegerá George Bush como presidente dos EUA, ao cabo de contagens de votos supostamente fraudulentas que derrotarão Al Gore, o candidato democrata.

 

Este exemplo é claramente insuficiente para induzir a repetição do resultado de Novembro de 2000 mas numa coisa parece imitar: no carácter renhido da contenda, com empate técnico em várias sondagens entre os dois candidatos.

 

Decerto, Júpiter não é despiciendo na modelação dos resultados. No signo de Capricórnio, elegeu pelo menos dois presidentes progressistas nos EUA:

 

A) Em 8 de Novembro de 1960, com Júpiter em 2º do signo de Capricórnio, John Fitzgerald Kennedy, candidato democrata, que viria a enfrentar o lobby das petrolíferas texanas, é eleito presidente dos EUA.

 

B) Em 4 de Novembro de 2008, com Júpiter em 17º do signo de Capricórnio, Barack Obama, candidato democrata, é eleito presidente dos EUA.

 

 

Como é evidente, os politólogos e os filósofos do sistema (Nuno Rogeiro, Pacheco Pereira, António Barreto, Manuel Vilaverde Cabral, Maria de Lurdes Rodrigues, Ângelo Correia, Adriano Moreira, Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa Pinto, Ricardo Costa, Fátima Campos Ferreira, José Gil, Manuel Maria Carrilho, Eduardo Lourenço, Miguel Reale, Viriato Soromenho Marques, Porfírio Silva, Vítor Guerreiro, João Branquinho, José Barata Moura, António Pedro Mesquita, etc) não entendem nada disto. São incapazes de olhar as estrelas, o firmamento, numa óptica científica, de fonte geradora dos comportamentos humanos, animais, vegetais e mecânicos. Carecem de racionalidade holística. Não têm a grandeza e a solidez de pensamento dos universitários do Renascimento, de Galileu e Kepler, que praticavam astrologia, ligavam o Zodíaco à Terra. E a televisão, essa inimiga do pensamento superior, ao qual silencia,  permite-lhes divulgar as suas interpretações sociológicas que são de qualidade muito inferior ao saber histórico-astronómico das leis que descobrimos.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.

 

 

 

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publicado por Francisco Limpo Queiroz às 22:35
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Domingo, 26 de Agosto de 2012
O ciclo de 12 anos de Júpiter determina a política em Portugal (parte I)

 

Há uma influência contínua, segundo leis necessárias, do planeta Júpiter sobre a vida político-social em Portugal? Há, sem dúvida. Demonstrarei com factos esta tese. ´Grosso modo, o ciclo de Júpiter é de 12 anos. Isto significa que, se Júpiter em 1983 atravessou o signo de Sagitário - os 30º de arco celeste que vão de 240º a 270º da eclíptica - doze anos depois, em 1995, atravessou o mesmo signo ou arco do céu, e doze anos depois, em 2007 percorreu mais uma vez o signo de Sagitário. Signos são segmentos de arco, de 0º a 30º cada um, na circunferência celeste a que chamamos Zodíaco (360º =12 signos, 12x30º). Estão todos no céu em simultâneo, seis na metade visivel do céu e seis na metade invisível, abaixo da linha do horizonte.

 

JÚPITER EM CARNEIRO:

FAVORÁVEL AO CENTRO E À DIREITA, NO MEIO DA TURBULÊNCIA REVOLUCIONÁRIA

 

A passagem de Júpiter no signo de Carneiro (arco do céu de 0º a 30º da eclíptica) produz, em regra, um fenómeno de dupla face: uma esquerdização do movimento popular seguida de um triunfo das direitas ou do centro em eleições legislativas ou mediante um golpe militar.

 

Em 25 de Abril de 1975, com Júpiter em 8º-9º do signo de Carneiro, o PS de Mário Soares vence, sem maioria absoluta, as eleições à Assembleia Constituinte, relegando para terceiro lugar o PCP que demonstrava grande poder de mobilização popular nas ruas. A assembleia ficará com uma maioria de deputados não comunistas e anticomunistas, o que constitui um balde de água fria para a revolução marxista e anarquista em curso.

 

Em 19 de Julho de 1987, com Júpiter em 28º do signo de Carneiro, o PSD do primeiro-ministro Cavaco Silva vence, pela primeira vez com maioria absoluta de deputados, as eleições legislativas em Portugal. A direita burguesa liberal fica agora com o caminho aberto às privatizações na economia.

 

Em 23 de Janeiro de 2011, com Júpiter em 0º do signo de Carneiro, Cavaco Silva, candidato das direitas PSD e CDS, é reeleito presidente da República Portuguesa com 52,95% dos votos, derrotando o candidato do PS e do BE, Manuel Alegre (19,76% de votos)  o independente de centro, maçon, Fernando Nobre (14,10% de votos), o candidato do PCP Francisco Lopes (7,1% de votos), o candidato radical madeirense José Manuel Coelho (4,5% de votos).

 

Outras datas marcadas por Júpiter em Carneiro que traduzem uma inflexão para a direita são:

 

Em 27 de Abril de 1928, com Júpiter em 21º  do signo de Carneiro, Oliveira Salazar, dirigente do centro católico, ascende a ministro das Finanças do 4º governo da ditadura militar de direita.

 

Em 7 de Maio de 1940, com Júpiter em 27º do signo de Carneiro, o governo de Salazar e a Santa Sé assinam uma concordata que restabelece grande parte do poder da igreja católica romana em Portugal, nomeadamente a indissolubilidade dos matrimónios celebrados no rito romano e o ensino do catolicismo nas escolas públicas.

 

Em 1 de Abril de 1964, com Júpiter em 27º do signo de Carneiro, o golpe militar de direita iniciado no dia anterior em Minas Gerais, triunfa na capital do Brasil e derruba o presidente da República João Goulart, instaurando a ditadura militar.

 

Em 25-27 de Novembro de 1975, com Júpiter em 15º de Carneiro, instigados pela CIA, que com Frank Carlucci, Mário Soares e Ramalho Eanes preparam o Termidor da revolução popular, os páraquedistas de Tancos ocupam, no dia 25, a base militar da Ota e outras, visando  derrubar o VI governo provisório chefiado por Pinheiro de Azevedo, mas, no dia 26, os comandos da Amadora chefiados por Jaime Neves neutralizam o ingénuo golpe esquerdista, assaltando o revolucionário regimento da Polícia Militar na Ajuda, à custa de 8 mortes, enquanto Otelo Saraiva de Carvalho, que comanda 10 000 soldados, fica neutro. Opera-se uma viragem à direita que estabiliza, ao centro, o regime político que passará a ser uma democracia burguesa avançada.

 

Em 24 de Março de 1976, com Júpiter em 29º do signo de Carneiro, um sangrento golpe militar fascista promovido pelo general Videla e outros, na Argentina, derruba o governo da presidenta Maria Isabel Perón e instaura uma ditadura que assassinará milhares de militantes de esquerda.

 

JÚPITER EM TOURO:

EXITOS PARCIAIS DO CDS NAS ELEIÇÕES DE 1976 E 2011, DESLIZE PARA A DIREITA

 

A passagem de Júpiter no signo de Touro (arco do céu de 30 a 60º de longitude eclíptica) produz, em regra, um deslizar para a direita do fiel da balança da situação política e liga-se a duas eleições legislativas, em 1976 e 2011, em que o CDS conservador obteve um bom resultado que lhe permitiu ascender ao governo, a curto ou médio prazo, nesse quadro parlamentar.

 

Em 25 de Abril de 1976, com Júpiter em 6º-7º do signo de Touro, o PS de Mário Soares vence, sem maioria absoluta, as eleições legislativas em Portugal e o CDS, de direita conservadora, sobe de quarto para terceiro partido parlamentar, garantindo, a médio prazo, a sua ascensão ao governo, que ocorrerá em Janeiro de 1978, em coligação com o PS de Soares.

 

Em 27 de Junho de 1976, com Júpiter em 21º do signo de Touro, o general Ramalho Eanes, candidato do bloco de direitas e centro-esquerda PS-PSD-CDS, é eleito presidente da República Portuguesa com 61,59% de votos. A esquerda revolucionária polarizada em Otelo Saraiva de Carvalho (16,46% de votos) é derrotada, tal como Pinheiro de Azevedo (14,37% de votos) e Octávio Pato do PCP (7,59% de votos).

 

Em 5 de Junho de 2011, com Júpiter em 0º do signo de Touro, o PSD de Passos Coelho vence as eleições legislativas com 38, 63% de votos. O CDS é um vencedor secundário, com 11,74% de votos, porque ascenderá ao governo coligado com o PSD. Portugal vira à direita.

 

 

Outros factos ligados à passagem de Júpiter em Touro são:

 

Em 6 de Dezembro de 1383, com Júpiter em 17º do signo de Touro, D. João, mestre de Avis, chama ao Paço, em Lisboa, o galego conde João Fernandes Andeiro, amante da rainha Leonor Teles e membro do partido castelhano, e assassina-o, enquanto Álvaro Pais, nas ruas de Lisboa, amotina a multidão gritando «Acudam, que matam o mestre!» e a turba aflui ao Paço aclamando D. João.

 

Em 6 de Abril de 1384, com Júpiter em 27º do signo de Touro, o exército português de 3900 homens, comandado por Nuno Álvares Pereira, derrota na batalha dos Atoleiros, município de Fronteira, o exército castelhano de 6500 homens.

 

Em 5 de Outubro de 1667, com Júpiter em 3º-2º de Touro, à frente de um grupo de nobres e apoiado por um tumulto popular em Lísboa, D. Pedro, que já namorava a rainha D. Maria Francisca de Sabóia, sua cunhada, invade o Paço e intima o rei D. Afonso VI a demitir o secretário de Estado António de Sousa Macedo, incompatibilizado com a rainha, intimação a que Afonso VI, abandonado, cede, ficando à mercê do irmão que dentro de três meses o substituirá como regente do reino de Portugal

 

JÚPITER EM GÉMEOS: 

VIRAGENS DIREITISTAS EM PORTUGAL

 

 

A passagem de Júpiter no signo de Gémeos (arco do céu de 60º a 90º em longitude eclíptica)  liga-se, em regra, a viragens direitistas em Portugal.  

 

De 27 a 31 de Maio de 1823, com Júpiter em  15º-16º de Gémeos, produz-se em Portugal a viragem à direita pela revolta da Vilafrancada, com a proclamação da monarquia absoluta pelo Infante D.Miguel, no dia 27, e a partida do rei D. João VI, apoiado por um regimento militar de Bemposta, para Vila Franca, submetendo D.Miguel, mas suspendendo o regime constitucional liberal de 1820-1822 e instaurando um absolutismo moderado, no dia 31.

 

Em 22 e 23 de Dezembro de 1846, com Júpiter em 9º de Gémeos, o marechal Saldanha, chefe do governo conservador de D. Maria II, ataca com o seu exército a praça de Torres Vedras onde se aquartelara o exército da Junta revolucionária do Porto comandado pelo conde de Bonfim, que, sem o apoio militar do conde das Antas, acaba por se render. É uma vitória da direita liberal.

 

De 5 a 8 de Dezembro de 1917, com Júpiter em 5º do signo de Gémeos, o major Sidónio Pais, ligado aos latifundiários e ao partido Unionista, com apoio de parte do exército, e o concurso de anarco-sindicalistas irritados com a represssão da burguesia PRP, desencadeia um sangrento golpe militar que derruba o governo do PRP de Norton de Matos e Afonso Costa, sendo este preso no Porto, no dia 8. Nasce a República Nova, direitista, sem a «formiga branca» e a Carbonária como colunas de sustentação.

 

 

 

JÚPITER EM CARANGUEJO.

FAVORÁVEL ÀS DIREITAS

 

A passagem de Júpiter no signo de Caranguejo (arco do céu de 90º a 120º ) gera, em regra, o triunfo das direitas liberais ou conservadoras em Portugal.

 

Em 17 de Março de 2002, com Júpiter em 6º do signo de Caranguejo, o PSD de Durão Barroso vence, sem maioria aboluta de deputados, as eleições legislativas, pondo fim à governação do PS de Guterres que durava desde Outubro de 1995. O CDS de Paulo Portas é um co-vencedor destas eleições porque ascenderá ao governo em coligação com o PSD.

 

Outras datas relevantes de Júpiter em Caranguejo são:

 

Em 21 de Outubro de 1147, com Júpiter em 4º do signo de Caranguejo, o rei D. Afonso Henriques com o seu exército de 12000 a 16000 soldados toma aos muçulmanos  a cidade de Lisboa, já saqueada dias antes pelo exército de 13 000 cruzados flamengos, normandos, ingleses e escoceses. 

 

Em 14 de Agosto de 1385, com Júpiter em 22º do signo de Caranguejo, o exército luso-inglês sob o comando de Nuno Álvares Pereira, entrincheirado perto de Aljubarrota e usando a tática do quadrado, vence o exército do rei D. João de Castela e consolida a independência nacional e o reinado de D. João I, mestre da ordem de Avis.

 

Em 24 de Fevereiro de 1777, com Júpiter em 15º do signo de Caranguejo, morre D. José I, déspota iluminado, e com ele cai o seu primeiro ministro Sebastião de Carvalho e Melo, marquês de Pombal, que reprimiu com mão de ferro a alta aristocracia de direita e a esquerda plebeia.

 

Em 29 de Junho de 1847, com Júpiter em 0º de Caranguejo, assina-se a convenção do Gramido entre o governo conservador de Saldanha, defensor da Carta Constitucional, apoiado na Quádrupla Aliança estangeira, e vencedor da guerra civil, e a Junta liberal de esquerda do Porto, defensora da Constituição liberal de 1836, vencida na guerra civil da Patuleia.

 

Em 14 de Dezembro de 1918, com Júpiter em 13º do signo de Caranguejo, José Júlio Costa, republicano, enfurecido pela repressão sidonista aos trabalhadores rurais por altura da greve geral de 18 de Novembro desse ano, assassina a tiro de pistola, na estação do Rossio, em Lisboa, o presidente da República Nova, o protofascista Sidónio Pais, que gozava do apoio da ala direita do Partido Socialista. Este assassinato agrada às direitas e às esquerdas republicanas, mas não à extrema-direita nem aos monárquicos.

 

Em 8 de Dezembro de 1977, com Júpiter em 3º-2º de Caranguejo, o 1º governo constitucional, do PS, chefiado por Mário Soares é derrubado por uma conjunção das direitas (PSD; CDS) e esquerdas (PCP; MDP, UDP) ao rejeitarem a moção de confiança ao governo proposta por este.

 

Em 16 de Dezembro de 2001, com Júpiter em 12º de Caranguejo, o primeiro-ministro do governo socialista, António Guterres, demite-se e faz cair o governo após conhecer os rsultados das eleições para as autarquias locais celebradas nesse dia, em que o PSD superou o PS.

 

Outros factos significativos da passagem de Júpiter em Caranguejo são:

 

De 9 a 11 de Novembro de 1918, com Júpiter em 15º do signo de Caranguejo, irrompe a República na Alemanha, com o derrube do imperador Guilherme II mediante a revolução em Berlim, no dia 9, e a assinatura do armistício que põe fim à primeira guerra mundial com a Alemanha vencida pelos Aliados, no dia 11.

 

Em 9 de Novembro de 1918, com Júpiter em 10º do signo de Caranguejo, nicia-se o derrube do muro de Berlim levado a cabo pela revolução democrática e anticomunista na Alemanha de Leste e os cidadãos berlinenses dos dois lados do muro confraternizam ente si. É a reunificação das duas Alemanhas que principia sob a égide do ocidente capitalista.´

 

JÚPITER EM LEÃO:

INFLUXO DE ESQUERDA

 

A passagem de Júpiter no signo de Leão (arco do céu de 120º a 150º de longitude) gera, em regra, um influxo de esquerda em Portugal.

 

Em 13 de Janeiro de 1991, com Júpiter em 10º do signo de Leão, Mário Soares é reeleito presidente da República com 70,35% dos votos, o apoio do PS e da ala esquerda do PSD e obtém, assim, a segurança necessária para começar a criticar com nitidez a governação do PSD de Cavaco Silva. Basílio Horta, candidato da direita CDS, fica em 14,16% de votos. Carvalhas, do PCP, obtém 12,92% de votos.

 

Outros factos ligados à passagem de Júpiter em Leão são:

 

De 9 a 11 de Setembro de 1836, com Júpiter em 8º do signo de Leão, eclode a revolução de esquerda liberal em Portugal conhecida como «revolução de Setembro», com a aclamação dos deputados radicais vindos do Porto, em particular os irmãos Manuel e José da Silva Passos, por populares armados que dão "vivas" à Constituição de 1820, e morras ao governo de direita e à Carta Constitucional, no dia 9, o pronunciamento da Guarda Nacional que exige à rainha D.Maria II a restauração da Constituição, no dia 10, e a cedência da rainha que jura a Constituição e investe o novo governo em que pontificam o conde de Lumiares (presidente), Manuel da Silva Passos (Reino), Vieira de Castro (Eclesiásticos e Justiça) e Sá da Bandeira (Estrangeiros), da ala esquerda do liberalismo.

 

De 3 a 5 de Novembro de 1836, com Júpiter em 16º do signo de Leão, ocorre a Belenzada, uma tentativa fracassada de expulsar a esquerda setembrista do governo, iniciada com a chegada de uma esquadra inglesa ao rio Tejo a fim de proteger a rainha D.Maria II no intento de abolir a Constituição liberal e a transferência da rainha com os generais conspiradores (Terceira, Saldanha) do palácio das Necessidades para o de Belém onde chama Passos Manuel e Vieira de Castro que recusam restaurar a Carta Constitucional e demite o governo, no dia 3, a nomeação de um governo conservador chefiado pelo marquês de Valença, e a resposta da Guarda Nacional e da plebe revolucionária que impedem o acesso dos conspiradores ao palácio de Belém e inclusive assassinam o liberal conservador Agostinho José Freire, ex ministro de D.Pedro IV, no dia 4, o desembarque de 600 militares ingleses na Junqueira e a reação da Guarda Nacional que desce a Alcântara e se prepara para atacar Belém e tirar a vida à contra-revolucionária D.Maria II, opondo-se a isso Passos Manuel, a quem a rainha reinveste como ministro de um novo governo setembrista chefiado por Sá da Bandeira, no dia 5.

 

Em 1 de Fevereiro de 1908, com Júpiter em 8º do signo de Leão, chegados de Vila Viçosa, o rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados a tiro no Terreiro do Paço, em Lisboa, por dois membros da Carbonária, Alfredo Costa e Manuel Buíça, apostados em derrubar a ditadura monárquica de João Franco Castelo Branco que, em consequência deste regicídio, cai nesse dia. Os regicidas são chacinados  O príncipe D. Manuel ascende a rei e inaugura uma era de conciliação com o movimento republicano.

 

 

 

JÚPITER EM VIRGEM:

VITÓRIAS ELEITORAIS DO PSD EM 1979 E 1991, RENOVAÇÃO NA LIDERANÇA DAS DIREITAS

 

A passagem de Júpiter no signo de Virgem (arco do céu de 150º a 180º ) gera, em regra, o triunfo das direitas liberais ou conservadoras em Portugal.

 

Em 2 de Dezembro de 1979, com Júpiter em 9º do signo de Virgem, a Aliança Democrática, coligação das direitas e de parte do centro (PSD, CDS, PPM, reformadores de António Barreto) dirigida por Sá Carneiro e Freitas do Amaral e Ribeiro Teles, vence com maioria absoluta as (121 deputados a que somam 7 do PSD insular, num total de 250) as eleições legislativas em Portugal.

 

Em 6 de Outubro de 1991, com Júpiter em 4º-5º do signo de Virgem, o PSD, do primeiro-ministro Cavaco Silva, vence com maioria absoluta - 135 deputados eleitos num total de 230 - as eleições legislativas em Portugal, satisfazendo os apetites da direita liberal e neoliberal.

 

Outras datas significativas do trânsito de Júpiter em Virgem são:

 

Em 6 de Dezembro de 1185, com Júpiter em 20º do signo de Virgem, morre, em Coimbra, com cerca de 76 anos de idade, D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal.

 

De 19 a 21 de Abril de 1506, com Júpiter em 7º do signo de Virgem, enquanto a corte de D. Manuel I está ausente em Abrantes, ocorre em Lisboa o massacre dos judeus responsabilizados pela seca e fome que assolam o país, iniciado com o assassinato de um cristão-novo (judeu convertido) que negara que tivesse surgido no altar do convento de São Domingos, em Lisboa, um rosto místico de Cristo iluminado, no dia 19, e consubstanciado na matança de mais de 1.500 homens, mulheres e crianças de religião judia, estimulada por frades dominicanos que gritavam «Heresia! Heresia!», massacre levado a cabo por lisboetas e por marinheiros da Holanda, da Alemanha e outros países que saqueiam as casas e queimam os corpos em fogueiras no Rossio e na Ribeira das Naus.

 

Em 10 de Julho de 1921, com Júpiter em 14º do signo de Virgem, o Partido Republicano liberal de António Granjo e Carlos da Maia, conservador, vence as eleições legislativas na 1ª República Portuguesa habitualmente hegemonizada pelo Partido Republicano Português, vulgo partido Democrático de Afonso Costa e António Maria da Silva.

 

Em 11 de Abril de 1933, com Júpiter em 14º de Virgem, é proclamada a Constituição do Estado Novo em Portugal, um regime ditatorial católico-fascista que se apresenta como «democracia orgânica» sob a égide de Salazar.

 

Em 4 de Julho de 1945, com Júpiter em 21º do signo de Virgem, Alfredo Dinis (Alex) funcionário do Partido Comunista Português, é assassinado a tiro por uma brigada da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado na estrada nacional 115, ao quilómetro 71, em Bemposta, perto de Sobral de Monte Agraço.

 

Em 27 de Setembro de 1968, com Júpiter em 20º do signo de Virgem, Marcelo Caetano, líder da ala esquerda da ditadura salazarista, substitui como primeiro-ministro o incapacitado fundador do regime Oliveira Salazar, de 79 anos, vítima de hemorragia cerebral originada por uma queda em Agosto desse ano.

 

JÚPITER EM BALANÇA :

VITÓRIAS DO PS EM 1980 E EM 2005, EXALTAÇÃO DO REPUBLICANISMO DE ESQUERDA

 

A passagem de Júpiter no signo de Balança (arco do céu de 180º a 210º  de longitude eclíptica) gera vitórias eleitorais da esquerda em Portugal.

 

Em 7 de Dezembro de 1980, com Júpiter em 6º-7º do signo de Balança, o general Ramalho Eanes, com o apoio do PS, PCP e outros sectores da esquerda, é reeleito presidente da República Portuguesa, com 56,44% de votos, vencendo o candidato das direitas agrupadas na Aliança Democrática, general Soares Carneiro, com 40, 23% de votos.

 

Em 20 de Fevereiro de 2005, com Júpiter em 18º do signo de Balança, o PS de José Sócrates vence, com maioria absoluta de deputados (121 eleitos num total de 230), as eleições legislativas em Portugal.

 

Outras datas significativas da passagem de Júpiter em Balança são:

 

Em 25 de Julho de 1139, com Júpiter em 0º do signo de Balança, em Ourique, o exército cristão de Afonso Henriques derrota em combate um exército muçulmano mais numeroso, o que fará com que o conde lusitano passe a usar, a partir de 1140, o título de «Rei dos Portucalenses».

 

Em 30 de Novembro de 1162, com Júpiter em 8º de Balança, a cidade de Beja é tomada aos islâmicos por um exército de Afonso Henriques comandado por Fernão Gonçalves.

 

Em 20 de Junho de 1483, com Júpiter em 0º do signo de Balança, D. Fernando, duque de Bragança, envolvido numa conspiração contra o rei D.João II que procedia à centralização do poder na coroa retirando privilégios à aristocracia feudal, é degolado publicamente em Évora.

 

Em 4 de Agosto de 1578, com Júpiter em 10º do signo de Balança, o exército português, aliado ao exército do sultão Mulei Moluco, é derrotado por um grande exército do sultão de Marrocos  Mulay Mohammed, com apoio otomano, na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de Marrocos, desaparecendo o rei D.Sebastião, símbolo da nobreza africanista, e a mais alta fidalguia portuguesa.

 

Em 1 de Novembro de 1755, com Júpiter em 7º  de Balança, um sismo, acompanhado de maremoto, destrói quase por completo a cidade de Lisboa, matando cerca de 90 000 pessoas, e causa grandes destruições no sul de Portugal, em especial no Algarve.

 

De 7 de Abril a 13 de Maio de 1851, com Júpiter em 18º-4º do signo de Balança, dá-se o golpe de Estado da Regeneração que expulsa o direitista António da Costa Cabral da chefia do governo, com a sublevação do marechal Saldanha em Sintra (7 de Abril) buscando apoios em Mafra, Leiria e acabando por fugir para a Galiza, a adesão de Lisboa a Saldanha e a fuga de Costa Cabral substituido no governo pelo duque da Terceira (26 de Abril) e a entrada triunfal de Saldanha em Lisboa para chefiar o primeiro governo da Regeneração (13 de Maio).

 

 

Em 5-8  de Outubro de 1910, com Júpiter em 21º-22º do signo de Balança, a esquerda obtèm um triunfo em Portugal, com a implantação da República através da insurreição de Machado Santos e da Carbonária em Lisboa, no dia 5, e a expulsão dos jesuítas e nacionalização dos bens das ordens religiosas em Portugal decretada pelo novo ministro da Justiça, Afonso Costa.

 

Em 19-20 de Outubro de 1921, com Júpiter em 4º-5º do signo de Balança, unidades da GNR em combinação com o pequeno Partido Republicano Radical de Manuel Maria Coelho desencadeiam um golpe militar em Lisboa contra o governo de direita do Partido Liberal o que conduz ao aprisionamento e assassínio de António Granjo, chefe do governo, do almirante Machado Santos e do comandante Carlos da Maia por um grupo de amotinados em que prevalece o cabo Abel Olímpio, pago em segredo por sectores monárquicos para desestabilizar a República.

 

 

De 14 a 16 de Maio de 1958, com Júpiter em 23º do signo de Balança, a campanha eleitoral do general Humberto Delgado contra Salazar e o Estado Novo atinge o auge, com a concentração de cerca de 250 000 pessoas na baixa da cidade do Porto em apoio do candidato da democracia liberal e da maçonaria, Delgado, que promete suprimir o fascismo português, no dia 14, e a chegada do general Delgado de comboio a Lisboa, no dia 16, havendo cargas de sabres da GNR a cavalo sobre o povo antifascista de Lisboa.

 

 

Em 4 de Dezembro de 1980, com Júpiter em 6º do signo de Balança, a explosão de uma bomba colocada num avião CESNA por Lee Rodrigues, a mando da CIA e do grupo mundialista de Bilderberg, causa a morte dos seus 8 ocupantes, no céu de Camarate, entre os quais o primeiro ministro Francisco Sá Carneiro e o ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa, homens íntegros da direita portuguesa que bloqueavam o trânsito de armas dos EUA para o Irão via Portugal.

 

JÚPITER EM ESCORPIÃO:

VIRAGENS À DIREITA, REVOLTA DO PORTO

 

A passagem de Júpiter no signo de Escorpião (arco do céu de 210º a 240º de longitude eclíptica) gera, em regra, uma viragem à direita em Portugal, que se faz acompanhar de uma revolta no Porto.

 

Em 22 de Janeiro de 2006, com Júpiter em 16º do signo de Escorpião, Aníbal Cavaco Silva, candidato das direitas PSD e CDS, é eleito presidente da República Portuguesa com 50,54% de votos. Manuel Alegre, candidato de centro-esquerda independente, recebe 20,74% dos votos, derrotando Mário Soares (14, 31% de votos), candidato do PS, o comunista Jerónimo de Sousa (8,64%) e Francisco Louçã (5,32%), do Bloco de Esquerda. Pela primeira vez desde 1976, um presidente de centro-direita vai habitar o palácio de Belém.

 

Outros factos interessantes ligados à passagem de Júpiter no signo de Escorpião são:

 

De 22 de Fevereiro a 7 de Dezembro de 1828, com Júpiter em 14º-4º- 29º do signo de Escorpião, restauração do absolutismo em Portugal por D.Miguel e revolta liberal do Porto, com a chegada deste a Lisboa (22 de Fevereiro) o seu juramento hipócrita da Carta Constitucional assumindo o lugar de regente (26 de Fevereiro), tumultos absolutistas em Lisboa e aclamação de D. Miguel pelo Senado de Lisboa, de Coimbra e Aveiro (25 de Abril) , a convocação dos três Estados do Reino por D.Miguel a fim de retirar a seu irmão D.Pedro a legitimidade de ser rei (3 de Maio), o levantamento de regimentos em defesa da Carta constitucional no Porto (16 de Maio), a entrada do exército absolutista no Porto e fuga da Junta Liberal para a Galiza (3 de Julho),  o juramento de D. Miguel como rei absoluto perante os três Estados (7 de Julho) e a sua aclamação (11 de Julho), promulgação dos decretos do terror absolutista (4 a 18 de Agosto) a chegada de uma esquadra liberal à Madeira acidente de D. Miguel que parte uma perna ao tombar a carruagem que conduz perto de Caxias (9 de Novembro), dissolução do depósito de emigrados liberais portugueses em Plymouth por ordem do governo inglês (7 de Dezembro).

 

De 12 de Novembro de 1910 a de Dezembro de 1911, com Júpiter em 0º- 14º- 4º- 26º de Escorpião, a República revela-se um regime democrático de direita, com a decisão de conceder a D. Manuel II, rei deposto, continuar a auferir os seus rendimentos pessoais (12 de Novembro) a repressão violenta pela GNR da vaga de greves por todo o país, dos ferroviários, operários da Companhia do gás, corticeiros, jornaleiros do Alentejo e Ribatejo violentamente reprimidas pela GNR (Dezembro de 1910 e Janeiro de 1911),a promulgação da lei de separação entre o Estado e a Igreja (20 de Abril), a eleição, pelo bloco republicano conservador, de Manuel de Arriaga como presidente da República (24 de Agosto), a incursão monárquica de Paiva Couceiro em Chaves e Vinhais (5-17 de Outubro), o espancamento de António José de Almeida por partidários do radical Afonso Costa (20 de Outubro),  o decreto proibindo ao bispo da Guarda residir no distrito por 2 anos (25 de Novembro).

 a

De 5 de Dezembro de 1981 a de 20 Dezembro de 1982,  com Júpiter em 1º-10º-0º- 28º do signo de Escorpião, o 8º governo constitucional, da Aliança Democrática, liderado por Pinto Balemão, desenvolve uma viragem à direita, com a reeleição do primeiro-ministro Pinto Balsemão como líder do PSD no IX Congresso Nacional deste partido no Porto (5-6 de Dezembro de 1981), o homicídio a tiro pelo corpo de intervenção da PSP de 2 militantes da CGTP e ferimentos em mais de 100 pessoas na baixa do Porto aquando de uma disputa com militantes da UGT(noite de 30 de Abril para 1 de Maio), a demissão de Pinto Balsemão do cargo de primeiro-ministro apesar de sustentado por uma maioria absoluta da AD (20 de Dezembro).

 

 

Nada disto é do conhecimento dos filósofos triunfantes, dos catedráticos de filosofia, professores liceais, astrólogos comerciais «humanistas» que continuam a mentir dizendo que os astros não determinam o destino das pessoas e das sociedades. A estupidez doutorada, anti astrologia, dos Karl Popper, dos Carl Sagan e seguidores impera nas universidades, nos livros e revistas, na televisão e jornais. (CONTINUA)

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 21:13
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011
A astrologia científica, a pseudo-astrologia e as presidenciais de 23 de Janeiro de 2011

A grande maioria dos filósofos, inteligências superiores ou inteligências médio-elevadas, foram néscios a respeito da astrologia. Platão, Aristóteles, Marco Aurélio, Tomás de Aquino, Galileu, Kepler, Tycho Brahe, Paul Feyerabend reconheceram a realidade das influências planetárias sobre a vida física e social, colectiva e individual, na Terra, e alguns deles fizeram estudos matemático-astrológicos, convictos de que há uma astrologia científica - a astrologia não é senão uma matemática celeste, uma geometria descritiva, uma astronomia correlacionada com os factos histórico-sociais. Voltaire, Rousseau, Nietzschze, Marx, Kant, Hegel, Popper, Husserl, Santayana, Heidegger, Thomas Nagel, Simon Blackburn e tantos outros atacaram ou ignoraram a astrologia como "superstição" , "fantasia anti científica", "religião primitiva irracional". É do senso comum que «nenhum catedrático da área das ciências empíricas, da filosofia ou da sociologia deve defender a veracidade e a racionalidade da astrologia». Se o fizer, verá anulada a sua tese de doutoramento, como já sucedeu em França com um académico.

 

A verdade é que a astrologia científica é absolutamente racional e constitui uma ciência empírico-formal como a Física ou a Astronomia: há nela leis astronómicas exactas que servem de base à descoberta de leis astronómico- políticas e biosociais que regem as sociedades humanas no quotidiano. Considerar a História como ciência e a Astrologia Histórico-Social como superstição é absurdo: a Astrologia engloba a História Social e Política, quantifica ou matematiza os factos histórico-sociais e, portanto, é ainda mais científica do que a História Política, Económica e Social.

 

Quase todos os que atacam a astrologia nada sabem da sua base astronómica. Não sabem sequer, em regra, o que é um signo: julgam que se trata de um período de tempo de 30 dias que vai aproximadamente dos dias 21 oa 23 de um dado mês aos dias 20 a 22 do mês seguinte quando não é nada disso; um signo é uma porção de espaço de 30º graus de arco do Zodíaco, concebido como a faixa menos interior de um  círculo celeste, e os doze signos são os doze fatias desse "pneu" de 360º  que estão no céu o ano inteiro, a cada dia, hora, minuto e segundo.

 

A FALÁCIA DOS «13 SIGNOS», RESULTANTE DA CONFUSÃO ENTRE SIGNOS E CONSTELAÇÕES

 

Os néscios deixam-se enganar pela notícia televisiva falaciosa de que «a descoberta da constelação de Serpentário implica a criação de um 13º signo do Zodíaco e destrói a geometria dos signos em vigor.»´Isso é tão absurdo como dividir uma estrada de 12 quilómetros em 13 partes: cada divisão deixaria de ser um quilómetro exacto, do mesmo modo que cada um dos doze signos deixaria de ser um signo de 30º se tivesse de ceder 2º 30´ de arco a um 13º signo. Não há espaço na eclíptica para este. Essa falácia confunde as constelações - grupos de estrelas - com os signos - fatias de 30º cada um do céu, imutáveis, porque só dependem da distância ao ponto vernal (0º do signo de Carneiro), que o sol atravessa em 21 de Março de cada ano. A constelação do Serpentário está desde há milhares de anos alojada dentro do signo de Sagitário (de 6º a 25º deste signo), é um hóspede deste, tal como grande parte da constelação de Escorpião. Assim sendo, o Serpentário não cria signo nenhum: já é parte de um signo existente. Hoje o ponto vernal, grau 0º do signo de Carneiro, situa-se no grau 5º da constelação de Peixes e no ano 3000 esse ponto estará no grau 3º da constelação de Peixes mas não há confusão nenhuma nisso: os 12 signos são como uma auto-estrada imutável de 12 quilómetros e as constelações são comparáveis a casas que se derrubam ou constroem ao longo dessa auto-estrada.

 

AS LEIS ASTRONÓMICAS APLICADAS À VIDA DAS SOCIEDADES DESVENDAM LEIS ASTRONÓMICO-SOCIAIS

 

A descoberta das leis astrológicas, ou melhor, astronómico-histórico-sociais, faz-se não por dedução, mas por indução de dezenas ou centenas de milhar de factos históricos, sociais e biofísicos, comparando-os entre si e isolando as variáveis planetário-zodiacais comuns. Vou dar um exemplo. Descobri entre centenas de outras, a seguinte lei, que publiquei em livro, há anos:

 

ÁREA 14º A 20º DO SIGNO DE LEÃO:

EXPLOSÕES NOTÁVEIS DE BOMBAS

 

A passagem do Sol, de um planeta ou de um nodo lunar na área 14º-20º do signo de Leão (graus 134º a 140º da eclíptica ou trajectória aparente do sol) é condição necessária mas não suficiente para gerar explosões de bombas notáveis. Eis alguns exemplos:

 

Em 16 de Julho de 1945, com Mercúrio em 18º-20º do signo de Leão, rebenta em Alamo Gordo, Novo México, EUA, uma potente bomba atómica de fissão nuclear; em 6 de Agosto de 1945, com Plutão em 9º-10º e Sol em 13º-14º do signo de Leão, uma bomba atómica é lançada de um avião dos EUA sobre Hiroshima; em 22 de Setembro de 1949, com Plutão em 17º do signo de Leão, a URSS provoca a explosão da sua primeira bomba nuclear; em 3 de Outubro de 1952, com Nodo Sul da Lua em 20º de Leão, a Inglaterra faz explodir a sua primeira bomba nuclear; em 16 de Outubro de 1964, com Marte em 18º do signo de Leão, a China torna pública a explosão de uma sua bomba nuclear; em 19 de Abril de 1995, com Marte em 16º do signo de Leão, em Madrid, um carro armadilhado da ETA rebenta à passagem do veículo blindado do chefe do governo espanhol, José María Aznar, que escapa ileso; em 11 de Setembro de 2001, com Vénus em 17º-18º do signo de Leão, dois aviões de passageiros chocam contra as torres gémeas em Nova Iorque e um míssil é disparado contra a parede do Pentágono, em Washington, num "auto-atentado" que causa cerca de 2940 mortos, urdido pela elite política secreta mundialista dos EUA (Dick Cheney, Bush e outros).

 

Gostaria que algum desses cretinos - licenciados, mestres ou doutorados - que atacam a priori a astrologia, por pura lavagem ao cérebro «anti astrológica» a que foram submetidos, refutassem estes dados concretos e continuassem a jurar que não há bases nenhumas científicas para sustentar a correlação necessária entre posições planetárias e solares no Zodíaco e factos biofísicos, políticos, sociais e económicos na Terra...

 

A astrologia científica para a qual tenho dado um contributo fundamental durante décadas, sistematicamente silenciado por uma imprensa ao serviço da universidade obscurantista - contributo materializado, por exemplo, na escrita e publicação de «Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco» (Editorial Estampa, Lisboa 2001), o primeiro livro na história da astrologia mundial a identificar cada grau do Zodíaco do ponto de vista político, económico, cultural, geográfico-nacional, religioso, artístico, anatómico, etc, e ainda na escrita e publicação de «Os acidentes em Lisboa na Astrologia-Astronomia, Astrology and accidents in USA» (Beja, 2008) livro bilingue, que expõe a novíssima teoria da equivalência biofísica e político-social entre os graus-minutos homólogos dos vários signos - é absolutamente distinta da psico-astrologia convertida em pseudo-astrologia pelos astrólogos comerciais do momento, através de medíocres prestações televisivas, de livros de previsões anuais e dos "horóscopos" dos jornais e revistas da especialidade.

 

A LEI ASTRONÓMICA DOS DESAIRES DO PARTIDO SOCIALISTA QUANDO UM PLANETA TRANSITA 14º-17º DO SIGNO DE SAGITÁRIO FOI CONFIRMADA NAS PRESIDENCIAIS DE 23 DE JANEIRO DE 2011

 

As eleições presidenciais em Portugal de 23 de Janeiro de 2011, com Vénus a transitar 16º-17º de Sagitário ( dito de outro modo: nos graus 256º-257º da eclíptica, uma vez que o grau 0º de Sagitário é o grau 240 da eclíptica e o grau 30 de Sagitário ou 0º de Capricórnio é o grau 270 da eclíptica), confirmaram a seguinte lei astronómica:

 

A passagem do Sol, de um Nodo da Lua ou de um planeta na área 14º-17º de Sagitário, é condição necessária mas não suficiente para provocar a queda de um governo do Partido Socialista Português ou uma derrota eleitoral de este ou outro facto político infausto. Exemplos:

 

Em 8 de Dezembro de 1977, com Neptuno em 15º de Sagitário, o governo PS de Mário Soares é derrubado no parlamento ao ser rejeitada a moção de confiança; em 27 de Julho de 1978, com Neptuno em 15º de Sagitário, o presidente Ramalho Eanes destitui Mário Soares, líder do PS, do cargo de primeiro-ministro, dias depois de os ministros CDS abandonarem o governo; em 13 de Junho de 1985, com Úrano em 15º de Sagitário, os ministros e secretários de Estado do PSD abandonam o governo de coligação PS-PSD, chefiado pelo socialista Mário Soares, precipitando a queda do governo; em 6 de Outubro de 1985, com Úrano em 14º de Sagitário, o PS é clamorosamente derrotado, com 20% de votos, em eleições legislativas, pelo PSD de Cavaco Silva, com 29% de votos, o que origina a subida ao poder de um governo minoritário do PSD, ancorado no PRD de Hermínio Martinho;  em 28 de Fevereiro de 1986, com Marte em 14º de Sagitário, o primeiro-ministro sueco, o socialista Olof Palme, amigo de Mário Soares e do PS português, é assassinado a tiro em Estocolmo, presumivelmente por Roberto Thierne, genro do ditador fascista chileno Augusto Pinochet; em 19 de Julho de 1987, com Saturno em 14º de Sagitário, o PSD de Cavaco Silva vence com maioria absoluta as eleições legislativas derrotando o PS de Vítor Constâncio; em 16 de Dezembro de 2001, com Vénus em 17º-18º de Sagitário, o PS é derrotado em eleições autárquicas e o primeiro-ministro socialista católico António Guterres demite-se, fazendo cair o governo; em 17 de Março de 2002, com Plutão em 17º de Sagitário, o PSD de Durão Barroso derrota o PS de Ferro Rodrigues em eleições legislativas e fica apto a formar governo de coligação com o CDS de Paulo Portas; em 23 de Janeiro de 2011, com Vénus em 16º-17º de Sagitário, Cavaco Silva, candidato liberal-conservador, é reeleito presidente da república portuguesa com 52,9 % dos votos válidos, derrotando o candidato formal do PS, Manuel Alegre, que colhe 19,8% de votos, e o candidato independente Fernando Nobre, apoiado pela ala direita do PS, o qual obtém 14,1% de votos.

 

É extremamente verosímil crer que há, por conseguinte, determinismo planetário, leis astrais exactas, na eclosão de todos os factos políticos, sociais, económicos, culturais que dia a dia constituem o fluir do rio da vida humana na Terra. Temos uma ciência astrológica capaz de fazer previsões sustentadas na indução dos factos históricos, numa perspectiva positivista.

  

www.filosofar.blogs.sapo.pt
f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 16:03
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