Sábado, 20 de Novembro de 2021
Kalergi, autor do plano de plano de miscigenação da Europa
 
 
A esquerda moderada, a extrema esquerda, o centro e quase toda a direita moderada unem-se no plano de globalização que inclui a desaparição das fronteiras, a imigração massiva  de africanos e asiáticos, sobretudo islâmicos, na Europa e EUA, a vacinação global, a ideologia de género (0s rapazes podem «ser» ou «tornar-se» meninas e viceversa, a apologia das cirurgias de «mudança de sexo»), o aborto livre, a destruição dos nacionalismos e das nações. De um artigo na internet  sobre Richard Kalergi (16 de Novembro de 1894, Tóquio, 27 de Julho de 1972, Schruns, Áustria) um teórico impulsionador da destruição das identidades nacionais europeias, transcrevemos o seguinte:
 
«Poucas pessoas sabem que um dos principais iniciadores do processo de “integração Europeia” foi também o homem que planeou o genocídio do Povos Europeus. Ele foi uma pessoa sombria cuja existência é desconhecida pelas massas mas que a elite considera como fundador da União Europeia. O seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata Austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com ligações à família Bizantina dos Kallergis) e a sua mãe foi uma Japonesa com o nome de Mitsu Aoyama.
Graças ao contacto próximo com todos os aristocratas e políticos Europeus, e devido aos relacionamentos do seu pai nobre-diplomata, e também por se movimentar longe dos holofotes, longe do olhar público, Kalergi conseguiu atrair as figuras de Estado mais importantes para o seu plano, tornando-os em apoiantes e colaboradores do “projecto para a integração Europeia”.
Em 1922 ele fundou o movimento “Pan-Europeu” em Viena, que tinha como propósito a criação da Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações liderada pelos Estados Unidos. A integração Europeia seria, na verdade, o primeiro passo para a criação do governo mundial. Entre os seus apoiantes iniciais contavam-se os políticos Checos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60,000 Marcos. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel e o próximo presidente da Áustria, Karl Renner, assumiram a responsabilidade de liderar o movimento “Pan-Europeu”. Mais tarde, políticos Franceses, tais como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc, iriam disponibilizar a sua ajuda.
Com a ascenção do Fascismo na Europa, o projecto foi colocado de lado e o movimento “Pan-Europeu” foi forçado a dissolver-se; depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, e graças à frenética e incansável actividade e apoio de Winston Churchill, da Loja Maçónica Judaica B’nai B’rith e de jornais importante tais como o New York Times, o plano consegue ser aceite pelo Governo dos Estados Unidos. Mais tarde, a CIA compromete-se a concluir o projecto.
A essência do plano Kalergi
 
No seu livro “Praktischer Idealismus”, Kalergi indica que os residentes dos futuros “Estados Unidos da Europa” não serão as pessoas do Antigo Continente, mas um tipo de sub-humanos, produtos da miscigenação. Ele claramente declara que as pessoas da Europa devem-se cruzar com os Asiáticos e com as raças coloridas, criando assim um rebanho multicultural sem qualidade e mais facilmente controlável por parte da elite governante.
Kalergi proclama a abolição do direito de auto-determinação, e posteriormente a eliminação das nações, através do uso de movimentos separatistas étnicos e através da imigração em massa. De maneira que a Europa seja controlada por uma elite, ele quer transformar as pessoas numa mistura homogénea de Negros, Brancos e Asiáticos.
Quem será a elite, portanto? Kalergi é particularmente revelador neste ponto.
O homem do futuro será de raça mista. As raças e as pessoas de hoje irão gradualmente desaparecer devido à eliminação do espaço, do tempo e do preconceito. O Negróide-Euroasiano do futuro, semelhante em aparência com os Antigos Egípcios, irá substituir as pessoas e a diversidade de indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, e contra a sua vontade. refinou e educou estas pessoas, levando-as para o seu futuro estatuto de nação-líder através deste processo evolutivo artificial.
Não é algo surpreendente o facto das pessoas que escaparam da Prisão-Guetto se tenham tornado na nobreza espiritual da Europa. Os cuidados compassivos dados pela Europa, portanto, causaram o aparecimento duma nova aristocracia. Isto ocorreu quando a aristocracia feudal Europeia entrou em colapso devido à emancipação dos Judeus [devido à acções levadas a cabo pela Revolução Francesa.
Embora nenhum livro escolar mencione Kalergi, as suas ideias são os princípios orientadores da União Europeia. A crença de que os povos da Europa se devem cruzar com os Africanos e com os Asiáticos, destruindo a nossa identidade e gerando uma raça mestiça, é a base de todas as políticas comunitárias que têm como propósito proteger as minorias. Isto não é feito por motivos humanitários mas sim devido às directrizes emitidas pelo Regime brutal que planeia o maior genocídio da História.
O Prémio Europeu Coudenhove-Kalergi é conferido de dois em dois anos a Europeus que se excederam na promoção deste plano criminoso. Entre aqueles que o receberam encontram-se os nomes tais como Angela Merkel e Herman Van Rompuy.
O incitamento ao genocídio é também a base do apelo constante das Nações Unidas para que aceitemos milhões de imigrantes como forma de nos ajudar em relação à baixa natalidade da União Europeia. Segundo um relatório publicado em Janeiro de 2000 no «Population division» Review das Nações Unidas, em New York, sob o título de “Immigration replacement: A solution to declining and aging population,” até 2025, a Europa irá precisar de 159,000,000 novos imigrantes.
Não deixa de ser estranho haver tal precisão nas estimativas em torno da imigração, e ele não ser um plano premeditado. É claro que a baixa taxa de natalidade poderia ser facilmente revertida com medidas de apoio familiar apropriadas. Também é claro que a contribuição de genes estrangeiros não irá proteger a nossa herança genética, mas sim contribuir para a sua extinção. O propósito único destas medidas é o de distorcer por completo o nosso povo, transformá-lo num grupo de pessoas sem identidade, histórica e cultural, anulando inclusivamente os nacionalismos.»


publicado por Francisco Limpo Queiroz às 20:04
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