Domingo, 19 de Setembro de 2021
Vacinas: Suécia respeita mais a liberdade do cidadão individual que Portugal

Na Suécia, não se exige o passaporte Covid para ir a restaurantes, bares, hotéis, salas de espetáculos como em Portugal. O governo sueco respeita mais a liberdade de cada cidadão do que o governo de Portugal onde a pressão governamental para a vacinação obrigatória é cada vez mais imperiosa. As autoridades de saúde suecas recomendam vacinar mas não proibem porque a proibição não faz parte do modo de ser do povo sueco. A partir de 29 de Setembro, regressa a vida normal antes do Covid na Suécia. Os não vacinados são aconselhados a manter precauções.

 

As tese dos «negacionistas», impedidos de falar e debater nas televisões e imprensa escrita de Portugal, são basicamente as seguintes:

1) A vacina infecta o sangue com vírus, alumínio, mercúrio, restos de fetos humanos, não imuniza, faz adoecer e degenerar os organismos humanos. O cientista francês Jules Tissot (1870-1950)  refutou as teorias de Pasteur (1822-1895) e Virchow (1821-1902) , demonstrando que a vacina é a passagem da fase aguda à fase crónica, surda, da doença que se supõe «combater». 

2) Os vacinados são incubadoras do vírus e das suas mutações e os não vacinados estão isentos dessa infeção e são a esperança de regeneração da humanidade. Bill Gates teorizou estas campanhas totalitárias de vacinação como modo ardiloso e eficaz de reduzir a população mundial. Entre milhares de outros casos de mortes causadas pela vacinação, emerge a de um jovem advogado brasileiro de 28 anos de idade, Bruno, de Santa Catarina, que recebeu a vacina da Astra Zeneca e 12 dias depois morreu de uma trombose cerebral. Outras mortes devido à vacina: Jacob Clynick, 13 anos, Julho de 2021, Michigan EUA; Julia Lucenti, 16 anos, Setembro 2021, província da Itália;  uma brasileira, 16 anos, São Bernardo do Campo, Setembro de 2021. E  38 idosos da Noruega.

3) Se em África morrem milhões isso não se deve à falta de vacinas - apenas 2% a 4% dos africanos são vacinados - mas sim à subnutrição, à falta de uma alimentação biológica rica e variada (farinha de mandioca não basta mesmo com 100%  de africanos vacinados, porque é o alimento humano puro como bananas, maçãs, batatas, leguminosas, queijos, leite, ovos e não  a vacina, quem vence a doença). A Organização Mundial de Saúde, ao serviço das multinacionais farmacêuticas e governos, desvia o essencial do problema que é alimentar e não fármaco-vacinal.

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 22:39
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