Terça-feira, 8 de Outubro de 2019
Ponto 14º 2´/ 14º 8´ de qualquer signo do Zodíaco: atentados em França

 

Há milhares de leis planetário-zodiacais a reger os acontecimentos humanos ou naturais. Uma que determina alguns dos atentados ocorridos em França é a seguinte: a passagem de um planeta ou Nodo da Lua em movimento lento no ponto 14º 2´/ 14º 8´ de qualquer signo do Zodíaco (14º 2´/ 14º 8´de Capricórnio, 14º 2´/ 14º 8´ de Aquário, etc.) é condição necessária, ainda que não bastante, para desencadear um atentado em França. 

 

 Em 7 de Janeiro de 2015, com Nodo Sul da Lua em 14º 14´/ 14º 2´ de Carneiro, Nodo Norte da Lua em 14º 14´/ 14º 2´ de Balança, dois homens armados e encapuzados, radicais islâmicos da Jihad, com uma metralhadora kalashnikov e um lança-rockets assaltam, em Paris, na rua Nicola Appert, nº 10, a sede do jornal satírico “Charlie Hebdomadaire”, de tonalidade anarquista  e  pacifista, que publicara, em 2011, caricaturas de Maomé, que tinham saído originalmente nas páginas de um jornal dinamarquês, e disparando, assassinam 12 pessoas, entre elas 10 jornalistas, um dos quais o director e cartoonista de Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnier.

 

Em 8 de Janeiro de 2015, com Nodo Sul da Lua em 14º 14´/ 13º 53´ de Carneiro,  Nodo Norte da Lua em 14º 2´ / 13º 53´de Balança, um homem armado, de colete à prova de bala, sai de um automóvel em Montrouge, ao sul de Paris, abate uma mulher polícia com um tiro no pescoço e fere gravemente um funcionário camarário.

 

Em 14 de Julho de  2016, com Nodo Norte da Lua em 14º 12´/ 14º 7´ de Virgem, um ataque terrorista que aconteceu na cidade francesa de Nice quando, por volta das 22h40 no horário local (GMT +1), um camião com semirreboque guiado por Mohamed Bouhlel, um indivíduo de 31 anos de idade e dupla nacionalidade francesa e tunisiana,invade a celebração do Dia da Bastilha na avenida marginal de Nice, sul da França, a Promenade des Anglais onde enorme multidão passeia e mata por atropelamento 84 pessoas ferindo centenas de outras 18 das quais em estado muito grave até ser morto a tiro pela polícia;

 

Em 3 de Outubro de 2019, com  Saturno em 14º 5´/ 14º 7´ de Sagitário,  um funcionário do serviço de informática do Departamento dos Serviços Secretos da Polícia, de 45 anos de idade, surdo-mudo, convertido ao islamismo, mata uma mulher e três homens com uma faca ao início da tarde na sede da polícia em Paris, no centro histórico da cidade, na Île de la Cité, perto da catedral de Notre-Dame, onde estão integradas as principais Delegações e Direções da polícia, e é abatido a tiro. 

 

Algumas das próximas datas em que um planeta transitará em movimento lento pelo ponto 14º 2´/ 14º 8´ de qualquer signo são: 17 e 18 de Fevereiro de 2021 (Júpiter em 14º de Aquário); 14 e 15 de Março de 2021 (Nodo Norte da Lua em 15º de Gémeos).

 

Que dizem a isto os senhores jornalistas, sociólogos, astrónomos, professores universitários e liceais de história, filosofia, os colunistas da imprensa escrita e televisão como Miguel Sousa Tavares, Luís Marques Mendes,  José Miguel Júdice, Paulo Portas, José Pacheco Pereira, António Lobo Xavier, Miguel Reale, António Costa Pinto, José Eduardo Moniz, Daniel Amaral, Ricardo Araújo Pereira, José Manuel Fernandes, etc.? Nada. Ignoram. Silenciam. Não sabem. E não querem que o grande público saiba.

 

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Segunda-feira, 7 de Outubro de 2019
O conceito de coimplicação em Andrés Ortiz-Osés

 

Andrés Ortiz-Osés (Tardienta, Huesca, Aragón,1943) talvez o melhor filósofo espanhol vivo, cuja hermenêutica simbólica apresenta tonalidades junguianos, desenvolveu o conceito de coimplicação. Escreveu: 

 

«Toda a mitologia trata de coimplicar as diferentes realidades e não de resolvê-las analiticamente: daí o carácter de trama quase novelesca, relatante ou interactiva do texto mitológico, cuja textura ou urdidura confere aferência e coesão a toda a referência e coerência. Por ele os símbolos da mitologia não são meros signos ou representações de ideias ou conceitos, mas autênticos tótens de implicação: poderíamos definir o símbolo como a noção hindu-budista de rasa em Java, cujo significado se corresponde com o latino sensus como significação afectiva ou razão cordial (onde o coração aparece como co/razão da nossa razão). Hermann Hesse pôde escrever a esse respeito que "o que amamos é só um símbolo" - um símbolo redefinido pelo amor dos contrários e a sutura cultural que estabelece na nossa fissura natural, cuja brecha (hiato, cisão) define o animal humano. Com efeito, como diz C. Geertz, a cultura estabelece-se no vazio que se dá no homem entre o corpo (natural) e o que temos de fazer (culturalmente) , assim pois entre o ser (aberto) e o dever ser (compleição). Ora bem, a cultura é tanto ou mais implicação que explicação, afeção que controlo, estados de alma que estados de ánimo: só assim a razão simbólica enquanto razão relacional logra reconhecer ou aparentar (cognoscere) o irreconhecível para a razão pura/puritana. Um tal reconhecimento do irracional ou irracionalizado pela razão pura, não evita decerto o mal e o sofrimento radical, mas torna-o maleável e sofrível ao nomeá-lo, encaixá-lo e anexá-lo ao Sentido».

 

(Diccionario interdisciplinar de Hermenéutica, dirigido por A.Ortiz-Osés y P.Lanceros, Universidad de Deusto, Bilbao, 2006, pag.382; o destaque a negrito é posto por nós).

 

Neste texto afirma-se que há uma fissura na natureza humana - por exemplo, o homem bom que de repente se torna mau, homicida - que é suturada ou cosida com "fio" pela cultura - por exemplo, o respeito pela religião aos dez mandamentos como o «Não matarás», «Não cobiçarás a mulher do próximo». A cultura é mais coimplicação - ligação de dois fenómenos sem vínculo marcadamente racional, como por exemplo, à meia noite de 31 de Dezembro abrir as janelas de casa «para fazer sair o ano velho» ou na noite de 23 para 24 de Junho sair ao campo a «colher plantas mágicas»- do que explicação racional. 

 

O que é a coimplicação? É a junção de contrários ou de colaterais ou a geração mútua de contrários. A filosofia oriental do taoísmo e o seu símbolo gráfico - um círculo dividido em duas partes por uma linha em S - baseia-se em coimplicações: em todo o Yang (Sol, Calor, Metade Vermelha do Círculo) há um pouco de Yin (Lua, Frio, Escuridão, pequeno círculo ou bolha na Metade Vermelha); em todo o Yin (Lua, Frio, Metade Azul do Círculo) há um pouco de Yang (Sol, Calor, Luz pequeno círculo ou bolha na Metade Azul). 

 

O amor de Deus a todas as criaturas coimplica a justiça divina, o envio ao ao inferno ou ao purgatório das almas que morreram em pecado mortal ou com penas temporais a expiar. A disciplina do clero católico obrigado à castidade coimplica a pedofilia e a homossexualidade: o bem gera o mal e viceversa. Onde existem os maiores santos existem, por necessidade (coimplicação) os maiores criminosos. O alto coimplica o baixo e viceversa.

 

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Domingo, 6 de Outubro de 2019
O astuto papa maneja o número 13, numerologia illuminati

 

Em 5 de Outubro de 2019, o papa Francisco, eleito em um dia 13 - isto é, 13 de Março de 2013 - nomeia 13 novos cardeais no Vaticano. O papa jesuíta Jorge BerGOGlio - o livro do Apocalipse fala em GOG e MAGOG, personagens não recomendáveis - não escolheu por acaso o número 13. O 13 é considerado no senso comum como um número de azar: os 13 apóstolos à mesa, na última Ceia de Cristo, conteriam um dissidente, Judas, que atraiçoaria Cristo; entre os 22 arcanos ou figuras arquetípicas do Tarô o nº 13 é a carta da Morte. Há edifícios de apartamentos nos EUA e em outros países em que o 13º andar não existe formalmente, o 14º está imediatamente acima do 12º. No entanto, as aparições de Fátima - que os racionalistas interpretam como fenómenos OVNI- deram-se quase todas em dias 13, de 13 de Maio a 13 de Outubro de 1917. São 13 as famílias da elite global que controlam o mundo a partir do sistema bancário, político-militar e editorial de informação: Freeman, Russell, Reynolds, Onassis, Bundy, Rockefeller, Astor, Kennedy, Collins, Li, Van Duyn, Du Pont, Rothschild.

 

Como praticante da numerologia dos illuminati que conhecem o poder do número 13, um número lunar porque há 13 meses no ano solar de 365 dias, o papa, agente dessas famílias superpoderosas, ritualizou a cerimónia sob essa simbologia. Aqueles portugueses que se enchem de orgulho porque o poeta e arquivista do Vaticano José Tolentino de Mendonça é um desses 13 cardeais deveriam perguntar-se: qual o preço político-religioso a pagar por esse cargo honorífico? Eis um tema para um novo livro de Down Brown.

 

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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2019
Aforismos de Andrés Ortiz-Osés

 

Andrés Ortiz-Osés, catedrático aragonês da universidade de Deusto,de 76 anos, talvez o melhor filósofo espanhol vivo, escreveu uma série de aforismos intitulados «Vida e Aforística». Citamos alguns.

 

«1. A razão implica explicando: a razão aforística explica implicando. »

«23. Há quem não creia em Deus porque Deus não crê nele.»

«63. Deus é omniperspectivístico: uma utopia.»

«69. Santo Inácio escreveu uma contemplação para alcançar amor: deveria ter escrito outra para alcançar humor.»

«98. Não quero ter razão: quero ter amor».

«99. Sem ego não funcionamos: e com ego disfuncionamos.»

«103. Tenho um colega cujo símbolo é o coice e o martelo

«124. Quem não se meteu no armário não tem que sair».

«132. Moderação em tudo: inclusive moderar-se na moderação».

«156. Há que crer em algo porque a realidade é incrível».

«160. Schopenhauer não podia viver sem os cães: e nós não poderíamos sobreviver filosoficamente sem Schopenhauer, o cachorro.»

«169. Em Espanha costuma dizer-se que não há nada pior que os vascos: excepto talvez os espanhóis (Para M. Egiraun).»

«171. O povo é muito inteligente: sobretudo se vota em nós».

«254. Interpretar é coimplicar».

«263. O segredo da vida: que há ou não há Deus».

«325. Estamos hoje em dia mais sós que nunca».

«341. Em lugar de defender-me, deixei que atacassem os meus temas: assim o ego perde o lastro e posso descansar em paz, deixando que o escrito se defenda a si mesmo.»

«528. O dinheiro em euros torna-nos (n)euróticos.»

«556. Alguém afirma que não temos alma: mas o mais provável é que não a tenha ele.»

 

(Diccionario interdisciplinar de Hermenéutica, dirigido por A.Ortiz-Osés y P.Lanceros, Universidad de Deusto, Bilbao, 2006, pp.546-558; o destaque a negrito é posto por nós).

 

E em Y sentidos y sinsentidos, outro item deste Dicionário, Andrés Ortiz-Osés escreveu ainda outros aforismos:

«32. O amor a alguém em particular costuma ser à custa dos outros em geral, e vice versa».

«74. Retiro-me da realidade do mundo, não por virtude mas por virtualidade

«87. É preferível estar mal com o bem do que bem com o mal».

«109. A lei do desejo de Almodóvar: vida sem mediar, eros sem sublimar, morte sem remediar. Política em lugar de cultura: típico em vez de arquetípico

«117. O pensamento mágico é um pensamento metafísico: pois pensa as realidades na sua coimplicidade, simpatia ou juntividade. »  

«133. Quase me exigem assinar pelos insubmissos. Mas eu sou insubmisso até com os insubmissos.»

«168. Políticos: pregadores do mais aquém.» 

«196. O homem supera o animal assumindo as suas destrezas em um nível superior; assim, o importante olfacto animal converte-se em conhecimento simbólico no homem».

«205. Olhou-me como se fosse seu inimigo de classe: ignora a classe de inimigo que posso chegar a ser.»

«210. Viajar: mais que por estar lá, por não estar aqui.»

«217. Interessa-me não tanto quando falta a razão, mas quando sobra: transracionalismo.

«226. A democracia implica certa feminização da sociedade e, portanto, flexibilização. Por isso, remete mitologicamente ao plano de fundo cretense de simbologia matriarcal-feminina (a pax minoica).»

«231.Paradoxalmente um país ou indivíduo complexo costuma ser sem complexos.»

«234. Uma cidade sem rio é uma cidade que não ri; e uma cidade sem mar é uma cidade que não ama.»

«246. Os arquétipos (junguianos) não comparecem na visão, mas no visionário; sonhos e alucinações, ideias mitológicas e dogmas religiosos, fantasias literárias e projeções metafísicas; assim pois em visões-limite ou radicais.»

«248. Segundo Unamuno, a brandura lusitana é uma máscara: atrás dela agacha-se uma paixão da vida no limite com a morte».

Diccionario interdisciplinar de Hermenéutica, dirigido por A.Ortiz-Osés y P.Lanceros, Universidad de Deusto, Bilbao, 2006, pp.588-598; o destaque a negrito é posto por nós).

 

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