Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019
O Corão estipula matar o descrente em Alá

 

O Alcorão (em árabe: القرآن,  derivado de al-Qurʾān, lit. "a recitação") ou Corão (forma considerada errada por alguns linguistas) é o livro sagrado do Islão. O Alcorão seria a palavra íntegra de Deus (Alá)  revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de  de vinte e três anos.Alcorão é, à letra, uma "recitação" .

O Alcorão está organizado em 114 capítulos, denominados suras. Cada sura é subdividido em versículos (ayat). O número de versículos é de 6536.

O Alcorão justifica que os muçulmanos matem os infiéis, os descrentes em Alá, Deus, pois a incredulidade é pior que o acto de assassinar. Lê-se na Sura 2 (o destaque a negrito é nosso):

 

«191.Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde os tenham expulsado.»

«A oposição (à vossa fé) é mais grave que matar.»

«Não luteis contra eles junto à "Mesquita Inviolável" se eles não o fazem, mas se vos atacam matai-os; esta é a recompensa dos incrédulos».

 

É justo classificar o Islão como uma religião de paz quando preconiza matar os associadores (musharikin), isto é, os cristãos que associam a Deus a Virgem Maria e os Santos e os politeístas que adoram outro Deus ou deuses além de Alá? Diz o Corão no Sura al-Tawba, número 9:

 

«E quando tenham passado os meses invioláveis, matai os associadores onde quer que os acheis. »

«Capturai-os, sitiai-os e estendei-lhes toda a classe de emboscadas; mas se se retractam , estabelecem o salat e entregam o zakat deixa que sigam o seu caminho.»

«Verdadeiramente Alá é Misericordioso e Compassivo». (Sura 9, versículo 5) 

 

O salat é um pilar do Islão, consiste em as cinco orações públicas que cada muçulmano deve realizar diariamente, voltado para Meca. O zakat  é outro pilar do Islão, a esmola, em regra ,5% do valor que iria poupar o muçulmano e que opta por  dar a uma  das categorias beneficiárias desse dinheiro que estão indicadas no Alcorão, como por exemplo, os pobres, os necessitados, os endividados. 

 

 

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A trasladação dos restos de Franco traslada a revolução à Catalunha?

 

O RETIRAR DAS OSSADAS DE FRANCO DO VALE DOS CAÍDOS PROVOCA A CRISE NA CATALUNHA? Todas as ligações são possíveis - teoria do sincronismo. O ditador Francisco Franco Bahamonde (4 de Dezembro de 1892- 19 de Novembro de 1975) simbolizava a Espanha una, indivisível, sem autonomias regionais, sem democracia liberal. Ao tirar os seus restos mortais da basílica do Vale dos Caídos, o governo do PSOE retira força anímica à direita neofranquista e o desconjuntar do símbolo desta, os restos de Franco, faz desconjuntar Espanha - e a revolução da Catalunha pela independência aí está para provar essa hipótese. Irado, o espírito de Franco abala a monarquia espanhola de Felipe VI com o efeito «perverso» de levar à secessão da Catalunha.

 

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