Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018
«Dicionário de Filosofia e Ontologia», um instrumento indispensável a professores e alunos

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520 PÁGINAS DE TEXTO, UMA OBRA ESSENCIAL PARA QUEM DESEJA CONHECER E DOMINAR O MÉTODO DIALÉTICO E AS SUAS ONZE LEIS E DESCOBRIR OS PONTOS FRACOS DAS FILOSOFIAS ANALÍTICA, FENOMENOLÓGICA E OUTRAS. 

NOVAS DEFINIÇÕES, NOVAS CORRELAÇÕES QUE NÃO SE ENCONTRAM EM NENHUM OUTRO DICIONÁRIO DE FILOSOFIA.

 

Preço: 20 euros.

Preço com portes de envio por correio para Portugal: 20 euros. Se desejar, o autor autografa o livro.

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publicado por Francisco Limpo Queiroz às 14:34
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Domingo, 14 de Outubro de 2018
Os filósofos, os astrónomos e os historiadores - esses encobridores da verdade.

 

Ao contrário do que se diz dos filósofos e professores classificando-os como agentes de desocultação da verdade ou revelação das essências, os filósofos são encobridores da verdade, falsificam a realidade. E os historiadores, os astrónomos idem - só contam metade ou menos de metade da verdade.

 

E qual é a verdade mais alta? A do determinismo planetário na vida social, política, cultural, artística: os 360º do Zodíaco activados em diferentes momentos, dias e meses pela passagem de um planeta ou do Sol neste ou naquele grau geram todos os acontecimentos pessoais ou colectivos que ocorrem no planeta Terra. Como se prova isto? Analisando e comparando entre si factos históricos à luz das coordenadas planetárias, da longitude eclíptica, sabendo que há 12 divisões convencionais do céu iguais entre si, de 30 graus de arco cada, chamadas signos do Zodíaco: Carneiro, de 0º a 30º de arco em longitude eclíptica, Touro, de 30º a 60º de arco, Gémeos de 60º a 90º de arco, Caranguejo de 90º a 120º de arco, Leão de 120º a 150º de arco, Virgem de 150º a 180º de arco, etc.

 

Como se compreende que os filósofos como Descartes, Voltaire, Hume, Kant, Hegel, Heidegger, Bertrand Russel, Wittgenstein, e quase todos os outros, inteligências analíticas poderosas, não subscrevam a tese de que todos os seres humanos e não humanos sao controlados pelos movimentos planetários a ponto de tudo estar predestinado e os homens não disporem de livre arbítrio? É que os filósofos em geral têm um défice de inteligência/intuição holística: não conseguem conceber que haja uma radiação planetária que emanada deste ou daquele grau do Zodíaco (ponto da esfera celeste) molde a forma ou o comportamento dos entes na Terra. Não aceitam o princípio de que o microcosmo (o ser humano, o avião, o território de uma região, o partido político, etc.) é o espelho do macrocosmo (a gigantesca circunferência celeste, o Zodíaco, dividido em 12 partes iguais, os signos). Estes não são períodos de tempo, como pensa o vulgo, mas partes do céu que estão presentes todos os dias e todas as horas do ano. As constelações com nomes idênticos aos dos signos não são levadas em linha de conta porque são irregulares na sua extensão e não é apropriado usá-las como medida das posições dos planetas - isto invalida os ataques ridículos do astrónomo Máximo Ferreira à astrologia, ataques desonestos a propósito dos nomes (por exemplo, a constelação de Gémeos estende-se de 2º a 24º do signo de Caranguejo).

 

Eis alguns factos que provam a existência de regularidades / leis astronómico/astrológicas, factos que os filósofos os historiadores, os astrónomos, os astrofísicos ignoram deliberadamente por falta de inteligência holística ou por desonestidade.

 

 0º DO SIGNO DE CARNEIRO:

ACIDENTE DE AUTOCARRO NAS ASTÚRIAS

 

Em 16 de Abril de 2006, com Mercúrio de 29º 20´de Peixes a 0º 38´ de Carneiro, às 18.00 horas, um autocarro escolar que regressava de um acampamento na paróquia de San Miguel de León, sofre um acidente na A66, à altura de Villalana (Asturias), entre Pola de Lena e Mieres, resultando 4 mortos (2 monitores e 2 crianças) e 10 feridos graves; em 15 de Junho de 2006, com Nodo Norte da Lua em 0º 19´/ 0º 13´ de Carneiro, um autocarro escolar choca com uma furgoneta e cai por uma ribanceira à altura de El Villar, Morcín (Asturias), morrendo David, um menino de 13 anos e resultando feridas outras 10 pessoas.

 

 

ÁREA 0º-1º DE CARNEIRO:

ISRAEL

 

Em 9 de Março de 2002, com Vénus em 1º 9´/ 2º 23´ de Carneiro, o suicida palestiniano Fouad Hurani, de 20 anos, explode na cafeteria «Moment» em Jerusalem perto da casa de Ariel Sharon, gerando 11 mortos e 50 feridos; em 21 de Março de 2002, com Sol em 0º 11´/ 1º 11´ de Carneiro, um atentado executado por um palestiniano suicida em Jerusalém faz 3 mortos; em 29 de Março de 2002, com Mercúrio de 28º 51´ de Peixes a 0º 44´ de Carneiro, a palestiniana suicida Ayat Akhras, de 18 anos de idade, explode a bomba que traz colada ao corpo matando-se bem como a um guarda israelita e a uma jovem , de 17 anos e ferindo outras 20 pessoas no exterior de um supermercado em Jerusalém.

 

ÁREA 11º-14º DE CARANGUEJO:

BARCELOS

 

Em 16 de Maio de 1982, com Nodo Norte da Lua em 14º 32´/ 14º 31´ de Caranguejo, em Barcelos, Portugal vence o campeonato mundial de hóquei em patins; em 15 de Julho de 2000, com Mercúrio em 11º 16´/ 10º 56´ de Caranguejo, os irmãos Paulo Joaquim da Silva Ferreira, de 23 anos, e Manuel Joaquim Figueiredo da Silva, de 26 anos, morrem afogados ao tentar atravessar a pé o rio Cávado, em Barcelos, pelas 16h00; em 23 de Julho de 2000, com Mercúrio em 11º 46´/ 12º 20´ de Caranguejo, um incêndio deflagra pelas 08:55, por um cigarro mal apagado, numa enfermaria de isolamento do Hospital de Santa Maria Maior em Barcelos, alastrando pelo quarto piso causando a morte do único ocupante, de 42 anos. 

 

ÁREA 6º-8º DO SIGNO DE LEÃO:

PORTO

 

De 19 de Janeiro a 13 de Fevereiro de 1919, com Neptuno em 8º 35´/ 7º 30´ de Leão, é implantada e, por fim derrubada pela GNR, a monarquia do Norte na cidade do Porto, uma tentativa de eliminar a república conduzida por Paiva Couceiro; em 14 de Maio de 1958, com Úrano em 7º 54´/ 7º 55´ de Leão, o general Humberto Delgado é aclamado por cerca de 200 000 pessoas na baixa do Porto, ansiosas por se libertarem da ditadura de Salazar; em 4 de Agosto de 1995, com Vénus em 6º 29´ / 7º 43´ de Leão, milhares de pessoas manifestam-se frente ao Coliseu da cidade do Porto contra a venda deste edifício à Igreja Universal do Reino de Deus; em 20 de Maio de 2018, com Nodo Norte da Lua em 8º 23´ de Leão, o FC Porto sagra-se campeão da 1ª Liga de Futebol, havendo grande festa nas ruas da cidade,

 

 

 

 

 

2º-4º DE VIRGEM:

SISMO EM PORTUGAL

 

Em 23 de Abril de 1909, com Júpiter em 4º 39´/ 37´ de Virgem, cerca das 17 horas e 40 minutos, um abalo de terra abala toda a região do vale inferior do rio Tejo, afectando Lisboa, Évora, Coimbra, Tavira e destruindo por completo a vila de Benavente e parcialmente Salvaterra de Magos, Samora Correia e Santo Estevão, com um saldo de 46 mortos e 75 feridos nesta zona ribatejana; em 8 de Abril de 1989, com Nodo Sul da Lua em 4º 2´/ 3º 56´ de Virgem, ocorre um sismo com epicentro localizado na Serra dos Candeeiros (90km a Norte de Lisboa).; em 9 de Julho de 1998, com Nodo Norte da Lua em 2º 16´/ 10´do signo de Virgem, um sismo na ilha do Faial e Pico causa 8 mortos, todos no Faial, desaloja 1700 pessoas; em 21 de Julho de 1999, com Vénus em 3º 38´/ 3º 56´ de Virgem, pelas 22,13 horas de Lisboa, eclode um sismo forte no concelho de Ponta Delgada.

 

 

 

ÁREA 11º-12º DO SIGNO DE AQUÁRIO:

MORTE DE DITADORES COMUNISTAS

 

Em 5 de Março de 1953, com Nodo Norte da Lua em 11º 55´/11º 50´ do signo de Aquário, morre Iosif Stalin, ditador comunista, líder supremo da URSS; em 11 de Abril de 1985, com Júpiter em 12º 32´/ 12º 41´do signo de Aquário, morre Enver Hodja, o ditador da Albânia comunista; em 25 de Novembro de 2016, com Marte em 11º 40´/ 12º 24´ do signo de Aquário, morre, aos 90 anos de idade, o ex ditador comunista de Cuba, Fidel Castro.

 

Por que razão estes dados não são divulgados nos media? Por que razão os meus livros de astrologia histórica, oito publicados desde 1985, que sintetizam centenas de leis astronómico- políticas e tecnológicas (acidentes de avião, de comboio, de barco, etc.) não são divulgados e debatidos na televisão e em artigos nos jornais? Porque os iluminati e os seus agentes - directores de informação das televisões, jornalistas, políticos institucionais, professores catedráticos e agregados, astrónomos e astrofísicos - não querem que esse conhecimento seja divulgado às grandes massas. A Lekton, um portal de divulgação de eventos e livros de filosofia, em Portugal, sediado na universidade de Évora, recusa divulgar a existência do meu «Dicionário de Filosofia e Ontologia, Dialética e Equívocos dos Filósofos».

 

A censura que exercem sobre nós é sinal da sua fraqueza intelectual, da sua mediocridade, do medo de perderem as suas posições hegemónicas na sociedade, na universidade, nos fóruns televisivos, nos jornais e revistas. Não há democracia verdadeira na esfera universitária e científica em Portugal e no mundo: há uma imposição de grupos de interesses que estão no poder e tudo fazem para esconder a verdade.

 

 

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2018
Neptuno em 13º de Peixes: Haddad provavelmente eleito presidente do Brasil em 28 de Outubro de 2018

 

Fernando Haddad, candidato do Partido dos Trabalhadores e de outras formações políticas à presidência da república do Brasil, nasceu em São Paulo a 25 de Janeiro de 1963, quando Júpiter estava entre 13º 44´/ 13º 57´ do signo de Peixes.

 

Ora em 28 de Outubro de 2018, dia da segunda volta das presidenciais , Neptuno estará em 13º 55´/13º 54´ do signo de Peixes, isto é, praticamente sobre a posição de Júpiter no dia do nascimento de Haddad.

 

A regra da previsão astrológica é: Neptuno sobre o Júpiter de nascimento expande poderosamente este. O meu prognóstico é: Haddad derrotará Bolsonaro e será eleito presidente da república do Brasil.

 

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Domingo, 30 de Setembro de 2018
Equívocos nos manuais da Didáctica «50 lições de filosofia, 10º e 11º ano » - (Crítica de Manuais Escolares-LVII)

 

 

 

Alguns equívocos subsistem nos manuais do professor «50 lições de filosofia, 11º ano» e «50 lições de filosofia, 10º ano» da Didáctica Editora, de Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho.

 

HÁ CONHECIMENTO SEM CRENÇA , AO CONTRÁRIO DO QUE SUSTENTA O MANUAL DO 11º

 

Sobre a definição da filosofia analítica àcerca do conhecimento como «crença verdadeira justificada» diz o manual:

 

«A crença é condição necessária do conhecimento.»

 

«Acreditar é um estado mental ou psicológico de convicção ou de adesão a algo. A crença ocorre, portanto, na mente de alguém. Mesmo que as crenças sejam acerca de objectos exteriores, nem por isso elas deixam de se encontrar apenas na mente do sujeito que acredita. Se digo que acredito que o Benfica será campeão no próximo ano, estou apenas a exprimir o que vai na minha cabeça, até porque aquilo que o Benfica conseguirá no próximo ano é algo que ainda nem sequer aconteceu.» (Aires Almeida e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 11º ano » Didáctica Editora, pág. 108). .

 

Há conhecimento sem crença, ao contrário do que afirmam Aires Almeida e Desidério Murcho: o conhecimento sensorial, por exemplo. O cão, tal como o homem, conhece o calor do verão ou o frio do inverno sem acreditar - sente apenas. A crença pressupõe um pensamento ou um princípio de pensamento - disto não se apercebem os filósofos analíticos e a grande massa amorfa dos docentes que os seguem. Kant cometeu grossa asneira ao sustentar que o conhecimento só existe no entendimento, em resultado da união deste com a sensibilidade. Intelectualizou o conhecimento, o que é uma visão parcelar.

 

Ora os dois tipos extremos de conhecimento que se tocam no fechar do círculo - a sensação e a intuição inteligível - não pressupõem nenhuma crença, são involuntários, irracionais, ocorrem simplesmente. Excluem a crença: ambos são certeza «totalitária». Não preciso de crença no vermelho do sol poente que neste momento desfruto: sinto-o na minha retina. Não tenho crença na bondade dos vírus das vacinas a «prevenir» doenças: sei, por intuição inteligível, que são nocivos ao corpo humano.

 

A crença implica pensamento, um certo distanciamento entre o sujeito e o objecto - daí o «ver para crer» - ao passo que o conhecimento pleno é a pura adesão do sujeito ao objecto, acto no qual a crença se dissipa.

 

Em Platão, a crença é a pistis, que faz parte da doxa ou opinião. Ao nível da episteme (raciocínio científico) ou da noese (apreensão intuitiva do arquétipo) não há crença, há certeza. A certeza é inimiga da crença. Crer em Deus é não ter a certeza absoluta da Sua existência ou dos Seus predicados. Conhecer é estar com as coisas sem crença, é ter intimidade intelectual ou sensorial com essas coisas, materiais ou espirituais, sem duvidar, sem o biombo da crença.

 

Quando se diz que o conhecimento é crença verdadeira comete-se um erro de paralaxe filosófica.

 

UMA NOÇÃO CONFUSA DE ESSENCIALISMO

 

Sobre essencialismo, lê-se no manual do 11º ano:

 

«Essencialismo contemporâneo

 

«Poderia Kant não ter sido um filósofo? É natural pensar que sim, pois ele poderia ter-se dedicado à pintura, por exemplo, ou a qualquer outra actividade. Mas poderia Kant ter sido mais do que ele mesmo? A resposta, também natural, é que não, pois isso viola as leis da lógica.»

 

«O que dizer, contudo, da hipótese de Kant não ter sido humano? Se defendermos que as únicas verdades necessárias são as verdades que podemos conhecer a priori, estamos obrigados a dizer que não é uma verdade necessária que Kant era humano,ou seja, estamos obrigados a dizer que ele poderia não ter sido humano.Porquê? Porque não podemos saber a priori que ele era realmente humano:só a posteriori podemos saber disso.»

 

«Os filósofos essencialistas contemporâneos consideram que do facto de não podermos saber a priori que Kant não poderia não ter sido humano não se conclui correctamente que ele poderia não tê-lo sido. De modo  que precisamos de outras razões a favor da ideia de que poderia tê-lo sido. Os essencialistas defendem que não há bons argumentos a favor dessa ideia e que é mais natural pensar que ele não poderia não ter sido humano. E esse será outro exemplo de uma verdade necessária a posteriori.»(Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 11º ano » Didáctica Editora, pág. 244). .

 

Eis um texto extraordinariamente confuso: não se define essência, nem essencialismo.  Não se sabe o que os autores entendem por filósofos essencialistas. O exemplo é razoavelmente obscuro. Aires Almeida e Desidério Murcho revelam-se aqui  obscurantistas.  É uma insensatez dizer que Kant poderia ser não humano se, à partida, ligamos o nome de Kant a famílias, a um cidadão prussiano do século XVIII. É uma contradição nos termos: Kant, nome humano, suscitaria a suspeita de que a pessoa que o usa é não humana. É confundir o terminológico, a ordem da linguagem, com o ontológico, a ordem do ser - um velho truque dessa sofística contemporânea que dá pelo nome de filosofia analítica...

 

É similar a dizer: «O quartzo poderá ser um não mineral» ou «a galinha poderá não ser um animal». São «habilidades» retóricas,  argumentação vazia, dissociando artificialmente o significante do significado, do referente Só a Kaballah estabelece a ligação necessária entre o nome e a coisa, ao contrário da linguística de Saussure que postula o «laço arbitrário», casual, entre significante e significado.

 

Os autores do manual exaltam a «descoberta» de Saul Kripke segundo a qual há verdades necessárias a posteriori e alegam que «Hume concluía que as verdades científicas eram contingentes só porque eram conhecidas a posteriori.» ( 50 lições de Filosofia, 11º ano Filosofia, pag 243). Ora isto não é verdade em toda a sua extensão: Hume considerava a matemática como um conjunto de verdades científicas, não contingentes, necessárias, a posteriori. O número ou proporção de quantidade,´que fundamenta a matemática, é uma das sete relações filosóficas - poderíamos dizer: categorias - inscritas na mente do sujeito, segundo Hume. Ora, não há contingência nas operações matemáticas, em geral.

 

Hume escreveu, reafirmando o carácter necessário das verdades da álgebra e da aritmética:

 

«Restam portanto a álgebra e a aritmética como as únicas ciências das quais podemos levar uma cadeia de raciocínios até um certo grau de complicação, conservando contudo uma perfeita exactidão e certeza. Estamos de posse de um critério preciso que nos permite ajuizar da igualdade e proporção dos números; e, conforme estes correspondem ou não ao critério, determinamos-lhes as relações sem qualquer possibilidade de erro» (David Hume, Tratado da Natureza Humana, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, pág. 105; o destaque a negrito é posto por mim).

 

Não foi, pois, Saul Kripke o primeiro a posttular verdades científicas universais e necessárias a posteriori. Hume já o fizera. E muitos outros, como por exemplo, os materialistas dialéticos vinculados ao empirismo. Acontece que Desidério Murcho e Aires Almeida não abordam nos seus manuais as filosofias de esquerda como o marxismo, o anarquismo, o socialismo revolucionário - só vêem o lado pragmático norte-americano e britânico da filosofia institucional, filosofias «apolíticas» de direita ou centro,  e nem tudo vêem- e não conhecem as posições ontognosiológicas de outras correntes. Por isso não admira que errem ao escrever que Saul Kripke foi o primeiro a teorizar as verdades universais a posteriori...

 

OS SUBJECTIVISTAS NEGAM QUE A BELEZA ESTEJA NOS PRÓPRIOS OBJECTOS?

 

Sobre subjectivismo e objectivismo, diz o manual do 11º ano:

 

«Chama-se subjectivistas àqueles que respondem que apenas conta o que cada sujeiro sente: a justificação dos juízos estéticos tem um carácter subjectivo. Quando perguntam a um subjectivista: «Por que razão dizes que aquele objecto é bonito?» ele responde «Digo que aquele objecto é bonito porque eu sinto prazer a olhar para ele».

«Por sua vez, chamam-se objectivistas aos que respondem que tudo o que conta são as características dos próprios objectos: afirmamos que um objecto é bonito ou feio porque tem certas propriedades que o tornam realmente bonito ou que o tornam realmente feio.» (50 lições de Filosofia, 11º ano Filosofia, pag 125). 

 

Os subjectivistas negam que a beleza esteja nos objectos? Não, necessariamente. Apenas afirmam que cada mente possui uma forma única, singular de captar a beleza objectiva dos objectos. Portanto, para os subjectivistas a beleza pode estar simultaneanente no objecto exterior e na mente humana que o apreende. Não é isto o que os autores deste manual afirmam.

 

UMA TAUTOLOGIA NA DEFINIÇÃO DE OBJETIVISMO

 

Este manual do 10º ano define objetivismo do seguinte modo: `

« A tese central da teoria objetivista é que alguns juízos de valor são objetivos. Isto significa que quando uma pessoa ou uma sociedade condena ou aceita um dado juízo de valor pode estar enganada, tal como acontece com os juízos de facto. » (...)

«Por exemplo, nos finais do século XIX, na Europa, discutia-se se as mulheres tinham o direito de votar. Mas hoje acreditamos que o juízo de valor de que as mulheres devem ter o direito de votar é objectivamente verdadeiro»

(Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 10º ano » Manual do Professor, Didáctica Editora,  pág. 57).

 

Objetivismo é alguns juízos de valor serem objetivos? Isto é uma tautologia. O que significa serem objetivos? Desidério, Aires e Célia não sabem explicar. Objectivo significa duas coisas: que está fora das mentes humanas e é visível ou patente a todas ou quase todas (exemplo: as mulheres votam em eleições gerais em quase todos os países no século XXI, o rio Tejo separa Lisboa de Almada e do Barreiro); que está dentro das mentes humanas mas é compreendido de igual modo por todas ou quase todas (exemplo: É objectivo que 7 adicionado de 5 tem como resultado 12).

 

A AUSÊNCIA DO CONCEITO DE INTERSUBJECTIVISMO

 

Para os autores, as correntes de valores têm dois níveis de verdade: subjectivismo e objectivismo. Como não introduzem o conceito de intersubjectivismo deslizam para o pensamento imperfeito. Diz o manual:

 

«A segunda objeção põe em causa a ideia de que se um juízo não for subjectivo, não há discordância. Pelo contrário, há muitos casos en que estamos perante juízos que não são subjectivos e no entanto há discordância. Por exemplo, há quem pense que os seres humanos foram directamente criados por Deus como é descrito na Bíblia e quem pense que os seres humanos surgiram de outras espécies por meio de processos naturais. Contudo, não se trata de juízos subjectivos. Acontece apenas que as pessoas não conseguem chegar a um consenso».

(Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 10º ano » Manual do Professor, Didáctica Editora,  pág. 52).

 

Se não são juízos subjectivos, o que são? Juízos intersubjectivos, isto é, comuns a uma grande quantidade de pessoas. Mas o manual carece deste conceito. A intersubjectividade é um degrau intermédio entre a subjectividade, a consciência isolada, e a objectividade, isto é, a realidade em si ou a opinião unânime de toda a humanidade.

 

 

 

 

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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2018
As Leis de Morgan, da lógica proposicional, estão erradas

 

As leis do matemático  Morgan (1806-1871), uma das bases da lógica proposicional, estarão certas? Não.

 

Atentemos no manual de filosofia do 11º ano do ensino secundário da Santilhana Editora que as expõe:

 

«Quais são as principais leis de Morgan?

 

1ª Negação de uma conjunção:

A negação de uma conjunção é equivalente à disjunção das negações das suas proposições ou argumentos.

 

Formalizemos:

                                                                   ¬ (P∧ Q) ↔  (¬ P ∨ ¬ Q)
 
 (Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 99).
 
 
Vejamos um exemplo que prova o erro desta fórmula:
 
P= Vou a Paris
 
Q= Vou a Londres
 
 
Não vou a Paris e não vou a Londres é equivalente a Não vou a Paris ou Não vou a Londres - diz a primeira lei de Morgan exemplificada. 
 
As duas construções - negação da conjunção e disjunção das negações - não se equivalem porque no segundo caso, da disjunção, posso completá-la assim: Não vou a Paris mas vou a Londres ou Não vou a Londres mas vou a Paris.
 
A disjunção quebra o bloco unitário Não vou a Paris e não vou a Londres e abre a possibilidade de não ir a Paris mas ir a Londres.
 
Voltemos ao manual citado que expõe a segunda lei de Morgan:
 
«2º -Negação de uma disjunção:
 
A negação de uma disjunção é equivalente à conjunção das negações das suas proposições ou argumentos.
 
Formalizemos:
 
¬ (P∨ Q) ↔  (¬ P  ¬ Q)
 

  (Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 99).

 

Um exemplo prova a equivalência falsa estabelecida nesta lei:

 

Não vou a Paris ou não vou a Londres é equivalente a Não vou a Paris e Não Vou a Londres. - de acordo com  a segunda lei de Morgan.

 

O facto de não ir a Paris não o impede de ir a Londres, na primeira frase, porque aí figura o ou, e o facto de ir a Londres não o impede de nessa circunstância ir a Paris. Portanto, não há equivalência entre a negação da disjunção e a conjunção das negações.

 

Tantos milhares de professores catedráticos universitários, tantas centenas de milhar de professores do ensino secundário estudaram/ decoraram e aceitaram acriticamente estas falaciosas «leis de Morgan» que o Ministério da Educação impõe como obrigatórias no ensino secundário em Portugal.

 

As cátedras universitárias nada valem, porque produzem e alimentam o erro. São títulos honoríficos - o catedrático é como o papa que «representa» Deus na terra e goza de infalibilidade - que embaraçam o livre filosofar profundo. Onde estão os filósofos nas cátedras universitárias? Não estão, salvo raríssimas excepções. Extingam-se estas e regresse-se à democracia filosófica de base. Acabe-se com os privilégios dos autores de manuais associados aos gabinetes que gizam os exames e programas nacionais. Eles não pensam, facturam. Corrompem a filosofia.

 

PS- Podem comprar-nos o «Dicionário de Filosofia e Ontologia» com autógrafo do autor.

 

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Sábado, 22 de Setembro de 2018
Lançamento em Beja de «Dicionário de Filosofia e Ontologia, Dialética e equívocos dos filósofos»

Conversas B_ Beja - Francisco Queiroz_F.jpg

 

520 PÁGINAS DE TEXTO, UMA OBRA ESSENCIAL PARA QUEM DESEJA CONHECER E DOMINAR O MÉTODO DIALÉTICO E AS SUAS ONZE LEIS E DESCOBRIR OS PONTOS FRACOS DAS FILOSOFIAS ANALÍTICA, FENOMENOLÓGICA E OUTRAS. UM DICIONÁRIO ÍMPAR, COMO NÃO EXISTE NENHUM IGUAL.

 

Preço: 20 euros.

Preço com portes de envio por correio para Portugal: 20 euros. Se desejar, o autor autografa o livro.

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Domingo, 16 de Setembro de 2018
Equívocos no Programa de filosofia do 11º ano: teorias essencialistas versus teorias não essencialistas

A arrumação intelectual das teorias da arte no programa e nos manuais de filosofia em Portugal é confusa. Por exemplo, nas Aprendizagens Essenciais programa de Filosofia do 11º ano lê-se como conteúdo a lecionar aos alunos:

 

O problema da definição da arte.

Teorias essencialistas: a arte como representação, a arte como expressão a arte como forma.

Teorias não essencialistas: a teoria institucional e a teoria histórica.

(11º Ano Filosofia, Aprendizagens Essenciais/ Articulação com o Perfil dos Alunos, página 10).

 

Há aqui a confusão de vários níveis: ontológico, sociológico, psicológico. A arte como expressão de emoções- nível psicológico ou psicopoiético- não pode ser posta em concorrência (no mesmo nível) que a arte como imitação da natureza/representação (nível ontológico: relação arte com a realidade exterior): a Mona Lisa de Leonardo da Vinci é simultaneamente arte como representação e arte como expressão de emoções do artista. A arte como expressão de emoções - género psicopoiético - devia emparelhar com a arte como inteleção, isto é, a gestação da obra de arte pelo intelecto mas este conceito é esquecido.

 

A arte como representação é um conceito vago: deveria dizer-se a arte como imitação da natureza e a arte como transfiguração da natureza (neste último caso cabem as grandes correntes artísticas da intura do sécuo XX como o dadaísmo, o surrealismo, o cubismo, o abstracionismo, a concret art, etc.).

 

Aceitemos que tanto a arte como imitação como a arte como transfiguração do real são correntes essencialistas porque assentam em formas imutáveis ou quase imutáveis - as essências. Por exemplo, o surrealismo pode ser considerado essencialista porque, na pintura, desconecta partes de corpos ou objectos reais e combina-os ou refaz aqueles de modo surreal, onírico (exemplo: um quadro representando um corpo de mulher de modo naturalista mas em que a cabeça é substituída por uma maçã ou por uma árvore).

 

a arte como expressão de emoções e sentimentos tanto pode ser essencialista - imaginemos a pintura religiosa de Cristos sofredores de Bartolomé de Las Casas, transmitindo um persistente sentimento de dor e sacrifício - como pode ser existencialista - uma performance improvisada de teatro ou vídeo, entregue ao acaso, à flutuação do momento é arte não essencialista, existencialista, se por existencialismo entendemos a teoria da liberdade e da imprevisivibilidade da vida.

 

No que respeita à teoria da arte como forma - refere-se à teoria da forma significante (combinação de formas, cores ou sons, etc.) que, segundo Clive Bell, caracteriza a obra de arte - tanto pode ser classificada como essencialista, na medida em que engloba a teoria da arte como imitação da natureza, o cubismo, o surrealismo, etc., como pode ser classificada de não essencialista uma vez que o subjectivismo existe na atribuição, por cada pessoa, de forma significante a uma pintura abstrata (um diz« Parece-me um cavalo esta forma esfumada», outro diz «A mim parece-me o mapa da Península Ibérica», outra diz «Julgo que representa um orgão genital», etc).

 

A teoria institucional da arte é assim definida por alguns autores:

«Esta crítica às teorias essencialistas abriu o caminho à teoria da arte como instituição que faz depender o estatuto da obra de arte de factores extrínsecos à própria obra, estabelecendo que é o mundo da arte, artistas, críticos, historiadores da arte, galeristas, etc., quem confere tal estatuto». (Adília Maia Gaspar, António Manzarra, Filosofia 10º, Caderno de Atividades, Raíz Editora, pág. 62).

 

Por que razão a teoria institucional da arte é não essencialista, segundo a estrutura do programa de 11º ano? Não nos explicam. Pelo contrário: é uma teoria essencialista sociológica, situa a essência da arte no consenso social e na sua consagração, expansão e visibilidade ante o público e os críticos e negociantes.

 

Voltando aos conteúdos programáticos do início deste artigo: por que razão a teoria da história da arte é não essencialista se ela engloba os diversos essencialismos que se foram manifestando ao longo da história (o realismo natural da pintura clássica e renascentista, o impressionismo, o expressionismo, o surrealismo, etc.)?  

 

Quem estruturou esta divisão acima entre teorias essencialistas e existencialistas da arte não pensa dialeticamente mas caoticamente, como é próprio da filosofia analítica em voga que justapõe no mesmo nível definições de diferentes níveis ou regiões. E essa confusão vai recair sobre os estudantes nas provas de exame nacional de filosofia concebidas por mentes «analíticas» que querem dividir a meio um fio de cabelo e estabelecem divisões e uniões arbitrárias. 

 

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Sábado, 15 de Setembro de 2018
É a vacinação que dissemina o vírus do sarampo no mundo, não a anti vacinação

 

Aí está, de novo nos telejornais, a propaganda a favor das vacinas, que as autoridades, incluindo o presidente da república Marcelo Rebelo de Sousa, capturado pelo lobby farmacêutico/ médico alopático, sem pensamento profundo, difundem por todos os meios. Vacinar é infectar o sangue com vírus atenuados ou com toxinas. Esta é a ideia que não podemos abandonar. As televisões, ao serviço das indústrias farmacêuticas e dos políticos do grande capital, dizem que há 41 000 casos de sarampo na Europa e que «a disseminação do vírus no mundo se deve aos movimentos antivacinas».

 

 

Mentira! A disseminação do vírus do sarampo deve-se ao incremento da vacinação. Conheço pessoas que se vacinaram «contra» o sarampo e.. contraíram sarampo.  A vacina não protege: introduz no corpo o ladrão, o vírus ou a toxina, a fase crónica ou subterrânea da doença, como provou J.Tissot, investigador francês de microbiologia que refutou as teorias de Pasteur. Ar puro, frutos e saladas, caminhadas diárias ou desporto, dieta vegan  impedem as doenças contagiosas. A coqueluche nos EUA desapareceu quase de 1900 a 1980 sem haver vacinação. Esta só foi introduzida na era Reagan (1981-1989) pelos conservadores virados para o negócio. Somos bombardeados com mentiras de anti pensadores, todos os dias...

 

 

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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2018
Graus 23º-24º do signo de Aquário: disparo acidental mortal no concelho de Serpa

Cada grau do Zodíaco produz certo tipo de vibrações materializadas em acontecimentos na Terra. A passagem do Sol, de um planeta do sistema solar, ou de um Nodo da Lua pela área 23º-24º do signo de Aquário (graus 323-324 de longitude na eclíptica) é condição necessária mas insuficiente para gerar um acidente mortal com arma de fogo no concelho de Serpa, Alentejo, sudeste de Portugal, envolvendo crianças ou adolescentes.

 

Em 2 de Dezembro de 1993, com Saturno em 24º 40´/ 24º 43´ de Aquário, um menino de 12 anos, Ruben Daniel Velhinho Bolegas, é morto a tiro casualmente por um adolescente de 16 anos, em Serpa.

 

Em 12 de Setembro de 2017, com Nodo Sul da Lua em 23º 58´/ 23º 57´ de Aquário, às 0.25 horas, numa festa de aniversário de uma menina numa garagem em Pias, concelho de Serpa, Alentejo, um rapaz de 15 anos dispara acidentalmente uma espingarda de pressão de ar modificada, que projecta chumbos em leque mortífero, e atinge no peito Bernardo Marta, um jovem de 16 anos, jogador do Despertar Sporting Clube, de Beja, filho de um agente da PSP de Beja, vindo Bernardo a morrer no hospital de Beja, o Olympiakos é derrotado 0-3 pelo Sporting.

 

Próximas datas em que ocorrerá a passagem do Sol, de um planeta do sistema solar, ou de um Nodo da Lua pela área 23º-24º do signo de Aquário, inclinando a ocorrências fatais daquele género no concelho de Serpa serão: em 6 e 7 de Fevereiro de 2019 (Mercúrio); de 12 a 14 de Fevereiro de 2019 (Sol); de 20 a 22 de Março de 2019 (Vénus).

 

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Segunda-feira, 10 de Setembro de 2018
Reflexões de Setembro de 2018

 

 

Eis algumas reflexões despretensiosas neste final de verão de 2018.

 

1. NÃO IR A SE-VI-LHA DIMINUI A VI-SÃO? Costumo ir a Sevilha (sugere: VI, VER, VISÂO) em meados de Fevereiro de cada ano. Este ano não fui. SeVIlha, a cidade da VISÃO, decidiu dar-se por dorida e uns meses depois comecei a sentir alguma diminuição da capacidade VISUAL. Poderei atribuir isso ao grande esforço da VISTA a corrigir no ecrã do computador as provas do meu «Dicionário de Filosofia e Ontologia» a lançar em 28 de Setembro.

Mas a explicação de não ir a Se-VI-lha tem certa... lógica. O sevilhano Clemente Dominguez y Gómez (23 de Abril de 1946-21 de Março de 2005) afastou-se de Se-Vi-lha e criou em 11 de Janeiro de 1976 na aldeia de El Palmar de Troya a Igreja Católica Palmariana, de rito anterior ao Concílio Vaticano II. Em 29 de Maio de 1976 sofreu um grave acidente de automóvel perto de Irún e ficou sem os OLHOS, CEGO. Foi em 1978 entronizado como o papa cego do Palmar de Troya e denunciou o Vaticano como igreja maçónica. Terá Se-VI-lha roubado a VISÂO a Clemente, místico que cheguei a conhecer pessoalmente?

 

2.TU PODES IR À MISSA E SENTIR RANCOR OU INVEJA DE PESSOAS OU OBSESSIVOS SENTIMENTOS DE CULPA. E a missa nesse caso pouco ou nada te vale porque estás infectada/o espiritualmente, o mal alberga-se em ti. E PODES NUNCA ENTRAR NUMA IGREJA E SENTIRES AMOR E COMPREENSÃO POR TODOS OS SERES. Neste último caso a missa dá-se dentro de ti, DEUS ESTÁ EM TI. Esse é o segredo.

 

3. NÃO ESTEJAS INSATISFEITA/O COM AQUILO QUE TENS. Agradece ao universo e a Deus os bens - a saúde, os amores e os desamores, as amigas e amigos, o facebook, o emprego, a paisagem alentejana, a sopa de tomate quente, a música dos concertos (usa fones nos ouvidos, etc), o Portugal pacífico, etc - que tens de momento. Ama todos os seres e sobre ti refluirá a onda de amor e boa sorte. Compreende os que erram.

 

 4. ONTOFONÉTICA (SONS SIMILARES MOLDAM O DEVIR DE CADA DIA).

Em 8 de Setembro de 2018, as ideias de NUNO, LÚCIO e LUÍS estão em foco: de madrugada, assisto no cine MeLIUS (evoca: LUÍS) ao filme «NUN - A freira maldita» (evoca: NUNO) em que as forças do INFERNO, reino de LÚCIFER (evoca: LÚCIO, LUÍS) se manifestam na abadia de Cartas, na Roménia, onde uma freira noviça e um padre exorcista ficam fechados, horas depois junto ao café LUÍS da Rocha, em Beja, encontro o pai de NUNO e deparo com o meu amigo professor LUCIANO (evoca: LÚCIO) Caetano da Rosa, à noite encontro no Parque de Feiras e Exposições de Moura o professor José LUÍS Gomes, de Serpa, e assisto ao concerto dos LUCKY Dukies (evoca: LÚCIO).

 

5. ONTOFONÉTICA (SONS SIMILARES MOLDAM O DEVIR DE CADA DIA).

Em 6 de Setembro de 2018, a ideia de CLERO CRIMINOSO está em foco: o candidato à presidência do Brasil Jair Bolsonaro, ex capitão do exército, arauto da extrema direita, é apunhalado no abdómen por um esquerdista, Adélio BISPO de Oliveira (BISPO de FACA SANGRENTA sugere: CLERO CRIMINOSO) em Juíz de Fora, Minas Gerais, Brasil, no mesmo dia em que estreia em salas de cinema de Portugal o filme «A FREIRA maldita», um demónio vestido de FREIRA que ASSASSINA freiras e outras pessoas na abadia de Cartas, na Roménia, em 1952 (sugere: CLERO CRIMINOSO).

 

6. ONTOFONÉTICA

Em 12 e 13 de Setembro de 2018, as ideias de HUGO, FRANCISCO, FREDERICO, ANTÓNIO e de ÁLVARO estão em destaque: no dia 12, FREDERICO Mateus, estudante bejense, completa aniversário, João fala-me de ÁLVARO, um colombiano reformado culto que vivia há pouco em Beja; no dia 13, na ESDG, FREDERICA, aluna, diz-me ter muito pena que a professora Rosário de filosofia não teha ficado nesta escola, eu, falando com o professor Manuel Baioa, nascido a 12 de Junho, véspera do dia de Santo ANTÓNIO, digo que este santo não parecia ser muito favorável a ÁLVARO Cunhal, porque este foi preso pela PIDE em Casal de Santo ANTÓNIO, Luso, em 25 de Março de 1949 e morreu em 13 de Junho de 2005, dia de Santo ANTÓNIO, ANTÓNIO, de Cuba, troca ideias comigo sobre a ordem cósmica, a Lei, viajo a Cuba do Alentejo e falo com HUGO, a revista «Visão» divulga que o haecker Rui Pinto, residente na HUNGRIA (evoca: HUGO), terá roubado os e-mails secretos ao Benfica, conheço FRANCISCA, cabeleireira, FRANCISCO Ferreira, da Associação Zero, fala ao telejornal da SIC a partir de São FRANCISCO, nos EUA, onde participa numa conferência sobre o clima, o Congresso de deputados espanhol aprova por 172 votos a favor e 2 contra a exumação dos restos mortais de FRANCISCO Franco Bahamonde, ditador católico-fascista falecido em 1975, da basílica do Vale dos Caídos, no Escorial, região de Madrid.

 

7. DE NOVO A PROPAGANDA NOCIVA A FAVOR DAS VACINAS. Vacinar é infectar o sangue com vírus atenuados ou com toxinas. Esta é a ideia que não podemos abandonar. As televisões, ao serviço das indústrias farmacêuticas e dos políticos do grande capital, dizem que há 41 000 casos de sarampo na Europa e que «a disseminação do vírus no mundo se deve aos movimentos antivacinas».

 

Mentira! A disseminação do vírus deve-se ao incremento da vacinação. Conheço pessoas que se vacinaram «contra» o sarampo e.. contraíram sarampo. A vacina não protege: introduz no corpo o ladrão, o vírus ou a toxina, a fase crónica ou subterrânea da doença, como provou J.Tissot, investigador francês de microbiologia que refutou as teorias de Pasteur. Ar puro, frutos e saladas, caminhadas diárias ou desporto, dieta vegan  impedem as doenças contagiosas. A coqueluche nos EUA desapareceu quase de 1900 a 1980 sem haver vacinação. Somos bombardeados com mentiras de anti pensadores, diariamente...

 

8. IDA A ALJUSTREL AO FESTICANT. 15 de Setembro de 2018. Chego a Aljustrel às 21 horas. A intenção é dupla: visitar um intelectual meu amigo e assistir ao concerto de Paulo Gonzo no parque da vila. O meu amigo, grande admirador de Fernando Pessoa, tem um discurso pleno de ensinamentos. Diz: «Deus está a construir-se a cada momento. É a energia que flui por todo o universo e está imanente a toda a humanidade, eu e tu e os outros fazemos parte de Deus. Quando alguém mata ou agride alguém é Deus que faz mal a si mesmo, Deus experiencia-se como agressor e como vítima. O passado está nos registos akhásicos - uma espécie de espelho ou arquivo de imagens de tudo o que sucedeu no universo e na vida pessoal de cada um. Há anos li, não sei se em Alçada Baptista ou David Mourão Ferreira ou em outro, que a relação de um casal implica não duas mas quatro pessoas: o lado masculino do homem, o lado feminino do homem, o lado feminino da mulher, o lado masculino da mulher.»

«A mulher é inclusiva, por essência. Estudos dizem que as mulheres são todas competidoras entre si pela conquista dos homens. A única excepção é a mãe em relação à filha, mas esta pode competir com a mãe pela conquista do companheiro desta. Nota-se algo semelhante no mundo canino: as cadelas não gostam umas das outras, gostam dos cães, e um cão gosta ou não gosta de outro cão, depende. Estou a estudar geometria sagrada. É extraordinário ver a perfeição do universo: o finito encaixa no infinito, até na matéria inanimada existe ordem, uma inteligência silenciosa.»

Depois desta saborosa conversa fui estacionar o carro perto de uma bomba de gasolina e vou a pé para o parque da vila onde no palco cantam os mineiros de Aljustrel. Coloco a Senyera, bandeira da Catalunha, a pender do ombro e ponho os fones nos ouvidos. Pois numa festa aljustrelense dedicada a Espanha como poderia eu eximir-me a protestar visualmente pela secular opressão de Madrid e Castela sobre a Catalunha? Assisto ao concerto de Paulo Gonzo, que anda de muletas ( a velhice é inexorável) mas anima o público. À 1.40 da madrugada, volto para Beja. A minha quinta avó de linha materna, Francisca Maria Isabel, filha de pais de Moura, nasceu em Aljustrel e isso poderá talvez explicar esta sensação de harmonia com esta terra de colinas mágicas.

 

9. SINCRONISMOS. Em 20, 21 e 22 de Setembro de 2018, as ideias de FASE AZUL DA OBRA DE PICASSO, MÁLAGA, DUALIDADE, ANGELA estão em foco: no dia 20, passam 100 anos sobre a estigmatização do místico Padre Pio de Pietrelcina, italiano, que tinha o dom da BILOCAÇÂO (evoca DUALIDADE), isto é, estar adormecido no seu convento e aparecer nesse instante a centenas ou milhares de quilómetros dali, a banda U2 (evoca: DUALIDADE) dá concerto em Madrid, no dia 21, a TVE exibe imagens do Museu Picasso em Barcelona e alude à FASE AZUL DA OBRA DE PICASSO, pintor de MÁLAGA, à porta da EDSG um colega alude à antiguidade da minha MALA de docente (evoca: MÁLAGA), a companhia de Teatro Baal 17 exibe no Largo dos Condes de Ficalho, em Serpa, a peça de teatro monumental «Camino Real» de Tennessee Williams que começa com uma cena em que Dom Quixote com um lenço AZUL grita «AZUL, é a cor da nobreza, AZUL», inspirado o autor Williams na fase AZUL DA OBRA DE PICASSO, peça essa em que há uma DUALIDADE no espaço, ricos de um lado e pobres do outro, a TVE noticia que ANGEL Viñas, autarca de Torrelodones, Madrid, desenvolveu actos de corrupção; no dia 22, noticia-se o assassinato de María de Los ANGELES, de 40 anos, de etnia cigana, em Úbeda, Andaluzia, pelo seu ex companheiro.

 

 

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