Domingo, 18 de Agosto de 2019
As nossas universidades são fascistas

 

Os professores universitários têm diferentes opções político-partidárias desde o salazarismo, ao CDS e ao PSD e destes à social-democracia PS /Bloco de Esquerda, ao comunismo e ao anarquismo colectivista. No entanto, unem-se todos para impedir que na universidade e no ensino secundário se estudem os factos históricos sob a perspectiva da astronomia (astrologia histórica): proclamam, dogmaticamente, que «os planetas não determinam as ações humanas individuais ou colectivas, a astrologia é uma farsa anti científica, uma superstição que não pode sequer entrar nas universidades pois limitaria a liberdade humana com as suas crenças», etc.

 

Mas porque impedem a criação da disciplina de Astrologia História quando há obras publicadas merecedoras de crédito porque assentes em factos histórico-astronómicos indesmentíveis? Entre essas poucas obras, censuradas pela imprensa e pela grande maioria dos editores, figura o nosso livro «Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco» publicado pela Editorial Estampa, de Lisboa, em 2001.

 

Vejamos uma  das teses expendidas nesse livro.

 

ÁREA 1º A 12º DO SIGNO DE GÉMEOS :

DESASTRES NA ASTRONÁUTICA, LIVRE CONCORRÊNCIA MERCANTIL

 

A área 1º-12º do signo de Gémeos, em que se inscreve a estrela Aldebaran (em 9º de Gémeos) da constelação do Touro vincula-se à Astronáutica, em particular a insucessos desta, e à Livre Concorrência do Mercado.

 

Em 24 de Abril de 1967, com Vénus em 11º-12º do signo de Gémeos, a nave espacial soviética Soyuz 1 esmaga-se no solo da Terra, causando a morte do cosmonauta Vladimir Komarov; em 29 de Junho de 1971, com Saturno em 1º do signo de Gémeos a despressurização brusca da cabina da nave espacial soviética Soyuz 11 mata por asfixia, antes da aterragem, os cosmonautas Georgi Dobrovolski, Vladimir Voltov e Viktor  Patsayev; em 27 de Setembro de 1983, com Quirón em 2º do signo de Gémeos, fracassa um voo espacial da URSS, com a expolosão do foguetão portador, sendo a cabina com os astronautas, que escapam com vida, ejectada por um dispositivo de segurança. »

 

(Francisco Limpo de Faria Queiroz, Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco, Editorial Estampa, 2001, pág. 235).

 

Estas regularidades  merecem ou não um debate público sério? Um debate real, sem os pseudo astrólogos e os semiastrólogos como Paulo Cardoso, Maia, Maria Flávia Monsaraz,  Luís Resina, Helena Avelar, Cristina Candeias!  Um debate livre sem a censura do programa Prós e Contras da professora universitária Fátima Campos Ferreira ou da Fundação Francisco Manuel dos Santos que se arvora em propulsora da «ciência»!  Não merecem estes e milhares de outros exemplos empíricos a criação, pelo Ministério da Educação e pelos conselhos científicos das universidades, da disciplina de Astrologia Histórica, na órbita do positivismo lógico, sem metafísica?

 

Centenas de regularidades ou leis parcelares já foram ou podem ser induzidas da vida real, como por exemplo, a de que a passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 3º-5º do signo de Virgem se vincula com sismos em Arraiolos, distrito de Évora.

 

Em 6 de Agosto de 2009, com  Mercúrio em 4º 53´/ 6º 26´ de Virgem, habitantes das vilas de Arraiolos e Mora (Évora) sentem o sismo registado às 06:10 naquelas zonas alentejanas, com magnitude 3.3 na escala de Richter, sem causar danos; em 13 de Abril de 2012, com  Marte em 3º 43´/ 3º 41´ de Virgem, um sismo fraco de 1,1 Richter manifesta-se em Arraiolos e outro sismo eclode no mar a 30 quilómetros do cabo de São Vicente, Algarve.

 

E como podem os politólogos e os astrónomos negar que quatro vitórias do PSD em eleições legislativas em Portugal se deram com a presença de Júpiter no signo da Virgem, isto é, no arco da circunferência zodiacal de 150º a 180º de longitude (2 de Dezembro de 1979, Júpiter em 9º de Virgem, vitória da AD de Sá Carneiro e Freitas do Amaral; 5 de Outubro de 1980, Júpiter em 25º de Virgem, vitória da AD de Sá Carneiro e Freitas do Amaral; 6 de Outubro de 1991, Júpiter em 4º-5º de Virgem, vitória do PSD de Cavaco Silva; 4 de Outubro de 2015, Júpiter em 11º de Virgem, vitória mitigada do PSD de Passos Coelho)?

 

Jornais como «Expresso», «Público», «Observador», «Sol» e muitos outros, revistas como «Sábado» e «Visão», canais televisivos em geral com programas como «Quadratura do Círculo», «Prós e Contras» e outros, fazem parte do bloco  fascista epistémico (epistemologia=filosofia das ciências) que não publica nada do que investigámos e escrevemos em astrologia histórica e censura este tema. Não há liberdade científica nas instituições oficiais em Portugal nem nos grandes media privados. 

 

Que fazem os catedráticos, os doutorados sem cátedra e os mestres em filosofia como por exemplo José Gil, Eduardo Lourenço, José Barata Moura, Guido Imaguirre, Alexandre Franco de Sá, Ricardo Santos, João Branquinho, Pedro Strech, Porfírio Silva, José Caselas, António Caselas, Irene Borges-Duarte, Olivier Feron, Eduardo Pellejero, Irene Viparelli, Miguel Antunes, Moisés Ferreira, José Meirinhos, Pedro Baptista, Sara Bizarro, Gonçalo Marcelo, Desidério Murcho, Rolando Almeida, Aires Almeida, Domingos Faria, senão silenciar,  promover e manter a censura fascista epistémica nas publicações e eventos universitários, nos fóruns televisivos, nos livros das editoras especializadas?

 

Que fazem e fizeram os doutorados e mestres em História e Sociologia como José Matoso, João Medina, António Reis, António Barreto, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, Maria Filoména Mónica, Maria de Lurdes Rodrigues, José Hermano Saraiva, senão combater e silenciar a conjugação de dados astronómicos com dados sócio.políticos-biofísicos, isto é, bloquear a investigação livre, a astronomia histórico-social?

 

A universidade portuguesa, tal como a espanhola, a francesa e a alemã, é epistemicamente fascista: censura, elimina como «não científica» a investigação das correlações, regularidades ou leis, entre as posições dos planetas na circunferência do Zodíaco dividida em 12 arcos de 30º cada um (signos) e os factos histórico-sociais como acidentes de avião, de comboio ou de navios, eleições macionais, acidentes industriais, etc.

 

É obrigação de qualquer antifascista lutar pela liberdade académica que não existe porque as universidades, em filosofia, história, sociologia e astronomia funcionam como partidos leninistas em que os comités centrais (os catedráticos) cooptam os militantes fiéis à ideologia e eliminam como «herética» toda a oposição. O mundo só pode ser pensado verdadeiramente a partir do determinismo planetário na vida humana. 

 

Representamos a resistência, a dissidência, o ponto mais alto e verdadeiro do pensar filosófico-ontológico. Estão connosco o modo de pensar de Pietro d´Abagno (1237- 1315), astrólogo gibelino que negava o livre-arbítrio, Siger de Brabant (1240-1284), averroísta, Galileu (1564-1642), Kepler (1571-1630), Paul Feyerabend (1924-1994), entre outros. Somos a ínfima minoria de investigadores empíricos que pensa e sabe da arquitectura e causalidade zodiacal dos factos humanos e terrestres. Incomodamos os néscios e obnóxios, os impensantes em profundidade, que são a imensa maioria, dominadora das universidades.

 

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Quarta-feira, 14 de Agosto de 2019
David Icke: os sacrifícios humanos no satanismo actual

David Icke (29 de Abril de 1952), o investigador britânico mais célebre da origem das religiões e dos extra ou intraterrestres que vivem incógnitos entre nós, ressalta aspectos desconhecidos do satanismo actual que os grandes midia, os parlamentos nacionais e as universidades ignoram ou abafam. Escreve:

 

«O sacrifício humano não se limita a um período bárbaro da história antiga. Está ocorrendo à nossa volta, onde quer que vivas. Muitos sacrifícios são de bebés engendrados por mulheres chamadas "cultivadoras", que dão à luz em segredo. Algumas estão por vontade própria, mas muitas estão cativas. Os bebés nascem com a ajuda de doutores e enfermeiras que fazem parte da rede. Estas crianças nunca aparecem no registo, de modo que nunca existem nem podem desaparecer oficialmente. Outras pessoas que   sacrificam são aquelas que os satanistas sequestram , ou um membro do culto a quem castigam, e inclusive voluntários do culto (...). Estes rituais grotescos estão sendo levados a cabo constantemente, e pelo menos há centenas de milhar em todo o mundo nos principais dias de rituais do ano. Os membros do culto que trabalham em crematórios encarregam-se de fazer desaparecer os cadáveres ou o que resta deles ou bem se enterram em tumbas massivas secretas.Também ouvi falar de "cães demónio" que foram treinados para comer os restos. É horrível, não é verdade? mas se enfrentamos a realidade continua a expandir-se. Estes tipos estão a dominar o nosso mundo pela graça de Deus. O sangue, expressão física da energia vital, é o aspecto central dos rituais. Qualquer um que ingira o sangue e consuma a carne absorve a energia dessa pessoa e, no caso de beber o sangue de alguémque ainda está vivo, estabelece-se uma conexão vibracional entre as duas pessoas que permite a manipulação da psique. Para os reptilianos parece imprescindível o facto de beber sangue humano a fim de manter abertos os códigos de ADN que permitem uma aparência externa "humana". Os reptilianos também se alimentam da adrenalina que entra na corrente sanguínea nos momentos de extremo terror.»

 

(David Icke, Hijos de la matrix, como una raza interdimensional controla el mundo desde hace miles de años, ,Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 401-402; o bold é colocado por nós).

 

A canção «Sacrifice» de Elton John, um agente dos illuminati que assassinaram a princesa Diana no túnel de Alma em Paris, em 31 de Agosto de 1997, exprime esses desejos dos satanistas ainda que a grande massa de pessoas normais não faça essa leitura.

ARRANCAR O CORAÇÃO, UM RITUAL ILLUMINATI

 

Sobre o assassínio de Alistair Rosslyn Sinclair, descendente directo da família francesa Saint Clair, ligada à fundação dos cavaleiros templários, escreve Icke:

 

«Em Abril de1998,  realizou uma viagem misteriosa de cinco dias a Israel e prenderam-no quando tentou sair do país. (...) O que ocorreu depois foi, sem embargo de mau augúrio. A polícia disse que Sinclair se enforcou com os cordões dos seus sapatos, uma informação ridícula para um homem tão importante, e quando devolveram o seu corpo à Escócia, a autópsia revelou que...lhe faltava o coração. (...) Chamish diz que Alistair Sinclair foi assassinado porque o apanharam nesta guerra clandestina e assinala que a extração do coração faz parte forma parte da tradição dos cavaleiros templários. O último desejo do rei escocês templário, Robert I Bruce, foi que lhe extraíssem o coração e o levassem da Escócia para enterrá-lo em Jerusalém. Mas também é um antigo ritual comer o coração da vítima em tais conflitos satánicos, e pode ser o que ocorreu neste caso. O coração é muito importante para estas gentes dementes».

 

(David Icke, Hijos de la matrix, como una raza interdimensional controla el mundo desde hace miles de años, ,Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 403; o bold é colocado por nós).

 

Que pensar do rei maçon Dom Pedro IV de Portugal, falecido em 1834 com a vitória do liberalismo na guerra civil, no gesto de legar o seu coração à cidade do Porto?  Satanismo ritualista?

 

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Segunda-feira, 12 de Agosto de 2019
Vénus em 24º-25º de Leão em 17-19 de Agosto de 2019: sismo em Portugal?

A astrologia histórica que desenvolvemos é uma ciência empírica, utiliza o método indutivo, que generaliza casos particulares similares entre si. Evidentemente, nada tem em comum com as previsões «astrológicas» de Paulo Cardoso, da Maia ou de outros comerciantes gananciosos da nobre ciência das leis planetárias. E tem muito pouco em comum com a astrologia tradicional, difundida pelos illuminati, que tem teses erróneas como «Vénus rege o signo de Balança, Marte rege o signo de Carneiro» aplicadas por dezenas de milhar de astrólogos ingénuos. É óbvio que Karl Popper, no seu antihistoricismo, se equivocou ao classificar a astrologia de «pseudo ciência».Do mesmomodo que não percebeu a ontognosiologia de Kant, Popper não revelou inteligência ampla para intuir o determinismo planetário na vida humana.

 

 

Em 31 de Agosto de 1926, com Neptuno em 24º 59´ /25º 1´do signo de Leão, um poderoso sismo abala a ilha do Faial destruindo grande parte da cidade da Horta e causando 9 mortos.

 

Em 26 de Dezembro de 1962, com Marte em 24º 48´/ 24º 47´do signo de Leão, um sismo de intensidade 5,7 na escala de Richter abala parte de Portugal, com epicentro na Faixa da Nazaré.

 

De 16 a 18 de Agosto de 2019 Vénus estará nos graus 24º-25º do signo de Leão (graus 144º-145º de longitude na eclíptica, para os astrónomos que desdenham usar a medida «signo» ou arco de 0º a 30º da coroa sideral que é o  Zodíaco) , e de 17 a 19 de Agosto de 2019, o Sol estará em 24º-25º do signo de Leão.

 

Irá ocorrer umsismo em Portugal dentro de uma semana? Ou haverá um grande sismo na Turquia nos dias seguintes?

 

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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2019
David Icke: os professores, cientistas e médicos servem os Illuminati

 

David Icke (29 de Abril de 1952, Reino Unido), o famoso teórico de uma das mais avançadas teorias da conspiração, a da existência de híbridos, reptilianos com forma humana, na pele de monarcas, presidentes da república, chefes de governos e de bancadas parlamentares, de bancos, presidentes de grandes grupos da indústria e do comércio e cadeias de rádio e televisão, líderes religiosos, a reger a humanidade construindo a Nova Ordem Mundial, escreveu:

 

«Instintivamente, soube desde uma idade muito precoce que as escolas eram lugares onde se elaboravam e afinavam os clones do futuro. Fui, portanto, um rebelde desde o começo. Nunca passei em um exame importante da escola (nunca fiz nenhum), nunca fui à escola secundária e à universidade, e fiz a minha aprendizagem por mimha conta e nos meus prazos. Os professores são guardiães cruciais para os illuminati, especialmente porque, por minha experiência, a grande maioria está incrivelmente desinformada sobre o resto do mundo. A maior parte só sabe o que a condicionaram a saber. Os professores, os cientistas, os médicos e os políticos informados são a última coisa que a Matrix deseja. Estar informado sobre o que está ocorrendo não é boa jogada profissional. Aqueles professores que estão informados e compreendem que o sistema é uma máquina de doutrinação podem explicar-nos as consequências de ter tentado desafiá-lo. O sistema "educativo" é uma correia transportadora bem oleada que aspira em uma extremidade as mentes virgens e as converte em adultos programados na outra extremidade. Há alguns que sobrevivem com os seus processos de pensamento intactos mas são muito poucos.»

 

(David Icke, Hijos de la matrix, como una raza interdimensional controla el mundo desde hace miles de años, ,Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 576-577; o bold é colocado por nós).

 

Quantos professores de biologia e filosofia denunciam a vacinação como uma prática absurda assente na ideia não comprovada de que um agente de doença, vírus ou toxina, introduzido no sangue humano "ensina" o organismo a defender-se contra futuras doenças? Quase nenhuns.

 

Quantos professores denunciam o controlo da informação, a censura oculta fascista, que se exerce na televisão, na rádio, na grande imprensa escrita e nas universidades onde é proibido debater o determinismo planetário na evolução das sociedades, a astrologia histórica, onde é proibido debater os efeitos nocivos da vacinação ? Muito poucos. A maioria é um rebanho que reproduz a ideologia dominante. Vivemos numa pseudo democracia, na Matriz ou realidade ilusória manipulada pelos senhores do mundo, os illuminati (George Soros, David Rockfeller, George Bush, Bill Clinton, rainha de Inglaterra, David Cameron, Tony Blair, Pierre Trudeau, Filipe VI de Espanha, etc.).

 

E quanto ao facto do ambiente universitário em Portugal estar condicionado basta dar este exemplo: a Lekton, portal informático que noticia o lançamento de livros de filosofia, de cursos e colóquicos universitários proibiu divulgar o nosso «Dicionário de Fiulosofia e Ontologia» porque este é dissidente do ensino oficial e coloca em causa o valor de filósofos famosos e autores de manuais escolares. Que é isto senão fascismo epistémico, fascismo em nome da «ciência» e da «autoridade da cátedra universitária»?

 

É ridículo que os catedráticos de filosofia, história e sociologia não conheçam a posição de Júpiter e outros planetas em cada dia do ano e ignorem, por exemplo, que em 25 de Abril de 1983, quando Júpiter estava em 9º do signo de Sagitário, o PS de Mário Soares venceu as eleições legislativas em Portugal e que em 1 de Outubro de 1995, quando Júpiter estava em 10º do signo de Sagitário, o PS de António Guterres venceu as legislativas em Portugal e que isso permita induzir que em 6 de Outubro de 2019, com Júpiter em 18º-19º do signo de Sagitário, o PS de António Costa vença as eleições legislativas.

 

E são isto inteligências universitárias? Merecem títulos de doutoramento quando não vêem a realidade óbvia e censuram?

 

 

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publicado por Francisco Limpo Queiroz às 18:05
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Terça-feira, 30 de Julho de 2019
Equívocos no Exame Nacional de Filosofia, Prova 714, de 22 de Julho de 2019

 

O exame Nacional de Filosofia em Portugal, Prova 714, 2ª Fase, realizado em 22 de Julho de 2019, está mal elaborado em boa parte das suas questões. É caso para dizer: quanto mais lógica proposicional, menos reflexão profunda, menos inteligência filosófica. Vejamos exemplos da versão 1 desta prova de exame que obriga a escolher apenas uma resposta entre quatro possíveis no grupo I:

 

1. As frases «António Costa era primeiro-ministro de Portugal em 2018» e «Em 2018, Portugal tinha como primeiro-ministro António Costa»

(A) representam duas proposições verdadeiras.

(B) representam a mesma proposição.

(C) não representam qualquer proposição.

(D) representam duas proposições válidas.

 

Segundo os critérios oficiais de correção a resposta certa seria B.

 

Crítica nossa: as frases são duas proposições diferentes - a primeira tem A.Costa como sujeito, a segunda tem Portugal como sujeito - que representam o mesmo juízo. A proposição é a forma discursiva do juízo. Por isso a resposta certa seria A.

 

2. Se houver juízos morais objetivos, então

(A) as sociedades que tiverem valores diferentes dos nossos devem corrigir tais valores.

(B) a correção, ou a incorreção, desses juízos não pode ser discutida.

(C) esses juízos estão certos ou errados independentemente dos costumes.

(D) as pessoas que tiverem valores diferentes dos nossos pensam e agem erradamente.

 

A correção oficial indica como certa a hipótese C.

 

Crítica: O conceito de  juízo moral objectivo tem vários sentidos. Ora a pergunta é subjectiva, não indica qual desses sentidos se refere. Sentido sociológico: é um juízo consensual dentro de uma dada sociedade ou época mas não universal. Exemplo: no Islão, o juízo «a mulher que exibe certas partes do corpo nuas ofende a Alah e deve ser punida». Sentido epistémico: é um juízo universal, aceite por quase todas as pessoas, invariável de época a época. Exemplo: «É um crime matar crianças inocentes e indefesas». O autor da questão interpreta juízo objectivo como juízo universal, Neste último sentido, se a hipótese C, algo confusa, estivesse certa as hipóteses A e D estariam igualmente certas. A hipótese C é confusa pois pode aplicar-se a juízo moral subjectivo. Exemplo: um pseudo místico oriental como Said Baba formula o seguinte juízo moral subjectivo independentemente dos costumes: «Eu sou a bondade absoluta, eu sou Deus». Este juízo enquadra-se na hipótese C e não é um juízo moral objectivo. O juízo moral objectivo não é obrigatoriamente independente dos costumes como supõe, erradamente, o autor da questão. Exemplo: o juízo moral «a democracia liberal, com multipartidarismo, é o melhor sistema político do mundo» é um juízo moral objectivo fundado nos costumes de dezenas ou centenas de anos de vida democrática na Europa, é uma opinião largamente maioritária. Objectividade compagina-se com relativismo, isto é, variação dos valores de país a país, época a época, religião a religião, classe social a classe social.

 

 

6. Considere as frases seguintes.

1. A relva é verde.

2. Se a relva é verde, é colorida.

É correto afirmar que

(A) ambas exprimem conhecimento a priori.

(B) ambas exprimem conhecimento a posteriori.

(C) 1 exprime conhecimento a priori; 2 exprime conhecimento a posteriori.

(D) 1 exprime conhecimento a posteriori; 2 exprime conhecimento a priori.

 

Segundo os critérios de correção oficiais, a resposta correcta é a B.

 

Crítica nossa: a resposta correcta é a hipótese B. Na verdade, o conceito de colorida não é a priori - nem em Platão, nem em Descartes nem em Kant - pois toda a cor, incluindo o verde, é apreendida sensorialmente a posteriori, na experiência.

 

 

7. Suponha que uma pessoa rica tem de participar na escolha de princípios de justiça que regulem a estrutura

básica da sociedade em que vive. De acordo com Rawls, para que a escolha seja razoável, essa pessoa

terá de atender às restrições da posição original. Por conseguinte, ela deve escolher princípios de justiça

 

(A) tendo em conta o rendimento dos mais desfavorecidos.

(B) sem ter em conta que todos são livres e iguais.

(C) sem ter em conta a sua posição social.

(D) tendo em conta os recursos disponíveis.

Segundo os critérios oficiais a resposta certa é a C).

 

Crítica: a hipótese A está certa, e a D também. É indispensável para haver justiça com equidade levar em conta os rendimentos dos mais desfavorecidos e os recursos existentes.

 

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Plutón en 20º 59´ de Capricornio: ¿Victoria del PSOE el 10 de noviembre de 2019?

 

Probablemente,  teniendo en cuenta la posición de Plutón, habrá elecciones legislativas nacionales en España el 10 de noviembre de 2019. Este día, Plutón estará en el 20 59 ' del signo de Capricornio, praticamente la misma posición que tuvo el 1 de junio de 2018, en 20º 56´/ 20º 55´ del signo de Capricornio.

 

¿ Que sucedió el 1 de junio de 2018? La moción de censura del PSOE al gobierno PP de Mariano Rajoy hizo caer a este gracias a la abstención del Ciudadanos de Albert Rivera y a los votos favorables de Unidos Podemos, ERC, Junts per Catalunya y otros. Y, automaticamente, Pedro Sanchez ascendió al cargo de jefe del gobierno español.

 

Nos parece que Pedro Sanchez recusará la coalición con Unidos Podemos de Pablo Iglesias y suscitará las elecciones del 10 de noviembre de 2019 y, quizás, conseguirá ampliar el número de sus diputados hasta 176. A ver vamos. Por que razón los profesores catedráticos en España y Europa, los historiadores, los filósofos y los astrómos,  no estudian las posiciones de los planetas en los acontecimientos políticos? Por falta de racionalidad. Por carencia de inteligencia holística y creencia ingenua en el libre albedrío. Nuestra astrología histórica va más allá, establece  la ley del Uno, el microcosmo (España, la situación política y social en cada país) es el reflejo del macrocosmo (el Zodíaco de 360º de arco celeste, los planetas, el Sol y la Luna),

 

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publicado por Francisco Limpo Queiroz às 13:52
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Sábado, 20 de Julho de 2019
Aprendizagens essenciais de filosofia 10º ano: o charlatanismo da lógica proposicional

Aires Almeida, co-autor de manuais de filosofia para o ensino secundário, e o lóbi da filosofia analítica - que inclui Manuel Maria Carrilho, João Branquinho, Ricardo Santos, Desidério Murcho, Célia Teixeira, Pedro Galvão, Rolando Almeida, Domingos Faria, Sara Bizarro, etc.- alteraram o programa de filosofia do 10º e 11º ano do ensino secundário em Portugal, amputando-o da lógica aristotélica e impondo como obrigatória e única a pseudo-ciência da lógica proposicional, expoente máximo do charlatanismo em filosofia.

Porque o fizeram? É possível aduzir várias razões:

 

O negócio e a conquista da hegemonia. Com a abolição programática de quase toda a  lógica aristotélica - as 8 regras do silogismo regular, etc. - os promotores da lógica proposicional oferecem ações de formação aos professores de filosofia, pagas. Domingos Faria, entre outros, aí está a oferecer os «seus» cursos mercenários. Este grupo pretende assim obter a hegemonia ideológica no ensino da filosofia e torcer o programa à medida dos novos manuais de filosofia que preparam já..

 

A substituição da filosofia tradicional, incluindo a história da filosofia, por um formalismo de pseudo pensamento, cumprindo as indicações do Clube de Bilderberg. De este grupo de ideólogos , grandes financeiros e donos de grandes grupos de comunicação  social, primeiros-ministros, líderes partidários  e deputados influentes, que  visa construir a Nova Ordem Mundial, um Estado subtilmente fascista com parlamentos e orgãos de imprensa controlados pela Mão Invisível, é membro o socialista Manuel Maria Carrilho. Não há, nas aprendizagens essenciais da filosofia 10º ano, qualquer referência à obrigação de conhecer a filosofia grega antiga (os pré-socráticos, Platão, Aristóteles, os sofistas) e a filosofia oriental antiga (o taoísmo de Lao Tse, o budismo filosófico, etc.). Fala-se apenas nos «grandes temas da filosofia», passando como gato sobre brasas.

 

O CHARLATANISMO DA DISTINÇÃO ENTRE DISJUNÇÃO INCLUSIVA E DISJUNÇÃO EXCLUSIVA

 

Um dos equívocos da lógica proposicional, que a qualificam como charlatanismo,  é a falaciosa distinção entre disjunção inclusiva e disjunção exclusiva. No Manual Essencial  Filosofia 11º em voga em muitas escolas do ensino secundário em Portugal lê-se: 

 

«A disjunção inclusiva é representada por V.

«A disjunção exclusiva é representada por W.

Por exemplo: 

«Os livros estão escritos em prosa ou em poesia».

 

                                      PVQ

«Os livros estão escritos ou em prosa ou em poesia».

 

                                      PWQ

 

Neste último sentido, é claro que uma alternativa exclui por si só a outra».

(Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 71).

 

Esta distinção é uma falácia. Dizer, por exemplo, «Vou ao Porto ou vou a Lisboa» (disjunção inclusiva segundo esta lógica) é o mesmo que dizer «Ou vou ao Porto ou vou a Lisboa» (disjunção exclusiva segundo esta lógica proposicional). A disjunção é exclusiva em ambos os casos: ir ao Porto exclui, no mesmo instante, ir a Lisboa. O «ou..ou» é apenas uma forma mais enfática de dizer «ou». Na substância, não há diferença alguma entre estas «duas» disjunções.

 

Andam os professores a ensinar erradamente os seus alunos. Gravíssimo. Uma pseudociência do pensamento, uma formalização parcialmente arbitrária deste, elevada a tema central da filosofia!

 

A FALSA REGRA DA «DISJUNÇÃO EXCLUSIVA»

 

Há leis erróneas na lógica proposicional. Como a seguinte:

 

«Regra da disjunção exclusiva: A disjunção exclusiva é verdadeira quando as proposições simples apresentam valores lógicos diferentes. É falsa quando as proposições são ambas verdadeiras ou ambas falsas

(Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 72).

 

Eis um exemplo que atesta o erro desta regra: a disjunção exclusiva PWQ «Ou o inverno é necessário à natureza (P) ou o verão é necessário à natureza (Q).» Ambas as proposições P e Q são verdadeiras e a disjunção é verdadeira mas segundo a regra acima deveria ser falsa.  

 

A FALSA REGRA DA «DISJUNÇÃO INCLUSIVA»

 

A lei da «disjunção inclusiva» é também errónea. É enunciada assim:

 

«Regra da disjunção inclusiva: a disjunção inclusiva de duas proposições é verdadeira em todos os casos, excepto quando as duas proposições simples são ambas falsas.»

(Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 72).

 

Eis um exemplo que atesta o erro desta regra: a disjunção inclusiva PVQ «Somos portugueses (P) ou somos europeus (Q).» Ambas as proposições P e Q são verdadeiras, contudo a disjunção é falsa porque não podemos extrinsecar portugueses de europeus, mas segundo a regra acima é uma disjunção...«verdadeira». É charlatanismo, para não falar em fascismo epistémico, impor que alunos e professores de filosofia memorizem e apliquem em pseudo tabelas de verdade estas "regras" falsas».

 

A ERRÓNEA TABELA DE VERDADE DA IMPLICAÇÃO

 

A função de verdade dita condicional ou implicação na lógica proposicional simboliza-se S →P. Por exemplo, «Se chover»(proposição S) «então levarei guarda-chuva» (proposição P).

 

Escreve um manual do 11º ano de filosofia da Santilhana:

 

«A implicação material é uma operação intelectual que relaciona condicionalmente os valores lógicos de duas proposições simples.

«Por exemplo: P→Q       «Se tirar a carta, então vou comprar carro»

 

«Qual é a regra da implicação?

«Regra da implicação: A implicação só é falsa se o antecedente for verdadeiro e o consequente falso. Nos outros casos é sempre verdadeira».

 

«Qual é a tabela de verdade da implicação?

 

«A tabela de verdade da implicação é a seguinte:

 

P       Q            P→Q

V        V              V

V         F             F

F         V            V

F          F            V

(Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 73).

 

É fácil verificar a falsidade desta tabela de verdade aplicando-a a exemplos concretos (lógica material).

 

Consideremos a proposição complexa «Se há pegadas de dinossauro na Serra de Aire e Candeeiros (P),  então a Lua completa em 27,3 dias a sua órbita em torno da Terra (Q)».

Ambas as proposições simples são verdadeiras e, segundo a tabela de «verdade», a implicação será verdadeira. Mas não é, porque a relação entre pegadas de dinossauro na serra X e mês sideral da Lua é meramente acidental,  não existe sequer: quer haja ou não pegadas de dinossauro a Lua leva sempre 27,3 dias na sua órbita em torno da Terra.

 

Consideremos as proposições simples "Os átomos existem" (P) e "As moléculas existem" (Q). Construamos  a proposição complexa «Se os átomos não existem ( ¬ P) então (→ )as moléculas existem (Q)». Segundo a tabela de verdade acima, sendo    ¬ P falsa (porque os átomos existem) e Q verdadeira (as moléculas existem) a implicação será verdadeira. Ora não é isso que sucede: não havendo átomos implica não haver moléculas porque estas são agregados de átomos, logo a proposição «Se os átomos não existem (¬ P) então as moléculas existem (Q)» é uma implicação falsa.

 

Não basta considerar o valor de verdade de cada uma das proposições simples é necessário centrar-se no tipo de implicação: se é necessária, fundada na causalidade ou no sincronismo, ou contingente, fundada na ficção, no imaginário... Mas sobre isto a lógica proposicional nada diz. Não está bem construída, não foi bem pensada.

 

O que fazem os arautos da lógica proposicional em Portugal na universidade e no ensino secundário- João Branquinho, Ricardo Santos, Guido Imaguirre, João Sàágua, Domingos Faria, Aires Almeida, Rolando Almeida, Luís Veríssimo, Pedro Galvão e outros - senão ensinar estas erróneas teses e asim contribuir para estupidificar os alunos de filosofia?

 

Tenham a coragem de fazer autocrítica e condenar a lógica proposicional! Os vossos mestrados e doutoramentos não impedem que lavreis no erro. Não servem para nada, senão para transmitir conhecimentos fragmentados, mistos de verdade e erro. «Menos lógica, mais pensar! dizia Heidegger». Extingam-se as cátedras de filosofia na universidade, ocupadas por incompetentes que se cooptam entre si, acabe-se com o autoritarismo sectário  e pseudo-científico da filosofia analítica e outras: as cátedras são tão prejudiciais ao saber quanto o Tribunal da Santa Inquisição o foi para a descoberta de Deus e o livre pensamento.

 

AS LEIS DE MORGAN ESTÃO ERRADAS

 

As leis do matemático  Morgan (1806-1871), uma das bases da lógica proposicional, estarão certas? Não.

 

Atentemos no manual de filosofia do 11º ano do ensino secundário da Santilhana Editora que as expõe:

 

«Quais são as principais leis de Morgan?

 

1ª Negação de uma conjunção:

A negação de uma conjunção é equivalente à disjunção das negações das suas proposições ou argumentos.

 

Formalizemos:

                                                                   ¬ (P∧ Q) ↔  (¬ P ∨ ¬ Q)
 
 (Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 99).
 
 
Vejamos um exemplo que prova o erro desta fórmula:
 
P= Vou a Paris
 
Q= Vou a Londres
 
 
Não vou a Paris e não vou a Londres é equivalente a Não vou a Paris ou Não vou a Londres - diz a primeira lei de Morgan exemplificada. 
 
As duas construções - negação da conjunção e disjunção das negações - não se equivalem porque no segundo caso, da disjunção, posso completá-la assim: Não vou a Paris mas vou a Londres ou Não vou a Londres mas vou a Paris.
 
A disjunção quebra o bloco unitário Não vou a Paris e não vou a Londres e abre a possibilidade de não ir a Paris mas ir a Londres.
 
Voltemos ao manual citado que expõe a segunda lei de Morgan:
 
«2º -Negação de uma disjunção:
 
A negação de uma disjunção é equivalente à conjunção das negações das suas proposições ou argumentos.
 
Formalizemos:
 
¬ (P∨ Q) ↔  (¬ P  ¬ Q)
 

  (Amândio Fontoura, Mafalda Afonso e Maria de Fátima Vasconcelos, Essencial Filosofia 11º, Santillana, pág 99).

 

Um exemplo prova a equivalência falsa estabelecida nesta lei:

 

Não vou a Paris ou não vou a Londres é equivalente a Não vou a Paris e Não Vou a Londres. - de acordo com  a segunda lei de Morgan.

 

O facto de não ir a Paris não o impede de ir a Londres, na primeira frase, porque aí figura o ou, e o facto de ir a Londres não o impede de nessa circunstância ir a Paris. Portanto, não há equivalência entre a negação da disjunção e a conjunção das negações.

 

Tantos milhares de professores catedráticos universitários, tantas centenas de milhar de professores do ensino secundário estudaram/ decoraram e aceitaram acriticamente estas falaciosas «leis de Morgan» que o Ministério da Educação impõe como obrigatórias no ensino secundário em Portugal.

 

As cátedras universitárias nada valem, porque produzem e alimentam o erro. São títulos honoríficos - o catedrático é como o papa que «representa» Deus na terra e goza de infalibilidade - que embaraçam o livre filosofar profundo. Onde estão os filósofos nas cátedras universitárias? Não estão, salvo raríssimas excepções. Extingam-se estas e regresse-se à democracia filosófica de base. Acabe-se com os privilégios dos autores de manuais associados aos gabinetes que gizam os exames e programas nacionais. Eles não pensam, facturam. Corrompem a filosofia.

 
 

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Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
Área 27º-29º do signo de Caranguejo: acidentes aéreos em Portugal

As passagens de um planeta, Sol ou Nodo da Lua em 27-29º do signo de Caranguejo,  são condições necessárias mas insuficientes para provocar queda de avião, helicóptero ou ultraleve em Portugal. Há outros graus do Zodíaco indutores de acidentes aéreos em Portugal ou vitimando portugueses.

 

Em 5 de Agosto de 1990, com Júpiter em 27º 7´/27º 20´do signo de Caranguejo, um helicóptero Alouette 3 que combatia um fogo na região do Zêzere cai, ficando parcialmente destruído; em 26 de Junho de 2012, com Mercúrio de 29º 53´ de Caranguejo a 1º 4´ de Leão, uma pequena avioneta cai em Cascais durante uma aula de treino, morrendo ambos passageiros (o instrutor de 45 anos e o aluno, na casa dos 20 anos);em 5 de Setembro de 2012, com Vénus em 28º 16´/ 29º 20´ de Caranguejo, uma aeronave ligeira, usada para instrução de voo, despenhou-se perto do aeródromo de Évora morrendo o piloto de 34 anos, em fim de curso.

 

Algumas das próximas datas em que o Sol ou um planeta passam em 27º-29º do signo de Caranguejo aumentando a probabilidade de acidente aéreo português são: de 19 a 23 de Julho de 2019 (Mercúrio e Sol); de 25 a 28 de Julho de 2019 (Vénus); de 8 a 11 de Agosto de 2019 (Mercúrio).

 

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Terça-feira, 16 de Julho de 2019
David Icke: la palabra inpronunciable por los reptilianos

 

David Icke, el famoso investigador británico de los reptilianos ocultos en la sociedad humana, escribió a propósito de una conferencia hecha en California por Maurice Doreal que, acompañado por dos hombres rubios de ojos azules,  ha visitado la ciudad subterránea de Telos, debajo del monte Shasta, en el norte de California:

 

«Doreal dice que le mostraron como los reptilianos "camaleón" se infiltraron en las sociedades humanas en su batalla por el control del planeta. Una manera de desenmascarar a estos seres metamórficos, dice, consiste en someterles a una prueba linguística. Se descubrió que a los reptilianos les resulta imposible pronunciar la palabra "kin-in-i-gin" (¡Vamos, apuesto a que no puedes resistirte!).»

 

«Doreal dice que en un esfuerzo desesperado por parar a los reptilianos, los "nórdicos" lanzaron uma "superarma" sobre la Antártida. Sugiere que la enorme explosión sacudió la Tierra y la hizo tambalear sobre su eje. Los polos se desplazaron y se produjeron enormes cataclismos. Otras colonias reptilianos sobrevivieron bajo tierra

 

(David Icke, Hijos de la matrix, como una raza interdimensional controla el mundo desde hace miles de años, ,Ediciones Obelisco, Barcelona, pág. 222; el negrito el colocado por nosotros).

 

La palabra, el sonido, surge aquí como la marca diferenciadora de las diferentes especies animales. Los reptilianos no son verdaderamente humanos y su constitución no les permite imitar a los humanos en todos los tonos de voz. Nótese aún que la Antártida es, segun algunos autores, la región del globo a donde huyó Hitler en el caso de que no hubiera muerto en el bunker de Berlín el 30 de abril de 1945. La conexión de Hitler con los reptilianos permanece en abierto.

 

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Áreas 21º-22º de Caranguejo e 16º-18º de Capricórnio: triunfos de Portugal em finais

 

A vitória de Portugal sobre a Argentina na final do campeonato mundial de hóquei em patins, em 14 de Julho de 2019, estava escrita no Zodíaco como aliás tudo o que sucedeu e sucederá. Comparando esta recente vitória com o triunfo de Portugal no campeonato mundial de futebol sub-19 sobre o Brasil, em 30 de Junho de 1991, e com o triunfo de Portugal na final no campeonato da Europa, em 10 de Julho de 2016, encontramos pelo menos dois traços astronómicos em comum: a presença do Sol ou de um planeta na área 21º-22º do signo de Caranguejo e a presença de um planeta e Nodo da Lua na área 16º-18º do signo de Capricórnio. 

 

Em 30 de Junho de 1991, com Mercúrio em 22º 13´/ 24º 6´de Caranguejo,  Neptuno em 15º 36´/ 15º 34´ de Capricórnio, Nodo Norte da Lua em 18º 55´ de Capricórnio, Marte em 20º 32´/ 21º 8´ de Leão, Portugal torna-se campeão do mundo de futebol sub-21 ao vencer por grandes penalidades (4-2) o Brasil, após prolongamento com 0-0, no estádio da Luz; em 10 de Julho de 2016, com , Mercúrio em 21º 35´/ 23º 43´ de Caranguejo, Plutão em 16º 9´/ 16º 8´ de Capricórnio,  Portugal sagra-se campeão europeu de futebol ao vencer por 1-0 na final, em Paris; em 14 de Julho de 2019, com Sol em 21º 18´/ 22º 15´ de Caranguejo, Saturno em 16º 54´ / 16º 50´ de Capricórnio, Nodo Sul da Lua em 17º 39´ de Capricórnio, Marte em 7º 39´/ 8º 17´ de Leão, Portugal sagra-se campeão mundial de hóquei em patins ao vencer nas grandes penalidades a Argentina após um 0-0, em Barcelona.

 

Se compararmos com a final europeia que Portugal perdeu em 2004, verificamos que Saturno estava em 16º do signo de Caranguejo, ponto oposto (a 180º exactos) da posição que tem em 14 de Julho de 2019.

 

Em 4 de Julho de 2019, com Saturno em 16º 13´/ 16º 21´de Caranguejo, Marte em 6º 23´/ 6º 1´ de Leão, a Grécia vence por 1-0 Portugal na final do campeonato europeu de futebol, em Lisboa.

 

Note-se que a posição de Marte em 7º de Leão é praticamente a mesma na derrota de Portugal ante a Grécia em 2004 e no triunfo de Portugal face à Argentina em 2019 e é diferente, embora no mesmo signo Zodiacal, no triunfo sobre o Brasil em Junho de 1991. Significará Marte no signo de Leão que Portugal disputa uma final em desporto?

 

Que dizem disto os editores de jornais em papel, de telejornais, os astrónomos, os professores de filosofia e história do ensino secundário,  os catedráticos em geral, os governantes, o presidente da república? Nada. Não podem negar factos. Apenas fazem silenciar. Honestidade? Não é com muitos deles - os outros são honestos mas ignorantes. Vivemos sob uma ditadura encapotada: convém aos senhores do mundo, os illuminati-anunnaki,  não revelar às massas as leis da predestinação astronómico-social. Nenhum debate público com audiência de milhões de pessoas é permitido. Só os pseudo astrólogos e os semi astrólogos tradicionais podem ir à televisão dizer banalidades alheias à astrologia histórica científica.

 

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