Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018
Júpiter em 2º de Sagitário: atentado a sinagoga de Moscovo de 17 a 22 de Novembro de 2018?

Dois casos de ataque a sinagogas em Moscovo ocorreram à passagem de um Nodo da Lua e do planetóide Quirón em 2º do signo de Sagitário.

 

Em 30 de Dezembro de 1993, com Nôdo Norte da Lua em 2º 39´/ 33´ de Sagitário, Úrano em 21º 28´/ 31´ de Capricórnio, um fogo de origem criminosa destroi a sinagoga de Mariina Rochta, em Moscovo, Rússia; em 1 de Maio de 1999, com Quirón em 2º 14´/ 2º 10´ de Sagitário, bombas explodem contra 2 sinagogas em Moscovo.

De 17 a 22 de Novembro de 2018 Júpiter passará em 2º do signo de Sagitário. Isso suscitará ataque a uma sinagoga de Moscovo?

 

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Terça-feira, 13 de Novembro de 2018
Vacinação ou o fascismo médico obscurantista
 
 
 
700 000 VACINAS «CONTRA» A GRIPE EM PORTUGAL, EM RESULTADO DA CAMPANHA DE INTOXICAÇÃO QUE GRAÇA FREITAS, AS AUTORIDADES DE SAÚDE E AS TELEVISÕES LEVAM A CABO. Pobres portugueses! Como são manipulados, enganados, envenenados pelos vírus das vacinas. São mentes incapazes de pensar e verificar - porque não há provas nenhumas da bondade das vacinas, pelo contrário. Que democracia existe se a TV não dá voz ao movimento anti vacinas? Graça Freitas, directora geral de saúde, foi neste dia 13 de Novembro de 2018, ao telejornal da RTP apelar «Vacinem-se pela vossa saúde! Ainda não sabemos qual é o vírus dominante da gripe este ano». Vivemos debaixo de fascismo médico-farmacêutico.
 
 
Vacinas têm mercúrio e alumínio, destruidores do sistema nervoso e factores de cancro e outras doenças. E o PCP, o BE, o PAN, o PEV denunciam a vacinação? Não. E a igreja católica e outras denunciam a pseudo ciência da vacinação? Não. E os filósofos, os professores de filosofia e de biologia, os sociólogos denunciam isto? Não. São cúmplices dos iluminati que promovem a vacinação a nível mundial para reduzir a população e mantê-la sob o controlo da indústria químico-farmacêutica. O mundo está na mão dos mentirosos, dos inimigos da espécie humana. Os alunos têm direito a matricular-se nas escolas sem apresentar boletim de vacinas, sem se infectarem com as vacinas, mas «eles», os reptilianos e seus cúmplices humanos do topo da pirâmide do Serviço Nacional de Saúde (!) pressionam para exigir o boletim...
 

David Icke escreve:

«Eis aqui um extracto do meu livro Infinite Love is the Only Truth - Everything Else Is Ilusion:

 

«O processo de fabricação das vacinas inclui o uso de macacos, embriões de frangos e fetos humanos, além de desinfectantes e estabilizadores como a estreptomicina, o cloreto de sódio, o hidróxido de sódio, o alumínio, o clorohidrato, o sorbitol a gelatina hidrolisada, o formaldeído e um derivado do mercúrio chamado timerosal. A vacina contra a difteria, a tosse convulsa e o tétano contém os seguintes componentes:

 

Hidróxido de sódio: Entre outras coisas, pode queimar os orgãos internos, provocar cegueira e dano pulmonar e tecidular; a sua ingestão pode ser catastrófica. Encontra-se nos produtos de limpeza de fornos, casas de banho e retretes.

Formaldeído: É uma neurotoxina que pode provocar cancro. Também pode provocar insónia, tosse, cefaleia, náuseas, hemorragias nasais e erupções cutãneas. Usa-se, de forma oportuna, para embalsamar cadáveres.

Ácido clorídrico: Pode destruir tecidos por contacto directo e encontra-se nos produtos de limpeza do alumínio e dos antioxidantes.

Alumínio: Produto tóxico e cancerígeno.

Timerosal: Um derivado do mercúrio e conservante sumamente perigoso. está composto por glicol anticoagulante e rtanol, ácido tiosalicílico, hidróxido de sódio e cloreto de etilmercúrio. Estas substâncias químicas são letais e podem provocar cancro ademais de dano cerebral e hepático.

 Fosfatos: Afogam todas as formas de vida aquática e encontram-se nos detergentes da máquina de lavar, e máquina de lavar louça e nos produtos de limpeza.

 «Este monte de lixo venenoso ataca o sistema imunológico que supostamente  deveria proteger e, mesmo assim, os pais estadunidenses estão sendo levados a julgamento por não permitirem administrar semelhantes produtos letais aos seus filhos. Advertem as pessoas dos potenciais efeitos que poderia ter o facto de que os seus filhos estarem em contacto com crianças que não se vacinaram e deste modo aterrorizam-nas com o fim de que aceitem esta tirania. Sem embargo, se se vacinaram, porque deveria ser isso um problema? Oh, sim, mas é. Simplesmente não querem que o saibamos. Para começar, o mercúrio é um dos primeiros suspeitos de provocar autismo nas crianças. Entre 1989 e finais de 1990 aumentou o número de vacinas infectadas de mercúrio e também o número de meninos com autismo.»

(David Icke, La conspiración mundial y como acabar con ella, Ediciones Obelisco, Barcelona, pp 819-820; o bold é colocado por nós).

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018
17-19 November 2018: Mars on the 1st of Pisces produces a notable attack or accident in Sweden?

 

The passage of a planet in grade 1 of the Pisces sign is a necessary but not sufficient condition for an attack or notable accident to break out in Sweden.

 
On February 28, 1986, with Jupiter in 1º 46 ° / 2 ° 0 'of Pisces, Olof Palme, the Social Democrat Prime Minister of Sweden, is shot dead by a stranger in a Stockholm street after leaving a movie theater.

 
On May 8, 1989, with  North Node of the Moon in  1º 33 ´/ 1 ° 25 'of Pisces, a small plane crashes before landing at Oskarshamn airport, a coastal city in Sweden, and  all its occupants die, among them the head of the Parliamentary Communications Commission, the Social Democrat John-Olle Persson.

 
On September 10, 2003, with Mars in 2º 1'/ 1º 49 ´ of Pisces, Anna Lindh, Social Democrat minister, is stabbed to death with several stab wounds by an immigrant when after climbing a few escalators she was about to enter in the clothing store of lady Filipa K in the big department stores NK, a shopping center in Stockholm, coming to die the next day.

 

From 17 to 19 November 2018, Mars will pass at grade 1 of the Pisces sign (degree 331 of ecliptic longitude).

 
Why people do not study and teach this in universities and high schools? Because the professors, the ideologists of the educational system, philosophers, historians, politicians lack the intelligence and courage to do so.


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Domingo, 11 de Novembro de 2018
17-19 de Novembro de 2018: Marte em 1º de Peixes produz atentado ou acidente notável na Suécia?

 

A passagem de um planeta no grau 1 do signo de Peixes é condição necessária mas não suficiente para irromper um atentado ou notável acidente na Suécia.

 

Em 28 de Fevereiro de 1986, com Júpiter em 1º 46´/ 2º 0´ de Peixes, Olof Palme, primeiro-ministro social-democrata da Suécia, é assassinado a tiro por um desconhecido, numa rua de Estocolmo após sair de um cinema.

 

Em 8 de Maio de 1989, com Nôdo Norte da Lua em 1º 33´/ 1º 25´ de Peixes, despenha-se um pequeno avião antes de aterrar no aeroporto de Oskarshamn, cidade costeira da Suécia, morrendo todos os seus ocupantes, entre eles o chefe da Comissão Parlamentar de Comunicações, o social-democrata John-Olle Persson.

 

Em 10 de Setembro de 2003, com Marte em 2º 1´/ 1º 48´ de Peixes, Anna Lindh, ministra social-democrata, é ferida de morte com várias facadas por um imigrante quando depois de subir por umas escadas rolantes se dispunha a entrar na loja de roupa de senhora Filipa K nos grandes armazéns NK, um centro comercial em Estocolmo, vindo a morrer no dia seguinte.

 

De 17 a 19  de Novembro de 2018, Marte passará no grau 1 do signo de Peixes (grau 331 de longitude eclíptica).

 

Porque não se estuda e ensina isto nas universidades e escolas secundárias? Porque os catedráticos, os ideólogos do sistema educativo, os filósofos, os historiadores, os políticos carecem de inteligência e de coragem para o fazer.

 

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Sábado, 27 de Outubro de 2018
Equívocos no manual «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» (Crítica de Manuais Escolares- LVIII)

 

Há vários equívocos no manual de Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, sem embargo de o livro ter méritos.

 

SÓ O CONHECIMENTO PROPOSICIONAL PODE SER TRANSMITIDO?

 

Bertrand Russel teorizou haver três tipos de conhecimento: o saber fazer (exemplo: andar de bicicleta, nadar), o conhecimento por contacto (exemplo: olhar o rio Tejo a partir do cais das colunas, saborear gaspacho) e o conhecimento proposicional (exemplo: imaginar que o Big Bang se deu há 15 000 milhões de anos, supor que a matéria é composta de átomos, quarks e leptons).

 

O manual afirma.

«Apenas o conhecimento proposicional pode ser directamente transmitido de pessoa para pessoa».

 

(Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, pág. 130).

 

Isto não é verdade. O treinador de guarda-redes transmite o seu saber ao guarda redes rematando para este defender a bola e indicando-lhe se deve sair ou não ao encontro do avançado. Isto é saber fazer e conhecimento por contacto.

 

DAVID HUME OPUNHA-SE AO CEPTICISMO?

 

Sobre Hume escrevem os autores do manual:

«Tal como Descartes, David Hume recorre a uma abordagem fundacionalista para responder ao desafio cético.»

(Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, pág. 162).

 

Hume responde ao desafio céptico? Confusão dos autores. Hume sempre foi céptico, sempre duvidou da existência de objectos físicos exteriores à mente humana:

 

«A razão não nos dá e é impossível que alguma vez nos dê, em qualquer hipótese, qualquer convicção da existência contínua e distinta dos corpos. Esta opinião tem de se atribuir inteiramente à imaginação, que passa a ser o objecto da nossa investigação ».(Hume, Tratado da Natureza Humana, Fundação Calouste Gulbenkian, pag. 238; o destaque a negrito é posto por mim).

 

O FUNDACIONALISMO OPÕE-SE AO CEPTICISMO?

 

O manual opõe erroneamente fundacionalismo a cepticismo sem compreender que este é, basicamente, uma modalidade de fundacionalismo. Lê-se o seguinte no manual:

 

«O fundacionalismo é uma das mais antigas respostas ao problema do cepticismo. Os fundacionalistas rejeitam a primeira premissa do argumento cético da regressão infinita. Para estes autores, nem todas as nossas crenças se justificam com base em outras crenças, pois existem crenças que são de tal modo evidentes que podemos considerar que se justificam a si mesmas».

 (Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, pág. 139).

 

Ora, nem todo o cepticismo sustenta a regressão infinita. E há fundacionalistas que sustentam a regressão infinita: por exemplo, os primeiros filósofos gregos como Tales de Mileto, que defendia a água como fundamento do mundo e uma regressão infinita do ciclo caos-cosmos, e Heráclito de Éfeso, que sustentava ser o fogo o fundamento do mundo e postulava a regressão infinita do ciclo caos (fogo em estado puro)- cosmos (fogo convertido em montanhas, rios, animais, homens, etc.). Quando o cepticismo afirma que «nada se pode conhecer, tudo é duvidoso» está a ser um fundacionalismo, estabelece uma verdade primeira que funda todo o seu sistema de pensamento.

 

A INCAPACIDADE DE DISTINGUIR COM CLAREZA "DISJUNÇÃO INCLUSIVA" DE "DISJUNÇÃO EXCLUSIVA", CONCEITOS FALACIOSOS

 

Os autores caem na falácia da lógica proposicional de colocar o mesmo tipo de disjunção sob duas formas diferentes baptizando uma de inclusiva e outra de exclusiva. E nem conseguem defini-las teoricamente limitando-se a exemplificar. Escrevem:  

«Disjunção inclusiva

«A disjunção inclusiva "O José ganhou o euromilhões ou a Vera ganhou o Euromilhões" só é falsa se ambas as disjuntas forem falsas; será verdadeira se, nas restantes combinações possíveis de valores de verdade, pelo menos uma das proposições for verdadeira.» (...)

 

«Disjunção exclusiva»

«A disjunção exclusiva "Ou Sócrates nasceu em Atenas ou nasceu em Roma" diz-nos que uma das disjuntas é verdadeira , mas não as duas, pois é falso que Sócrates possa nascer em Atenas e em Roma: ou nasceu numj lugar ou nasceu no outro, não sucede que nasça nesses dois lugares ao mesmo tempo.»

 

(Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, pág. 58).

 

Afinal o que distingue a "disjunção inclusiva" da "disjunção exclusiva", segundo os teóricos da lógica proposicional? É que a primeira exprime-se por "ou"  e a segunda exprime-se por "ou ...ou". Isto é ridículo. É o micropensamento de filósofos analíticos como Wittgenstein ou Bertrand Russel, imitado acriticamente por estes autores do manual. Chegamos a este ponto inacreditável: dizer «Sócrates nasceu em Atenas ou nasceu em Roma» é uma disjunção «inclusiva» mas dizer «Ou Sócrates nasceu em Atenas ou nasceu em Roma» é uma disjunção ...«exclusiva». Não há paciência para tanta ingenuidade «filosófica» que vê diferenças de conteúdo onde elas não existem...

 

Ou..ou.. é o mesmo que ou.

 

A ERRÓNEA TABELA DE VERDADE «CONDICIONAL» NA LÓGICA PROPOSICIONAL

Este manual escreve o seguinte sobre a tabela de verdade simples condicional:

 

«Condicional»

«A condicional "Se o conhecimento é sensação, então os porcos têm conhecimento» apenas é falsa se a antecedente for verdadeira e a consequente falsa. Deste modo na fórmula proposicional (P ⇒Q) todas as possíveis combinações de valor de verdade serão verdadeiras, exceto quando a antecedente for verdadeira e a consequente falsa

 

(Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, pág. 59; o destaque a negrito é posto por nós).

 

 

Segundo esta "lei" se antecedente e consequente são falsas a implicação é verdadeira. Eis um exemplo que desmente esta tabela de verdade:

 

Se os mares são imaginários (P), então os unicórnios existem na Terra (Q).

 

Ambas as frases são falsas e a sua implicação é falsa, ao contrário do que sustenta a lógica proposicional exposta neste manual.

 

UMA DESVALORIZAÇÃO INJUSTA DA SOFÍSTICA

 

Sobre a sofística na antiga Grécia, os autores do manual adoptam a posição clássica das filosofias católica e cristãs: Sócrates era «o pesquisador da verdade, o honrado filósofo», e os sofistas eram «filósofos desonestos, mentirosos, mestres na retórica manipuladora», ainda que fossem professores de gramática, dialética, aritmética, geometria, astronomia, música. Lê-se no manual:

 

«No entanto, os sofistas não olhavam a meios para atingirem os seus fins, ou seja, serem bem-sucedidos e eficientes nas disputas públicas, não se preocupando com a verdade. O que lhes interessava não era chegar à verdade, mas sim ganhar a todo o custo a discussão, por mais incoerentes que fossem as suas teses. Desta forma, a arte de argumentar tornava-se uma arte que recorria apenas a manipulações, falácias, apelo às emoções e sentimentos, entre outras ferramentas, para derrotar os adversários.»

 

(Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, pág. 105; o destaque a negrito é posto por nós).

 

«Sócrates opôs-se aos sofistas e à retórica manipulativa, e foi fundamentalmente um filósofo que procurou estimular o pensamento crítico na ágora(...) Portanto, a retórica em Sócrates é fundamentalmente distinta da dos sofistas. Vejamos as três características principais da retórica de Sócrates: a ironia, a maiêutica e o diálogo.» (ibid, pág. 107).

 

Quem pode garantir que a retórica de Sócrates era superior à dos sofistas? Sócrates procurava, por exemplo, demonstrar a imortalidade da alma humana recorrendo à analogia entre o ser humano e a árvore e a semente: a semente perpetuará a vida finita da árvore, etc.. Este raciocínio maieutico  está isento de manipulação? A sofística é percursora do idealismo ontológico, do fenomenismo de David Hume, da própria filosofia analítica do século XX. Górgias de Leontinos, um dos mais famosos sofistas, preocupava-se com a verdade quando expôs o seguinte:

 

 

«2. No livro intitulado «Do não ser ou da natureza», Górgias definiu três princípios, a saber: primeiro, que nada existe, segundo, se algo existe é incognoscível e, terceiro, se fosse cognoscível não poderia ser nem comunicado, nem divulgado». (Pinharanda Gomes, Filosofia Grega Pré-Socrática, Guimarães & C.ª Editores, pág. 273).

 

Isto é mentir? De modo nenhum. É buscar a verdade, de uma certa perspectiva. Uma coisa é a sofística como movimento filosófico respeitável, portador do subjectivismo, do cepticismo, do relativismo, do pragmatismo, outra coisa é a prática de sofistas, advogados, professores e políticos que lucraram e ganharam a vida apelando a conceitos filosóficos antiplatónicos ou não platónicos.

 

 

Como pode considerar-se Sócrates como o detentor e pesquisador da verdade, quando ele, tal como o seu discípulo Platão, escondia ou ignorava o determinismo planetário, isto é, que a vida humana e a vida em geral na Terra está e sempre esteve completamente submetida aos movimentos dos planetas e do Sol na esfera celeste?

 

Os filósofos (Descartes, Hume, Kant, Hegel, Heideger, Ludwig Wittgenstein, Bertrand Russel, Edmund Gettier, Richard Swinburne, Simon Blackburn, Jerry Fodor, Thomas Nagel, Collin McGinn, Anthony Kenny, etc.) e os professores de filosofia actuais, ao ignorarem e negarem a predestinação da vida humana pelas posições astronómicas dos corpos celestes, não fizeram ou não fazem mais do que sofismar a verdade, mentir, tal como Sócrates o fez.

 

E, se têm dúvidas, expliquem por que razão teria de ser «coincidência» e não lei astrofísica o facto de Júpiter, cujo ciclo é de 12 anos no Zodíaco, ter estado praticamente na mesma posição astronómica em duas vitórias do PS em eleições legislativas nacionais em Portugal: 25 de Abril de 1983, Júpiter em 9º do signo de Sagitário, vitória do PS de Mário Soares sobre o PSD de Mota Pinto; 1 de Outubro de 1995, Júpiter em 10º do signo de Sagitário, vitória do PS de António Guterres.

 

As cátedras universitárias de filosofia e a grande mídia continuam a esconder a verdade, a censurar os que foram mais longe que elas na aventura do conhecimento, na alethéia (desocultação da verdade). 

 

AUSÊNCIA DE REFERÊNCIA AO EU INEXISTENTE, UMA TESE CAPITAL DE HUME

Nas 17 páginas em que expõe a teoria de David Hume, da 162 à 179, o manual «Como pensar tudo isto?» omite um ponto capital, que não é empirista mas racionalista, da doutrina de Hume: a tese contraintuitiva de que o eu não existe.

 

Escreveu Hume (o negrito não é dele):

 

« Há certos filósofos que imaginam que temos permanentemente a consciência íntima do que chamamos o nosso eu; que sentimos a sua existência e a sua permanência; e que estamos seguros, mais do que através da evidência de uma demonstração, da sua identidade e simplicidade perfeita. »(....)

 

«Mas o eu, ou pessoa, não é uma impressão; é aquilo a que supostamente se referem as nossas diversas impressões e ideias. Se uma impressão gera a ideia do eu, essa impressão deve permanecer invariavelmente idêntica ao longo de toda a nossa existência, uma vez que se considera que o eu existe desse modo. Ora, não há nenhuma impressão constante e invariável. A dor e o prazer, as paixões e as sensações sucedem-se umas às outras, nunca existindo todas em simultâneo. A ideia do eu não pode, portanto, ter derivado de nenhuma dessas impressões ou de qualquer outra; consequentemente, uma tal ideia não existe.» (...)

 

«Pela minha parte, quanto penetro mais intimamente no que designo por eu, defronto-me sempre com uma ou outra percepção particular, de calor ou de frio, de luz ou de sombra, de amor ou de ódio, de dor ou de prazer. Nunca posso apreender-me a mim em momento algum, sem uma percepção, e apenas posso observar a percepção. Quando as minhas percepções deixam de operar por algum tempo, como durante um sono tranquilo, durante esse tempo deixo de ter consciência de mim, podendo realmente dizer-se que não existo».

(David Hume, A treatise of Human Nature, Oxford, Claredon Press, 1978, Livro I, 4ª Parte, Secção VI).

 

Hume não é um mero empirista porque usa a razão para negar o eu, centro do conhecimento humano. Há uma consciência empírica ou intuitiva do «eu» presente em Descartes e na apercepção pura transcendental em Kant mas que Hume, racionalmente, suprime.

 

PERSUASÃO OPÕE-SE A MANIPULAÇÃO?

 

Seguindo a distinção equívoca, estabelecida pelo programa de filosofia, entre persuasão e manipulação, que não são conceitos contrários mas colaterais, o manual expõe o seguinte:

 

« De acordo com o que foi dito podemos concluir que:

manipulação consiste em levar alguém a aceitar uma tese sem avaliar criticamente (isto é, sem examinar de ,modo rigoroso e imparcial) as razões que existem a seu favor e contra ela.

persuasão consiste em oferecer boas razões para que alguém seja conduzido a aceitar uma determinada tese.»

 

(Domingos Faria, Luís Veríssimo e Rolando Almeida «Como pensar tudo isto? Filosofia 11º ano» da Editora Sebenta, pág. 104; o destaque a negrito é posto por nós).

 

Ora existe manipulação sem persuasão quando se trata de um auditório que escuta um discurso? Não. Hitler e o partido nazi persuadiram, isto é, manipularam uma parte do eleitorado alemão a darem-lhes uma maioria relativa de deputados no parlamento em Março de 1933.

 

duas formas de persuasão: manipulatória e aleteiológica, isto é, desocultadora da verdade. O programa de filosofia equivoca-se ao opor manipulação a persuasão.

 

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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2018
Áreas 9º-10º de Touro, 26º-28º de Sagitário e 12º-13º de Peixes: acidentes aéreos em Ponte de Sor

 

As áreas 9º-10º do signo de Touro, 26º-27º do signo de Sagitário e  12º-13º do signo de Peixes conexionam-se com acidentes aéreos em Ponte de Sor, Portalegre.  Isto parece indiciar três leis astronómico-históricas.

 

Em 30 de Abril de 2006, com Sol em 9º 31´/ 10º 29´ de Touro, Plutão em 26º 30´/ 26º 29´ de Sagitário, Úrano em 13º 44´/ 13º 46´ de Peixes, cai um ultra leve no aeródromo de Ponte de Sor, ficando gravemente ferido o casal espanhol de Badajoz, de 45-47 anos, que o tripulava;em 23 de Março de 2017, com Marte em 9º 19´/ 10º 1´ de Touro, Saturno em 27º 38´/ 27º 39´ de Sagitário, Neptuno em 12º 30´/ 12º 32´ de Peixes, um Cessna 152 sofre um acidente no aeródromo de Ponte de Sor, resultando ferido o piloto.

 

Algumas das próximas datas em que o Sol ou um planeta ou Nodo da Lua passam na área 9º-10º do signo de Touro (graus 39º-40º da eclíptica em longitude) são: em 11 e 12 de Maio de 2019 (Mercúrio); de 27 de Fevereiro a 2 de Março de 2019 (Marte); de 22 a 24 de Maio de 2019 (Vénus).

 

 

Algumas das próximas datas em que o Sol, o Nodo da Lua ou um planeta passam na área 26º-27º do signo de Sagitário  (graus 266 e 267 de longitude eclíptica) são: em 18 e 19 de Dezembro de 2018 (Sol); em 2 e 3 de Janeiro de 2019 (Mercúrio).

 

Que sabem disto os astrólogos tradicionais e os astrónomos oficiais? E os catedráticos de filosofia, história, matemática, sociologia, os jornalistas da TV e da imprensa escrita, os editores? Nada sabem. E todos denigrem a astrologia, deturpando-a, retirando-a do terreno dos factos históricos.

 

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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018
«Dicionário de Filosofia e Ontologia», um instrumento indispensável a professores e alunos

Dicionário Fil.jpg

520 PÁGINAS DE TEXTO, UMA OBRA ESSENCIAL PARA QUEM DESEJA CONHECER E DOMINAR O MÉTODO DIALÉTICO E AS SUAS ONZE LEIS E DESCOBRIR OS PONTOS FRACOS DAS FILOSOFIAS ANALÍTICA, FENOMENOLÓGICA E OUTRAS. 

NOVAS DEFINIÇÕES, NOVAS CORRELAÇÕES QUE NÃO SE ENCONTRAM EM NENHUM OUTRO DICIONÁRIO DE FILOSOFIA.

 

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Preço com portes de envio por correio para Portugal: 20 euros. Se desejar, o autor autografa o livro.

Preço com envio por correio para o Brasil: 33 euros.

Preço com portes de envio por correio para Espanha: 28 euros.

 

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Começaram os pedidos de envio por correio. Encomende já: a primeira edição é única, de 500 exemplares.

 

 

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publicado por Francisco Limpo Queiroz às 14:34
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Domingo, 14 de Outubro de 2018
Os filósofos, os astrónomos e os historiadores - esses encobridores da verdade.

 

Ao contrário do que se diz dos filósofos e professores classificando-os como agentes de desocultação da verdade ou revelação das essências, os filósofos são encobridores da verdade, falsificam a realidade. E os historiadores, os astrónomos idem - só contam metade ou menos de metade da verdade.

 

E qual é a verdade mais alta? A do determinismo planetário na vida social, política, cultural, artística: os 360º do Zodíaco activados em diferentes momentos, dias e meses pela passagem de um planeta ou do Sol neste ou naquele grau geram todos os acontecimentos pessoais ou colectivos que ocorrem no planeta Terra. Como se prova isto? Analisando e comparando entre si factos históricos à luz das coordenadas planetárias, da longitude eclíptica, sabendo que há 12 divisões convencionais do céu iguais entre si, de 30 graus de arco cada, chamadas signos do Zodíaco: Carneiro, de 0º a 30º de arco em longitude eclíptica, Touro, de 30º a 60º de arco, Gémeos de 60º a 90º de arco, Caranguejo de 90º a 120º de arco, Leão de 120º a 150º de arco, Virgem de 150º a 180º de arco, etc.

 

Como se compreende que os filósofos como Descartes, Voltaire, Hume, Kant, Hegel, Heidegger, Bertrand Russel, Wittgenstein, e quase todos os outros, inteligências analíticas poderosas, não subscrevam a tese de que todos os seres humanos e não humanos sao controlados pelos movimentos planetários a ponto de tudo estar predestinado e os homens não disporem de livre arbítrio? É que os filósofos em geral têm um défice de inteligência/intuição holística: não conseguem conceber que haja uma radiação planetária que emanada deste ou daquele grau do Zodíaco (ponto da esfera celeste) molde a forma ou o comportamento dos entes na Terra. Não aceitam o princípio de que o microcosmo (o ser humano, o avião, o território de uma região, o partido político, etc.) é o espelho do macrocosmo (a gigantesca circunferência celeste, o Zodíaco, dividido em 12 partes iguais, os signos). Estes não são períodos de tempo, como pensa o vulgo, mas partes do céu que estão presentes todos os dias e todas as horas do ano. As constelações com nomes idênticos aos dos signos não são levadas em linha de conta porque são irregulares na sua extensão e não é apropriado usá-las como medida das posições dos planetas - isto invalida os ataques ridículos do astrónomo Máximo Ferreira à astrologia, ataques desonestos a propósito dos nomes (por exemplo, a constelação de Gémeos estende-se de 2º a 24º do signo de Caranguejo).

 

Eis alguns factos que provam a existência de regularidades / leis astronómico/astrológicas, factos que os filósofos os historiadores, os astrónomos, os astrofísicos ignoram deliberadamente por falta de inteligência holística ou por desonestidade.

 

 0º DO SIGNO DE CARNEIRO:

ACIDENTE DE AUTOCARRO NAS ASTÚRIAS

 

Em 16 de Abril de 2006, com Mercúrio de 29º 20´de Peixes a 0º 38´ de Carneiro, às 18.00 horas, um autocarro escolar que regressava de um acampamento na paróquia de San Miguel de León, sofre um acidente na A66, à altura de Villalana (Asturias), entre Pola de Lena e Mieres, resultando 4 mortos (2 monitores e 2 crianças) e 10 feridos graves; em 15 de Junho de 2006, com Nodo Norte da Lua em 0º 19´/ 0º 13´ de Carneiro, um autocarro escolar choca com uma furgoneta e cai por uma ribanceira à altura de El Villar, Morcín (Asturias), morrendo David, um menino de 13 anos e resultando feridas outras 10 pessoas.

 

 

ÁREA 0º-1º DE CARNEIRO:

ISRAEL

 

Em 9 de Março de 2002, com Vénus em 1º 9´/ 2º 23´ de Carneiro, o suicida palestiniano Fouad Hurani, de 20 anos, explode na cafeteria «Moment» em Jerusalem perto da casa de Ariel Sharon, gerando 11 mortos e 50 feridos; em 21 de Março de 2002, com Sol em 0º 11´/ 1º 11´ de Carneiro, um atentado executado por um palestiniano suicida em Jerusalém faz 3 mortos; em 29 de Março de 2002, com Mercúrio de 28º 51´ de Peixes a 0º 44´ de Carneiro, a palestiniana suicida Ayat Akhras, de 18 anos de idade, explode a bomba que traz colada ao corpo matando-se bem como a um guarda israelita e a uma jovem , de 17 anos e ferindo outras 20 pessoas no exterior de um supermercado em Jerusalém.

 

ÁREA 11º-14º DE CARANGUEJO:

BARCELOS

 

Em 16 de Maio de 1982, com Nodo Norte da Lua em 14º 32´/ 14º 31´ de Caranguejo, em Barcelos, Portugal vence o campeonato mundial de hóquei em patins; em 15 de Julho de 2000, com Mercúrio em 11º 16´/ 10º 56´ de Caranguejo, os irmãos Paulo Joaquim da Silva Ferreira, de 23 anos, e Manuel Joaquim Figueiredo da Silva, de 26 anos, morrem afogados ao tentar atravessar a pé o rio Cávado, em Barcelos, pelas 16h00; em 23 de Julho de 2000, com Mercúrio em 11º 46´/ 12º 20´ de Caranguejo, um incêndio deflagra pelas 08:55, por um cigarro mal apagado, numa enfermaria de isolamento do Hospital de Santa Maria Maior em Barcelos, alastrando pelo quarto piso causando a morte do único ocupante, de 42 anos. 

 

ÁREA 6º-8º DO SIGNO DE LEÃO:

PORTO

 

De 19 de Janeiro a 13 de Fevereiro de 1919, com Neptuno em 8º 35´/ 7º 30´ de Leão, é implantada e, por fim derrubada pela GNR, a monarquia do Norte na cidade do Porto, uma tentativa de eliminar a república conduzida por Paiva Couceiro; em 14 de Maio de 1958, com Úrano em 7º 54´/ 7º 55´ de Leão, o general Humberto Delgado é aclamado por cerca de 200 000 pessoas na baixa do Porto, ansiosas por se libertarem da ditadura de Salazar; em 4 de Agosto de 1995, com Vénus em 6º 29´ / 7º 43´ de Leão, milhares de pessoas manifestam-se frente ao Coliseu da cidade do Porto contra a venda deste edifício à Igreja Universal do Reino de Deus; em 20 de Maio de 2018, com Nodo Norte da Lua em 8º 23´ de Leão, o FC Porto sagra-se campeão da 1ª Liga de Futebol, havendo grande festa nas ruas da cidade,

 

 

 

 

 

2º-4º DE VIRGEM:

SISMO EM PORTUGAL

 

Em 23 de Abril de 1909, com Júpiter em 4º 39´/ 37´ de Virgem, cerca das 17 horas e 40 minutos, um abalo de terra abala toda a região do vale inferior do rio Tejo, afectando Lisboa, Évora, Coimbra, Tavira e destruindo por completo a vila de Benavente e parcialmente Salvaterra de Magos, Samora Correia e Santo Estevão, com um saldo de 46 mortos e 75 feridos nesta zona ribatejana; em 8 de Abril de 1989, com Nodo Sul da Lua em 4º 2´/ 3º 56´ de Virgem, ocorre um sismo com epicentro localizado na Serra dos Candeeiros (90km a Norte de Lisboa).; em 9 de Julho de 1998, com Nodo Norte da Lua em 2º 16´/ 10´do signo de Virgem, um sismo na ilha do Faial e Pico causa 8 mortos, todos no Faial, desaloja 1700 pessoas; em 21 de Julho de 1999, com Vénus em 3º 38´/ 3º 56´ de Virgem, pelas 22,13 horas de Lisboa, eclode um sismo forte no concelho de Ponta Delgada.

 

 

 

ÁREA 11º-12º DO SIGNO DE AQUÁRIO:

MORTE DE DITADORES COMUNISTAS

 

Em 5 de Março de 1953, com Nodo Norte da Lua em 11º 55´/11º 50´ do signo de Aquário, morre Iosif Stalin, ditador comunista, líder supremo da URSS; em 11 de Abril de 1985, com Júpiter em 12º 32´/ 12º 41´do signo de Aquário, morre Enver Hodja, o ditador da Albânia comunista; em 25 de Novembro de 2016, com Marte em 11º 40´/ 12º 24´ do signo de Aquário, morre, aos 90 anos de idade, o ex ditador comunista de Cuba, Fidel Castro.

 

Por que razão estes dados não são divulgados nos media? Por que razão os meus livros de astrologia histórica, oito publicados desde 1985, que sintetizam centenas de leis astronómico- políticas e tecnológicas (acidentes de avião, de comboio, de barco, etc.) não são divulgados e debatidos na televisão e em artigos nos jornais? Porque os iluminati e os seus agentes - directores de informação das televisões, jornalistas, políticos institucionais, professores catedráticos e agregados, astrónomos e astrofísicos - não querem que esse conhecimento seja divulgado às grandes massas. A Lekton, um portal de divulgação de eventos e livros de filosofia, em Portugal, sediado na universidade de Évora, recusa divulgar a existência do meu «Dicionário de Filosofia e Ontologia, Dialética e Equívocos dos Filósofos».

 

A censura que exercem sobre nós é sinal da sua fraqueza intelectual, da sua mediocridade, do medo de perderem as suas posições hegemónicas na sociedade, na universidade, nos fóruns televisivos, nos jornais e revistas. Não há democracia verdadeira na esfera universitária e científica em Portugal e no mundo: há uma imposição de grupos de interesses que estão no poder e tudo fazem para esconder a verdade.

 

 

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2018
Neptuno em 13º de Peixes: Haddad provavelmente eleito presidente do Brasil em 28 de Outubro de 2018

 

Fernando Haddad, candidato do Partido dos Trabalhadores e de outras formações políticas à presidência da república do Brasil, nasceu em São Paulo a 25 de Janeiro de 1963, quando Júpiter estava entre 13º 44´/ 13º 57´ do signo de Peixes.

 

Ora em 28 de Outubro de 2018, dia da segunda volta das presidenciais , Neptuno estará em 13º 55´/13º 54´ do signo de Peixes, isto é, praticamente sobre a posição de Júpiter no dia do nascimento de Haddad.

 

A regra da previsão astrológica é: Júpiter  sobre o Neptuno de nascimento expande poderosamente este. Aqui passa-se o inverso: é Neptuno sobre Júpiter de nascimento. Será de efeito inverso? O meu prognóstico falível é: Haddad derrotará Bolsonaro e será eleito presidente da república do Brasil.

 

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Domingo, 30 de Setembro de 2018
Equívocos nos manuais da Didáctica «50 lições de filosofia, 10º e 11º ano » - (Crítica de Manuais Escolares-LVII)

 

 

 

Alguns equívocos subsistem nos manuais do professor «50 lições de filosofia, 11º ano» e «50 lições de filosofia, 10º ano» da Didáctica Editora, de Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho.

 

HÁ CONHECIMENTO SEM CRENÇA , AO CONTRÁRIO DO QUE SUSTENTA O MANUAL DO 11º

 

Sobre a definição da filosofia analítica àcerca do conhecimento como «crença verdadeira justificada» diz o manual:

 

«A crença é condição necessária do conhecimento.»

 

«Acreditar é um estado mental ou psicológico de convicção ou de adesão a algo. A crença ocorre, portanto, na mente de alguém. Mesmo que as crenças sejam acerca de objectos exteriores, nem por isso elas deixam de se encontrar apenas na mente do sujeito que acredita. Se digo que acredito que o Benfica será campeão no próximo ano, estou apenas a exprimir o que vai na minha cabeça, até porque aquilo que o Benfica conseguirá no próximo ano é algo que ainda nem sequer aconteceu.» (Aires Almeida e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 11º ano » Didáctica Editora, pág. 108). .

 

Há conhecimento sem crença, ao contrário do que afirmam Aires Almeida e Desidério Murcho: o conhecimento sensorial, por exemplo. O cão, tal como o homem, conhece o calor do verão ou o frio do inverno sem acreditar - sente apenas. A crença pressupõe um pensamento ou um princípio de pensamento - disto não se apercebem os filósofos analíticos e a grande massa amorfa dos docentes que os seguem. Kant cometeu grossa asneira ao sustentar que o conhecimento só existe no entendimento, em resultado da união deste com a sensibilidade. Intelectualizou o conhecimento, o que é uma visão parcelar.

 

Ora os dois tipos extremos de conhecimento que se tocam no fechar do círculo - a sensação e a intuição inteligível - não pressupõem nenhuma crença, são involuntários, irracionais, ocorrem simplesmente. Excluem a crença: ambos são certeza «totalitária». Não preciso de crença no vermelho do sol poente que neste momento desfruto: sinto-o na minha retina. Não tenho crença na bondade dos vírus das vacinas a «prevenir» doenças: sei, por intuição inteligível, que são nocivos ao corpo humano.

 

A crença implica pensamento, um certo distanciamento entre o sujeito e o objecto - daí o «ver para crer» - ao passo que o conhecimento pleno é a pura adesão do sujeito ao objecto, acto no qual a crença se dissipa.

 

Em Platão, a crença é a pistis, que faz parte da doxa ou opinião. Ao nível da episteme (raciocínio científico) ou da noese (apreensão intuitiva do arquétipo) não há crença, há certeza. A certeza é inimiga da crença. Crer em Deus é não ter a certeza absoluta da Sua existência ou dos Seus predicados. Conhecer é estar com as coisas sem crença, é ter intimidade intelectual ou sensorial com essas coisas, materiais ou espirituais, sem duvidar, sem o biombo da crença.

 

Quando se diz que o conhecimento é crença verdadeira comete-se um erro de paralaxe filosófica.

 

UMA NOÇÃO CONFUSA DE ESSENCIALISMO

 

Sobre essencialismo, lê-se no manual do 11º ano:

 

«Essencialismo contemporâneo

 

«Poderia Kant não ter sido um filósofo? É natural pensar que sim, pois ele poderia ter-se dedicado à pintura, por exemplo, ou a qualquer outra actividade. Mas poderia Kant ter sido mais do que ele mesmo? A resposta, também natural, é que não, pois isso viola as leis da lógica.»

 

«O que dizer, contudo, da hipótese de Kant não ter sido humano? Se defendermos que as únicas verdades necessárias são as verdades que podemos conhecer a priori, estamos obrigados a dizer que não é uma verdade necessária que Kant era humano,ou seja, estamos obrigados a dizer que ele poderia não ter sido humano.Porquê? Porque não podemos saber a priori que ele era realmente humano:só a posteriori podemos saber disso.»

 

«Os filósofos essencialistas contemporâneos consideram que do facto de não podermos saber a priori que Kant não poderia não ter sido humano não se conclui correctamente que ele poderia não tê-lo sido. De modo  que precisamos de outras razões a favor da ideia de que poderia tê-lo sido. Os essencialistas defendem que não há bons argumentos a favor dessa ideia e que é mais natural pensar que ele não poderia não ter sido humano. E esse será outro exemplo de uma verdade necessária a posteriori.»(Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 11º ano » Didáctica Editora, pág. 244). .

 

Eis um texto extraordinariamente confuso: não se define essência, nem essencialismo.  Não se sabe o que os autores entendem por filósofos essencialistas. O exemplo é razoavelmente obscuro. Aires Almeida e Desidério Murcho revelam-se aqui  obscurantistas.  É uma insensatez dizer que Kant poderia ser não humano se, à partida, ligamos o nome de Kant a famílias, a um cidadão prussiano do século XVIII. É uma contradição nos termos: Kant, nome humano, suscitaria a suspeita de que a pessoa que o usa é não humana. É confundir o terminológico, a ordem da linguagem, com o ontológico, a ordem do ser - um velho truque dessa sofística contemporânea que dá pelo nome de filosofia analítica...

 

É similar a dizer: «O quartzo poderá ser um não mineral» ou «a galinha poderá não ser um animal». São «habilidades» retóricas,  argumentação vazia, dissociando artificialmente o significante do significado, do referente Só a Kaballah estabelece a ligação necessária entre o nome e a coisa, ao contrário da linguística de Saussure que postula o «laço arbitrário», casual, entre significante e significado.

 

Os autores do manual exaltam a «descoberta» de Saul Kripke segundo a qual há verdades necessárias a posteriori e alegam que «Hume concluía que as verdades científicas eram contingentes só porque eram conhecidas a posteriori.» ( 50 lições de Filosofia, 11º ano Filosofia, pag 243). Ora isto não é verdade em toda a sua extensão: Hume considerava a matemática como um conjunto de verdades científicas, não contingentes, necessárias, a posteriori. O número ou proporção de quantidade,´que fundamenta a matemática, é uma das sete relações filosóficas - poderíamos dizer: categorias - inscritas na mente do sujeito, segundo Hume. Ora, não há contingência nas operações matemáticas, em geral.

 

Hume escreveu, reafirmando o carácter necessário das verdades da álgebra e da aritmética:

 

«Restam portanto a álgebra e a aritmética como as únicas ciências das quais podemos levar uma cadeia de raciocínios até um certo grau de complicação, conservando contudo uma perfeita exactidão e certeza. Estamos de posse de um critério preciso que nos permite ajuizar da igualdade e proporção dos números; e, conforme estes correspondem ou não ao critério, determinamos-lhes as relações sem qualquer possibilidade de erro» (David Hume, Tratado da Natureza Humana, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, pág. 105; o destaque a negrito é posto por mim).

 

Não foi, pois, Saul Kripke o primeiro a posttular verdades científicas universais e necessárias a posteriori. Hume já o fizera. E muitos outros, como por exemplo, os materialistas dialéticos vinculados ao empirismo. Acontece que Desidério Murcho e Aires Almeida não abordam nos seus manuais as filosofias de esquerda como o marxismo, o anarquismo, o socialismo revolucionário - só vêem o lado pragmático norte-americano e britânico da filosofia institucional, filosofias «apolíticas» de direita ou centro,  e nem tudo vêem- e não conhecem as posições ontognosiológicas de outras correntes. Por isso não admira que errem ao escrever que Saul Kripke foi o primeiro a teorizar as verdades universais a posteriori...

 

OS SUBJECTIVISTAS NEGAM QUE A BELEZA ESTEJA NOS PRÓPRIOS OBJECTOS?

 

Sobre subjectivismo e objectivismo, diz o manual do 11º ano:

 

«Chama-se subjectivistas àqueles que respondem que apenas conta o que cada sujeiro sente: a justificação dos juízos estéticos tem um carácter subjectivo. Quando perguntam a um subjectivista: «Por que razão dizes que aquele objecto é bonito?» ele responde «Digo que aquele objecto é bonito porque eu sinto prazer a olhar para ele».

«Por sua vez, chamam-se objectivistas aos que respondem que tudo o que conta são as características dos próprios objectos: afirmamos que um objecto é bonito ou feio porque tem certas propriedades que o tornam realmente bonito ou que o tornam realmente feio.» (50 lições de Filosofia, 11º ano Filosofia, pag 125). 

 

Os subjectivistas negam que a beleza esteja nos objectos? Não, necessariamente. Apenas afirmam que cada mente possui uma forma única, singular de captar a beleza objectiva dos objectos. Portanto, para os subjectivistas a beleza pode estar simultaneanente no objecto exterior e na mente humana que o apreende. Não é isto o que os autores deste manual afirmam.

 

UMA TAUTOLOGIA NA DEFINIÇÃO DE OBJETIVISMO

 

Este manual do 10º ano define objetivismo do seguinte modo: `

« A tese central da teoria objetivista é que alguns juízos de valor são objetivos. Isto significa que quando uma pessoa ou uma sociedade condena ou aceita um dado juízo de valor pode estar enganada, tal como acontece com os juízos de facto. » (...)

«Por exemplo, nos finais do século XIX, na Europa, discutia-se se as mulheres tinham o direito de votar. Mas hoje acreditamos que o juízo de valor de que as mulheres devem ter o direito de votar é objectivamente verdadeiro»

(Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 10º ano » Manual do Professor, Didáctica Editora,  pág. 57).

 

Objetivismo é alguns juízos de valor serem objetivos? Isto é uma tautologia. O que significa serem objetivos? Desidério, Aires e Célia não sabem explicar. Objectivo significa duas coisas: que está fora das mentes humanas e é visível ou patente a todas ou quase todas (exemplo: as mulheres votam em eleições gerais em quase todos os países no século XXI, o rio Tejo separa Lisboa de Almada e do Barreiro); que está dentro das mentes humanas mas é compreendido de igual modo por todas ou quase todas (exemplo: É objectivo que 7 adicionado de 5 tem como resultado 12).

 

A AUSÊNCIA DO CONCEITO DE INTERSUBJECTIVISMO

 

Para os autores, as correntes de valores têm dois níveis de verdade: subjectivismo e objectivismo. Como não introduzem o conceito de intersubjectivismo deslizam para o pensamento imperfeito. Diz o manual:

 

«A segunda objeção põe em causa a ideia de que se um juízo não for subjectivo, não há discordância. Pelo contrário, há muitos casos en que estamos perante juízos que não são subjectivos e no entanto há discordância. Por exemplo, há quem pense que os seres humanos foram directamente criados por Deus como é descrito na Bíblia e quem pense que os seres humanos surgiram de outras espécies por meio de processos naturais. Contudo, não se trata de juízos subjectivos. Acontece apenas que as pessoas não conseguem chegar a um consenso».

(Aires Almeida, Célia Teixeira e Desidério Murcho, «50 lições de filosofia, 10º ano » Manual do Professor, Didáctica Editora,  pág. 52).

 

Se não são juízos subjectivos, o que são? Juízos intersubjectivos, isto é, comuns a uma grande quantidade de pessoas. Mas o manual carece deste conceito. A intersubjectividade é um degrau intermédio entre a subjectividade, a consciência isolada, e a objectividade, isto é, a realidade em si ou a opinião unânime de toda a humanidade.

 

 

 

 

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