Domingo, 7 de Dezembro de 2014
Breves reflexões de Dezembro de 2014

 

 

 Aqui exponho algumas breves e recorrentes reflexões neste Dezembro de 2014 em que o planeta Júpiter se mantém até 28 de Dezembro no grau 22 do signo de Leão (grau 142º em longitude eclíptica).

 
1- ESTAMOS EM RISCO DE QUE O AMOR NÃO EXISTA porque a maioria dos casamentos são apenas uma forma estável de ter sexo (duas a quatro vezes por semana) habitação e despesas domésticas compartilhadas ( muitos casais já nem fazem sexo entre os cônjugues). Proclamamos pois: o VERDADEIRO AMOR é o AMOR PRÓPRIO e nem sequer o amor a um Deus exterior pois esse Deus é o nosso próprio EGO projectado «para fora» - como se houvesse fora!

 

2- ISTO NÃO INVALIDA QUE A VIRGEM MARIA OU VÉNUS EXISTAM NO INTERIOR DE NÓS. É eficaz invocar os deuses - ou melhor: é, plausivelmente eficaz - para obter favores (emprego, amores, solução de conflitos interpessoais e político-sociais, melhorias climatéricas, etc). Há certamente muitas Virgens do Carmo - uma para cada um dos católicos que a idealizam e invocam. E cada uma está na mente exterior de cada crente e pode manifestar-se.

 

3- AS MULHERES SÃO DEUSAS ENTRE OS 17 E OS 27 ANOS DE IDADE. E nem todas. Só aquelas que são, objectivamente, belas, fisicamente falando. Objectivamente quer dizer: por largo consenso entre homens e mulheres. É evidente que há uma beleza interior que pouco se reflecte na beleza física exterior. Mas as deusas são, fisicamente, belas. Uma mulher de 40, 50 ou 60 anos não pode pretender ser uma deusa pois descobre em si as rugas e a flacidez do envelhecimento corporal. A alma espiritual, essa, não envelhece: tem sempre 16, 18 ou 20 anos de idade.

 

4- O AMOR ENTRE DUAS PESSOAS é a intersecção acidental de DOIS AMORES-PRÓPRIOS. Nada mais que isso. O  amor existe onticamente, em linguagem heideggeriana - nos fenómenos de superfície - mas ontologicamente, na parte oculta e profunda, só existe o amor-proprio.

 

5- UMA VEZ QUE O AMOR É UMA GRANDE MENTIRA convido todos os casais a manterem-se unidos sob o lema do «Amo-te muito» porque «uma mentira mil vezes repetida transforma-se em verdade».

 

6- PARA SERMOS FELIZES TEMOS QUE ACEITAR UM CERTO GRAU DE INFELICIDADE. Somos confrontados a cada passo com imperfeições, psíquicas ou físicas ou sociais, das pessoas que amamos, das pessoas com quem convivemos no dia a dia, dos lugares, dos bairros ou casas onde moramos. E isso constitui um segmento de infelicidade com que temos de nos contentar, que «temos» de aceitar. Mas não devia ser assim. O mundo está mal feito - responsabilidade do deus da matéria ou demiurgo.

 

7- PORQUE SOMOS HOMENS HETEROSSEXUAIS VESTIMO-NOS DE MULHER. Porque somos maduros, para não dizer velhos, gostamos de mulheres muito mais novas. Lei da contradição. Polaridade que forma a vida.

 

8- O PROBLEMA ONTOLÓGICO DO AMOR- Como se chega a amar alguém? De modo grego, só pela simples visualização do arquétipo (a beleza do rosto e do corpo dela coincide com os arquétipos de Mulher e de Belo) ? De modo indiano, pelo contacto físico, táctil, do beijo, do toque nos seios, nos genitais, isto é, da prática do acto sexual (mesmo que ela seja feia é óptima na cama, leva-me ao paroxismo)? Ou de outro modo?

 

9- OS DEUSES ROUBARAM A BELEZA DAS MULHERES DA MINHA GERAÇÃO. Ou terá sido só Cronos, o deus do tempo, pai de Zeus-Júpiter e este e outros deuses estão isentos de culpa? Por isso procuro mulheres de gerações mais jovens a quem os deuses, ou o deus Cronos, ainda não roubaram a beleza.

 

10- MULHERES SUPERFICIAIS - Uma mulher, por mais bela que seja, é para mim uma criatura superficial se não for capaz de orar comigo à Deusa Vénus, em ritual mágico, ou à Virgem Maria, em ritual cristão. E tem que ser autêntica na oração: uma oração sem fé é como um orgasmo fingido. Se essa mulher não crê na divindade, será incapaz de sustentar a fidelidade e manter as chaves do conhecimento hermético.

 

11- SE UM HOMEM DISSESSE «AMO-TE» A CERTAS MULHERES QUE AMA, SENSUALMENTE OU NÃO, IRIA PRESO OU SERIA AGREDIDO OU DESPEDIDO DO EMPREGO. Por isso, é preciso calar, fingir que não se ama.

 

12- UM CASAMENTO É UMA TRÉGUA NA GUERRA DAS ATRAÇÕES SEXUAIS. Para ter paz e um domínio seguro, casamo-nos. Ás vezes, pode ser preciso cortar todos os «amigos/as» do facebook para tranquilizar o conjugue e concentrar a relação em si mesma, no ovo do lar. E que são os amigos/as? Quantos nos amam? Quem tem 1500 amigos no FB, só tem 3 ou 4 amigos reais...

 

13- OS OUTROS SÃO APENAS O BÁLSAMO, OS PENSOS HIGIÉNICOS NA FERIDA ABERTA QUE É A SOLIDÃO ONTOLÓGICA DE CADA UM. Precisamos dos outros porque eles nos salvam de nós mesmos. Mas não devia ser assim. Devíamos ser autossuficientes, possuir os dois sexos, não depender de outrem. Pois deus é «bissexual», possui os dois princípios, o masculino e o feminino.

 

14- O VERDADEIRO AMOR É AQUELE QUE PRESCINDE DO ACTO SEXUAL - Ela tem uma qualquer doença no útero e não pode ter relações sexuais genitais e ele diz. «Amo-te na mesma, não te preocupes». Isto sim, é o puro amor. A contemplação da beleza dela como arquétipo. Só a visão sem o contacto íntimo.

 

15- O ENVELHECIMENTO. O envelhecimento é uma prova da maldade dos deuses ou do deus único, ou do deus da matéria, o demiurgo, que nos moldou numa fraca matéria-prima. Ao ler este meu comentário, a  aluna Jéssica acrescenta: «Num ponto de vista mais científico-filosófico é mesmo a terra e todas as suas forças que estão fartas do mal que lhes fazemos e resolvem expulsar nos daqui envelhecendo-nos do dia para a noite ahah». É uma tese plausível.

 

16- AS UNIVERSIDADES E A HISTÓRIA DA FILOSOFIA FORAM E SÃO GOVERNADAS POR FILÓSOFOS E CATEDRÁTICOS ESTÚPIDOS. Karl Popper, Saul Kripke,  Bertrand Russel, Peter Singer, Simon Blackburn e Martin Heidegger eram ou são tão estúpidos que nem sequer se deram conta de que as duas guerras mundiais do século XX  se fizeram acompanhar da presença de planetas lentos, trans-saturnianos, na área 1º-9º do signo de Leão (graus 121º a 129º da eclíptica): de 1 de Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918, Neptuno moveu-se desde 28º-27º do signo de Caranguejo a 9º do signo de Leão, e decorreu a 1ª Guerra Mundial; de 1 de Setembro de 1939 a 2 de Setembro de 1945, Plutão moveu-se de 2º-1º a 10º do signo de Leão, e decorreu a 2ª Guerra Mundial. O fenomeno astronómico - um planeta lento ocupar a área 0º-9º de Leão por um período de 4 ou 5 anos - é muito raro. As guerras mundiais são raras. Sincronizaram-se guerra mundial e primeiro decanato do signo de Leão, o que indicia uma lei.

 

E o que disseram ou dizem sobre isto as «luminárias» da filosofia portuguesa, os José Marinho, Cunha Leão, Agostinho da Silva, José Gil, Eduardo Lourenço, Miguel Reale, Luís de Araújo, António Barreto, José Pacheco Pereira, Vasco Pulido Valente, Boaventura Sousa Santos, António Teixeira Fernandes, José Reis, Irene Borges-Duarte, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Maria Leonor Xavier, Maria do Carmo Themudo, João Branquinho, Ricardo Santos, Olivier Feron, Pedro Alves, Manuela Bastos, Alexandre Franco de Sá? Nada. Não disseram, não dizem, nada sabiam e não sabem nada disto. Não conceberam e não concebem sequer que os planetas, anteriores à existência da humanidade, determinem nos seus movimentos no Zodíaco, até aos mas ínfimos pormenores, a evolução da humanidade, os períodos de guerra e paz, a sucessão dos regimes político-sociais, o comportamento de cada indivíduo, o seu tempo de vida. Como puderam ou podem, com tão elevado grau de ininteligência anti-astrologia, ocupar cátedras universitárias?

 

Muito simples: a universidade não é a cúpula do saber autêntico, os mestrados e doutoramentos não significam verdadeira inteligência mas apenas fragmentos de inteligência, na universidade só triunfam os que se moldam ao deficiente pensamento colectivo de que «os astros não determinam a existência humana, não pode haver astrologia científica, o homem é livre de traçar o seu destino, o futuro está em aberto». Os grandes filósofos iluministas e racionalistas dos séculos XVII e XVIII - Descartes, Spinoza, Montesquieu, Voltaire, Rousseau, etc. - que pretendiam "libertar a humanidade" da "tirania da superstição e da astrologia" eram, afinal, obscurantistas, obscureceram ou esconderam a influência decisiva e permanente dos planetas sobre a vida humana.

 

E a universidade contemporânea, racionalista (fragmentária), ignorante da filosofia hermética e da dialética holística, nasceu desses cérebros retorcidos e retóricos, pretensamente superiores. A universidade é uma instituição de massas, está contra a grande maioria dos pensadores autênticos que são poucos, superiormente excêntricos e alvo de censura.

 

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Domingo, 18 de Maio de 2014
Incêndios na cidade de Beja e posições planetárias no Zodíaco

 

 

Os incêndios na cidade de Beja e arredores, sul de Portugal, são, como todos os outros fenómenos no planeta Terra, determinados pela mecânica celeste, isto é, pelo trânsito de planetas, Sol ou Nodos da Lua  em determinados graus da circunferência celeste denominada Zodíaco. Os signos do Zodíaco são reais, tão reais quanto os marcos e bermas que indicam os quilómetros em cada auto-estrada: cada signo é um arco de 30º, sendo o grau 0 do signo de Carneiro o ponto em que o Sol está a 20 ou 21 de Março de cada ano, no equinócio da primavera. Vejamos algumas leis planetário-zodiacais que presidem à eclosão de incêndios em Beja e arredores.

 

ÁREA 6º-7º DE CARNEIRO:

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE BEJA

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 6º-7º do signo de Carneiro  é condição necessária mas não suficiente para exaltar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Beja.

 

Em 11 de Dezembro de 1968, com Nodo Norte da Lua em 6º 21´/ 6º 19´ de Carneiro, a medalha de oiro e estrelas é atribuída pelo presidente da república à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Beja; em 8 de Janeiro de 1972, com Marte em 7º 58´/ 8º 34´ de Carneiro , nasce Pedro Barahona, segundo comandante de Bombeiros Voluntários de Beja em 2014; em 29 de Março de 1989, com V´nus em 6º 30´/ 7º 44´ de Carneiro, o presidente da república confere a Ordem do Infante D. Henrique à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Beja.

 

ÁREA 24º-27º  DO SIGNO DE TOURO:

OS INCÊNDIOS NA RUA ANCHA E NA PRAÇA DIOGO FERNANDES

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 24º-27º do signo de Touro  é condição necessária mas não suficiente para gerar um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 17 de Abril de 1985, com Marte em 23º 26´/ 24º 8´ de Touro, pelas 5 horas da madrugada um incêndio destrói uma casa no início da Rua Ancha, em Beja, e o bombeiro João Martins Borralho destaca-se ao salvar um homem idoso;em 8 de Junho de 1995, com Vénus em 26º 45´/ 27º57´ de Touro, de madrugada, um incêndio destrói o edifício sede da União dos Sindicatos do Distrito de Beja afectos à CGTP, na praça Diogo Fernandes, em Beja.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 24º-27º de Touro, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 14 a 18 de Maio de 2016 (Sol); de 19 a 22 de Maio de 2016 (Vénus); de 8 a 11 de Junho de 2016 (Mercúrio),

 

ÁREA 11º-13º DO SIGNO DE GÉMEOS:

INCÊNDIOS EM NEVES E SALVADOR EM 2012

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 11º-13º do signo de Gémeos  é condição necessária mas não suficiente para gerar um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 8 de Junho de 1995, com Mercúrio em 12º 36´/ 12º 6´ de Gémeos,  de madrugada, um incêndio destrói o edifício sede da União dos Sindicatos do Distrito de Beja afectos à CGTP, na praça Diogo Fernandes, em Beja; em 17 de Fevereiro de 2012, com Nodo Sul da Lua em 11º 11´/ 11º 8´ de Gémeos, um incêndio numa habitação na povoação de Vila Azedo, na freguesia das Neves, em Beja, de madrugada, obriga os residentes, um casal na casa dos 40 anos, a ser realojados em casa de familiares; em 22 de Agosto de 2012, com Júpiter em 13º 26´/ 13º 33´ de Gémeos, deflagra um incêndio num apartamento da freguesia do Salvador, em Beja, ferindo gravemente uma mulher e intoxicando levemente por fumo um vizinho; em 19 de Maio de 2013, com Vénus em 11º 31´/ 12º 44´ de Gémeos,  um incêndio irrompe numa viatura guardada num casão e propaga-se a duas habitações contíguas em Serpa, desalojando quatro pessoas.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 11º-13º de Gémeos, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 1 a 4 de Junho de 2016 (Sol); de 2 a 4 de Junho de 2016 (Vénus); em 20 e 21 de Junho de 2016 (Mercúrio).

 

ÁREA 12º-15º  DE LEÃO:

INCÊNDIOS DA CÂMARA EM 1947 E NO HOSPITAL EM 1987

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 12º-15º do signo de Leão  é condição necessária mas não suficiente para gerar um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 23 de Julho de 1947, com  Plutão em 12º 33´/ 12º 35´ de Leão, um grande incêndio, iniciado na cúpula, destrói o edifício da câmara municipal de Beja onde funcionava também o tribunal e o presidente Bélard da Fonseca atira inúmeros documentos à rua, no intuito de os salvar, entre eles o foral de Beja; em 11 de Agosto de 1987, com Vénus em 14º 25´/ 15º 40´ de Leão,   às 13.30 horas, eclode um incêndio ao inflamar-se álcool durante uma experiência de um técnico no laboratório de análises no Hospital distrital de Beja, resultando ferido grave Alberto João Manuel, de 33 anos.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 12º-15º de Leão, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 20 a 22 de Julho de 2016 (Mercúrio); de 21 a 25 de Julho de 2016 (Vénus); de 3 a 8 de Agosto de 2016 (Sol).

 

 

ÁREA 14º-16º DE BALANÇA:

OS INCÊNDIOS DA LOJA AIRES GOMES EM 1926, E RUA DA MOEDA EM 2008

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 14º-16º do signo de Balança (dito de outro modo: graus 194º a 196º de longitude eclíptica) é condição necessária mas não suficiente para produzir um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 19 e 20 de Outubro de 1926, com Vénus em 16º 23´/ 18º 53´ de Balança, um grande incêndio destrói a drogaria de José Cândido Aires Gomes, no centro da cidade de Beja; em 9 de Outubro de 1973, com Sol em 15º 33´/ 16º 32´ de Balança,  um incêndio destrói uma drogaria na Rua Brito Camacho, em Beja, chegando a queimar uma escrivaninha em casa do professor Pereira Guerreiro; em 6 de Outubro de 2008, com Mercúrio em 14º 59´/ 13º 59´ de Balança, após as 0 horas, deflagra um incêndio que destrói o edifício dos serviços da habitação da Câmara Municipal de Beja, na Rua da Moeda, deixando a descoberto as ruínas de dois templos romanos.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 14º-16º de Balança elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja são: de 18 a 27 de Junho de 2014 (Marte); de 12 a 14 de Setembro de 2014 (Mercúrio); de 7 a 10 de Outubro de 2014 (Sol); de 11 a 13 de Outubro de 2014 (Vénus); de 24 a 27 de Outubro de 2014 (Mercúrio); de 11 de Dezembro de 2014 a 8 de Janeiro de 2015 (Nodo Norte da Lua).

 

PONTO 1º 52´/ 2º 2´ DE QUALQUER SIGNO:

INCÊNDIOS NO CENTRO DE BEJA, EM MONTE ASSARIAS E SANTA VITÓRIA

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 1º 52`/2º 2´ de qualquer signo do Zodíaco é condição necessária mas não suficiente para desencadear um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 9 de Outubro de 1973, com Nodo Norte da Lua em 2º 2´ / 1º 52´ de Capricórnio, um incêndio destrói uma drogaria na Rua Brito Camacho, em Beja, chegando a queimar uma escrivaninha em casa do professor Pereira Guerreiro;em 2 de Agosto de 2010, com Marte em
1º 50´/ 2º 27´ de Balança,
de madrugada, um incêndio destrói uma casa no centro histórico de Beja;em 20 de Junho de 2012, com Júpiter em 1º 52´/ 2º 5´ de Gémeos, um fogo irrompe na localidade de Monte Assarias, em Aljustrel, um incêndio em zona de mato afecta a localidade de Vila de Frades, concelho da Vidigueira, desde as 15:57 horas e um outro fogo eclode  pelas 17:20 numa zona do concelho de de Ferreira do Alentejo, distrito de Beja; em 4 de Julho de 2013, com Júpiter em 1º 48´/ 2º 2´ de Caranguejo, um incêndio destrói mato, pasto, eucalipto e searas junto ao monte Lagoa Nova, em Santa Vitória, Beja.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão no ponto 1º 52´/ 2º 2´ de qualquer signo aumentando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja são: em 24 e 25 de Julho de 2014 (Júpiter em 1º-2º de Leão), em 29 de Julho de 2014 (Marte em 1º-2º de Escorpião); em 28 e 29 de Outubro de 2014 (Marte em 1º-2º de Balança).

 

PONTO 16º 39´/ 16º 47´ DE QUALQUER SIGNO:

INCÊNDIOS NA RUA DA MOEDA E EM SANTANA DE CAMBAS

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 16º 39´/ 16º 47´de qualquer signo é condição necessária mas não suficiente para produzir um incêndio na cidade de Beja e em um raio de cerca de 60 quilómetros em redor.

 

Em 24 de Maio de 1999, com Úrano em 16º 47´ de Aquário,  às 20.00 horas, deflagra um grande incêndio no armazém de plásticos da Empresa Abel e Casadinho, em Beja; em 6 de Outubro de 2008, com  Nodo Norte da Lua em 16º 46´/ 16º 44´ de Aquário, após as 0 horas, deflagra um incêndio que destrói o edifício dos serviços da habitação da Câmara Municipal de Beja, na Rua da Moeda, deixando a descoberto as ruínas de dois templos romanos; em 19 de Maio de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 47´ de Escorpião, um incêndio irrompe numa viatura guardada num casão e propaga-se a duas habitações contíguas em Serpa, desalojando quatro pessoas; em 31 de Maio de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 39´ de Escorpião,  um incêndio consome um eucaliptal na zona de Canal Caveira, Grândola; em 2 e 3 de Junho de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 39´ / 16º 42´ de Escorpião,  um incêndio devasta uma extensa área de mato em Santana de Cambas, Mértola.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão em 16º 39´/16º 47´  de qualquer signo, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 6 de Julho a 4 de Agosto de 2014 (Saturno em 16º de Escorpião); de 17 a 19 de Dezembro de 2014 ( Nodo Norte da Lua em 16º de Balança).

 

 

PONTO 24º 6´/ 24º 22´ DE QUALQUER SIGNO:
INCÊNDIOS NA CÂMARA DE BEJA EM 1947, NA CASA PIA DE BEJA EM 1977, NA METALÚRGICA EM 1992

 

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 24º 6´/ 24º 22´ de qualquer signo é condição necessária mas não suficiente para produzir um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 23 de Julho de 1947, com Úrano em 24º 8´/ 24º 11´ de Gémeos, um grande incêndio, iniciado na cúpula, destrói o edifício da câmara municipal de Beja onde funcionava também o tribunal e o presidente Bélard da Fonseca atira inúmeros documentos à rua, no intuito de os salvar, entre eles o foral de Beja; em 2 de Abril de 1977, com Nodo Norte da Lua em 24º 21´/ 24º 20´ de Balança, cerca das 19.30, declara-se um grande incêndio que destrói o edifício da Casa Pia em Beja, originado no facto de dois miúdos pegarem fogo a um colchão; em 17 de Abril de 1985, com Marte em 23º 26´/ 24º 8´ de Touro, pelas 5 horas da madrugada um incêndio destrói uma casa no início da Rua Ancha, em Beja, e o bombeiro João Martins Borralho destaca-se ao salvar um homem idoso; em 5 de Novembro de 1992, com Vénus em 24º 6´ /24º 22´ de Caranguejo, irrompe um incêndio na antiga fábrica metalúrgica da cidade de Beja, agora desactivada; em 8 de Junho de 1995, com Saturno em 24º 5´/ 24º 8´ de Peixes, de madrugada, um incêndio destrói o edifício sede da União dos Sindicatos do Distrito de Beja afectos à CGTP, na praça Diogo Fernandes, em Beja. 

 

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão em 24º 6´/ 24º 22´ de qualquer signo, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja são: 24 de Maio de 2014 (Vénus em 24º de Carneiro); em 19 e 20 de Junho de 2014 (Júpiter em 24º 2´/ 24º 27´ de Caranguejo); de 11 a 14 de Julho de 2014 (Nodo Norte da Lua e Marte em 24º de Balança); em 4 e 5 de Setembro de 2014 (Marte em 24º de Escorpião); de 2 a 4 de Novembro de 2014 (Saturno em 24º de Escorpião).

 

Por que razão a Universidade de Évora, na pessoa dos professores Olivier Feron e José Caselas, me impediu, em Maio de 2013, de ir apresentar aí uma tese de astrologia histórica às Jornadas de Investigação de Filosofia do grupo Krisis de Junho de 2013? Se a investigação é livre, por que razão fui censurado e poscrito? Por que razão, conhecendo eu leis astronómico-sociais científicas que mais ninguém conhece, não sou convidado a leccionar em universidades, a participar em fóruns televisivos, a publicar livros com grandes editoras? Quem está interessado em impedir a divulgação do determinismo planetário na vida social e política, divulgação que ajudaria a prevenir acidentes vários e catástrofes? Até quando a sobranceria e a vaidade de néscios académicos se sobreporá à busca e difusão da verdade histórica?

 

 

NOTA- Pode adquirir as nossas obras de astrologia histórica em www.astrologyandaccidents.com. Este blog, criador de muitas ideias e conexões filosóficas e astrológico-históricas, úteis à comunidade filosófica, custa muito trabalho de elaboração intelectual. Para ajudar a mantê-lo faça um donativo na conta com o NIB 0019 0072 00200007919 49.

 

Afinal esta teoria é tão ou mais importante quanto a teoria da relatividade de Einstein e, paradoxalmente, não tem, dentro da universidade, filósofos ou catedráticos à altura que a saibam julgar com conhecimento de causa e validar, nem goza de apoios institucionais por desafiar o senso comum «científico».

 

 

 

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Quarta-feira, 16 de Outubro de 2013
Um presidente da República Portuguesa eleito em 2016 será de direita

 

Segundo o ciclo do planeta Júpiter, de que já publicamos um estudo, se as eleições legislativas em Portugal tiverem lugar em Junho de 2015 - com Júpiter em Leão - darão a vitória ao centro-esquerda PS mas, se se realizarem em Setembro ou Outubro de 2015 - já com Júpiter no signo de Virgem - deverão dar a vitória às direitas PSD-CDS. Quanto às eleições presidenciais, se tiverem lugar em Janeiro de 2016, com Júpiter em 23º ou 22º do signo de Virgem, darão, em  princípio o triunfo ao candidato das direitas.

 

 

JÚPITER EM LEÃO:

INFLUXO DE ESQUERDA

 

A passagem de Júpiter no signo de Leão (arco do céu de 120º a 150º de longitude) gera, em regra, um influxo de esquerda em Portugal.

 

Em 13 de Janeiro de 1991, com Júpiter em 10º do signo de Leão, Mário Soares é reeleito presidente da República com 70,35% dos votos, o apoio do PS e da ala esquerda do PSD e obtém, assim, a segurança necessária para começar a criticar com nitidez a governação do PSD de Cavaco Silva. Basílio Horta, candidato da direita CDS, fica em 14,16% de votos. Carvalhas, do PCP, obtém 12,92% de votos.

 

Outros factos ligados à passagem de Júpiter em Leão são:

 

De 9 a 11 de Setembro de 1836, com Júpiter em 8º do signo de Leão, eclode a revolução de esquerda liberal em Portugal conhecida como «revolução de Setembro», com a aclamação dos deputados radicais vindos do Porto, em particular os irmãos Manuel e José da Silva Passos, por populares armados que dão "vivas" à Constituição de 1820, e morras ao governo de direita e à Carta Constitucional, no dia 9, o pronunciamento da Guarda Nacional que exige à rainha D.Maria II a restauração da Constituição, no dia 10, e a cedência da rainha que jura a Constituição e investe o novo governo em que pontificam o conde de Lumiares (presidente), Manuel da Silva Passos (Reino), Vieira de Castro (Eclesiásticos e Justiça) e Sá da Bandeira (Estrangeiros), da ala esquerda do liberalismo.

 

 

Em 1 de Fevereiro de 1908, com Júpiter em 8º do signo de Leão, chegados de Vila Viçosa, o rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados a tiro no Terreiro do Paço, em Lisboa, por dois membros da Carbonária, Alfredo Costa e Manuel Buíça, apostados em derrubar a ditadura monárquica de João Franco Castelo Branco que, em consequência deste regicídio, cai nesse dia. Os regicidas são chacinados O príncipe D. Manuel ascende a rei e inaugura uma era de conciliação com o movimento republicano.

 

Ora, Júpiter estará no signo de Leão de 16 de Julho de 2014 a 11 de Agosto de 2015. Se houver eleições legislativas neste período a vitória deverá ser do PS.

 

 

 

JÚPITER EM VIRGEM:

VITÓRIAS ELEITORAIS DO PSD EM 1979 E 1991 

 

A passagem de Júpiter no signo de Virgem (arco do céu de 150º a 180º ) gera, em regra, o triunfo das direitas liberais ou conservadoras em Portugal. Ora, em Setembro de 2015, Júpiter estará no signo de Virgem onde entrará em 11 de Agosto de 2015 mantendo-se nesse arco celeste de 30º até 9 de Setembro de 2016.

 

Em 2 de Dezembro de 1979, com Júpiter em 9º do signo de Virgem, a Aliança Democrática, coligação das direitas e de parte do centro (PSD, CDS, PPM, reformadores de António Barreto) dirigida por Sá Carneiro e Freitas do Amaral e Ribeiro Teles, vence com maioria absoluta as (121 deputados a que somam 7 do PSD insular, num total de 250) as eleições legislativas em Portugal.

 

Em 6 de Outubro de 1991, com Júpiter em 4º-5º do signo de Virgem, o PSD, do primeiro-ministro Cavaco Silva, vence com maioria absoluta - 135 deputados eleitos num total de 230 - as eleições legislativas em Portugal, satisfazendo os apetites da direita liberal e neoliberal.

 

 

Em 11 de Abril de 1933, com Júpiter em 14º de Virgem, é proclamada a Constituição do Estado Novo em Portugal, um regime ditatorial católico-fascista que se apresenta como «democracia orgânica» sob a égide de Salazar.

  

 

 

Se Júpiter em Virgem, o que só sucede durante um ano em cada doze, dá, em regra, a vitória à direita portuguesa no século XX por que razão não há-de continuar a favorecer essa direita no século XXI, em 2016? Os comentadores televisivos e analistas políticos, os historiadores e os filósofos de cátedra ignoram estas leis. Não se interrogam sequer sobre a dialética política de Júpiter no Zodíaco: em 1933, com Júpiter em Virgem, foi implantado o Estado Novo de Salazar; em 1974, com Júpiter na área oposta do céu, isto é, no signo de Peixes, o Estado Novo desapareceu sob as vagas da revolução popular.

 

Marcelo Rebelo de Sousa, José Pacheco Pereira, Clara Ferreira Alves, António Costa Pinto, Luís Delgado e a plêiade dos injustamente denominados «professores doutores» que não sabem traçar um horóscopo e troçam do determinismo político- planetário - José Gil, Boaventura Sousa Santos, Manuel Maria Carrilho, Viriato Soromenho Marques, João Carlos Espada, Ricardo Santos, Alexandre Franco de Sá, José Mattoso, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, António Borges Coelho, João Medina, António Barreto, Manuel Vilaverde Cabral, José António Saraiva, Ricardo Costa, etc- não têm, presumivelmente, neste momento, nenhuma certeza sobre quem vencerá as eleições em Portugal em 2015 e 2016. Nem sequer possuem uma teoria de previsão concreta, fundamentada.

 

Ao contrário, possuímos uma teoria sólida de previsão política, ainda que com lacunas, porque respeitamos a natureza, e os movimentos planetários são leis da natureza biofísica e social. Somos, no entanto, alvo de feroz censura por parte dos media - uma censura tão feroz como a censura fascista. Por exemplo, em Maio de 2012, Olivier Feron, José Caselas e o grupo Krisis da Universidade de Évora impediram-nos de apresentar uma tese de astrologia histórica em jornadas de investigação (!) nessa velha universidade dominada por velhos preconceitos anti racionalistas ( a astrologia histórica é o mais alto racionalismo de base empírica).

 

 A universidade portuguesa e as universidades estrangeiras, em particular as faculdades de filosofia, não valem nada  no campo do pensamento holístico. Elas perseguem com fúria os que elevam a astrologia a ciência da história.  Porque as vaidades dos catedráticos, as suas cabeças insuficientemente inteligentes, os seus interesses de carreira,  não permitem o triunfo da racionalidade holística, da verdade. Somos governados, enquanto povo, por néscios doutorados.

 

 

 

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Quinta-feira, 13 de Junho de 2013
Diálogo com Rui Reininho: o "suicídio de Jorge Lima Barreto" e a universidade asfixiante

Assisti, na noite de 9 para 10 de Junho de 2013, ao concerto dos GNR (Grupo Novo Rock) em Aljustrel,  na  Feira do Campo. Vista da estrada exterior, esta vila mineira alentejana, feita de colinas parece,  iluminada, no escuro, por colares de pérolas de luzes, uma cidade árabe das mil e uma noites.  À 1 hora e 30  minutos da madrugada, estou para sair do recinto e cruzo-me, ocasionalmente, com Rui Reininho. Abordei-o. O diálogo que exponho a seguir reproduz mais ou menos o diálogo real que ocorreu. 

 

Eu disse: «Fez bem em vir ao Alentejo, terra onde a abóbada celeste imensa nos faz reflectir, onde se pensa. Terra metafísica.»

Ele diz: «Passo sempre férias no Alentejo. Não vou para o Algarve. »

Eu: «Vi aquela notícia na televisão que o mostrava a si, numa missa, com o padre Rui Osório, no Porto. Vejo que tem um lado místico-religioso. O homem do norte é teísta, imagina deus em espírito, acima da natureza. Aqui, no Alentejo, os homens são, predominantemente, panteístas. E a astrologia, nascida da observação do céu, articula-se com o panteísmo.»

Ele: «Há sempre qualquer coisa que fica da nossa educação da meninice.»

 

Eu: «Aqui, nesta paz do montado, é possível criar o distanciamento, através do silêncio e das imagens fixas da paisagem, face às imagens fugidias e à manipulação a que a televisão nos submete a cada hora. Face à cultura falsificada dos grandes media, incluindo as universidades. Aqui estudo astrologia histórica, desvendando nos factos histórico-sociais as coordenadas astronómicas correspondentes.»

Ele: «Ah, as universidades de hoje! O meu amigo V. H. extremamente inteligente, foi corrido de todas as universidades onde entrou a leccionar porque há sempre os burocratas a travar os que se afirmam de forma individualista e criadora. Diz-me o V. H: «Rui, os professores universitários conjugaram-se para expulsar a metafísica da universidade. É impossível ensinar livremente. A liberdade retrocedeu imenso. O mundo cultural não é livre, neste nível».

 

Eu: «É precisamente o que eu penso. Na área da filosofia, são sobretudo os partidários da filosofia analítica que impõem um fascismo epistémico anti investigação astrológica, anti medicina natural, etc. A liberdade não existe na universidade.»

Rui Reininho prossegue: «O Jorge Lima Barreto, que antes e depois do 25 de Abril de 1974 tecia cenários culturais e políticos criativos no café Majestic no Porto, - éramos internacionais situacionistas, anarquistas - morreu o ano passado de inanição . Foi um suicídio. Deixou-se ficar na cama e definhou porque se sentiu asfixiado pela universidade que não o deixava ensinar o que ele queria e sabia sobre jazz, música, cultura. Havia sempre uma «doutora» burocrata a inviabilizar os projectos, a controlar

 

Eu: «Afinal, Jorge Lima Barreto praticou um suicídio à maneira dos cátaros (o endura): não ingerir durante semanas nenhum alimento material (a matéria é o princípio do mal) até que a força vital, depois de consumir gorduras, tumores e tecidos dispensáveis, acaba por consumir músculos e orgãos  essenciais à vida. Esta multiplicação de doutoramentos e mestrados, dados e vendidos àqueles que alinham com a filosofia dominante nas universidades, burocratiza o saber, fragmenta-o, e constrói um muro de protecção fascizante e totalitário em torno das «mentes doutoradas». É a ditadura mundial da antifilosofia que segue os planos do clube de Bilderberg, um grupo fascista «progressista», arauto de uma democracia formal mundial onde todos somos vigiados, reprimidos pelo governo sinárquico, o governo mundial único. E o Seguro, do PS, e o Portas, do CDS, lá foram à reunião deste clube há dias, pela mão do Pinto Balsemão.»

 

 

Recordo-me que Jorge Lima Barreto era músico e musicólogo, nascido em Vinhais em 26 de Dezembro de 1949, e membro do grupo anarquista que parava no início da década de 70 no café «Piolho» na Praça dos Leões, no Porto, ainda sob a ditadura fascista de Marcelo Caetano e Américo Tomás. Era homossexual e respeitava as opções heterossexuais dos amigos.  Faleceu a 9 de Julho de 2012. Foi o criador da Associação da Música Conceptual, com C. Zíngaro, e dispunha de uma cultura musical extremamente vasta. Era, no sentido real do termo, um catedrático da música mas foi corrido pelos catedráticos institucionais da universidade e seus acólitos.

 

Despeço-me do Rui Reininho (28 de Fevereiro de 1955, Porto) com um abraço. Reflicto, enquanto regresso a Beja, no escuro da noite: somos mais livres como professores no ensino secundário do que os professores nas universidades, onde há, em regra, estreitas relações de vassalagem entre professores e entre estes e o reitor. As universidades são, em primeiro lugar, corporações de interesses, e só em segundo lugar são lugares de pesquisa da verdade e difusão científica, filosófica, artística e literária. Por isso, na universidade oculta-se ou distorce-se a verdade, sempre que esta põe em causa a cátedra deste ou daquele. Este blog é mais livre, mais profundo e mais criativo que muitas cátedras universitárias. A cultura não carece de títulos de «professor doutor» ou de «mestre» porque graças a trabalho mimético, de reprodução dos consagrados, é possível a qualquer indivíduo de inteligência mediano-elevada, ou mesmo mediana, ascender a uma cátedra, ao título de «professor doutor». A cultura e a ciência que temos na superestrutura de Portugal e do «mundo livre» é em grande parte falsa, fragmentária.

 

A universidade é totalitária. Tem poder sobre os políticos e as grandes editoras de livros e jornais - são professores universitários os que supervisionam os manuais escolares e são professores universitários uma parte dos tradutores das grandes obras literárias, filosóficas e científicas - e exclui os que se lhe opõem e veiculam a ciência holística

 

Somos melhores que a universidade. Fazemos parte da supra-universidade, informal. Investigamos e sabemos astrologia histórico-social, a ciência das ciências, que culmina a busca hegeliana de uma ciência holística - e quase todos os filósofos e professores universitários do mundo, ininteligentes ou néscios ou ambas as coisas, negam, desprezam ou vilipendiam o determinismo astral, o fatalismo geométrico-zodiacal que rege o devir. Aliás, em muitas universidades impera, sectorial ou globalmente, um fascismo de esquerda, o social-fascismo: estou a lembrar-me de que, em Maio de 2012, o grupo Krisis da universidade de Évora me impediu de apresentar uma tese de astrologia histórica nas IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia, quando deveriam esses académicos ser os primeiros interessados em aprender com quem investigou uma área do saber que de todo ignoram.

 

 

José Gil, António Marques, Eduardo Lourenço, Pinharanda Gomes, Ricardo Santos, João Branquinho, João Saágua, Manuel Maria Carrilho, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, António Barreto, Boaventura Sousa Santos, Marcelo Rebelo de Sousa, Miguel Sousa Tavares, Manuel Vilaverde Cabral, José Pacheco Pereira, Olivier Feron, Carlos Fiolhais, João Maguejo e tantos outros académicos ignoram, por exemplo, que Salazar tomou posse com Júpiter no signo de Carneiro (arco de 0º a 30º de longitude) em 27 de Abril de 1928, que Cavaco Silva obteve a primeira maioria absoluta do PSD em 19 de Julho de 1987 com Júpiter no signo de Carneiro,  e foi reeleito em 23 de Janeiro de 2011, com Júpiter no signo de Carneiro e não concebem que estes dados configuram uma lei político-zodiacal.

 

Que «doutas» criaturas são estas que desprezam ou troçam da possibilidade/realidade de a astrologia (histórica) ser ciência e nem sequer percebem que os seus frágeis corpos humanos de 60, 70 ou 90 quilos não podem escapar à atracção e ao determinismo do planeta Júpiter cuja massa é igual à de 317, 8 planetas Terra?

 

NOTA DE RECTIFICAÇÃO DE 3 DE JULHO DE 2014- Recebi um e.mail de um amigo muito próximo de Jorge Lima Barreto que me diz o seguinte:

«O que o Rui Reininho lhe contou , melhor, a conclusão aligeirada e momentânea do Rui não corresponde ao que infelizmente aconteceu ao Jorge.  A causa principal não foi essa.»
Assisti, com o X, com o Y, aos últimos 30 dias de vida do Jorge, no Hospital de S.José.
Sei que o seu post, hoje não pode ser rectificado, mas fica aqui o meu reparo.»

«Não tenho qualquer direito nem dever para lhe solicitar que apague o post. 
Faz parte do seu mundo pessoal, está editado.  Se o retirasse, essa parte da sua mundivivência desapareceria, ocultaria um seu (bom) episódio, nunca eu desejaria isso para "rectificar" esse curioso diálogo com o Rui.
Mas se quiser, eu e os amigos do Jorge agradecemos (presumindo que FQueiroz sabe quem foi e o que fez o Jorge como músico, musicólogo, activista, etc., etc.) que num seu próximo post hoje ou amanhã, releve a Bienal.  Obrigado.
(Veja, sff o programa no site do Centro Cultural de Vinhais).
Pena por FQueiroz não poder ir a Vinhais.
«Confidência : o Jorge sentiu imenso os "atropelos" (no mínimo, "atropelos") ao recusarem a sua inclusão no corpo docente duma universidade em Lisboa (e noutra ocasião na do Porto), mas não foi a causa principal -- de.

E de acordo consigo e com o Rui : as universidades tugas não querem professores criativos e com uma Cultura para além do que está "correcto", delineado, certinho... »

Em 4, 5 e 6 de Julho de 2014 será inaugurada a I Bienal Jorge Lima Barreto, em Vinhais.  Justíssima e inédita homenagem. Com Vítor Rua, António Barros, Joana Vasconcelos, Manuel Barbosa, Jonas Runa, Chris Cutler, Kersten Glandien, Luís San Payo, Ana Borralho, João Galante, Ilsa d'Orzac e outros.

 

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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2013
Previsões de Astrologia Histórico-Social para 2013 (parte 1)

O uso sistemático da pesquisa estatística sobre as coordenadas astronómicas de cada facto histórico-social é o método da Astrologia Histórico-Social, isto é, de história social e política cruzada com a astronomia, balizada por coordenadas astronómicas. Estritamente positiva, sem fantasias metafísicas, esta Astrologia é a única fiável. As previsões que a seguir apresento possuem, em princípio, uma margem de acerto entre 40% a 60 %.  Porque de 40% a 60% e não 100%?  Porque utilizo apenas alguns ciclos planetário-zodiacais e não todos. Neste último caso, a previsão exige cálculos mais complexos e demorados. O destino de todos os entes e fenómenos está rigorosamente marcado e (felizmente) só conhecemos uma pequena parte das leis astro-zodiacais da predestinação.

 

 

AERPORTO DA PORTELA

Datas previsíveis de incidentes em 2013, no aeroporto da Portela, em Lisboa, ligadas ao ponto 12º 29`/ 12º 34´ de qualquer signo, são: 10 e 11 de Janeiro(Marte), 17 e 18 de Fevereiro (Marte), 4 de Agosto (Nodo da Lua), 23 e 24 de Agosto (Júpiter), 23 de Outubro (Saturno).

 

Fundamento Histórico: em 14 de Maio de 1976, com Nodo Norte da Lua em 12º 33´ / 12º 32´ de Escorpião, uma bomba colocada pela rede bombista de extrema-direita rebenta na torre de um dos radares do aeroporto da Portela; em 11 de Agosto de 1989, com Plutão em 12º 28´ / 12º 29´ de Escorpião, um avião da TWA aterra, de emergência, noaeroporto da Portela necessitando de percorrer toda a pista para compensar uma avaria; em 14 de Março de 2001, com Nôdo Norte da Lua em 12º 34´ / 12º 29´ de Caranguejo, Pedro Dominguez, trabalhador da empresa Portway que presta assistência aos aviões, morre ao ser atingido pela pá da hélice do motor de um avião depois de ter colocado os calços na roda da frente do aparelho da Federal Express,no aeroporto de Lisboa.

 

AERONAVE EM PORTUGAL

Quedas de aeronave em Portugal poderão ocorrer, entre outras datas de 2013, nas seguintes datas, em que os graus 3º-4º do signo de  Leão são transitados: em 30 de Junho e 1 de Julho (Vénus), em 25-27 de Julho (Sol), 10-11 de Agosto (Mercúrio), 2-5 de Setembro (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 2 de Fevereiro de 1947, com Saturno em 4º 53´/ 48´do signo de Leão, um avião “ Dakota”, da carreira Paris-Lisboa, embate na serra de Sintra, provocando a morte de 17 pessoas; em 5 de Agosto de 1947, com Vénus em 3º 38´/ 4º 52´ de Leão,  um desastre aéreo nos Açores provoca 6 mortos.

 

AVIÃO DE COMBATE A INCÊNDIO OU AVIÃO MILITAR

 

Quedas de aeronave em Portugal poderão ocorrer, entre outras datas de 2013, nas seguintes, em que os graus 26º-27º de Caranguejo são transitados: 24 a 26 de Junho (Vénus), 18 a 20 de Julho (Sol), 6 e 7 de Agosto (Mercúrio), 21 a 24 de Agosto (Marte).

 

Fundamento Histórico:  em 1 de Julho de 1955, com Úrano em 26º 44´/ 26º 48´ de Caranguejo, às 9 horas e 55 minutos, oito dos 12 aviões F-84G que sobrevoavam Coimbra envolvem-se num grupo de nuvens baixas e caem no Carvalho, localidade do concelho de Poiares, morrendo 8 pilotos; em 19 de Julho de 2012, com Sol em 26º 44´/ 27º 41´ de Caranguejo, um avião da Proteção Civil do tipo Dromader despenha-se, na Barragem do Roxo, entre os concelhos de Aljustrel e Beja quando estava a fazer o enchimento, naquilo a que chamamos scooping», o piloto é salvo; em 3 de Setembro de 2012, com Vénus em 26º 7´/ 27º 11´ de Caranguejo, um helicóptero da Empresa de Meios Aéreo (EMA), heli bombardeiro pesado Kamov de matrícula CSHMO, baseado em Ferreira do Zêzere, cai na lagoa junto a Espite, concelho de Ourém, por uma falha mecânica após um reabastecimento da aeronave, provocando dois feridos ligeiros;

 

 

AVIÃO NOS AÇORES

Eis algumas datas de 2013 de risco alto de acidente ou avaria de avião nos Açores ligados ao ponto 11º 10´/ 11º 19´ de qualquer signo: de 29 de Janeiro a 3 de Fevereiro (Saturno); de 5 a 11 de Março (Saturno); em 5 de Maio (Marte); de 19 a 23 de Maio (Úrano), de 10 a 17 de Agosto (Nodo da Lua, Júpiter); de 13 a 17 de Setembro (Úrano); 11 e 12 de Outubro (Saturno)

 

Fundamento Histórico: em 4 de Setembro de 1976, com Saturno em 11º 7´/ 11º 14´do signo de Leão, um avião esmaga-se no aeroporto das Lages, na ilha Terceira, Açores, morrendo 68 pessoas; em 8 de Fevereiro de 1989, com Neptuno em 11º 17´/ 19´ do signo de Capricórnio um avião norte-americano da “ Independent Air Corporation” despenha-se na ilha de Santa Maria, quando se fazia à pista, causando a morte dos 138 passageiros e sete tripulantes que seguiam a bordo; em 11 de Dezembro de 1999, com Saturno em 11º 13´/ 11º 10´do signo de Touro, um avião ATP da SATA esmaga-se contra o Pico da Esperança, na ilha de São Jorge, morrendo 31 passageiros e os 4 tripulantes, no decurso de um vôo de S. Miguel para as Flores;

 

AVIÃO NO MUNDO

Datas de previsíveis quedas de avião algures no mundo, em 2013, ligadas aos graus 12 e 13 do signo de Gémeos são: 20 a 22 de Maio (Mercúrio e Vénus), 2 a 4 de Junho (Sol), 17 a 20 de Junho (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 2 de Junho de 1999, com Sol em 11º 2´/ 12º 0´  de Gémeos, a queda de um avião em Little Rock, EUA, provoca 9 mortos; em 20 de Abril de 2012, com Vénus em 13º 34´/ 14º 16´ de Gémeos, um Boeing 737, da companhia privada paquistanesa Bhoja Airline, que tinha partido de Carachi despenha-se durante a aterragem, nos arredores do aeroporto de Rawalpindi, devido ao mau tempo, morrendo 130 pessoas; em 3 de Junho de 2012, com Sol em 12º 49´/ 13º 47´ de Gémeos, um avião, da companhia local DANA Airlines, que iniciara operações em Novembro de 2008 e se preparava para aterrar no aeroporto de Lagos, na Nigéria, cai sobre a populosa zona de Iju, nos arredores de Lagos, e destrói vários edifícios, morrendo vários residentes destes além dos 152 ocupantes do avião; em 18 de Agosto de 2012, com Júpiter em 12º 54´/ 13º 2´ de Gémeos, a colisão no ar, em Santa Bárbara d´Oeste, São Paulo, às margens do quilómetro 125 da Rodovia dos Bandeirantes. de dois pequenos aviões que partiram do Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas (SP), e tinham como destino o condomínio aeronáutico Fazenda Bonanza, em Salto de Pirapora, na região de Sorocaba (SP), mata os quatro ocupantes dos aparelhos;

 

 

AVIÃO E MORTE DE PRIMEIRO-MINISTRO OU PRESIDENTE EM VOO

 

Datas de previsíveis quedas de avião com mortes de presidente ou primeiro-ministro em 2013, ligadas a área 14º-18º do signo de Touro, são: 26 a 30 de Abril (Vénus), 4 a 9 de Maio (Sol), 8 a 10 de Maio (Mercúrio), 9 a 16 de Maio (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 4 de Dezembro de 1980, com Quiron em 14º 35´/ 14º 32´ de Touro, o primeiro-ministro Sá Carneiro e o ministro da Defesa Amaro da Costa morrem na queda do CESSNA em que voavam, junto ao aeroporto da Portela; em 1 de Junho de 1987, com Vénus em 17º 35´ / 18º 48´ de Touro, o primeiro-ministro libanês Rashid Karami é morto pela explosão de uma bomba no helicóptero em que viajava; em 26 de Fevereiro de 2004, com Nodo Norte da Lua em 13º 33´ de Touro, Marte em 14º 25´/ 15º 3´ de Touro, o presidente da Macedónia, Boris Trajkovski, e outras 8 pessoas morrem no embate contra uma montanha a uns 40 quilómetros de Mostar do avião Beechcraft modelo Super King Air 200 em que viajavam; em 10 de Abril de 2010, com Mercúrio em 11º 42´/ 12º 7´ de Touro, Vénus em 16º 18´/ 17º 32´ de Touro, a queda de um avião Tupolev-TU-154M polaco perto de Smolensk (oeste da Rússia) mata o presidente da Polônia, Lech Kaczynski, e mais 95 pessoas entre elas sua mulher, Maria, e os principais comandantes das Forças Armadas, morrendo 88 membros do governo polaco.

 

BRASIL E REPRESSÃO POLICIAL

Em 2013, o Brasil deverá sofrer uma vaga de repressão policial nas seguintes datas ligadas à área 1º-3º de Escorpião: 12 a 14 de Setembro (Vénus), de 23 a 27 de Outubro (Sol) de 6 a 15 de Novembro (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 10 de Dezembro de 1943, com Vénus em 1º 53´/ 3º 1´ de Escorpião, a polícia dispara sobre uma passeata de estudantes em São Paulo exigindo a libertação de Hélio Mota, presidente do Directório Académico XI de Agosto, resultando 2 mortos e 25 feridos; em 4 de Novembro de 1969, com Mercúrio em 3º 48´/ 5º 27´do signo de Escorpião, morre numa emboscada numa rua de São Paulo, Carlos Marighella, líder da Aliança Libertadora Nacional, morrendo no tiroteio uma investigadora e sendo presas 17 pessoas, entre elas alguns frades beneditinos; em 16 de Dezembro de 1976, com Nôdo Norte da Lua em 2º 14´/ 15´ do signo de Escorpião, agentes do II Exército penetram numa casa em São Paulo e aí matam 3 dirigentes do Partido Comunista do Brasil.

 

CHIADO

Algumas datas em 2013 de previsíveis acidentes ou incidentes no Chiado, em Lisboa, ligados ao ponto 10º 7´ / 10º 9´ de qualquer signo, são: 7 de Janeiro (Marte), 31 de Março e 1 de Abril (Nodo da Lua), 7 a 9 de Julho (Plutão), 11 de Agosto (Júpiter), de 23 a 25 de Agosto (Nodo da Lua), 2 de Outubro (Saturno), 1 de Novembro (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 25 de Agosto de 1988, com Plutão em 10º 7´ / 10º 9´ de Escorpião, a partir das 5.19 horas, um enorme incêndio iniciado nos armazéns do Grandela devora18 edifícios do Chiado em Lisboa, irradiando para a rua Garret e rua do Carmo,destruindo o edifício histórico dos «Grandes Armazéns do Chiado», o restaurante Ferrari, as casas de discos Valentim de Carvalho e Melodia, a Casa Batalha, os estabelecimentos Eduardo Martins e Jerónimo Martins e outros imóveis, provocando1 morto e 14 feridos, 10 dos quais bombeiros; em 5 de Abril de 2000, com Júpiter em 10º 5´ / 10º 19´ de Touro, um incêndio destrói um escritório que ocupa um terceiroandar no número 36 da Rua do Ferragial, perto do Chiado, em Lisboa.

 

COMBOIO NA GRANDE LISBOA

Algumas datas previsíveis para 2013 de acidentes de comboio na Grande Lisboa, ligados ao ponto 16º 11´/ 16º 19´ de qualquer signo, são: 15 de Janeiro (Marte), 22 de Fevereiro (Marte), 24 e 25 de Abril (Júpiter), 12 a 14 de Junho (Nodo da Lua), 14 e 15 de Setembro (Júpiter), 12 de Novembro (Marte), 22 a 24 de Novembro (Saturno).

 

Fundamento Histórico: em 11 de Julho de 1985, com Nodo Norte da Lua em 16º 12´ de Touro, uma camioneta de carga é abalroada por um comboio numa passagem de nível particular,entre Alhandra e Alverca, na linha do Norte, resultando um morto e 25 feridos, 4 dos quais graves; em 5 de Maio de 1986, com Júpiter em 16º 5´ / 16º 15´ de Peixes, a colisão de dois comboios na estação da Póvoa de Santa Iria causa 16mortos e 103 feridos, dos quais 20 em estado grave; em 23 de Setembro de 1986,com Júpiter em 16º 17´ / 16º 10´ de Peixes, pelas 8,20 horas, uma composição da CP procedente de Queluz descarrila na estação do Rossio, sem gerar vítimas;em 28 de Fevereiro de 1990, com Nodo Norte da Lua em 16º 21´ / 16º 18´ de Aquário, no terminal de contentores de Santa Apolónia junto à estação ocorre umaforte explosão, de um camião carregado de fósforos, garrafas de ácido sulfúrico epneus, provocando dois mortos carbonizados num veículo, o derrube de 15 metros de muro da estação ferroviária e danos em 18 carruagens paradas; em 24 de Novembro de 2000, com Nodo Norte da Lua em 16º 21´ / 16º 13´ de Caranguejo, Mercúrio em 15º 8´ / 16º 36´ de Escorpião, um pesado de mercadorias é colhido por um comboio, na passagem de nível de Massamá, entre as estações do Cacém e de Barcarena, na Linha de Sintra.

 

DEMISSÃO NO GOVERNO OU NO PSD

Datas de previsíveis demissões no governo ou no interior do PSD em 2013 são, ligadas à área 11º-13º  de Aquário: 10-12 de Janeiro (Marte), 25-26 de Janeiro (Mercúrio), 10-12 de Fevereiro (Vénus), 30-31 de Janeiro e 1 de Fevereiro (Sol).

 

Fundamento Histórico: em 4 de Dezembro de 1980, com Nodo Sul da Lua em 13º 4´/ 12º 53´ de Aquário, Francisco Sá Carneiro, primeiro-ministro, Adelino Amaro da Costa, ministro da Defesa, e 5 outras pessoas morrem na queda de uma avioneta Cessna sobre Camarate; em 30 de Novembro de 2004, com Neptuno em 12º 59´/ 13º 3´ de Aquário, Jorge Sampaio comunica ao primeiro-ministro Santana Lopes que o demite;

 

Se há leis ou regularidades astronómico-sociais que se verificaram no passado, de que aqui demos exemplos, porque não hão-de continuar a verificar-se no futuro?

 

DEMISSÃO NO PS OU COM SÓCRATES

 

Datas de previsíveis demissões no PS ou na vida de José Sócrates são, ligadas à área 27º de Gémeos: 31 de Maio e 1 de Junho (Vénus), de 12 a 16 de Junho (Júpiter), 9 e 10 de Julho (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 17 de Dezembro de 2001, com Nodo Norte da Lua em 27º 9´ de Gémeos, António Guterres apresenta a sua demissão do cargo de primeiro-ministro do governo PS ao presidente Jorge Sampaio, um dia depois de o PS ( agora com 110 presidências de Câmaras municipais) perder frente ao PSD ( agora com 161 presidências de Câmara municipal, incluindo as de Lisboa, Porto e Coimbra) as eleições autárquicas; em 23 de Março de 2011, com Nodo Sul da Lua em 27º 29´/ 27º 25´ de Gémeos, José Sócrates anuncia a sua demissão de primeiro-ministro num governo PS. 

 

DESMORONAMENTO EM LISBOA

Datas, em 2013, em que é alta a probabilidade de haver desmoronamentos em edifícios de Lisboa, ligadas à área 14º-15º de Aquário, são: de 12 a 15 de Janeiro (Marte), 27 e 28 de Janeiro (Mercúrio), de 2 a 4 de Fevereiro (Sol), de 14 a 16 de Fevereiro (Vénus).

 

Fundamento Histórico: em 3 de Agosto de 2004, com Neptuno em 14º 5´/ 14º 3´ de Aquário, desmorona-se um prédio na Travessa Particular à Possidónio da Silva, em Campo de Ourique; em 21 de Fevereiro de 2010, com Mercúrio em 15º 53´/ 17º 28´ de Aquário, rui parcialmente o Palácio Dona Rosa, em Alfama, desalojando uma dezena de famílias que habitam no edifício contíguo.

 

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS EM PORTUGAL

Se houver eleições legislativas em Portugal em 2013, as datas mais previsíveis ligam-se à área 21º-24º de Sagitário e são: 27 de Outubro (Vénus), 15 de Dezembro (Sol).

 

Fundamento Histórico: em 17 de Março de 2002, com Nodo Sul da Lua em 21º 45´/ 21º 46´ de Sagitário, o PSD de Durão Barroso vence as eleições legislativas e o CDS de Portas alcança o lugar de parceiro da coligação; em 20 de Fevereiro de 2005, com Plutão em 24º 11´/ 24º 12´ de Sagitário, o PS de Sócrates vence com maioria absoluta de deputados as eleições legislativas; em 5 de Junho de 2011, com Nodo Norte da Lua em 23º 25´/ 23º 26´ de Sagitário, o PSD de Passos Coelho vence as eleições legislativas e ascende, potencialmente, ao governo em coligação com o CDS de Portas

 

FÁBRICA DE TINTAS

 

Datas previsíveis, em 2013, para a eclosão de incêndios em fábricas ou armazéns de tintas, ligadas à área 25º-26º de Peixes, são: de 5 a 8 de Março (Marte), 15 a 17 de Março (Sol), 10 a 12 de Abril (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 28 de Março de 2012, com Mercúrio em 26º 25´ / 25º 47´ de Peixes, um incêndio consome a fábrica de tintas TSL Portugal, situada na zona industrial do Monte Grande em Fiães, Santa Maria da Feira, fazendo explodir um armazém e enegrecendo o céu, causando dois feridos, um com queimaduras muito graves; em 10 de Abril de 2012, com Mercúrio em 25º 11´/ 25º 41´ de Peixes, um incêndio deflagra, por volta das 15:00, num armazém de tintas em Arrifana, Santa Maria da Feira, próximo de um jardim-de-infância; em 11 de Abril de 2012, com Mercúrio em 25º 41´/ 26º 15´ de Peixes, uma fábrica de tintas pega fogo na Rua São Jorge, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, no fim da tarde.

GRÉCIA (SISMO, INCIDENTE GRAVE):

 

 

Datas, em 2013, com alta probabilidade de albergarem sismos ou incidentes notáveis na Grécia, ligadas ao grau 17 de Peixes, são: 17 e 18 de Fevereiro (Mercúrio), 23 e 24 de Fevereiro (Marte), 28 de Fevereiro e 1 de Março (Mercúrio), 11 e 12 de Março (Vénus), em 4 e 5 de Abril (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 9 de Julho de 1956, com Marte em 17º 3´/ 17º 25´ de Peixes, um violento sismo no arquipélago das Cicliades, na Grécia, provoca 30 mortos em Santorin; em 23 e 24 de Julho de 1974, com Júpiter em 17º 29´/ 23´ de Peixes, desmorona-se a ditadura militar na Grécia e reaparece a democracia parlamentar, com a demissão do general Phaedon Ghizikis, presidente da República, no dia 23, e o regresso ao poder do antigo primeiro ministro civil Constantino Caramanlis, exilado em Paris, que decreta uma amnistia geral para os presos políticos, no dia 24; em 13 de Setembro de 1986, com Júpiter em 17º 35´/ 17º 27´ de Peixes, um violento sismo na cidade grega de Calamata causa, pelo menos, 17 mortos e 300 feridos.

INDONÉSIA (SISMO, ACIDENTE NOTÁVEL)

 

Datas, em 2013, em que há probabilidade alta  de um sismo ou acidente notável na Indonésia, ligado à área 23º-24º de  Escorpião: de 1 a 27 de Janeiro; de 1 a 3 de Outubro (Vénus), em 30 de Novembro e 1 de Dezembro (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 24 de Outubro de 1992, com Mercúrio em 23º 15´/ 24º 30´ de Escorpião, um sismo de magnitude 5,8 na escala de Richter abala a província de Nusa Tengara, na Indonésia, sacudindo também a ilha de Timor; em 4 de Junho de 1994, com Nodo Norte da Lua em 23º 44´/ 23º 46´ de Escorpião, um sismo arrasa cinco localidades da ilha de Java, na Indonésia, acompanhado por um maremoto, havendo mais de 200 mortos, 420 feridos e dezenas de desaparecidos.

 

LÍBIA

Datas, em 2013, de possíveis actos violentos notáveis na Líbia, ligados à área 26º-27º de Balança, são: 7 a 9 de Setembro (Vénus), 26 e 27 de Setembro (Mercúrio), de 19 a 21 de Outubro (Sol).

 

Fundamento Histórico: em 20 de Outubro de 2011, com Sol em 26º 14´/ 27º 14´ de Balança, Khadafi , o ditador líbio nacionalista é torturado, vexado por um grupo e assassinado a tiro por um agente secreto francês infiltrado nas forças rebeldes quando tentava a fuga do país, a partir da sua cidade natal, Sirte e após forças da NATO bombardearem uma coluna de veículos governamentais, mas desconhecendo que viajava no seu interior; em 20 de Outubro de 2012, com Sol em 27º 0´/ 27º 59´ de Balança, Khamis Kadafi, o filho mais novo do ex-ditador da Líbia, morre durante uma batalha em, que provoca pelo 26 mortos e 121 feridos, entre as tropas pró-Kadafi e as forças governamentais em Bani Walid, no sudoeste de Trípoli.

 

MATOSINHOS E LEÇA DA PALMEIRA

 

Datas em que há alta probabilidade de incêndios ou outros incidentes de relevo ocorrerem em 2013, em Matosinhos e Leça da Palmeira ligados ao ponto 7º 10´/ 7º 12´ de qualquer signo são: 11 de Fevereiro (Marte em 7º de Peixes); 5 e 6 de Março (Úrano em 7º de Carneiro); 11 e 12 de Maio (Saturno em 7º 16´/ 7º 7´ de Touro); 10 de Junho (Marte em 6º-7º de Gémeos); 28 de Julho (Júpiter em 7º de Caranguejo); 1 de Setembro (Saturno em 7º de Escorpião).

 

Fundamento histórico: em 2 de Junho de 2006, com Saturno em 7º 10´ / 7º 15´ de Leão, pelas 11.30 horas, uma explosão na fábrica de aromáticos da refinaria da Petrogal, em Leça da Palmeira, fere dois operários; em 18 de Outubro de 2012, com Plutão em 7º 11´/ 7º 12´ de Capricórnio, um casal de idosos é salvo das chamas por um carteiro e dois adolescentes e fica desalojado, de manhã, na sequência de um incêndio que destrói a sua habitação, no número 94 na rua França Júnior, em frente ao mercado de Matosinhos; em 8 de Janeiro de 2013, com Júpiter em 7º 11´ 6´ de Gémeos, irrompe um incêndio irrompe cerca das 20.50 horas numa hospedaria da Rua Brito Capelo em Matosinhos, desalojando 13 pessoas e danificando os edifícios contíguos.

 

REGIÃO OESTE DE PORTUGAL E ARGÉLIA

 

Datas, em 2013, de previsíveis tornados ou outras intempéries na região Oeste de Portugal (Caldas da Rainha, Tomar, Leiria, Ferreira do Zêzere, etc) e de sismos na Argélia, ligadas à área 24º-26º de Aquário, são: 28 a 30 de Janeiro, 2 e 3 de Fevereiro (Mercúrio), 12 a 15 de Fevereiro (Sol), 21 a 23 de Fevereiro (Vénus).

 

Fundamento Histórico: em 23 de Dezembro de 2009, com Júpiter em 24º 36´/ 24º 47´ de Aquário,  rajadas na ordem dos 230 km/hora devastam a Região do Oeste e causam 50 milhões em prejuízos; em 7 de Dezembro de 2010, com Neptuno em 26º 10´ / 26º 11´ de Aquário, o tornado mais forte que alguma vez ocorreu em Portugal, classificado como F3 da escala de Fujita, assola a região Oeste do país, em particular Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã provocando 40 feridos e prejuízos em cerca de 16 milhões de euros.

 

Fundamento Histórico: em 12 de Fevereiro de 1946, com Mercúrio em 23º 22´/ 25º  10´ de Aquário, um sismo de magnitude 6 na escala de Richter engendra 246 mortos em Hodna, Argélia; em 11 de Janeiro de 2004, com Vénus em 25º 27´/ 26º 41´ de Aquário, um sismo abala o norte da Argélia, gerando 300 feridos.

 

SISMO NO CHILE

 

Datas previsíveis de sismo no Chile, ligadas a 22º-23º de Touro, são, em 2013: 3 e 4 de Maio (Vénus), 12 a 14 de Maio (Sol e Mercúrio), 20 e 23 de Maio (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 6 de Novembro de 1947, com Nodo Norte da Lua em 23º 29´/ 23º 28´ de Touro, eclode nos Andes Chile, um terramoto que mata 233 pessoas; em 22 de Maio de 1960, com Vénus em 22º 19´/ 23º 33´ de Touro, um sismo de magnitude 9,5 Richter causa cerca de 2.000 mortos na região de Valdivia, Chile.

 

 

Denuncio a impostura dos que proclamam que «não existem leis astronómicas de predestinação dos factos biológicos e sociais na Terra, nenhuma astrologia é científica», impostura essa mantida pela comunidade científica e filosófica institucional, por dezenas de milhares de doutorados, analistas e jornalistas dos grandes media, entre os quais Zizeck, Alain Badiou, Anthony Kenny, Fernando Savater, Jean Luc Ferry, Thomas Nagel, Simon Blackburn, Stephen Hawking, João Maguejo, Carlos Fiolhais, José Gil, Eduardo Lourenço, Manuel Maria Carrilho, Olivier Feron. A arrogância anti-astrologia, baseada num dogmatismo ignorante, destes e de outros arautos da ciência fragmentária dominante a nível mundial desfaz-se ante as leis astronómico-sociais que, neste e em outros artigos deste blog, exponho.

 

Nota de 25 de Janeiro de 2013: hoje, 25 de Janeiro, dia em que Mercúrio se moveu de 9º a 11º do signo de Aquário, o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio, demitiu-se do governo PSD-CDS de Portugal, o que confirma a previsão feita acima no item «Demissão no governo ou no PSD» que associa a área 11º-13º de Aquário a demissões ou mortes de governantes do PSD.

 

Nota de 1 de Fevereiro de 2013: hoje, 1 de Fevereiro, dia em que o Sol está em 12º-13º do signo de Aquário, seis secretários de Estado do governo PSD-CDS abandonam os cargos sendo substituídos formalmente por outros, o que confirma a previsão feita acima no item «Demissão no governo ou no PSD» que associa a área 11º-13º de Aquário e, em particular o dia 1 de Fevereiro, a demissões ou mortes de governantes do PSD.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.

 

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Domingo, 9 de Setembro de 2012
O ciclo de 12 anos de Júpiter determina a política em Portugal (II parte )

  

Também o ciclo de 12 anos de Júpiter nos últimos 120º do Zodíaco - equivalentes a quatro signos ou arcos de 30º de longitude cada um: Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes - evidencia leis astronómico-políticas em Portugal.

 

JÚPITER EM SAGITÁRIO:

VITÓRIAS DO PARTIDO SOCIALISTA EM 1983 E 1995, FAVORÁVEL À ESQUERDA OU A UM BLOCO CENTRAL

 

A passagem de Júpiter, durante cerca de um ano em cada 12 anos, no signo de Sagitário (240º a 270º de longitude eclíptica) favorece, em regra, o PS e a esquerda portuguesa e, por vezes, um bloco central que aglutina direitas e esquerdas muito moderadas.

 

Em 25 de Abril de 1983, com Júpiter em 9º do signo de Sagitário, o PS de Mário Soares ganha com maioria relativa as eleições legislativas em Portugal, pondo fim à governação da Aliança Democrática PSD-CDS-PPM que o líder do PSD e membro do grupo de Bilderberg Francisco Pinto Balsemão presidira desde o assassínio à bomba de Sá Carneiro e Amaro da Costa em avião, em 4 de Dezembro de 1980.

 

Em 1 de Outubro de 1995, com Júpiter em 10º do signo de Sagitário, o PS de António Guterres vence as eleições legislativas em Portugal, pondo fim a 10 anos de governação do PSD, 8 dos quais com maioria absoluta no parlamento, com Cavaco Silva a primeiro-ministro.

 

Algumas curiosidades sobre a passagem de Júpiter em Sagitário que não permitem, contudo induzir que, em todos os casos é favorável às esquerdas, são:

 

Em 7 de Janeiro de 1355, com Júpiter em 13º do signo de Sagitário, no Paço de Santa Clara, em Coimbra, Inês de Castro, galega, esposa do príncipe D. Pedro, é apunhalada mortalmente por Pero Coelho, Diogo Lopes Pacheco e Álvaro Gonçalves, na presença do sogro, o rei Afonso IV.

 

Em 21 de Agosto de 1485, com Júpiter em 0º do signo de Sagitário, com a ajuda de alguns cortesãos, no Paço de Palmela, o rei D. João II apunhala mortalmente o seu primo D.Diogo, duque de Viseu e de Beja, que conspirara para matar, na praia, o rei que levava a cabo o cerceamento dos privilégios da alta nobreza e da casa de Bragança.

 

Em 8 de Junho de 1663, com Júpiter em 9º de Sagitário, nos campos do Ameixial, junto a Estremoz, um exército português de 22.000 homens comandados pelos condes de Vila Flor e Schomberg derrota em combate um exército espanhol de 26.000 homens chefiado por D.João de Austria e põe fim a uma perigosa incursão militar espanhola na guerra da Restauração.

 

Em 4 de Setembro de 1865, com Júpiter em 19º do signo de Sagitário, no contexto de uma terrível crise financeira, toma posse o governo monárquico da «fusão», uma coligação entre a ala esquerda dos Regeneradores (direita política) e a ala direita do Partido Histórico (centro-esquerda), de modo a eliminar os radicalismos de direita e de esquerda.

 

Em 22 de Novembro de 1924, com Júpiter em 24 º do signo de Sagitário, toma posse o governo republicano radical, chefiado por José Domingues dos Santos, da «Esquerda democrática», último impulso da esquerda republicana para salvar a República democrática, divorciada das massas operárias e do exército no qual a conspiração de direita vai crescendo, ao serviço da alta finança e do latifúndio.

 

Em 16 de Fevereiro de 1936, com Júpiter em 20º do signo de Sagitário, a Frente Popular republicana de esquerda e socialista, vence as eleições legislativas na II República Espanhola, o que assusta as direitas e predispõe estas à guerra civil.

 

Em 3 de Janeiro de 1960, com Júpiter em 19º do signo de Sagitário, dez funcionários do Partido Comunista Português, entre eles os mais altos dirigentes Álvaro Cunhal e Francisco Martins Rodrigues, evadem-se do forte-prisão de Peniche, onde cumpriam longas penas por actividades contra o fascismo de Salazar.

 

Em 9 de Junho de 1983, com Júpiter em 4º de Sagitário, toma posse o 9º governo constitucional, de bloco central PS-PSD, chefiado por Mário Soares e Mota Pinto, visando salvar a economia do país com recurso ao Fundo Monetário Internacional.

 

Outras datas significativas do trânsito de Júpiter em Sagitário conexionam-se com crises de confiança no sistema bancário:

 

Em 27 de Novembro de 1912, com Júpiter em 21º de Sagitário, há uma corrida a levantar os depósitos bancários na Europa Ocidental e Central.

 

Em Agosto de 2007, com Júpiter em 9º-10º de Sagitário, começa a pior crise financeira das últimas décadas, resultante de empréstimos de alto risco (hipotecas sub prime de casas) no sector imobiliário, feitos a pessoas que não conseguirão pagar a curto e médio prazo.

 

 

JÚPITER EM CAPRICÓRNIO:

DETENÇÕES POLICIAIS, DEMISSÕES OU MORTES DE POLÍTICOS DE ESQUERDA, VITÓRIAS DO CENTRO REPUBLICANO AFONSISTA OU SILVISTA EM 1913-1925

 

A passagem de Júpiter no signo de Capricórnio (arco do céu de 270º a 300º de longitude eclíptica) inflige, em regra, derrotas para as esquerdas socialista, republicana, comunista e anarquista, em particular com quedas de governos de esquerda, mortes ou detenções pela polícia de dirigentes antifascistas ou anticapitalistas. E liga-se a vitórias de um centro «bonapartista» que elimina oposições à esquerda e à direita.

 

De 9 de Janeiro a de 30 Novembro de 1913, com Júpiter em 1º-17º- 8º- 18º do signo de Capricórnio, o governo do PRP ("partido democrático"), de Afonso Costa, esmaga carbonários e anarco-sindicalistas, à esquerda, e monárquicos, à direita, com a tomada de posse do governo de centro-esquerda (9 de Janeiro), o golpe militar fracassado do capitão Lima Dias e do tenente Dinis, que saem de Infantaria 5, em Lisboa, com 50 soldados e o apoio cerca de 100 republicanos de esquerda, da Federação Radical Republicana (27 de Abril), a explosão de uma bomba na rua do Carmo, no cortejo republicamo pró-governamental, matando um rapaz e ferindo 29 pessoas seguida de assalto das massas do PRP à sede dos sindicatos (10 de Junho) a dissolução da Casa Sindical e prisão de 100 sindicalistas (15 de Junho), o golpe militar fracassado de carbonários  ressentidos, sindicalistas e monárquicos (21 de Outubro), a vitória quase total do partido democrático PRP nas eleições parciais, elegendo 33 deputados num total de 37, ficando com maioria absoluta no parlamento (16 de Novembro),  a vitória do PRP nas eleições municipais (30 de Novembro).

 

De 11 de Fevereiro a 11 de Dezembro de 1925, com Júpiter em 12º-22º-12º-24º de Capricórnio, a República desliza da esquerda para um centro e a conspiração de direita cresce, com o derrube do governo de esquerda republicana de José Domingues dos Santos ao ser aprovada no parlamento por 65 votos contra 45 uma moção de desconfiança apresentada pelo deputado Agatão Lança (11 de Fevereiro), o fracassado golpe militar da parte conservadora do exército liderada por Sinel de Cordes e Filomeno da Câmara (18 de Abril), a vitória nas legislativas do PRP, de António Maria da Silva, de centro, com 83 deputados eleitos (8 de Novembro), a demissão de Manuel Teixeira Gomes do cargo de presidente da República (11 de Dezembro). .

 

Em 11 de Maio de 1937, com Júpiter em 27º de Capricórnio, morre, em Paris, Afonso Costa, alto dignitário maçon, ex primeiro ministro na extinta República parlamentar Portuguesa e chefe da resistência republicana ao fascismo católico de Salazar.

 

Em 4 de Julho de 1937, com Júpiter em 23º de Capricórnio, fracassa um atentado anarquista à bomba contra o primeiro-ministro Salazar que acabava de apear-se do seu automóvel na Avenida Barbosa du Bocage em Lisboa e escapa ileso à explosão. A PVDE inicia uma onda repressiva sobre anarquistas e outros opositores à ditadura.

 

Em 21 de Julho de 1937, com Júpiter em 21º de Capricórnio, Álvaro Cunhal, dirigente do PCP, é preso pela PVDE de Salazar.

 

Em 25 de Março de 1949, com Júpiter em 27º do signo de Capricórnio, Militão Ribeiro, Álvaro Cunhal e Sofia Ferreira, membros do secretariado do Comité Central do Partido Comunista Português são presos numa casa em que viviam clandestinamente em Casal de Santo António, Luso, pela PIDE de Salazar.

 

Em 12 de Outubro de 1972, com Júpiter em 1º de Capricórnio, José António Ribeiro Santos, estudante de Direito da extrema-esquerda maoísta, da FEML/ MRPP, é assassinado a tiro por agentes da polícia política DGS que denunciou como infiltrados num plenário de estudantes no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, em Lisboa. José Lamego, estudante da FEML, fica ferido.

 

Em 19 e 20 de Junho de 1984, com Júpiter em 9º do signo de Capricórnio, um golpe policial desmantela parte da extrema-esquerda guerrilheira em Portugal, com a prisão de 42 pessoas mais ou menos ligadas às Forças Populares 25 de Abril, que cometiam atentados contra a NATO e contra capitalistas portugueses, no dia 19, e a detenção de Otelo Saraiva de Carvalho, dado como líder máximo das FP-25, no dia 20.

 

Outras datas marcantes da passagem de Júpiter em Capricórnio são:

 

 

Em 22 de Agosto de 1415, com Júpiter em 7º de Capricórnio, um exército de cerca de 19 000 cavaleiros e soldados peões portugueses, galegos, biscainhos, comandado pelo rei D. João I, ocupa a cidade de Ceuta, em Marrocos.

 

Em 13 de Dezembro de 1521, com Júpiter em 4º de Capricórnio, falece, aos 52 anos de idade, o rei D. Manuel I de Portugal, que expandiu por via marítima até à Índia, às Molucas e ao Brasil o império português e autorizou o estabelecimento da Inquisição no país.

 

Em 16 de Março de 1581, com Júpiter em 14º-15º de Capricórnio, o rei Filipe II de Espanha entra em Tomar, para onde convocara Cortes, que o reconhecem como rei legítimo de Portugal.

 

Em 1 de Dezembro de 1640, com Júpiter em 10º do signo de Capricórnio, Antão Vaz de Almada e um grupo de nobres invadem o palácio sede do governo de Filipe III em Lisboa, prendem a duquesa de Mântua, e assassinam o secretário de Estado iberista Miguel de Vasconcelos, restaurando formalmente a independência de Portugal perdida em 1580.

 

Em 13 de Janeiro de 1759, com Júpiter em 5º-6º do signo de Capricórnio, os marqueses de Távora, o duque de Aveiro, o conde de Atouguia e outros supostos cúmplices no atentado ao rei D. José, em 1758, são executados cruelmente em público, em Lisboa.

 

JÚPITER EM AQUÁRIO:

VITÓRIA DO CENTRO-DIREITA, OU DE UMA CONJUNÇÃO MOMENTÂNEA DAS DIREITAS COM ALGUMA ESQUERDA EXCÊNTRICA , DERROTA DO REPUBLICANISMO DE ESQUERDA

 

A passagem de Júpiter no signo de Aquário (arco do céu de 300º a 360º de arco) gera, em regra, períodos de descompressão e vitórias da direita liberal ou conservadora e derrotas da esquerda republicana sem que a extrema-direita obtenha o triunfo que deseja.

 

Em 6 de Outubro de 1985, com Júpiter em 7º de Aquário, o PSD de Cavaco Silva, de direita liberal e democrata-cristã, vence, sem maioria abdoluta de deputados, as eleições legislativas que originou ao romper em Junho desse ano a coligação governamental com o PS de Mário Soares. Outro vencedor destas eleições é o nóvel Partido Renovador Democrático, de centro-esquerda, tutelado pelo presidente da República Ramalho Eanes, que, ao obter uns 18% de votos, absorve momentaneamente uns 40% a 50%  do eleitorado habitual do PS.

 

Em 26 de Janeiro de 1986, com Júpiter em 23º-24º de Aquárioa candidatura do republicanismo de esquerda, protagonizado por Francisco Salgado Zenha (20,9% de votos), com apoio do PRD, do PCP e MDP, e a do socialismo autogestionário reformista, protagonizado por Maria de Lurdes Pintassilgo (7,4% de votos), são eliminadas na primeira volta da eleição à presidência da República Portuguesa. As candidaturas da «moderação», a de Diogo Freitas do Amaral (46,3% de votos), das direitas PSD-CDS, e a de Mário Soares (25,4% de votos), do centro e do PS, passam à segunda volta.

 

Em 16 de Fevereiro de 1986, com Júpiter em 28º-29º de Aquário, Mário Soares, candidato do centro-esquerda PS, «mal menor» para o PCP, o PRD, a UDP e os autogestionários, é eleito presidente da República Portuguesa com 51,18% de votos, na segunda volta, derrotando Freitas do Amaral, candidato das direitas PSD e CDS, com 48,82% de votos.

 

Outras datas significativas da passagem de Júpiter no signo de Aquário são:

 

De 17 de Novembro de 1807 a 20 de Fevereiro  de 1808, com Júpiter em 5º a 26º do signo de Aquário, decorre invasão e a a primeira fase ocupação do exército francês de Napoleão em Portugal, com a entrada das primeiras tropas francesas por Segura, Beira Baixa (17 de Novembro), a chegada a Abrantes das primeiras tropas do exército de Junot (23 de Novembro), o início da viagem de fuga do rei D. João VI e da família real para o Brasil (29 de Novembro), a entrada de de Junot com 1500 soldados franceses em Lisboa (30 de Novembro), a ocupação do Porto por uma divisão militar espanhola comandada pelo general Taranco, capitão-general da Galiza, e um motim em Lisboa contra o içar da bandeira francesa nomeação de Junot como governador geral de Portugal em nome de Napoleão (1 de Fevereiro), execução de 9 portugueses nas Caldas da Rainha por ordem de Loison (9 de Fevereiro), a promulgação do Decreto de Organização do Exército Português sob o mando napoleónico (20 de Fevereiro).

 

Em 31 de Janeiro de 1891, com Júpiter em 21º do signo de Aquário, eclode no Porto uma revolta militar republicana contra as cedências do governo monárquico de D. Carlos I`às exigências do imperialismo britânico na África Austral (ultimato inglês de Janeiro de 1890). A revolta em que participam o alferes Malheiro, o tenente Manuel Maria Coelho e Alves da Veiga, vertebrada pelo batalhão de Caçadores 9, que desce do Campo de Santo Ovídio a rua do Almada e vem proclamar a República junto aos Paços do Concelho, na praça da Liberdade, é dizimada ao preço de 12 mortos e 40 feridos, quando a guarda real dispara sobre a multidão que subia a rua de Santo António em direção à praça da Batalha.

 

De 20 a 25 de Janeiro de 1915, com Júpiter em 26º-27º do signo de Aquário, o PRP é apeado do governo por obra do conservador Manuel de Arriaga, numa viragem à direita, com a prisão, ordenada pelo governo de Bernardino Machado, de cerca de 70 oficiais que iam a Belém entregar as suas espadas, no dia 20, a demissão do governo impedida por Henrique Cardoso e o Visconde da Ribeira Brava, da ala esquerda do PRP, no dia 24, e a nomeação do conservador general Pimenta de Castro como primeiro ministro pelo presidente da República Manuel de Arriaga.

 

De 28 de Maio a 11 de Julho de 1926, com Júpiter em 26º- 27º-26º do signo de Aquário, há um nítido deslize para a direita em Portugal com a supressão da República Parlamentar e a instauração da ditadura do exército marginalizando a extrema-direita monárquica, com o rebentar do golpe militar do general Gomes da Costa, apoiado pelos tenentes integralistas lusitanos,  em Braga, Évora, Tomar, Vila Real, Porto, (28 de Maio) a demissão do presidente da República Bernardino Machado que entrega o poder ao comandante Mendes Cabeçadas, conservador moderado, e o fecho do parlamento (31 de Maio),o cerco das zonas industriais de Sacavém pelas tropas de Gomes da Costa a fim de impedir a greve geral da CGT (17 de Junho) e impor a demissão de Mendes Cabeçadas, membro do triunvirato da ditadura que recusava destruir a República, (18 de Junho) a reunião em que Gomes da Costa, servindo o integralismo lusitano, de extrema-direita, impõe a demissão do ministro da Justiça Manuel Rodrigues, que não cede a pretensões reacionárias da igreja católica, e dos ministros Carmona, Ochoa e António Claro (6 de Julho) a reação dos generais conservadores do exército que prendem e destituem de presidente  Gomes da Costa e nomeiam o general Carmona, de perfil moderado, chefe do governo (9 de Julho) e o exílio de Gomes da Costa em Angra do Heroísmo ficando a facção sidonista de Martinho Nobre de Melo algo marginalizada (11 de Julho).

 

Em 12 de Junho de 1985, com Júpiter em 16º do signo de Aquário, Portugal, pela mão do primeiro-ministro Mário Soares, assina o Tratado de Adesão à Comunidade Económica Europeia, que acarreta uma perda parcial da independência nacional a favor dos negócios da burguesia cosmopolita lusa e estrangeira.

 

JÚPITER EM PEIXES:

REVOLUÇÕES MILITARES-POPULARES DE 1820, 1868, 1915, 1927, 1974, RESISTÊNCIA DO PORTO LIBERAL AO ABSOLUTISMO EM 1832

 

 

A passagem de Júpiter no signo de Peixes (de 300º a 360º de longitude eclíptica) gera, em regra, um influxo de esquerda em Portugal, seja em eleições legislativas ou levantamentos populares contra a oligarquia.

 

Em 13 de Junho de 1915, com Júpiter em 26º do signo de Peixes, o PRP de Afonso Costa e António Maria da Silva, de centro-esquerda, vence as eleições legislativas, elegendo 106 deputados num total de 163 lugares e 45 senadores num total de 48.

 

Outros factos relevantes do trânsito de Júpiter em Peixes são:

 

Em 1 de Março de 1476, com Júpiter em 0º do signo de Peixes, trava-se a batalha de Toro, de resultado inconclusivo, entre o exército castelhano de Fernando de Aragão e Castela e o exército português de Afonso V, na qual o porta-estandarte português Duarte de Almeida é ferido de morte depois de lhe deceparem os braços, e em cuja fase final, uma contra ofensiva das tropas do príncipe e futuro D. João II de Portugal desbarata as tropas de Castela que recuam para as muralhas de Zamora.

 

De 1 de Maio a 2 de Outubro de 1808, com Júpiter em 11º-18º-9º do signo de Peixes, a resistência popular em Portugal, ajudada pelas tropas britânicas de Wellington, leva à expulsão do exército francês de Junot, com a declaração de guerra de Portugal à França decidida pelo principe regente (1 de Maio), organização de uma junta insurreicional no Porto onde o general galego chefe das tropas espanholas de ocupação prende o governador general francês François Jean-Baptiste Quesnel du Torp e marcha para a Galiza onde vai combater o exército de Napoleão e o brigadeiro Luís de Oliveira da Costa, obediente a Napoleão, assume o comando militar do Porto (6 de Junho), o levantamento em armas de Bragança, promovido, pelo general Manuel Sepúlveda (11 de Junho), a sublevação anti francesa em Olhão dirigida pelo conde de Castro Marim (16 de Junho), o levantamento popular do Porto contra os franceses (18 de Junho), a insurreição em Évora (13 de Julho), a batalha da Roliça em que os franceses do general Delaborde retiram ante a superioridade das tropas de Wellington ( de Agosto) a derrota do exército francês na batalha do Vimeiro (21 de Agosto), o embarque para França de Junot e seu exército (15 de Setembro), a deposição de armas pelos franceses instalados em Almeida (2 de Outubro).

 

De 24 de Agosto a 28 Setembro de 1820, com Júpiter em 20º-16º do signo de Peixes, a revolução liberal triunfa em Portugal, com a sublevação de grupos de militares, inspirados pelo Sinédrio, organização maçónica dirigida por Manuel Fernandes Tomás, no Campo de Santo Ovídio, no Porto, e a proclamação de uma Junta Provisional do Governo Supremo do Reino e de um Manifesto aos portugueses explicando o liberalismo constitucionalista (24 de Agosto), e um golpe militar de oficiais subalternos com apoio da burguesia liberal que depõe os regentes absolutistas em Lisboa (15 de Setembro) e a unificação dos governos liberais de Porto e Lisboa (28 de Setembro).

 

De 7 de Julho de 1832 a 28 de Janeiro de 1833, com Júpiter em 28º-18º- 27º do signo de Peixes, instalação do exército liberal de D. Pedro IV no Porto e defesa persistente da cidade contra o exército absolutista de D.Miguel, com o desembarque na praia de Labruge, em Matosinhos (7-8 de Julho) e a entrada do exército liberal de 7500 homens de D. Pedro na cidade do Porto onde se fortifica (9 de Julho), o assalto geral  dos miguelistas ao Porto repelido pelos liberais com 2.000 mortos para cada lado (29 de Setembro), a fracassada saída das tropas liberais do general francês Solignac sobre o castelo do Queijo, junto a Matosinhos, e o Crasto (24 de Janeiro), a chegada ao Porto do general Saldanha, da ala esquerda do liberalismo, a quem D. Pedro se viu obrigado a pedir ajuda ( 28 de Janeiro).

 

De 4 de Fevereiro a  28 de Abril de 1844, com Júpiter em 4º-23º do signo de Peixes, eclode e declina uma revolta de esquerda liberal, do conde de Bonfim, contra o governo conservador de Costa Cabral, iniciada com a sublevação do regimento de Cavalaria 4, em Torres Novas, liderada por César de Vasconcelos e José Estevão (4 de Fevereiro), chegando a coluna revoltosa a Tomar, no dia 5, o regimento de Infantaria 12 em Castelo Branco junta-se à revolta (8 de Fevereiro) e Caçadores 1 subleva-se na Guarda (9-10 de Fevereiro), a coluna liberal ocupa Almeida (20 de Fevereiro), é sufocada em Coimbra uma revolta (8 de Março), e o término da revolta com a rendição de Almeida (28 de Abril).

 

De 1 a 4 de Janeiro de 1868, com Júpiter em 4º-5º do signo de Peixes, dá-se a revolução da Janeirinha, com um massivo protesto de comerciantes e cidadãos no Porto, no dia 1, seguido em Lisboa e outras cidades, contra a política fiscal pesada do governo regenerador de Fontes Pereira de Melo,  e a substituição, no dia 4, do governo de Fontes por um governo da direita reformista liderado por António José de Ávila, céptico face à política desenvolvimentista do fontismo, de endividamento do país em alto grau. A revolução revoga o imposto de consumo, que atingia sobretudo os pequenos comerciantes e os tendeiros, e o decreto de reforma administrativa do ministro Martens Ferrão que tinha suprimido 4 distritos e 178 concelhos, medidas que estavam na origem do protesto. O período da Regeneração acaba aqui: um terceiro partido influente, o Reformista, emergirá a partir de agora, além do Histórico e do Regenerador.

 

Em 14 e 15 de Maio de 1915, com Júpiter em 22º do signo de Peixes, estala e triunfa em Lisboa, à custa de umas 200 mortes, uma insurreição armada, militar e popular, promovida pelo Partido Republicano Português , em particular pelo general Sá Cardoso e Álvaro de Castro, contra o governo conservador do general Pimenta de Castro, que cai e arrasta na queda o presidente da República Manuel de Arriaga. No dia 15, João Chagas, indigitado primeiro ministro do novo governo, é alvejado a tiro num olho na estação de comboios do Entroncamento pelo senador João de Freitas, um conservador, logo assassinado ali. 

 

De 3 a 9 de Fevereiro de 1927, com Júpiter em 3º-5º de Peixes, eclode e fracassa uma insurreição militar e popular antifascista dirigida pelo general Sousa Dias e Raul Proença, com o regimento de Caçadores 9, no Porto, do dia 3 ao dia 7, e por Mendes dos Reis Agatão Lança, com forças da GNR e da Marinha em Lisboa, do dia 5 ao dia 9, havendo centenas de mortos.

 

De 25 de Abril de 1974 a 14 de Março de 1975, com Júpiter em 10º- 17º-7º- 29º do signo de Peixes, eclode a revolução dos cravos que derruba a ditadura colonial-fascista e envereda por um socialismo revolucionário militar, com o golpe triunfante do Movimento das Forças Armadas prendendo o primeiro-ministro Marcelo Caetano e tomando a sede da Direção Geral de Segurança (ex PIDE) que mata 4 populares (25 de Abril), a ascensão de Vasco Gonçalves a primeiro-ministro num clima de greves generalizadas (18 de Julho), a mobilização popular de rua contra o golpe direitista da «maioria silenciosa» (28 de Setembro) e a demissão do conservador presidente da República general Spínola substituído pelo hábil e ambíguo general Costa Gomes (30 de Setembro), o golpe militar conservador fracassado, do general Spínola levando os paraquedistas de Tancos a atacar o regimento de Artilharia 1, em Sacavém, vanguarda da revolução (11 de Março) seguido da criação do Conselho da Revolução e da nacionalização de bancos e companhias de seguros portugueses (12-14 de Março).

 

Nada disto, nenhuma destas leis astronómico-sociais, é do conhecimento dos ilustres catedráticos de história, política ou sociologia José Matoso, António Borges Coelho, João Medina, António José Telo, Adriano Moreira, Nuno Rogeiro, Manuel Vilaverde Cabral, Manuel Braga da Cruz, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, António Barreto e todos os outros. Nunca foram capazes de conceber que «o que está em baixo é como o que está em cima, o microcosmos é o espelho do macrocosmos.», não conseguiram descortinar a correspondência exacta entre a Terra e o Céu das constelações e signos. Husserl, Russel, Whitehead, Heidegger, Sartre, Popper, Rawls, Carl Sagan, Hubert Reeves não sabiam nem saberiam isto. Peter Singer, Simon Blackburn, Anthony Kenny, o laureado Thomas Nagel nada sabem disto nem querem saber, de tão obtusas que são as suas mentes.

 

José Gil, Eduardo Lourenço, Manuel Maria Carrilho, João Branquinho, Desidério Murcho, Pedro Galvão, Vitor Guerreiro, Carlos Fiolhais, António Zilhão, Ricardo Santos, Viriato Soromenho Marques, Porfírio Silva, Alexandre Franco de Sá, Olivier Feron, José Caselas e muitos outros não só nada sabem disto como negam, aberta ou encapotadamente, a predestinação astrológica e zodiacal de todos os acontecimentos históricos e sociais. E como carecem de honestidade em grau bastante para revelar a ignorância e o preconceito que os enforma neste assunto, evitá-lo-ão e nunca admitirão que tenho razão, excepto se a Astrologia Histórico-Social, que represento, for divulgada, mediante uma editora poderosa, junto do grande público.

 

Está tudo invertido na hierarquia do saber institucional: os néscios, que fizeram mestrados e doutoramentos em filosofia, história, astrofísica, etc, ocupam as cátedras universitárias, dominam as revistas de ciências e filosofia, os foruns televisivos e outros, editam livros, etc, nada sabem sobre isto  e proclamam que «a astrologia é uma farsa, uma mística, e não há nenhumas leis planetário-zodiacais a determinar a vida biofísica na Terra, a sociedade humana nos planos económico, político, religioso, etc» ao passo que nós, os que investigamos e conquistamos este saber empírico-racional, somos proscritos da universidade, dos foruns e os editores portugueses, servis perante a cátedra e os iluminatti, recusam publicar-nos. Que país é este, governado por elites de medíocres doutorados e licenciados? Que país é este em que as universidades não estão ao serviço da verdade mas das carreiras dos instalados, ao menos na área da filosofia, da sociologia e da história?

 

É um país e um planeta onde os medianos, os medíocres imperam, e os interesses de carreira de alguns impedem a difusão da verdade científica. Isto prova de que a universidade, em especial na área da filosofia, é relativamente grosseira: sectorialmente inteligente, com análises agudas sobre diversos temas, a universidade e os filósofos triunfantes carecem de inteligência holística, de visão global, praticam o fascismo epistemológico, a censura sobre a astrologia e o esoterismo digno de estudo.

 

A filosofia e a história universitárias, de cátedra, estão marcadas pelo signo da estupidez, da ininteligência absoluta. Só vêem as zonas intermédias da realidade: não ascendem ao polo da visão geral - os graus do Zodíaco na sua conexão com os factos terrestres - nem descem ao polo das minúcias, dos detalhes - cada acontecimento histórico, como a queda de um avião no Quénia, a marcha do Sindicato dos Trabalhadores do Campo Andaluz sobre Jaén, ou a queda de uma pessoa da ponte Vasco da Gama. Os catedráticos de filosofia e história são quase todos relativamente broncos, mutilam a visão da realidade. E a legião de professores do ensino secundário que os seguem, bastante embrutecida pela filosofia analítica que não analisa o mundo real mas se compraz em exercícios menores de lógica, é igualmente destituída de pensamento holístico e concreto.

 

 Esta legião de docentes, epistemologicamente fascista - mesmo que vote no Bloco de Esquerda, no PCP, no PS ou no PSD, suprime, de forma raivosa e fascista, qualquer debate sério sobre astrologia - é  a incarnação da imbecilidade anti-astrológica de que o papa (em inglês : Pope) da epistemologia superficial, Karl Popper, foi o comandante e expoente maior.

 

Será injusto classificar de «asnos intelectuais» criaturas como Bertrand Russel, Martin Heidegger, Simon Blackburn, Thomas Nagel, John Searle, José Gil, Manuel Maria Carrilho, Miguel Reale, José Mattoso, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, José António Saraiva, Marcelo Rebelo de Sousa, Desidério Murcho, Olivier Feron, Pedro Galvão, Aires Almeida e milhares de outros sociólogos e parafilósofos na medida em que sempre ignoraram, depreciaram e ridicularizaram, em nome do «racionalismo», o princípio do determinismo astrológico e sempre negaram que os acontecimentos político-sociais e biofísicos estejam completamente predestinados pelas movimentações planetárias? Não, não é injusto.

 

A astrologia tradicional - em Portugal representada por Flávia Monsaraz, Paulo Cardoso, Luís Resina, Luís Ribeiro, Helena Avelar e outros - assenta em erros metafísicos - como a teoria das 12 casas e das regências planetárias, a ignorância do significado político, económico, religioso, artístico, geográfico, etc, de cada um dos 360º do Zodíaco - e transforma-se quase sempre, num discurso vago, simbólico, místico, que não é sério nem interessa a quem, como nós, edifica a ciência astrológica do rigor historicista, matematizável, suprema ontologia.

 

Note-se que, nos livros que publicam, estes astrólogos tradicionais/comerciais omitem, na bibliografia, qualquer referência às minhas obras de Astrologia Histórico-Social que explanam as duas teorias que transformam a Astrologia em ciência exacta ou quase exacta: a teoria do significado político, económico, religioso, artístico, técnico,biofísico de cada um dos 360 graus do Zodíaco e a teoria dos graus e minutos numericamente homólogos entre si. Não é só a típica inveja profissional portuguesa que explica esta omissão. Ela exprime a aliança astrólogos «humanistas» anti historicistas/ professores universitários e liceais anti astrologia/ igreja católica e outras/ jornalistas e editores servis e corruptos/ burguesia ávida do máximo lucro contra a astrologia da predestinação absoluta ancorada em factos sociais indesmentíveis.

 

  

 
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Domingo, 10 de Junho de 2012
Uma previsão de Astrologia Histórica: Espanha-Alemanha, a final do Europeu em 1 de Julho de 2012

 

É possível a previsão científica com base na Astrologia? Sim, se se tratar de Astrologia Histórico-Social, rigorosamente fundada em milhares de dados empíricos - a Astrologia que pratico e desenvolvi com inovadoras teses chave, fazendo-a entrar definitivamente nas categorias de ciência da história humana e planetária e de teoria da predestinação absoluta.

 

A astrologia que aqui desenvolvo não tem praticamente nada em comum com a astrologia comercial e a astrologia tradicional, anti historicista, de Paulo Cardoso (comerciante de "horóscopos"), Maria Flávia Monsaraz, Luís Resina, Cristina Candeias, Helena Avelar, Luís Ribeiro e outros psico-astrólogos que a burguesia difunde ao grande público em programas televisivos, revistas, jornais e livros. A Astrologia Histórico-Social que construo é alvo de uma feroz censura nos media, nos departamentos universitários de filosofia, astronomia, história, sociologia e respectivas publicações. Querem confundi-la com a astrologia comercial e o charlatanismo retórico dos "signos"...

 

Mostrarei como é possível a partir de exemplos históricos empíricos, concretos, induzir regularidades ou leis parcelares astro-sociais.

 

Quais são as posições do Sol e dos planetas em 1 de Julho de 2012, dia da final do Europeu de futebol 2012? São as seguintes, às 0 e 24 horas: Sol em 9º 34´/ 10º 31´ de Caranguejo, Mercúrio em 5º 19´ / 6º 15´ de Leão, Vénus em 7º 42´/ 7º 51´de Gémeos, Marte em 20º 41´/ 29º 12´ de Virgem, Júpiter em 4º 16´/ 4º 28´ de Gémeos, Saturno em 22º 47´/ 22º 48´ de Balança, Úrano em 8º 29´ de Carneiro, Neptuno em 2º 59´/ 2º 58´de Peixes, Plutão em 8º 14´/ 8º 12´ de Capricórnio.

 

Se compararmos o Zodíaco ao mostrador de um relógio, o signo de Carneiro (30º de arco) equivale ao arco entre as 12 horas e a 1 hora no mostrador, o signo de Touro ao arco entre a 1 e 2 horas no mostrador, o signo de Gémeos ao arco de 30º entre as 2 e as 3 horas, no mostrador, e assim sucessivamente. Os signos são divisões astronómicas da coroa circular do céu, de 30º cada, e estão todos em simultâneo no círculo celeste. Nada importa que não correspondam às constelações que levam o mesmo nome que eles.

 

 

Em 1 de Julho de 2012, Mercúrio estará no signo de Leão. Que dados extraímos, por indução, da história recente do futebol?

 

MERCÚRIO NO SIGNO DE LEÃO (NO ARCO DE 120º A 150º DA ECLÍPTICA, NA ASTRONOMIA):

 

AZARES DA ALEMANHA, VITÓRIAS DA ESPANHA E GRÉCIA

 

 

Em 30 de Julho de 1966, com Mercúrio em 4º 1´/ 3º 20´ de Leão, a Inglaterra vence por 4-2 a Alemanha Federal, na final do campeonato mundial em Londres; em 29 de Junho de 1986, com Mercúrio em 2º 2´/ 2º 47´ de Leão, a Argentina conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 1-0 a República Federal da Alemanha no Estádio Azteca, na cidade do México.

 

 

Em 4 de Julho de 2004, com Mercúrio em 29º de Carangejo e 0º de Leão, a Grécia vence Portugal por 1-0 na fnal do campeonato da Europa de futebol; em 11 de Julho de 2010, com Mercúrio em 2º 31´ / 4º 24´ de Leão,  na final do campeonato de mundo de futebol, a Espanha vence a Holanda por 1-0.

 

É óbvio que os exemplos são escassos. Mas sugerem uma direção mais forte de probabilidades: se a Alemanha estiver na final de 1 de Julho, estes exemplos sugerem que perderá... 

 

Que dados permitem induzir a presença da Alemanha como finalista em 1 de Julho? Vários. Entre eles, a presença de Saturno em 22º 47´/ 22º 48´ de Balança.

 

PONTO 22º 30´/ 22º 50´ DE QUALQUER SIGNO:

ALEMANHA

 

A passagem de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 22º 30´ a 22º 50´ de qualquer signo zodiacal é condição necessária mas insuficiente para destacar a Alemanha.

 

Em 30 de Janeiro de 1933, com Júpiter em 22º 26´/22º 30´ de Virgem, Adolf Hitler toma posse como chanceler da Alemanha republicana, minada já pelas forças da direita e extrema-direita reaccionárias; em  30 de Julho de 1966, com Nodo Norte da Lua em 22º 36´/ 22º 26´ de Touro, a Inglaterra vence por 4-2 a Alemanha Federal, na final do campeonato mundial em Londres; em 29 de Junho de 1986, com Júpiter em 22º 33´/ 36´ de Peixes, a Argentina conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 1-0 a República Federal da Alemanha no Estádio Azteca, na cidade do México; em 8 de Julho de 1990, com Saturno em 22º 31´/ 27´ de Capricórnio, a República Federal da Alemanha conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 1-0 a Argentina no Estádio Olímpico, em Roma. 

 

 

GRAUS 7º DE GÉMEOS E 29º DE VIRGEM:

ESPANHA, ENTRE OUTROS

 

Embora cada grau do Zodíaco signifique em simultâneo várias entidades, a presença em simultâneo de Vénus em 7º de Gémeos e de Marte em 29º de Virgem no dia 1 de Julho de 2012, evoca Espanha em determinados exemplos históricos:

 

A)Em 15 de Junho de 1977, com Mercúrio em 7º de Gémeos, realizam-se em Espanha as primeiras eleições legislativas livres desde 1936, sendo a vitória da União do Centro Democrático do primeiro-ministro Adolfo Suárez. 

 

B) Em 11 de Julho de 2010, com Saturno em 29º de Virgem, a Espanha sagra-se campeã do mundo em futebol ao vencer por 1-0 a Holanda.

 

Poderá questionar-se a exiguidade da amostra e contestar a legitimidade da indução...

 

 

Portanto, a previsão que elaboro é a seguinte: Espanha e Alemanha deverão ser os finalistas do Europeu e a vitória será,provavelmente, da Espanha. Esta previsão pode falhar? Sim, porque há outras variáveis - ciclos planetários, ângulos interplanetários -  que não estou a levar em consideração. Mas, mesmo que falhe a previsão, fiz aqui a prova concreta de que a Astrologia Histórico-Social é ciência porque extrai leis astro-sociais dos factos segundo o princípio seguinte: factos histórico-sociais similares possuem em comum uma ou mais coordenadas planetário-zodiacais similares quanto à área do Zodíaco ocupada ou quanto à numeração de graus e minutos de arco.

 

Denunciemos, uma vez mais, a ignorância dos filósofos e dos astrólogos em geral sobre a astrologia histórica, sobre a predestinação de toda a vida humana, individual e colectiva, pelo compasso planetário: Descartes - mas não Aristóteles, nem Marco Aurélio nem Galileu nem Kepler- Kant, Nietzche, Hegel, Husserl, Heidegger, Russel, Witgenstein, Sartre, Rawls, falharam a racionalidade holística, a compreensão de que os movimentos dos planetas no Zodíaco determinam praticamente a totalidade dos fenómenos sociais, biofísicos, culturais no planeta Terra.

 

Mas enquanto que no Renascimento havia liberdade de produzir astrologia ao nível das universidades, hoje, sob o «racionalismo» iluminista - que vê, ao pormenor, as luzes das cidades, dos centros comerciais e das emissões de televisão mas não vê, de forma holística, a luz dos planetas e das estrelas semeadas ao longo dos doze signos do Zodíaco -  a Astrologia Histórica é vergonhosamente silenciada pelo totalitarismo das ciências oficiais, das universidades e dos grandes media (excepto a internet).

 

Os meus livros «Sincronismos Cabala e Graus do Zodíaco» (Estampa, 2001), «Astrología y guerra civil de España de 1936-1939» (Edição de autor, Beja, 2006), «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia, Astrolgy and Accidents in USA» (edição de autor/Publidisa, 2008) que consubstanciam o salto qualitativo da Astrologia tradicional, semi científica, para a Astrologia científica Histórico-Social, são pura e simplesmente ignorados, colocados no Index informal do silêncio - método aliás usado pelos adversários deste blog que mostra as insuficiências racionais do pensamento de Platão, Heidegger, Ortega y Gasset, Deleuze, Blackburn, Russel, Witgenstein, Singer, e tantos outros.

 

Promotores, ou cúmplices através do silêncio, desse totalitarismo universitário ( fascismo epistemológico: censura-se ou expulsa-se da universidade quem aí quiser apresentar a astrologia como ciência do determinismo) são os catedráticos de filosofia, sociologia e história e os  autores de livros de filosofia e comentadores televisivos da "cultura" de que dou alguns exemplos: ao nível internacional, Anthony Kenny, Michael Smith, Zizek, Simon Blackburn, Steven Pinker, Nigel Warburton, Gianni Vattimo, Marc Guillaume, Alan Badiou, Luc Ferry, Ruwen Ogien, Jean Pierre Dupuy, Jean Vassal, entre outros; ao nível lusitano, José Gil, Eduardo Lourenço, Vítor Correia, António Zilhão, José Barata-Moura, José Matoso, Borges Coelho, José Hermano Saraiva, José António Saraiva, Nuno Rogeiro, Olivier Feron, José Caselas, Porfírio Silva, Viriato Soromenho Marques, Ricardo Silva, Joana Pontes, Luís Andrade, Vítor Guerreiro, Ricardo Santos, João Branquinho, Dina Mendonça, Luis Bernardo, Desidério Murcho, Pedro Galvão, Alexandre Franco de Sá, Marcelo Rebelo de Sousa, Paula Moura Pinheiro, Mário Crespo, António Barreto, José Pacheco Pereira, Francisco Pinto Balsemão, Francisco José Viegas.

 

Eis a ironia do destino: milhares de universidades respeitadas ignoram, no seu obscurantismo iluminista, a astrologia como ciência da história e este blog de um simples licenciado em filosofia - eu - desvenda a verdade do determinismo astral sobre os factos sociais e terrestres. Estamos na verdade, que pesquisamos arduamente, e essa é que conta (internalismo) mas não temos força social (editores poderosos, grandes media, catedráticos do nosso lado) para implantar no público a nossa concepção holística, objectiva, e vê-la socialmente reconhecida (externalismo). Mas a vida é assim mesmo. Mais vale ser muito bom e estar isolado do que ser medíocre ou suficiente e estar nas boas graças do mundo, da burguesia editorial e seus jornalistas corrompidos, e do grande público impensante.

 

 

NOTA DE 30 DE JUNHO DE 2012, POSTERIOR À ESCRITA DESTE ARTIGO - Em 29 de Junho de 2012, a Itália eliminou a Alemanha por 2-1, desfazendo em parte o carácter científico da previsão que eu fizera de que a Espanha e a Alemanha seriam as finalistas do Europeu em 1 de Julho de 2012. Isso bastou para que alguns professores de filosofia, do vasto e obtuso partido anti-astrologia, como Sérgio Lagoa e Rui Areal, me rotulassem, de má fé e precipitadamente, de "charlatão". Mas onde está o charlatanismo, se acima eu admiti que a previsão era falível? Charlatanismo seria eu escrever uma coisa do género: «É infalível que a Alemanha e a Espanha serão as finalistas, eu nunca me engano.»

 

Mas o que escrevi foi outra coisa: «Esta previsão pode falhar? Sim, porque há outras variáveis - ciclos planetários, ângulos interplanetários -  que não estou a levar em consideração. Mas, mesmo que falhe a previsão, fiz aqui a prova concreta de que a Astrologia Histórico-Social é ciência porque extrai leis astro-sociais dos factos segundo o princípio seguinte: factos histórico-sociais similares possuem em comum uma ou mais coordenadas planetário-zodiacais similares quanto à área do Zodíaco ocupada ou quanto à numeração de graus e minutos de arco.»

 

A par disto, note-se que tanto Lagoa como Areal esconderam que a minha previsão acertou pelo menos em 50%: a Espanha é finalista, como se comprovou em 27 de Junho com o triunfo da Espanha sobre Portugal. Não parece que sejam intelectualmente honestos. O seu imperativo é a todo o custo fazer crer que não há determinismo planetário na vida social e biofísica e desqualificar, com falácias ad hominem, o investigador de história mediante os ciclos dos planetas. São fanáticos anti-astrologia, fanáticos do livre-arbítrio que julgam o homem como «centro do universo, deus criador, dotado de liberdade de decidir», ignorantes porque nunca estudaram o assunto...

 

Não é o falhanço de uma previsão - ou duas, quatro, dez ou vinte - que retira carácter científico à nossa Astrologia Histórico-Social ou Astronomia Sócio-Política, do mesmo modo que o falhanço em uma ou duas ou quatro operações cirúrgicas não autoriza a qualificar de «charlatão» um cirurgião experiente que operou com êxito milhares de pessoas. Desafio seja quem for a refutar globalmente os meus livros «Astrologia Cabala e Graus do Zodíaco» (Estampa, 2001) e «Acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia, Astrology and Accidents in USA» ( Publidisa/ Edição de Autor, 2008) que expõem centenas, talvez mesmo mais de mil leis astronómico-sociais com exemplos históricos datados. É preciso ler e estudar para estar habilitado a refutar, Lagoa e Areal! Vocês, tal como os velhos inquisidores de que são a sombra remanescente, já perderam a guerra contra o empiro-racionalismo holístico astronómico-astrológico...

 

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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Sismo em Portugal em 17-18 de Julho de 2012? ( Da legitimidade da Astrologia Histórico-Biofísica e do obscurantismo universitário)

As leis astronómico-biofísicas, que tive o privilégio de descobrir há anos, apontam para uma possibilidade razoavelmente forte de sismo em Portugal nos dias 17 ou 18 de Julho de 2012. Como não sou um pseudo astrólogo sensacionalista mas um investigador - possivelmente, o melhor do mundo nesta área - aqui vão as razões que fundamentam a previsão.

 

A) Em 17 de Dezembro de 2009, com Saturno em 3º 58´/ 4º 1´de Balança, às 01:37:47h, um sismo abala Portugal e toda a Península Ibérica numa intensidade de 6,0 na escala de Richter, tendo o epicentro no mar, a 30 km de profundidade e a Oeste de Gibraltar, cerca de 185km a Oeste de Faro e 264 km a Sudoeste de Lisboa, sendo seguido de dezasseis réplicas.

 

B) Em 8 de Fevereiro de 2010, com Saturno em 4º 5´/ 4º 2´ de Balança, a TVI emite “Catástrofe Anunciada”, uma reportagem de Carlos Enes sobre um possível grande sismo em Portugal.

 

C) Em 2 de Novembro de 2010, com Marte em 3º 23´/ 4º 7´ de Sagitário, Nodo Norte da Lua em 4º 21´/ 4º 14´ de Capricórnio, ocorre um sismo de magnitude 2.1 (Richter) na região da Maia.

 

D)Em 17 e 18 de Julho de 2012, o Nodo norte da Lua estará 4º 6´/ 3º 54´ do signo de Sagitário...

Um sismo nesta última data em Portugal é uma probabilidade, obviamente.

 

Note-se que em 11 de Março de 1975, com Nodo norte da Lua em 4º 10´/ 3º 57´ de Sagitário, páraquedistas de Tancos, galvanizados pelo ex presidente da República António de Spínola, bombardeiam o Regimento de Artilharia 1, em Lisboa, base vermelha da esquerda revolucionária, havendo 2 mortos e uma guinada para a esquerda da revolução portuguesa, com a subsequente nacionalização de bancos e seguros portugueses. Foi um «sismo» político.

 

Contra estas e dezenas de milhar de outras evidências empíricas, as cátedras universitárias de filosofia (analítica, fenomenológica, estruturalista, marxista, etc) e a generalidade dos professores de filosofia continuam a negar a possibilidade e a realidade de uma ciência astrológica, de os movimentos dos planetas no Zodíaco determinarem, a cada momento, tudo o que sucede na Terra e no cosmos.  É a estupidez generalizada. Dizer que «é impossível haver uma radiação constante dos planetas que provoca os acidentes aéreos, marítimos e ferroviários, os golpes de estado, o nascimento, o crescimento, as mudanças profissionais e a morte de cada indivíduo» é uma afirmação de ignorantes, destituídos de conhecimentos empíricos, de imaginação científica, de racionalidade holística.

 

Descartes, Hume, Kant, Hegel, Nietzsche, Heidegger, Husserl, Einstein, Heisenberg, Quine, Samuel Kripke, Sartre, Foucault, Deleuze, Derrida, Nelson Goodman, Carl Sagan, Stephen Hawking nada sabiam ou nada sabem disto. Ainda que fossem filósofos ou matemáticos superiormente cultos e inteligentes em certas áreas do saber, eram medíocres na intuição da correlação entre as áreas do Zodíaco e os fenómenos sociais e biofísicos.

 

Como é possível que Simon Blackburn, Thomas Nagel, Anthony Kenny, Adela Cortina, José Gil, Eduardo Lourenço,  José Barata-Moura, Michel Renauld, João Branquinho, Ricardo Santos, Olivier Feron, Porfírio Silva, Viriato Soromenho Marques, Alexandre Franco de Sá, José Matoso, José Hermano Saraiva, José Pacheco Pereira, António Barreto e tantos outros ocupem cátedras de filosofia, de  história ou de sociologia se não sabem sequer traçar um horóscopo (mapa das posições dos planetas no Zodíaco em dada hora e dia)? Como é possível que se intitulem «professores doutores» se nada sabem do essencial, se olham, com olímpica indiferença e total ignorância, os planetas que determinam a vida na Terra e as suas existências pessoais e os comandam, até no mais ínfimo pormenor?

 

Os títulos dos catedráticos de filosofia são imerecidos. São, quase todos, néscios e arrogantes. Ridiculamente arrogantes. Apesar da sua diversidade relativa ("analíticos", "fenomenólogos", "neoaristotélicos", "marxistas", etc,) são todos do mesmo partido: o partido anti racionalismo holístico, isto é, o partido anti astrologia histórica como ciência determinista. A primeira lei da dialética afirma que «tudo é uno, no universo nada está isolado e todas as coisas se relacionam entre si» o que implica que o movimento dos planetas se correlaciona com os fenómenos terrestes: com o nascimento, o apogeu, a derrota ou a morte de pessoas singulares, de máquinas e instrumentos da tecnociência, de governos, de partidos e regimes políticos, de programas económicos, sociais e culturais, etc.

 

Extinga-se a universidade na área da filosofia e nada se perderá. Pelo contrário: abrir-se-ão torrentes de fontes de investigação vivas de que jorrarão edições de livros, debates públicos, artigos de revistas, blogs, etc. Não há autoridade em filosofia, excepto aquela que vem da empiricidade sólida (por exemplo, da investigação de milhares de factos históricos a partir da astronomia) e da racionalidade. As cátedras de filosofia fundam-se num modelo eclesial dogmático, funesto à descoberta da verdade. Nem papa, nem catedráticos de filosofia! Abaixo o «fascismo cultural» e a «realeza» dos doutorados impensantes!

 

Para que serve a filosofia institucional, universitária, se conduz uma campanha obscurantista, um verdadeiro fascismo no plano epistemológico, contra a ciência maior do cosmos, a astrologia histórica, social e biofísica, ciência que reduz a proporções ínfimas a importância da lógica proposicional e de toda a estéril especulação? Eles, os catedráticos, não permitem a entrada da Astrologia Histórica na universidade. Episódio recente: o secretariado das IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia, do grupo Krisis sediado na Universidade de Évora, impediu a apresentação, nas jornadas de Junho de 2012, de uma tese de astrologia histórica com evidentes implicações filosóficas. O obscurantismo e a censura reacionária inspiram pois, nesta importante temática do livre-arbítrio e do fatalismo de origem planetária, o grupo Krisis-Évora e os departamentos de filosofia universitária em geral, em todo o mundo.

 

E tu, que és professor de filosofia do ensino secundário e ignoras que pelo menos três revoluções/golpes militares de esquerda eclodiram em Portugal quando Júpiter percorria o signo de Peixes - a revolução liberal de 24 de Agosto de 1820, com Júpiter em 16º do signo de Peixes, a revolução popular republicana de 14 de Maio de 1915, com Júpiter em 22º do signo de Peixes, e a revolução de 25 de Abril de 1974, com Júpiter em 10º do signo de Peixes - como podes continuar a mentir aos teus alunos dizendo que «não há provas de que haja uma ciência astrológica»? Não te dás conta da ignorância em que vives e que propagas à tua volta? És um racionalista? Ou um obscurantista?

 

Julgas-te iluminista, filósofo, racional,  porque ingenuamente acreditas nas mentiras de Descartes, Nietzsche, Heidegger, Popper, Blackburn, Kenny, Deleuze, Gilson, Goodman, Russel, Witgenstein, Foucault e tantos outros sobre a astrologia. Endeusas filósofos que eram ou são homenzinhos ignorantes em muitos aspectos. E, tal como eles, nunca investigaste a história social com tabelas astronómicas, e, portanto, nada sabes. Isso prova o quão impensante és, uma ovelha de um grande rebanho de filósofos, catedráticos e professores de filosofia do ensino secundário que viveram ou vivem na obscuridade sobre o destino que os espera e à humanidade, sobre os mecanismos planetários que modelam os factos terrestres dia a dia.

 

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Sexta-feira, 4 de Maio de 2012
Censura prévia nas IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia do grupo Krisis- Évora: o rosto do fascismo epistemológico e académico

 

O grupo Krisis Évora censurou, num estilo similar ao da Inquisição que outrora teve sede em Évora, uma comunicação diferente do comum  às IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia que terão lugar em meados de Junho de 2012 na Universidade de Évora. Nas faculdades de filosofia contemporâneas não se pode discutir livremente todos os assuntos que requeiram reflexão profunda: há tabus, há constrangimentos ditados ora pela ideologia oficial da faculdade ou do Estado que a financia, ora pelos interesses de carreira do catedrático A ou B que não admite sofrer contestação. O teor do convite à participação nas IV Jornadas foi o seguinte "call for papers":

 

 

Universidade de Évora

 

14, 15 e 16 de Junho de 2012

 

  

            O grupo KRISIS, em colaboração com o Departamento de Filosofia da Universidade de Évora, e o Instituto de Filosofia Prática organiza as IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia, a ter lugar em Évora (Portugal).

 

 

As Jornadas serão estruturadas de acordo com o seguinte tema:

 

– Cartografias da Filosofia para o séc. XXI

 

           

            O objetivo das Jornadas é abrir um espaço onde os investigadores das diversas áreas da filosofia possam interrogar a pertinência dos seus trabalhos de investigação, lançando assim o desafio para uma reflexão acerca do futuro da filosofia e da validade atual das suas diversas formas de manifestação.

           

Para participar é necessário enviar uma proposta de 300 palavras, acompanhada dos dados pessoais (nome, habilitações e instituição), até ao dia 30 de Abril de 2012, dirigido a: krisis.evora 

 

A lista dos trabalhos selecionados será divulgada até ao dia 5 de Maio de 2012.

 

            As comunicações não deverão exceder os 20 minutos de exposição, a que se seguirá um período de discussão. As línguas oficiais do encontro são: português, espanhol, francês, inglês e italiano.

 

            Na expetativa de que venham a juntar-se a esta iniciativa.

 

            Os nossos melhores cumprimentos.

 

 

 

Comissão Organizadora: José Caselas, Miguel Antunes, António Caselas, Irene Pinto Pardelha, Moisés Ferreira, Luizete Dias

Comissão Científica:

Olivier Feron,

Eduardo Pellejero,

Irene Viparelli

 

 

Como investigador de filosofia que sou, candidatei-me às jornadas, enviando, em 25 de Abril de 2012, a seguinte síntese da minha comunicação:

 

 

Astrologia Histórico-Social: uma ciência que inflectirá a trajectória da filosofia                                           
 
por Francisco Limpo Queiroz

 

1.  A teoria das áreas zodiacais.
A astrologia histórico-social está isenta dos equívocos e do misticismo da astrologia tradicional: é o estudo dos factos histórico-sociais mediante o uso das tabelas astronómicas (efemérides), assinalando as posições dos planetas em cada um desses factos. É astronomia histórico-social. Esse estudo detecta impressionantes regularidades, leis planetário-geofísico-sociais. É o regresso da concepção estóica do tempo cíclico, apoiada agora num manancial de dezenas de milhar de factos históricos precisos. Cada signo do Zodíaco – arco de 30º do céu - divide-se em áreas cada uma das quais representa vários países, localidades, entidades políticas e religiosas e outras. Exemplo: a área 10º-11º de Caranguejo (graus 100 e 101 da longitude eclíptica) designa entre outras entidades o Peru. Este conhecimento obtém-se por indução a partir de uma multiplicidade de factos empíricos: em 24 de Maio de 1940, com Vénus em 10º 34´/ 58´ de Caranguejo, um sismo de de magnitude 8,1 Richter sacode o Perú; em 31 de Maio de 1970, com Marte em 10º 5´/ 11º 17´de Caranguejo, um sismo de magnitude 7,8 Richter atinge Ancash, no Perú, provocando 66 794 mortos; em 22 de Abril de 2002, com Júpiter em 9º 34´/ 9º 43´ de Caranguejo, um sismo de magnitude 4,4 Richter gera 1 morto no Perú.
 
2. O mesmo tipo de factos históricos é produzido por vários ciclos planetários simultâneos. Isso explica o carácter probalístico da previsão mas não implica que o fluxo de acontecimentos, ontológico, seja contingente e alterável.

 

3. A predestinação absoluta dos factos sociais e biofísicos, detectável na movimentação dos planetas e a eliminação da noção de livre-arbítrio: uma mudança de paradigma na cartografia da filosofia no século XXI. A filosofia pode zelar pela astrologia histórico-social predestinacionista – necessidade ontológica – do mesmo modo que tem zelado pela lógica e pela necessidade lógica.»

 

Recebi, no dia 1 de Maio de 2012, um e-mail do grupo Krisis /Évora negando-me a possibilidade de participar nas jornadas, de expor em detalhe as teses aqui resumidas. O e-mail diz o seguinte:  

 

«Caro Investigador
 
A Comissão Científica das Jornadas considerou que a sua proposta não se adequa ao espírito destas IV Jornadas, visto que não é consistentemente assumido um enquadramento filosófico que suporte a análise da temática apresentada; não é clara a relação existente entre a proposta e as orientações do call for papers.
 
Cumprimentos
José Caselas»

 

 

É pura sofística a argumentação de José Caselas e do secretariado do Krisis/Évora. Não há um enquadramento filosófico que suporte a análise da temática apresentada? Mas é óbvio que há: o enquadramento é a filosofia/ontologia presdestinacionista, do determinismo absoluto.  Parte-se de factos históricos concretos, verifica-se que factos similares ocorrem segundo posições planetárias similares e infere-se que há determinismo planetário que reduz ou faz mesmo desaparecer o chamado livre-arbítrio. Isto é claro. É uma direção de pesquisa filosófica. A investigação de história segundo a astronomia é, simultaneamente, uma tarefa científica e filosófica e constitui uma direcção fundamental do trabalho filosófico já que esclarece muito sobre o grau de liberdade e determinismo nos fenómenos humanos e biofísicos. Interessa a todos os que buscam a verdade, com seriedade. Se estivesse de boa fé, a "comissão científica" das jornadas - Olivier Feron, Eduardo Pellejero, Irene Viparelli - acolhia com agrado, ou no mínimo, com tolerância, a tese que propus.

 

Sucede que os membros do grupo Krisis, como os professores catedráticos em geral, são ignorantes em matéria de astronomia e conjugação desta com os factos histórico-sociais (astrologia histórico-social) e não suportam a ideia de que nas suas "Jornadas de Investigação" alguém os suplante ou expenda uma ideologia/ciência diametralmente oposta à deles. Recorrem, pois, à censura. Não abrem espaço nenhum à reflexão livre, ao contrário do que proclamam no "call for papers" acima. Não permitem  que se possa expor as teses que os incomodam. Nem 20 minutos podem conceder a quem os confronta teoreticamente. É a pura ditadura da cátedra. A ditadura dos medíocres, arrogantes e sem grandeza de alma e de inteligência.

 

Corrupção nos Departamentos de Filosofia: para salvar prestígios de professores auxiliares e catedráticos, elimina-se o pensamento dissidente. Aqueles que nada sabem sobre as movimentações dos planetas no círculo celeste do Zodíaco e suas implicações causais e filosóficas na vida na Terra censuram quem sabe mais do que eles no assunto, quem tem ideias a apresentar. Eis o ridículo, o grotesco destas coisas chamadas "IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia" e "Departamento de Filosofia da Universidade de Évora".

 

UM FASCISMO EPISTEMOLÓGICO REINANTE NA FILOSOFIA NAS UNIVERSIDADES: A PROIBIÇÃO DE INVESTIGAR E DEBATER AS LEIS ASTRONÓMICO-SOCIAIS (A ASTROLOGIA HISTÓRICA) 

 

Esta é uma realidade de que poucos se dão conta, de tão embrenhados que estão na ilusão de que a instituição universitária da filosofia é a cúpula do saber. Dá-se como verdade indiscutível que «os astros não determinam a vida dos seres humanos, porque estes são livres, racionais e imprevisíveis» e que «é impossível que o movimento dos planetas cause a queda de aviões ou fugas radioactivas em centrais nucleares ou atentados a governantes ou greves operárias nos dias X, Y ou Z, até porque Carl Sagan, Karl Popper e Hubert Reeves declararam que a astrologia é uma impostura, não é e nunca poderá ser ciência». Isto são argumentos de seres impensantes. De seres que nunca investigaram o assunto. Mas tão arraigadas estão estas convicções que originaram um fascismo epistemológico que contamina a totalidade dos filósofos e professores universitários (exceptuo Paul Feyerabend e algum outro): é proibido defender teses na universidade favoráveis à astrologia como ciência da história e nenhum mestrado ou doutoramento se autoriza nesse sentido.

 

Segundo me disseram, há anos numa universidade francesa uma tese de doutoramento sobre a astrologia como ciência foi aprovada por um júri de razão aberta mas rapidamente foi anulada por pressão do colégio universitário porque era heterodoxa. As universidades, em especial nas ciências humanas, são as igrejas laicas de hoje e os professores catedráticos equivalem aos bispos, cardeais e papas do catolicismo de cuja infalibilidade não se pode duvidar. O título de «professor doutor», que Platão e Aristóteles não usavam, equivale ao de «sua eminência» e ao de «sua santidade» que os cardeais e papas usaram e usam. Não há autêntica liberdade de gestação e de expressão do pensamento onde ela deveria existir no mais alto grau: nas faculdades de filosofia, nas universidades. O peso sombrio das togas e dos títulos dos docentes esmaga o livre pensamento, em nome da autoridade. É uma verdadeira idade das trevas, em nome do iluminismo.

 

Sucede que, em Junho de 2001, a editorial Estampa publicou uma obra da minha autoria intitulada «Sincronismos, cabala e graus do Zodíaco» que demonstra com múltiplos factos empíricos, pela primeira vez na história mundial, a existência de significativas correlações entre as posições dos planetas no Zodíaco e a ocorrência de acidentes na aeronáutica, na ferrovia, na indústria, em Portugal, Espanha, EUA, França, etc, a existência de leis planetário-biofísico-sociais. Um livro chave na ciência que, juntamente com outro livro do mesmo autor " Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia, Astrology and accidents in USA" (Publidisa, 2008), fundamentam o determinismo planetário que impera em todos os fenómenos terrestres e celestes.

 

A meu ver, que sou suspeito, embora auto-crítico quanto baste, estes dois livros são muito mais substanciais em saber e mais inovadores do que qualquer tese de doutoramento jamais aprovada nas universidades portuguesas, do que as obras completas de Peter Singer, José Gil, Eduardo Lourenço, Thomas Nagel, Giles Deleuze, Bertrand Russell e outros. Desde a teoria da relatividade de Einstein, esta Astrologia Histórico-Social que os deuses ou o destino ateísta me inspiraram - que  nada tem em comum com a psico e a pseudoastrologia de Paulo Cardoso, Maria Flavia Monsaraz, Luís Resina, Cristina Candeias e outros astrólogos comerciais - é a maior revolução científica na cosmologia e na filosofia.

 

É pena que o editor Estampa, Manso Pinheiro, não tivesse usado a Feira de Frankfurt ou outra para conseguir a tradução e edição do «Sincronismos, cabala e graus do Zodíaco» nos EUA, França ou Grã Bretanha, e é pena que o autor, talvez por alguma inabilidade social, não tenha conseguido expandir o livro noutros países. Consta que um exemplar deste livro está na biblioteca do Congresso dos EUA mas não consta que algum exemplar se encontre nas bibliotecas das universidades portuguesas e brasileiras, nem mesmo nos departamentos de filosofia que, por essência, deveriam acolher o caleidoscópio das teorias especulativas, em particular as heresias científicas. 

 

Para levar a reflexão aos que ignoram a Astrologia Histórico-Social dos meus livros, eis algumas leis astrológicas que a investigação que há décadas levo a cabo, laboriosamente, permitiu decantar ( se alguém duvidar das posições dos planetas nas datas que indico, consulte as Swiss Ephemeris ou outras através do google): 

 

ÁREA 0º-1º DE CARNEIRO:

ISRAEL

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 0º-1º do signo de Carneiro é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis em Jerusalém, Israel.

 

Em 9 de Março de 2002, com Vénus em 1º 9´/ 2º 23´ de Carneiro, o suicida palestiniano Fouad Hurani, de 20 anos, explode na cafeteria «Moment» em  Jerusalem perto da casa de Ariel Sharon, gerando 11 mortos e 50 feridos; em 21 de Março de 2002, com Sol em 0º 11´/ 1º 11´ de Carneiro, um atentado executado por um palestiniano suicida em Jerusalém faz 3 mortos; em 29 de Março de 2002, com Mercúrio de 28º 51´ de Peixes a 0º 44´ de Carneiro, a palestiniana suicida Ayat Akhras, de 18 anos de idade, explode a bomba que traz colada ao corpo matando-se  bem como a um guarda israelita e a uma jovem , de 17 anos e ferindo outras 20 pessoas no exterior de um supermercado em Jerusalém.

 

 

ÁREA 13º-15º DO SIGNO DE CARNEIRO:

VÉNUS, SISMO NO IRÃO

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 13º-15º do signo de Carneiro é condição necessária, mas insuficiente, para destacar o planeta Vénus e gerar sismos no Irão.

 

Em 26 de Março de 1972, com Mercúrio em 14º 44´/ 11´ de Carneiro, é lançada em direcção a Vénus a sonda soviética Venera 8; em 8 de Junho de 1975, com Marte em 13º 10´/ 55´ de Carneiro, é lançada em direcção a Vénus a sonda soviética Venera 9.

 

Em 6 de Maio de 1930, com Urano em 13º 13´/ 16´ de Carneiro, um sismo no Irão extermina 2 600 pessoas; em 21 de Junho de 1990, com Marte em 14º 59´/ 15º 41´ de Carneiro, um sismo com magnitude 7,7 na escala de Richter, nas províncias de Gilan e Zanyan, no Noroeste do Irão, arrasa 17 vilas, 1 871 aldeias e provoca cerca de 37 000 mortos e 100 000 feridos.

 

 

ÁREA 14º-19º DO SIGNO DE TOURO:

 

PERÚ

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 14º-19º do signo de Touro é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis no Perú.

 

Em 21 de Maio de 1950, com Mercúrio em 20º 0´/ 19º 35´ de Touro, um sismo de magnitude 6 Richter causa 100 mortos em Cuzco, Perú; em 17 de Outubro de 1966, com Nôdo Norte da Lua em 16º 17´/ 18´ de Touro, Mercúrio em 15º 27´/ 16º 44´ de Escorpião, um sismo de magnitude 7,7 Richter abala o Perú; em 31 de Maio de 1970, com Mercúrio em 16º 1´/ 48´ de Touro, um sismo de magnitude 7,8 Richter atinge Ancash, no Perú, provocando 66 794 mortos; em 30 de Maio de 1990, com Mercúrio em 13º 57´/ 14º 52´de Touro, um sismo de magnitude 6,5 Richter causa 135 mortos no norte do Perú; em 23 de Junho de 2001, com Vénus em 16º 30´/ 17º 33´ de Touro, um sismo de magnitude 6,5 Richter gera 75 mortos confirmados na região de Arequipa, Camana, Tacna e Chala, no Perú, 64 desaparecidos no tsunami que o acompanha, 560 feridos e 12 000 desalojados, também sentido no sul do Perú e norte do Chile e Bolívia; em 22 de Abril de 2002, com Mercúrio em 17º 3´/ 18º 51´ de Touro, um sismo de magnitude 4,4 Richter gera 1 morto no Perú.

 

ÁREA 26º-29º DE GÉMEOS:

IRÃO

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 26º-29º do signo de Gémeos é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis no Irão.

 

Em 3 de Julho de 1987, com Vénus em 26º 33´/ 27º 46´ de Gémeos, um navio da frota norte-americana no Golfo Pérsico abate com um míssil um avião civil iraniano, com 289 pessoas a bordo; em 3 de Junho de 1989, com Vénus em 27º 54´/ 29º 7´ de Gémeos, morre de cancro o ayatolá Khomeiny, líder espiritual da revolução islâmica no Irão; em 21 de Junho de 1990, com Sol de 29º 22´ de Gémeos a 0º 20´ de Caranguejo, um sismo com magnitude 7,7 na escala de Richter, nas províncias de Gilan e Zanyan, no Noroeste do Irão, arrasa 17 vilas, 1 871 aldeias e provoca cerca de 37 000 mortos e 100 000 feridos. 

 

 

ÁREA 28º-29º DE CARANGUEJO:

  

CASTELO BRANCO

 

A área 28º-29º de Caranguejo faz eclodir acidentes de comboio em Castelo Branco.

 

Em 12 de Julho de 1984, com Nôdo Vénus em 27º 0´/ 28º 14´ do signo de Caranguejo, um comboio de mercadorias abalroa um automóvel numa passagem de nível em Castelo Branco provocando um morto e um ferido grave;em 14 de Abril de 2000, com Nôdo Norte da Lua em 29º 53´/ 29º 49´ do signo de Caranguejo duas carruagens de um comboio de mercadorias descarrilam junto da antiga passagem de nível do Bairro do Barrocal,em Castelo Branco, sem causar feridos, o que leva a CP a proceder ao transbordo rodoviário de passageiros entre Rodão e Covilhã.

 

 

ÁREA 24º-28º DE LEÃO:

 

TURQUIA, ATENTADO A HITLER E A SIDÓNIO PAIS

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 24º-28º do signo de Leão é condição necessária, mas insuficiente, para produzir incidentes ou acidentes notáveis na Turquia e atentados a Sidónio Pais e Adolf Hitler.

 

Em 18 de Agosto de 1949, com Sol en 24º 42´/ 25º 40´ de Leão, um terramoto causa 437 mortos na zona de Herzerun, na Anatólia, Turquia; em 19 de Agosto de 1966, com Sol em 25º 34´/ 26º  32´de Leão, um sismo causa 1 100 mortos e milhares de feridos na Anatólia oriental, Turquia; ; em 17 de Setembro de 1967, com Vénus em 27º 52´/ 27º 45´ de Leão, distúrbios durante um jogo de futebol em Kayseri, na Turquia, originam 44 mortos e mais de 600 feridos.

 

 

Em 14 de Dezembro de 1918, com Saturno em 28º 14´ de Leão, o presidente da República Portuguesa, Sidónio Pais, um protofascista, é abatido com três tiros por José Júlio da Costa, republicano radical, na estação do Rossio, em Lisboa; em 13 de Março de 1943, com Nodo Norte da Lua em 24º 39´ de Leão, uma bomba levada por um oficial, que supunha tratar-se de duas garrafas de licor, viaja, sem explodir, por avaria do detonador, no avião em que Hitler voa de Smolensko a Rastenburg, fracassando assim o atentado contra Hitler do general Henning von Tresckow e do tenente Fabian von Schlabrendorff; em 20 de Julho de 1944, com Júpiter em 28º 47´/ 28º 59´ de Leão, uma pasta com uma bomba colocada pelo conde Claus Schenk von Stauffenberg explode na sala do castelo de Rastenburg onde Hitler mantinha uma reunião com os seus oficiais generais, ficando ferido o ditador alemão e morrendo alguns dos presentes.

 

 

 

ÁREA 6º-9º DE VIRGEM:

HAMBURGO, SARAJEVO,

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 6º-9º do signo de Virgem é condição necessária, mas insuficiente, para produzir atentados ou acidentes notáveis em Hamburgo e Sarajevo. 

 

Em 4 de Maio de 1979, com Saturno em 7º 6´ de Virgem, Elizabeth Von Dyck membro grupo de extrema esquerda Baader-Meinhoff, é abatida a tiro pela polícia ao tentar sacar a sua arma em Hamburgo; em 2 de Setembro de 1985, com Sol em 9º 28´/ 10º 26´ de Virgem, bombas danificam duas empresas na Alemanha, uma em Dortmund e a outra em Hamburgo; em 19 de Abril de 1991, o jovem Matias Rust é condenado pelo tribunal de Hamburgo a dois anos e meio de prisão por ter ferido gravemente à facada uma aluna de enfermagem de 18 anos que rejeitara as suas propostas amorosas; em 2 de Dezembro de 1993, com Quiron em 8º 51´/ 8º 54´ de Virgem, o presidente von Weizäcker da Alemanha é agredido em Hamburgo; em 3 de Julho de 1994, com Quiron em 6º 13´/ 6º 19´ de Virgem, Vénus em 20º 34´/ 21º 43´ de Leão, Júpiter em 4º 46´ de Escorpião, de madrugada, sedes da polícia são atacadas com cocktails molotov em Hannover, Hamburgo, Oldemburgo, na Alemanha, como retaliação pela morte a tiro de um curdo de 16 anos perpetrada por um polícia.

 

 

Em 28 de Junho de 1914, com Nodo Sul da Lua em 7º 39´ de Virgem, numa praça de Sarajevo, capital da Bósnia, o arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono austro-húngaro e inspector geral das forças armadas, que minutos antes junto da estação devolvera com as mãos para a rua uma bomba atirada para a sua carruagem, é assassinado a tiro, tal como sua esposa Sofia von Hohenberg, por Gavrilo Princip, estudante liceal de 19 anos, que deseja vingar os sérvios da opressão a que o império os sujeita; em 28 de Agosto de 1995, com Vénus em 6º 10´/ 7º 24´ de Virgem, morteiros sérvios atingem o mercado de Sarajevo, Bósnia, causando 37 mortos e 90 feridos.

 

  

11º-14º  DE BALANÇA:

 

VIENA DE AUSTRIA

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 11º-14º do signo de Balança é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis em Viena de Áustria. 

 

Em 21 de Dezembro de 1975, com Plutão em 11º 32´/ 11º 33´ de Balança, Ilich Sánchez Ramírez, venezuelano conhecido como «Carlos», e mais cinco pessoas, membros de um comando «braço armado da revolução árabe», entram no edifício sede da OPEP em Viena de Áustria, abatem a tiro três guardas de segurança e fazem 70 reféns, entre os quais onze ministros e chefes de delegações árabes que levarão consigo de avião para a Argélia; em 28 de Setembro de 1979, com Vénus em 13º 18´/ 14º 33´ de Balança, um incêndio destrói parcialmente um hotel em Viena de Áustria matando 26 pessoas; em 29 de Agosto de 1981, com Saturno em 8º 19´/ 25´ de Balança, Júpiter em 11º 5´/ 11º 17´ de Balança, um atentado da OLP contra uma sinagoga em Viena de Áustria causa 2 mortos.

 

 

ÁREA 1º-3º DE ESCORPIÃO:

REPRESSÃO NO BRASIL

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 1º-3º do signo de Escorpião é condição necessária, mas insuficiente, para gerar repressão policial mortal no Brasil.

 

Em 10 de Dezembro de 1943, com Vénus em 1º 53´/ 3º 1´ de Escorpião, a polícia dispara sobre uma passeata de estudantes em São Paulo exigindo a libertação de Hélio Mota, presidente do Directório Académico XI de Agosto, resultando 2 mortos e 25 feridos; ; em 4 de Novembro de 1969, com Mercúrio em 3º 48´/ 5º 27´do signo de Escorpião, morre numa emboscada numa rua de São Paulo, Carlos Marighella, líder da Aliança Libertadora Nacional, morrendo no tiroteio uma investigadora e sendo presas 17 pessoas, entre elas alguns frades beneditinos; em 16 de Dezembro de 1976, com Nôdo Norte da Lua em 2º 14´/ 15´ do signo de Escorpião, agentes do II Exército penetram numa casa em São Paulo e aí matam 3 dirigentes do Partido Comunista do Brasil.

 

ÁREA 0º-1º DE SAGITÁRIO (E POR VEZES 29º DE CAPRICÓRNIO E 0º-1º DE AQUÁRIO):

AUTO-ESTRADA LISBOA-SETÚBAL

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 0º-1º do signo de Sagitário e, por vezes, simultaneamente em 29º do signo de Capricórnio e 0º-1º do signo de Aquário é condição necessária, mas insuficiente, para causar acidentes na auto-estrada entre Lisboa e Setúbal. 

 

Em 27 de Janeiro de 1994, com Nodo Norte da Lua em 0º 49´/ 0º 38´ de Sagitário, Marte em 29º 5´/ 29º 52´ de Capricórnio, o choque de 21 veículos, em cadeia, na A2, entre Lisboa e Setúbal, causa 19 feridos; em 2 de Setembro de 1996, com Plutão em 0º 29´ de Sagitário, Júpiter em 7º 49´ de Capricórnio, Urano em 1º 3´/ 1º 11´ de Aquário, ao quilómetro 28 da A2, perto de Setúbal, um autocarro despista-se por rebentamento de um pneu do lado esquerdo e embate num automóvel ligeiro, resultando 40 feridos.

 

 

ÁREA 15º-22º DE CAPRICÓRNIO:

 

COLÔMBIA, ARMAZÉM OU CENTRO COMERCIAL

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 15º-22º do signo de Capricórnio é condição necessária, mas insuficiente, para originar acidentes notáveis ou atentados na Colômbia e em centro comercial algures no mundo.

 

Em 12 de Dezembro de 1979, com Vénus em 16º 39´/ 17º 53´ de Capricórnio, um sismo na Colômbia provoca 600 mortos; em 21 de Dezembro de 1980, com Marte em 22º 14´/ 23º 1´ de Capricórnio, uma bomba destrói um avião Caravelle na Colômbia, matando 68 pessoas; em 17 de Março de 1988, com Marte em 15º 54´/ 16º 35´ de Capricórnio, um avião Boeing 727 despenha-se na Colômbia, produzindo 137 mortos; em 19 de Maio de 1993, com Neptuno em 20º 58´ de Capricórnio, um avião Boeing 727 esmaga-se em Medellin, Colômbia, morrendo 133 pessoas.

 

 

Em 29 de Novembro de 1973, com Vénus em 22º 45´/ 23º 37´ de Capricórnio, um incêndio num grande armazém em Kumamotto, Japão, causa 101 mortos; em 17 de Dezembro de 1983, com Mercúrio em 14º 38´/ 15º 19´ de Capricórnio, uma bomba potente explode nos armazéns Harrods, em Londres, matando 5 pessoas e ferindo 80; em 17 de Setembro de 1986, com Marte em 19º 22´/ 19º 47´ de Capricórnio, uma bomba lançada de um BMW branco contra o armazém de roupa Taiti, em Paris, causa 5 mortos e 60 feridos.

 

 

ÁREA 16º-19º DE AQUÁRIO:

SANTARÉM, ROCHA CONDE DE ÓBIDOS

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 16º-19º do signo de Aquário  é condição necessária, mas insuficiente, para originar acidentes de comboio em Santarém e na Rocha Conde de Óbidos.  

 

Em 19 de Janeiro de 1983, com Vénus em 16º 36´/ 17º 51´do signo de Aquário, um acidente ferroviário perto de Santarém provoca um morto e 8 feridos; em 2 de Maio de 1997, com Júpiter em 19º 37´/ 44´do signo de Aquário, um comboio descarrila na linha do Norte, a dois quilómetros de Santarém, devido à queda de uma catenária.

 

Em 17 de Junho de 1999, com Urano em 16º 32´/ 16º 30´ de Aquário, pelas 14.45 horas, na passagem de nível da Rocha Conde de Óbidos, entre Alcântara e Santos, uma mulher é colhida mortalmente e uma criança ferida ligeiramente por um comboio da linha de Cascais, sendo a circulação ferroviária na via interrompida até às 16.30 horas; em 5 de Janeiro de 2004, com Vénus em 18º 7´/ 19º 21´ de Aquário, à 1.35 horas, um homem suicida-se, atirando-se sobre a linha de Cascais à passagem de um comboio, na passagem de nível Rocha Conde de Óbidos entre Santos e Alcântara.

 

 

ÁREA 8º-11º DE PEIXES:

 

LONDRES

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 8º-11º do signo de Peixes  é condição necessária, mas insuficiente, para desencadear acidentes notáveis ou atentados em Londres.   

 

 

Em 28 de Fevereiro de 1975, com Sol em 8º 46´/ 9º 46´ de Peixes, um comboio metropolitano choca com uma barreira num túnel sem saída na estação de Moorgate, em Londres, produzindo a morte de 41 pessoas; em 12 de Dezembro de 1988,  com Nodo Norte da Lua em 8º 4´/ 7º 59´ de Peixes, o choque de 2 comboios no sul de Londres faz 115 mortos em 7 de Fevereiro de 1991, com Vénus em 10º 57´/ 12º 12´ de Peixes, um rocket disparado pelo IRA cai nos jardins do nº 10 de Downing Street, às 9. 45 horas, e às 10.00 uma explosão dá-se frente ao Ministério da Defesa em Londres, havendo 4 mortos calcinados e alguns feridos; em 10 de Abril de 1992, com. Marte em 10º 1´/ 10º 47´ de Peixes, uma bomba explode no centro de Londres, causando 3 mortos e vários feridos.

 

 

Contra factos, não há argumentos. Fui o primeiro a fazer este tipo de investigação na história mundial e a gerar esta ciência das áreas zodiacais específicas- digo-o sem vaidade, porque a vida é breve e o que importa é salvar o conhecimento que, miraculosamente, se atinge. Não há que endeusar ninguém. É a vaidade dos catedráticos de filosofia e da história - que pretendem ser uma «nobreza» do pensamento - a sua incapacidade de pensar holisticamente o universo como um todo, e o seu desprezo pelo mundo empírico e pela análise dos pequenos detalhes que impedem a descoberta e a difusão da verdade.

 

Descartes, Berkeley, Kant, Hume, Hegel, Schopenhauer, Marx, Engels, Nietzschze, Freud, Husserl, Foucault, Derrida, Heidegger, Sartre, Ricoeur, Einstein, Dirac, Schrodinger, Heisenberg, Stephen Hawking, Sagan, Popper, Khun,  e mesmo Fernando Pessoa e Feyerabend, não sabiam nada disto. É este tipo de saber, preciso, exacto, científico, que os pomposos e vazios catedráticos das faculdades de filosofia, história e sociologia de todo o mundo, e, com eles, o clero de todas as igrejas, temem. É isto que o grupo krisis- évora, as universidades, os jornalistas venais e os grandes media, veículos do poder da burguesia e dos néscios que afirmam a «omnipotência do livre-arbítrio», tudo fazem para silenciar. Infelizmente para eles, existe a internet onde a verdade pode circular, ainda que para um segmento ínfimo da população mundial.

 

 

Note- The secretariat of the group Krisis Évora Portugal censored my thesis on historical astrology and  ontology of predestinationism by stars  preventing this thesis to be presented at the IV International Workshop of Researchers in Philosophy to be held at the University of Évora, Portugal, on June 14-16, 2012 . This attitude expresses fear of novelty and seems to reveal the existence of an epistemological fascism between the university on philosophy that seeks to prohibit and hide any scientif position on Historical Astrology, particularly the social-astronomical laws we discovered in recent decades and that we disclosed in books in Portuguese language.

 

 

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 18:31
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