Domingo, 18 de Maio de 2014
Incêndios na cidade de Beja e posições planetárias no Zodíaco

 

 

Os incêndios na cidade de Beja e arredores, sul de Portugal, são, como todos os outros fenómenos no planeta Terra, determinados pela mecânica celeste, isto é, pelo trânsito de planetas, Sol ou Nodos da Lua  em determinados graus da circunferência celeste denominada Zodíaco. Os signos do Zodíaco são reais, tão reais quanto os marcos e bermas que indicam os quilómetros em cada auto-estrada: cada signo é um arco de 30º, sendo o grau 0 do signo de Carneiro o ponto em que o Sol está a 20 ou 21 de Março de cada ano, no equinócio da primavera. Vejamos algumas leis planetário-zodiacais que presidem à eclosão de incêndios em Beja e arredores.

 

ÁREA 6º-7º DE CARNEIRO:

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE BEJA

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 6º-7º do signo de Carneiro  é condição necessária mas não suficiente para exaltar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Beja.

 

Em 11 de Dezembro de 1968, com Nodo Norte da Lua em 6º 21´/ 6º 19´ de Carneiro, a medalha de oiro e estrelas é atribuída pelo presidente da república à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Beja; em 8 de Janeiro de 1972, com Marte em 7º 58´/ 8º 34´ de Carneiro , nasce Pedro Barahona, segundo comandante de Bombeiros Voluntários de Beja em 2014; em 29 de Março de 1989, com V´nus em 6º 30´/ 7º 44´ de Carneiro, o presidente da república confere a Ordem do Infante D. Henrique à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Beja.

 

ÁREA 24º-27º  DO SIGNO DE TOURO:

OS INCÊNDIOS NA RUA ANCHA E NA PRAÇA DIOGO FERNANDES

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 24º-27º do signo de Touro  é condição necessária mas não suficiente para gerar um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 17 de Abril de 1985, com Marte em 23º 26´/ 24º 8´ de Touro, pelas 5 horas da madrugada um incêndio destrói uma casa no início da Rua Ancha, em Beja, e o bombeiro João Martins Borralho destaca-se ao salvar um homem idoso;em 8 de Junho de 1995, com Vénus em 26º 45´/ 27º57´ de Touro, de madrugada, um incêndio destrói o edifício sede da União dos Sindicatos do Distrito de Beja afectos à CGTP, na praça Diogo Fernandes, em Beja.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 24º-27º de Touro, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 14 a 18 de Maio de 2016 (Sol); de 19 a 22 de Maio de 2016 (Vénus); de 8 a 11 de Junho de 2016 (Mercúrio),

 

ÁREA 11º-13º DO SIGNO DE GÉMEOS:

INCÊNDIOS EM NEVES E SALVADOR EM 2012

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 11º-13º do signo de Gémeos  é condição necessária mas não suficiente para gerar um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 8 de Junho de 1995, com Mercúrio em 12º 36´/ 12º 6´ de Gémeos,  de madrugada, um incêndio destrói o edifício sede da União dos Sindicatos do Distrito de Beja afectos à CGTP, na praça Diogo Fernandes, em Beja; em 17 de Fevereiro de 2012, com Nodo Sul da Lua em 11º 11´/ 11º 8´ de Gémeos, um incêndio numa habitação na povoação de Vila Azedo, na freguesia das Neves, em Beja, de madrugada, obriga os residentes, um casal na casa dos 40 anos, a ser realojados em casa de familiares; em 22 de Agosto de 2012, com Júpiter em 13º 26´/ 13º 33´ de Gémeos, deflagra um incêndio num apartamento da freguesia do Salvador, em Beja, ferindo gravemente uma mulher e intoxicando levemente por fumo um vizinho; em 19 de Maio de 2013, com Vénus em 11º 31´/ 12º 44´ de Gémeos,  um incêndio irrompe numa viatura guardada num casão e propaga-se a duas habitações contíguas em Serpa, desalojando quatro pessoas.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 11º-13º de Gémeos, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 1 a 4 de Junho de 2016 (Sol); de 2 a 4 de Junho de 2016 (Vénus); em 20 e 21 de Junho de 2016 (Mercúrio).

 

ÁREA 12º-15º  DE LEÃO:

INCÊNDIOS DA CÂMARA EM 1947 E NO HOSPITAL EM 1987

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 12º-15º do signo de Leão  é condição necessária mas não suficiente para gerar um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 23 de Julho de 1947, com  Plutão em 12º 33´/ 12º 35´ de Leão, um grande incêndio, iniciado na cúpula, destrói o edifício da câmara municipal de Beja onde funcionava também o tribunal e o presidente Bélard da Fonseca atira inúmeros documentos à rua, no intuito de os salvar, entre eles o foral de Beja; em 11 de Agosto de 1987, com Vénus em 14º 25´/ 15º 40´ de Leão,   às 13.30 horas, eclode um incêndio ao inflamar-se álcool durante uma experiência de um técnico no laboratório de análises no Hospital distrital de Beja, resultando ferido grave Alberto João Manuel, de 33 anos.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 12º-15º de Leão, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 20 a 22 de Julho de 2016 (Mercúrio); de 21 a 25 de Julho de 2016 (Vénus); de 3 a 8 de Agosto de 2016 (Sol).

 

 

ÁREA 14º-16º DE BALANÇA:

OS INCÊNDIOS DA LOJA AIRES GOMES EM 1926, E RUA DA MOEDA EM 2008

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua na área 14º-16º do signo de Balança (dito de outro modo: graus 194º a 196º de longitude eclíptica) é condição necessária mas não suficiente para produzir um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 19 e 20 de Outubro de 1926, com Vénus em 16º 23´/ 18º 53´ de Balança, um grande incêndio destrói a drogaria de José Cândido Aires Gomes, no centro da cidade de Beja; em 9 de Outubro de 1973, com Sol em 15º 33´/ 16º 32´ de Balança,  um incêndio destrói uma drogaria na Rua Brito Camacho, em Beja, chegando a queimar uma escrivaninha em casa do professor Pereira Guerreiro; em 6 de Outubro de 2008, com Mercúrio em 14º 59´/ 13º 59´ de Balança, após as 0 horas, deflagra um incêndio que destrói o edifício dos serviços da habitação da Câmara Municipal de Beja, na Rua da Moeda, deixando a descoberto as ruínas de dois templos romanos.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão na área 14º-16º de Balança elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja são: de 18 a 27 de Junho de 2014 (Marte); de 12 a 14 de Setembro de 2014 (Mercúrio); de 7 a 10 de Outubro de 2014 (Sol); de 11 a 13 de Outubro de 2014 (Vénus); de 24 a 27 de Outubro de 2014 (Mercúrio); de 11 de Dezembro de 2014 a 8 de Janeiro de 2015 (Nodo Norte da Lua).

 

PONTO 1º 52´/ 2º 2´ DE QUALQUER SIGNO:

INCÊNDIOS NO CENTRO DE BEJA, EM MONTE ASSARIAS E SANTA VITÓRIA

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 1º 52`/2º 2´ de qualquer signo do Zodíaco é condição necessária mas não suficiente para desencadear um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 9 de Outubro de 1973, com Nodo Norte da Lua em 2º 2´ / 1º 52´ de Capricórnio, um incêndio destrói uma drogaria na Rua Brito Camacho, em Beja, chegando a queimar uma escrivaninha em casa do professor Pereira Guerreiro;em 2 de Agosto de 2010, com Marte em
1º 50´/ 2º 27´ de Balança,
de madrugada, um incêndio destrói uma casa no centro histórico de Beja;em 20 de Junho de 2012, com Júpiter em 1º 52´/ 2º 5´ de Gémeos, um fogo irrompe na localidade de Monte Assarias, em Aljustrel, um incêndio em zona de mato afecta a localidade de Vila de Frades, concelho da Vidigueira, desde as 15:57 horas e um outro fogo eclode  pelas 17:20 numa zona do concelho de de Ferreira do Alentejo, distrito de Beja; em 4 de Julho de 2013, com Júpiter em 1º 48´/ 2º 2´ de Caranguejo, um incêndio destrói mato, pasto, eucalipto e searas junto ao monte Lagoa Nova, em Santa Vitória, Beja.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão no ponto 1º 52´/ 2º 2´ de qualquer signo aumentando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja são: em 24 e 25 de Julho de 2014 (Júpiter em 1º-2º de Leão), em 29 de Julho de 2014 (Marte em 1º-2º de Escorpião); em 28 e 29 de Outubro de 2014 (Marte em 1º-2º de Balança).

 

PONTO 16º 39´/ 16º 47´ DE QUALQUER SIGNO:

INCÊNDIOS NA RUA DA MOEDA E EM SANTANA DE CAMBAS

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 16º 39´/ 16º 47´de qualquer signo é condição necessária mas não suficiente para produzir um incêndio na cidade de Beja e em um raio de cerca de 60 quilómetros em redor.

 

Em 24 de Maio de 1999, com Úrano em 16º 47´ de Aquário,  às 20.00 horas, deflagra um grande incêndio no armazém de plásticos da Empresa Abel e Casadinho, em Beja; em 6 de Outubro de 2008, com  Nodo Norte da Lua em 16º 46´/ 16º 44´ de Aquário, após as 0 horas, deflagra um incêndio que destrói o edifício dos serviços da habitação da Câmara Municipal de Beja, na Rua da Moeda, deixando a descoberto as ruínas de dois templos romanos; em 19 de Maio de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 47´ de Escorpião, um incêndio irrompe numa viatura guardada num casão e propaga-se a duas habitações contíguas em Serpa, desalojando quatro pessoas; em 31 de Maio de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 39´ de Escorpião,  um incêndio consome um eucaliptal na zona de Canal Caveira, Grândola; em 2 e 3 de Junho de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 39´ / 16º 42´ de Escorpião,  um incêndio devasta uma extensa área de mato em Santana de Cambas, Mértola.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão em 16º 39´/16º 47´  de qualquer signo, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 6 de Julho a 4 de Agosto de 2014 (Saturno em 16º de Escorpião); de 17 a 19 de Dezembro de 2014 ( Nodo Norte da Lua em 16º de Balança).

 

 

PONTO 24º 6´/ 24º 22´ DE QUALQUER SIGNO:
INCÊNDIOS NA CÂMARA DE BEJA EM 1947, NA CASA PIA DE BEJA EM 1977, NA METALÚRGICA EM 1992

 

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 24º 6´/ 24º 22´ de qualquer signo é condição necessária mas não suficiente para produzir um incêndio na cidade de Beja e arredores.

 

Em 23 de Julho de 1947, com Úrano em 24º 8´/ 24º 11´ de Gémeos, um grande incêndio, iniciado na cúpula, destrói o edifício da câmara municipal de Beja onde funcionava também o tribunal e o presidente Bélard da Fonseca atira inúmeros documentos à rua, no intuito de os salvar, entre eles o foral de Beja; em 2 de Abril de 1977, com Nodo Norte da Lua em 24º 21´/ 24º 20´ de Balança, cerca das 19.30, declara-se um grande incêndio que destrói o edifício da Casa Pia em Beja, originado no facto de dois miúdos pegarem fogo a um colchão; em 17 de Abril de 1985, com Marte em 23º 26´/ 24º 8´ de Touro, pelas 5 horas da madrugada um incêndio destrói uma casa no início da Rua Ancha, em Beja, e o bombeiro João Martins Borralho destaca-se ao salvar um homem idoso; em 5 de Novembro de 1992, com Vénus em 24º 6´ /24º 22´ de Caranguejo, irrompe um incêndio na antiga fábrica metalúrgica da cidade de Beja, agora desactivada; em 8 de Junho de 1995, com Saturno em 24º 5´/ 24º 8´ de Peixes, de madrugada, um incêndio destrói o edifício sede da União dos Sindicatos do Distrito de Beja afectos à CGTP, na praça Diogo Fernandes, em Beja. 

 

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão em 24º 6´/ 24º 22´ de qualquer signo, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja são: 24 de Maio de 2014 (Vénus em 24º de Carneiro); em 19 e 20 de Junho de 2014 (Júpiter em 24º 2´/ 24º 27´ de Caranguejo); de 11 a 14 de Julho de 2014 (Nodo Norte da Lua e Marte em 24º de Balança); em 4 e 5 de Setembro de 2014 (Marte em 24º de Escorpião); de 2 a 4 de Novembro de 2014 (Saturno em 24º de Escorpião).

 

Por que razão a Universidade de Évora, na pessoa dos professores Olivier Feron e José Caselas, me impediu, em Maio de 2013, de ir apresentar aí uma tese de astrologia histórica às Jornadas de Investigação de Filosofia do grupo Krisis de Junho de 2013? Se a investigação é livre, por que razão fui censurado e poscrito? Por que razão, conhecendo eu leis astronómico-sociais científicas que mais ninguém conhece, não sou convidado a leccionar em universidades, a participar em fóruns televisivos, a publicar livros com grandes editoras? Quem está interessado em impedir a divulgação do determinismo planetário na vida social e política, divulgação que ajudaria a prevenir acidentes vários e catástrofes? Até quando a sobranceria e a vaidade de néscios académicos se sobreporá à busca e difusão da verdade histórica?

 

 

NOTA- Pode adquirir as nossas obras de astrologia histórica em www.astrologyandaccidents.com. Este blog, criador de muitas ideias e conexões filosóficas e astrológico-históricas, úteis à comunidade filosófica, custa muito trabalho de elaboração intelectual. Para ajudar a mantê-lo faça um donativo na conta com o NIB 0019 0072 00200007919 49.

 

Afinal esta teoria é tão ou mais importante quanto a teoria da relatividade de Einstein e, paradoxalmente, não tem, dentro da universidade, filósofos ou catedráticos à altura que a saibam julgar com conhecimento de causa e validar, nem goza de apoios institucionais por desafiar o senso comum «científico».

 

 

 

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© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 02:56
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Domingo, 9 de Setembro de 2012
O ciclo de 12 anos de Júpiter determina a política em Portugal (II parte )

  

Também o ciclo de 12 anos de Júpiter nos últimos 120º do Zodíaco - equivalentes a quatro signos ou arcos de 30º de longitude cada um: Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes - evidencia leis astronómico-políticas em Portugal.

 

JÚPITER EM SAGITÁRIO:

VITÓRIAS DO PARTIDO SOCIALISTA EM 1983 E 1995, FAVORÁVEL À ESQUERDA OU A UM BLOCO CENTRAL

 

A passagem de Júpiter, durante cerca de um ano em cada 12 anos, no signo de Sagitário (240º a 270º de longitude eclíptica) favorece, em regra, o PS e a esquerda portuguesa e, por vezes, um bloco central que aglutina direitas e esquerdas muito moderadas.

 

Em 25 de Abril de 1983, com Júpiter em 9º do signo de Sagitário, o PS de Mário Soares ganha com maioria relativa as eleições legislativas em Portugal, pondo fim à governação da Aliança Democrática PSD-CDS-PPM que o líder do PSD e membro do grupo de Bilderberg Francisco Pinto Balsemão presidira desde o assassínio à bomba de Sá Carneiro e Amaro da Costa em avião, em 4 de Dezembro de 1980.

 

Em 1 de Outubro de 1995, com Júpiter em 10º do signo de Sagitário, o PS de António Guterres vence as eleições legislativas em Portugal, pondo fim a 10 anos de governação do PSD, 8 dos quais com maioria absoluta no parlamento, com Cavaco Silva a primeiro-ministro.

 

Algumas curiosidades sobre a passagem de Júpiter em Sagitário que não permitem, contudo induzir que, em todos os casos é favorável às esquerdas, são:

 

Em 7 de Janeiro de 1355, com Júpiter em 13º do signo de Sagitário, no Paço de Santa Clara, em Coimbra, Inês de Castro, galega, esposa do príncipe D. Pedro, é apunhalada mortalmente por Pero Coelho, Diogo Lopes Pacheco e Álvaro Gonçalves, na presença do sogro, o rei Afonso IV.

 

Em 21 de Agosto de 1485, com Júpiter em 0º do signo de Sagitário, com a ajuda de alguns cortesãos, no Paço de Palmela, o rei D. João II apunhala mortalmente o seu primo D.Diogo, duque de Viseu e de Beja, que conspirara para matar, na praia, o rei que levava a cabo o cerceamento dos privilégios da alta nobreza e da casa de Bragança.

 

Em 8 de Junho de 1663, com Júpiter em 9º de Sagitário, nos campos do Ameixial, junto a Estremoz, um exército português de 22.000 homens comandados pelos condes de Vila Flor e Schomberg derrota em combate um exército espanhol de 26.000 homens chefiado por D.João de Austria e põe fim a uma perigosa incursão militar espanhola na guerra da Restauração.

 

Em 4 de Setembro de 1865, com Júpiter em 19º do signo de Sagitário, no contexto de uma terrível crise financeira, toma posse o governo monárquico da «fusão», uma coligação entre a ala esquerda dos Regeneradores (direita política) e a ala direita do Partido Histórico (centro-esquerda), de modo a eliminar os radicalismos de direita e de esquerda.

 

Em 22 de Novembro de 1924, com Júpiter em 24 º do signo de Sagitário, toma posse o governo republicano radical, chefiado por José Domingues dos Santos, da «Esquerda democrática», último impulso da esquerda republicana para salvar a República democrática, divorciada das massas operárias e do exército no qual a conspiração de direita vai crescendo, ao serviço da alta finança e do latifúndio.

 

Em 16 de Fevereiro de 1936, com Júpiter em 20º do signo de Sagitário, a Frente Popular republicana de esquerda e socialista, vence as eleições legislativas na II República Espanhola, o que assusta as direitas e predispõe estas à guerra civil.

 

Em 3 de Janeiro de 1960, com Júpiter em 19º do signo de Sagitário, dez funcionários do Partido Comunista Português, entre eles os mais altos dirigentes Álvaro Cunhal e Francisco Martins Rodrigues, evadem-se do forte-prisão de Peniche, onde cumpriam longas penas por actividades contra o fascismo de Salazar.

 

Em 9 de Junho de 1983, com Júpiter em 4º de Sagitário, toma posse o 9º governo constitucional, de bloco central PS-PSD, chefiado por Mário Soares e Mota Pinto, visando salvar a economia do país com recurso ao Fundo Monetário Internacional.

 

Outras datas significativas do trânsito de Júpiter em Sagitário conexionam-se com crises de confiança no sistema bancário:

 

Em 27 de Novembro de 1912, com Júpiter em 21º de Sagitário, há uma corrida a levantar os depósitos bancários na Europa Ocidental e Central.

 

Em Agosto de 2007, com Júpiter em 9º-10º de Sagitário, começa a pior crise financeira das últimas décadas, resultante de empréstimos de alto risco (hipotecas sub prime de casas) no sector imobiliário, feitos a pessoas que não conseguirão pagar a curto e médio prazo.

 

 

JÚPITER EM CAPRICÓRNIO:

DETENÇÕES POLICIAIS, DEMISSÕES OU MORTES DE POLÍTICOS DE ESQUERDA, VITÓRIAS DO CENTRO REPUBLICANO AFONSISTA OU SILVISTA EM 1913-1925

 

A passagem de Júpiter no signo de Capricórnio (arco do céu de 270º a 300º de longitude eclíptica) inflige, em regra, derrotas para as esquerdas socialista, republicana, comunista e anarquista, em particular com quedas de governos de esquerda, mortes ou detenções pela polícia de dirigentes antifascistas ou anticapitalistas. E liga-se a vitórias de um centro «bonapartista» que elimina oposições à esquerda e à direita.

 

De 9 de Janeiro a de 30 Novembro de 1913, com Júpiter em 1º-17º- 8º- 18º do signo de Capricórnio, o governo do PRP ("partido democrático"), de Afonso Costa, esmaga carbonários e anarco-sindicalistas, à esquerda, e monárquicos, à direita, com a tomada de posse do governo de centro-esquerda (9 de Janeiro), o golpe militar fracassado do capitão Lima Dias e do tenente Dinis, que saem de Infantaria 5, em Lisboa, com 50 soldados e o apoio cerca de 100 republicanos de esquerda, da Federação Radical Republicana (27 de Abril), a explosão de uma bomba na rua do Carmo, no cortejo republicamo pró-governamental, matando um rapaz e ferindo 29 pessoas seguida de assalto das massas do PRP à sede dos sindicatos (10 de Junho) a dissolução da Casa Sindical e prisão de 100 sindicalistas (15 de Junho), o golpe militar fracassado de carbonários  ressentidos, sindicalistas e monárquicos (21 de Outubro), a vitória quase total do partido democrático PRP nas eleições parciais, elegendo 33 deputados num total de 37, ficando com maioria absoluta no parlamento (16 de Novembro),  a vitória do PRP nas eleições municipais (30 de Novembro).

 

De 11 de Fevereiro a 11 de Dezembro de 1925, com Júpiter em 12º-22º-12º-24º de Capricórnio, a República desliza da esquerda para um centro e a conspiração de direita cresce, com o derrube do governo de esquerda republicana de José Domingues dos Santos ao ser aprovada no parlamento por 65 votos contra 45 uma moção de desconfiança apresentada pelo deputado Agatão Lança (11 de Fevereiro), o fracassado golpe militar da parte conservadora do exército liderada por Sinel de Cordes e Filomeno da Câmara (18 de Abril), a vitória nas legislativas do PRP, de António Maria da Silva, de centro, com 83 deputados eleitos (8 de Novembro), a demissão de Manuel Teixeira Gomes do cargo de presidente da República (11 de Dezembro). .

 

Em 11 de Maio de 1937, com Júpiter em 27º de Capricórnio, morre, em Paris, Afonso Costa, alto dignitário maçon, ex primeiro ministro na extinta República parlamentar Portuguesa e chefe da resistência republicana ao fascismo católico de Salazar.

 

Em 4 de Julho de 1937, com Júpiter em 23º de Capricórnio, fracassa um atentado anarquista à bomba contra o primeiro-ministro Salazar que acabava de apear-se do seu automóvel na Avenida Barbosa du Bocage em Lisboa e escapa ileso à explosão. A PVDE inicia uma onda repressiva sobre anarquistas e outros opositores à ditadura.

 

Em 21 de Julho de 1937, com Júpiter em 21º de Capricórnio, Álvaro Cunhal, dirigente do PCP, é preso pela PVDE de Salazar.

 

Em 25 de Março de 1949, com Júpiter em 27º do signo de Capricórnio, Militão Ribeiro, Álvaro Cunhal e Sofia Ferreira, membros do secretariado do Comité Central do Partido Comunista Português são presos numa casa em que viviam clandestinamente em Casal de Santo António, Luso, pela PIDE de Salazar.

 

Em 12 de Outubro de 1972, com Júpiter em 1º de Capricórnio, José António Ribeiro Santos, estudante de Direito da extrema-esquerda maoísta, da FEML/ MRPP, é assassinado a tiro por agentes da polícia política DGS que denunciou como infiltrados num plenário de estudantes no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, em Lisboa. José Lamego, estudante da FEML, fica ferido.

 

Em 19 e 20 de Junho de 1984, com Júpiter em 9º do signo de Capricórnio, um golpe policial desmantela parte da extrema-esquerda guerrilheira em Portugal, com a prisão de 42 pessoas mais ou menos ligadas às Forças Populares 25 de Abril, que cometiam atentados contra a NATO e contra capitalistas portugueses, no dia 19, e a detenção de Otelo Saraiva de Carvalho, dado como líder máximo das FP-25, no dia 20.

 

Outras datas marcantes da passagem de Júpiter em Capricórnio são:

 

 

Em 22 de Agosto de 1415, com Júpiter em 7º de Capricórnio, um exército de cerca de 19 000 cavaleiros e soldados peões portugueses, galegos, biscainhos, comandado pelo rei D. João I, ocupa a cidade de Ceuta, em Marrocos.

 

Em 13 de Dezembro de 1521, com Júpiter em 4º de Capricórnio, falece, aos 52 anos de idade, o rei D. Manuel I de Portugal, que expandiu por via marítima até à Índia, às Molucas e ao Brasil o império português e autorizou o estabelecimento da Inquisição no país.

 

Em 16 de Março de 1581, com Júpiter em 14º-15º de Capricórnio, o rei Filipe II de Espanha entra em Tomar, para onde convocara Cortes, que o reconhecem como rei legítimo de Portugal.

 

Em 1 de Dezembro de 1640, com Júpiter em 10º do signo de Capricórnio, Antão Vaz de Almada e um grupo de nobres invadem o palácio sede do governo de Filipe III em Lisboa, prendem a duquesa de Mântua, e assassinam o secretário de Estado iberista Miguel de Vasconcelos, restaurando formalmente a independência de Portugal perdida em 1580.

 

Em 13 de Janeiro de 1759, com Júpiter em 5º-6º do signo de Capricórnio, os marqueses de Távora, o duque de Aveiro, o conde de Atouguia e outros supostos cúmplices no atentado ao rei D. José, em 1758, são executados cruelmente em público, em Lisboa.

 

JÚPITER EM AQUÁRIO:

VITÓRIA DO CENTRO-DIREITA, OU DE UMA CONJUNÇÃO MOMENTÂNEA DAS DIREITAS COM ALGUMA ESQUERDA EXCÊNTRICA , DERROTA DO REPUBLICANISMO DE ESQUERDA

 

A passagem de Júpiter no signo de Aquário (arco do céu de 300º a 360º de arco) gera, em regra, períodos de descompressão e vitórias da direita liberal ou conservadora e derrotas da esquerda republicana sem que a extrema-direita obtenha o triunfo que deseja.

 

Em 6 de Outubro de 1985, com Júpiter em 7º de Aquário, o PSD de Cavaco Silva, de direita liberal e democrata-cristã, vence, sem maioria abdoluta de deputados, as eleições legislativas que originou ao romper em Junho desse ano a coligação governamental com o PS de Mário Soares. Outro vencedor destas eleições é o nóvel Partido Renovador Democrático, de centro-esquerda, tutelado pelo presidente da República Ramalho Eanes, que, ao obter uns 18% de votos, absorve momentaneamente uns 40% a 50%  do eleitorado habitual do PS.

 

Em 26 de Janeiro de 1986, com Júpiter em 23º-24º de Aquárioa candidatura do republicanismo de esquerda, protagonizado por Francisco Salgado Zenha (20,9% de votos), com apoio do PRD, do PCP e MDP, e a do socialismo autogestionário reformista, protagonizado por Maria de Lurdes Pintassilgo (7,4% de votos), são eliminadas na primeira volta da eleição à presidência da República Portuguesa. As candidaturas da «moderação», a de Diogo Freitas do Amaral (46,3% de votos), das direitas PSD-CDS, e a de Mário Soares (25,4% de votos), do centro e do PS, passam à segunda volta.

 

Em 16 de Fevereiro de 1986, com Júpiter em 28º-29º de Aquário, Mário Soares, candidato do centro-esquerda PS, «mal menor» para o PCP, o PRD, a UDP e os autogestionários, é eleito presidente da República Portuguesa com 51,18% de votos, na segunda volta, derrotando Freitas do Amaral, candidato das direitas PSD e CDS, com 48,82% de votos.

 

Outras datas significativas da passagem de Júpiter no signo de Aquário são:

 

De 17 de Novembro de 1807 a 20 de Fevereiro  de 1808, com Júpiter em 5º a 26º do signo de Aquário, decorre invasão e a a primeira fase ocupação do exército francês de Napoleão em Portugal, com a entrada das primeiras tropas francesas por Segura, Beira Baixa (17 de Novembro), a chegada a Abrantes das primeiras tropas do exército de Junot (23 de Novembro), o início da viagem de fuga do rei D. João VI e da família real para o Brasil (29 de Novembro), a entrada de de Junot com 1500 soldados franceses em Lisboa (30 de Novembro), a ocupação do Porto por uma divisão militar espanhola comandada pelo general Taranco, capitão-general da Galiza, e um motim em Lisboa contra o içar da bandeira francesa nomeação de Junot como governador geral de Portugal em nome de Napoleão (1 de Fevereiro), execução de 9 portugueses nas Caldas da Rainha por ordem de Loison (9 de Fevereiro), a promulgação do Decreto de Organização do Exército Português sob o mando napoleónico (20 de Fevereiro).

 

Em 31 de Janeiro de 1891, com Júpiter em 21º do signo de Aquário, eclode no Porto uma revolta militar republicana contra as cedências do governo monárquico de D. Carlos I`às exigências do imperialismo britânico na África Austral (ultimato inglês de Janeiro de 1890). A revolta em que participam o alferes Malheiro, o tenente Manuel Maria Coelho e Alves da Veiga, vertebrada pelo batalhão de Caçadores 9, que desce do Campo de Santo Ovídio a rua do Almada e vem proclamar a República junto aos Paços do Concelho, na praça da Liberdade, é dizimada ao preço de 12 mortos e 40 feridos, quando a guarda real dispara sobre a multidão que subia a rua de Santo António em direção à praça da Batalha.

 

De 20 a 25 de Janeiro de 1915, com Júpiter em 26º-27º do signo de Aquário, o PRP é apeado do governo por obra do conservador Manuel de Arriaga, numa viragem à direita, com a prisão, ordenada pelo governo de Bernardino Machado, de cerca de 70 oficiais que iam a Belém entregar as suas espadas, no dia 20, a demissão do governo impedida por Henrique Cardoso e o Visconde da Ribeira Brava, da ala esquerda do PRP, no dia 24, e a nomeação do conservador general Pimenta de Castro como primeiro ministro pelo presidente da República Manuel de Arriaga.

 

De 28 de Maio a 11 de Julho de 1926, com Júpiter em 26º- 27º-26º do signo de Aquário, há um nítido deslize para a direita em Portugal com a supressão da República Parlamentar e a instauração da ditadura do exército marginalizando a extrema-direita monárquica, com o rebentar do golpe militar do general Gomes da Costa, apoiado pelos tenentes integralistas lusitanos,  em Braga, Évora, Tomar, Vila Real, Porto, (28 de Maio) a demissão do presidente da República Bernardino Machado que entrega o poder ao comandante Mendes Cabeçadas, conservador moderado, e o fecho do parlamento (31 de Maio),o cerco das zonas industriais de Sacavém pelas tropas de Gomes da Costa a fim de impedir a greve geral da CGT (17 de Junho) e impor a demissão de Mendes Cabeçadas, membro do triunvirato da ditadura que recusava destruir a República, (18 de Junho) a reunião em que Gomes da Costa, servindo o integralismo lusitano, de extrema-direita, impõe a demissão do ministro da Justiça Manuel Rodrigues, que não cede a pretensões reacionárias da igreja católica, e dos ministros Carmona, Ochoa e António Claro (6 de Julho) a reação dos generais conservadores do exército que prendem e destituem de presidente  Gomes da Costa e nomeiam o general Carmona, de perfil moderado, chefe do governo (9 de Julho) e o exílio de Gomes da Costa em Angra do Heroísmo ficando a facção sidonista de Martinho Nobre de Melo algo marginalizada (11 de Julho).

 

Em 12 de Junho de 1985, com Júpiter em 16º do signo de Aquário, Portugal, pela mão do primeiro-ministro Mário Soares, assina o Tratado de Adesão à Comunidade Económica Europeia, que acarreta uma perda parcial da independência nacional a favor dos negócios da burguesia cosmopolita lusa e estrangeira.

 

JÚPITER EM PEIXES:

REVOLUÇÕES MILITARES-POPULARES DE 1820, 1868, 1915, 1927, 1974, RESISTÊNCIA DO PORTO LIBERAL AO ABSOLUTISMO EM 1832

 

 

A passagem de Júpiter no signo de Peixes (de 300º a 360º de longitude eclíptica) gera, em regra, um influxo de esquerda em Portugal, seja em eleições legislativas ou levantamentos populares contra a oligarquia.

 

Em 13 de Junho de 1915, com Júpiter em 26º do signo de Peixes, o PRP de Afonso Costa e António Maria da Silva, de centro-esquerda, vence as eleições legislativas, elegendo 106 deputados num total de 163 lugares e 45 senadores num total de 48.

 

Outros factos relevantes do trânsito de Júpiter em Peixes são:

 

Em 1 de Março de 1476, com Júpiter em 0º do signo de Peixes, trava-se a batalha de Toro, de resultado inconclusivo, entre o exército castelhano de Fernando de Aragão e Castela e o exército português de Afonso V, na qual o porta-estandarte português Duarte de Almeida é ferido de morte depois de lhe deceparem os braços, e em cuja fase final, uma contra ofensiva das tropas do príncipe e futuro D. João II de Portugal desbarata as tropas de Castela que recuam para as muralhas de Zamora.

 

De 1 de Maio a 2 de Outubro de 1808, com Júpiter em 11º-18º-9º do signo de Peixes, a resistência popular em Portugal, ajudada pelas tropas britânicas de Wellington, leva à expulsão do exército francês de Junot, com a declaração de guerra de Portugal à França decidida pelo principe regente (1 de Maio), organização de uma junta insurreicional no Porto onde o general galego chefe das tropas espanholas de ocupação prende o governador general francês François Jean-Baptiste Quesnel du Torp e marcha para a Galiza onde vai combater o exército de Napoleão e o brigadeiro Luís de Oliveira da Costa, obediente a Napoleão, assume o comando militar do Porto (6 de Junho), o levantamento em armas de Bragança, promovido, pelo general Manuel Sepúlveda (11 de Junho), a sublevação anti francesa em Olhão dirigida pelo conde de Castro Marim (16 de Junho), o levantamento popular do Porto contra os franceses (18 de Junho), a insurreição em Évora (13 de Julho), a batalha da Roliça em que os franceses do general Delaborde retiram ante a superioridade das tropas de Wellington ( de Agosto) a derrota do exército francês na batalha do Vimeiro (21 de Agosto), o embarque para França de Junot e seu exército (15 de Setembro), a deposição de armas pelos franceses instalados em Almeida (2 de Outubro).

 

De 24 de Agosto a 28 Setembro de 1820, com Júpiter em 20º-16º do signo de Peixes, a revolução liberal triunfa em Portugal, com a sublevação de grupos de militares, inspirados pelo Sinédrio, organização maçónica dirigida por Manuel Fernandes Tomás, no Campo de Santo Ovídio, no Porto, e a proclamação de uma Junta Provisional do Governo Supremo do Reino e de um Manifesto aos portugueses explicando o liberalismo constitucionalista (24 de Agosto), e um golpe militar de oficiais subalternos com apoio da burguesia liberal que depõe os regentes absolutistas em Lisboa (15 de Setembro) e a unificação dos governos liberais de Porto e Lisboa (28 de Setembro).

 

De 7 de Julho de 1832 a 28 de Janeiro de 1833, com Júpiter em 28º-18º- 27º do signo de Peixes, instalação do exército liberal de D. Pedro IV no Porto e defesa persistente da cidade contra o exército absolutista de D.Miguel, com o desembarque na praia de Labruge, em Matosinhos (7-8 de Julho) e a entrada do exército liberal de 7500 homens de D. Pedro na cidade do Porto onde se fortifica (9 de Julho), o assalto geral  dos miguelistas ao Porto repelido pelos liberais com 2.000 mortos para cada lado (29 de Setembro), a fracassada saída das tropas liberais do general francês Solignac sobre o castelo do Queijo, junto a Matosinhos, e o Crasto (24 de Janeiro), a chegada ao Porto do general Saldanha, da ala esquerda do liberalismo, a quem D. Pedro se viu obrigado a pedir ajuda ( 28 de Janeiro).

 

De 4 de Fevereiro a  28 de Abril de 1844, com Júpiter em 4º-23º do signo de Peixes, eclode e declina uma revolta de esquerda liberal, do conde de Bonfim, contra o governo conservador de Costa Cabral, iniciada com a sublevação do regimento de Cavalaria 4, em Torres Novas, liderada por César de Vasconcelos e José Estevão (4 de Fevereiro), chegando a coluna revoltosa a Tomar, no dia 5, o regimento de Infantaria 12 em Castelo Branco junta-se à revolta (8 de Fevereiro) e Caçadores 1 subleva-se na Guarda (9-10 de Fevereiro), a coluna liberal ocupa Almeida (20 de Fevereiro), é sufocada em Coimbra uma revolta (8 de Março), e o término da revolta com a rendição de Almeida (28 de Abril).

 

De 1 a 4 de Janeiro de 1868, com Júpiter em 4º-5º do signo de Peixes, dá-se a revolução da Janeirinha, com um massivo protesto de comerciantes e cidadãos no Porto, no dia 1, seguido em Lisboa e outras cidades, contra a política fiscal pesada do governo regenerador de Fontes Pereira de Melo,  e a substituição, no dia 4, do governo de Fontes por um governo da direita reformista liderado por António José de Ávila, céptico face à política desenvolvimentista do fontismo, de endividamento do país em alto grau. A revolução revoga o imposto de consumo, que atingia sobretudo os pequenos comerciantes e os tendeiros, e o decreto de reforma administrativa do ministro Martens Ferrão que tinha suprimido 4 distritos e 178 concelhos, medidas que estavam na origem do protesto. O período da Regeneração acaba aqui: um terceiro partido influente, o Reformista, emergirá a partir de agora, além do Histórico e do Regenerador.

 

Em 14 e 15 de Maio de 1915, com Júpiter em 22º do signo de Peixes, estala e triunfa em Lisboa, à custa de umas 200 mortes, uma insurreição armada, militar e popular, promovida pelo Partido Republicano Português , em particular pelo general Sá Cardoso e Álvaro de Castro, contra o governo conservador do general Pimenta de Castro, que cai e arrasta na queda o presidente da República Manuel de Arriaga. No dia 15, João Chagas, indigitado primeiro ministro do novo governo, é alvejado a tiro num olho na estação de comboios do Entroncamento pelo senador João de Freitas, um conservador, logo assassinado ali. 

 

De 3 a 9 de Fevereiro de 1927, com Júpiter em 3º-5º de Peixes, eclode e fracassa uma insurreição militar e popular antifascista dirigida pelo general Sousa Dias e Raul Proença, com o regimento de Caçadores 9, no Porto, do dia 3 ao dia 7, e por Mendes dos Reis Agatão Lança, com forças da GNR e da Marinha em Lisboa, do dia 5 ao dia 9, havendo centenas de mortos.

 

De 25 de Abril de 1974 a 14 de Março de 1975, com Júpiter em 10º- 17º-7º- 29º do signo de Peixes, eclode a revolução dos cravos que derruba a ditadura colonial-fascista e envereda por um socialismo revolucionário militar, com o golpe triunfante do Movimento das Forças Armadas prendendo o primeiro-ministro Marcelo Caetano e tomando a sede da Direção Geral de Segurança (ex PIDE) que mata 4 populares (25 de Abril), a ascensão de Vasco Gonçalves a primeiro-ministro num clima de greves generalizadas (18 de Julho), a mobilização popular de rua contra o golpe direitista da «maioria silenciosa» (28 de Setembro) e a demissão do conservador presidente da República general Spínola substituído pelo hábil e ambíguo general Costa Gomes (30 de Setembro), o golpe militar conservador fracassado, do general Spínola levando os paraquedistas de Tancos a atacar o regimento de Artilharia 1, em Sacavém, vanguarda da revolução (11 de Março) seguido da criação do Conselho da Revolução e da nacionalização de bancos e companhias de seguros portugueses (12-14 de Março).

 

Nada disto, nenhuma destas leis astronómico-sociais, é do conhecimento dos ilustres catedráticos de história, política ou sociologia José Matoso, António Borges Coelho, João Medina, António José Telo, Adriano Moreira, Nuno Rogeiro, Manuel Vilaverde Cabral, Manuel Braga da Cruz, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, António Barreto e todos os outros. Nunca foram capazes de conceber que «o que está em baixo é como o que está em cima, o microcosmos é o espelho do macrocosmos.», não conseguiram descortinar a correspondência exacta entre a Terra e o Céu das constelações e signos. Husserl, Russel, Whitehead, Heidegger, Sartre, Popper, Rawls, Carl Sagan, Hubert Reeves não sabiam nem saberiam isto. Peter Singer, Simon Blackburn, Anthony Kenny, o laureado Thomas Nagel nada sabem disto nem querem saber, de tão obtusas que são as suas mentes.

 

José Gil, Eduardo Lourenço, Manuel Maria Carrilho, João Branquinho, Desidério Murcho, Pedro Galvão, Vitor Guerreiro, Carlos Fiolhais, António Zilhão, Ricardo Santos, Viriato Soromenho Marques, Porfírio Silva, Alexandre Franco de Sá, Olivier Feron, José Caselas e muitos outros não só nada sabem disto como negam, aberta ou encapotadamente, a predestinação astrológica e zodiacal de todos os acontecimentos históricos e sociais. E como carecem de honestidade em grau bastante para revelar a ignorância e o preconceito que os enforma neste assunto, evitá-lo-ão e nunca admitirão que tenho razão, excepto se a Astrologia Histórico-Social, que represento, for divulgada, mediante uma editora poderosa, junto do grande público.

 

Está tudo invertido na hierarquia do saber institucional: os néscios, que fizeram mestrados e doutoramentos em filosofia, história, astrofísica, etc, ocupam as cátedras universitárias, dominam as revistas de ciências e filosofia, os foruns televisivos e outros, editam livros, etc, nada sabem sobre isto  e proclamam que «a astrologia é uma farsa, uma mística, e não há nenhumas leis planetário-zodiacais a determinar a vida biofísica na Terra, a sociedade humana nos planos económico, político, religioso, etc» ao passo que nós, os que investigamos e conquistamos este saber empírico-racional, somos proscritos da universidade, dos foruns e os editores portugueses, servis perante a cátedra e os iluminatti, recusam publicar-nos. Que país é este, governado por elites de medíocres doutorados e licenciados? Que país é este em que as universidades não estão ao serviço da verdade mas das carreiras dos instalados, ao menos na área da filosofia, da sociologia e da história?

 

É um país e um planeta onde os medianos, os medíocres imperam, e os interesses de carreira de alguns impedem a difusão da verdade científica. Isto prova de que a universidade, em especial na área da filosofia, é relativamente grosseira: sectorialmente inteligente, com análises agudas sobre diversos temas, a universidade e os filósofos triunfantes carecem de inteligência holística, de visão global, praticam o fascismo epistemológico, a censura sobre a astrologia e o esoterismo digno de estudo.

 

A filosofia e a história universitárias, de cátedra, estão marcadas pelo signo da estupidez, da ininteligência absoluta. Só vêem as zonas intermédias da realidade: não ascendem ao polo da visão geral - os graus do Zodíaco na sua conexão com os factos terrestres - nem descem ao polo das minúcias, dos detalhes - cada acontecimento histórico, como a queda de um avião no Quénia, a marcha do Sindicato dos Trabalhadores do Campo Andaluz sobre Jaén, ou a queda de uma pessoa da ponte Vasco da Gama. Os catedráticos de filosofia e história são quase todos relativamente broncos, mutilam a visão da realidade. E a legião de professores do ensino secundário que os seguem, bastante embrutecida pela filosofia analítica que não analisa o mundo real mas se compraz em exercícios menores de lógica, é igualmente destituída de pensamento holístico e concreto.

 

 Esta legião de docentes, epistemologicamente fascista - mesmo que vote no Bloco de Esquerda, no PCP, no PS ou no PSD, suprime, de forma raivosa e fascista, qualquer debate sério sobre astrologia - é  a incarnação da imbecilidade anti-astrológica de que o papa (em inglês : Pope) da epistemologia superficial, Karl Popper, foi o comandante e expoente maior.

 

Será injusto classificar de «asnos intelectuais» criaturas como Bertrand Russel, Martin Heidegger, Simon Blackburn, Thomas Nagel, John Searle, José Gil, Manuel Maria Carrilho, Miguel Reale, José Mattoso, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, José António Saraiva, Marcelo Rebelo de Sousa, Desidério Murcho, Olivier Feron, Pedro Galvão, Aires Almeida e milhares de outros sociólogos e parafilósofos na medida em que sempre ignoraram, depreciaram e ridicularizaram, em nome do «racionalismo», o princípio do determinismo astrológico e sempre negaram que os acontecimentos político-sociais e biofísicos estejam completamente predestinados pelas movimentações planetárias? Não, não é injusto.

 

A astrologia tradicional - em Portugal representada por Flávia Monsaraz, Paulo Cardoso, Luís Resina, Luís Ribeiro, Helena Avelar e outros - assenta em erros metafísicos - como a teoria das 12 casas e das regências planetárias, a ignorância do significado político, económico, religioso, artístico, geográfico, etc, de cada um dos 360º do Zodíaco - e transforma-se quase sempre, num discurso vago, simbólico, místico, que não é sério nem interessa a quem, como nós, edifica a ciência astrológica do rigor historicista, matematizável, suprema ontologia.

 

Note-se que, nos livros que publicam, estes astrólogos tradicionais/comerciais omitem, na bibliografia, qualquer referência às minhas obras de Astrologia Histórico-Social que explanam as duas teorias que transformam a Astrologia em ciência exacta ou quase exacta: a teoria do significado político, económico, religioso, artístico, técnico,biofísico de cada um dos 360 graus do Zodíaco e a teoria dos graus e minutos numericamente homólogos entre si. Não é só a típica inveja profissional portuguesa que explica esta omissão. Ela exprime a aliança astrólogos «humanistas» anti historicistas/ professores universitários e liceais anti astrologia/ igreja católica e outras/ jornalistas e editores servis e corruptos/ burguesia ávida do máximo lucro contra a astrologia da predestinação absoluta ancorada em factos sociais indesmentíveis.

 

  

 
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publicado por Francisco Limpo Queiroz às 19:33
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Domingo, 10 de Junho de 2012
Uma previsão de Astrologia Histórica: Espanha-Alemanha, a final do Europeu em 1 de Julho de 2012

 

É possível a previsão científica com base na Astrologia? Sim, se se tratar de Astrologia Histórico-Social, rigorosamente fundada em milhares de dados empíricos - a Astrologia que pratico e desenvolvi com inovadoras teses chave, fazendo-a entrar definitivamente nas categorias de ciência da história humana e planetária e de teoria da predestinação absoluta.

 

A astrologia que aqui desenvolvo não tem praticamente nada em comum com a astrologia comercial e a astrologia tradicional, anti historicista, de Paulo Cardoso (comerciante de "horóscopos"), Maria Flávia Monsaraz, Luís Resina, Cristina Candeias, Helena Avelar, Luís Ribeiro e outros psico-astrólogos que a burguesia difunde ao grande público em programas televisivos, revistas, jornais e livros. A Astrologia Histórico-Social que construo é alvo de uma feroz censura nos media, nos departamentos universitários de filosofia, astronomia, história, sociologia e respectivas publicações. Querem confundi-la com a astrologia comercial e o charlatanismo retórico dos "signos"...

 

Mostrarei como é possível a partir de exemplos históricos empíricos, concretos, induzir regularidades ou leis parcelares astro-sociais.

 

Quais são as posições do Sol e dos planetas em 1 de Julho de 2012, dia da final do Europeu de futebol 2012? São as seguintes, às 0 e 24 horas: Sol em 9º 34´/ 10º 31´ de Caranguejo, Mercúrio em 5º 19´ / 6º 15´ de Leão, Vénus em 7º 42´/ 7º 51´de Gémeos, Marte em 20º 41´/ 29º 12´ de Virgem, Júpiter em 4º 16´/ 4º 28´ de Gémeos, Saturno em 22º 47´/ 22º 48´ de Balança, Úrano em 8º 29´ de Carneiro, Neptuno em 2º 59´/ 2º 58´de Peixes, Plutão em 8º 14´/ 8º 12´ de Capricórnio.

 

Se compararmos o Zodíaco ao mostrador de um relógio, o signo de Carneiro (30º de arco) equivale ao arco entre as 12 horas e a 1 hora no mostrador, o signo de Touro ao arco entre a 1 e 2 horas no mostrador, o signo de Gémeos ao arco de 30º entre as 2 e as 3 horas, no mostrador, e assim sucessivamente. Os signos são divisões astronómicas da coroa circular do céu, de 30º cada, e estão todos em simultâneo no círculo celeste. Nada importa que não correspondam às constelações que levam o mesmo nome que eles.

 

 

Em 1 de Julho de 2012, Mercúrio estará no signo de Leão. Que dados extraímos, por indução, da história recente do futebol?

 

MERCÚRIO NO SIGNO DE LEÃO (NO ARCO DE 120º A 150º DA ECLÍPTICA, NA ASTRONOMIA):

 

AZARES DA ALEMANHA, VITÓRIAS DA ESPANHA E GRÉCIA

 

 

Em 30 de Julho de 1966, com Mercúrio em 4º 1´/ 3º 20´ de Leão, a Inglaterra vence por 4-2 a Alemanha Federal, na final do campeonato mundial em Londres; em 29 de Junho de 1986, com Mercúrio em 2º 2´/ 2º 47´ de Leão, a Argentina conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 1-0 a República Federal da Alemanha no Estádio Azteca, na cidade do México.

 

 

Em 4 de Julho de 2004, com Mercúrio em 29º de Carangejo e 0º de Leão, a Grécia vence Portugal por 1-0 na fnal do campeonato da Europa de futebol; em 11 de Julho de 2010, com Mercúrio em 2º 31´ / 4º 24´ de Leão,  na final do campeonato de mundo de futebol, a Espanha vence a Holanda por 1-0.

 

É óbvio que os exemplos são escassos. Mas sugerem uma direção mais forte de probabilidades: se a Alemanha estiver na final de 1 de Julho, estes exemplos sugerem que perderá... 

 

Que dados permitem induzir a presença da Alemanha como finalista em 1 de Julho? Vários. Entre eles, a presença de Saturno em 22º 47´/ 22º 48´ de Balança.

 

PONTO 22º 30´/ 22º 50´ DE QUALQUER SIGNO:

ALEMANHA

 

A passagem de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 22º 30´ a 22º 50´ de qualquer signo zodiacal é condição necessária mas insuficiente para destacar a Alemanha.

 

Em 30 de Janeiro de 1933, com Júpiter em 22º 26´/22º 30´ de Virgem, Adolf Hitler toma posse como chanceler da Alemanha republicana, minada já pelas forças da direita e extrema-direita reaccionárias; em  30 de Julho de 1966, com Nodo Norte da Lua em 22º 36´/ 22º 26´ de Touro, a Inglaterra vence por 4-2 a Alemanha Federal, na final do campeonato mundial em Londres; em 29 de Junho de 1986, com Júpiter em 22º 33´/ 36´ de Peixes, a Argentina conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 1-0 a República Federal da Alemanha no Estádio Azteca, na cidade do México; em 8 de Julho de 1990, com Saturno em 22º 31´/ 27´ de Capricórnio, a República Federal da Alemanha conquista o título de campeã do mundo de futebol ao vencer por 1-0 a Argentina no Estádio Olímpico, em Roma. 

 

 

GRAUS 7º DE GÉMEOS E 29º DE VIRGEM:

ESPANHA, ENTRE OUTROS

 

Embora cada grau do Zodíaco signifique em simultâneo várias entidades, a presença em simultâneo de Vénus em 7º de Gémeos e de Marte em 29º de Virgem no dia 1 de Julho de 2012, evoca Espanha em determinados exemplos históricos:

 

A)Em 15 de Junho de 1977, com Mercúrio em 7º de Gémeos, realizam-se em Espanha as primeiras eleições legislativas livres desde 1936, sendo a vitória da União do Centro Democrático do primeiro-ministro Adolfo Suárez. 

 

B) Em 11 de Julho de 2010, com Saturno em 29º de Virgem, a Espanha sagra-se campeã do mundo em futebol ao vencer por 1-0 a Holanda.

 

Poderá questionar-se a exiguidade da amostra e contestar a legitimidade da indução...

 

 

Portanto, a previsão que elaboro é a seguinte: Espanha e Alemanha deverão ser os finalistas do Europeu e a vitória será,provavelmente, da Espanha. Esta previsão pode falhar? Sim, porque há outras variáveis - ciclos planetários, ângulos interplanetários -  que não estou a levar em consideração. Mas, mesmo que falhe a previsão, fiz aqui a prova concreta de que a Astrologia Histórico-Social é ciência porque extrai leis astro-sociais dos factos segundo o princípio seguinte: factos histórico-sociais similares possuem em comum uma ou mais coordenadas planetário-zodiacais similares quanto à área do Zodíaco ocupada ou quanto à numeração de graus e minutos de arco.

 

Denunciemos, uma vez mais, a ignorância dos filósofos e dos astrólogos em geral sobre a astrologia histórica, sobre a predestinação de toda a vida humana, individual e colectiva, pelo compasso planetário: Descartes - mas não Aristóteles, nem Marco Aurélio nem Galileu nem Kepler- Kant, Nietzche, Hegel, Husserl, Heidegger, Russel, Witgenstein, Sartre, Rawls, falharam a racionalidade holística, a compreensão de que os movimentos dos planetas no Zodíaco determinam praticamente a totalidade dos fenómenos sociais, biofísicos, culturais no planeta Terra.

 

Mas enquanto que no Renascimento havia liberdade de produzir astrologia ao nível das universidades, hoje, sob o «racionalismo» iluminista - que vê, ao pormenor, as luzes das cidades, dos centros comerciais e das emissões de televisão mas não vê, de forma holística, a luz dos planetas e das estrelas semeadas ao longo dos doze signos do Zodíaco -  a Astrologia Histórica é vergonhosamente silenciada pelo totalitarismo das ciências oficiais, das universidades e dos grandes media (excepto a internet).

 

Os meus livros «Sincronismos Cabala e Graus do Zodíaco» (Estampa, 2001), «Astrología y guerra civil de España de 1936-1939» (Edição de autor, Beja, 2006), «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia, Astrolgy and Accidents in USA» (edição de autor/Publidisa, 2008) que consubstanciam o salto qualitativo da Astrologia tradicional, semi científica, para a Astrologia científica Histórico-Social, são pura e simplesmente ignorados, colocados no Index informal do silêncio - método aliás usado pelos adversários deste blog que mostra as insuficiências racionais do pensamento de Platão, Heidegger, Ortega y Gasset, Deleuze, Blackburn, Russel, Witgenstein, Singer, e tantos outros.

 

Promotores, ou cúmplices através do silêncio, desse totalitarismo universitário ( fascismo epistemológico: censura-se ou expulsa-se da universidade quem aí quiser apresentar a astrologia como ciência do determinismo) são os catedráticos de filosofia, sociologia e história e os  autores de livros de filosofia e comentadores televisivos da "cultura" de que dou alguns exemplos: ao nível internacional, Anthony Kenny, Michael Smith, Zizek, Simon Blackburn, Steven Pinker, Nigel Warburton, Gianni Vattimo, Marc Guillaume, Alan Badiou, Luc Ferry, Ruwen Ogien, Jean Pierre Dupuy, Jean Vassal, entre outros; ao nível lusitano, José Gil, Eduardo Lourenço, Vítor Correia, António Zilhão, José Barata-Moura, José Matoso, Borges Coelho, José Hermano Saraiva, José António Saraiva, Nuno Rogeiro, Olivier Feron, José Caselas, Porfírio Silva, Viriato Soromenho Marques, Ricardo Silva, Joana Pontes, Luís Andrade, Vítor Guerreiro, Ricardo Santos, João Branquinho, Dina Mendonça, Luis Bernardo, Desidério Murcho, Pedro Galvão, Alexandre Franco de Sá, Marcelo Rebelo de Sousa, Paula Moura Pinheiro, Mário Crespo, António Barreto, José Pacheco Pereira, Francisco Pinto Balsemão, Francisco José Viegas.

 

Eis a ironia do destino: milhares de universidades respeitadas ignoram, no seu obscurantismo iluminista, a astrologia como ciência da história e este blog de um simples licenciado em filosofia - eu - desvenda a verdade do determinismo astral sobre os factos sociais e terrestres. Estamos na verdade, que pesquisamos arduamente, e essa é que conta (internalismo) mas não temos força social (editores poderosos, grandes media, catedráticos do nosso lado) para implantar no público a nossa concepção holística, objectiva, e vê-la socialmente reconhecida (externalismo). Mas a vida é assim mesmo. Mais vale ser muito bom e estar isolado do que ser medíocre ou suficiente e estar nas boas graças do mundo, da burguesia editorial e seus jornalistas corrompidos, e do grande público impensante.

 

 

NOTA DE 30 DE JUNHO DE 2012, POSTERIOR À ESCRITA DESTE ARTIGO - Em 29 de Junho de 2012, a Itália eliminou a Alemanha por 2-1, desfazendo em parte o carácter científico da previsão que eu fizera de que a Espanha e a Alemanha seriam as finalistas do Europeu em 1 de Julho de 2012. Isso bastou para que alguns professores de filosofia, do vasto e obtuso partido anti-astrologia, como Sérgio Lagoa e Rui Areal, me rotulassem, de má fé e precipitadamente, de "charlatão". Mas onde está o charlatanismo, se acima eu admiti que a previsão era falível? Charlatanismo seria eu escrever uma coisa do género: «É infalível que a Alemanha e a Espanha serão as finalistas, eu nunca me engano.»

 

Mas o que escrevi foi outra coisa: «Esta previsão pode falhar? Sim, porque há outras variáveis - ciclos planetários, ângulos interplanetários -  que não estou a levar em consideração. Mas, mesmo que falhe a previsão, fiz aqui a prova concreta de que a Astrologia Histórico-Social é ciência porque extrai leis astro-sociais dos factos segundo o princípio seguinte: factos histórico-sociais similares possuem em comum uma ou mais coordenadas planetário-zodiacais similares quanto à área do Zodíaco ocupada ou quanto à numeração de graus e minutos de arco.»

 

A par disto, note-se que tanto Lagoa como Areal esconderam que a minha previsão acertou pelo menos em 50%: a Espanha é finalista, como se comprovou em 27 de Junho com o triunfo da Espanha sobre Portugal. Não parece que sejam intelectualmente honestos. O seu imperativo é a todo o custo fazer crer que não há determinismo planetário na vida social e biofísica e desqualificar, com falácias ad hominem, o investigador de história mediante os ciclos dos planetas. São fanáticos anti-astrologia, fanáticos do livre-arbítrio que julgam o homem como «centro do universo, deus criador, dotado de liberdade de decidir», ignorantes porque nunca estudaram o assunto...

 

Não é o falhanço de uma previsão - ou duas, quatro, dez ou vinte - que retira carácter científico à nossa Astrologia Histórico-Social ou Astronomia Sócio-Política, do mesmo modo que o falhanço em uma ou duas ou quatro operações cirúrgicas não autoriza a qualificar de «charlatão» um cirurgião experiente que operou com êxito milhares de pessoas. Desafio seja quem for a refutar globalmente os meus livros «Astrologia Cabala e Graus do Zodíaco» (Estampa, 2001) e «Acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia, Astrology and Accidents in USA» ( Publidisa/ Edição de Autor, 2008) que expõem centenas, talvez mesmo mais de mil leis astronómico-sociais com exemplos históricos datados. É preciso ler e estudar para estar habilitado a refutar, Lagoa e Areal! Vocês, tal como os velhos inquisidores de que são a sombra remanescente, já perderam a guerra contra o empiro-racionalismo holístico astronómico-astrológico...

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 18:37
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2012
Censura prévia nas IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia do grupo Krisis- Évora: o rosto do fascismo epistemológico e académico

 

O grupo Krisis Évora censurou, num estilo similar ao da Inquisição que outrora teve sede em Évora, uma comunicação diferente do comum  às IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia que terão lugar em meados de Junho de 2012 na Universidade de Évora. Nas faculdades de filosofia contemporâneas não se pode discutir livremente todos os assuntos que requeiram reflexão profunda: há tabus, há constrangimentos ditados ora pela ideologia oficial da faculdade ou do Estado que a financia, ora pelos interesses de carreira do catedrático A ou B que não admite sofrer contestação. O teor do convite à participação nas IV Jornadas foi o seguinte "call for papers":

 

 

Universidade de Évora

 

14, 15 e 16 de Junho de 2012

 

  

            O grupo KRISIS, em colaboração com o Departamento de Filosofia da Universidade de Évora, e o Instituto de Filosofia Prática organiza as IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia, a ter lugar em Évora (Portugal).

 

 

As Jornadas serão estruturadas de acordo com o seguinte tema:

 

– Cartografias da Filosofia para o séc. XXI

 

           

            O objetivo das Jornadas é abrir um espaço onde os investigadores das diversas áreas da filosofia possam interrogar a pertinência dos seus trabalhos de investigação, lançando assim o desafio para uma reflexão acerca do futuro da filosofia e da validade atual das suas diversas formas de manifestação.

           

Para participar é necessário enviar uma proposta de 300 palavras, acompanhada dos dados pessoais (nome, habilitações e instituição), até ao dia 30 de Abril de 2012, dirigido a: krisis.evora 

 

A lista dos trabalhos selecionados será divulgada até ao dia 5 de Maio de 2012.

 

            As comunicações não deverão exceder os 20 minutos de exposição, a que se seguirá um período de discussão. As línguas oficiais do encontro são: português, espanhol, francês, inglês e italiano.

 

            Na expetativa de que venham a juntar-se a esta iniciativa.

 

            Os nossos melhores cumprimentos.

 

 

 

Comissão Organizadora: José Caselas, Miguel Antunes, António Caselas, Irene Pinto Pardelha, Moisés Ferreira, Luizete Dias

Comissão Científica:

Olivier Feron,

Eduardo Pellejero,

Irene Viparelli

 

 

Como investigador de filosofia que sou, candidatei-me às jornadas, enviando, em 25 de Abril de 2012, a seguinte síntese da minha comunicação:

 

 

Astrologia Histórico-Social: uma ciência que inflectirá a trajectória da filosofia                                           
 
por Francisco Limpo Queiroz

 

1.  A teoria das áreas zodiacais.
A astrologia histórico-social está isenta dos equívocos e do misticismo da astrologia tradicional: é o estudo dos factos histórico-sociais mediante o uso das tabelas astronómicas (efemérides), assinalando as posições dos planetas em cada um desses factos. É astronomia histórico-social. Esse estudo detecta impressionantes regularidades, leis planetário-geofísico-sociais. É o regresso da concepção estóica do tempo cíclico, apoiada agora num manancial de dezenas de milhar de factos históricos precisos. Cada signo do Zodíaco – arco de 30º do céu - divide-se em áreas cada uma das quais representa vários países, localidades, entidades políticas e religiosas e outras. Exemplo: a área 10º-11º de Caranguejo (graus 100 e 101 da longitude eclíptica) designa entre outras entidades o Peru. Este conhecimento obtém-se por indução a partir de uma multiplicidade de factos empíricos: em 24 de Maio de 1940, com Vénus em 10º 34´/ 58´ de Caranguejo, um sismo de de magnitude 8,1 Richter sacode o Perú; em 31 de Maio de 1970, com Marte em 10º 5´/ 11º 17´de Caranguejo, um sismo de magnitude 7,8 Richter atinge Ancash, no Perú, provocando 66 794 mortos; em 22 de Abril de 2002, com Júpiter em 9º 34´/ 9º 43´ de Caranguejo, um sismo de magnitude 4,4 Richter gera 1 morto no Perú.
 
2. O mesmo tipo de factos históricos é produzido por vários ciclos planetários simultâneos. Isso explica o carácter probalístico da previsão mas não implica que o fluxo de acontecimentos, ontológico, seja contingente e alterável.

 

3. A predestinação absoluta dos factos sociais e biofísicos, detectável na movimentação dos planetas e a eliminação da noção de livre-arbítrio: uma mudança de paradigma na cartografia da filosofia no século XXI. A filosofia pode zelar pela astrologia histórico-social predestinacionista – necessidade ontológica – do mesmo modo que tem zelado pela lógica e pela necessidade lógica.»

 

Recebi, no dia 1 de Maio de 2012, um e-mail do grupo Krisis /Évora negando-me a possibilidade de participar nas jornadas, de expor em detalhe as teses aqui resumidas. O e-mail diz o seguinte:  

 

«Caro Investigador
 
A Comissão Científica das Jornadas considerou que a sua proposta não se adequa ao espírito destas IV Jornadas, visto que não é consistentemente assumido um enquadramento filosófico que suporte a análise da temática apresentada; não é clara a relação existente entre a proposta e as orientações do call for papers.
 
Cumprimentos
José Caselas»

 

 

É pura sofística a argumentação de José Caselas e do secretariado do Krisis/Évora. Não há um enquadramento filosófico que suporte a análise da temática apresentada? Mas é óbvio que há: o enquadramento é a filosofia/ontologia presdestinacionista, do determinismo absoluto.  Parte-se de factos históricos concretos, verifica-se que factos similares ocorrem segundo posições planetárias similares e infere-se que há determinismo planetário que reduz ou faz mesmo desaparecer o chamado livre-arbítrio. Isto é claro. É uma direção de pesquisa filosófica. A investigação de história segundo a astronomia é, simultaneamente, uma tarefa científica e filosófica e constitui uma direcção fundamental do trabalho filosófico já que esclarece muito sobre o grau de liberdade e determinismo nos fenómenos humanos e biofísicos. Interessa a todos os que buscam a verdade, com seriedade. Se estivesse de boa fé, a "comissão científica" das jornadas - Olivier Feron, Eduardo Pellejero, Irene Viparelli - acolhia com agrado, ou no mínimo, com tolerância, a tese que propus.

 

Sucede que os membros do grupo Krisis, como os professores catedráticos em geral, são ignorantes em matéria de astronomia e conjugação desta com os factos histórico-sociais (astrologia histórico-social) e não suportam a ideia de que nas suas "Jornadas de Investigação" alguém os suplante ou expenda uma ideologia/ciência diametralmente oposta à deles. Recorrem, pois, à censura. Não abrem espaço nenhum à reflexão livre, ao contrário do que proclamam no "call for papers" acima. Não permitem  que se possa expor as teses que os incomodam. Nem 20 minutos podem conceder a quem os confronta teoreticamente. É a pura ditadura da cátedra. A ditadura dos medíocres, arrogantes e sem grandeza de alma e de inteligência.

 

Corrupção nos Departamentos de Filosofia: para salvar prestígios de professores auxiliares e catedráticos, elimina-se o pensamento dissidente. Aqueles que nada sabem sobre as movimentações dos planetas no círculo celeste do Zodíaco e suas implicações causais e filosóficas na vida na Terra censuram quem sabe mais do que eles no assunto, quem tem ideias a apresentar. Eis o ridículo, o grotesco destas coisas chamadas "IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia" e "Departamento de Filosofia da Universidade de Évora".

 

UM FASCISMO EPISTEMOLÓGICO REINANTE NA FILOSOFIA NAS UNIVERSIDADES: A PROIBIÇÃO DE INVESTIGAR E DEBATER AS LEIS ASTRONÓMICO-SOCIAIS (A ASTROLOGIA HISTÓRICA) 

 

Esta é uma realidade de que poucos se dão conta, de tão embrenhados que estão na ilusão de que a instituição universitária da filosofia é a cúpula do saber. Dá-se como verdade indiscutível que «os astros não determinam a vida dos seres humanos, porque estes são livres, racionais e imprevisíveis» e que «é impossível que o movimento dos planetas cause a queda de aviões ou fugas radioactivas em centrais nucleares ou atentados a governantes ou greves operárias nos dias X, Y ou Z, até porque Carl Sagan, Karl Popper e Hubert Reeves declararam que a astrologia é uma impostura, não é e nunca poderá ser ciência». Isto são argumentos de seres impensantes. De seres que nunca investigaram o assunto. Mas tão arraigadas estão estas convicções que originaram um fascismo epistemológico que contamina a totalidade dos filósofos e professores universitários (exceptuo Paul Feyerabend e algum outro): é proibido defender teses na universidade favoráveis à astrologia como ciência da história e nenhum mestrado ou doutoramento se autoriza nesse sentido.

 

Segundo me disseram, há anos numa universidade francesa uma tese de doutoramento sobre a astrologia como ciência foi aprovada por um júri de razão aberta mas rapidamente foi anulada por pressão do colégio universitário porque era heterodoxa. As universidades, em especial nas ciências humanas, são as igrejas laicas de hoje e os professores catedráticos equivalem aos bispos, cardeais e papas do catolicismo de cuja infalibilidade não se pode duvidar. O título de «professor doutor», que Platão e Aristóteles não usavam, equivale ao de «sua eminência» e ao de «sua santidade» que os cardeais e papas usaram e usam. Não há autêntica liberdade de gestação e de expressão do pensamento onde ela deveria existir no mais alto grau: nas faculdades de filosofia, nas universidades. O peso sombrio das togas e dos títulos dos docentes esmaga o livre pensamento, em nome da autoridade. É uma verdadeira idade das trevas, em nome do iluminismo.

 

Sucede que, em Junho de 2001, a editorial Estampa publicou uma obra da minha autoria intitulada «Sincronismos, cabala e graus do Zodíaco» que demonstra com múltiplos factos empíricos, pela primeira vez na história mundial, a existência de significativas correlações entre as posições dos planetas no Zodíaco e a ocorrência de acidentes na aeronáutica, na ferrovia, na indústria, em Portugal, Espanha, EUA, França, etc, a existência de leis planetário-biofísico-sociais. Um livro chave na ciência que, juntamente com outro livro do mesmo autor " Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia, Astrology and accidents in USA" (Publidisa, 2008), fundamentam o determinismo planetário que impera em todos os fenómenos terrestres e celestes.

 

A meu ver, que sou suspeito, embora auto-crítico quanto baste, estes dois livros são muito mais substanciais em saber e mais inovadores do que qualquer tese de doutoramento jamais aprovada nas universidades portuguesas, do que as obras completas de Peter Singer, José Gil, Eduardo Lourenço, Thomas Nagel, Giles Deleuze, Bertrand Russell e outros. Desde a teoria da relatividade de Einstein, esta Astrologia Histórico-Social que os deuses ou o destino ateísta me inspiraram - que  nada tem em comum com a psico e a pseudoastrologia de Paulo Cardoso, Maria Flavia Monsaraz, Luís Resina, Cristina Candeias e outros astrólogos comerciais - é a maior revolução científica na cosmologia e na filosofia.

 

É pena que o editor Estampa, Manso Pinheiro, não tivesse usado a Feira de Frankfurt ou outra para conseguir a tradução e edição do «Sincronismos, cabala e graus do Zodíaco» nos EUA, França ou Grã Bretanha, e é pena que o autor, talvez por alguma inabilidade social, não tenha conseguido expandir o livro noutros países. Consta que um exemplar deste livro está na biblioteca do Congresso dos EUA mas não consta que algum exemplar se encontre nas bibliotecas das universidades portuguesas e brasileiras, nem mesmo nos departamentos de filosofia que, por essência, deveriam acolher o caleidoscópio das teorias especulativas, em particular as heresias científicas. 

 

Para levar a reflexão aos que ignoram a Astrologia Histórico-Social dos meus livros, eis algumas leis astrológicas que a investigação que há décadas levo a cabo, laboriosamente, permitiu decantar ( se alguém duvidar das posições dos planetas nas datas que indico, consulte as Swiss Ephemeris ou outras através do google): 

 

ÁREA 0º-1º DE CARNEIRO:

ISRAEL

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 0º-1º do signo de Carneiro é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis em Jerusalém, Israel.

 

Em 9 de Março de 2002, com Vénus em 1º 9´/ 2º 23´ de Carneiro, o suicida palestiniano Fouad Hurani, de 20 anos, explode na cafeteria «Moment» em  Jerusalem perto da casa de Ariel Sharon, gerando 11 mortos e 50 feridos; em 21 de Março de 2002, com Sol em 0º 11´/ 1º 11´ de Carneiro, um atentado executado por um palestiniano suicida em Jerusalém faz 3 mortos; em 29 de Março de 2002, com Mercúrio de 28º 51´ de Peixes a 0º 44´ de Carneiro, a palestiniana suicida Ayat Akhras, de 18 anos de idade, explode a bomba que traz colada ao corpo matando-se  bem como a um guarda israelita e a uma jovem , de 17 anos e ferindo outras 20 pessoas no exterior de um supermercado em Jerusalém.

 

 

ÁREA 13º-15º DO SIGNO DE CARNEIRO:

VÉNUS, SISMO NO IRÃO

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 13º-15º do signo de Carneiro é condição necessária, mas insuficiente, para destacar o planeta Vénus e gerar sismos no Irão.

 

Em 26 de Março de 1972, com Mercúrio em 14º 44´/ 11´ de Carneiro, é lançada em direcção a Vénus a sonda soviética Venera 8; em 8 de Junho de 1975, com Marte em 13º 10´/ 55´ de Carneiro, é lançada em direcção a Vénus a sonda soviética Venera 9.

 

Em 6 de Maio de 1930, com Urano em 13º 13´/ 16´ de Carneiro, um sismo no Irão extermina 2 600 pessoas; em 21 de Junho de 1990, com Marte em 14º 59´/ 15º 41´ de Carneiro, um sismo com magnitude 7,7 na escala de Richter, nas províncias de Gilan e Zanyan, no Noroeste do Irão, arrasa 17 vilas, 1 871 aldeias e provoca cerca de 37 000 mortos e 100 000 feridos.

 

 

ÁREA 14º-19º DO SIGNO DE TOURO:

 

PERÚ

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 14º-19º do signo de Touro é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis no Perú.

 

Em 21 de Maio de 1950, com Mercúrio em 20º 0´/ 19º 35´ de Touro, um sismo de magnitude 6 Richter causa 100 mortos em Cuzco, Perú; em 17 de Outubro de 1966, com Nôdo Norte da Lua em 16º 17´/ 18´ de Touro, Mercúrio em 15º 27´/ 16º 44´ de Escorpião, um sismo de magnitude 7,7 Richter abala o Perú; em 31 de Maio de 1970, com Mercúrio em 16º 1´/ 48´ de Touro, um sismo de magnitude 7,8 Richter atinge Ancash, no Perú, provocando 66 794 mortos; em 30 de Maio de 1990, com Mercúrio em 13º 57´/ 14º 52´de Touro, um sismo de magnitude 6,5 Richter causa 135 mortos no norte do Perú; em 23 de Junho de 2001, com Vénus em 16º 30´/ 17º 33´ de Touro, um sismo de magnitude 6,5 Richter gera 75 mortos confirmados na região de Arequipa, Camana, Tacna e Chala, no Perú, 64 desaparecidos no tsunami que o acompanha, 560 feridos e 12 000 desalojados, também sentido no sul do Perú e norte do Chile e Bolívia; em 22 de Abril de 2002, com Mercúrio em 17º 3´/ 18º 51´ de Touro, um sismo de magnitude 4,4 Richter gera 1 morto no Perú.

 

ÁREA 26º-29º DE GÉMEOS:

IRÃO

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 26º-29º do signo de Gémeos é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis no Irão.

 

Em 3 de Julho de 1987, com Vénus em 26º 33´/ 27º 46´ de Gémeos, um navio da frota norte-americana no Golfo Pérsico abate com um míssil um avião civil iraniano, com 289 pessoas a bordo; em 3 de Junho de 1989, com Vénus em 27º 54´/ 29º 7´ de Gémeos, morre de cancro o ayatolá Khomeiny, líder espiritual da revolução islâmica no Irão; em 21 de Junho de 1990, com Sol de 29º 22´ de Gémeos a 0º 20´ de Caranguejo, um sismo com magnitude 7,7 na escala de Richter, nas províncias de Gilan e Zanyan, no Noroeste do Irão, arrasa 17 vilas, 1 871 aldeias e provoca cerca de 37 000 mortos e 100 000 feridos. 

 

 

ÁREA 28º-29º DE CARANGUEJO:

  

CASTELO BRANCO

 

A área 28º-29º de Caranguejo faz eclodir acidentes de comboio em Castelo Branco.

 

Em 12 de Julho de 1984, com Nôdo Vénus em 27º 0´/ 28º 14´ do signo de Caranguejo, um comboio de mercadorias abalroa um automóvel numa passagem de nível em Castelo Branco provocando um morto e um ferido grave;em 14 de Abril de 2000, com Nôdo Norte da Lua em 29º 53´/ 29º 49´ do signo de Caranguejo duas carruagens de um comboio de mercadorias descarrilam junto da antiga passagem de nível do Bairro do Barrocal,em Castelo Branco, sem causar feridos, o que leva a CP a proceder ao transbordo rodoviário de passageiros entre Rodão e Covilhã.

 

 

ÁREA 24º-28º DE LEÃO:

 

TURQUIA, ATENTADO A HITLER E A SIDÓNIO PAIS

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 24º-28º do signo de Leão é condição necessária, mas insuficiente, para produzir incidentes ou acidentes notáveis na Turquia e atentados a Sidónio Pais e Adolf Hitler.

 

Em 18 de Agosto de 1949, com Sol en 24º 42´/ 25º 40´ de Leão, um terramoto causa 437 mortos na zona de Herzerun, na Anatólia, Turquia; em 19 de Agosto de 1966, com Sol em 25º 34´/ 26º  32´de Leão, um sismo causa 1 100 mortos e milhares de feridos na Anatólia oriental, Turquia; ; em 17 de Setembro de 1967, com Vénus em 27º 52´/ 27º 45´ de Leão, distúrbios durante um jogo de futebol em Kayseri, na Turquia, originam 44 mortos e mais de 600 feridos.

 

 

Em 14 de Dezembro de 1918, com Saturno em 28º 14´ de Leão, o presidente da República Portuguesa, Sidónio Pais, um protofascista, é abatido com três tiros por José Júlio da Costa, republicano radical, na estação do Rossio, em Lisboa; em 13 de Março de 1943, com Nodo Norte da Lua em 24º 39´ de Leão, uma bomba levada por um oficial, que supunha tratar-se de duas garrafas de licor, viaja, sem explodir, por avaria do detonador, no avião em que Hitler voa de Smolensko a Rastenburg, fracassando assim o atentado contra Hitler do general Henning von Tresckow e do tenente Fabian von Schlabrendorff; em 20 de Julho de 1944, com Júpiter em 28º 47´/ 28º 59´ de Leão, uma pasta com uma bomba colocada pelo conde Claus Schenk von Stauffenberg explode na sala do castelo de Rastenburg onde Hitler mantinha uma reunião com os seus oficiais generais, ficando ferido o ditador alemão e morrendo alguns dos presentes.

 

 

 

ÁREA 6º-9º DE VIRGEM:

HAMBURGO, SARAJEVO,

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 6º-9º do signo de Virgem é condição necessária, mas insuficiente, para produzir atentados ou acidentes notáveis em Hamburgo e Sarajevo. 

 

Em 4 de Maio de 1979, com Saturno em 7º 6´ de Virgem, Elizabeth Von Dyck membro grupo de extrema esquerda Baader-Meinhoff, é abatida a tiro pela polícia ao tentar sacar a sua arma em Hamburgo; em 2 de Setembro de 1985, com Sol em 9º 28´/ 10º 26´ de Virgem, bombas danificam duas empresas na Alemanha, uma em Dortmund e a outra em Hamburgo; em 19 de Abril de 1991, o jovem Matias Rust é condenado pelo tribunal de Hamburgo a dois anos e meio de prisão por ter ferido gravemente à facada uma aluna de enfermagem de 18 anos que rejeitara as suas propostas amorosas; em 2 de Dezembro de 1993, com Quiron em 8º 51´/ 8º 54´ de Virgem, o presidente von Weizäcker da Alemanha é agredido em Hamburgo; em 3 de Julho de 1994, com Quiron em 6º 13´/ 6º 19´ de Virgem, Vénus em 20º 34´/ 21º 43´ de Leão, Júpiter em 4º 46´ de Escorpião, de madrugada, sedes da polícia são atacadas com cocktails molotov em Hannover, Hamburgo, Oldemburgo, na Alemanha, como retaliação pela morte a tiro de um curdo de 16 anos perpetrada por um polícia.

 

 

Em 28 de Junho de 1914, com Nodo Sul da Lua em 7º 39´ de Virgem, numa praça de Sarajevo, capital da Bósnia, o arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono austro-húngaro e inspector geral das forças armadas, que minutos antes junto da estação devolvera com as mãos para a rua uma bomba atirada para a sua carruagem, é assassinado a tiro, tal como sua esposa Sofia von Hohenberg, por Gavrilo Princip, estudante liceal de 19 anos, que deseja vingar os sérvios da opressão a que o império os sujeita; em 28 de Agosto de 1995, com Vénus em 6º 10´/ 7º 24´ de Virgem, morteiros sérvios atingem o mercado de Sarajevo, Bósnia, causando 37 mortos e 90 feridos.

 

  

11º-14º  DE BALANÇA:

 

VIENA DE AUSTRIA

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 11º-14º do signo de Balança é condição necessária, mas insuficiente, para gerar atentados ou acidentes notáveis em Viena de Áustria. 

 

Em 21 de Dezembro de 1975, com Plutão em 11º 32´/ 11º 33´ de Balança, Ilich Sánchez Ramírez, venezuelano conhecido como «Carlos», e mais cinco pessoas, membros de um comando «braço armado da revolução árabe», entram no edifício sede da OPEP em Viena de Áustria, abatem a tiro três guardas de segurança e fazem 70 reféns, entre os quais onze ministros e chefes de delegações árabes que levarão consigo de avião para a Argélia; em 28 de Setembro de 1979, com Vénus em 13º 18´/ 14º 33´ de Balança, um incêndio destrói parcialmente um hotel em Viena de Áustria matando 26 pessoas; em 29 de Agosto de 1981, com Saturno em 8º 19´/ 25´ de Balança, Júpiter em 11º 5´/ 11º 17´ de Balança, um atentado da OLP contra uma sinagoga em Viena de Áustria causa 2 mortos.

 

 

ÁREA 1º-3º DE ESCORPIÃO:

REPRESSÃO NO BRASIL

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 1º-3º do signo de Escorpião é condição necessária, mas insuficiente, para gerar repressão policial mortal no Brasil.

 

Em 10 de Dezembro de 1943, com Vénus em 1º 53´/ 3º 1´ de Escorpião, a polícia dispara sobre uma passeata de estudantes em São Paulo exigindo a libertação de Hélio Mota, presidente do Directório Académico XI de Agosto, resultando 2 mortos e 25 feridos; ; em 4 de Novembro de 1969, com Mercúrio em 3º 48´/ 5º 27´do signo de Escorpião, morre numa emboscada numa rua de São Paulo, Carlos Marighella, líder da Aliança Libertadora Nacional, morrendo no tiroteio uma investigadora e sendo presas 17 pessoas, entre elas alguns frades beneditinos; em 16 de Dezembro de 1976, com Nôdo Norte da Lua em 2º 14´/ 15´ do signo de Escorpião, agentes do II Exército penetram numa casa em São Paulo e aí matam 3 dirigentes do Partido Comunista do Brasil.

 

ÁREA 0º-1º DE SAGITÁRIO (E POR VEZES 29º DE CAPRICÓRNIO E 0º-1º DE AQUÁRIO):

AUTO-ESTRADA LISBOA-SETÚBAL

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 0º-1º do signo de Sagitário e, por vezes, simultaneamente em 29º do signo de Capricórnio e 0º-1º do signo de Aquário é condição necessária, mas insuficiente, para causar acidentes na auto-estrada entre Lisboa e Setúbal. 

 

Em 27 de Janeiro de 1994, com Nodo Norte da Lua em 0º 49´/ 0º 38´ de Sagitário, Marte em 29º 5´/ 29º 52´ de Capricórnio, o choque de 21 veículos, em cadeia, na A2, entre Lisboa e Setúbal, causa 19 feridos; em 2 de Setembro de 1996, com Plutão em 0º 29´ de Sagitário, Júpiter em 7º 49´ de Capricórnio, Urano em 1º 3´/ 1º 11´ de Aquário, ao quilómetro 28 da A2, perto de Setúbal, um autocarro despista-se por rebentamento de um pneu do lado esquerdo e embate num automóvel ligeiro, resultando 40 feridos.

 

 

ÁREA 15º-22º DE CAPRICÓRNIO:

 

COLÔMBIA, ARMAZÉM OU CENTRO COMERCIAL

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 15º-22º do signo de Capricórnio é condição necessária, mas insuficiente, para originar acidentes notáveis ou atentados na Colômbia e em centro comercial algures no mundo.

 

Em 12 de Dezembro de 1979, com Vénus em 16º 39´/ 17º 53´ de Capricórnio, um sismo na Colômbia provoca 600 mortos; em 21 de Dezembro de 1980, com Marte em 22º 14´/ 23º 1´ de Capricórnio, uma bomba destrói um avião Caravelle na Colômbia, matando 68 pessoas; em 17 de Março de 1988, com Marte em 15º 54´/ 16º 35´ de Capricórnio, um avião Boeing 727 despenha-se na Colômbia, produzindo 137 mortos; em 19 de Maio de 1993, com Neptuno em 20º 58´ de Capricórnio, um avião Boeing 727 esmaga-se em Medellin, Colômbia, morrendo 133 pessoas.

 

 

Em 29 de Novembro de 1973, com Vénus em 22º 45´/ 23º 37´ de Capricórnio, um incêndio num grande armazém em Kumamotto, Japão, causa 101 mortos; em 17 de Dezembro de 1983, com Mercúrio em 14º 38´/ 15º 19´ de Capricórnio, uma bomba potente explode nos armazéns Harrods, em Londres, matando 5 pessoas e ferindo 80; em 17 de Setembro de 1986, com Marte em 19º 22´/ 19º 47´ de Capricórnio, uma bomba lançada de um BMW branco contra o armazém de roupa Taiti, em Paris, causa 5 mortos e 60 feridos.

 

 

ÁREA 16º-19º DE AQUÁRIO:

SANTARÉM, ROCHA CONDE DE ÓBIDOS

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 16º-19º do signo de Aquário  é condição necessária, mas insuficiente, para originar acidentes de comboio em Santarém e na Rocha Conde de Óbidos.  

 

Em 19 de Janeiro de 1983, com Vénus em 16º 36´/ 17º 51´do signo de Aquário, um acidente ferroviário perto de Santarém provoca um morto e 8 feridos; em 2 de Maio de 1997, com Júpiter em 19º 37´/ 44´do signo de Aquário, um comboio descarrila na linha do Norte, a dois quilómetros de Santarém, devido à queda de uma catenária.

 

Em 17 de Junho de 1999, com Urano em 16º 32´/ 16º 30´ de Aquário, pelas 14.45 horas, na passagem de nível da Rocha Conde de Óbidos, entre Alcântara e Santos, uma mulher é colhida mortalmente e uma criança ferida ligeiramente por um comboio da linha de Cascais, sendo a circulação ferroviária na via interrompida até às 16.30 horas; em 5 de Janeiro de 2004, com Vénus em 18º 7´/ 19º 21´ de Aquário, à 1.35 horas, um homem suicida-se, atirando-se sobre a linha de Cascais à passagem de um comboio, na passagem de nível Rocha Conde de Óbidos entre Santos e Alcântara.

 

 

ÁREA 8º-11º DE PEIXES:

 

LONDRES

 

 

A passagem de um planeta, sol ou nodo da Lua em 8º-11º do signo de Peixes  é condição necessária, mas insuficiente, para desencadear acidentes notáveis ou atentados em Londres.   

 

 

Em 28 de Fevereiro de 1975, com Sol em 8º 46´/ 9º 46´ de Peixes, um comboio metropolitano choca com uma barreira num túnel sem saída na estação de Moorgate, em Londres, produzindo a morte de 41 pessoas; em 12 de Dezembro de 1988,  com Nodo Norte da Lua em 8º 4´/ 7º 59´ de Peixes, o choque de 2 comboios no sul de Londres faz 115 mortos em 7 de Fevereiro de 1991, com Vénus em 10º 57´/ 12º 12´ de Peixes, um rocket disparado pelo IRA cai nos jardins do nº 10 de Downing Street, às 9. 45 horas, e às 10.00 uma explosão dá-se frente ao Ministério da Defesa em Londres, havendo 4 mortos calcinados e alguns feridos; em 10 de Abril de 1992, com. Marte em 10º 1´/ 10º 47´ de Peixes, uma bomba explode no centro de Londres, causando 3 mortos e vários feridos.

 

 

Contra factos, não há argumentos. Fui o primeiro a fazer este tipo de investigação na história mundial e a gerar esta ciência das áreas zodiacais específicas- digo-o sem vaidade, porque a vida é breve e o que importa é salvar o conhecimento que, miraculosamente, se atinge. Não há que endeusar ninguém. É a vaidade dos catedráticos de filosofia e da história - que pretendem ser uma «nobreza» do pensamento - a sua incapacidade de pensar holisticamente o universo como um todo, e o seu desprezo pelo mundo empírico e pela análise dos pequenos detalhes que impedem a descoberta e a difusão da verdade.

 

Descartes, Berkeley, Kant, Hume, Hegel, Schopenhauer, Marx, Engels, Nietzschze, Freud, Husserl, Foucault, Derrida, Heidegger, Sartre, Ricoeur, Einstein, Dirac, Schrodinger, Heisenberg, Stephen Hawking, Sagan, Popper, Khun,  e mesmo Fernando Pessoa e Feyerabend, não sabiam nada disto. É este tipo de saber, preciso, exacto, científico, que os pomposos e vazios catedráticos das faculdades de filosofia, história e sociologia de todo o mundo, e, com eles, o clero de todas as igrejas, temem. É isto que o grupo krisis- évora, as universidades, os jornalistas venais e os grandes media, veículos do poder da burguesia e dos néscios que afirmam a «omnipotência do livre-arbítrio», tudo fazem para silenciar. Infelizmente para eles, existe a internet onde a verdade pode circular, ainda que para um segmento ínfimo da população mundial.

 

 

Note- The secretariat of the group Krisis Évora Portugal censored my thesis on historical astrology and  ontology of predestinationism by stars  preventing this thesis to be presented at the IV International Workshop of Researchers in Philosophy to be held at the University of Évora, Portugal, on June 14-16, 2012 . This attitude expresses fear of novelty and seems to reveal the existence of an epistemological fascism between the university on philosophy that seeks to prohibit and hide any scientif position on Historical Astrology, particularly the social-astronomical laws we discovered in recent decades and that we disclosed in books in Portuguese language.

 

 

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 18:31
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