Quinta-feira, 27 de Abril de 2017
Francisco George, ao serviço do lobby dos fabricantes de vacinas

 

Francisco George, o director-geral de Saúde em Portugal, insiste em atacar os pais, mais inteligentes que ele, que recusam vacinar, isto é, infectar o organismo dos filhos com vírus e toxinas, com pus de animais doentes.

 

Se as contas bancárias de José Sócrates, ex primeiro ministro socialista de Portugal, foram escrutimadas por suspeitas de corrupção, por que não investigar as contas bancárias particulares de Francisco George? Não poderá estar a ser financiado secretamente pelos fabricantes de vacinas que ganham milhões ao vender centenas de milhar de vacinas ao Estado? Tudo é possível.

 

 

Muito da «ciência médica» não passa de ideologia, ideias submissas a interesses de lucro. Sabemos bem que os laboratórios farmacêuticos compram grande parte da classe médica oferecendo-lhes viagens e estadias em Atenas, Roma, Londres, Brasília, Buenos Aires, etc, em congressos «médico-farmacêuticos» para que os médicos receitem o que os laboratórios querem. E assim é com as vacinas, esse fetiche irracional dos que não pensam a fundo: é como a «poção mágica» dos bruxos feita de venenos de cobra, etc. Com uma compreensão errónea do fenómeno doença, não entendendo sequer que «o terreno é tudo, o micróbio é nada» (Claude Bernard) e de que se o sangue e a linfa estiverem puros (causas internas) os micróbios (causas externas) não conseguem danificar o corpo, entram e saem, Francisco George não faz qualquer alusão às vitaminas e sais minerais dos frutos e saladas como defensores da saúde sem vacinas. E na sua miopia teórica, quer infectar, violar a integridade física de milhões de pessoas com o BCG (bacilos de boi tuberculoso) e outras vacinas como se um vírus ou toxina protegesse o corpo contra algum outro vírus ou toxina. A estupidez é descomunal entre a classe médica alopática...um veneno a «combater» um veneno!

 

Exijamos a demissão de Francisco George, o obscurantista defensor do fascismo médico, que serve tanto os governos de direita como o de centro-esquerda! Alerta! Nem a Inquisição impôs a vacinação obrigatória mas Francisco George e os fascistas pseudo científicos pasteurianos querem impor essa arbitrariedade! Instalam o medo para levar água ao seu moinho. Os vírus não são a causa das doenças do mesmo modo que os mosquitos não são a causa dos pântanos. Pasteur estava errado e reconheceu-o na hora da morte.

 

 

A vacinação é uma máscara inútil e falseadora de uma medicina que recusa a dietética como grande método de cura: limões e argila substituem vantajosamente as vacinas; a dieta de frutos e vegetais complementada com ovos biológicos e queijos de cabra nutre bem o organismo e suprime doenças como o reumatismo, a bronquite, o sarampo, provocadas não por vírus mas pelo consumo de carne, açúcar, alcool, cereais refinados, medicamentos.

 

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2015
A pseudociência universitária de David Marçal contra as «pseudociências»

 

 

 Publicou a Fundação Francisco Manuel dos Santos, em Setembro de 2014, um livro de David Marçal, doutorado em Bioquímica em 2008 pela Universidade Nova de Lisboa, intitulado «Pseudociência», no qual o autor aponta baterias contra a acupunctura, a medicina holística, em particular a medicina quântica, contra o movimento antivacinas e anti-alimentos transgénicos e a astrologia.. Marçal defende a medicina convencional, apontando-lhe alguns pequenos erros, e defende a grande indústria e o «racionalismo» anti-astrologia que é característico do pensamento vazio e confuso dos catedráticos e doutorados de todo o mundo.

 

A PSEUDOCIÊNCIA ANTI-ASTROLOGIA DE MARÇAL, INCAPAZ DE REFUTAR A ASTROLOGIA HISTÓRICA

 

Os ataque de David Marçal à astrologia é bastante subliminar. Não encontro claramente no seu livro a definição de Karl Popper segundo a qual «a astrologia é uma pseudociência» mas a sugestão deste sofisma de Popper está lá . Escreve  o seguinte:

«A Nova Era é uma referência à Era de Aquário que, segundo a Astrologia deverá suceder à Era de Peixes, em que actualmente vivemos. Não se sabe muito bem quando, não há consenso entre os vários astrólogos e místicos acerca deste assunto (as diferenças são de vários séculos)». (David Marçal, Pseudociência, Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa, 2014, pag. 41; o destaque a negrito é posto por mim)

 

Note-se a tentativa de confundir a astrologia, ciência de cálculo astronómico, dos acontecimentos terrestres e suas repetições- ciência mal praticada por 95% dos astrólogos - com o misticismo. É evidente que a grande maioria dos que se intitulam astrólogos são charlatães ou são sonhadores sem conhecimentos sólidos mas isto não autoriza ninguém a colocar na sombra a verdadeira astrologia científica, a astrologia histórico-social que desenvolvemos. Escreve ainda Marçal:

«A relação entre a física quântica e a medicina quântica é mais ou menos a mesma do que a relação entre a astronomia e a astrologia. São comunidades estanques e a medicina quântica não é um ramo ou uma aplicação da física quântica.» (David Marçal, Pseudociência, Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa, 2014, pag. 42).

 

Não há relação intrínseca da astrologia com a astronomia, como sustenta Marçal? Essa é outra das mentiras «universitárias» sobre a astrologia, tese de charlatanismo que é professada, aberta ou encapotadamente, por José Gil, Eduardo Lourenço, Boaventura Sousa Santos, José Mattoso, José Pacheco Pereira, Manuel Vilaverde Cabral, Manuel Maria Carilho, Irene Borges Duarte, António Pedro Mesquita, Olivier Feron, Ricardo Santos, José Barata-Moura, Desidério Murcho, João Branquinho e todos os que ocupam as cátedras de filosofia, história, sociologia, antropologia e outras em Portugal, para não falar dos restantes países.

Eis uma prova de como a astrologia incorpora a astronomia, na seguinte lei que formulei: a passagem do Sol, de um planeta do sistema solar no signo de Peixes (DADO ASTRONÓMICO: arco de 330º a 360º de longitude  da eclíptica) gera em regra uma revolução de esquerda vitoriosa ou não em Portugal como é o caso da revolução liberal no Porto em 24 de Agosto de 1820 (Júpiter em 20º do signo de Peixes ou grau 350º de longitude eclíptica), da fracassada revolta militar antifascista do Porto em 3-7 de Fevereiro de 1927 (Júpiter em 3º-4º do signo de Peixes ou graus 333º-334º de longitude eclíptica), da revolução popular triunfante em Portugal de 25 de Abril de 1974 a 12 de Março de 1975 (Júpiter em 10º- 17º- 7º-28º do signo de Peixes  ou graus 340º-347º-337º- 358º  de longitude eclíptica). Dentro de cada facto histórico (história e astrologia) está inserida uma posição astronómica (astronomia).

 

Segue-se disto que a comunidade universitária portuguesa e mundial, ao opor radicalmente astrologia e astronomia e ao recusar estudar os factos históricos em conexão com as posições dos planetas, não é científica mas mística (misticismo do livre-arbítrio, misticismo religioso anti astrologia). A universidade mundial é uma fraude, em termos de pensamento holístico rigoroso, nega o determinismo planetário-zodiacal na vida social, política e geofísica.

 

MARÇAL ESCONDE OS ARGUMENTOS CIENTÍFICOS CONTRA A VACINAÇÃO COMO OS DE TISSOT, MARCHESSEAU E SHELTON

 

O doutorado David Marçal ataca o movimento antivacinas argumentando que o  médico inglês Andrew Wakefield publicou em 1998 um artigo em que teorizava que a vacina tríplice ( contra o sarampo, a papeira e a rubéola) é causadora de autismo, argumentando Marçal que, mais tarde, Wakefield foi acusado de ter escrito isso mediante suborno e punido. E Marçal e outros «científicos» institucionais estarão livres de suspeitas de suborno por defenderem a vacinação? Não se terão doutorado por se moldarem aos interesses das multinacionais farmacêuticas e das cátedras subservientes a estas? David Marçal ignora ou oculta  a crítica científica do professor francês Tissot à ideia errónea de que as vacinas conferem imunidade.

 

O Dr.J.Tissot, antigo professor do Museu de História Natural de Paris, em anos da primeira metade do século XX,  mostrou que o contágio não existe na tuberculose,nem na lepra nem no cancro e que as vacinas introduzem a fase crónica da doença, silenciosa, no corpo humano. Escreveu o biologista Pierre Marchesseau (1910-1994) sobre o silenciamento dos trabalhos de Tissot levada a cabo pelos maldosos e míopes  pasteurianos:
 

«Houve por vezes reacções às ideias de Pasteur e da sua escola, mas foram sempre impiedosamente abafadas. Os trabalhos destes pesquisadores (Béchamps e os seus «microzimas»; Altman e os «organismos elementares»; Galippe, Portier e os seus simbiontes, etc), passaram em silêncio.»
«Os partidários de Pasteur atacaram violentamente Tissot desde o aparecimento da sua obra magistral em 1926. Na realidade, esta obra destruía as ideias pasteurianas ao mesmo tempo que era susceptível de pôr termo aos interesses particulares consideravelmente representados pelo fabrico e venda de soros e vacinas.» (...)
 

«...O vírus das vacinas inoculado prejudica o organismo. Segundo o Dr.Tissot, os prejuízos que se verificam são:
1º As nefrites, problemas hepáticos, de glândulas e do sistema nervoso.
 2º Todas as doenças do cértebro e da espinal medula
, encefalites e mielites várias.

3º Arterioesclerose, enfraquecimento cerebral, etc. 
4º Diminuição considerável da longevidade no homem.» (...)

«Tissot condena as vacinas antidiftéricas, antitetânicas, anti-rábicas, antituberculosas, BCG que não têm qualquer poder vacinador e que não protegem. A vacina antitífica é de rejeitar por perigosa. « Ela inocula de certeza (100%) a fase crónica da febre tifóide com os seus perigos, e isto para evitar o risco insignificante, quase nulo (1/20.000) de a contrair.» Tissot condena ainda os soros antidiftéricos e antitetânicos, que inoculam o colibacilo do cavalo, e que não têm qualquer acção.» (...)

«Para terminar, notemos que Tissot não toma posição definida com referência à vacinação antivariólica, que parece admitir, em detrimento da sua peremptória afirmação:
«Não se deve, seja qual for o pretexto, deixar inocular um vírus vivo, mesmo atenuado, nem um soro, nem qualquer produto proveniente de seres vivos. Exceptuam-se os produtos químicos isentos de elementos figurados».
(Pierre Marchesseau, Grégoire Jauvais, Curso Completo Teórico e Prático de Biologia Naturopática, Nova Editorial Natura, Lisboa, 1970, Págs 93, 100-101; o destacado a negrito é posto por mim).  

 

Sem abordar estas objeções, David Marçal escreve no seu estilo de jornalista defensor da ideologia da vacinação:

 

«Os movimentos antivacinas não são novos nem se resumem ao triste caso de Wakefield. Paradoxalmente, é o sucesso das vacinas que abre espaço aos movimentos antivacinas». (David Marçal, Pseudociência, Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa, 2014, pag.50).

 

Mas onde está a prova do «sucesso das vacinas»?  Em parte nenhuma. As estatísticas são manipuladas por autoridades da medicina convencional e governos. Queira o leitor ver no youtube os 10 vídeos «Vacinação, a verdade oculta». Aí se demonstra que há doenças contagiosas que decairam ou quase desapareceram em países onde não havia programa de vacinação em curso. Marçal não refuta esses vídeos. Não pode. Não sabe. A desaparição de certas doenças deve-se não às vacinas mas à generalização de certos hábitos alimentares e higiénicos: a prática do atletismo, da marcha, do culturismo em ginásios; a ingestão de saladas e frutas em maior quantidade por indivíduo do que sucedia no século XIX e inícios do século XX; os banhos de sol moderados e os banhos de mar; as melhorias na arquitectura e salubridade urbana, casas da classe operária com saneamento, água potável e luz elétrica, etc.

 

Herbert M. Shelton (6  de Outubro de 1895- 1 de Janeiro de 1985), o filósofo-médico norte-americano, vegetariano e pacifista, afirmou que a imunidade não existe, é uma ideia mítica, como o elixir da longa vida ou a poção mágica de Astérix, porque o corpo está a cada momento em combate contra as toxinas, em permanente devir e nenhum vírus atenuado ou antitoxina serve de escudo contra qualquer doença no organismo humano:

 

«Sustentamos que não existe imunidade. Imunidade significa isenção de penalidade; no caso das causas de uma doença significa isenção das consequências...» 

(...…)  «A prática da imunização é um esforço para impedir a lei da causa e do efeito. Poderemos nós considerar um homem tão estúpido que vá ao ponto de afirmar que pode inocular álcool noutro homem e assim imunizá-lo contra os efeitos do álcool, de modo que possa beber todo o uísque que deseja sem lhe sofrer as consequências»? Com efeito, se é possível imunizar contra um veneno qualquer, não há razão para não se imunizar contra todos os venenos. Ora as bactérias nocivas não constituem uma classe de venenos que escapem aos efeitos específicos de todos os venenos. »

«A atitude médica segundo a qual o meio de evitar a doença consiste em tê-la é tão ridícula como a ideia de que, para evitar as queimaduras, seria necessário sofrer várias queimaduras leves com o fim de adquirir imunidade para as queimaduras.»( Herbert Shelton, A imunidade e as doenças, de La Nouvelle Hygiene, reproduzido na revista Natura de Novembro de 1961; a letra negrita é posta por nós). 

 

Isto é pensar a sério, longe da intoxicação da ideologia da medicina convencial e dos seus arautos como David Marçal.

 

A ENERGIA VITAL DO CORPO NÃO EXISTE? OS MICRÓBIOS SÃO A CAUSA DAS DOENÇAS?

 

No seu ataque à medicina quântica, corrente alternativa que sublinha o poder da mente na cura das doenças, escreve Marçal:

«Uma ideia central da medicina quântica é a de que o poder de cura reside na mente. À medicina baseada na ciência os gurus quânticos chamam medicina materialista (...) O cancro é uma doença séria, que não se previne ou trata com delírios quânticos. A energia vital do corpo é uma coisa que não existe, da qual não há a mais ténue prova.»

(David Marçal, Pseudociência, Fundação Francisco Manuel dos Santos, Lisboa, 2014, pag. 44; o destaque a negrito é posto por mim).

 

Admitindo que a medicina quântica possa, em algumas versões sobrevalorizar o espírito, o poder da psique, não é, no entanto, razoável, honestamente, negar o poder de cura desta. Quer Deus ou deuses existam ou não, a fé dos crentes, a oração, a limpeza da aura funcionam, curam ou atenuam muitas doenças e evitam mortes prematuras. O cancro não dispensa, em regra intervenções cirúrgicas e quimioterapia mas é possível a cura, sem estas, em certos casos. Há quem se tenha curado de cancros na cabeça ingerindo comida indiana e alimentos biológicos como limão, alho, cebola, etc. A verdadeira medicina é psicofísica e não meramente química e física. A energia vital do corpo não existe, como diz o materialista Marçal que reduz a vida a moléculas e suas ligações químicas? Mas é óbvio que  existe. Ela confunde-se com a vitalidade que se pode medir por múltiplos sinais (a pulsação, o electrocardiograma, a tensão arterial, o brilho do olhar, o tónus muscular, etc).

 

O  biologista P.V. Marchesseau, cujo saber superava em muito o dos catedráticos da Universidade Nova de Lisboa, escreveu leis naturopáticas da força vital que passo a reproduzir:

«Lei nº 1- Lei do Dr. Robert Walter (Força vital)

 

«A matéria viva é dotada de um instinto de conservação (e de reparação) a que se chama «força vital» que não é nem química nem mecânica, mas de natureza biológica e cujo êxito é proporcional à sua energia. As leis vitais (ou biológicas) exprimem-se por processos físico-químicos, mas escapam em certos aspectos ao determinismo próprio da química e da mecânica. A matéria viva é capaz de reacções que lhe são próprias.»

 

«Lei nº 2 (Lei de YEO)- (Inteligência da força vital).

 

«A força vital exerce-se sempre no melhor dos interesses do organismo, mesmo em caso de doença». É inteligente. Por exemplo, no jejum completo, o organismo reutiliza para se alimentar, por autólise, os tecidos excedentes menos úteis; e escolhe, à medida que o jejum se prolonga, sempre na ordem inversa da utilidade dos mesmos.»

 

«Este processo está regulado e nada pode alterá-lo. A ordem das autólises é a seguinte: primeiro, os tumores, os desperdícios, os resíduos; depois as gorduras e os músculos. Os orgãos e as partes vitais não são digeridos. O sistema nervoso e as glândulas conservam-se intactos.»

 

«Lei nº 3 - A força vital é de origem nervosa

« No homem localiza-se nos centros do diencéfalo. Exerce-se livremente quando o meio biológico (isto é, específico e natural) é reintegrado. E aperfeiçoa então o Ser sob todos os aspectos. (morfológicos, biológicos e psicológicos).

 

No caso contrário, luta contra o «stress» vindo do meio anti-específico e desnaturalizado; gasta-se e todo o organismo degenera apesar das adaptações externas-» (...)

 

« Lei nº 5 - Lei do biologista Louis KHUNE). A doença profunda é geral e não local; é una e está representada pelo entupimento humoral. Os humores são líquidos orgânicos (sangue, linfa e fluido celular): a sujidade é a massa de substâncias mortas, estranhas à vida celular. A crise é a reacção vital perante a sujidade (depuração).» (...)

 

«Lei nº 10- Lei do Dr. J Tissot - Os micróbios não são a causa das doenças. Nascem por mutação das nossas células. A teoria pasteuriana é um «sofisma». Não há organismos assépticos; todo o ser é um «bolor organizado», uma colecção de micróbios bons, que evoluem sob a influência nefasta do meio onde se encontram. Os nossos elementos celulares são micróbios ou antigos micróbios que podem tomar aspectos diferentes com as alterações humorais, variáveis conforme as idiossincrasias (aparecimento de micróbios, bactérias, bacilos, vírus, por autogénese). Por outras palavras, sob a influência mais ou menos nefasta (mutável) dos venenos dos líquidos humorais que os banham, os nossos próprios elementos histológicos refazem, em sentido inverso, o caminho da evolução já percorrido. Voltam a ser o que eram nos alvores da vida: vírus, bactérias, etc. (involução ou regressão).» (...)

 

Lei nº 14- (Lei do Dr. Henry LINDLAHR)- Tudo quanto é introduzido no corpo, ou é utilizado ou rejeitado. O que é utilizado, é um alimento; o que é rejeitado é um veneno. A noção de medicamento (nem veneno nem alimento) é incompreensível.»

(Pierre Marchesseau, Grégoire Jauvais, Curso Completo Teórico e Prático de Biologia Naturopática, Nova Editorial Natura, Lisboa, 1970, Páginas 78-79 e 82-83).

 

Nada disto é conhecido da «ciência oficial»  e da Direcção Geral de Saúde- ou se é conhecido é censurado, sonegado ao público. Uma força vital inteligente a comandar as nossas células, inerente a elas, a fabricar febres para expulsar do organismo as toxinas, como sustenta a filosofia vitalista?  O jejum cura visto que procede à limpeza interna de tumores e gorduras sem danificar? Não, isto não cabe nas limitadas inteligências de David Marçal, de Francisco George, o Director Geral de Saúde em 2011-2015 e propagandista da vacinação, dos médicos alopatas e dos bioquímicos da instituição universitária. Ora a biologia naturopática e a subjacente filosofia vitalista deveriam ser ensinadas na Universidade Nova de Lisboa e em outras e, ao que parece, não o são. Forças sectárias, ao serviço dos interesses dos poderosos senhores da indústria química,  dominam as cátedras. Não deveria ser a universidade uma universitas , um lugar de universalidade intelectual, onde todo o saber deveria ser acolhido?

 

 

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2015
Pequenas reflexões de Abril de 2015

 

 

 

Aqui seguem algumas breves e desprestensiosas reflexões ao sabor destes dias de sol, vento e chuva ocasional de Abril de 2015

 

A REGRA QUATRO TRÊS NO CASAMENTO- Sou adepto da seguinte tática de sobrevivência de um casamento ou união de amor livre: durante 4 dias, os dois cônjugues estão completamente separados, em casas ou cidades diferentes, e nem se telefonam, ignoram-se (salvo situação excepcional); nos restantes 3 dias da semana, vivem juntos, a paixão recrudesce, os lençóis voam, os sutiãs ficam espalhados no chão do quarto... Assim de segunda a quinta inclusive, ignoras a tua mulher; e de sexta a domingo, inclusive, dás-lhe todo o amor e paixão carnal do mundo. E assim o casamento se revitaliza, rejuvenesce e se compara a excelentes refeições à moda alentejana que se saboreia com prazer: gaspacho, açorda de alho, açorda de favas, ovos mexidos com espargos e silarcas, etc.

 

CASAR É COMPRAR AMOR. Tudo se compra: o corpo, o prazer, os alimentos do estômago, as horas de internet, a gasolina do carro, o carro, o curso universitário, a amizade social consolidada através de festas e ofertas de garrafas e outros presentes, a estabilidade profissional através de acções que dão créditos, etc. O sistema mercantilista impera universalmente. Até se tenta comprar os deuses com esmolas e promessas...

 

O RIDÍCULO- É ridículo um homem da minha idade, acima dos 50, fazer-se a mulheres de 20 a 30 anos de idade? É... Mas é mais ridículo ainda um homem da minha idade fazer-se a uma mulher de 45-50 anos de idade... No primeiro caso, é um «velho» e uma novinha em folha... No segundo caso , é um «velho» e ... (desculpem, senhoras, eu não queria ofender, não digo...). Devemos ser nós mesmos e não seguir o preconceito da maioria que dita aquilo que «é ridículo» e aquilo que não é.

 

O AMOR COMEÇA POR UMA APARÊNCIA FÍSICA - Vestes-te de mulher, atrais os homens e verificas, de imediato, o grau de homossexualidade existente em quase todos eles. E ris-te do grande espectáculo do amor homem-mulher, mulher-mulher ou homem-homem: o amor não existe, reduz-se a tesão, a excitação sexual. Os sentidos cobrem completamente, com o seu incêndio de sensações, a racionalidade. E troças disto tudo, da moral católica e conservadora, da moral gay, de todas as morais excepto da que dá liberdade máxima a cada um dentro do respeito pelos outros. Mas não troças dos deuses, que estão acima da moral social...Com estes é preciso ser cuidadoso: ou nos amam e atendem ou não nos amam mas são obrigados a atender-nos por força das palavras mágicas da sincronicidade.

 

TALVEZ NÓS NÃO AMEMOS A DEUS mas estejamos tão dependentes de Ele/Ela que não possamos deixar de O/A amar. Afinal o amor não é uma dependência da beleza, do sorriso, da atenção, da presença da outra pessoa? Amar alguém em concreto é ser prisioneiro, escravo até, desse alguém. 

 

HÁ HORAS DE SOLIDÃO INTENSA- Sou, naturalmente, optimista. Mas hoje é um desses dias com algum desencanto face à vida - são luxos a que me posso dar, afinal os deuses são-me, genericamente, favoráveis. Bato no fundo e subo à superfície. Fui até ver bolas de cristal e toquei a taça tibetana no interior da casa. Estarei a deslocar-me do cristianismo e do ecletismo gnóstico para o budismo? É certo que oro à Virgem mas também oro a Vénus e hoje à deusa indiana Shakti, o sagrado feminino, a esposa de Shiva, o asceta. Em certo sentido, a vida é um vazio enorme e nós amamos pessoas porque o amor é o preenchimento desse vazio. Se não amarmos secamos, como uma árvore sem água

 

O LIVRE-ARBÍTRIO É UMA IMPERFEIÇÃO - O facto de os homens disporem de livre arbítrio, possibilidade de escolher racionalmente entre o bem e o mal, é uma imperfeição, ao contrário do que sustenta a esmagadora maioria dos filósofos e teólogos. Os homens deviam estar programados para só agirem correctamente no sentido do Bem. Que deus é esse que fez o homem dotando-o de livre arbítrio? Não é, certamente, o deus supremo, o Perfeito, o Absolutamente Bom, porque o livre-arbítrio é uma fonte do mal. Se o meu automóvel tivesse livre-arbítrio, desobedecer-me-ia quando giro o volante para a direita ou quando travo e causaria acidentes. E a responsabilidade seria do fabricante do automóvel.

 

HÁ ALGUMA AMIZADE SÓLIDA BASEADA NO FACEBOOK?- Pode haver verdadeira amizade entre duas ou mais pessoas que só se conheceram e contactam no facebook e nunca se viram e falaram ao vivo? Mais: alguém é amigo de alguém? 

 

A UNIVERSIDADE FALSA E AMORDAÇADA- A universidade portuguesa, e nela reflectida a universidade mundial, - burguesa conservadora, liberal e socialista, comunista leninista ou teocrática - vive sob o signo da falsidade e da mordaça: conhece, desde há anos, a minha tese de que Júpiter no signo de Virgem (150º a 180º da eclíptica) favorece as direitas em Portugal - a implantação do Estado Novo deu-se em 11 de Abril de 1933, com Jupiter em 14º do signo de Virgem - e de que no signo oposto, Júpiter no signo de Peixes (330º a 360º da eclíptica), favorece o triunfo das esquerdas em Portugal- a revolução que derrubou o Estado Novo fascista, de 1933, iniciou-se em 25 de Abril de 1974, com Júpiter em 10º de Peixes.

 

Mas isto não é permitido expor nem discutir na universidade e na sua esfera de influência - os congressos de filosofia, de história, de sociologia, os fóruns televisivos, as colunas de opinião nos jornais e revistas, as entrevistas a «pensadores» nos media. Veja-se a mordaça que os docentes Olivier Feron e José Caselas colocaram à possibilidade de eu apresentar uma tese sobre astrologia histórica nas jornadas de investigação do grupo Krisis na universidade de Évora em Junho de 2012! É o fascismo epistémico em marcha...Eles não pensam e querem impedir os outros de pensar, de se informarem. Esta gente merece perder os títulos universitários que ostenta porque é ética e intelectualmente medíocre.

 

RECUSA VACINAR-TE ! RECUSA SERES INFECTADO/A POR VÌRUS E TOXINAS. Em final de Novembro de 2014, a Itália suspendeu o uso de dois lotes de uma vacina contra a gripe, feitas pela empresa suíça Novartis, após quatro pessoas morrerem logo depois de receber a vacina. Eles - Paulo  Macedo e os anteriores ministros da Saúde em Portugal, Francisco George, director geral de Saúde, os médicos intelectualmente obtusos e fanáticos da vacinação e os vampiros das multinacionais das vacinas - não podem impor-te isso nem impedir que te matricules nas escolas sem boletim de vacinas. Tu és livre! O corpo é teu! Defende-te - eles não são teus amigos, não passam de cínicos opressores do povo em nome da «ciência» e das suas contas bancárias.

 

VASCO GONÇALVES FEZ MAIS PELA LIBERDADE E A DEMOCRACIA EM PORTUGAL EM 1974-1975, DO QUE MÁRIO SOARES, O AMIGO DA CIA. Mário Soares é apresentado como o «pai da democracia portuguesa» pela imprensa burguesa mas isso é uma mentira grande: os pais da democracia foram Álvaro Cunhal e o PCP e a ala esquerda do Movimento das Forças Armadas consubstanciada em Vasco Gonçalves, o 1º ministro que legislou a favor dos trabalhadores, e Otelo Saraiva de Carvalho, e ainda grupos trotskistas, anarquistas, «marxistas-leninistas» e guevaristas da extrema-esquerda. Está provada a ligação, em 1975-1976, entre Soares e a embaixada dos EUA em Lisboa, e a CIA do embaixador Frank Carlucci, que pôs o ELP e o MDLP, movimentos de extrema direita, a lançar todos os dias bombas assassinas contra sedes do PCP, do MDP, da FEC(m-l), da UDP, da LCI, de cooperativas e associações não partidárias de esquerda e contra casas ou carros de militantes de esquerda, a partir de Julho de 1975 até meados de 1977. E se classificarmos o PCP e a extrema-esquerda de «totalitários» diremos que foram os «totalitários de esquerda» que destruiram o totalitarismo de direita neosalazarista e criaram espaço para que os «não totalitários», a burguesia liberal, centrista e socialista, se tornassem donos da democracia portuguesa.

 

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