Quarta-feira, 6 de Julho de 2016
Vénus predestina que, em 10 de Julho de 2016, Fernando Santos sinta grande alegria

 

 

 

.A vitória de Portugal sobre a Polónia no campeonato Europeu de Futebol, em 30 de Junho de 2016, não me surpreendeu. Está predestinado, de acordo com a teoria da astrologia histórica que utilizo e desenvolvo, que, em 10 de Julho de 2016, o selecionador de Portugal Fernando Santos experimentará uma grande alegria.  Nesse dia, Vénus passará em 27º do signo de Caranguejo sobre o Júpiter de nascimento de Fernando Santos, em 27º de Caranguejo, em 10 de Outubro de 1954. Ora Vénus sobre Júpiter é ouro sobre azul...é fonte de expansão, alegria.

 

Não se pode garantir infalivelmente que tal signifique o triunfo de Portugal na final do Europeu... 

 

O combate, feito de silenciamento censório e críticas mordazes e pueris, movido por toda a comunidade «científica» contra a astrologia científica, combate desigual levado a cabo pelas televisões, as editoras de ciência como a Gradiva e a Fundação Francisco Manuel dos Santos os respetivos filósofos de pacotilha (Carlos Fiolhais, David Marçal, Desidério Murcho, Aires Almeida, etc.) é uma manobra obscurantista que visa impedir o conhecimento pelo público da teoria da predestinação de matriz planetária que nós, e muito poucos no mundo, desenvolvemos.

 

Eles, tal como Popper, dizem representar a ciência contra a «pseudo ciência da astrologia» mas Daniel Benett, filósofo norte-americano, nascido em 27 de Março de 1942, apologista do construtivismo social (a ciência é uma construção, não uma verdade objetiva como a paisagem de árvores diante de nós) escreveu:

 

«Os cientistas às vezes tentam iludir-se, achando que as ideias filosóficas são apenas, na melhor das hipóteses, ornamentos ou comentários parasitas sobre os difíceis e objetivos triunfos da ciência, e que eles mesmos estão imunes às confusões às quais os filósofos dedicam as suas vidas, tentando resolvê-las. Mas não existe ciência livre de filosofia; existe apenas ciência cuja bagagem filosófica é embarcada sem passar pela vistoria». (A perigosa ideia de Darwin).

 

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Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
Conhecimento proposicional não contém crença?

 

No Prefácio de « A Ética da Crença» afirma Desidério Murcho:

 

« Todo o conhecimento proposicional - assim como a crença - é uma relação entre uma pessoa que conhece e uma proposição ou verdade conhecida.» (Desidério Murcho in Prefácio de «A ética da crença», Bizâncio, pág 33)

 

Vemos que Murcho separa artificialmente crença de conhecimento proposicional. Ora, muito deste  último inclui a crença, como por exemplo, o seguinte conhecimento proposicional: «Cada molécula de água é composta de dois átomos de hidrogénio e um átomo de oxigénio». Também o conhecimento proposicional «A economia é a força propulsora essencial da história social e política» inclui crença, isto é, conteúdo especulativo, incerto, já que há outras teses sobre a causa determinante da evolução histórico-social.

 

TODO O CONHECIMENTO PROPOSICIONAL É FACTIVO? 

 

Murcho sustenta que tanto o conhecimento proposicional, teórico ou teórico-prátivo, como o conhecimento por contacto, sensorial, são factivos, o que é um erro no que respeita ao primeiro deles:

 

« Dado que tanto o conhecimento proposicional como o conhecimento por contacto são factivos, o mesmo argumento aplica-se a refutar a ideia de que a fé poderia ser conhecimento por contacto.» (Desidério Murcho in Prefácio de «A ética da crença», Bizâncio, pág 49)

 

Ora, há muito conhecimento proposicional que não é factivo, isto é, não está ancorado em factos sólidos da experiência, irrefutáveis. Por exemplo, o seguinte conhecimento proposicional: «A matéria escura constitui 96% da massa do universo. O Big Bang ocorreu há cerca de 15 000 milhões de anos e consistiu na explosão de um pequeno ponto de matéria-energia dando origem ao universo». Nada disto é factual, factivo: não passam de especulações. É um conhecimento especulativo, duvidoso, o que contraria a tese antidialética de Desidério Murcho de que «todo o conhecimento é factivo».

 

A astrofísica actual é profundamente metafísica: e os mesmos que crêem na teoria das cordas e do Big Bang como Carlos Fiolhais, Desidério Murcho, Guilherme Valente e tantos outros são os que, paradoxalmente, duvidam da causalidade planetária dos factos sociais  ou lançam anátemas sobre o determinismo e o fatalismo planetários. É impossível demonstrar que o universo tem 10 ou 30 dimensões mas estas mentes atentas e veneradoras do «saber científico» crêem que se pode demonstrar.  É muito mais fácil demonstrar que a Alemanha é finalista do campeonato do mundo de futebol, em 13 de Julho de 2014 porque Marte está em 23º de Balança e Quirón em 17º de Peixes nesse dia, uma vez que, por analogia, a Alemanha Federal foi campeã mundial em 7 de Julho de 1974 quando Úrano estava em 23º de Balança e Júpiter em 17º de Peixes mas aquelas mentes «iluminadas» (iluminati?) não crêem na factualidade astronómico-histórica.

 

Afinal, acredita-se em fórmulas astrofísicas metafísicas (argumento da autoridade) e rejeita-se os factos empíricos palpáveis...O positivismo lógico e o conjecturalismo de Popper não passam de metafísica do avesso porque negam a ciêmcia da astrologia histórica, empírica e comprovável. Não é qualquer astrologia, claro: somente a astrologia histórico-social desenvolvida neste blog e em livros nossos.

 

NÃO EXISTE ÉTICA DA CRENÇA

 

Aliás, contrariando o título deste livro, importa notar que não existe ética da crença. A crença é um processo de cognição metaético: acontece espontaneamente, de forma «técnica», não ética. Os chamados «filósofos analíticos» metem a ética e a lógica proposicional em todo o seu discurso e no limitado horizonte do seu pensamento porque a inteligência neles é escassa para irem mais longe: o pensar ontológico e gnosiológico profundo é-lhes estranho.

 

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Quinta-feira, 13 de Junho de 2013
Diálogo com Rui Reininho: o "suicídio de Jorge Lima Barreto" e a universidade asfixiante

Assisti, na noite de 9 para 10 de Junho de 2013, ao concerto dos GNR (Grupo Novo Rock) em Aljustrel,  na  Feira do Campo. Vista da estrada exterior, esta vila mineira alentejana, feita de colinas parece,  iluminada, no escuro, por colares de pérolas de luzes, uma cidade árabe das mil e uma noites.  À 1 hora e 30  minutos da madrugada, estou para sair do recinto e cruzo-me, ocasionalmente, com Rui Reininho. Abordei-o. O diálogo que exponho a seguir reproduz mais ou menos o diálogo real que ocorreu. 

 

Eu disse: «Fez bem em vir ao Alentejo, terra onde a abóbada celeste imensa nos faz reflectir, onde se pensa. Terra metafísica.»

Ele diz: «Passo sempre férias no Alentejo. Não vou para o Algarve. »

Eu: «Vi aquela notícia na televisão que o mostrava a si, numa missa, com o padre Rui Osório, no Porto. Vejo que tem um lado místico-religioso. O homem do norte é teísta, imagina deus em espírito, acima da natureza. Aqui, no Alentejo, os homens são, predominantemente, panteístas. E a astrologia, nascida da observação do céu, articula-se com o panteísmo.»

Ele: «Há sempre qualquer coisa que fica da nossa educação da meninice.»

 

Eu: «Aqui, nesta paz do montado, é possível criar o distanciamento, através do silêncio e das imagens fixas da paisagem, face às imagens fugidias e à manipulação a que a televisão nos submete a cada hora. Face à cultura falsificada dos grandes media, incluindo as universidades. Aqui estudo astrologia histórica, desvendando nos factos histórico-sociais as coordenadas astronómicas correspondentes.»

Ele: «Ah, as universidades de hoje! O meu amigo V. H. extremamente inteligente, foi corrido de todas as universidades onde entrou a leccionar porque há sempre os burocratas a travar os que se afirmam de forma individualista e criadora. Diz-me o V. H: «Rui, os professores universitários conjugaram-se para expulsar a metafísica da universidade. É impossível ensinar livremente. A liberdade retrocedeu imenso. O mundo cultural não é livre, neste nível».

 

Eu: «É precisamente o que eu penso. Na área da filosofia, são sobretudo os partidários da filosofia analítica que impõem um fascismo epistémico anti investigação astrológica, anti medicina natural, etc. A liberdade não existe na universidade.»

Rui Reininho prossegue: «O Jorge Lima Barreto, que antes e depois do 25 de Abril de 1974 tecia cenários culturais e políticos criativos no café Majestic no Porto, - éramos internacionais situacionistas, anarquistas - morreu o ano passado de inanição . Foi um suicídio. Deixou-se ficar na cama e definhou porque se sentiu asfixiado pela universidade que não o deixava ensinar o que ele queria e sabia sobre jazz, música, cultura. Havia sempre uma «doutora» burocrata a inviabilizar os projectos, a controlar

 

Eu: «Afinal, Jorge Lima Barreto praticou um suicídio à maneira dos cátaros (o endura): não ingerir durante semanas nenhum alimento material (a matéria é o princípio do mal) até que a força vital, depois de consumir gorduras, tumores e tecidos dispensáveis, acaba por consumir músculos e orgãos  essenciais à vida. Esta multiplicação de doutoramentos e mestrados, dados e vendidos àqueles que alinham com a filosofia dominante nas universidades, burocratiza o saber, fragmenta-o, e constrói um muro de protecção fascizante e totalitário em torno das «mentes doutoradas». É a ditadura mundial da antifilosofia que segue os planos do clube de Bilderberg, um grupo fascista «progressista», arauto de uma democracia formal mundial onde todos somos vigiados, reprimidos pelo governo sinárquico, o governo mundial único. E o Seguro, do PS, e o Portas, do CDS, lá foram à reunião deste clube há dias, pela mão do Pinto Balsemão.»

 

 

Recordo-me que Jorge Lima Barreto era músico e musicólogo, nascido em Vinhais em 26 de Dezembro de 1949, e membro do grupo anarquista que parava no início da década de 70 no café «Piolho» na Praça dos Leões, no Porto, ainda sob a ditadura fascista de Marcelo Caetano e Américo Tomás. Era homossexual e respeitava as opções heterossexuais dos amigos.  Faleceu a 9 de Julho de 2012. Foi o criador da Associação da Música Conceptual, com C. Zíngaro, e dispunha de uma cultura musical extremamente vasta. Era, no sentido real do termo, um catedrático da música mas foi corrido pelos catedráticos institucionais da universidade e seus acólitos.

 

Despeço-me do Rui Reininho (28 de Fevereiro de 1955, Porto) com um abraço. Reflicto, enquanto regresso a Beja, no escuro da noite: somos mais livres como professores no ensino secundário do que os professores nas universidades, onde há, em regra, estreitas relações de vassalagem entre professores e entre estes e o reitor. As universidades são, em primeiro lugar, corporações de interesses, e só em segundo lugar são lugares de pesquisa da verdade e difusão científica, filosófica, artística e literária. Por isso, na universidade oculta-se ou distorce-se a verdade, sempre que esta põe em causa a cátedra deste ou daquele. Este blog é mais livre, mais profundo e mais criativo que muitas cátedras universitárias. A cultura não carece de títulos de «professor doutor» ou de «mestre» porque graças a trabalho mimético, de reprodução dos consagrados, é possível a qualquer indivíduo de inteligência mediano-elevada, ou mesmo mediana, ascender a uma cátedra, ao título de «professor doutor». A cultura e a ciência que temos na superestrutura de Portugal e do «mundo livre» é em grande parte falsa, fragmentária.

 

A universidade é totalitária. Tem poder sobre os políticos e as grandes editoras de livros e jornais - são professores universitários os que supervisionam os manuais escolares e são professores universitários uma parte dos tradutores das grandes obras literárias, filosóficas e científicas - e exclui os que se lhe opõem e veiculam a ciência holística

 

Somos melhores que a universidade. Fazemos parte da supra-universidade, informal. Investigamos e sabemos astrologia histórico-social, a ciência das ciências, que culmina a busca hegeliana de uma ciência holística - e quase todos os filósofos e professores universitários do mundo, ininteligentes ou néscios ou ambas as coisas, negam, desprezam ou vilipendiam o determinismo astral, o fatalismo geométrico-zodiacal que rege o devir. Aliás, em muitas universidades impera, sectorial ou globalmente, um fascismo de esquerda, o social-fascismo: estou a lembrar-me de que, em Maio de 2012, o grupo Krisis da universidade de Évora me impediu de apresentar uma tese de astrologia histórica nas IV Jornadas Internacionais de Investigadores de Filosofia, quando deveriam esses académicos ser os primeiros interessados em aprender com quem investigou uma área do saber que de todo ignoram.

 

 

José Gil, António Marques, Eduardo Lourenço, Pinharanda Gomes, Ricardo Santos, João Branquinho, João Saágua, Manuel Maria Carrilho, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, António Barreto, Boaventura Sousa Santos, Marcelo Rebelo de Sousa, Miguel Sousa Tavares, Manuel Vilaverde Cabral, José Pacheco Pereira, Olivier Feron, Carlos Fiolhais, João Maguejo e tantos outros académicos ignoram, por exemplo, que Salazar tomou posse com Júpiter no signo de Carneiro (arco de 0º a 30º de longitude) em 27 de Abril de 1928, que Cavaco Silva obteve a primeira maioria absoluta do PSD em 19 de Julho de 1987 com Júpiter no signo de Carneiro,  e foi reeleito em 23 de Janeiro de 2011, com Júpiter no signo de Carneiro e não concebem que estes dados configuram uma lei político-zodiacal.

 

Que «doutas» criaturas são estas que desprezam ou troçam da possibilidade/realidade de a astrologia (histórica) ser ciência e nem sequer percebem que os seus frágeis corpos humanos de 60, 70 ou 90 quilos não podem escapar à atracção e ao determinismo do planeta Júpiter cuja massa é igual à de 317, 8 planetas Terra?

 

NOTA DE RECTIFICAÇÃO DE 3 DE JULHO DE 2014- Recebi um e.mail de um amigo muito próximo de Jorge Lima Barreto que me diz o seguinte:

«O que o Rui Reininho lhe contou , melhor, a conclusão aligeirada e momentânea do Rui não corresponde ao que infelizmente aconteceu ao Jorge.  A causa principal não foi essa.»
Assisti, com o X, com o Y, aos últimos 30 dias de vida do Jorge, no Hospital de S.José.
Sei que o seu post, hoje não pode ser rectificado, mas fica aqui o meu reparo.»

«Não tenho qualquer direito nem dever para lhe solicitar que apague o post. 
Faz parte do seu mundo pessoal, está editado.  Se o retirasse, essa parte da sua mundivivência desapareceria, ocultaria um seu (bom) episódio, nunca eu desejaria isso para "rectificar" esse curioso diálogo com o Rui.
Mas se quiser, eu e os amigos do Jorge agradecemos (presumindo que FQueiroz sabe quem foi e o que fez o Jorge como músico, musicólogo, activista, etc., etc.) que num seu próximo post hoje ou amanhã, releve a Bienal.  Obrigado.
(Veja, sff o programa no site do Centro Cultural de Vinhais).
Pena por FQueiroz não poder ir a Vinhais.
«Confidência : o Jorge sentiu imenso os "atropelos" (no mínimo, "atropelos") ao recusarem a sua inclusão no corpo docente duma universidade em Lisboa (e noutra ocasião na do Porto), mas não foi a causa principal -- de.

E de acordo consigo e com o Rui : as universidades tugas não querem professores criativos e com uma Cultura para além do que está "correcto", delineado, certinho... »

Em 4, 5 e 6 de Julho de 2014 será inaugurada a I Bienal Jorge Lima Barreto, em Vinhais.  Justíssima e inédita homenagem. Com Vítor Rua, António Barros, Joana Vasconcelos, Manuel Barbosa, Jonas Runa, Chris Cutler, Kersten Glandien, Luís San Payo, Ana Borralho, João Galante, Ilsa d'Orzac e outros.

 

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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2013
Previsões de Astrologia Histórico-Social para 2013 (parte 1)

O uso sistemático da pesquisa estatística sobre as coordenadas astronómicas de cada facto histórico-social é o método da Astrologia Histórico-Social, isto é, de história social e política cruzada com a astronomia, balizada por coordenadas astronómicas. Estritamente positiva, sem fantasias metafísicas, esta Astrologia é a única fiável. As previsões que a seguir apresento possuem, em princípio, uma margem de acerto entre 40% a 60 %.  Porque de 40% a 60% e não 100%?  Porque utilizo apenas alguns ciclos planetário-zodiacais e não todos. Neste último caso, a previsão exige cálculos mais complexos e demorados. O destino de todos os entes e fenómenos está rigorosamente marcado e (felizmente) só conhecemos uma pequena parte das leis astro-zodiacais da predestinação.

 

 

AERPORTO DA PORTELA

Datas previsíveis de incidentes em 2013, no aeroporto da Portela, em Lisboa, ligadas ao ponto 12º 29`/ 12º 34´ de qualquer signo, são: 10 e 11 de Janeiro(Marte), 17 e 18 de Fevereiro (Marte), 4 de Agosto (Nodo da Lua), 23 e 24 de Agosto (Júpiter), 23 de Outubro (Saturno).

 

Fundamento Histórico: em 14 de Maio de 1976, com Nodo Norte da Lua em 12º 33´ / 12º 32´ de Escorpião, uma bomba colocada pela rede bombista de extrema-direita rebenta na torre de um dos radares do aeroporto da Portela; em 11 de Agosto de 1989, com Plutão em 12º 28´ / 12º 29´ de Escorpião, um avião da TWA aterra, de emergência, noaeroporto da Portela necessitando de percorrer toda a pista para compensar uma avaria; em 14 de Março de 2001, com Nôdo Norte da Lua em 12º 34´ / 12º 29´ de Caranguejo, Pedro Dominguez, trabalhador da empresa Portway que presta assistência aos aviões, morre ao ser atingido pela pá da hélice do motor de um avião depois de ter colocado os calços na roda da frente do aparelho da Federal Express,no aeroporto de Lisboa.

 

AERONAVE EM PORTUGAL

Quedas de aeronave em Portugal poderão ocorrer, entre outras datas de 2013, nas seguintes datas, em que os graus 3º-4º do signo de  Leão são transitados: em 30 de Junho e 1 de Julho (Vénus), em 25-27 de Julho (Sol), 10-11 de Agosto (Mercúrio), 2-5 de Setembro (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 2 de Fevereiro de 1947, com Saturno em 4º 53´/ 48´do signo de Leão, um avião “ Dakota”, da carreira Paris-Lisboa, embate na serra de Sintra, provocando a morte de 17 pessoas; em 5 de Agosto de 1947, com Vénus em 3º 38´/ 4º 52´ de Leão,  um desastre aéreo nos Açores provoca 6 mortos.

 

AVIÃO DE COMBATE A INCÊNDIO OU AVIÃO MILITAR

 

Quedas de aeronave em Portugal poderão ocorrer, entre outras datas de 2013, nas seguintes, em que os graus 26º-27º de Caranguejo são transitados: 24 a 26 de Junho (Vénus), 18 a 20 de Julho (Sol), 6 e 7 de Agosto (Mercúrio), 21 a 24 de Agosto (Marte).

 

Fundamento Histórico:  em 1 de Julho de 1955, com Úrano em 26º 44´/ 26º 48´ de Caranguejo, às 9 horas e 55 minutos, oito dos 12 aviões F-84G que sobrevoavam Coimbra envolvem-se num grupo de nuvens baixas e caem no Carvalho, localidade do concelho de Poiares, morrendo 8 pilotos; em 19 de Julho de 2012, com Sol em 26º 44´/ 27º 41´ de Caranguejo, um avião da Proteção Civil do tipo Dromader despenha-se, na Barragem do Roxo, entre os concelhos de Aljustrel e Beja quando estava a fazer o enchimento, naquilo a que chamamos scooping», o piloto é salvo; em 3 de Setembro de 2012, com Vénus em 26º 7´/ 27º 11´ de Caranguejo, um helicóptero da Empresa de Meios Aéreo (EMA), heli bombardeiro pesado Kamov de matrícula CSHMO, baseado em Ferreira do Zêzere, cai na lagoa junto a Espite, concelho de Ourém, por uma falha mecânica após um reabastecimento da aeronave, provocando dois feridos ligeiros;

 

 

AVIÃO NOS AÇORES

Eis algumas datas de 2013 de risco alto de acidente ou avaria de avião nos Açores ligados ao ponto 11º 10´/ 11º 19´ de qualquer signo: de 29 de Janeiro a 3 de Fevereiro (Saturno); de 5 a 11 de Março (Saturno); em 5 de Maio (Marte); de 19 a 23 de Maio (Úrano), de 10 a 17 de Agosto (Nodo da Lua, Júpiter); de 13 a 17 de Setembro (Úrano); 11 e 12 de Outubro (Saturno)

 

Fundamento Histórico: em 4 de Setembro de 1976, com Saturno em 11º 7´/ 11º 14´do signo de Leão, um avião esmaga-se no aeroporto das Lages, na ilha Terceira, Açores, morrendo 68 pessoas; em 8 de Fevereiro de 1989, com Neptuno em 11º 17´/ 19´ do signo de Capricórnio um avião norte-americano da “ Independent Air Corporation” despenha-se na ilha de Santa Maria, quando se fazia à pista, causando a morte dos 138 passageiros e sete tripulantes que seguiam a bordo; em 11 de Dezembro de 1999, com Saturno em 11º 13´/ 11º 10´do signo de Touro, um avião ATP da SATA esmaga-se contra o Pico da Esperança, na ilha de São Jorge, morrendo 31 passageiros e os 4 tripulantes, no decurso de um vôo de S. Miguel para as Flores;

 

AVIÃO NO MUNDO

Datas de previsíveis quedas de avião algures no mundo, em 2013, ligadas aos graus 12 e 13 do signo de Gémeos são: 20 a 22 de Maio (Mercúrio e Vénus), 2 a 4 de Junho (Sol), 17 a 20 de Junho (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 2 de Junho de 1999, com Sol em 11º 2´/ 12º 0´  de Gémeos, a queda de um avião em Little Rock, EUA, provoca 9 mortos; em 20 de Abril de 2012, com Vénus em 13º 34´/ 14º 16´ de Gémeos, um Boeing 737, da companhia privada paquistanesa Bhoja Airline, que tinha partido de Carachi despenha-se durante a aterragem, nos arredores do aeroporto de Rawalpindi, devido ao mau tempo, morrendo 130 pessoas; em 3 de Junho de 2012, com Sol em 12º 49´/ 13º 47´ de Gémeos, um avião, da companhia local DANA Airlines, que iniciara operações em Novembro de 2008 e se preparava para aterrar no aeroporto de Lagos, na Nigéria, cai sobre a populosa zona de Iju, nos arredores de Lagos, e destrói vários edifícios, morrendo vários residentes destes além dos 152 ocupantes do avião; em 18 de Agosto de 2012, com Júpiter em 12º 54´/ 13º 2´ de Gémeos, a colisão no ar, em Santa Bárbara d´Oeste, São Paulo, às margens do quilómetro 125 da Rodovia dos Bandeirantes. de dois pequenos aviões que partiram do Aeroporto Campo dos Amarais, em Campinas (SP), e tinham como destino o condomínio aeronáutico Fazenda Bonanza, em Salto de Pirapora, na região de Sorocaba (SP), mata os quatro ocupantes dos aparelhos;

 

 

AVIÃO E MORTE DE PRIMEIRO-MINISTRO OU PRESIDENTE EM VOO

 

Datas de previsíveis quedas de avião com mortes de presidente ou primeiro-ministro em 2013, ligadas a área 14º-18º do signo de Touro, são: 26 a 30 de Abril (Vénus), 4 a 9 de Maio (Sol), 8 a 10 de Maio (Mercúrio), 9 a 16 de Maio (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 4 de Dezembro de 1980, com Quiron em 14º 35´/ 14º 32´ de Touro, o primeiro-ministro Sá Carneiro e o ministro da Defesa Amaro da Costa morrem na queda do CESSNA em que voavam, junto ao aeroporto da Portela; em 1 de Junho de 1987, com Vénus em 17º 35´ / 18º 48´ de Touro, o primeiro-ministro libanês Rashid Karami é morto pela explosão de uma bomba no helicóptero em que viajava; em 26 de Fevereiro de 2004, com Nodo Norte da Lua em 13º 33´ de Touro, Marte em 14º 25´/ 15º 3´ de Touro, o presidente da Macedónia, Boris Trajkovski, e outras 8 pessoas morrem no embate contra uma montanha a uns 40 quilómetros de Mostar do avião Beechcraft modelo Super King Air 200 em que viajavam; em 10 de Abril de 2010, com Mercúrio em 11º 42´/ 12º 7´ de Touro, Vénus em 16º 18´/ 17º 32´ de Touro, a queda de um avião Tupolev-TU-154M polaco perto de Smolensk (oeste da Rússia) mata o presidente da Polônia, Lech Kaczynski, e mais 95 pessoas entre elas sua mulher, Maria, e os principais comandantes das Forças Armadas, morrendo 88 membros do governo polaco.

 

BRASIL E REPRESSÃO POLICIAL

Em 2013, o Brasil deverá sofrer uma vaga de repressão policial nas seguintes datas ligadas à área 1º-3º de Escorpião: 12 a 14 de Setembro (Vénus), de 23 a 27 de Outubro (Sol) de 6 a 15 de Novembro (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 10 de Dezembro de 1943, com Vénus em 1º 53´/ 3º 1´ de Escorpião, a polícia dispara sobre uma passeata de estudantes em São Paulo exigindo a libertação de Hélio Mota, presidente do Directório Académico XI de Agosto, resultando 2 mortos e 25 feridos; em 4 de Novembro de 1969, com Mercúrio em 3º 48´/ 5º 27´do signo de Escorpião, morre numa emboscada numa rua de São Paulo, Carlos Marighella, líder da Aliança Libertadora Nacional, morrendo no tiroteio uma investigadora e sendo presas 17 pessoas, entre elas alguns frades beneditinos; em 16 de Dezembro de 1976, com Nôdo Norte da Lua em 2º 14´/ 15´ do signo de Escorpião, agentes do II Exército penetram numa casa em São Paulo e aí matam 3 dirigentes do Partido Comunista do Brasil.

 

CHIADO

Algumas datas em 2013 de previsíveis acidentes ou incidentes no Chiado, em Lisboa, ligados ao ponto 10º 7´ / 10º 9´ de qualquer signo, são: 7 de Janeiro (Marte), 31 de Março e 1 de Abril (Nodo da Lua), 7 a 9 de Julho (Plutão), 11 de Agosto (Júpiter), de 23 a 25 de Agosto (Nodo da Lua), 2 de Outubro (Saturno), 1 de Novembro (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 25 de Agosto de 1988, com Plutão em 10º 7´ / 10º 9´ de Escorpião, a partir das 5.19 horas, um enorme incêndio iniciado nos armazéns do Grandela devora18 edifícios do Chiado em Lisboa, irradiando para a rua Garret e rua do Carmo,destruindo o edifício histórico dos «Grandes Armazéns do Chiado», o restaurante Ferrari, as casas de discos Valentim de Carvalho e Melodia, a Casa Batalha, os estabelecimentos Eduardo Martins e Jerónimo Martins e outros imóveis, provocando1 morto e 14 feridos, 10 dos quais bombeiros; em 5 de Abril de 2000, com Júpiter em 10º 5´ / 10º 19´ de Touro, um incêndio destrói um escritório que ocupa um terceiroandar no número 36 da Rua do Ferragial, perto do Chiado, em Lisboa.

 

COMBOIO NA GRANDE LISBOA

Algumas datas previsíveis para 2013 de acidentes de comboio na Grande Lisboa, ligados ao ponto 16º 11´/ 16º 19´ de qualquer signo, são: 15 de Janeiro (Marte), 22 de Fevereiro (Marte), 24 e 25 de Abril (Júpiter), 12 a 14 de Junho (Nodo da Lua), 14 e 15 de Setembro (Júpiter), 12 de Novembro (Marte), 22 a 24 de Novembro (Saturno).

 

Fundamento Histórico: em 11 de Julho de 1985, com Nodo Norte da Lua em 16º 12´ de Touro, uma camioneta de carga é abalroada por um comboio numa passagem de nível particular,entre Alhandra e Alverca, na linha do Norte, resultando um morto e 25 feridos, 4 dos quais graves; em 5 de Maio de 1986, com Júpiter em 16º 5´ / 16º 15´ de Peixes, a colisão de dois comboios na estação da Póvoa de Santa Iria causa 16mortos e 103 feridos, dos quais 20 em estado grave; em 23 de Setembro de 1986,com Júpiter em 16º 17´ / 16º 10´ de Peixes, pelas 8,20 horas, uma composição da CP procedente de Queluz descarrila na estação do Rossio, sem gerar vítimas;em 28 de Fevereiro de 1990, com Nodo Norte da Lua em 16º 21´ / 16º 18´ de Aquário, no terminal de contentores de Santa Apolónia junto à estação ocorre umaforte explosão, de um camião carregado de fósforos, garrafas de ácido sulfúrico epneus, provocando dois mortos carbonizados num veículo, o derrube de 15 metros de muro da estação ferroviária e danos em 18 carruagens paradas; em 24 de Novembro de 2000, com Nodo Norte da Lua em 16º 21´ / 16º 13´ de Caranguejo, Mercúrio em 15º 8´ / 16º 36´ de Escorpião, um pesado de mercadorias é colhido por um comboio, na passagem de nível de Massamá, entre as estações do Cacém e de Barcarena, na Linha de Sintra.

 

DEMISSÃO NO GOVERNO OU NO PSD

Datas de previsíveis demissões no governo ou no interior do PSD em 2013 são, ligadas à área 11º-13º  de Aquário: 10-12 de Janeiro (Marte), 25-26 de Janeiro (Mercúrio), 10-12 de Fevereiro (Vénus), 30-31 de Janeiro e 1 de Fevereiro (Sol).

 

Fundamento Histórico: em 4 de Dezembro de 1980, com Nodo Sul da Lua em 13º 4´/ 12º 53´ de Aquário, Francisco Sá Carneiro, primeiro-ministro, Adelino Amaro da Costa, ministro da Defesa, e 5 outras pessoas morrem na queda de uma avioneta Cessna sobre Camarate; em 30 de Novembro de 2004, com Neptuno em 12º 59´/ 13º 3´ de Aquário, Jorge Sampaio comunica ao primeiro-ministro Santana Lopes que o demite;

 

Se há leis ou regularidades astronómico-sociais que se verificaram no passado, de que aqui demos exemplos, porque não hão-de continuar a verificar-se no futuro?

 

DEMISSÃO NO PS OU COM SÓCRATES

 

Datas de previsíveis demissões no PS ou na vida de José Sócrates são, ligadas à área 27º de Gémeos: 31 de Maio e 1 de Junho (Vénus), de 12 a 16 de Junho (Júpiter), 9 e 10 de Julho (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 17 de Dezembro de 2001, com Nodo Norte da Lua em 27º 9´ de Gémeos, António Guterres apresenta a sua demissão do cargo de primeiro-ministro do governo PS ao presidente Jorge Sampaio, um dia depois de o PS ( agora com 110 presidências de Câmaras municipais) perder frente ao PSD ( agora com 161 presidências de Câmara municipal, incluindo as de Lisboa, Porto e Coimbra) as eleições autárquicas; em 23 de Março de 2011, com Nodo Sul da Lua em 27º 29´/ 27º 25´ de Gémeos, José Sócrates anuncia a sua demissão de primeiro-ministro num governo PS. 

 

DESMORONAMENTO EM LISBOA

Datas, em 2013, em que é alta a probabilidade de haver desmoronamentos em edifícios de Lisboa, ligadas à área 14º-15º de Aquário, são: de 12 a 15 de Janeiro (Marte), 27 e 28 de Janeiro (Mercúrio), de 2 a 4 de Fevereiro (Sol), de 14 a 16 de Fevereiro (Vénus).

 

Fundamento Histórico: em 3 de Agosto de 2004, com Neptuno em 14º 5´/ 14º 3´ de Aquário, desmorona-se um prédio na Travessa Particular à Possidónio da Silva, em Campo de Ourique; em 21 de Fevereiro de 2010, com Mercúrio em 15º 53´/ 17º 28´ de Aquário, rui parcialmente o Palácio Dona Rosa, em Alfama, desalojando uma dezena de famílias que habitam no edifício contíguo.

 

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS EM PORTUGAL

Se houver eleições legislativas em Portugal em 2013, as datas mais previsíveis ligam-se à área 21º-24º de Sagitário e são: 27 de Outubro (Vénus), 15 de Dezembro (Sol).

 

Fundamento Histórico: em 17 de Março de 2002, com Nodo Sul da Lua em 21º 45´/ 21º 46´ de Sagitário, o PSD de Durão Barroso vence as eleições legislativas e o CDS de Portas alcança o lugar de parceiro da coligação; em 20 de Fevereiro de 2005, com Plutão em 24º 11´/ 24º 12´ de Sagitário, o PS de Sócrates vence com maioria absoluta de deputados as eleições legislativas; em 5 de Junho de 2011, com Nodo Norte da Lua em 23º 25´/ 23º 26´ de Sagitário, o PSD de Passos Coelho vence as eleições legislativas e ascende, potencialmente, ao governo em coligação com o CDS de Portas

 

FÁBRICA DE TINTAS

 

Datas previsíveis, em 2013, para a eclosão de incêndios em fábricas ou armazéns de tintas, ligadas à área 25º-26º de Peixes, são: de 5 a 8 de Março (Marte), 15 a 17 de Março (Sol), 10 a 12 de Abril (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 28 de Março de 2012, com Mercúrio em 26º 25´ / 25º 47´ de Peixes, um incêndio consome a fábrica de tintas TSL Portugal, situada na zona industrial do Monte Grande em Fiães, Santa Maria da Feira, fazendo explodir um armazém e enegrecendo o céu, causando dois feridos, um com queimaduras muito graves; em 10 de Abril de 2012, com Mercúrio em 25º 11´/ 25º 41´ de Peixes, um incêndio deflagra, por volta das 15:00, num armazém de tintas em Arrifana, Santa Maria da Feira, próximo de um jardim-de-infância; em 11 de Abril de 2012, com Mercúrio em 25º 41´/ 26º 15´ de Peixes, uma fábrica de tintas pega fogo na Rua São Jorge, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, no fim da tarde.

GRÉCIA (SISMO, INCIDENTE GRAVE):

 

 

Datas, em 2013, com alta probabilidade de albergarem sismos ou incidentes notáveis na Grécia, ligadas ao grau 17 de Peixes, são: 17 e 18 de Fevereiro (Mercúrio), 23 e 24 de Fevereiro (Marte), 28 de Fevereiro e 1 de Março (Mercúrio), 11 e 12 de Março (Vénus), em 4 e 5 de Abril (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 9 de Julho de 1956, com Marte em 17º 3´/ 17º 25´ de Peixes, um violento sismo no arquipélago das Cicliades, na Grécia, provoca 30 mortos em Santorin; em 23 e 24 de Julho de 1974, com Júpiter em 17º 29´/ 23´ de Peixes, desmorona-se a ditadura militar na Grécia e reaparece a democracia parlamentar, com a demissão do general Phaedon Ghizikis, presidente da República, no dia 23, e o regresso ao poder do antigo primeiro ministro civil Constantino Caramanlis, exilado em Paris, que decreta uma amnistia geral para os presos políticos, no dia 24; em 13 de Setembro de 1986, com Júpiter em 17º 35´/ 17º 27´ de Peixes, um violento sismo na cidade grega de Calamata causa, pelo menos, 17 mortos e 300 feridos.

INDONÉSIA (SISMO, ACIDENTE NOTÁVEL)

 

Datas, em 2013, em que há probabilidade alta  de um sismo ou acidente notável na Indonésia, ligado à área 23º-24º de  Escorpião: de 1 a 27 de Janeiro; de 1 a 3 de Outubro (Vénus), em 30 de Novembro e 1 de Dezembro (Mercúrio).

 

Fundamento Histórico: em 24 de Outubro de 1992, com Mercúrio em 23º 15´/ 24º 30´ de Escorpião, um sismo de magnitude 5,8 na escala de Richter abala a província de Nusa Tengara, na Indonésia, sacudindo também a ilha de Timor; em 4 de Junho de 1994, com Nodo Norte da Lua em 23º 44´/ 23º 46´ de Escorpião, um sismo arrasa cinco localidades da ilha de Java, na Indonésia, acompanhado por um maremoto, havendo mais de 200 mortos, 420 feridos e dezenas de desaparecidos.

 

LÍBIA

Datas, em 2013, de possíveis actos violentos notáveis na Líbia, ligados à área 26º-27º de Balança, são: 7 a 9 de Setembro (Vénus), 26 e 27 de Setembro (Mercúrio), de 19 a 21 de Outubro (Sol).

 

Fundamento Histórico: em 20 de Outubro de 2011, com Sol em 26º 14´/ 27º 14´ de Balança, Khadafi , o ditador líbio nacionalista é torturado, vexado por um grupo e assassinado a tiro por um agente secreto francês infiltrado nas forças rebeldes quando tentava a fuga do país, a partir da sua cidade natal, Sirte e após forças da NATO bombardearem uma coluna de veículos governamentais, mas desconhecendo que viajava no seu interior; em 20 de Outubro de 2012, com Sol em 27º 0´/ 27º 59´ de Balança, Khamis Kadafi, o filho mais novo do ex-ditador da Líbia, morre durante uma batalha em, que provoca pelo 26 mortos e 121 feridos, entre as tropas pró-Kadafi e as forças governamentais em Bani Walid, no sudoeste de Trípoli.

 

MATOSINHOS E LEÇA DA PALMEIRA

 

Datas em que há alta probabilidade de incêndios ou outros incidentes de relevo ocorrerem em 2013, em Matosinhos e Leça da Palmeira ligados ao ponto 7º 10´/ 7º 12´ de qualquer signo são: 11 de Fevereiro (Marte em 7º de Peixes); 5 e 6 de Março (Úrano em 7º de Carneiro); 11 e 12 de Maio (Saturno em 7º 16´/ 7º 7´ de Touro); 10 de Junho (Marte em 6º-7º de Gémeos); 28 de Julho (Júpiter em 7º de Caranguejo); 1 de Setembro (Saturno em 7º de Escorpião).

 

Fundamento histórico: em 2 de Junho de 2006, com Saturno em 7º 10´ / 7º 15´ de Leão, pelas 11.30 horas, uma explosão na fábrica de aromáticos da refinaria da Petrogal, em Leça da Palmeira, fere dois operários; em 18 de Outubro de 2012, com Plutão em 7º 11´/ 7º 12´ de Capricórnio, um casal de idosos é salvo das chamas por um carteiro e dois adolescentes e fica desalojado, de manhã, na sequência de um incêndio que destrói a sua habitação, no número 94 na rua França Júnior, em frente ao mercado de Matosinhos; em 8 de Janeiro de 2013, com Júpiter em 7º 11´ 6´ de Gémeos, irrompe um incêndio irrompe cerca das 20.50 horas numa hospedaria da Rua Brito Capelo em Matosinhos, desalojando 13 pessoas e danificando os edifícios contíguos.

 

REGIÃO OESTE DE PORTUGAL E ARGÉLIA

 

Datas, em 2013, de previsíveis tornados ou outras intempéries na região Oeste de Portugal (Caldas da Rainha, Tomar, Leiria, Ferreira do Zêzere, etc) e de sismos na Argélia, ligadas à área 24º-26º de Aquário, são: 28 a 30 de Janeiro, 2 e 3 de Fevereiro (Mercúrio), 12 a 15 de Fevereiro (Sol), 21 a 23 de Fevereiro (Vénus).

 

Fundamento Histórico: em 23 de Dezembro de 2009, com Júpiter em 24º 36´/ 24º 47´ de Aquário,  rajadas na ordem dos 230 km/hora devastam a Região do Oeste e causam 50 milhões em prejuízos; em 7 de Dezembro de 2010, com Neptuno em 26º 10´ / 26º 11´ de Aquário, o tornado mais forte que alguma vez ocorreu em Portugal, classificado como F3 da escala de Fujita, assola a região Oeste do país, em particular Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã provocando 40 feridos e prejuízos em cerca de 16 milhões de euros.

 

Fundamento Histórico: em 12 de Fevereiro de 1946, com Mercúrio em 23º 22´/ 25º  10´ de Aquário, um sismo de magnitude 6 na escala de Richter engendra 246 mortos em Hodna, Argélia; em 11 de Janeiro de 2004, com Vénus em 25º 27´/ 26º 41´ de Aquário, um sismo abala o norte da Argélia, gerando 300 feridos.

 

SISMO NO CHILE

 

Datas previsíveis de sismo no Chile, ligadas a 22º-23º de Touro, são, em 2013: 3 e 4 de Maio (Vénus), 12 a 14 de Maio (Sol e Mercúrio), 20 e 23 de Maio (Marte).

 

Fundamento Histórico: em 6 de Novembro de 1947, com Nodo Norte da Lua em 23º 29´/ 23º 28´ de Touro, eclode nos Andes Chile, um terramoto que mata 233 pessoas; em 22 de Maio de 1960, com Vénus em 22º 19´/ 23º 33´ de Touro, um sismo de magnitude 9,5 Richter causa cerca de 2.000 mortos na região de Valdivia, Chile.

 

 

Denuncio a impostura dos que proclamam que «não existem leis astronómicas de predestinação dos factos biológicos e sociais na Terra, nenhuma astrologia é científica», impostura essa mantida pela comunidade científica e filosófica institucional, por dezenas de milhares de doutorados, analistas e jornalistas dos grandes media, entre os quais Zizeck, Alain Badiou, Anthony Kenny, Fernando Savater, Jean Luc Ferry, Thomas Nagel, Simon Blackburn, Stephen Hawking, João Maguejo, Carlos Fiolhais, José Gil, Eduardo Lourenço, Manuel Maria Carrilho, Olivier Feron. A arrogância anti-astrologia, baseada num dogmatismo ignorante, destes e de outros arautos da ciência fragmentária dominante a nível mundial desfaz-se ante as leis astronómico-sociais que, neste e em outros artigos deste blog, exponho.

 

Nota de 25 de Janeiro de 2013: hoje, 25 de Janeiro, dia em que Mercúrio se moveu de 9º a 11º do signo de Aquário, o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio, demitiu-se do governo PSD-CDS de Portugal, o que confirma a previsão feita acima no item «Demissão no governo ou no PSD» que associa a área 11º-13º de Aquário a demissões ou mortes de governantes do PSD.

 

Nota de 1 de Fevereiro de 2013: hoje, 1 de Fevereiro, dia em que o Sol está em 12º-13º do signo de Aquário, seis secretários de Estado do governo PSD-CDS abandonam os cargos sendo substituídos formalmente por outros, o que confirma a previsão feita acima no item «Demissão no governo ou no PSD» que associa a área 11º-13º de Aquário e, em particular o dia 1 de Fevereiro, a demissões ou mortes de governantes do PSD.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.

 

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© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



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Domingo, 9 de Setembro de 2012
O ciclo de 12 anos de Júpiter determina a política em Portugal (II parte )

  

Também o ciclo de 12 anos de Júpiter nos últimos 120º do Zodíaco - equivalentes a quatro signos ou arcos de 30º de longitude cada um: Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes - evidencia leis astronómico-políticas em Portugal.

 

JÚPITER EM SAGITÁRIO:

VITÓRIAS DO PARTIDO SOCIALISTA EM 1983 E 1995, FAVORÁVEL À ESQUERDA OU A UM BLOCO CENTRAL

 

A passagem de Júpiter, durante cerca de um ano em cada 12 anos, no signo de Sagitário (240º a 270º de longitude eclíptica) favorece, em regra, o PS e a esquerda portuguesa e, por vezes, um bloco central que aglutina direitas e esquerdas muito moderadas.

 

Em 25 de Abril de 1983, com Júpiter em 9º do signo de Sagitário, o PS de Mário Soares ganha com maioria relativa as eleições legislativas em Portugal, pondo fim à governação da Aliança Democrática PSD-CDS-PPM que o líder do PSD e membro do grupo de Bilderberg Francisco Pinto Balsemão presidira desde o assassínio à bomba de Sá Carneiro e Amaro da Costa em avião, em 4 de Dezembro de 1980.

 

Em 1 de Outubro de 1995, com Júpiter em 10º do signo de Sagitário, o PS de António Guterres vence as eleições legislativas em Portugal, pondo fim a 10 anos de governação do PSD, 8 dos quais com maioria absoluta no parlamento, com Cavaco Silva a primeiro-ministro.

 

Algumas curiosidades sobre a passagem de Júpiter em Sagitário que não permitem, contudo induzir que, em todos os casos é favorável às esquerdas, são:

 

Em 7 de Janeiro de 1355, com Júpiter em 13º do signo de Sagitário, no Paço de Santa Clara, em Coimbra, Inês de Castro, galega, esposa do príncipe D. Pedro, é apunhalada mortalmente por Pero Coelho, Diogo Lopes Pacheco e Álvaro Gonçalves, na presença do sogro, o rei Afonso IV.

 

Em 21 de Agosto de 1485, com Júpiter em 0º do signo de Sagitário, com a ajuda de alguns cortesãos, no Paço de Palmela, o rei D. João II apunhala mortalmente o seu primo D.Diogo, duque de Viseu e de Beja, que conspirara para matar, na praia, o rei que levava a cabo o cerceamento dos privilégios da alta nobreza e da casa de Bragança.

 

Em 8 de Junho de 1663, com Júpiter em 9º de Sagitário, nos campos do Ameixial, junto a Estremoz, um exército português de 22.000 homens comandados pelos condes de Vila Flor e Schomberg derrota em combate um exército espanhol de 26.000 homens chefiado por D.João de Austria e põe fim a uma perigosa incursão militar espanhola na guerra da Restauração.

 

Em 4 de Setembro de 1865, com Júpiter em 19º do signo de Sagitário, no contexto de uma terrível crise financeira, toma posse o governo monárquico da «fusão», uma coligação entre a ala esquerda dos Regeneradores (direita política) e a ala direita do Partido Histórico (centro-esquerda), de modo a eliminar os radicalismos de direita e de esquerda.

 

Em 22 de Novembro de 1924, com Júpiter em 24 º do signo de Sagitário, toma posse o governo republicano radical, chefiado por José Domingues dos Santos, da «Esquerda democrática», último impulso da esquerda republicana para salvar a República democrática, divorciada das massas operárias e do exército no qual a conspiração de direita vai crescendo, ao serviço da alta finança e do latifúndio.

 

Em 16 de Fevereiro de 1936, com Júpiter em 20º do signo de Sagitário, a Frente Popular republicana de esquerda e socialista, vence as eleições legislativas na II República Espanhola, o que assusta as direitas e predispõe estas à guerra civil.

 

Em 3 de Janeiro de 1960, com Júpiter em 19º do signo de Sagitário, dez funcionários do Partido Comunista Português, entre eles os mais altos dirigentes Álvaro Cunhal e Francisco Martins Rodrigues, evadem-se do forte-prisão de Peniche, onde cumpriam longas penas por actividades contra o fascismo de Salazar.

 

Em 9 de Junho de 1983, com Júpiter em 4º de Sagitário, toma posse o 9º governo constitucional, de bloco central PS-PSD, chefiado por Mário Soares e Mota Pinto, visando salvar a economia do país com recurso ao Fundo Monetário Internacional.

 

Outras datas significativas do trânsito de Júpiter em Sagitário conexionam-se com crises de confiança no sistema bancário:

 

Em 27 de Novembro de 1912, com Júpiter em 21º de Sagitário, há uma corrida a levantar os depósitos bancários na Europa Ocidental e Central.

 

Em Agosto de 2007, com Júpiter em 9º-10º de Sagitário, começa a pior crise financeira das últimas décadas, resultante de empréstimos de alto risco (hipotecas sub prime de casas) no sector imobiliário, feitos a pessoas que não conseguirão pagar a curto e médio prazo.

 

 

JÚPITER EM CAPRICÓRNIO:

DETENÇÕES POLICIAIS, DEMISSÕES OU MORTES DE POLÍTICOS DE ESQUERDA, VITÓRIAS DO CENTRO REPUBLICANO AFONSISTA OU SILVISTA EM 1913-1925

 

A passagem de Júpiter no signo de Capricórnio (arco do céu de 270º a 300º de longitude eclíptica) inflige, em regra, derrotas para as esquerdas socialista, republicana, comunista e anarquista, em particular com quedas de governos de esquerda, mortes ou detenções pela polícia de dirigentes antifascistas ou anticapitalistas. E liga-se a vitórias de um centro «bonapartista» que elimina oposições à esquerda e à direita.

 

De 9 de Janeiro a de 30 Novembro de 1913, com Júpiter em 1º-17º- 8º- 18º do signo de Capricórnio, o governo do PRP ("partido democrático"), de Afonso Costa, esmaga carbonários e anarco-sindicalistas, à esquerda, e monárquicos, à direita, com a tomada de posse do governo de centro-esquerda (9 de Janeiro), o golpe militar fracassado do capitão Lima Dias e do tenente Dinis, que saem de Infantaria 5, em Lisboa, com 50 soldados e o apoio cerca de 100 republicanos de esquerda, da Federação Radical Republicana (27 de Abril), a explosão de uma bomba na rua do Carmo, no cortejo republicamo pró-governamental, matando um rapaz e ferindo 29 pessoas seguida de assalto das massas do PRP à sede dos sindicatos (10 de Junho) a dissolução da Casa Sindical e prisão de 100 sindicalistas (15 de Junho), o golpe militar fracassado de carbonários  ressentidos, sindicalistas e monárquicos (21 de Outubro), a vitória quase total do partido democrático PRP nas eleições parciais, elegendo 33 deputados num total de 37, ficando com maioria absoluta no parlamento (16 de Novembro),  a vitória do PRP nas eleições municipais (30 de Novembro).

 

De 11 de Fevereiro a 11 de Dezembro de 1925, com Júpiter em 12º-22º-12º-24º de Capricórnio, a República desliza da esquerda para um centro e a conspiração de direita cresce, com o derrube do governo de esquerda republicana de José Domingues dos Santos ao ser aprovada no parlamento por 65 votos contra 45 uma moção de desconfiança apresentada pelo deputado Agatão Lança (11 de Fevereiro), o fracassado golpe militar da parte conservadora do exército liderada por Sinel de Cordes e Filomeno da Câmara (18 de Abril), a vitória nas legislativas do PRP, de António Maria da Silva, de centro, com 83 deputados eleitos (8 de Novembro), a demissão de Manuel Teixeira Gomes do cargo de presidente da República (11 de Dezembro). .

 

Em 11 de Maio de 1937, com Júpiter em 27º de Capricórnio, morre, em Paris, Afonso Costa, alto dignitário maçon, ex primeiro ministro na extinta República parlamentar Portuguesa e chefe da resistência republicana ao fascismo católico de Salazar.

 

Em 4 de Julho de 1937, com Júpiter em 23º de Capricórnio, fracassa um atentado anarquista à bomba contra o primeiro-ministro Salazar que acabava de apear-se do seu automóvel na Avenida Barbosa du Bocage em Lisboa e escapa ileso à explosão. A PVDE inicia uma onda repressiva sobre anarquistas e outros opositores à ditadura.

 

Em 21 de Julho de 1937, com Júpiter em 21º de Capricórnio, Álvaro Cunhal, dirigente do PCP, é preso pela PVDE de Salazar.

 

Em 25 de Março de 1949, com Júpiter em 27º do signo de Capricórnio, Militão Ribeiro, Álvaro Cunhal e Sofia Ferreira, membros do secretariado do Comité Central do Partido Comunista Português são presos numa casa em que viviam clandestinamente em Casal de Santo António, Luso, pela PIDE de Salazar.

 

Em 12 de Outubro de 1972, com Júpiter em 1º de Capricórnio, José António Ribeiro Santos, estudante de Direito da extrema-esquerda maoísta, da FEML/ MRPP, é assassinado a tiro por agentes da polícia política DGS que denunciou como infiltrados num plenário de estudantes no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, em Lisboa. José Lamego, estudante da FEML, fica ferido.

 

Em 19 e 20 de Junho de 1984, com Júpiter em 9º do signo de Capricórnio, um golpe policial desmantela parte da extrema-esquerda guerrilheira em Portugal, com a prisão de 42 pessoas mais ou menos ligadas às Forças Populares 25 de Abril, que cometiam atentados contra a NATO e contra capitalistas portugueses, no dia 19, e a detenção de Otelo Saraiva de Carvalho, dado como líder máximo das FP-25, no dia 20.

 

Outras datas marcantes da passagem de Júpiter em Capricórnio são:

 

 

Em 22 de Agosto de 1415, com Júpiter em 7º de Capricórnio, um exército de cerca de 19 000 cavaleiros e soldados peões portugueses, galegos, biscainhos, comandado pelo rei D. João I, ocupa a cidade de Ceuta, em Marrocos.

 

Em 13 de Dezembro de 1521, com Júpiter em 4º de Capricórnio, falece, aos 52 anos de idade, o rei D. Manuel I de Portugal, que expandiu por via marítima até à Índia, às Molucas e ao Brasil o império português e autorizou o estabelecimento da Inquisição no país.

 

Em 16 de Março de 1581, com Júpiter em 14º-15º de Capricórnio, o rei Filipe II de Espanha entra em Tomar, para onde convocara Cortes, que o reconhecem como rei legítimo de Portugal.

 

Em 1 de Dezembro de 1640, com Júpiter em 10º do signo de Capricórnio, Antão Vaz de Almada e um grupo de nobres invadem o palácio sede do governo de Filipe III em Lisboa, prendem a duquesa de Mântua, e assassinam o secretário de Estado iberista Miguel de Vasconcelos, restaurando formalmente a independência de Portugal perdida em 1580.

 

Em 13 de Janeiro de 1759, com Júpiter em 5º-6º do signo de Capricórnio, os marqueses de Távora, o duque de Aveiro, o conde de Atouguia e outros supostos cúmplices no atentado ao rei D. José, em 1758, são executados cruelmente em público, em Lisboa.

 

JÚPITER EM AQUÁRIO:

VITÓRIA DO CENTRO-DIREITA, OU DE UMA CONJUNÇÃO MOMENTÂNEA DAS DIREITAS COM ALGUMA ESQUERDA EXCÊNTRICA , DERROTA DO REPUBLICANISMO DE ESQUERDA

 

A passagem de Júpiter no signo de Aquário (arco do céu de 300º a 360º de arco) gera, em regra, períodos de descompressão e vitórias da direita liberal ou conservadora e derrotas da esquerda republicana sem que a extrema-direita obtenha o triunfo que deseja.

 

Em 6 de Outubro de 1985, com Júpiter em 7º de Aquário, o PSD de Cavaco Silva, de direita liberal e democrata-cristã, vence, sem maioria abdoluta de deputados, as eleições legislativas que originou ao romper em Junho desse ano a coligação governamental com o PS de Mário Soares. Outro vencedor destas eleições é o nóvel Partido Renovador Democrático, de centro-esquerda, tutelado pelo presidente da República Ramalho Eanes, que, ao obter uns 18% de votos, absorve momentaneamente uns 40% a 50%  do eleitorado habitual do PS.

 

Em 26 de Janeiro de 1986, com Júpiter em 23º-24º de Aquárioa candidatura do republicanismo de esquerda, protagonizado por Francisco Salgado Zenha (20,9% de votos), com apoio do PRD, do PCP e MDP, e a do socialismo autogestionário reformista, protagonizado por Maria de Lurdes Pintassilgo (7,4% de votos), são eliminadas na primeira volta da eleição à presidência da República Portuguesa. As candidaturas da «moderação», a de Diogo Freitas do Amaral (46,3% de votos), das direitas PSD-CDS, e a de Mário Soares (25,4% de votos), do centro e do PS, passam à segunda volta.

 

Em 16 de Fevereiro de 1986, com Júpiter em 28º-29º de Aquário, Mário Soares, candidato do centro-esquerda PS, «mal menor» para o PCP, o PRD, a UDP e os autogestionários, é eleito presidente da República Portuguesa com 51,18% de votos, na segunda volta, derrotando Freitas do Amaral, candidato das direitas PSD e CDS, com 48,82% de votos.

 

Outras datas significativas da passagem de Júpiter no signo de Aquário são:

 

De 17 de Novembro de 1807 a 20 de Fevereiro  de 1808, com Júpiter em 5º a 26º do signo de Aquário, decorre invasão e a a primeira fase ocupação do exército francês de Napoleão em Portugal, com a entrada das primeiras tropas francesas por Segura, Beira Baixa (17 de Novembro), a chegada a Abrantes das primeiras tropas do exército de Junot (23 de Novembro), o início da viagem de fuga do rei D. João VI e da família real para o Brasil (29 de Novembro), a entrada de de Junot com 1500 soldados franceses em Lisboa (30 de Novembro), a ocupação do Porto por uma divisão militar espanhola comandada pelo general Taranco, capitão-general da Galiza, e um motim em Lisboa contra o içar da bandeira francesa nomeação de Junot como governador geral de Portugal em nome de Napoleão (1 de Fevereiro), execução de 9 portugueses nas Caldas da Rainha por ordem de Loison (9 de Fevereiro), a promulgação do Decreto de Organização do Exército Português sob o mando napoleónico (20 de Fevereiro).

 

Em 31 de Janeiro de 1891, com Júpiter em 21º do signo de Aquário, eclode no Porto uma revolta militar republicana contra as cedências do governo monárquico de D. Carlos I`às exigências do imperialismo britânico na África Austral (ultimato inglês de Janeiro de 1890). A revolta em que participam o alferes Malheiro, o tenente Manuel Maria Coelho e Alves da Veiga, vertebrada pelo batalhão de Caçadores 9, que desce do Campo de Santo Ovídio a rua do Almada e vem proclamar a República junto aos Paços do Concelho, na praça da Liberdade, é dizimada ao preço de 12 mortos e 40 feridos, quando a guarda real dispara sobre a multidão que subia a rua de Santo António em direção à praça da Batalha.

 

De 20 a 25 de Janeiro de 1915, com Júpiter em 26º-27º do signo de Aquário, o PRP é apeado do governo por obra do conservador Manuel de Arriaga, numa viragem à direita, com a prisão, ordenada pelo governo de Bernardino Machado, de cerca de 70 oficiais que iam a Belém entregar as suas espadas, no dia 20, a demissão do governo impedida por Henrique Cardoso e o Visconde da Ribeira Brava, da ala esquerda do PRP, no dia 24, e a nomeação do conservador general Pimenta de Castro como primeiro ministro pelo presidente da República Manuel de Arriaga.

 

De 28 de Maio a 11 de Julho de 1926, com Júpiter em 26º- 27º-26º do signo de Aquário, há um nítido deslize para a direita em Portugal com a supressão da República Parlamentar e a instauração da ditadura do exército marginalizando a extrema-direita monárquica, com o rebentar do golpe militar do general Gomes da Costa, apoiado pelos tenentes integralistas lusitanos,  em Braga, Évora, Tomar, Vila Real, Porto, (28 de Maio) a demissão do presidente da República Bernardino Machado que entrega o poder ao comandante Mendes Cabeçadas, conservador moderado, e o fecho do parlamento (31 de Maio),o cerco das zonas industriais de Sacavém pelas tropas de Gomes da Costa a fim de impedir a greve geral da CGT (17 de Junho) e impor a demissão de Mendes Cabeçadas, membro do triunvirato da ditadura que recusava destruir a República, (18 de Junho) a reunião em que Gomes da Costa, servindo o integralismo lusitano, de extrema-direita, impõe a demissão do ministro da Justiça Manuel Rodrigues, que não cede a pretensões reacionárias da igreja católica, e dos ministros Carmona, Ochoa e António Claro (6 de Julho) a reação dos generais conservadores do exército que prendem e destituem de presidente  Gomes da Costa e nomeiam o general Carmona, de perfil moderado, chefe do governo (9 de Julho) e o exílio de Gomes da Costa em Angra do Heroísmo ficando a facção sidonista de Martinho Nobre de Melo algo marginalizada (11 de Julho).

 

Em 12 de Junho de 1985, com Júpiter em 16º do signo de Aquário, Portugal, pela mão do primeiro-ministro Mário Soares, assina o Tratado de Adesão à Comunidade Económica Europeia, que acarreta uma perda parcial da independência nacional a favor dos negócios da burguesia cosmopolita lusa e estrangeira.

 

JÚPITER EM PEIXES:

REVOLUÇÕES MILITARES-POPULARES DE 1820, 1868, 1915, 1927, 1974, RESISTÊNCIA DO PORTO LIBERAL AO ABSOLUTISMO EM 1832

 

 

A passagem de Júpiter no signo de Peixes (de 300º a 360º de longitude eclíptica) gera, em regra, um influxo de esquerda em Portugal, seja em eleições legislativas ou levantamentos populares contra a oligarquia.

 

Em 13 de Junho de 1915, com Júpiter em 26º do signo de Peixes, o PRP de Afonso Costa e António Maria da Silva, de centro-esquerda, vence as eleições legislativas, elegendo 106 deputados num total de 163 lugares e 45 senadores num total de 48.

 

Outros factos relevantes do trânsito de Júpiter em Peixes são:

 

Em 1 de Março de 1476, com Júpiter em 0º do signo de Peixes, trava-se a batalha de Toro, de resultado inconclusivo, entre o exército castelhano de Fernando de Aragão e Castela e o exército português de Afonso V, na qual o porta-estandarte português Duarte de Almeida é ferido de morte depois de lhe deceparem os braços, e em cuja fase final, uma contra ofensiva das tropas do príncipe e futuro D. João II de Portugal desbarata as tropas de Castela que recuam para as muralhas de Zamora.

 

De 1 de Maio a 2 de Outubro de 1808, com Júpiter em 11º-18º-9º do signo de Peixes, a resistência popular em Portugal, ajudada pelas tropas britânicas de Wellington, leva à expulsão do exército francês de Junot, com a declaração de guerra de Portugal à França decidida pelo principe regente (1 de Maio), organização de uma junta insurreicional no Porto onde o general galego chefe das tropas espanholas de ocupação prende o governador general francês François Jean-Baptiste Quesnel du Torp e marcha para a Galiza onde vai combater o exército de Napoleão e o brigadeiro Luís de Oliveira da Costa, obediente a Napoleão, assume o comando militar do Porto (6 de Junho), o levantamento em armas de Bragança, promovido, pelo general Manuel Sepúlveda (11 de Junho), a sublevação anti francesa em Olhão dirigida pelo conde de Castro Marim (16 de Junho), o levantamento popular do Porto contra os franceses (18 de Junho), a insurreição em Évora (13 de Julho), a batalha da Roliça em que os franceses do general Delaborde retiram ante a superioridade das tropas de Wellington ( de Agosto) a derrota do exército francês na batalha do Vimeiro (21 de Agosto), o embarque para França de Junot e seu exército (15 de Setembro), a deposição de armas pelos franceses instalados em Almeida (2 de Outubro).

 

De 24 de Agosto a 28 Setembro de 1820, com Júpiter em 20º-16º do signo de Peixes, a revolução liberal triunfa em Portugal, com a sublevação de grupos de militares, inspirados pelo Sinédrio, organização maçónica dirigida por Manuel Fernandes Tomás, no Campo de Santo Ovídio, no Porto, e a proclamação de uma Junta Provisional do Governo Supremo do Reino e de um Manifesto aos portugueses explicando o liberalismo constitucionalista (24 de Agosto), e um golpe militar de oficiais subalternos com apoio da burguesia liberal que depõe os regentes absolutistas em Lisboa (15 de Setembro) e a unificação dos governos liberais de Porto e Lisboa (28 de Setembro).

 

De 7 de Julho de 1832 a 28 de Janeiro de 1833, com Júpiter em 28º-18º- 27º do signo de Peixes, instalação do exército liberal de D. Pedro IV no Porto e defesa persistente da cidade contra o exército absolutista de D.Miguel, com o desembarque na praia de Labruge, em Matosinhos (7-8 de Julho) e a entrada do exército liberal de 7500 homens de D. Pedro na cidade do Porto onde se fortifica (9 de Julho), o assalto geral  dos miguelistas ao Porto repelido pelos liberais com 2.000 mortos para cada lado (29 de Setembro), a fracassada saída das tropas liberais do general francês Solignac sobre o castelo do Queijo, junto a Matosinhos, e o Crasto (24 de Janeiro), a chegada ao Porto do general Saldanha, da ala esquerda do liberalismo, a quem D. Pedro se viu obrigado a pedir ajuda ( 28 de Janeiro).

 

De 4 de Fevereiro a  28 de Abril de 1844, com Júpiter em 4º-23º do signo de Peixes, eclode e declina uma revolta de esquerda liberal, do conde de Bonfim, contra o governo conservador de Costa Cabral, iniciada com a sublevação do regimento de Cavalaria 4, em Torres Novas, liderada por César de Vasconcelos e José Estevão (4 de Fevereiro), chegando a coluna revoltosa a Tomar, no dia 5, o regimento de Infantaria 12 em Castelo Branco junta-se à revolta (8 de Fevereiro) e Caçadores 1 subleva-se na Guarda (9-10 de Fevereiro), a coluna liberal ocupa Almeida (20 de Fevereiro), é sufocada em Coimbra uma revolta (8 de Março), e o término da revolta com a rendição de Almeida (28 de Abril).

 

De 1 a 4 de Janeiro de 1868, com Júpiter em 4º-5º do signo de Peixes, dá-se a revolução da Janeirinha, com um massivo protesto de comerciantes e cidadãos no Porto, no dia 1, seguido em Lisboa e outras cidades, contra a política fiscal pesada do governo regenerador de Fontes Pereira de Melo,  e a substituição, no dia 4, do governo de Fontes por um governo da direita reformista liderado por António José de Ávila, céptico face à política desenvolvimentista do fontismo, de endividamento do país em alto grau. A revolução revoga o imposto de consumo, que atingia sobretudo os pequenos comerciantes e os tendeiros, e o decreto de reforma administrativa do ministro Martens Ferrão que tinha suprimido 4 distritos e 178 concelhos, medidas que estavam na origem do protesto. O período da Regeneração acaba aqui: um terceiro partido influente, o Reformista, emergirá a partir de agora, além do Histórico e do Regenerador.

 

Em 14 e 15 de Maio de 1915, com Júpiter em 22º do signo de Peixes, estala e triunfa em Lisboa, à custa de umas 200 mortes, uma insurreição armada, militar e popular, promovida pelo Partido Republicano Português , em particular pelo general Sá Cardoso e Álvaro de Castro, contra o governo conservador do general Pimenta de Castro, que cai e arrasta na queda o presidente da República Manuel de Arriaga. No dia 15, João Chagas, indigitado primeiro ministro do novo governo, é alvejado a tiro num olho na estação de comboios do Entroncamento pelo senador João de Freitas, um conservador, logo assassinado ali. 

 

De 3 a 9 de Fevereiro de 1927, com Júpiter em 3º-5º de Peixes, eclode e fracassa uma insurreição militar e popular antifascista dirigida pelo general Sousa Dias e Raul Proença, com o regimento de Caçadores 9, no Porto, do dia 3 ao dia 7, e por Mendes dos Reis Agatão Lança, com forças da GNR e da Marinha em Lisboa, do dia 5 ao dia 9, havendo centenas de mortos.

 

De 25 de Abril de 1974 a 14 de Março de 1975, com Júpiter em 10º- 17º-7º- 29º do signo de Peixes, eclode a revolução dos cravos que derruba a ditadura colonial-fascista e envereda por um socialismo revolucionário militar, com o golpe triunfante do Movimento das Forças Armadas prendendo o primeiro-ministro Marcelo Caetano e tomando a sede da Direção Geral de Segurança (ex PIDE) que mata 4 populares (25 de Abril), a ascensão de Vasco Gonçalves a primeiro-ministro num clima de greves generalizadas (18 de Julho), a mobilização popular de rua contra o golpe direitista da «maioria silenciosa» (28 de Setembro) e a demissão do conservador presidente da República general Spínola substituído pelo hábil e ambíguo general Costa Gomes (30 de Setembro), o golpe militar conservador fracassado, do general Spínola levando os paraquedistas de Tancos a atacar o regimento de Artilharia 1, em Sacavém, vanguarda da revolução (11 de Março) seguido da criação do Conselho da Revolução e da nacionalização de bancos e companhias de seguros portugueses (12-14 de Março).

 

Nada disto, nenhuma destas leis astronómico-sociais, é do conhecimento dos ilustres catedráticos de história, política ou sociologia José Matoso, António Borges Coelho, João Medina, António José Telo, Adriano Moreira, Nuno Rogeiro, Manuel Vilaverde Cabral, Manuel Braga da Cruz, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, António Barreto e todos os outros. Nunca foram capazes de conceber que «o que está em baixo é como o que está em cima, o microcosmos é o espelho do macrocosmos.», não conseguiram descortinar a correspondência exacta entre a Terra e o Céu das constelações e signos. Husserl, Russel, Whitehead, Heidegger, Sartre, Popper, Rawls, Carl Sagan, Hubert Reeves não sabiam nem saberiam isto. Peter Singer, Simon Blackburn, Anthony Kenny, o laureado Thomas Nagel nada sabem disto nem querem saber, de tão obtusas que são as suas mentes.

 

José Gil, Eduardo Lourenço, Manuel Maria Carrilho, João Branquinho, Desidério Murcho, Pedro Galvão, Vitor Guerreiro, Carlos Fiolhais, António Zilhão, Ricardo Santos, Viriato Soromenho Marques, Porfírio Silva, Alexandre Franco de Sá, Olivier Feron, José Caselas e muitos outros não só nada sabem disto como negam, aberta ou encapotadamente, a predestinação astrológica e zodiacal de todos os acontecimentos históricos e sociais. E como carecem de honestidade em grau bastante para revelar a ignorância e o preconceito que os enforma neste assunto, evitá-lo-ão e nunca admitirão que tenho razão, excepto se a Astrologia Histórico-Social, que represento, for divulgada, mediante uma editora poderosa, junto do grande público.

 

Está tudo invertido na hierarquia do saber institucional: os néscios, que fizeram mestrados e doutoramentos em filosofia, história, astrofísica, etc, ocupam as cátedras universitárias, dominam as revistas de ciências e filosofia, os foruns televisivos e outros, editam livros, etc, nada sabem sobre isto  e proclamam que «a astrologia é uma farsa, uma mística, e não há nenhumas leis planetário-zodiacais a determinar a vida biofísica na Terra, a sociedade humana nos planos económico, político, religioso, etc» ao passo que nós, os que investigamos e conquistamos este saber empírico-racional, somos proscritos da universidade, dos foruns e os editores portugueses, servis perante a cátedra e os iluminatti, recusam publicar-nos. Que país é este, governado por elites de medíocres doutorados e licenciados? Que país é este em que as universidades não estão ao serviço da verdade mas das carreiras dos instalados, ao menos na área da filosofia, da sociologia e da história?

 

É um país e um planeta onde os medianos, os medíocres imperam, e os interesses de carreira de alguns impedem a difusão da verdade científica. Isto prova de que a universidade, em especial na área da filosofia, é relativamente grosseira: sectorialmente inteligente, com análises agudas sobre diversos temas, a universidade e os filósofos triunfantes carecem de inteligência holística, de visão global, praticam o fascismo epistemológico, a censura sobre a astrologia e o esoterismo digno de estudo.

 

A filosofia e a história universitárias, de cátedra, estão marcadas pelo signo da estupidez, da ininteligência absoluta. Só vêem as zonas intermédias da realidade: não ascendem ao polo da visão geral - os graus do Zodíaco na sua conexão com os factos terrestres - nem descem ao polo das minúcias, dos detalhes - cada acontecimento histórico, como a queda de um avião no Quénia, a marcha do Sindicato dos Trabalhadores do Campo Andaluz sobre Jaén, ou a queda de uma pessoa da ponte Vasco da Gama. Os catedráticos de filosofia e história são quase todos relativamente broncos, mutilam a visão da realidade. E a legião de professores do ensino secundário que os seguem, bastante embrutecida pela filosofia analítica que não analisa o mundo real mas se compraz em exercícios menores de lógica, é igualmente destituída de pensamento holístico e concreto.

 

 Esta legião de docentes, epistemologicamente fascista - mesmo que vote no Bloco de Esquerda, no PCP, no PS ou no PSD, suprime, de forma raivosa e fascista, qualquer debate sério sobre astrologia - é  a incarnação da imbecilidade anti-astrológica de que o papa (em inglês : Pope) da epistemologia superficial, Karl Popper, foi o comandante e expoente maior.

 

Será injusto classificar de «asnos intelectuais» criaturas como Bertrand Russel, Martin Heidegger, Simon Blackburn, Thomas Nagel, John Searle, José Gil, Manuel Maria Carrilho, Miguel Reale, José Mattoso, Boaventura Sousa Santos, José Pacheco Pereira, José António Saraiva, Marcelo Rebelo de Sousa, Desidério Murcho, Olivier Feron, Pedro Galvão, Aires Almeida e milhares de outros sociólogos e parafilósofos na medida em que sempre ignoraram, depreciaram e ridicularizaram, em nome do «racionalismo», o princípio do determinismo astrológico e sempre negaram que os acontecimentos político-sociais e biofísicos estejam completamente predestinados pelas movimentações planetárias? Não, não é injusto.

 

A astrologia tradicional - em Portugal representada por Flávia Monsaraz, Paulo Cardoso, Luís Resina, Luís Ribeiro, Helena Avelar e outros - assenta em erros metafísicos - como a teoria das 12 casas e das regências planetárias, a ignorância do significado político, económico, religioso, artístico, geográfico, etc, de cada um dos 360º do Zodíaco - e transforma-se quase sempre, num discurso vago, simbólico, místico, que não é sério nem interessa a quem, como nós, edifica a ciência astrológica do rigor historicista, matematizável, suprema ontologia.

 

Note-se que, nos livros que publicam, estes astrólogos tradicionais/comerciais omitem, na bibliografia, qualquer referência às minhas obras de Astrologia Histórico-Social que explanam as duas teorias que transformam a Astrologia em ciência exacta ou quase exacta: a teoria do significado político, económico, religioso, artístico, técnico,biofísico de cada um dos 360 graus do Zodíaco e a teoria dos graus e minutos numericamente homólogos entre si. Não é só a típica inveja profissional portuguesa que explica esta omissão. Ela exprime a aliança astrólogos «humanistas» anti historicistas/ professores universitários e liceais anti astrologia/ igreja católica e outras/ jornalistas e editores servis e corruptos/ burguesia ávida do máximo lucro contra a astrologia da predestinação absoluta ancorada em factos sociais indesmentíveis.

 

  

 
www.filosofar.blogs.sapo.pt


f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz

 

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 19:33
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