Domingo, 6 de Setembro de 2009
Aristóteles: Materia sensible y Materia inteligible

 Aristóteles distinguió una materia inteligible (hýlê noetê) que es sustrato inteligible de la forma- ejemplo: el ángulo recto inmaterial es una forma que se compone de dos rectas que son materia inteligible - y una materia sensible (metà  tês hýles) que es sustrato material de la forma– ejemplo: el ángulo recto material, plasmado en bronce o hierro, es una forma que se compone de dos rectas que son materia sensible.

 

«Por otra parte y respecto de las realidades matemáticas, ¿por qué los enunciados de las partes no forman parte de los enunciados, por ejemplo, los semicírculos del círculo? No se trata, desde luego, de realidades sensibles. ¿O esto no tiene importancia? Desde luego que ciertas cosas, aun no siendo sensibles, tendrán materia. En efecto, tiene algún tipo de materia todo aquello que, en sí mismo y por si mismo, no es esencia y forma, sino algo particular y determinado. Así pues y como se dijo anteriormente, aquéllas no son partes del círculo universalmente considerado, pero sí de los círculos particulares. Hay, en efecto, materia que es sensible y materia que es inteligible» (Aristóteles, Metafísica, Libro VII, 1037a,).

 

Al explicar el concepto «De algo, a partir de algo» (Ék tinos), Aristóteles distingue entre la materia sensible y la materia propia de la forma específica o esencia:

 

«En otro sentido, como la forma específica procede de una de sus partes: así, «hombre» procede de «bípedo», y la sílaba del elemento, de manera distinta, ciertamente, a como la estatua procede del bronce: en efecto, la sustancia compuesta procede de la materia sensible, mientras que la forma específica procede de la materia que es propia de la forma específica» (Aristóteles, Metafísica, Libro V, 1023a, Editorial Gredos, Madrid, pag 254).

 

Y de forma algo enigmática escribió:

«Por lo demás, hay una materia inteligible y una materia sensible, y en la definición siempre lo uno es materia y lo otro es acto, por ejemplo, el círculo es una «figura plana». (Aristóteles, Metafísica, Libro VIII, 1045a,).

 

Nuestra interpretación de este pasaje es: el círculo es una esencia, una forma inteligible, que toma su materia inteligible del género figura plana. Respecto a la especie, el género funciona como materia – es decir, principio pasivo y recipiente, «campo ancho» donde se plasma la forma de la especie trigo, centeno, maíz, etc.

 

Nota:Na Escola Secundária Diogo de Gouveia, Beja, terá lugar, desde que haja 20 pessoas inscritas, a acção de formação de professores de filosofia B4/2009- A Teoria Dos Valores, e a Ética, na Perspectiva do Método Dialéctico (50 horas) em que o formador é o autor deste blog. O horário das sessões é o seguinte: 10 de Outubro de 2009, 17, 24 e 31 de Outubro, (das 9.30 às 12.30 e das 14.30 às 17.30 horas em cada um destes dias); 5, 7, 14, 21 e 28 de Novembro de 2009 (das 9.30 às 12.30 e das 14.30 às 17.30 horas em cada um destes dias, excepto a 5 de Novembro; neste será das 17.30 às 19.30).

 

 Inscrições no Centro de Formação de Associação de Escolas das Margens do Guadiana, entidade formadora: cfmguadiana@gmail.com

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 21:52
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