Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Erros formais na teoria da vacinação

A primeira fonte para detectar a malignidade da vacinação é a intuição inteligível. Se as vacinas são caldos de vírus, vivos ou mortos, ou de toxinas, como podem acrescentar saúde ao corpo?

 

Pela lei da luta de contrários, a vacina vem aumentar o número de células mortas ou de substâncias nocivas que dão combate à força vital, isto é ao conjunto das células sãs e das defesas corporais. Os autores da teoria da vacinação possuem uma concepção formalista, falsificadora da realidade: dizem que a vacina é boa porque faz nascer anticorpos, que são defesas do organismo, e «ensina o organismo a defender-se contra futuros ataques do mesmo vírus ou toxina.» Mas a ingestão de um veneno ou sofrer uma queimadura faz surgir anticorpos no organismo humano e isso não torna venenos e queimaduras bons para a saúde.

 

«A verdade é o todo», dizia Hegel. O fenómeno vacinação não pode ser só considerado no plano formal de suscitar uma luta de opostos mas tem de ser examinado no plano substancial, dos conteúdos, do tipo de substância que a vacina introduz no corpo (bacilos de boi tuberculoso no caso do BCG, anatoxina do cavalo no caso da difteria, etc).

 

 Carlos Brandt escreveu há dezenas de anos:

 

«Quando a medicina tiver estabelecido um dia uma vacina preventiva para cada uma das mil e uma doenças que ameaçam a espécie humana, os homens não terão tempo senão para se vacinarem constantemente. Pela minha parte, não reconheço como “ciência” uma seita médica, cujo ideal de saúde consiste em inocular no sangue das pessoas sãs o pus de animais empestados, que outra coisa não é a vacina.»

 

«É um ideal asqueroso, e ao mesmo tempo imoral, pois, como se sabe, para extrair a vacina é necessário em primeiro lugar empestar artificialmente – e sacrificar cruelmente – pobres e inocentes animais.» (…) «Tem circulado, em quase todas as línguas, uma obra muito interessante intitulada Envenenas-te e suicidas-te, de que é autor o Dr. Graefe. É um formidável libelo contra a vacina, no qual se citam as opiniões de mais de mil professores de Universidades e Médicos facultativos que foram alguma vez partidários da vacina e que agora a condenam».

 

«Como amostra, transcrevo apenas quatro desse milhar de citações, que são concebidas, mais ou menos, nestes termos:

 

 «A vacina não serve para curar nem para evitar a varíola, mas unicamente para enfraquecer as forças do homem.» Dr. Epps  (Director, durante 25 anos, do Instituto de Vacina «Jenner» e que vacinou mais de 120 mil pessoas).

 

 «Eu vacinei meus filhos numa época em que não sabia quão perigosa era a vacina. Hoje ter-me-ia oposto à própria autoridade.» Dr. Kranichfeld, (Célebre Médico Alemão)

 

 «Eu mereço ser pendurado no abeto mais alto da Floresta Negra, como castigo do delito de ter vacinado durante muitos anos o pobre povo.»  Dr. Weiss (de Neuemburgo, antigo defensor da vacina).

 

«Sem provas fisiológicas, a vacina é uma charlatanice, pois sem fisiologia não pode haver ciência e pode dizer-se que a vacina é um crime científico.» Dr. Roser (Médico facultativo e deputado ao Congresso de Viena de Áustria)

 

 (Carlos Brandt, A superstição médica, Editorial Natura, Págs. 133-135, Lisboa 1949)

 

 

TISSOT: A VACINAÇÃO É A INOCULAÇÃO DA FASE CRÓNICA, SURDA, DA DOENÇA QUE PRETENDE COMBATER

 

Apesar de escritas há mais de 60 anos, estas verdades permanecem actuais, porque o princípio da vacinação segue inalterável. Quando a vacinação foi adoptada pelas autoridades não havia um forte movimento de higiene e medicina natural nas sociedades ocidentais que mostrasse, por exemplo. que o consumo diário de várias maçãs ou laranjas impede, em regra, doenças «contagiosas» e graves.  A vacinação é uma prática bárbara que remonta ao século XIX e representa a preguiça do pensamento de uma classe médica que pouco ou nada sabe sobre a imunidade natural e a concepção unitária da saúde – todas as doenças locais são manifestações da mesma doença geral do organismo, a toxe-sangue-linfa ou sujidade dos humores nascida sobretudo a partir da alimentação e medicação erróneas. Perdidos nos detalhes do diagnóstico do «mal local», os médicos alopatas não se apercebem, por exemplo, que a ingestão adequada de sumo de limão ou de maçã destrói o ácido úrico onde quer que ele se encontre e cura tanto uma dor de cabeça, como um reumatismo articular nos joelhos ou nos cotovelos, como uma nefrite. Não se apercebem do papel que o movimento geral do sangue e da linfa atravessando os emunctórios ou «portas de excreção dos venenos corporais»- muitos nem sabem o que são emunctórios, a saber: fígado-intestino, pulmões, pele e aparelho renal - desempenham na saúde, que é dinâmica. Não explicam isto ao público e mandam-no tomar vacinas...

 

 . O Dr.J.Tissot, antigo professor do Museu de História Natural de Paris, em anos da primeira metade do século XX,  mostrou que o contágio não existe na tuberculose,nem na lepra nem no cancro e que as vacinas introduzem a fase crónica da doença, silenciosa, no corpo humano. Escreveu o biologista Pierre Marchesseau (1910-1994) sobre o silenciamento dos trabalhos de Tissot levada a cabo pelos maldosos e míopes  pasteurianos:

 

 «Houve por vezes reacções às ideias de Pasteur e da sua escola, mas foram sempre impiedosamente abafadas. Os trabalhos destes pesquisadores (Béchamps e os seus «microzimas»; Altman e os «organismos elementares»; Galippe, Portier e os seus simbiontes, etc), passaram em silêncio.»

 

 «Os partidários de Pasteur atacaram violentamente Tissot desde o aparecimento da sua obra magistral em 1926. Na realidade, esta obra destruía as ideias pasteurianas ao mesmo tempo que era susceptível de pôr termo aos interesses particulares consideravelmente representados pelo fabrico e venda de soros e vacinas.» (...)

 

 «...O vírus das vacinas inoculado prejudica o organismo. Segundo o Dr.Tissot, os prejuízos que se verificam são:

 

 

1º As nefrites, problemas hepáticos, de glândulas e do sistema nervoso.

 

 

2º Todas as doenças do cértebro e da espinal medula, encefalites e mielites várias.

 

 

3º Arterioesclerose, enfraquecimento cerebral, etc.

 

 

4º Diminuição considerável da longevidade no homem.» (...)

 

«Tissot condena as vacinas antidiftéricas, antitetânicas, anti-rábicas, antituberculosas, BCG que não têm qualquer poder vacinador e que não protegem. A vacina antitífica é de rejeitar por perigosa. « Ela inocula de certeza (100%) a fase crónica da febre tifóide com os seus perigos, e isto para evitar o risco insignificante, quase nulo (1/20.000) de a contrair.» Tissot condena ainda os soros antidiftéricos e antitetânicos, que inoculam o colibacilo do cavalo, e que não têm qualquer acção.» (...)

 

«Para terminar, notemos que Tissot não toma posição definida com referência à vacinação antivariólica, que parece admitir, em detrimento da sua peremptória afirmação:

 

«Não se deve, seja qual for o pretexto, deixar inocular um vírus vivo, mesmo atenuado, nem um soro, nem qualquer produto proveniente de seres vivos. Exceptuam-se os produtos químicos isentos de elementos figurados».

 

 

(in Curso Completo Teórico e Prático de Biologia Naturopática, de PIERRE MARCHESSEAU, Nova Editorial Natura, Lisboa, 1970, Págs 93, 100-101).

 

Pergunto: se nos dizem que sofrer picadas de seringa sem desinfectar comporta risco de contrair SIDA, por que razão admitem as picadas que transportam os vírus e as toxinas das vacinas que, estas sim, são líquidos infecciosos?  Por que razão não haveria a vacinação de causar SIDA?

 

A IMUNIDADE, IDEIA ESTÁTICA, NÃO EXISTE PORQUE A SAÚDE É MOVIMENTO INCESSANTE E DIALÉCTICO

 

Herbert Shelton, o grande médico filósofo norte-americano, escreveu:

 

 

«Supõe-se que as vacinas imunizam quem as recebe, produzindo uma doença artificial que «estimula a produção de anticorpos». Nas antigas superstições afirma-se que o ataque de uma doença imuniza a vítima contra outros ataques no futuro. Mas quais são as doenças que imunizam contra futuros ataques?(...) Quando uma criança é vacinada contra a poliomielite, as suas possibilidades de contrair a doença nunca são superiores a cinco num milhão. Como podemos então saber se a vacinação contra a poliomielite impediu a doença em determinada criança? Como podemos nós saber que se a criança não tivesse sido vacinada tería contraído a poliomielite? É fácil fazer malabarismo com as estatísticas e demonstrar que o branco é preto. Na realidade, as estatísticas estão longe de nos oferecerem respostas seguras.»

 

 «Ora, se uma constipação não imuniza contra futuras constipações - e nós sabemos que elas se podem suceder à cadência de uma por mês, pelo menos durante o inverno - que pensar, então, de outras doenças "infecciosas" e "contagiosas"?»

 

«Pode-se ter bronquite, pneumomia, meningite cérebro-espinal, mastoidite, varíola, gonorreia, influenza, etc, duas vezes, três vezes e mais. Cita-se o caso de indivíduos que tiveram sarampo cinco vezes..E há casos de pneumonia cinquenta vezes no mesmo indivíduo (...) «Pode-se ter febre tifóide várias vezes. Um caso de gonorreia não confere imunidade; pois os especialistas das doenças venéreas afirmam, pelo contrário, que cada infecção que se contrai torna o indivíduo mais sensível a nova infecção. Não conheço portanto qualquer doença que imunize o indivíduo contra novos ataques da mesma doença. Se uma determinada doença não imuniza contra o seu novo aparecimento, que podemos nós esperar dos soros e das vacinas? Se a difteria que uma vez se contraiu não imuniza contra futuros ataques da mesma doença, como pode a antitoxina proveniente de um cavalo que não tem difteria imunizar uma criança contra a difteria?.(…)

 

«Sustentamos que não existe imunidade. Imunidade significa isenção de penalidade; no caso das causas de uma doença significa isenção das consequências.. (…)

 

 

«A prática da imunização é um esforço para impedir a lei da causa e do efeito. Poderemos nós considerar um homem tão estúpido que vá ao ponto de afirmar que pode inocular álcool noutro homem e assim imunizá-lo contra os efeitos do álcool, de modo que possa beber todo o uísque que deseja sem lhe sofrer as consequências»? Com efeito, se é possível imunizar contra um veneno qualquer, não há razão para não se imunizar contra todos os venenos. Ora as bactérias nocivas não constituem uma classe de venenos que escapem aos efeitos específicos de todos os venenos. »

 

«A atitude médica segundo a qual o meio de evitar a doença consiste em tê-la é tão ridícula como a ideia de que, para evitar as queimaduras, seria necessário sofrer várias queimaduras leves com o fim de adquirir imunidade para as queimaduras.»

 

«O conceito médico segundo o qual uma comunidade que escapou à poliomielite durante anos paga depois o seu tributo com uma epidemia, é a expressão absurda de que "a doença gera a saúde". Ter saúde é "perigoso", é um estado que "abre as portas à doença". Para evitar as epidemias de polio, é necessário ter polio. Eis a contradição flagrante , segundo a qual a maior garantia da saúde é a doença. Assim, a saúde não existiria na medida em que se evitassem as causas das doenças mas sim na medida em que se «albergassem» as causas das mesmas». (...)

 

«A vacina Salk foi um fracasso, quanto à prevenção da polio, como se tornou evidente. Foi um fracasso como fracassos hão-de ser o emprego de outras substâncias imunizantes pela simples razão de que a imunidade não existe. A busca das substâncias imunizantes pertence ao mesmo sector de investigação em que se tem procurado a Pedra Filosofal, o Elixir da Longa Vida e o Movimento Perpétuo. A noção de imunização é tão estúpida como a noção de remédio.»

 

( Herbert Shelton, A imunidade e as doenças, de La Nouvelle Hygiene, reproduzido na revista Natura de Novembro de 1961; a letra negrita é posta por nós).

 

 

O que mantém a saúde não é o depósito tóxico constituído pela vacina, verdadeiro lixo que contamina o terreno orgânico, mas a variação do conteúdo corporal e do nível vital feita a cada momento pela qualidade do ar que se respira, pela ingestão do leite ou do queijo fresco, do limão, da maçã ou da cebola que de horas em horas se processa no nosso organismo para o manter vivo. A saúde é o movimento incessante da força vital, liberta, triunfante, e a vacina é uma estática morta.

 

A imunidade conferida pela vacina não existe. É uma ideia mágica como a crença na poção mágica de Astérix. O organismo é um sistema aberto onde vírus e toxinas entram a cada instante e são repelidos pelas defesas naturais do corpo. Os vírus não se combatem com vírus e toxinas das vacinas. Combatem-se com a ingestão de limão, laranja, alho, cebola que destroem os vírus implacavelmente, purificando o sangue - «o terreno é tudo, o micróbio é nada» disse Claude Bernard e o fragmentário Louis Pasteur reconheceu isto antes de morrer. Os vírus não são a causa principal das doenças do mesmo modo que os mosquitos não são a causa dos pântanos mas o inverso.

 

O que é verdadeiramente grave é a institucionalização da vacinação, tornada obrigatória ou tendencialmente obrigatória, em sociedades democráticas e pluralistas: milhões de pessoas sofrem a violação do seu corpo pela inoculação de vírus e toxinas em nome da ciência. Que é isto, senão totalitarismo, inquisição médica? As estatísticas são manipuladas pela classe médica e pelos laboratórios: as mesmas estatísticas que «provam» que a vacinação em massa reduziu ou fez desaparecer a varíola, o tétano, a difteria, a tuberculose, o sarampo, provam que essa mesma vacinação aumentou os casos de cancro, leucemia, arterioesclerose, nefrite, etc. Pode interpretar-se o aumento dos cancros, doenças de Parkinson, escleroses múltiplas, etc, como efeitos colaterais das vacinas - os vírus destas «disparam» em todos os sentidos, gerando outras doenças. Mas a estupidez médica, de «pensar» unilateralmente e pouco, liga o vírus X apenas a uma dada forma de doença, o que é antidialéctico: os vírus mudam de forma.

 

As autoridades de saúde escondem que há milhares ou dezenas de milhar de crianças e jovens não vacinadas, nomeadamente em comunidades vegetarianas, higienistas ou religiosas específicas, que gozam de excelente saúde graças à ingestão de vegetais saudáveis e aos banhos quentes de imersão de 10 ou 15 minutos, para transpirar - ou banhos frios - que tomam em caso de febre. Conheço dois casos de mulheres, educadas sob as regras da medicina natural, sem vacinas, embora comendo carne, peixe e abundantes vegetais crús, que não tiveram as doenças da maioria das crianças e adolescentes. Mas a campanha de propaganda oficial a favor da vacinação é um polvo com múltiplos tentáculos mediáticos: há semanas atrás, até o primeiro ministro e o presidente da República Portuguesa se fizeram vacinar para dar o exemplo, o que não abona a favor de um alto quociente intelectual nestas personagens.

 

 Aos filósofos e professores de filosofia cabe a tarefa de denunciar esta forma dissimulada de escravatura corporal que é a vacinação, que vai além dos piercings, da extracção de órgãos para transplantes, da instalação de chips nos organismos, da ingestão de  drogas e alimentos com componentes cancerígenos (açúcar branco, gorduras saturadas, aditivos alimentares, etc).

 

www.filosofar.blogs.sapo.pt

 

f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)

 

 

 



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 16:53
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