Quarta-feira, 19 de Abril de 2017
O existencialismo hedonista de Osho

Eis algumas das teses fundamentais do filósofo Osho (11 de Dezembro de 1931/ 19 de Janeiro de 1990), um místico libertário que une a mística com uma aguda racionalidade prática, coincidente em larga medida com as visões de Nietzshe e Freud sobre o ser humano. O seu existencialismo é hedonista porque visa desfrutar o prazer da vida aqui  e agora, nomeadamente o prazer da sexualidade livre, rejeitando as religiões em geral, o clero e o seu conteúdo anti sexual e punitivo da humanidade.

 

É IMPOSSÍVEL APERFEIÇOARMO-NOS, ACEITEMO-NOS COMO SOMOS

Osho sustenta ser impossível modificar a nossa essência original. A educação e a censura social que recebemos apenas recalca pulsões primordiais em nós.

 

«Uma das verdades mais duras de reconhecer é que continuamos a ser os mesmos - seja o que for que façamos, continuamos a ser os mesmos. O "aperfeiçoamento" não existe. O ego fica todo desfeito porque vive através do aperfeiçoamento, da ideia do aperfeiçoamento, da ideia de chegar um dia a algum lado.(...)»

«No momento em que se aceita a si próprio, fica aberto, fica vulnerável, fica receptivo. No momento em que se aceita a si próprio, deixa de haver necessidade de qualquer futuro, porque deixa de haver necessidade de aperfeiçoar seja o que for. E então tudo é bom tal como é.»

(Osho, Intimidade, confiar em si próprio e no outro, Pergaminho, Cascais 2002,  pag 105 ).

 

O AMOR É LIVRE, TRAZ A LIBERDADE, NÃO DEVE EXIGIR FIDELIDADE (LEALDADE) NEM CASAMENTO

 

Sendo o amor um sentimento irracional, total, que vem e desaparece sem que se conheçam as leis temporais que o regem, não pode ser cristalizado, aprisionado no casamento. Se o for, morre. O casamento na medida em que é uma argola, um instrumento de posse de outra pessoa rouba a liberdade e ser pessoa é ser livre.

 

«O amor é uma experiência perigosa, porque se é possuído por algo que é maior que você. E que é incontrolável, não o pode produzir por encomenda. Uma vez terminado, não há maneira de o trazer de volta, tudo o que pode fazer é fingir, é ser hipócrita. (...)

«O amor traz a liberdade. A lealdade traz a escravidão. Na aparência, são iguais; no seu âmago, são exactamente o oposto. A lealdade é representar: você foi educado para isso. O amor é rebelde: toda a sua beleza reside na sua rebeldia. Vem como uma brisa cheia de fragâncias, enche-lhe o coração e, de repente, onde havia um deserto, há agora um jardim cheio de flores. E você não sabe de onde vem e não sabe que não existe maneira de o fazer vir; vem sozinho e fica enquanto a existência o quiser.(...)

«O casamento conhece a lealdade, lealdade ao marido e, porque é formal, está nas suas mãos...mas não é nada comparável ao amor, nem sequer é uma gota de orvalho no mar que é o amor»

«Contudo, a sociedade sente-se muito contente com a lealdade porque pode confiar nela. O marido sabe que pode confiar em si, confiar que amanhã lhe será tão leal como hoje. O amor não é de fiar. E o fenómeno mais estranho é que o amor pressupõe confiança, mas não é de fiar. Naquele momento é total, mas o momento seguinte fica em aberto. Poderá crescer dentro de si, mas poderá igualmente evaporar-se de si. O marido quer uma mulher que seja sua escrava para toda a vida. Ele não pode ficar dependente do amor, tem de criar alguma coisa que se pareça com amor, mas fabricado pela mente do homem.» 

 (Osho, Intimidade, confiar em si próprio e no outro, Pergaminho, Cascais 2002,  pp 100-101; o destaque a negrito é posto por nós).

 

«As pessoas não podem ser possuídas. Se tentar possuí-las, matá-las-á, elas tornar-se-ão coisas. Uma pessoa significa liberdade. O nosso relacionamento com os outros não é realmente um relacionamento "eu-tu", bem no fundo não passa de um relacionamento "eu-isso". O outro é apenas uma coisa a ser manipulada, a ser usada, a ser explorada. É por isso que o amor se torna cada vez mais impossível, porque o amor significa considerar o outro como uma pessoa, como um ser consciente, como uma forma de liberdade, como uma coisa tão valiosa como nós». (...)

«O marido existe para si próprio, a esposa existe para si própria. Uma pessoa existe para si própria: é isso que significa ser uma pessoa.» 

(Osho, Intimidade, confiar em si próprio e no outro, Pergaminho, Cascais 2002,  pp 136-137; o destaque a negrito é posto por nós).

 

SER VERDADEIRO, AO MENOS COM O SER AMADO, COM A FAMÍLIA E AMIGOS

 

A mentira não compensa, distorce o ser de cada um - salvo raras excepções. claro. Osho disse:

 

«O amor é participação, por isso, pelo menos com os seres amados, não seja falso. Não estou a dizer para ser verdadeiro na praça pública, porque isso criaria problemas desnecessários neste preciso momento. Mas comece com o amante, depois com a família , depois com as pessoas que estão mais afastadas de si. A pouco e pouco aprenderá que ser verdadeiro é tão belo que estará disposto a perder tudo por causa disso.»

 

(Osho, Intimidade, confiar em si próprio e no outro, Pergaminho, Cascais 2002,  pag 66; o destaque a negrito é posto por nós).

 

 

DEUS É O MAIS FRÁGIL E INSTANTÂNEO DE TODOS OS ENTES

Osho fala de Deus um pouco à maneira da gnose cátara em que o Deus da Luz, criador das almas, é impotente para agir sobre a matéria, sobre o mundo de matéria criado por Satã :

 

«Só uma mente poética pode compreender a possibilidade de Deus, porque Deus é o mais fraco e mais sensível dos seres. É por isso que é o altíssimo; é a flor suprema. Floresce, mas floresce apenas numa fração de segundo. Essa fração de segundo é conhecida como "o presente". Se deixa passar esse momento - e esse momento é tão pequeno que tem de estar muito intensamente atento - só então será capaz de o ver, de outro modo passar-lhe-á ao lado.  Está sempre em flor - floresce em cada momento; mas não o pode ver, a sua mente está atravancada com o passado e o futuro»

(Osho, Intimidade, confiar em si próprio e no outro, Pergaminho, Cascais 2002,  pp 121-122; o destaque a negrito é posto por nós).

 

É fácil perceber que Deus, segundo Osho, não é o ente dos castigos e dos mandamentos do Velho e Novo Testamento, do Alcorão, do Bhagavad-Gita, etc. Nem expulsou Adão e Eva do Paraíso nem criou o Inferno porque senão seria maldoso. É o oposto do Deus de Kierkegaard que não se identifica com o estádio estético, com o viver o momento como um Don Juan conquistador de mulheres. O deus de Osho é Deus alegria, que desfaz os casamentos, as relações aborrecidas e põe a liberdade acima do amor.

 

DEIXEMO-NOS SER VULNERÁVEIS, A VIDA É UM FLUIR, NÃO HÁ NADA A ALCANÇAR, A VIDA É DEUS

 

Osho defende que se devem abandonar posturas rígidas que anunciam violência e sobranceria e ser vulneráveis. E viver a vida plenamente, na base da não violência, porque não há nenhum Deus além da natureza viva e da sua beleza (panteísmo).

«Lao Tse diz:

«Quando um homem nasce, é frágil e sensível; quando morre, fica insensível e rígido. Quando as coisas e as plantas estão vivas, são macias e maleáveis; quando estão mortas, são quebradiças e secas. Por conseguinte, a insensibilidade e a rigidez são as companheiras da morte; e a suavidade e a sensibilidade são as companheiras da vida

«Portanto, quando um exército é obstinado, perderá em batalha. Quando uma árvore é dura, será cortada. O grande e o forte pertencem à parte de baixo. O suave e o fraco pertencem à parte de cima.» 

«A vida é um rio, um fluir, uma continuidade sem princípio nem fim. Não vai a lado nenhum, está sempre aqui. Não vai de um lado qualquer a outro lado qualquer, vem sempre daqui para aqui. Para a vida, o único tempo é agora e o único lugar é aqui. Não há uma luta para alcançar, não há nada para alcançar.» (...)

«Pode viver a vida de duas maneiras: pode fluir com ela - e então também você será majestoso, terá uma graça, a graça da não-violência, sem conflito e sem luta. Então terá uma beleza infantil, semelhante à da flor, macia, delicada, incorrupta. Se flui com a vida, você é religioso. É isso que a religião significa para Lao Tsé e para mim».

«Habitualmente, religião significa uma luta com a vida, por Deus. Habitualmente, significa que Deus é a meta e a vida tem de ser negada e combatida. A vida tem de ser sacrificada e Deus tem de ser alcançado. Essa religião habitual não é nenhuma religião. Essa religião habitual é apenas parte da mente inferior, violenta e agressiva

«Não existe Deus para além da vida; a vida é Deus. Se nega a vida, nega Deus, se sacrifica a vida, sacrifica Deus. Em todos os sacrifícios, só Deus é sacrificado. George Gurdjieff costumava dizer - parece um paradoxo, mas é verdade - que todas as religiões são contra Deus. Se a vida é Deus, então negar, renunciar, sacrificar é ir contra Deus.»

(Osho, Intimidade, confiar em si próprio e no outro, Pergaminho, Cascais 2002,  pp 111-112; o destaque a negrito é posto por nós).

 

PARA A EXISTÊNCIA, TUDO É IGUAL, NÃO HÁ SUPERIOR NEM INFERIOR, A VAIDADE É INÚTIL

 

A moral de Osho é naturalista e a sua filosofia, à semelhança do estoicismo de Marco Aurélio, destaca o carácter efémero e rápido da existência: podemos morrer a qualquer instante, a nossa importância familiar, social ou profissional desaparece de um momento para o outro.

 

«A palavra animal não é, em si mesma, má. Significa simplesmente estar vivo; deriva de anima. Qualquer um que esteja vivo é um animal. Mas ensinou-se ao homem: "Não sois animais; os animais estão muito abaixo de vós. Vós sois seres humanos". Deram-lhe uma falsa superioridade. A verdade é que a existência não acredita nem no superior mem no inferior. Para a existência, tudo é igual - as árvores, as aves, os animais, os seres humanos. Na existência, tudo se aceita absolutamente como é, não há condenação.»  

«Se aceitar a sua sexualidade sem quaisquer condições, se aceitar que o homem  e todos os seres que há no mundo são frágeis, porque a vida é um fio muito fino que se pode  quebrar a qualquer instante...Uma vez aceite isto, deixará cair imediatamente todo o falso ego - de ser Alexandre, o Grande, ou Mohamede Ali, o três vezes grande - basta compreender que todas as pessoas são belas na sua banalidade e que todas  as pessoas têm as suas fraquezas, que fazem parte da natureza humana, porque não somos feitos de aço...»                                                                                                         

(Osho, Intimidade, confiar em si próprio e no outro, Pergaminho, Cascais 2002,  pag. 9; o destaque a negrito é posto por nós).

 

 

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21º-26º de Leão, 14º-15º de Balança, 12º-13º de Capricórnio: acidentes aéreos em Valdonas, Tomar

As áreas 21º-26º do signo de Leão, 14º-15º do signo de Balança, 12º-13º do signo de Capricórnio conexionam-se com acidentes aéreos em Campo de Voo de Valdonas, Tomar.  Isto parece indiciar três leis astronómico-históricas.

 

Em 3 de Janeiro de 2015, com Júpiter em 21º 36´/ 21º 31´ de Leão, Nodo Norte da Lua em 15º 9´ /14º 57´ de Balança, Sol em 12º 16´/ 13º 17´ de Capricórnio, a queda de um ultraleve no Campo de Voo de Valdonas, Tomar, distrito de Santarém, provoca a morte do piloto, de 43 anos, e ferimentos graves em outro ocupante, de 51 anos; em 20 de Setembro de 2015, com Marte em 26º 48´/ 27º 26´ de Leão, Mercúrio em 15º 39´/ 15º 20´ de Balança, Plutão em 12º 59´ de Capricórnio, a queda de um ultraleve no campo de voo de Valdonas, Tomar, onde decorre um espectáculo aéreo causa a morte dos dois ocupantes. 

 

Algumas das próximas datas em que o Sol ou um planeta ou Nodo da Lua passam na área 14º-15º  do signo de Balança (graus 194 -195 da eclíptica em longitude) são: de 7 a 9 de Outubro de 2017 (Mercúrio, Sol); de 25 a 27 de Outubro de 2017 (Vénus); de 13 a 17 de Novembro de 2017 (Marte).

 

Algumas das próximas datas em que o Sol, o Nodo da Lua ou um planeta passam na área 12º-13º do signo de Capricórnio  (graus 282 e 283 de longitude eclíptica) são: de 2 a 4 de Janeiro de 2018 (Sol); em 4 e  5 de Janeiro de 2018 (Vénus); de 19 a 21 de Janeiro de 2018 (Mercúrio); de 8 a 12 de Abril de 2018 (Marte).

 

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Áreas 19º-20º de Capricórnio e 0º-1º de Peixes: acidente aéreo em Tires

As áreas 19º-20º do signo de Capricórnio e 0º-1º do signo de Peixes  conexionam-se com acidentes aéreos em Tires, concelho de Cascais.  Isto parece indiciar duas leis astronómico-históricas.

 

Em 12 Fevereiro de 2010, com Nodo Norte da Lua em 20º 55´/ 20º 53´ de Capricórnio, Vénus em 0º 37´/ 1º 52´ de Peixes, uma aeronave ligeira proveniente do Aeródromo de Évora, onde funciona a Escola Civil de paraquedistas cai no Aeródromo de Tires Cascais e provoca três feridos ligeiros; em 17 de Abril de 2017, com Plutão em 19º 23´/ 19º 24´ de Capricórnio, Nodo Sul da Lua em 1º 35´/ 1º 31´ de Peixes, às 12 horas e 5 minutos, um avião Piper PA-31T Cheyenne II, pertença da empresa Symbios Orthopédie, que fabrica e distribui próteses ortopédicas com sede na Suíça, sai do aeródromo de Tires rumo a Marselha, cai e choca com a galera de um camião junto ao supermercado Lidl em Tires, a dois quilómetros do aeródromo, e incendeia-se, fazendo explodir o camião, morrendo as quatro pessoas que iam a bordo do avião - o piloto, que teria nacionalidade suíça e três passageiros franceses – e o motorista do camião, resultando ainda 7 feridos e danos em algumas casas.

 

Algumas das próximas datas em que o Sol ou um planeta passam na área 19º-20º do signo de Capricórnio (graus 289- 280 da eclíptica em longitude) são: de 19 de Abril a 31 de Maio de 2017 (Plutão); de 7 de Janeiro a 19 de Março de 2018 (Plutão); em 9 e 10 de Janeiro de 2018 (Vénus, Sol); em 24 e 25 de Janeiro de 2018 (Mercúrio).

 

Algumas das próximas datas em que o Sol, o Nodo da Lua ou um planeta passam na área 0º-1º do signo de Peixes  (graus 330º e 331 de longitude eclíptica) são: de 19 de Abril a 9 de Maio de 2017 (Nodo Sul da Lua); de 10 a 12 de Fevereiro de 2018 (Vénus); em 18 e 19 de Fevereiro de 2018 (Mercúrio).

 

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Áreas 23º-26º de Leão e 21º-25º de Virgem: acidentes aéreos em Alcácer do Sal

As áreas 23º-26 do signo de Leão e 21º-25º do signo de Virgem  conexionam-se com acidentes aéreos no concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.  Isto parece indiciar duas leis astronómico-históricas.

 

Em 16 Agosto de 2009, com Sol em 23º 16´/ 24º 14´ de Leão, Saturno em 21º 0´/ 21º 7´ de Virgem, a queda de uma aeronave ligeira na zona de Alcácer do Sal, na Herdade de Palma, resulta na morte do piloto do aparelho, de 79 anos, e um dos donos da propriedade agrícola, registando-se ainda um ferido grave, de 18 anos, com queimaduras nas pernas, e dois feridos ligeiros, familiares das vítimas e que se encontravam em terra; em 19 de Setembro de 2015, com  Marte em 26º 10´/ 26º 48´ de Leão, Sol em 25º 44´/ 26º 43´ de Virgem,  uma aeronave aterra de emergência, numa herdade em Alcácer do Sal, Setúbal, e capota, resultando feridos os dois tripulantes.

 

Algumas das próximas datas em que o Sol ou um planeta passam na área 23º-26º do signo de Leão são: de 7 de Junho a 7 de Outubro de 2017 (Nodo Norte da Lua); de 15 a 19 de Agosto de 2017 (Sol); de 25 a 31 de Agosto de 2017 (Marte); de 14 a 17 de Setembro de 2017 (Vénus). 

 

Algumas das próximas datas em que o Sol ou um planeta passam na área 21º-25º do signo de Virgem  são: de 13 a 19 de Setembro de 2017 (Sol); de 7 a 12 de Outubro de 2017 (Vénus); de 25 a 28 de Setembro de 2017 (Mercúrio); de 7 a 16 de Outubro de 2017 (Marte).

 

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