Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016
Duplicidade na ontologia de Plotino

 

 Plotino (Licópolis, 205- Egipto, 270), filósofo neoplatónico,  escreveu:

 

«Efetivamente, cada homem é duplo: um, o composto dual particular; e outro, ele mesmo. Mas, ademais, todo o cosmos é duplo: um, o composto de corpo e de certa alma ligada a um corpo, e outro, a Alma do Universo que não está no corpo mas que ilumina com os seus esplendores fugazes à que está no corpo. E também o sol e os demais astros são duplos do mesmo modo. À outra alma, à alma pura, não comunicam vileza nenhuma; mas os influxos que deles se transmitem ao universo enquanto são por seu corpo uma parte do universo e uma parte animada, transmitem-nos com uma parte de si, enquanto que a vontade do astro e a alma realmente sua têm o olhar posto no mais exímio. Ao invés, os influxos são acompanhamentos do astro, ou melhor, da envolvência do astro, como quando um calor se transmite do fogo ao conjunto. Diga-se o mesmo se algum influxo se transfunde da alma restante a outra porque lhe é afim. Os efeitos desagradáveis devem-se à mistura, pois a natureza de este universo é «mista» e se alguém separasse do universo a alma separada não ficaria grande coisa- Assim pois o universo é um deus se entra em conta com aquela alma. O resto é um «grande Démon» diz Platão - e assim as paixões que surgem nele são demónicas »(Vida de Plotino, Enéades, I-II, Editorial Gredos, Madrid, 1982, pag 390-391; o negrito é posto por mim).

 

Tanto quanto este texto dá a perceber, Plotino considerava que deus é a alma do universo, o uno, que interpenetra todos corpos dotados de almas particulares, cada uma destas possuindo um «daimon» ou espírito interior, individualizado. Na medida, em que o interesse do indivíduo se separa do todo prevalece o «daimón», a paixão do corpo, a vontade de comer, beber, possuir riquezas e um poder opressivo dos outros. A natureza dupla do homem e dos astros consiste na sua dupla irradiação, benéfica e maléfica: o altruísmo e o egoísmo (o daimón e as suas paixões) no homem; a vontade do astro, pura, e o efeito do seu envolvente que distorce ou enfraquece a pureza daquele.

 

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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2016
Reflexões acidentais de Janeiro de 2016

 

 Eis algumas notas mais ou menos banais, de Janeiro de 2016, que ressaltam no meu quodiano de reflexões acidentais, de investigações empíricas ou de leituras variadas.  

 

DEUS É MACHO E FÊMEA OU CONTÉM EM SI ESTAS DUAS POTÊNCIAS- «É o que explica o Zohar (livro dos cabalistas): «O primeiro homem era simultaneamente macho e fêmea, diz o Rabi Abba, porque a escritura refere: E disse Elohim «Façamos o homem à nossa imagem e à nossa semelhança (Gén, I, 26). Foi precisamente pelo facto de o homem se assemelhar a Deus que foi criado simultaneamente macho e fêmea e só foi separado ulteriormente (Z, II, 15-a). Disto concluímos que qualquer figura que não represente o macho e a fêmea não se assemelha à figura celeste .»

«Bem longe de evocar os excessos de um erotismo vítima dos desejos de orgia, é contudo um «mistério supremo», o de uma divina estrutura, que está em causa com a sexualidade.»

«Compreendemos agora o papel insubstituível e o valor do casamento, no qual o fim não é senão o da multiplicação na Terra das «imagens de Deus»

 

(René de Tryon Montalembert, Kurt Hruby, A Cabala e a Tradição Judaica, Edições 70, pág. 107).

 

UM HOMEM VESTIDO DE MULHER É UM HOMEM, EM REGRA. E O QUE É UM HOMEM VESTIDO DE HOMEM? Em muitos casos, é um maricas envergonhado.

 

DEVES AMAR MAIS A MÃE DO QUE O PAI. Porque o pai pertence ao sexo opressor, masculino, violento que, todas as semanas, em Portugal e Espanha, mutila e assassina mulheres, esposas, ex esposas, namoradas, filhas. O homem, em geral, é um canalha sexista, violento.

 

A RAZÃO PELA QUAL EU NUNCA PODERIA SER GAY é que acho os homens seres violentos, cruéis, dominados por sentimentos de inferioridade ou de pretensa superioridade, hipócritas,fúteis, opressores das mulheres com quem se casam ou namoram. Sejam eles o papa, manhoso defensor da «superioridade» masculina sobre a mulher, os clérigos, os políticos, os sociólogos, filósofos, os donos dos grandes mass media, os amigos da nossa família, o nosso pai ou o nosso irmão... Rezar devia ser assim: «Mãe Nossa, que estais no Céu, santificado seja o vosso nome...»

 

MUITAS RAPARIGAS NÃO RESPEITAM O PRÓPRIO CORPO, ENTREGANDO-SE AOS RAPAZES DE FORMA PROMÍSCUA E MASCULINA. «Hoje em dia, elas são piores do que eles. Entregam-se ao sexo livre e promíscuo com qualquer um» - dizem adultos de 30, 40, 50 anos de idade. O fenómeno não atinge a totalidade mas talvez 20 a 30 por cento (ou mais?) das nossas adolescentes. Julgam-se livres ao praticar sexo físico com este, um dia, passado uma semana com aquele, e dias depois com outro, mas não se dão conta de que estão a seguir o modelo masculino - o homem vulgar precisa de muitas parceiras, sempre em busca de algo que não sabe definir, tal como o homossexual «bicha» que precisa de tocar centenas de parceiros diferentes ao longo de um ano e marca encontros diários por internet na grande cidade.

 

A tendência natural da mulher é mais ascética do que a do homem. Ela é menos genital do que ele, o «esfomeado». Ela é mais espiritual o que ele: é o mercúrio feminino da alquimia, ao passo que ele é o enxofre, sólido, masculino. Por isso, a revolução feminista não é mais ligas e bodies atrativos para as mulheres atrairem os homens: é a eliminação da submissão da mulher ao homem e das igrejas que proclamam Deus Pai e Masculino e ocultam o carácter feminino de Deus, é a plena autonomia económica, jurídica, política, cultural da mulher. É por isso que o movimento lesbiano é a vanguarda da revolução feminista. Há que estar consciente de que a esquerda masculina, de partidos e parlamentos dominados por homens, é anti revolucionária. O amor da maioria dos homens às mulheres é apenas o desejo de esvaziamento testicular, é pura animalidade.

 


A adolescente livre, feminina, evita entregar levianamente o corpo aos homens e pode até, nalguns casos, nem paticar sexo por muitos anos. Isto é feminismo, é luta de classes.

 

SINCRONISMO ONTOFONÉTICO- Em 24, 25 e 26 de Janeiro de 2016, as ideias de BOLA, TOMÉ e de VINTE SEIS estão em destaque: no dia 24, meto gasolina no valor de VINTE E SEIS euros no depósito do carro em que viajo, em Rosal de la Frontera; no dia 25, uma amiga dá-me o seguinte conselho «Não te fixes na mulher que não te corresponde sentimentalmente e se liga a outro, esquece-a, BOLA para a frente»; no dia 26, Mário Centeno abre a conferência sobre o sistema financeiro na Faculdade de Direito de Lisboa, tendo dedicado parte significativa da intervenção ao Orçamento do Estado deste ano, cujo esboço foi apresentado na semana passada e que prevê um défice orçamental de 2,6% (sugere: VINTE E SEIS) do Produto Interno Bruto (PIB), nessa conferência Jorge TOMÉ, ex presidente do BANIF, desmente o governador do Banco de Portugal na afirmação deste segundo a qual só houve a candidatura do Santander à compra do BANIF , explico em aulas de filosofia a Árvore dos SEFIRÓS (ou: ESFERAS: BOLAS) da Cabala, e faço notar que a soma das quatro esferas do pilar central - Kéther (1), Tipheret (6), Yesod (9) , Malkut (10) - dá VINTE E SEIS, o número gemátrico de Deus (IHVH), quase todos os centros do ensino de São TOMÉ e Príncipe paralisam devido à greve "por tempo indeterminado" convocada pelo sindicato dos professores e educadores (SINPRESTEP).

 

MARCELO REBELO E O REBIS: Na filosofia alquímica, costuma-se dizer que o carácter da matéria e de outras entidades é REBIS, isto é, duplo ou dúplice: o mesmo organismo físico ora vive em estado de saúde, ora em estado de doença; o ser humano enquanto corpo ou é masculino ou feminino; a força muscular pode ser usada no bom ou no mau sentido; segundo a Cabala, há a mão esquerda de Deus, ligada à Justiça, ao Castigo (Guevurah, a quinta Sefiró) , e a mão direita de Deus, fonte da Misericórdia (Chesed, a quarta Sefiró). O apelido REBELO, de Marcelo Rebelo de Sousa, sugere REBIS, dúplice. Ora Marcelo incarnou a DUPLICIDADE na presente campanha eleitoral: sendo de direita, apresentou-se como sendo de centro para captar votos à direita, ao centro e à esquerda

 

NOITE DE LUAR PLENO NO ALENTEJO- 24 de Janeiro de 2016. À 1,47 horas da madrugada, momento exacto da Lua Cheia, em 3º 29´ de Leão, estou a entrar de carro em Vila Nova de São Bento. Paro e entro no café Cruzeiro. Ouço chamarem-me : é o Nuno  com a Andreia e outros jovens locais. Vejo Cláudia, de maquilhagem egípcia, muito bonita e sei que é de Vila Verde de Ficalho. Serão as mulheres de Ficalho as mais belas do Alentejo? Pois Ficalho é terra da Beatriz, uma beleza superior, com a leveza espiritual das Sagitárias.

Avanço pois, de carro para Ficalho e os cafés já estão fechados - não vi o Bora Bora, bar talvez aberto às 2.20 da madrugada. Meto gasolina em Espanha, em Rosal (1,229 euros por litro de gasolina 98). Volto para o Cruzeiro, em Vila Nova. Nuno diz.-me que há festa em Vale de Vargo, com concerto de Ruben Baião. Sigo para lá pela estrada que vai dar a Pias. Estou pouco tempo em Vale de Vargo, o concerto é banal. Sigo para Serpa por uma estrada lindíssima e após o cruzamento a uns 4 km de Vale de Vargo, paro o carro. Os campos estão cheios de luar, vêem-se os sobreiros e as azinheiras, as casas à luz da lua... O lugar é desértico, lindo, saio do carro, dirijo uma invocação à Lua e aos deuses que a habitam.


Que sensação de liberdade! Não tenho sono. Noite incrivelmente linda. Falta-me aquela mulher especial ao meu lado aqui mas recolho-me ao estado de androginia do Adão Kadmon, o antepassado nobre da espécie humana. Antes da herdade Maria da Guarda, a caminho de Serpa, um sinal luminoso vermelho adverte de uma perigosa curva à direita. Ao passar em Baleizão, uma lebre surge a correr assustada na berma da estrada. Chego a Beja às 4 horas e 20 da manhã. Venho dormir. Que noite rica pela prata do luar, transfiguradora da natureza

 

NÃO FORCES NADA. O AMOR É MÁGICO. OU SURGE OU NÃO. A divindade ou o amor por todas as pessoas ou por uma grande maioria de pessoas dignas é maior que o amor por uma pessoa só. Esta é uma realidade de que só nos apercebemos em certos momentos cruciais.

 

O FILME «AMOR IMPOSSÍVEL» DE ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS que, em 29 de Janeiro de 2016, foi exibido em Beja é um filme de acção e intriga rodado em Viseu com as personagens de dois agentes da Polícia Judiciária (Soraia Chaves e Ricardo Pereira) no centro da acção. A tese subliminar do filme é: os homens só amam sensualmente as mulheres, não as amam como um todo corpo-espírito, e alguns são capazes de as matar ou ofender gravemente se se sentem diminuídos como machos donos delas.

 

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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016
Marte em 10º-11º de Escorpião no dia 24: Marcelo eleito presidente à segunda volta, no dia 14 de Fevereiro?

 

Marte forçará uma segunda volta nas eleições presidenciais de 24 de Janeiro de 2016, dia em que Marte estará em 10º-11º de Escorpião? É uma hipótese plausível se levarmos em conta dois exemplos de resultados eleitorais com Marte na área 10º-16º de Escorpião que deram vitórias à esquerda moderada.

 

Em 1 de Outubro de 1995, com Marte em 16º de Escorpião, o PS de António Guterres vence as eleições legislativas, elegendo 112 deputados num total de 230, com 43,76% de votos, deixando o PSD em segundo lugar, com 88 deputados eleitos, e 34,12% de votos, .

 

Em 14 de Janeiro de 2001, com Marte em 12º-13º de Escorpião, Jorge Sampaio, socialista, é reeleito presidente da República Portuguesa, com 55,55 % de votos, vencendo o candidato da direita, Joaquim Ferreira do Amaral, do PSD, que recolhe 34,68% de votos.

 

Assim mantenho a previsão que fiz: Marcelo Rebelo de Sousa será eleito presidente da República Portuguesa, seja em 24 de Janeiro (Júpiter em 22º de Virgem) ou em 14 de Fevereiro de 2016 (Júpiter em 21º de Virgem) porque Júpiter no signo Virgem (de 150º a 180º de arco celeste) tem dado, sempre, a vitória eleitoral, relativa ou absoluta, às direitas PSD ou PSD-CDS em Portugal.

 

Mas esta última hipótese, de Marcelo ser eleito em 14 de Fevereiro de 2016, contra Sampaio da Nóvoa, parece ser a mais forte. Porque nesse dia, Saturno estará em 15º do signo de Sagitário - um grau nocivo ao PS - e em 19 de Julho de 1987, dia da vitória do PSD de Cavaco com maioria absoluta Saturno estava em ... 15º de Sagitário, posição que só ocupa durante alguns dias uma vez de 29 em 29 anos.

 

E Marte, em 14 de Fevereiro de 2016, estará em 21º do signo de Escorpião, perto da posição em que esteve a 5 de Outubro de 1980, em 24º-25º de Escorpião, dia da segunda vitória eleitoral da AD de Sá Carneiro e Freitas do Amaral em eleições legislativas.

 

Como se vê, na nossa astrologia histórica - oposta à pseudo astrologia dos semiastrólogos que vão à televisão e editam livros de previsões pessoais tipo «previsões para os nativos do Carneiro, do Touro, etc» - induzimos a partir de factos histórico-sociais/astronómicos. Não prevemos à toa, ainda que não sejamos infalíveis.

 

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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016
Ontologia dos Peratas: O Pai, o Filho e a Matéria

 

De acordo com o bispo Hipólito de Roma, autor de «Refutação de todas as heresias», publicada cerca do ano 222, a corrente gnóstica dos Peratas (péros, em grego, significa limite) sustentava a divisão do universo em três partes: o Pai, o Filho e a Matéria. Escreveu Hipólito:

 

«Segundo eles, o universo consiste em Pai, Filho e matéria. No espaço que medeia entre a  matéria e o Pai, tem a sua sede o Filho, o Logos, a serpente em perpétuo movimento junto ao Pai imóvel, a qual move a matéria. O Filho ora se volta para o Pai e recebe as potências na sua própria pessoa, ora assume as potências e se volta para a matéria e esta, por si mesma carente de qualidade e de figura, recebe do Filho a configuração das formas, formas com as que o Filho tinha sido previamente configurado pelo Pai.»

 (Los gnósticos, volume II, Hipólito de Roma, Refutación de todas las herejías, página 80, Biblioteca Clásica Gredos, Madrid).

 

É interessante constatar a ideia do Cristo Serpente ou Cristão Dragão Celeste que contraria a imagem que o cristianismo oficial fornece do Salvador oposto ao demónio simbolizado pela Serpente. E apesar de este texto sugerir o contrário, este Cristo não actua como o demiurgo em Platão o deus operário que não cria a matéria, mas imprime nela, segundo Platão, as formas arquetípicas. Há uma quarta entidade, situada entre Cristo e a matéria, que é o demiurgo, o arconte, que toma as formas perfeitas existentes no Filho, a serpente celeste e comete o erro de imprimir, através de um fluxo, essas formas na matéria em devir permanente. Escreve Hipólito:

 

«Assim, pois - prosseguem - quando o Senhor diz «Vosso Pai que está nos céus» refere.se àquele de quem o filho assumiu as formas para as introduzir neste mundo. Quando diz «vosso pai, desde o princípio, é homicida» refere-se ao arconte e demiurgo da matéria, o qual recolheu as formas fornecidas pelo Filho e engendrou as coisas deste mundo, desde o princípio é homicida. A sua obra opera a corrupção e a morte.»

«Assim pois - prossegue - ninguém pode salvar-se nem ascender a não ser por meio do Filho, que é a serpente.»

 

(Los gnósticos, volume II, Hipólito de Roma, Refutación de todas las herejías, páginas 81-82, Biblioteca Clásica Gredos, Madrid; o destaque a bold é posto por nós).

 

Sendo a matéria corruptível e fonte de corrupção, os gnósticos salvam-se, com a sua racionalidade, da enorme falácia teológica das igrejas católica, protestantes e judaica que é considerar Deus o autor de todas as coisas visíveis e invisíveis, isto é, não só dos céus, dos mares e das paisagens terrestres belas, da beleza e da saúde juvenil mas também dos vulcões, dos furacões e dos tsunamis que matam pessoas, da velhice decrépita, das criaturas disformes, dos cancros e outras doenças.

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Domingo, 17 de Janeiro de 2016
4º.8º de Sagitário: Mortes de Alesteir Crowley, Pessoa e outros iniciados

 

A área 4º.8º de Sagitário (graus 244º a 248º de longitude eclíptica, onde se situam as estrelas Isidis e Graphias da constelação de Escorpião) está habitada por um planeta no dia da morte de alguns notáveis esoteristas anticatólicos. O movimento dos planetas na esfera celeste produz, segundo uma ordem, todos os acontecimentos que ocorrem no planeta Terra e em outros.

 

ÁREA 4º-8º DE SAGITÁRIO:

MORTE DE INICIADOS FAMOSOS

 

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área 4º-8º do signo de Sagitário é condição necessária mas não suficiente para suscitar a morte de um notável iniciado no esoterismo cristão, budista, gnóstico, satânico ou outro.

 

Em 30 de Novembro de 1935, com Júpiter em 4º 38´/ 4º 52´ de Sagitário, Sol em 6º 51´/ 7º 52´ de Sagitário, morre no hospital de São Luís, em Lisboa, aos 47 anos de idade, o grande poeta e hermetista Fernando Pessoa, o maior filósofo português do século XX;  em 1 de Dezembro de 1947, com Sol em 7º 56´/ 8º 57´ de Sagitário e Júpiter em 8º 16´ / 8º 30´ de Sagitário, morre aos 72 anos de idade, Aleister Crowley (Edward Alexander Crowley), britânico, fundador da Ordem Astrum Argentinum, homem de imensa cultura, grande sacerdote gnóstico que praticou a magia sexual ritualizando-a, que teve perto de 1000 amantes para obter experiências místicas; em 29 de Outubro de 1997, com Plutão em 4º 16´/ 4º 18´ de Sagitário, morre, aos 67 anos de idade, em São Francisco, EUA, Anton Szandor LaVey (Howard Stanton Levey), fundador da Igreja de Satã e autor da Bíblia Satânica.

 

 

 

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Errors of Routledge Dictionary of Philosophy on Subjectivism

 

About subjectivism writes the «Routledge Dictionary of Philosophy».

 

'Subjectivism viewpoint or viewpoints that states that what appears as objective truths or rules in certain spheres, namely ethics, are really disguised orders or expressions of attitude, etc., eg, "Lying is wrong" should be regarded as stating a fact not objective, but as really the order "Never lie!" or an expression of hostility against the speaker's lying, like "Lying! Grrr!" (See Naturalism). An alternate version of subjectivism says that the statements in question express objective truths, but only on human minds, desires, beliefs, experiences, etc., whether the speaker or the general public. "Lying is wrong" would then mean "I, or perhaps people generally disapprove of lying" (Michael Proudfoot and AR Lacey, The Routledge Dictionary of Philosophy, 4th edition, page 390, the letter in bold is placed by me).

 

Proudfoot and Lacey confuse the definition of subjectivism with the generating mechanism of subjectivism, ie, they confuse the 'formal cause' in Aristotelian language, with "efficient cause." Subjectivism has a dual definition, epistemic and sociological: doctrine that  truth is intimate and unique to each person this, the truth varies from person to person, there is not a single general truth . " It is the most radical gnosiologic individualism .

 

Saying that subjectivism is just an order or set of orders disguised, as above asserts  the Routledge Dictionary, is to confuse subjectivism with prescriptivism and emotivism (note that there is a subjective emotionalism and an objective emotivism) and it is set aside the intellectual content representative of a particular consciousness. Saying that subjectivism is an attitude of hostility towards the speaker is to confuse the final product (the idea, the subjectivist statement) with the agent that produced it (the emotion of the subject) - we come back, again, to the confusion between efficient cause and  formal cause. Subjectivism in the sociological sense (one person, one mind alone) opposes objectivism in the sociological sense (many minds sharing the same objective truth) but is not opposed to objectivism in epistemic order (truth itself).

Example: we are a minority of thinkers isolates (sociological subjectivism ) affirming that the conclusions of French doctor J.Tissot and American doctor Herbert Shelton, that vaccination is a deaf poisoning of the human organism by viruses and toxins and vaccines are always harmful but we epistemic grasp the truth (epistemic objectivism) while the overwhelming majority of the population (sociological objectivism) believes, wrongly, that the vaccines 'immunize' prevent and eradicate diseases (epistemic subjectivism, one might say). The imposition of the theory of vaccination as "official truth" is not the result of any rational discussion public, enlarged, on fair terms. It is a pure act that the fascist elite semi thinking of physicians and researchers and politicians laboratory carries out with the agreement of the party and uncultured majority of the population of each count

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Teste de filosofia do 11º ano turma C (Dezembro de 2015)

Eis um teste de filosofia numa perspectiva que ultrapassa o modelo de testes dos manuais escolares da chamada «filosofia analítica» que se limita quase só à análise lógica da linguagem e à ética, ignorando quase todos os grandes  problemas da ontologia e da metafísica.

 

Agrupamento de Escolas nº1 de Beja
Escola Secundária Diogo de Gouveia, Beja
TESTE DE FILOSOFIA, 11º ANO TURMA C
3 de Dezembro de 2015.

Professor: Francisco
Queiroz

I

 

 

«A doutrina do ser na história universal, de Hegel, exprime a lei da tríade e comporta o conceito de alienação. Parménides sustentou que «o ser não foi nem será porque é ser, a cada instante» e a sua doutrina pode ter duas interpretações, uma realista e a outra idealista ontológica. O raciocínio de analogia pode dispensar o ethos e o pathos da retórica mas talvez não dispense a percepção empírica nem a intuição inteligível.»

 

1)Explique, concretamente este texto.

 .

2)Exponha e classifique gnoseologicamente os quatro passos do raciocínio de Descartes a partir da dúvida absoluta até à certeza do mundo exterior.

 

3)Defina as leis dialéticas das causas internas e causas externas e do salto    qualitativo.

 

4) Defina e construa um exemplo de:
A) Falácia depois de por causa de.
B) Petição de princípio.
C) Falácia ad hominem.
D) Falácia ad ignorantiam.
E) Falácia do homem de palha.
F) Convencionalismo.

 

CORREÇÃO DO TESTE COTADO PARA UM MÁXIMO DE 20 VALORES

 

1) A doutrina de Hegel define o ser como a ideia absoluta, o pensamento criador, extra humano, que está no princípio de tudo . Este ser desdobra-se em três fases, segundo a lei da tríade: fase lógica, Deus sozinho antes de criar o universo o espaço e o tempo (é a tese ou afirmação, o primeiro momento da tríade); fase da natureza, na qual Deus se aliena ou separa de si mesmo ao transformar-se em espaço, tempo, astros, pedras, montanhas, rios, plantas e deixa de pensar (é a antítese ou negação, o segundo momento da tríade); fase da humanidade ou do espírito, em que a ideia absoluta/Deus emerge com a aparição da espécie humana, que é Deus encarnado evoluindo em direção a si mesmo, por sucessivas formas de estado, desde o despótico mundo oriental até ao mundo cristão da Reforma protestante onde todos os homens são livres (é a síntese ou negação da negação) (VALE TRÊS VALORES). A ontologia de Parménides de Eleia diz que a única realidade é o ser uno, imóvel, imutável, esférico, invisível, imperceptível, eterno, que não foi nem será porque é eternamente o mesmo e diz que «ser e pensar são um e o mesmo». A interpretação realista desta última frase é: o pensamento é idêntico ao ser, é espelho do ser material (realismo é doutrina que sustenta que o mundo de matéria é real em si mesmo). A interpretação idealista da mesma frase é: o ser é pensamento, nada existe fora da ideia absoluta que é o ser, e o mundo de matéria, com a mudança das estações do ano, o nascimento e a morte não passa de ilusão. (VALE TRÊS VALORES) O raciocínio de analogia é o que, usando a imaginação, estabelece semelhanças de forma ou de função entre entes de natureza muito diferente (exemplos: homem e árvore; ) e de facto não precisa do ethos (carácter do orador na retórica) nem do pathos (sentimento de paixão colocado no discurso) mas não dispensa a percepção empírica (ver,tocar, ouvir, cheirar algo) nem a intuição inteligível (captar algo que não se vê nem toca). (VALE TRÊS VALORES).

 

.2) A radicalidade filosófica consiste no poder de a filosofia ir à raíz dos problemas, destruindo certezas do senso comum e inventando hipóteses e teses incomuns, especulativas. Os quatro passos do raciocínio de Descartes são pautados pelo racionalismo, doutrina que afirma que a verdade procede do raciocínio, das ideias da razão e não dos sentidos, racionalismo esse que é uma forma de radicalidade filosófica:

 

Dúvida hiperbólica ou Cepticismo Absoluto( «Uma vez que quando sonho tudo me parece real, como se estivesse acordado, e afinal os sentidos me enganam, duvido da existência do mundo, das verdades da ciência, de Deus e até de mim mesmo »).

 

Idealismo solipsista («No meio deste oceano de dúvidas, atinjo uma certeza fundamental: «Penso, logo existo» como mente, ainda que o meu corpo e todo o resto do mundo sejam falsos»).

 

3º Idealismo não solipsista («Se penso tem de haver alguém mais perfeito que eu que me deu a perfeição do pensar, logo Deus existe).

 

Realismo crítico («Se Deus existe, não consentirá que eu me engane em tudo o que vejo, sinto e ouço, logo o mundo de matéria, feito só de qualidades primárias, objetivas, isto é, de figuras, tamanhos, números, movimentos, existe fora de mim»). Realismo crítico é a teoria gnosiológica segundo a qual há um mundo de matéria exterior ao espírito humano e este não capta esse mundo como é. Descartes, realista crítico, sustentava que as qualidades secundárias, subjectivas, isto é, as cores, os cheiros, os sons, sabores, o quente e o frio só existem no interior da mente, do organismo do sujeito, pois resultam de movimentos vibratórios exteriores e que o mundo exterior é apenas composto de formas, movimentos e tamanhos e uma matéria indeterminada. (VALE QUATRO VALORES).

 

3) A lei das causas internas e externas sustenta que um fenómeno ou ente possui dois tipos de causas, as internas, determinantes na morfologia e desenvolvimento desse fenómeno ou ente, e as externas, indispensáveis, que actuam por meio das causas internas. Exemplo: o terreno orgânico (causa interna) é tudo, o micróbio vindo de fora (causa externa) é nada. A lei do salto qualitativo postula que a acumulação lenta e gradual em quantidade de um dado aspecto de um fenómeno leva a um salto brusco ou nítido de qualidade nesse fenómeno (exemplo: muitas greves económicas e políticas acumulam-se, gota a gota, e um dia desencadeiam a queda do governo). (VALE UM VALOR).

 

4) a)A falácia depois de por causa de é a que atribui uma relação necessária de causa efeito a dois fenómenos vizinhos por acaso (exemplo: «Há 10 dias vi um gato preto e caí da bicicleta, há 5 dias vi outro gato preto e perdi a carteira, logo ver gatos pretos dá-me azar).  (VALE UM VALOR)

 

4) b A petição de princípio é uma falácia em que a conclusão se limita a repetir uma das premissas ou ambas (exemplo: «Ela venceu o concurso de a mulher mais bela, porque é a mais bela»). (VALE UM VALOR)

 

4) c) A falácia ad hominem é aquela que desvia a argumentação racional para o campo do ataque pessoal ao adversário (exemplo: «Ele´ganhou o concurso para gestor de empresas, mas é gay, vamos impedi-lo de subir a gestor da empresa»).(VALE UM VALOR)

 

4) d) A falácia do apelo à ignorância é a que raciocina sobre um fundo desconhecido e o usa de forma tendenciosa, sustentando que uma tese fica demonstrada se a não se conseguiu demonstrar a sua contrária (exemplo: «Nunca ninguém demonstrou que Deus existe, logo Deus não existe).(VALE UM VALOR)

 

4) e) A falácia  do homem de palha é o vício de argumentação que consiste ao atribuir ao interlocutor posições que ele não defende (exemplo a respeito de um teórico que quer introduzir a acupunctura e a naturopatia nos hospitais públicos: «Ele quer acabar com os hospitais e a classe médica que receita químicos e faz cirurgias»). (VALE UM VALOR)

4.f)  Convencionalismo é a teoria que sustenta que a verdade não existe em si mesma ou é desconhecida e que o se intitula verdade é apenas uma convenção (exemplo: convencionou.se que o número atómico do hidrogénio é um, na realidade ninguém pode ver um electrão de hidrogéneo»). (VALE UM VALOR)

 

 

 

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Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2016
Acidentes em Beja e áreas do Zodíaco

 

Um fragmento do balcão saliente de pedra (machicoullis) incrustado, a toda a volta, no alto da torre de menagem do castelo de Beja ruiu, em 13 de Novembro de 2014. Estava escrito nos céus. O facto foi provocado por certas movimentações planetárias. A astrologia é astronomia aplicada à vida social, política e biofísica. Só mentes estúpidas, como as mentes formatadas pelas universidades e os media em geral,  dizem que «astrologia nada tem a ver com astronomia».

Algumas das datas em que um planeta ou Nodo passará em 18º 46´de qualquer signo são: em 20 de Março de 2016 (Júpiter); em 22 de Maio de 2016 (Nodos da Lua);

 

Há a fraca astrologia, a pseudo-astrologia, astronomia mal aplicada à vida social, praticada por 99% dos astrólogos, que não conhece o significado real de cada um dos 360º do Zodíaco e procede dedutivamente, desprezando os factos históricos. Há a boa astrologia, a científica que nós praticamos, com a qual desvendamos, por investigação empírica, o significado biofísico, geográfico, político, económico, etc. de cada grau do Zodíaco. Com a qual descobrimos duas leis essenciais que elevam a astrologia à categoria de ciência supra-universitária. Vejamos leis que presidem a acidentes e incidentes graves em Beja.

 

ÁREA 3º-6º DO SIGNO DE ESCORPIÃO:

CONFRONTOS NA RUA ALFERES MALHEIRO EM 1954, DERROCADA NO CASTELO

 

A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 3º-6º do signo de Escorpião (isto é: graus 213-216 em longitude eclíptica)  é condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de grave acidente ou incidente na cidade de Beja.

 

Em 20 de Maio de 1954, com Saturno em 4º 21´/ 4º 18´ de Escorpião, uma multidão, em especial de gentes de Baleizão, comprime-se na Rua Alferes Malheiro junto à porta de trás do Hospital da Misericórdia em Beja para ver sair a urna onde é transportado o cadáver da ceifeira Catarina Eufémia, assassinada a tiro por um militar da GNR na véspera, durante uma greve em Baleizão, e a PSP e GNR de Beja carregam à bastonada sobre a multidão, havendo feridos; em 24 de Outubro de 1974, com Mercúrio em 3º 43´ / 2º 28´ de Escorpião, tem lugar, no largo Manuel Ribeiro, em Beja, uma manifestação de milhares de trabalhadores rurais em defesa dos seus direitos e de uma convenção colectiva de trabalho;em 13 de Novembro de 2014, com Mercúrio em 4º 34´ / 6º 7´ de Escorpião,  desmorona-se, às 17 horas e 25 minutos, o canto sul de um varandim de pedra da torre de menagem do castelo de Beja, destruindo um arco em pedra ao cimo de umas escadas no interior do castelo.

 

Algumas das próximas datas de passagem de um planeta ou Sol na área 3º-6º de Escorpião são: de 9 a 16 de Janeiro de 2016 (Marte); de 26 a 29 de Setembro de 2016 (Vénus).

 

 

 

ÁREA 24º-27º DO SIGNO DE ESCORPIÃO:

OVNI NO CÉU DE BEJA EM 1962, DERROCADA NO CASTELO

 

A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 24º-27º do signo de Escorpião (isto é: graus 234-237 em longitude eclíptica)  é condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de grave acidente ou incidente na cidade de Beja.

 

Em 20 de Outubro de 1962, com Vénus em 27º 26´/ 27º 32´ de Escorpião, cerca das 7 horas, um OVNI brilhante – ou um meteorito - atravessa vertiginosamente o céu de Beja e desfaz-se em três por cima da igreja do Salvador e à mesma hora no sítio de Nossa Senhora da Cola, Ourique, é ouvida por trabalhadores rurais uma grande explosão a grande altitude, que parecia vir da costa do Algarve na direção da serra de Monchique; em 1 de Fevereiro de 1985, com Nodo Sul da Lua em 24º 9´/ 24º 6´ de Escorpião, entre a 1.54 horas e as 2.34 da madrugada, deflagram 8 engenhos explosivos das «Forças Populares 25 de Abril» destruindo 11 viaturas no bairro alemão em Beja; em 13 de Novembro de 2014, com Vénus em 25º 14´ / 26º 30´  de Escorpião,  desmorona-se, às 17 horas e 25 minutos, o canto sul de um balcão de pedra da torre de menagem do castelo de Beja, destruindo um arco em pedra ao cimo de umas escadas no interior do castelo.

ÁREA 11º-13º DE SAGITÁRIO:

ACÇÃO DAS FORÇAS DA ORDEM EM BEJA

A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 11º-13º do signo de Sagitário (isto é: graus 241-243 em longitude eclíptica)  é condição necessária mas não suficiente para uma intervenção visível da PSP nas ruas de Beja.

 

De 10 a 13 de Abril de 1976, com Neptuno em 13º 48´/ 13º 45´ de Sagitário,  a cidade de Beja vive em clima de vulcão político-social, com um boicote violento por esquerdistas a um comício do PPD na Praça de Touros, no dia 10, e um recontro violento de rua entre manifestantes revolucionários e a PSP, resultando na morte, a tiro, do operário Manuel Pratas Palminha, no dia 13; em 20 de Outubro de 2000, com Plutão em 11º 6´/ 11º 8´ de Sagitário, o funcionário Francisco António Carvoeiras Casadinho tranca-se no laboratório de Química da Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja, exige a presença da televisão para explicar as supostas perseguições de que é vítima por parte de «extraterrestres» e, ao cabo de algumas horas de assédio, acaba por ser dominado pelos bombeiros; em 13 de Fevereiro de 2012, com Nodo Norte da Lua em 11º 14´ / 11º 12´ de Sagitário, na rua de Moçambique, em Beja, Francisco Esperança, triplo homicida de familiares, dispara alguns tiros e entrega-se à PSP.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta ou o Sol transitarão a área 11º-13º de Sagitário são: 8 a 10 de Janeiro de 2016 (Vénus); 27 a 29 de Outubro de 2016 (Vénus). 

 

ÁREA 10º-13º DO SIGNO DE CAPRICÓRNIO:

O GOLPE DE BEJA EM 1962, A QUEDA DE VARANDIM NO CASTELO EM 2014

 

A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 10º-13º do signo de Capricórnio (isto é: graus 280-283 em longitude eclíptica)  é condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de grave acidente ou incidente na cidade de Beja.

 

Em 1 de Janeiro de 1962, com Sol em 10º 5´/ 11º 6´ de Capricórnio, de madrugada, descoordenados entre si, um grupo de civis chefiado por Manuel Serra e um grupo de militares chefiado pelo capitão Varela Gomes assaltam e ocupam o Regimento de Infantaria 3, quartel de Beja, num intento de derrubar Salazar, mas o segundo comandante major Calapez fere gravemente a tiro Varela Gomes e dispara no escuro, durante horas, havendo 3 mortes, entre elas a do subsecretário do exército Jaime da Fonseca, que se deslocara a Beja de manhã, e o golpe revolucionário fracassa, não chegando a entrar em acção, como chefe do golpe anti-salazarista, o general Humberto Delgado, escondido numa casa da Rua Ancha da capital do Baixo Alentejo;em 17 de Novembro de 2013, com Vénus em 10º 44’ / 11º 35´ de Capricórnio, cerca das 14.55 horas, um recluso de 22 anos suicida-se por enforcamento no Estabelecimento Prisional de Beja; em 13 de Novembro de 2014, com Marte em 13º 8´/ 13º 54´ de Capricórnio , desmorona-se, às 17 horas e 25 minutos, o canto sul de um varandim de pedra da torre de menagem do castelo de Beja, destruindo um arco em pedra ao cimo de umas escadas no interior do castelo.

 

Algumas das datas próximas em que o Sol ou um planeta passarão na área 10º-13º de Capricórnio são: 31 de J.neiro e 1-4 de Fevereiro de 2016 (Vénus); de 20 a 23 de Novembro de 2016 (Vénus); de 10 a 15 de Dezembro de 2016 (Mercúrio)-

 

ÁREA 10º-12º DO SIGNO DE AQUÁRIO:

ASSALTO AO QUARTEL DE BEJA, INCÊNDIO NA METALÚRGICA EM 1992

 

A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua na área 10º-12º do signo de Aquário (isto é: graus 310-312 em longitude eclíptica)  é condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de grave acidente ou incidente na cidade de Beja.

 

Em 1 de Janeiro de 1962, com Júpiter em 10º 28´/ 10º 41´ de Aquário, decorre, de madrugada, o assalto antifascista, fracassado, ao quartel de Beja, sendo gravemente ferido o capitão Varela Gomes, chefe militar dos revoltosos, e mortos dois destes no tiroteio; em 22 de Abril de 1988, com Mercúrio em 3º 39´/ 5º 47´ de Touro, Marte em 10º 7´/ 10º 47´ de Aquário, de madrugada, o palácio da Justiça de Beja é assaltado, sendo roubados 200 contos exclusivamente em notas de banco, não em cheques nem em moedas; em 5 de Novembro de 1992, com Saturno em 12º 4´/ 12º 6´ de Aquário, irrompe um incêndio na antiga fábrica metalúrgica da cidade de Beja, agora desactivada.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, Sol ou Nodo da Lua transitarão a área 10º-12º do signo de Aquário serão: 30 e 31 de Janeiro e 1 e 2 de Fevereiro de 2012 (Sol)

 

 

 

 

PONTO 16º 36´/ 16º 47´ DE QUALQUER SIGNO:

INCÊNDIOS EM BEJA CIDADE OU NO DISTRITO DE BEJA

 

 

A passagem do Sol ou de um planeta ou Nodo da Lua no ponto 16º 36´/ 16º 47´de qualquer signo é condição necessária mas não suficiente para produzir um incêndio na cidade de Beja e em um raio de cerca de 60 quilómetros em redor.

 

Em 5 de Novembro de 1992, com Neptuno em 16º 35´/ 16º 36´  de Capricórnio, irrompe um incêndio na antiga fábrica metalúrgica da cidade de Beja, agora desactivada; em 24 de Maio de 1999, com Úrano em 16º 47´ de Aquário,  às 20.00 horas, deflagra um grande incêndio no armazém de plásticos da Empresa Abel e Casadinho, em Beja; em 6 de Outubro de 2008, com  Nodo Norte da Lua em 16º 46´/ 16º 44´ de Aquário, após as 0 horas, deflagra um incêndio que destrói o edifício dos serviços da habitação da Câmara Municipal de Beja, na Rua da Moeda, deixando a descoberto as ruínas de dois templos romanos; em 19 de Maio de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 47´ de Escorpião, um incêndio irrompe numa viatura guardada num casão e propaga-se a duas habitações contíguas em Serpa, desalojando quatro pessoas; em 31 de Maio de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 39´ de Escorpião,  um incêndio consome um eucaliptal na zona de Canal Caveira, Grândola; em 2 e 3 de Junho de 2013, com Nodo Norte da Lua em 16º 39´ / 16º 42´ de Escorpião,  um incêndio devasta uma extensa área de mato em Santana de Cambas, Mértola.

 

Algumas das próximas datas em que um planeta, o Nodo da Lua, Quirón ou o Sol estarão em 16º 36´/16º 47´  de qualquer signo, elevando a probabilidade de ocorrência de incêndio em Beja e arredores são: de 27 a 29 de Fevereiro de 2016 (Júpiter); de 13 a 16 de Junho de 2016 (Nodos da Lua).

 

PONTO 18º 46´DE QUALQUER SIGNO:

O GOLPE DE BEJA EM 1962, A QUEDA DE VARANDIM NO CASTELO EM 2014

 

A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua em 18º 46´ de qualquer signo do Zodíaco (Carneiro, Touro, Gémeos, etc)  é condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de grave acidente ou incidente na cidade de Beja.

 

Em 1 de Janeiro de 1962, com Nodo Norte da Lua em 18º 46´/ 18º 42´ de Leão,  Nodo Sul da Lua em 18º 46´/ 18º 42´ de Aquário, de madrugada, descoordenados entre si, um grupo de civis chefiado por Manuel Serra e um grupo de militares chefiado pelo capitão Varela Gomes assaltam e ocupam o Regimento de Infantaria 3, quartel de Beja, num intento de derrubar Salazar, mas o segundo comandante major Calapez fere gravemente a tiro Varela Gomes e dispara no escuro, durante horas, havendo 3 mortes, entre elas a do subsecretário do exército Jaime da Fonseca, que se deslocara a Beja de manhã, e o golpe revolucionário fracassa, não chegando a entrar em acção, como chefe do golpe anti-salazarista, o general Humberto Delgado, escondido numa casa da Rua Ancha da capital do Baixo Alentejo;em 13 de Novembro de 2014, com Nodo Norte da Lua em 18º 46´/ 18º 44´ de Balança, desmorona-se, às 17 horas e 25 minutos, o canto sul de um varandim de pedra da torre de menagem do castelo de Beja, destruindo um arco em pedra ao cimo de umas escadas no interior do castelo.

 

Se alguém consultar efemérides planetárias, por exemplo as Swiss Ephemeris, de acesso livre na internet, comprovará a verdade do que dizemos em termos astronómicos.

 

NOTA- Obras nossas vendem-se em www.astrologyandaccidents.com

 

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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2016
Lançamento nacional de livro capital nas ciências, em 9 de Janeiro, em Beja

astrologia lançamento.png

 Este livro, que enuncia milhares de leis histórico sociais/ astronómicas, lança por terra a propaganda indiscriminada contra a astrologia, a boa e a má, propaganda que mete tudo no mesmo saco. É a primeira obra, em qualidade, na astrologia mundial pois conjuga, de forma objectiva e detalhada, os dados histórico políticos e sociais com os dados astronómicos. Todos à biblioteca municipal de Beja, sábado 9 de Janeiro de 2016, a ouvir o autor e a esgotar a primeira edição desta obra que é um marco milenar na ciência do cosmos!



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Domingo, 3 de Janeiro de 2016
Teste de Filosofia do 10º ano, turma A (Dezembro de 2015)

 

 Eis um teste de filosofia fora do estereótipo dos testes que os autores dos manuais escolares da Porto Editora, Leya, Santillana, Areal Editores, etc, divulgam. .

 

 

Agrupamento de Escolas nº1 de Beja

Escola Secundária Diogo de Gouveia, Beja

TESTE DE FILOSOFIA, 10º ANO TURMA A

3 de Dezembro de 2015. Professor: Francisco Queiroz“.

 I

"A matéria última (hylé eskathé) e o eidos combinam-se para originar algo, segundo Aristóteles. A teoria da participação em Platão implica entes dotados de tó tí e tó ón.”

 

1) Explique, concretamente este texto.


2) Mostre as diferenças entre determinismo com livre-arbítrio («moderado»), determinismo sem livre-arbítrio («radical»), indeterminismo (biofísico) com livre-arbítrio e fatalismo.

 

3) Defina radicalidade filosófica, explanando os quatro passos gnosiológicos do racionalismo de Descartes desde a dúvida absoluta.ou hiperbólica até à certeza do mundo exterior.
 

4)  Relacione, justificando;
 A) Intersubjectividade e relativismo.
    

B) Esfera dos valores espirituais na teoria de Max Scheler, por um lado, e Mundo dos Arquétipos em Platão por outro lado.

 

CORREÇÃO DO TESTE COTADO PARA 20 VALORES

 

1) A matéria última é, na concepção de Aristóteles, uma matéria concreta, diferente da matéria-prima universal (hylé) que era indeterminada (era nada), como por exemplo de hylé eskaté , madeira, ferro, pedra. Madeira é a hylé adicionada da forma madeira. Mas uma porta de madeira resulta da união da essência ou eidos PORTA, que é a forma,  com a matéria última MADEIRA. Esse algo gerado é a proté ousía (primeira substância). (VALE DOIS VALORES). A teoria da participação de Platão diz que os entes do mundo da matéria participam na forma dos modelos ou arquétipos do mundo inteligível: por exemplo, os milhões de cavalos existentes imitam o arquétipo de Cavalo, imóvel, participam, indirectamente, deste arquétipo. O tó tí é o quê-é ou seja a forma, essencial ou acidental, de algo. Exemplo: o tó tí da espiga de cavalo é a forma desta e distingue-se do tó tí da espiga de milho e do tó tí do rosto humano. Se Joana se distingue de Mariana e de Francisca isso deve-se aos acidentes, isto é, as particularidades singulares que as distinguem entre si e que são tó tís: o naiz arrebitado de uma e o nariz aquilino de outras, os olhos azuis de uma e os olhos verdes de outra, etc. O tó ón é o ente, o que é, o existente, qualidade que é comum às coisas ou seres com diferentes tó tís. O Mundo do Mesmo ou mundo dos arquétipos ou Ideias ou Modelos perfeitos, acima do céu visível, possui tó on e tó tí no que respeita a cada arquétipo: o tó tí do Triângulo é diferente do tó tí do Círculo e do tó tí do Belo. Os tó tís dos entes materiais imitam os totís do respectivo arquétipo. Os tó ons são diferentes porque a matéria é diferente do espírito-arquétipo no seu ser, a matéria é um não ser relativo (VALE TRÊS VALORES)

 

2) Determinismo com livre-arbítrio (vulgo: determinismo moderado) é a teoria segundo a qual, na natureza, as mesmas causas produzem sempre os mesmos efeitos e o homem dispõe de liberdade racional de escolha (livre-arbítrio). Exemplo: um homem decide, racionalmente, atirar-se do alto de um avião em páraquedas, sabendo que se sujeita ao determinismo na lei da gravidade, que o faz cair para a Terra. Determinismo sem livre-arbítrio (vulgo: determinismo radical) é a teoria segundo a qual, na natureza, as mesmas causas produzem sempre os mesmos efeitos e o homem não dispõe de liberdade racional de escolha (livre-arbítrio). Exemplo: movido por uma força irracional, sem liberdade de escolha,  um homem atira-se do alto de um arranha-céus, sujeitando-se determinismo na lei da gravidade, que o faz cair para a Terra e morrer esmagado. Indeterminismo com livre-arbítrio  é a teoria segundo a qual, na natureza, as mesmas causas não produzem sempre os mesmos efeitos e o homem não dispõe de liberdade racional de escolha (livre-arbítrio). Exemplo: beber água nem sempre faz funcionar os rins, às vezes paralisa-os (indeterminismo) e um grupo de pessoas ingere água por motivo de uma sede abrasadora, por  decisão livre e meditada. Fatalismo  é a teoria segundo a qual tudo na vida está predestinado e os homens não dispõem de livre-arbítrio nem existe o acaso. (VALE TRÊS VALORES).

 

3) A radicalidade filosófica consiste no poder de a filosofia ir à raíz dos problemas, destruindo certezas do senso comum e inventando hipóteses e teses incomuns, especulativas. Os quatro passos do raciocínio de Descartes são pautados pelo racionalismo, doutrina que afirma que a verdade procede do raciocínio, das ideias da razão e não dos sentidos, racionalismo esse que é uma forma de radicalidade filosófica:

Dúvida hiperbólica ou Cepticismo Absoluto( «Uma vez que quando sonho tudo me parece real, como se estivesse acordado, e afinal os sentidos me enganam, duvido da existência do mundo, das verdades da ciência, de Deus e até de mim mesmo »)

 

.2º Idealismo solipsista («No meio deste oceano de dúvidas, atinjo uma certeza fundamental: «Penso, logo existo» como mente, ainda que o meu corpo e todo o resto do mundo sejam falsos»).

 

3º Idealismo não solipsista («Se penso tem de haver alguém mais perfeito que eu que me deu a perfeição do pensar, logo Deus existe).

 

Realismo crítico («Se Deus existe, não consentirá que eu me engane em tudo o que vejo, sinto e ouço, logo o mundo de matéria, feito só de qualidades primárias, objetivas, isto é, de figuras, tamanhos, números, movimentos, existe fora de mim»). Realismo crítico é a teoria gnosiológica segundo a qual há um mundo de matéria exterior ao espírito humano e este não capta esse mundo como é. Descartes, realista crítico, sustentava que as qualidades secundárias, subjectivas, isto é, as cores, os cheiros, os sons, sabores, o quente e o frio só existem no interior da mente, do organismo do sujeito, pois resultam de movimentos vibratórios exteriores e que o mundo exterior é apenas composto de formas, movimentos e tamanhos e uma matéria indeterminada. (VALE CINCO VALORES). 

 

4.A) Intersubjectividade é a partilha entre várias pessoas de uma mesma visão subjectiva, íntima, individual do mundo, dos valores e do sentido da vida. O relativismo é a doutrina que sustenta que a verdade, os valores variam de classe a classe social, de povo a povo, de época a época, de etnia a etnia, ou mesmo de pessoa a pessoa - neste último caso chama-se subjectivismo. O relativismo nas religiões - por exemplo, o cristianismo defende que Deus é uno e trino, o islamismo defende que Deus é somente um e uno - inclui várias intersubjectividades (crença em Cristo como salvador, crença em Maomé como o enviado de Deus). (VALE DOIS VALORES)

 

4-b) A esfera dos valores espirituais, na concepção de Scheler, engloba os valores estéticos (belo e feio), éticos ( bom e mau, justo e injusto), jurídicos (legal, ilegal; justo, injusto), filosóficos (verdade e erro) científicos (verdade e erro por referência, isto é, na experiência, no pragmatismo). Há valor de coisa - por exemplo, o quadro Mona Lisa de Leonardo da Vinci - valor de função - no exemplo olhar o quadro, apreciar o sorriso de Mona Lisa - e valor de estado - no exemplo: a felicidade resultante dessa contemplação visual. 

O mundo platónico dos arquétipos, formas eternas perfeitas e imutáveis engloba a metade positiva dos valores da esfera de valores espiritual de Scheler: os arquétipos de Belo, de Justo, de Lei,  de Verdade, etc. (VALE CINCO VALORES).

 

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