Terça-feira, 30 de Setembro de 2014
Área 16º-18º do signo de Balança: acidentes aéreos na Venezuela

 

A área 16º-18º do signo de Balança é uma das que accionam acidentes aéreos na Venezuela ou envolvendo aviões venezuelanos. É o estudo dos dados empíricos - que ninguém faz, nem mesmo os "científicos" popperianos, que dão mais atenção à excepção do que à regra - que permite legitimamente induzir leis como a que aqui exponho. Nós estamos no terreno dos factos. Eles, os arrogantes discípulos de Popper, de Russel, de Heidegger ou de Rorty, que dominam as cátedras, não estão no terreno dos factos; brandem a espada da sua ignorância contra a astrologia histórico-social.

 

 

 

ÁREA 16º-18 DE BALANÇA:

ACIDENTES AÉREOS NA VENEZUELA

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A passagem do Sol, de um planeta ou Nodo da Lua em 16º-18º do signo de Balança - graus 196º, 197 e 198º da eclíptica - é condição necessária mas não suficiente para causar um acidente aéreo na Venezuela.

 

Em 27 de Agosto de 2010, com Marte em 17º 34´/ 18º 13´ de Balança, dez militares venezuelanos morrem na queda de um helicóptero, no estado de Apure, Venezuela, junto da fronteira com a Colômbia; em 7 de Janeiro de 2011, com Saturno em 16º 54´/ 16º 56´ de Balança, cinco pessoas morrem na queda de um pequeno avião no Estado de Cojedes, na Venezuela, e uma menina de 10 anos escapa ilesa;em 22 de Fevereiro de 2011, com Saturno em 16º 34´/ 16º 34´ de Balança,  uma avioneta tipo Cessna 340, matrícula YV-2402.seis despenha-se em San Pedro do Rio, no estado venezuelano de Táchira (800 quilómetros a sudoeste de Caracas), morrendo 6 pessoas.

 

Próximas datas em que o Sol ou um planeta passam na área 16º-18º  de Balança são: de 12 a 15 de Outubro de 2014 (Vénus); de 20 a 30 de Outubro de 2014 (Mercúrio); de 9 de Novembro a 23 de Dezembro de 2014 (Nodo Norte da Lua).

 

Isto é ciência histórico-astronómica: posição planetária no Zodíaco é causa, acidente aéreo ou outro fenómeno (acidente de comboio, queda de governo no país X ou Y) é consequência, ou se quisermos não falar em causas, fenómeno correlato necessário. As academias portuguesa, brasileira, espanhola e outras, que lêem estes artigos de astrologia histórica deste blog, calam-se prudentemente: não sabem conjugar factos sociais e biológicos com factos astronómicos, fingem ignorar o que escrevemos. A astrologia histórica que desenvolvemos, precisa, concreta, é irrefutável. Supera Descartes, Hume, Kant, Einstein, Heidegger, Singer e a tradição filosófica dominante.

 

Fascismo epistémico - é a expressão que designa a situação geral de rejeição nas academias da ciência astrológica que desenvolvemos. Assim a filosofia surge, nessas instituições e no mundo da televisão e grandes media, como instrumento de opressão, força censória, e não como aletheia, desocultação da verdade. Se és mestre ou doutorado em filosofia, história, sociologia, astronomia, física, matemática e negas ou ignoras o determinismo planetário, és um pensador medíocre, indigno de leccionar em uma verdadeira universidade.

 

 

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Segunda-feira, 29 de Setembro de 2014
Marte em Sagitário: vitórias de Mário Soares, em particular a das eleições primárias no PS em 28 de Setembro de 2014

 

Os efeitos socio-políticos de Marte e de Vénus no signo de Sagitário são, em regra, contrários entre si. Mário Soares apoiou recentemente a candidatura de António Costa, presidente da  câmara municipal de Lisboa, à liderança do PS e a posição de Marte, em 28 de Setembro de 2014, em 9º 35´/ 10º 17´ de Sagitário, dia da eleição no interior e exterior do PS do candidato socialista a primeiro-ministro, prenunciava mais um êxito político de Soares e da sua linha dominante no PS.

 

 

 MARTE EM SAGITÁRIO:

VITÓRIAS DE MÁRIO SOARES

 

 

A passagem de Marte no signo de Sagitário - isto é, no arco do céu de 240º a 270º - gera em regra uma vitória política de Mário Soares e do PS.

 

Em 3 de Janeiro de 1960,  com Marte em 21º 46´/ 22º 30´ de Sagitário, Álvaro Cunhal, ex professor de Mário Soares no Colégio Moderno em Lisboa, e nove importantes funcionários do PCP evadem~se do forte prisão de Peniche, o que vibra um golpe na ditadura fascista de Salazar e constitui uma vitória para os antifascistas, entre eles Mário Soares, dissidente do PCP, socialista; em 16 de Fevereiro de 1986, com Marte em 8º 2´/ 8º 36´de Sagitário, Mário Soares, candidato presidencial do PS e, acidentalmente do PCP, PRD, UDP e movimento Lurdes Pintassilgo, vence com 51, 18 % de votos a segunda volta da eleição a presidente da república de Portugal, derrotando Freitas do Amaral, candidato das direitas, que averba 48, 82 % de votos; em 28 de Setembro de 2014, em 9º 35´/ 10º 17´ de Sagitário, António Costa, apoiado por Mário Soares, vence com 67, 8% dos votos as eleições primárias, abertas a não militantes, de designação do candidato a secretário-geral socialista, derrotando António José Seguro, que recolhe 31, 6% de votos.

 

VÉNUS EM SAGITÁRIO:

DESAIRES DE MÁRIO SOARES, VITÓRIAS DO PSD

 

A passagem de Vénus no signo de Sagitário - isto é, no arco do céu de 240º a 270º em longitude- gera, em regra, uma derrota política de Mário Soares e do PS. O efeito Vénus é, pois, de sinal contrário ao efeito Marte

 

Em 8 de Dezembro de 1977, com Vénus em 4º 56´/ 6º 11´ de Sagitário, o PSD de Sá Carneiro, o PCP de Cunhal, a UDP de Acácio Barreiros e o CDS de Freitas do Amaral rejeitam, no parlamento, a moção de confiança proposta pelo primeiro-ministro Mário Soares, fazendo cair o 1º governo constitucional do PS; em 23 de Janeiro de 2011, com Vénus em 16º 20´/ 17º 26´ de Sagitário, Cavaco Silva é reeleito presidente da república portuguesa com 52,95% de votos, derrotando Fernando Nobre, candidato apoiado por Mário Soares e parte do PS, que aufere 14, 10% de votos, e Manuel Alegre, candidato oficial do PS, que recebe 19,76% de votos.

 

Enquanto as universidades de Lisboa, Porto, Coimbra, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Madrid, Barcelona, Alcalá de Henares, Roma, Paris, Berlim, Oxford, Cambridge, Harvard, Yale, etc., estiverem dominadas pela filosofia analítica, pelo cepticismo de Karl Popper, pela fenomenologia e outras correntes falhas de pensamento holístico será impossível pensar com profundidade o mundo e o seu devir nessas academias e no seu raio de influência que é vasto. Porque o determinismo planetário na vida social é um facto que todas as universidades, dominadas por «burros» dessas correntes filosóficas, recusam admitir. Hegel, Kant, Heidegger, Karl Popper, Foucault ou Kripke eram «burros»? Sim, no sentido de inteligência holística, que abarca o todo, apesar de, sectorialmente, serem muito inteligentes: eles não intuiram o óbvio, que as posições dos planetas geram os factos histórico-sociais... Só os deuses e alguns humanos são superiormente inteligentes a ponto de perceberem esta correlação.

 

Fascismo epistémico - é a expressão que designa a situação geral de rejeição nas academias da ciência astrológica que desenvolvemos. Assim a filosofia surge, nessas instituições e no mundo da televisão e grandes media, como instrumento de opressão, força censória, e não como aletheia, desocultação da verdade. Se és mestre ou doutorado em filosofia, história, sociologia, física, astrofísica, matemática e negas ou ignoras o determinismo planetário, és um pensador medíocre, indigno de leccionar na universidade.

 

 

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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2014
Astrologia e factos históricos em Lisboa e Portugal (LIVRO EM PROMOÇÂO: 10 EUROS)

PROMOÇÃO (10 euros): O LIVRO QUE EXPÕE AS LEIS ASTRONÓMICAS DE ACIDENTES EM LISBOA, NO AEROPORTO DA PORTELA E RESTO DE PORTUGAL.



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Terça-feira, 23 de Setembro de 2014
Inconsistências de Olavo de Carvalho

 

 

Olavo de Carvalho (Campinas, Brasil, 29 de Abril de 1947) é um jornalista, conferencista e filósofo brasileiro, católico de direita, anticomunista, adversário da globalização e da elite global (Trilateral, grupo de Bilderberg, maçonaria Skull and Bones, etc) que domina a política, a cultura e a economia mundial. Tem razão em muitas das suas críticas às fragilidades e à corrupção da democracia parlamentar brasileira que classifica de «governo de ladrões». Mas não tem razão ao colocar-se na posição de um catolicismo fascista, que justifica a ditadura militar brasileira (1964-1985), latifundista e católica, igualmente corrupta, embora dispondo de véus de censura que ocultam a podridão das classes dirigentes. Algumas das suas ideias expressas no seu site figuram abaixo.

 

LIMITAR-SE A PERCEBER BEM A TEORIA DE UM FILÓSOFO É ENTERRAR A FILOSOFIA?

 

Escreveu Olavo de Carvalho:

 

«Note-se a imensa diferença que existe entre adquirir pura informação, por mais erudita que seja, sobre as idéias de um filósofo, e levá-las à prática fielmente, como se fossem nossas, no exame de problemas pelos quais sentimos um interesse genuíno e urgente. A primeira alternativa mata os filósofos e os enterra num sepulcro elegante. A segunda os revive e os incorpora à nossa consciência como se fossem papéis que representamos pessoalmente no grande teatro do conhecimento. É a diferença entre museologia e tradição. Num museu pode-se conservar muitas peças estranhas, relíquias de um passado incompreensível. Tradição vem do latim traditio, que significa “trazer”, “entregar”. Tradição significa tornar o passado presente através da revivescência das experiências interiores que lhe deram sentido. A tradição filosófica é a história das lutas pela claridade do conhecimento, mas como o conhecimento é intrinsecamente temporal e histórico, não se pode avançar nessa luta senão revivenciando as batalhas anteriores e trazendo-as para os conflitos da atualidade.» (Olavo de Carvalho, Quem é filósofo e quem não é, Diário do Comércio, 7 de Maio de 2009).

 

Há aqui uma incompreensão de Olavo de Carvalho, um crítico do pragmatismo: considera, erradamente, que ter informação exacta sobre a teoria de um filósofo  "mata os filósofos e os enterra num sepulcro elegante". Mas, em filosofia, compreender é mais importante que aplicar. E Olavo chama à compreensão "museologia", opondo-a à tradição que é transmissão de saberes do passado. Esquece que há filosofias ou partes de filosofias que nem sequer se podem aplicar porque são interpretações sem consequências práticas. Por exemplo, compreender na ontognoseologia de Kant o que é númeno (Deus, alma, imortal, etc) e o que é fenómeno (exemplo: mesa, árvore, raposa, mão, casa) não implica aplicar, mas apenas constatar.

 

Pegar nas ideias de um filosófo e «levá-las à prática fielmente, como se fossem nossas, no exame de problemas pelos quais sentimos um interesse genuíno e urgente» é, segundo Olavo de Carvalho, a atitude correcta, a tradição no sentido de entrega e transmissão. Mas porque temos de levar à prática as ideias do filósofo, se muitas vezes elas já estão descontextualizadas, se já se passaram séculos? Hegel chamou a atenção para o facto de que  os platónicos e os neoacadémicos dos séculos XV e XVI, no Renascimento italiano, não reproduziam com verdade os discípulos de Platão ou os membros da Nova Academia dos séculos IV ou III antes de Cristo na Grécia. Eram imitações, fora do contexto do mundo antigo.

 

Quem nos obriga a militar por essas ideias? O que os marxistas do século XX - Lenin, Stalin, Mao Ze Dong, Che Guevara, etc - fizeram foi «levar à prática», com maior ou menor fidelidade, as ideias de Karl Marx. E não deturparam Marx? Levar à prática garante a fidelidade aos princípios?

 

NÃO SE DEVE ESTUDAR A FILOSOFIA POR AUTORES?

 

Olavo de Carvalho teoriza ainda o seguinte:

 

«Não estude filosofia por autores, mas por problemas. Escolha os problemas que verdadeiramente lhe interessam, que lhe parecem vitais para a sua orientação na vida, e vasculhe os dicionários e guias bibliográficos de filosofia em busca dos textos clássicos que trataram do assunto. A formulação do problema vai mudar muitas vezes no curso da pesquisa, mas isso é bom. Quando tiver selecionado uma quantidade razoável de textos pertinentes, leia-os em ordem cronológica, buscando reconstituir mentalmente a história das discussões a respeito. Se houver lacunas, volte à pesquisa e acrescente novos títulos à sua lista, até compor um desenvolvimento histórico suficientemente contínuo. Depois classifique as várias opiniões segundo seus pontos de concordância e discordância, procurando sempre averiguar onde uma discordância aparente esconde um acordo profundo quanto às categorias essenciais em discussão. Feito isso, monte tudo de novo, já não em ordem histórica, mas lógica, como se fosse uma hipótese filosófica única, ainda que insatisfatória e repleta de contradições internas. Então você estará equipado para examinar o problema tal como ele aparece na sua experiência pessoal e, confrontando-o com o legado da tradição, dar, se possível, sua própria contribuição original ao debate.»(Olavo de Carvalho, Quem é filósofo e quem não é, Diário do Comércio, 7 de Maio de 2009).

 

Náo se deve estudar filosofia por autores? Mas´isso é segmentar, fragmentar o pensamento de um autor. Se escolhemos o tema cosmologia e só estudarmos em Platão a cosmologia e nada mais, ficamos a conhecer a divisão platónica em três mundos - o do Mesmo (acima do céu visível), o do Semelhante (céu visível) e o do Outro (Terra, mundo sensível) - mas ficamos, provavelmente, a ignorar a teoria de Platão exposta no Crátilo, das palavras como «pinturas» das ideias, a teoria das três partes da alma (nous, tymus e epitimia) e a teoria dos três estratos sociais da pólis (filósofos-reis, guerreiros e população em geral). Logo, carecemos de uma perspectiva holística sobre cada autor, perspectiva que é, deveras, importante.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras.

 

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Terça-feira, 16 de Setembro de 2014
Equívocos de Ferrater Mora sobre el idealismo de Kant

En su célebre Diccionario de Filosofía, José Ferrater Mora comete errores al tratar del tema idealismo. Escribe:

 

«En el centro del pensamiento idealista se encuentra Kant. Éste rechaza el idealismo problemático de Descartes y el idealismo dogmático de Berkeley, si bien encuentra el primero más justificado que el segundo. Pero el rechazo de estas formas de idealismo no le impide formular su proprio idealismo, el único que estima aceptable: el idealismo trascendental. Éste consiste en poner de relieve la función de lo «puesto» en el conocimento. El idealismo trascendental (o formal) kantiano se distingue, pues, de lo que Kant llama "idealismo material" en lo que no es incompatible con el "realismo empírico", antes bien alcanza a justificar este último. No se afirma, por tanto, que los objectos externos no existen o que su existencia es problemática; se afirma únicamente que la existencia de los objetos externos no es cognoscible mediante percepción inmediata. El idealismo trascendental kantiano no funda el conocimiento en lo dado (VÉASE), sino que, en todo caso, hace de lo dado una función de lo puesto.»

(José Ferrater Mora, Diccionario de Filosofía, Ariel, Tomo II, E-J, pag. 1737; la negrita es destacada por nosotros)

 

Al contrario de lo que sostiene Ferrater Mora, el idealismo de Kant es un idealismo material, absolutamente lo mismo que el de Berkeley, en esencia. Hay diferencias inesenciales, por supuesto: Kant habla de categorías del entendimiento, de espacio y tiempo como formas a priori de la sensibilidad, es decir, modos irreales de los seres irreales (fenomenos) pero Berkeley sostiene, al igual, que el espacio y el tiempo no son objetivos, reales en sí mismos. Y ésto es tan claro como para percibir el siguiente texto de Kant :

 

«De hecho, la materia, cuya unidad con el alma plantea grandes dificultades, no es más que una forma simple o un  simple modo de representación de un objeto desconocido, formado por esa intuición que llamamos sentido externo. Por lo tanto, debe haber algo fuera de nosotros a lo que corresponde el fenómeno que llamamos materia ". (Immanuel Kant, Crítica de la razón pura, edición portuguesa, Fundación Calouste Gulbenkianpáginas 361-362, nota de pie de página; el destaque en negrita es puesto por mí)

 

Y aún escribió Kant:

 

«Debemos sin embargo recordar que los cuerpos no son objetos en sí mismos, que están presentes a nosotros, sino una simple manifestación fenoménica, quién sabe de qué objeto desconocido ... que por lo tanto no es el movimiento de la materia lo que produce en nosotros, representaciones, sino que él mismo (y por lo tanto también la materia que se vuelve cognoscible) es mera representación ... "(Kant, Crítica de la razón pura,  Fundación Calouste Gulbenkian, Lisboa, pp 363-364 Nota de pie de página;  la negrita es puesta  por mí). .

 

Resulta claro que la materia y el movimiento no existen fuera de nosotros, más allá de nuestra percepción sensible. No son más que "ideas", sensaciones. El númeno (Díos, alma, libertad, mundo como totalidad, etc) no es hecho de materia. No hay árboles-númenos, ni montañas-númenos, ni hierro-númeno, ni piedra-númeno. El hierro, la piedra, el árbol de madera y hojas son fenómenos, estan dentro del espacio (subjetivo) inventado por el hombre, no son sino representaciones en nosotros de un «objeto desconocido» no material, es decir, espiritual, metafísico.

 

Por tanto, el idealismo de Kant es justo lo mismo que el de Berkeley, ya que ambos dicen que la materia es representación (sensación o ideia subjetiva). Pero esto no es comprendido por la comunidad académica, desde Karl Popper hasta Saul Kripke y Heidegger, desde Husserl hasta Ferrater Mora y Olavo de Carvalho, comunidad que puede considerarse «burra», necia por su incapacidad de percibir la leyes de la analogía y del uno en el marco de las filosofías de Berkeley y Kant.

 

Berkeley dijo que «ser es ser percebido» y Kant sostuvo que «ser fenómeno, es decir, casa, árbol, cuerpo humano, etc, es ser percibido».

 

Kant lo comprendió, sí, pero se burló de Berkeley imitandole en su idealismo, añadindo a éste conceptos como formas a priori, categorías, trascendental, etc., aunque ridicularizando al filósofo irlandés al que calificó de idealista dogmático. Pero Kant era tan  idealista dogmático como Berkeley. El término idealismo trascendental no se opone como contrario a idealismo material: trascendental es el contrario de empirico, mienta el a priori, mienta que hay un idealismo material que habla de conocimentos innatos como los triangulos, círculos, números, como es el caso de Kant.

 

Kant fue deshonesto respecto a Berkeley quien es el verdadero creador del idealismo moderno material. Lo que Kant llama de "realismo empirico" no es más que idealismo material: la expresión «realismo empírico» mienta que los sentidos perciben como reales los cuerpos físicos a pesar de que no lo son, es decir, el entendimiento sabe que esos objetos son meras construciones de las categorías y de la sensibilidad con el espacio y el tiempo subjetivos y la imaginación. Pero Ferrater Mora y la generalidad de los académicos no han comprendido el significado de «realismo empírico» como falso realismo.

 

 

 

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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014
Os graus 13º de Leão e 21º-23º de Balança e mortes de primeiros-ministros em Portugal

 

 

O grau 13 do signo de Leão liga-se a, pelo menos, duas mortes de primeiros-ministros em Portugal. E dentro em breve, de 15 a 20 de Setembro de 2014, Júpiter estará no grau 13º  de Leão...

«A indução é insuficiente porque, em cada ano, o Sol ou um planeta passam no grau 13 de Leão 7 ou 10 dias e não morre nenhum primeiro-ministro» - gritam os discípulos de Karl Popper. Certo. Mas corrijamos os popperianos: a indução de uma lei parcelar é, de facto insuficiente, porque apresenta sempre excepções mas a indução de todas as leis possíveis produtoras de um acontecimento não comporta excepção alguma porque a predestinação com base no determinismo existe.

 

 

 GRAU 13 DO SIGNO DE LEÃO E GRAUS 21º-23º DO SIGNO DE BALANÇA:

AS MORTES DOS PRIMEIROS-MINISTROS ANTÓNIO MARIA BAPTISTA, EM 1920, E FRANCISCO SÁ CARNEIRO, EM 1980

 

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua em 13º  do signo de Leão (isto é: grau 133 da eclíptica, em longitude) é condição necessária mas insuficiente para suscitar a morte de um primeiro-ministro ou a demissão de governante em Portugal. Também a passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua em 21º-23º  do signo de Balança (isto é: graus 201 a 203 da eclíptica, em longitude) é condição necessária mas insuficiente para provocar a morte de um primeiro-ministro ou a demissão de governante em Portugal.

 

Em 6 de Junho de 1920, com Júpiter em 13º 35´/ 13º 45´ do signo de Leão, Marte em 21º 25´/ 21º 29´  de Balança,o coronel António Maria Baptista, chefe do governo português, morre de ataque do coração em pleno conselho de ministros em Lisboa; em 4 de Dezembro de 1980, com Nodo Norte da Lua em 13º 4´/ 12º 53´ do signo de Leão, Plutão em 23º 31´/ 23º 33´ do signo de Balança, morrem o primeiro-ministro de Portugal Francisco Sá Carneiro, o ministro da Defesa  Adelino Amaro da Costa , e cinco outras pessoas ao despenhar-se sobre uma casa, em Camarate, o avião Cessna em que viajavam rumo ao Porto, em virtude da explosão de uma bomba a bordo colocada por Sinan Lee Rodrigues, extremidade do braço conspiratório assassino da CIA e de militares portugueses que se apoderaram de grandes quantias do Fundo de Defesa do Ultramar que o ministro Amaro da Costa investigava.

 

Próximas datas em que haverá a passagem do Sol ou de um planeta no grau 13 de Leão são: de 15 a 20 de Setembro de 2014 (Júpiter). Ora, de 17 a 20 de Setembro de 2014, Vénus estará em 21º-23º de Balança, preenchendo uma segunda condição - ainda insuficiente - para a morte ou demissão de um primeiro-ministro português.

 

Uma lei isolada é concausa deste género de acontecimentos: não basta por si mesma, tem de conjugar-se com outras. Não esqueçamos que de 12 ou 12 anos Júpiter passa alguns dias no grau 13 do signo de Leão e isso não acarreta, em regra, a morte de um governante português. Por exemplo, de 10 de Novembro a 19 de Dezembro de 1990 e de 23 a 29 de Junho de 1991 Júpiter esteve em 13º de Leão.

 

 

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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2014
Marte em 0º-5º de Sagitário: evasão ou morte de reclusos em Portugal em 13-22 de Setembro de 2014?

 

 

As fugas de reclusos em estabelecimentos prisionais estão predestinadas, como todos os outros acontecimentos físicos e sociais. De 12 a 22 de Setembro de 2014, Marte viajará do grau 29º no signo de Escorpião e na área 0º-5º de Ságitário, activando uma das  leis que presidem às evasões, suicídios ou homicídios de reclusos de prisões em Portugal.

 

 

ÁREA 29º DE ESCORPIÃO E 0º-5º  DE SAGITÁRIO:

EVASÃO, SUICÍDIO OU HOMICÍDIO DE RECLUSO EM ESTABELECIMENTO PRISIONAL

 

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área 29º de Escorpião  0º-5º de Sagitário  (isto é: graus 239-245º da eclíptica, em longitude) é condição necessária mas insuficiente para desencadear evasão, suicídio  de reclusos em um estabelecimento prisional português.

 

Em 3 de Maio de 1919, com nodo norte da Lua em 3º  56´/ 3º 57´ do signo de Sagitário, os presos do Limoeiro, em Lisboa, lançam fogo à cadeia e evadem-se; em 23 de Novembro de 1923, com Júpiter em 29º 37º / 29º 50´ do signo de Escorpião e Sol de  29º 40´do signo de Escorpião a 0º 40´do signo de Sagitário, ocorre a evasão, da fortaleza de S. Julião da Barra, de 10 presos que há 5 meses ali permaneciam sem acusação formal; em 3 de Janeiro de 1960, com Vénus em 0º 47´/ 1º  57´do signo de Sagitário,10 funcionários do PCP, entre os quais Álvaro Cunhal e Francisco Martins Rodrigues, evadem-se, com a ajuda de um soldado da GNR, do forte-prisão de Peniche; em 4 de Dezembro de 1961, com Vénus em 28º 33´ /29º 48´ do signo de Escorpião, Mercúrio em 4º 46´ / 6º 20´ do signo de Sagitário , 8 membros do PCP, entre os quais Francisco Miguel e José Magro, evadem-se do forte-prisão de Caxias, rebentando o portão no carro blindado de Salazar; em 29 de Junho de 1975, com Nodo norte da Lua em 0º 22´/ 0º 17´ do signo de Sagitário , 89 agentes da extinta PIDE-DGS fogem da prisão de Alcoentre; de 20 a 25 de Setembro de 1984, com Nodo sul da Lua em 29º 36´/ 28º 53´ do signo de Escorpião, perturbações flagelam o sistema prisional português, com o lançamento de uma granada, pelas FP-25, no dia 20, sobre um jardim da Penitenciária de Coimbra e a evasão de 7 presos, no dia 25, da cadeia de Beja, após agredirem um guarda; em 3 de Dezembro de 1985, com Mercúrio em 1º 32´/ 0º 37´ de Sagitário e Saturno em 1º 53´/ 2º 0´ do signo de Sagitário, dá-se a evasão de 6 presos do Estabelecimento Prisional de Faro; em 2 de Fevereiro de 1986, com Marte de 29º 50´de Escorpião e 0º 26´ do signo de Sagitário, um recluso assassina outro à facada na cadeia de Monsanto; em 27 de Julho de 1986, com Saturno em 3º  10´/ 3º 9´ do signo de Sagitário, evadem-se da prisão de Pinheiro da Cruz, Grândola, 6 cadastrados entre os quais os irmãos Cavaco, que assassinam a tiro 3 guardas prisionais; em 18 de Setembro de 1993, com nodo norte da Lua em 5º 39´/ 5º 34´ do signo de Sagitário, ocorre a fuga de 3 reclusos do Estabelecimento Prisional de Braga; em 6 de Fevereiro de 1994, com nodo norte da Lua em 29º 55´/ 29º 51´ do signo de Escorpião, cinco reclusos evadem-se do Estabelecimento Prisional de Guimarães; em 19 de Dezembro de 1995, com Plutão em 1º  29´ /1º 32´ do signo de Sagitário, um preso suicida-se por enforcamento na cadeia de Linhó; em 3 de Fevereiro de 1996, com Plutão em 2º 48´/ 2º 49´ do signo de Sagitário, um recluso aparece morto na sua cela no Estabelecimento Prisional de Leiria.

 

Conjugando com outras leis, será até possível prever com exactidão o dia e o estabelecimento prisional português em que se dará a suposta evasão de reclusos. A astrologia histórica que desenvolvo é uma ciência muito séria, que paira acima da vulgar estupidez universitária popperiana anti-astrologia e acima das especulações dos astrofísicos da teoria das cordas, das 10 ou 30 dimensões do universo.

 

Próximas datas em que haverá a passagem do Sol ou de um planeta na área 29º de Escorpião e 0º-5º  de Sagitário são: de 12 a 22 de Setembro de 2014 (Marte); de 15 a 21 de Novembro de 2014 (Vénus); de 21 a 28 de Novembro de 2014 (Sol); de 27 de Novembro a 1 de Dezembro de 2014 (Mercúrio).

  

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras.

 

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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2014
Ignorância de Olavo de Carvalho sobre Astrologia Histórico-Social

 

 

Olavo de Carvalho (Campinas, Brasil, 29 de Abril de 1947) é um jornalista, conferencista e filósofo brasileiro, católico de direita, anticomunista, adversário da globalização e da elite global (Trilateral, grupo de Bilderberg, maçonaria Skull and Bones, etc) que dita a política, a cultura e a economia mundial. A sua posição teórica sobre astrologia foi exposta em uma entrevista a Roberta Tórtora «Um acerto de contas com a astrologia» em Porto do Céu, Recife, Junho 2000, de que reproduzo o seguinte excerto:

 

«Entrevistadora -O Sr. não utiliza os planetas Urano, Netuno e Plutão em suas análises astrológicas. Acha impossível estabelecer um simbolismo correto para estes planetas?»

 

«Olavo de Carvalho- Não sei. Deixei este assunto de lado, porque achei que ele era mais um abacaxi. Se há alguém que não pode opinar sobre o assunto, este alguém sou eu. Não atendo para leitura de mapas há uns vinte anos, mas foi exatamente depois que deixei de trabalhar profissionalmente que comecei a estudar mesmo a astrologia. Se você está em dúvida a respeito de tudo e mexendo nos pilares de uma ciência, não tem como trabalhar com ela no campo da prática diária. Não dá para desmontar um carro e andar nele ao mesmo tempo. O questionamento teórico da Astrologia é muito profundo. Não utilizei Urano, Netuno e Plutão porque percebi que isto me colocava perguntas muito mais complicadas do que aquelas com que eu estava lidando, utilizando apenas os sete planetinhas. »

 

Se abandonasse teses da astrologia tradicional do tipo «O Sol rege o signo de Leão, Mercúrio rege os signos de Gémeos e Virgem» e investigasse exaustivamente os factos histórico-sociais como nós o fizemos durante três décadas, Olavo não defenderia a tese errónea e paralisante de que «se você está em dúvida a respeito de tudo e mexendo nos pilares de uma ciência, não tem como trabalhar com ela no campo da prática diária». É justamente o contrário que se deve fazer: as ciências rectificam-se através da investigação de factos empíricos novos, mesmo que os seus pilares desabem em parte ou no todo, e sem essa revolução teórico-prática estagnam e constituem um depósito de erros.

 

Olavo de Carvalho ignora, certamente, a teoria da identificação política, geográfica, económica, religiosa das pequenas áreas do Zodíaco  (2º-7º graus) e de áreas médias (10º-30º graus) que há 13 anos expusemos no nosso livro «Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco», editado pela Estampa, em Lisboa, seguramente a maior descoberta na astrologia mundial, passe a imodéstia do autor. Olavo ignora, por exemplo, que a área 0º-7º do signo de Virgem é uma das que identifica o Brasil.

 

 

ÁREA 0º-7º DE VIRGEM:

BRASIL

 

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área  0º-7º do signo de Virgem (isto é: graus 150º a 157º da eclíptica, em longitude)  é condição necessária mas insuficiente para destacar o Brasil.

 

Em 15 de Novembro de 1989, com Saturno em 3º de Virgem, um pronunciamento militar chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca, no Rio de Janeiro, instaura a  república no Brasil; de 3 a 23 de Outubro de 1930, com Neptuno em 4º 37´/ 5º 12´ de Virgem, eclode e triunfa no Brasil, uma rebelião promovida pelas classes médias urbanas, coroada com a elevação de Getúlio Vargas a presidente da república e a derrota da oligarquia latifundiária dos coronéis; de 18 a 23 de Agosto de 1942, com Nodo Norte da Lua em 4º 16´/ 4º 14´ do signo de Virgem, o Brasil imerge no «vulcão» da II Guerra Mundial com o torpedeamento de 5 navios brasileiros por submarinos alemães e a morte de 652 pessoas, nos dias 18 e 19, e a declaração de guerra do Brasil à Alemanha, no dia 22; em 24 de Agosto de 1954, com Sol em 0º 17´/ 1º 15´ de Virgem, Mercúrio em 2º 29´/ 4º 25´ de Virgem, o presidente do Brasil, Getúlio Vargas, suicida-se; em 29 de Junho de 1958, com Plutão em 0º 20´/ 0º 21´ de Virgem, o Brasil sagra-se campeão do mundo em futebol sénior, ao vencer, na final, a Suécia, por 5-2; em 17 de Junho de 1962, com Plutão em 7º 44´de Virgem, o Brasil é, pela segunda vez, campeão do mundo em futebol sénior ao vencer, na final, a Checoslováquia por 3-1; de 31 de Março a 15 de Abril de 1964, com Úrano em 6º 42´/ 6º 15´  de Virgem, um pronunciamento das Forças Armadas brasileiras destitui o presidente esquerdista João Goulart, que tencionava fazer a reforma agrária, e instaura uma ditadura militar fascizante que faz eleger presidente da república, no dia 11, o general Humberto Castelo Branco; em 18 de Julho de 1967, com Vénus em 6º 23´/ 7º 0´ de Virgem, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, que organizava com o senador Daniel Krieger um movimento de resistência contra o endurecimento da ditadura militar no Brasil promovido pelo general Costa e Silva, morre vítima de atentado, em Fortaleza, quando o pequeno avião Piper Aztec PA 23 em que viajava é atingido na cauda por um caça T-33 da Força Aérea Brasileira e cai, havendo apenas um sobrevivente; em 21 de Junho de 1970, com Nodo Norte da Lua em 4º 56´/ 4º 51´ de Virgem, o Brasil torna-se tricampeão mundial de futebol sénior ao triunfar por 4-1, na final, frente à Itália; em 21 de Março de 1989, com Nodo Sul da Lua em 4º 51´/ 49´ de Virgem, um avião Boeing 707, da Transbrasil, cai sobre a favela Jardim do Ipanema na cidade de Guarulhos,  Grande São Paulo, onde vivem cerca de 40 000 pessoas pobres, perto do Aeroporto de Cumbica, incendeia-se e explode causando mais de 25 mortos e 200 feridos e destruição de casas; em 1 de Maio de 1994, com  Quirón em 2º 51´ de Virgem, o piloto de Fórmula 1 Ayrton Sena, de 34 anos, despista-se no circuito de Imola no Grande Prémio de San Marino, Itália, e morre; em 17 de Julho de 1994, com Vénus em 6º 27´ / 7º 34´ de Virgem, o Brasil sagra-se tetracampeão mundial em futebol sénior ao vencer, na final, a Itália por 3-2, em grandes penalidades, ao cabo de 120 minutos com 0-0; em 31 de Outubro de 1996, com Marte em 0º 23´/0º 56´ de Virgem, após descolar do aeroporto de Congonhas, no estado de São Paulo, um avião Fokker 100 despenha-se sobre o bairro residencial Villa Catarina, morrendo os 89 passageiros e os 6 tripulantes e resultando ainda dezenas de feridos; em 12 de Julho de 1998, com Nodo Norte da Lua em 2º 3´/ 2º 2´ de Virgem, a selecção de futebol sénior do Brasil é vencida por 0-3 pela da França, na final do Campeonato do Mundo, em Paris; em 30 de Agosto de 2002, com Marte em 0º 15´ /0º 53´ de Virgem, um avião Brasília da Ricco Linhas Aéreas cai no Acre, morrendo 23 pessoas.

 

Outro exemplo da significação detalhada de áreas do Zodíaco que o nosso conferencista de Campinas desconhece é o da área 11º-28º de Gémeos como veículo das ideias de Trindade e Tradicionalismo Católico. 

 

 

 

ÁREA 11º A 28º DO SIGNO DE GÉMEOS:

TRINDADE, SANTÍSSIMA TRINDADE, TRADICIONALISMO CATÓLICO

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área  11º-28º do signo de Virgem (isto é: graus 150º a 157º da eclíptica, em longitude) é condição necessária mas insuficiente para exaltar as ideias de Trindade, Santíssima Trindade e Tradicionalismo Católico.

 

Em 13 de Junho de 1929, com Mercúrio em 16º 12´ /15º 43´ de Gémeos e Sol em 21º 29´/22º 26´  de Gémeos, na capela da casa de religiosas de Tui, Espanha, a freira Lúcia dos Santos desfruta da visão da Santíssima Trindade e da Nossa Senhora de Fátima com o seu Imaculado Coração na mão esquerda; em 23 de Julho de 1945, com Úrano em 15º 54´/ 15º 57´de Gémeos, a mística católica Alexandrina Costa, prostrada desde há 21 anos no seu leito, com lesão na coluna, tem a visão da Santíssima Trindade, em Balasar, Póvoa de Varzim; em 31 de Maio de 1962, com Mercúrio em 19º 37´/ 19º 16´  de Gémeos, as ilhas de Trindade e Tobago deixam de ser membros da Organização de Estados Americanos; em 4 de Junho de 1974, com Sol em 13º 0´/ 13º 58´  de Gémeos, Nodo Sul da Lua em  19º 24´ de Gémeos, dois operários agrícolas, Cesário Luciano e Joaquim Matos, morrem na freguesia de Trindade, Beja, sul de Portugal, ao virar-se a ceifeira-debulhadora em que trabalham; em 14 de Setembro de 1985, com Quirón em 14º 38´/ 14º 39´ de Gémeos, é lançada à água, dos estaleiros de Vila do Conde, a nau Trinitá (Trindade) réplica perfeita da nau homónima do navegador do século XVI Fernão de Magalhães, para participar num filme de António Vilar; em 5 de Julho de 1996, com Vénus em 11º 55´/ 12º 2´ de Gémeos, Marte em 15º 47´/ 16º 29´de Gémeos, um comboio galga a plataforma da estação da Trindade, na cidade do Porto, causando um morto e cinco feridos.

 

Em 14 de Setembro de 1905, com Plutão em 22º 45´ de Gémeos, nasce, na Lorena, França, o padre Michel Colllin, místico, que se fará coroar papa após a morte de João XXIII;  em 29 de Novembro de 1905, com Plutão em 22º 1´/22º 0´  de Gémeos, nasce em Turcoing, França, o arcebispo Marcel Lefébvre, fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que mantém a missa católica tridentina, de comunhão de joelhos e na língua e se opõe ao modernismo; em 25 de Agosto de 1910, com Plutão em 27º 44´ / 27º 45´ de Gémeos, o papa Pio X condena as teses do modernismo democrata-cristão de Marc Sangnier e do jornal francês Le Sillon; em 23 de Abril de 1946, com Nodo Norte da Lua em 21º 52´/ 21º 54´ de Gémeos, nasce, em Sevilha, Clemente Dominguez y Gómez, papa da pequena igreja tradicionalista católica de El Palmar de Troya, Utrera, Sevilha, cego a partir de 1976; em 27 de Agosto de 1953, com Júpiter em 22º 47´/ 22º 55´ de Gémeos,  é assinada a Concordata entre a Santa Sé e o Estado espanhol de Francisco Franco, que outorga privilégios ao catolicismo tradicional como religião oficial; em 9 de Junho de 1963, com Sol em 17º 27´/ 18º 25´ de Gémeos, o padre Michel Collin que acusa a cúpula da igreja católica romana de estar minada pela maçonaria e pelo progressismo é coroado como papa Clemente XV, ante um reduzido número de fiéis tradicionalistas, em Cleméry, Lorena, França; em 24 de Junho de 1968, com Mercúrio em 24º 40´/ 24º 16´ de Gémeos, o religioso canadiano Jean Tremblay recebe, supostamente, de Jesus Cristo o encargo de ser papa da Igreja Católica Romana sucedendo a Clemente XV (Michel Collin) da Lorena; em 29 de Junho de 1988, com Vénus em 14º 33´ / 14º 21´ de Gémeos e Mercúrio em 18º 48´/ 19º 10´ de Gémeos,  o arcebispo francês Marcel Lefèbvre e o bispo brasileiro António de Castro Mayer consagram em Ecône, Suíça, cinco bispos tradicionalistas defensores da missa em latim de São Pio V, à revelia do Vaticano, o que levará o papa João Paulo II a produzir excomunhões sobre eles, dois dias depois, canonicamente incorrectas, segundo alguns; em 25 de Março de 1991, com Marte em 25º 17´/ 25º 47´ de Gémeos, morre o arcebispo francês tradicionalista Marcel Lefébvre.

 

É certo que o meu livro «Sincronismos, Cabala e Graus do Zodíaco», superior, na substancialidade do saber, às obras astrológicas de Fernando Pessoa e André Barbault, ao «Ser e Tempo» de Heidegger, a «Nome e necessidade» de Saul Kripke e à generalidade das teses de doutoramento de filosofia, sociologia, astrofísica e história aprovadas nas universidades de Portugal, Brasil e resto do mundo, foi cuidadosamente ignorado pela grande imprensa como convinha à elite global e aos vaidosos académicos néscios em matéria de astrologia. Mas Olavo devia conhecê-lo, uma vez que foi publicado em língua portuguesa e alcançou o mercado brasileiro.

 

  

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras.

 

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2014
Questioning Hessen: apriorism is an intermediate between rationalism and empiricism?

 

 

In his famous treatise "Theory of Knowledge"the  German philosopher J. Hessen wrote:

 

"The history of philosophy has a second attempt to mediate between rationalism and empiricism: apriorism. This last one also considers the experience and thought as sources of knowledge. But apriorism defines the relationship between experience and thought in a sense directly opposed to intellectualism. As the name apriorism says, our knowledge has, in this sense of direction, elements a priori, independent of experience. This was also the view of rationalism. But as this one considered a priori factors as contents, as perfect concepts for apriorism these factors are of a formal nature. They are not content, but forms of knowledge. These forrms receive the contents from the experience, and in this apriorism separates from rationalism and approaches to empiricism"(J.Hessen, Theory of Knowledge, Espasa Calpe Argentina, Buenos Aires-Mexico, Third Edition, 1944, p. 52 , as highlighted in bold is placed by us).

 

Hessen is wrong, like the generality of specialists in epistemology. There is no distinction between nativist rationalism and  apriorism to the extent that the last is a modality of the second: the theory that man at birth already has innate ideas (nativism) is a substantial apriorism. There is no distinction between empiricism and formal apriorism to the extent that the first is incorporated in the second: almost all empiricists are formal apriorists since argue that there are formal structures a priori as the organs of sense and reason but destitute of contents.

 

Kant's theory is a substantial apriorism, since the ideas or concepts of necessity, unity, plurality, triangle, circle, numbers one, two, three, etc. are innate, and exist in sensitivity (shapes and numbers) as is in the understanding a priori (categories: unity, plurality, necessity, divisibility, etc.). And it is a rationalism because holds that reason, in its lowest form of understanding, is the main, but not exclusive, constructor of knowledge.

 

Apriorism has his contrary in aposteriorism: both they belong to the genus «temporalizre».  It  is not opposed to rationalism or empiricism: both of these ones belong to the genus «origin of knowledge». Hessen missed, the same as Kant, a true dialectical thinking.

 

 

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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2014
Cuestionar a Hessen: ¿apriorismo es un intermedio entre racionalismo y empirismo?

En su célebre tratado «Teoría del conocimiento» el filósofo alemán J. Hessen escribió:

 

«La historia de la filosofía presenta un segundo intento de mediación entre el racionalismo y el empirismo: el apriorismo. También este considera la experiencia y el  pensamiento como fuentes del conocimiento. Pero el apriorismo  define la relación entre la experiencia y el pensamiento en un sentido directamente opuesto al intelectualismo. Como ya dice el nombre de apriorismo, nuestro conocimiento presenta, en sentir de esta dirección, elementos a priori, independientes de la experiencia. Esta era también la opinión del racionalismo. Pero mientras éste consideraba los factores a priori como contenidos, como conceptos perfectos, para el apriorismo estos factores son de naturaleza formal. No son contenidos, sino formas del conocimiento. Estas forrmas reciben el contenido de la experiencia, y en esto el apriorismo se separa del racionalismo y se acerca al empirismo»(J.Hessen, Teoría del conocimiento, Espasa Calpe Argentina, Buenos Aires-México, Tercera Edición, 1944, pág. 52; lo destaque en negrito es colocado por nosotros).

 

Hessen está equivocado, al igual que la generalidad de los especialistas en gnoseología . No hay distinción entre racionalismo innatista y apriorismo en la medida que el primero es una modalid del segundo: la teoría que dice que al nacer el hombre ya posee ideas  innatas (innatismo) es un apriorismo sustancial. No hay distinción entre emprismo y apriorismo formal en la medida que el primer se incorpora en el segundo: practicamente todos los empiristas son aprioristas formales, puesto que sostienen que hay estructuras formales a priori como los organos de los sentidos y la razón aunque destituídos de contenidos.

 

La teoría de Kant es un apriorismo sustancial, puesto que las ideas o conceptos de necesidad, unidad, pluralidad,  triângulo, círculo, números un, dos, tres, etc. son innatas, ya existen sea en la sensibilidad (formas y números) sea en el entendimiento a priori (categorías: unidad, pluralidad, necesidad, divisibilidad, etc.) Y es un racionalismo porque sostiene que la razón, bajo su forma  inferior de entendimiento , es el principal, pero no exclusivo, constructor de conocimiento.

 

Apriorismo se opone a aposteriorismo. No se opone a racionalismo ni a empirismo. A Hessen le falta, como a Kant faltó, un verdadero pensamiento dialéctico.

 

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