Quinta-feira, 28 de Agosto de 2014
Cuestionar a Hessen: ¿Subjetivismo, pragmatismo y relativismo son escepticismo?

 En su célebre tratado «Teoría del conocimiento» el filósofo alemán J. Hessen plantea las corrientes de gnoseología bajo cierta confusión. Escribió:

 

«El subjetivismo, el relativismo y el pragmatismo son, en el fondo escepticismo. La antítesis de éste es, como hemos visto, el dogmatismo. Pero hay una tercera posición, que resolvería la antítesis en una síntesis. Esta posición intermedia entre el dogmatismo y un escepticismo se llama el criticismo (...) El criticismo comparte con el dogmatismo la fundamental confianza en la razón humana. El criticismo está convencido de que es posible el conocimiento, de que hay una verdad.» (J.Hessen, Teoría del conocimiento, Espasa Calpe Argentina, Buenos Aires-México, Tercera Edición, 1944, pág. 49; lo destacado en negrito es de mí labor).

 

Nadie consiguió discernir los errores conceptuales de Hessen en este passaje. El subjectivismo, doctrina según la cual la verdad es subjetiva, íntima, propria de un solo indivíduo, variable de persona a persona es un dogmatismo: tiene la certeza de que la verdad se circunscribe a cada persona y no es para nada objetiva, común. Es cierto que el subjetivismo para constituirse empleó el escepticismo - «Tengo dudas de que hay una verdad común y universal sobre lo que sea» - pero se assentó como um dogmatismo. Subjetivismo pertenece al género dogmatismo y no al género escepticismo porque afirma una certeza: la verdad es individualizada, variable según cada persona.

 

En modo similar, relativismo, doctrina según la cual la verdad es relativa, es decir, variable con las clases y grupos sociales, países, épocas, etc., - por ejemplo: «Díos es uno y trino para los cristiano», «Díos es solo uno y único para los musulmánes», «Díos es un espejismo para los ateos», «Díos es varios diosos diferentes para los hindús»- es un dogmatismo flexible, policentrico

 

En modo similar, pragmatismo, doctrina según la cuál la verdad se halla en las cosas visibles y tangibles, empiricamente demostrables y útiles, despreciando la metafísica y los ideales inalcançables - ejemplo, «soy pragmático, estaba enamorado de una chica locutora de televisión, muy deseada por millones de hombres, pero voy a casarme con la chica de una tienda de mi barrio, mucho más assequible que la locutora que, para mí, es inalcançable»»- es un dogmatismo, a veces combinado con algún escepticismo.

 

Hessen escribe sin la suficiente claridad:

 

« En la cuestión de la possibilidad de conocimiento, el criticismo es la única posición justa. Pero esto no significa que sea preciso admitir la filosofía kantiana. Es menester distinguir entre el criticismo como método y el criticismo como sistema. En Kant el criticismo significa ambas cosas: no sólo el método del que el filósofo se sirve y que se opone al dogmatismo y al escepticismo, sino también el resultado determinado a que llega con la ayuda de ese método.»

(J.Hessen, Teoría del conocimiento, Espasa Calpe Argentina, Buenos Aires-México, Tercera Edición, 1944, pág. 50; lo destacado en negrito es de mí labor).

 

Hessen postula que el criticismo es un  término medio entre dogmatismo y escepticismo. Pero no existe ese intermedio. Dogmatismo es como ser y cepticismo es como no ser, no hay mediación entre los dos: o crees en algp o no te lo crees. Cási todo es dogmatismo: el criticismo de Kant es un dogmatismo, puesto que asegura que el espacio y el tiempo son subjetivos, esto es, formas a priori de la sensibilidad y que el entendimiento se compone de 12 categorías o conceptos puros (unidad, pluralidad, totalidad, realidad, limitación, negación, etc.) y que la razón, sin conocimiento, prescruta el mundo incognoscible de los númenos (Díos, alma, libertad, mundo como totalidad). 

 

Hessen siguió erróneamente a Kant al postular la tríada dogmatismo-escepticismo-criticismo y la tríada racionalismo-empirismo-criticismo. El criticismo no es ninguna tercera posición autónoma, sino una modalidad del dogmatismo: el dogmatismo crítico sostenido por muchos filósofos desde la Antiguedad clásica. Por ejemplo, la teoría de Demócrito de que las cosas se componem de átomos indivisibles e invisibles rodando en el vacío ya era un criticismo, un dogmatismo crítico, un realismo crítico.

 

Kant cometió también una falacia al pretender situar el criticismo entre el racionalismo y el empirismo. Criticismo es idealismo crítico y está, sin duda, en una esfera diferente de la que se basa en la dicotomía racionalismo-idealismo y esta es la esfera gnoseológica. Criticismo/ Idealismo crítico está en la esfera ontológica, del ser, y no meramente en la gnoseológica, del modo de conocer,

 

 

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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014
A visão islâmica sobre o vínculo entre o sistema bancário e o negócio da droga

 

Em «Técnica do Coup de Banque» o teólogo islâmico Shayj Abdalqadir As-Sufi desmonta o processo de formação do moderno sistema bancário capitalista, a partir do século XIX, que através do papel-moeda e dos empréstimos geradores de «dívida pública» criou uma minoria ínfima de milionários que controla os Estados, os povos e o mundo inteiro. Escreve:

 

« Uma nova e moderna dimensão da evolução da banca é a relação que se dá entre a banca mundial e a indústria ilegal da droga. Apesar de saber que as drogas duras matam menos que o alcool e o tabaco, e apesar de que é sabido que estas mortes dependem em grande medida da adulteração que se faz do produto por causa das pressões comerciais, os governantes democráticos persistem em declarar a sua ilegitimidade apesar de se haver provado que se estas mesmas drogas estivessem livres das valorações mercantis o resultado seria a venda de artigos não adulterados e a quase completa eliminação das mortes causadas pelos aditivos químicos. A indústria da droga ocupa, junto com a das armas, o primeiro lugar na produção de riqueza do sistema kafir (nota: o não crente em Alah, o que oculta ou tapa a verdade). Por isso, uma vez mais, e ajudados pelos seus bem pagos  peritos em relações públicas, os banqueiros inventaram uma terminologia financeira com a que se quer sugerir que a sua participação na indústria da droga é absolutamente inocente e se deve unicamente às astutas artimanhas dos produtores das mesmas. O termo que inventaram é «branqueamento de dinheiro». Dizer isto supõe uma dupla ironia porque  se sugere temerariamente que o resto do sistema monetário está limpo e livre de qualquer mancha. É absolutamente impossível conceber que nos bancos do mundo se possa guardar, administrar, transferir e investir a riqueza dos  barões da droga estando ao mesmo tempo sumidos em um estado de total ignorância. É igualmente insustentável pensar que os milhares de milhões gerados por este comércio, socialmente falando, permanecem fora do sistema bancário guardados em sacos de papel castanho debaixo dos colchões das camas dos chefes dos cartéis da droga.» (Shayj Abdalqadir As-Sufi, Técnica del Coup de Banque, Editorial Kutubia, Comunidad Islâmica en España, Granada, 2003, pág.128-129; o destaque a negrito é posto por mim)..

 

Verificamos pois que os poderes que dominam a chamada «sociedade aberta» que Karl Popper exaltava - a democracia liberal de tipo ocidental - são corruptos e estão vinculados ao tráfico de droga que, aparentemente, combatem. A solução  deste sequestro das democracias pelo capitalismo financeiro, segundo o teólogo islâmico, inclui a retirada do dinheiro dos bancos e a sua conversão em moedas ou barras de oiro e prata.

 

O predomínio absoluto e exclusivo do dinheiro de metal impedirá que o sistema informático dos bancos fabrique, a partir do nada, números de empréstimos, juros e dívidas que, sem corresponderem a riqueza real existente nos bancos e na economia real, escravizam e defraudam os clientes, Estados incluídos. O que é a intervenção do chamado Fundo de Garantia Bancária e do Banco de Portugal no arruinado e fraudulento Banco Espírito Santo, em Agosto de 2014, senão uma defesa dos banqueiros e não dos consumidores que pagam a factura das patifarias de Ricardo Salgado, cúmplices e familiares?

 

Rejeitando o "terrorismo islâmico" dos waabitas (seita do Islão sunita financiada pela Arábia Saudita) tipo Osama Ben Laden, o teórico Shayj Abdalqadir As-Sufi rejeita igualmente a união dos islâmicos com os judeus e os cristãos, por considerar estes dois últimos povos autores e cúmplices do sistema bancário único multinacional. Critica os banqueiros cristãos e os principais banqueiros de Wall Street, de famílias de origem judaica, por terem financiado o partido Nazi de Hitler nos anos 30 e ajudado este a perpetrar o genoicídio de 6 milhões de judeus:

 

«Tal como estão as coisas, a união de cristãos e judeus é a que nos conduziu a esta situação desastrosa. Os judeus, exceptuando uma pequena minoria, abandonaram a sua religião e, tal como fizeram outrora, entregaram-se à adoração do bezerro de oiro nas suas cidades sagradas, Las Vegas e Hollywood.  Os cristãos já não crêem em nada. A sua destruição económica às mãos dos banqueiros era o mais apropriado depois da sua complacente colaboração no genoicídio. Uma análise mais profunda revela que a sua teologia, que jamais pôde recuperar da crítica racional que fez a Reforma, se viu reduzida ao circo mediático de gente sem cultura e ao culto do Papa. Sem o poder e a fúria da Inquisição e suas técnicas de tortura, é de toda a maneira impossível convencer milhões de pessoas de que o rito central da sua religião implica participar na antropofagia quotidiana da Missa. Esta incessante ingestão ritual de carne crua e de sangue (ou estão cozinhados?) é por si mesma um facto repulsivo, mas quando este rito se converte em garantia de redenção de uma vida pecadora, o intelecto deve protestar. Não há maneira de o Islão se poder unir a estas religiões em ruínas.»(Shayj Abdalqadir As-Sufi, Técnica del Coup de Banque, Editorial Kutubia, Comunidad Islâmica en España, Granada, 2003, páginas 144-145; o destaque a negrito é posto por mim).

 

 

 

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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014
Acidentes de guardas florestais na Astrologia Histórica

 

As acções relevantes, mortes e ferimentos de guardas florestais estão predestinadas. O movimento dos planetas na esfera celeste produz, segundo uma ordem, todos os acontecimentos que ocorrem no planeta Terra e em outros. Vejamos algumas das leis astronómicas geradoras de acções relevantes, morte ou ferimentos de guardas florestais.

 

ÁREA 25º-27º DE LEÃO:

ACIDENTES DE GUARDAS FLORESTAIS

 

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área 25º-27º do signo de Leão é condição necessária mas insuficiente para gerar acidentes, mortais ou não, com guardas florestais.

 

Em 28 de Setembro de 1983, com Vénus em 25º 55´/ 26º 21´ de Leão,  o guarda florestal Roy Sullivan, que entrara para o livro dos Recordes após ser atingido sete vezes por raios em seus 36 anos de carreira, comete suicídio, aos 71 anos, por um amor não correspondido; em 14 de Maio de 1995, com  Marte em 25º 0´/ 25º 24´ de Leão, Luís, que exercia funções de guarda de propriedade numa propriedade denominada Cancela Velha,  em Couço, sob ordens direcção e fiscalização do dono Abel, ao constatar a existência do incêndio na propriedade de sobreiros confinante com a do seu patrão dirige-se para o local conduzindo um tractor equipado com uma grade discos, pertencente à sua entidade patronal e procede à gradagem do terreno, procurando fazer aceiros, abrindo, assim um corta fogo, para evitar a propagação do incêndio às árvores da Cancela Velha, mas o tractor cai numa ribanceira esmagando o condutor que sofre arrancamento total pela raiz escapular do membro superior direito, esmagamento com afundamento da parede torácica direita e fractura da coluna cervical, as quais são causa directa e necessária da sua morte;em 6 de Novembro de 2011, com Marte em 27º 21´/ 27º 52´ de Leão, a 200 metros do hotel de luxo Makweti Safari Lodge, nas colinas de Waterberg,.um elefante esmaga o guarda-florestal Tavus Momberg, de 29 anos, que estava na selva para fazer fotografias dos animais em uma reserva de luxo no norte da África do Sul;

 

Alguns dos próximos dias em que o Sol ou um planeta transita a área 25º-27º do signo de Leão são: 13-14 de Agosto de 2014 (Mercúrio); 18-21 de Agosto de 2014 (Sol); 1-4 de Setembro de 2014 (Vénus).

 

ÁREA 27º-28º DO SIGNO DE BALANÇA:

ACIDENTES DE GUARDAS FLORESTAIS

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área 27º-28º do signo de Balança é condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de morte ou acidente de guarda florestal.

 

Em 28 de Setembro de 1983, com  Plutão em 28º 28´/ 28º 30´ de Balança, o guarda florestal Roy Sullivan, que entrara para o livro dos Recordes após ser atingido sete vezes por raios em seus 36 anos de carreira, comete suicídio, nos EUA, aos 71 anos, por um amor não correspondido; em 3 de Junho de 2014, com  Nodo Norte da Lua em 27º 19´/ 27º 14´ de Balança, um guarda florestal é mordido por uma vespa, no concelho de Serpa, o que lhe causa vómitos e febre alta.

 

Alguns dos próximos dias em que o Sol ou um planeta passa a área 27º-28º de Balança são: em 23-26 de Setembro de 2014 (Mercúrio); em 20-22 de Outubro de 2014 (Sol); em  21-23 de Outubro de 2014 (Vénus).

 

ÁREA 5º-7º DE ESCORPIÃO:

ACIDENTES DE GUARDAS FLORESTAIS, EXTERMÍNIO DE ESPÉCIES PROTEGIDAS

 

 

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área 5º-7º do signo de Escorpião é condição necessária mas não suficiente para a ocorrência de morte ou acidente de guarda florestal 

 

Em 14 de Maio de 1995, com Nodo Norte da Lua em 5º 35´ de Escorpião, Luís, que exercia funções de guarda de propriedade numa propriedade denominada Cancela Velha,  em Couço, sob ordens direcção e fiscalização do dono Abel, ao constatar a existência do incêndio na propriedade de sobreiros confinante com a do seu patrão dirige-se para o local conduzindo um tractor equipado com uma grade discos, pertencente à sua entidade patronal e procede à gradagem do terreno, procurando fazer aceiros, abrindo, assim um corta fogo, para evitar a propagação do incêndio às árvores da Cancela Velha, mas o tractor cai numa ribanceira esmagando o condutor que sofre arrancamento total pela raiz escapular do membro superior direito, esmagamento com afundamento da parede torácica direita e fractura da coluna cervical, as quais são causa directa e necessária da sua morte; ouro; em 1 de Dezembro de 2012, com Saturno em 6º 37´/ 43´ de Escorpião,  no Parque Nacional Mount Rainier, 129 km a sudeste de Seattle,nos EUA., a guarda florestal Margaret Anderson, de 34 anos, mãe de duas crianças pequenas e esposa de outro guarda florestal, é assassinada a tiro, após mandar parar uma viatura, pelo condutor,  Benjamin Barnes, de 24 anos, veterano de guerra no Iraque, que foge a pé; em 18 de Dezembro de 2013, com Nodo Norte da Lua em 6º 41´/ 6º 31´ de Escorpião,  o cadáver de um lobo ibérico é encontrado, vítima de tiros de caçadeira disparados à queima-roupa, não deixando dúvidas sobre a intencionalidade deste crime, no concelho de Vila Nova de Paiva a sul do Rio Douro.

 

Alguns dos próximos dias em que um planeta ou Sol atravessarão a área 5º-7º de Escorpião são: em 8-9 de Agosto de 2014 (Marte); em 27-30 de Outubro de 2014 (Vénus); em 28-31 de Outubro de 2014 (Sol); em 12-14 de Novembro de 2014 (Mercúrio).

 

 

 

PLANETA OU NODO DA LUA NO PONTO 28º 0´/ 28º14´ DE QUALQUER SIGNO:

MORTE DE GUARDA FLORESTAL

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua no ponto 26º 0´/ 26º 14´ de qualquer signo do Zodíaco é condição necessária mas insuficiente para um incidente ou acidente, às vezes mortal, vitimando um guarda florestal.

 

Em 31 de Janeiro de 2002, com Nodo em 26º 16´/ 26º 9´ de Gémeos, perto de Mora (Évora), um guarda florestal da brigada sediada em Avis, distrito de Portalegre, é assassinado a tiro por um caçador, tendo o crime ocorrido quando o guarda estava a pedir a identificação ao caçador, antes do sol nascer, no decorrer de uma missão de fiscalização da caça em zona não ordenada; em 1 de Dezembro de 2012, com   Nodo Norte da Lua em 26º 3´/ 26º 1´ de Escorpião,  no Parque Nacional Mount Rainier, 129 km a sudeste de Seattle,nos EUA., a guarda florestal Margaret Anderson, de 34 anos, mãe de duas crianças pequenas e esposa de outro guarda florestal, é assassinada a tiro, após mandar parar uma viatura, pelo condutor,  Benjamin Barnes, de 24 anos, veterano de guerra no Iraque, que foge a pé.

 

Alguns dos próximos dias em que um planeta passará em 28º 0´/ 28º 14´ de qualquer signo são: em 31 de Agosto e 1 de Setembro de 2014 (Mercúrio); em 10-11 de Setembro de 2014 (Marte)

 
Convenhamos que estes cálculos astronómicos de acidentes historicamente identificados são muito mais interessantes e ricos em saber do que as aborrecidas e vácuas dissertações dos filósofos analíticos e outros lógicos de vistas curtas. As universidades, em particular , são dominadas por catedráticos dotados de um cretinismo atrozmente anti astrologia histórica. Esses ignorantes, com títulos de doutorados, mandam na televisão, nas revistas, nas editoras e congressos de filosofia, no mundo político-cultural institucional. A corrupção intelectual é geral, os sages ou sábios autênticos são marginalizados e censurados.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras.

 

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Mortes de bombeiros em incêndios e graus do Zodíaco

 

As mortes e ferimentos de bombeiros em combate a incêndios ou explosões no quartel estão predestinadas. O movimento dos planetas na esfera celeste produz, segundo uma ordem, todos os acontecimentos que ocorrem no planeta Terra e em outros. Vejamos algumas das leis astronómicas geradoras da morte ou ferimentos de bombeiros no teatro de fogo e não só.

 

ÁREA  26º-28º DE VIRGEM:

ACIDENTES NA COVILHÃ DE BOMBEIRO OU PILOTO DE AVIAÇÃO

 

 

 A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área 26º-28º do signo de Virgem contribui para a ocorrência de morte ou ferimentos de bombeiro ou piloto de avião.

 

Em 3 de Outubro de 2009, com Saturno em 26º 53´ / 27º 0´de Virgem, Marte em 22º 49´/ 23º 32´ de Caranguejo, um avião despenha-se durante um festival aéreo na Covilhã e os dois tripulantes do avião, o piloto e uma jornalista, sofrem ferimentos ligeiros; em 15 de Agosto de 2013, com  Vénus em 28º 2´/ 29º 14´ de Virgem, Marte em 21º 33´/ 22º 12´ de Caranguejo, Pedro Rodrigues, bombeiro da Covilhã, morre cercado pelas chamas no combate a um fogo florestal, em Coutada, no concelho da Covilhã.

 

Alguns dos próximos dias em que o Sol ou um planeta transita a área 26º-28º do signo de Virgem: 30-31 de Agosto e 1 de Setembro de 2014 (Mercúrio); 19-22 de Setembro de 2014 (Sol); 26-29 de Setembro de 2014 (Vénus).  

 

ÁREA 9º-10º DO SIGNO DE ESCORPIÃO:

MORTES DE BOMBEIROS

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua na área ´9º-10º do signo de Escorpião é condição necessária mas não suficiente para a  ocorrência de morte ou ferimentos de bombeiro em combate a fogos. 

 

Em 8 de Setembro de 1985, com Nodo Sul da Lua em 10º 48´ / 10º 47´ de Escorpião, pelas17 horas, um incêndio florestal no concelho de Taroucaenvolve e mata 14 bombeiros de Armamar; em 15 de Agosto de 2013, com Nodo Norte da Lua em 11º 13´/ 11º 12´ de Escorpião, o bombeiro da Covilhã Pedro Rodrigues morre, cercado pelas chamas, ao combater um incêndio florestal em Coutada, concelho da Covilhã; em 22 de Agosto de 2013, com Nodo Norte da Lua em 10º 24´/ 10º 16´ de Escorpião, na Serra do Caramulo, morre em um incêndio florestal a jovem bombeira Ana Rita Pereira, de 24 anos, pertencente à corporação de Alcabideche (Cascais); em 29 de Agosto de 2013, com Nodo Norte da Lua em 10º 6´/ 10º 4´ de Escorpião,  Cátia Pereira Dias, uma bombeira de 21 anos, morre e dois outros bombeiros ficam feridos na manhã num combate a um novo incêndio no Caramulo, ao dar-se o efeito chaminé', em mais de 200 metros em 20 segundos, com labaredas de 30 metros de altura", em Muna na zona de Santiago de Besteiros, no mesmo concelho de Tondela onde, na última semana, já morreram dois bombeiros, em 3 de Setembro de 2013, com Nodo Norte da Lua em 9º 35´/ 9º 25´ de Escorpião, Bernardo Cardoso, de 18 anos, da corporação de Carregal do Sal, morre ao início da noite, depois de ter sofrido graves queimaduras, em 29 de Agosto, dia em que, no mesmo incêndio (em São Marcos/Muna, na Serra do Caramulo), morreu a bombeira Cátia Pereira Dias, de 21 anos, e um terceiro bombeiro ficou ferido com gravidade. 

 

Alguns dos próximos dias em que o Sol ou um planeta passa a área 9º-11º de Escorpião são: 11-16 de Agosto de 2014 (Marte); 31 de Outubro e 1-2 de Novembro de 2014 ( Vénus); 1-4 de Novembro de 2014 (Sol).

 

 

 

PLANETA OU NODO DA LUA NO PONTO 28º 0´/ 28º14´ DE QUALQUER SIGNO:

MORTE DE BOMBEIRO

 

A passagem de um planeta, do Sol ou nodo da Lua no ponto 28º 0´/ 28º 14´ de qualquer signo do Zodíaco contribui para a ocorrência de morte de bombeiro em combate a um fogo. Eis alguns exemplos.

 

Em 9 de Julho de 2006, com Nodo Norte da Lua em 28º 14´/ 28º 3´ de Peixes, após as 14.00 horas, uma rotação do vento envolve em labaredas e mata 6 bombeiros, entre os quais 5 sapadores chilenos e um português, que combatiam um fogo florestal em Famalicão da Serra, Guarda, na zona da serra da Estrela; em 30 de Janeiro de 2007, com Plutão em 28º 0´/ 28º 2´ de Sagitário, Nuno Marques, bombeiro, de 25 anos, morre ao combater o fogo numa barraca em Camarate, no bairro da Torre, por explosão de uma botija de gás; em 15 de Agosto de 2013, com Vénus em 28º 3´/ 29º 14´ de Virgem, o bombeiro da Covilhã Pedro Rodrigues morre, cercado pelas chamas, ao combater um incêndio florestal em Coutada, concelho da Covilhã.

 

De acordo, com esta lei são dias de alto risco para a vida dos bombeiros, nos tempos mais próximos, os seguintes dias: 10 e 11 de Setembro de 2014 (Marte em 28º de Escorpião).

 

Nem Descartes, nem Hegel, nem Heidegger, nem Bertrand Russel, nem John Rawls, nem José Gil, nem José Mattoso, nem Manuel Maria Carrilho, nem Eduardo Lourenço, nem Vasco Pulido Valente, nem António Teixeira Fernandes, nem Boaventura Sousa Santos, nem Augusto Santos Silva, nem João Sousa Dias, conheciam ou conhecem estas leis planetárias. Nem, ao menos, discerniam ou discernem o princípio da correlação sistemática e concreta dos factos biológicos e técnico-sociais com os graus do Zodíaco, doutrina científica que os deuses, misericordiosamente, me concederam desvendar -a mim, pobre criatura, que procuro salvar a minha alma deste mundo satânico da matéria, da avidez do dinheiro e da mentira generalizada.


Convenhamos que estes cálculos astronómicos de acidentes historicamente identificados são muito mais interessantes e ricos em saber do que as aborrecidas e vácuas dissertações dos filósofos analíticos e outros lógicos de vistas curtas. As universidades, em particular , são dominadas por catedráticos dotados de um cretinismo atrozmente anti astrologia histórica. Esses ignorantes, com títulos de doutorados, mandam na televisão, nas revistas, nas editoras e congressos de filosofia, no mundo político-cultural institucional. A corrupção intelectual é geral, os sages ou sábios autênticos são marginalizados e censurados.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.

 

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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2014
Equívocos de Pedro Galvão sobre Identidade Pessoal

 

No artigo «Identidade pessoal»da edIção de 2013 do «CompêndIo em lInha de problemas de fIlosofIa analítIca», o professor universitário Pedro Galvão expende teses que, a meu ver, contêm equívocos. Escreveu referindo-se a Fernando Pessoa e aos seus dois heterónimos (personagens fictícias que inventou) Álvaro de Campos, adepto do progresso industrial, e Ricardo Reis:

 

 

«Mais sucinta e intuitivamente: a identidade pessoal consiste em continuidade psicológica (porventura causada de uma certa forma) sem ramificações. A Divisão é um exemplo de continuidade psicológica ramificada, de um para vários, mas também podemos conceber casos inversos de ramificação, de vários para um. Suponha-se, porexemplo, que após alguns anos transplantamos um dos hemisférios
de Campos e um dos hemisférios de Reis para o mesmo crânio vazio de um corpo humano vivo, resultando daí uma certa pessoa. Também essa pessoa – poderíamos chamar-lhe ‘Fernando’ – não seria nem Campos nem Reis, ainda que fosse psicologicamente contínua com ambos.
A continuidade psicológica, note-se, não admite graus.» (Pedro Galvão, Identidade pessoal, CompêndIo em lInha de problemas de fIlosofIa analítIca, pag.7; o destaque a negrito é posto por mim).

 

Contesto estas teses de Galvão: a identidade pessoal consiste tanto em continuidade psicológica como em continuidade biofísica. Se os nossos olhos mudassem completamente, tal como o nosso rosto, por um acidente inesperado, desapareceria, no todo ou em parte, a continuidade psicológica: uma pessoa com o rosto parcial e irreversívelmente desfeito por uma explosão ou por ácido não tem a mesma identidade pessoal que tinha antes do terrível acidente. Pedro Galvão situa-se na linha do dualismo cartesiano, separando a alma do corpo físico e conferindo a supremacia ao psíquico, à alma.

 

É também falso afirmar que «A continuidade psicológica, note-se, não admite graus.» O homem terrivelmente lesionado, cujo rosto suscita medo aos outros, tem alguma continuidade psicológica: lembra-se de quem era, do seu passado quando tinha um rosto belo, sem lesões, e isto é continuidade (memória); sente-se permanentemente ou quase diminuído, humilhado por não poder apresentar beleza, simpatia física ao contactar as outras pessoas e isto é descontinuidade. Há, portanto, graus de continuidade psicológica. Esta está sempre a variar em quantidade ao longo da vida - visão dialéctica que Pedro Galvão não perfilha.

 

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Domingo, 3 de Agosto de 2014
Equívocos de João Branquinho e Guido Imaguire sobre regressões ao infinito e universais

 

No artigo «Regressões ao InfInIto em metafísIca»  da edIção de 2013 do «CompêndIo em lInha de problemas de fIlosofIa analítIca», os professores universitários João Branquinho e Guido Imaguire, cometem alguns erros que tipificam os erros da filosofia analítica contemporânea.

 

DIZER QUE «É VERDADE QUE É VERDADE QUE É VERDADE QUE É VERDADE  QUE S» É REGRESSÃO AO INFINITO?

 

Um primeiro equívoco dos autores e da filosofia analítica em que militam, reside na noção de regressão ao infinito. Escrevem os citados dois académicos:

 

«Eis dois exemplos comummente dados de regressões.
• O princípio da causalidade, o princípio de que tudo tem uma causa, ou seja, a ideia de que, para todo o acontecimento ou fenómeno, há um acontecimento ou fenómeno, diferente daquele, que o causa, é muitas vezes visto — talvez não muito correctamente — como dando origem a uma regressão ao infinito (na série de causas).
• O mesmo se pode dizer do resultado da aplicação do mecanismo recursivo característico de diversos operadores frásicos, em especial do operador de verdade, captado na ideia de que prefixar o operador ‘É verdade que’ a uma frase qualquer S gera uma frase diferente de S. Teríamos assim uma série infinita de frases: S, É verdade que S, É verdade que é verdade que S, É verdade que é verdade que é verdade que S, e assim por diante.»

 

«Como o último exemplo torna manifesto, nem toda a regressão ao infinito é uma regressão viciosa, sendo os casos em questão casos claros de regressões inócuas ou virtuosas. Poderíamos dizer, de forma aproximada, que uma tese, explicação, regra ou princípio conduz a uma regressão ao infinito viciosa quando, em cada novo estádio ou elemento da série infinita gerada, o facto básico a explicar reaparece,quer de forma manifesta quer de forma meramente implícita.»

(João Branquinho e Guido Imaguire, «Regressões ao InfInIto em metafísIca»  da edIção de 2013 do «CompêndIo em lInha de problemas de fIlosofIa analítIca», página 4).

 

É um erro considerar uma regressão ao infinto o segundo exemplo: «o operador ‘É verdade que’ a uma frase qualquer S gera uma frase diferente de S. Teríamos assim uma série infinita de frases: S, É verdade que S, É verdade que é verdade que S, É verdade que é verdade que é verdade que S, e assim por diante.»

 

Ao contrário do que sustentam Branquinho e Imaguire, e, presumivelmente, o filósofo australiano David Malet Armstrong (8 de Julho de 1926), não há, neste exemplo, nenhuma regressão ao infinito: há apenas uma tautologia em série. De facto, dizer: «É verdade que é verdade que é verdade que é verdade que o cavalo é um quadrúpede» é uma tautologia múltipla ( ainda que a proposição "o cavalo é um quadrúpede" não seja em si mesma tautológica) mas não uma regressão ao infinito. É um marcar passo e não um andar no sentido do infinito. Um operador de verdade ( como: «É verdade que») repetido não faz regredir infinitamente: repete sem retroceder.

 

UMA FALÁCIA DE ARMSTRONG CONTRA A AUTO-PREDICAÇÃO DOS UNIVERSAIS EM PLATÃO

 

Referindo-se ao realismo metafísico de Platão e à sua tese de que os universais são auto-predicáveis - exemplo o Belo é belo por ser arquétipo ou princípio superior, existe por si mesmo, o Vermelho é um arquétipo anterior às coisas vermelhas - escrevem Branquinho e Imaguire:

 

«Não é de todo necessário que os universais postulados nessa concepção sejam concebidos como paradigmas dos particulares que os exemplificam, ou como exemplares perfeitos, caso em que a motivação para a auto-predicação dos universais se desvanece.»

 

«Armstrong (1978: 71) oferece o seguinte argumento no sentidode mostrar que nem todos os universais são auto-predicáveis:
Premissa 1: Uma coisa só é vermelha se for colorida
Premissa 2: O vermelho não é uma coisa colorida, apesar de ser uma cor
Conclusão: O vermelho não é vermelho
»

(João Branquinho e Guido Imaguire«Regressões ao InfInIto em metafísIca»  da edIção de 2013 do «CompêndIo em lInha de problemas de fIlosofIa analítIca», página ).

 

Este raciocínio de Armstrong, autor de «Universals and Scientific Realism» (1978),  não passa de um sofisma: confunde vermelho como essência com vermelho como acidente.  Admira-nos que Branquinho e Imaguire subscrevam esta falácia de Armstrong: deixam passá-la, acriticamente. O raciocínio correcto com base naquelas premissas é o seguinte:

 

Premissa 1. Uma coisa só é vermelha se for colorida.

Premissa 2: O vermelho não é uma coisa colorida, apesar de ser uma cor.

Conclusão: O vermelho não é uma coisa vermelha.  (Exemplo: o vermelho não é uma bola vermelha).

 

Como pensam mal os «grandes» pensadores analíticos! Como enrolam os seus leitores no fetichismo das palavras! A filosofia analítica, herdeira da sofística e correspondente retórica, revela-se, em grande parte, um embuste filosófico quando se pensa com toda a clareza. É pura manipulação linguística e pouco mais.

 

DOIS SENTIDOS ENCERRADOS NO CONCEITO DE NOMINALISMO DE QUE BRANQUINHO E IMAGUIRE NÃO SE APERCEBEM

 

O artigo fala abundantemente do nominalismo de classes e do nominalismo de semelhança opondo-os ao realismo metafísico platónico. Mas Branquinho e Imaguire, tal como Armstong, não se dão conta de que nominalismo, em  certo sentido, não se opõe como contrário a realismo: Platão é realista e, simultaneamente, nominalista. Nominalismo opõe-se a universalismo do conceito, como o singular se opõe ao plural mas ambos estes são reais.

 

Platão é realista (das Ideias) ou ideal-realista porque considera que as Ideias ou Formas existem em si mesmas, independentemente das mentes humamas: o Triângulo e o Número Dois, por exemplo, estão no mundo inteligível, acima do céu visível, desde a eternidade, mesmo antes de ser criada a humanidade. Nominalista porque cada Ideia é singular, irrepetível, e a «universalização» dela através da participação é uma cópia, uma degradação do protótipo: em termos concretos, a essência Mulher é única e está no mundo inteligível e não no interior de Ana, Filipa, Joaquina e de qualquer outra mulher concreta, singular. As mulheres participam da Ideia Mulher mas esta continua a ser um Singular .

 

Aristóteles viu muito bem este nominalismo na sua crítica a Platão em «Metafísica» como uma incoerência do platonismo: sendo cada Ideia singular como pode espelhar-se ou estar presente em todos os indivíduos da classe que lhe corresponde?.

 

Nominalismo encerra pois um duplo significado de irrealismo universalista e de realismo singularista, planos diferentes: por um lado, os universais não passam de nomes, são irreais,(irrealismo ontológico) por exemplo, Rover é um "cão" diferente de Tigre que é "cão" mas a classe universal de cães não existe, ambos os animais são diferentes, únicos, e é abusivo chamar «cão» a ambos;  complementarmente, só cada singular e só o singular existe e é real (realismo ontológico). 

 

Platão era nominalista realista no referente às Ideias e universalista realista no referente às suas cópias no mundo material. Ao universalizar-se ou «condensar-se» nos estratos inferiores da realidade a Ideia já não é pura mas uma projecção de si mesma: a Ideia do Belo não está na acção bela ou no corpo belo, o que está nestes é o reflexo do Belo. Nominalismo (eidologia numérica) não se opõe a realismo (ontologia) mas sim a universalismo (eidologia numérica), facto de que João Branquinho, Guido Imaguire e David Amstrong não se aperceberam. Estes circunscrevem o realismo metafísico - de Platão ou Aristóteles, por exemplo -  ao universalismo das ideias ou conceitos mas, na verdade, o realismo metafísico engloba também o nominalismo porque os singulares são reais, existem na realidade independente da mente humana.

 

 

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f.limpo.queiroz@sapo.pt

 

© (Direitos de autor para Francisco Limpo de Faria Queiroz)



publicado por Francisco Limpo Queiroz às 16:13
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