Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013
O acidente de autocarro na Sertã e o ponto 1º 54´/ 1º 57´ do signo de Peixes

O acidente de autocarro no IC8, junto a Carvalhais, concelho da Sertã, Portugal, em  27 de Janeiro de 2013, estava predestinado e seria possível de prever através de cálculos bastante demorados.

 

A passagem do Sol ou de um planeta em 1º 54´/ 1º 57´ do signo de Peixes (grau 331 da eclíptica ou trajectória aparente do Sol) é condição necessária mas insuficiente para a eclosão de acidentes de autocarro com passageiros portugueses, dentro ou fora de Portugal.

Eis exemplos desta lei.

 

Em 25 de Fevereiro de 1991, com Mercúrio em 1º 36´/ 3º 25´ de Peixes, um autocarro da Sociedade de Transportes Carrazeda-Vila Flor precipita-se por uma ravina de 15 metros de altura em São Salvador, Mirandela, morrendo duas senhoras, Maria Amélia Adão e Maria do Amparo, residentes em Vale da Sancha, e ficando feridas outras 50 pessoas; em 17 de Agosto de 2012, com Neptuno em 1º 57´/ 1º 56´ de Peixes, um autocarro de matrícula luxemburguesa que transporta um grupo de portugueses despista-se na auto-estrada A10, em d'Avaray, na zona de Loir-et-Cher, cerca de 170 quilómetros a sul de Paris, e cai numa vala junto a uma auto-estrada no centro de França, oito portugueses ficam feridos; em 27 de Janeiro de 2013, com Neptuno em 1º 54´ / 1º 56´ de Peixes, um autocarro de passageiros que seguia de Portalegre para Santa Maria da Feira, cai por uma ravina, em Carvalhais, morrendo 11 pessoas e resultando feridas outras 33.

 

Os próximos dias em que um planeta ou Sol atravessarão o ponto 1º 54´/ 1º 57´ do signo de Peixes são: 4 de Fevereiro de 2013 (Marte); 6 de Fevereiro de 2013 (Mercúrio); 20 de Fevereiro de 2013 (Sol); 27 de Fevereiro de 2013 (Vénus).

 

Este tipo de investigação não é levado a cabo nem pelos historiadores, nem pelos astrónomos, nem pelos astrólogos tradicionais e comerciais. É exclusivo da  Astrologia Histórico-Social que tenho vindo a edificar, laboriosamente, desde há décadas.

 

Nota de 8 de Fevereiro de 2013: em 4 de Fevereiro de 2013, dia em que Marte perpassou em 1º 54´/ 1º 57´ de Peixes, um autocarro e um carro eléctrico da Carris chocaram na esquina da rua do Ouro com a rua da Conceição em Lisboa, resultando 5 feridos, o que confirma a previsão que fizéramos no texto acima.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.

 

 

 

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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
A área 24º-27º de Capricórnio e as chuvas diluvianas, inundações de campos ou neve excessiva em Portugal

A passagem do Sol ou de um planeta em 24º-27º do signo de Capricórnio  (graus 294º-297º  de longitude na eclíptica) é uma concausa, uma condição necessária mas insuficiente para a eclosão de chuvas torrenciais, e inundações consideráveis ou neve em grande escala  em Portugal.

 

Eis alguns exemplos.

 

Em 25 e 26 de Novembro de 1967, com Marte em 24º 44´/ 26º 14´ de Capricórnio, chuvas diluvianas em Lisboa e áreas limítrofes como Algés, Colares, Loures, Loures, Barcarena, Pontinha, entre outras, produzem grandes inundações, desabamentos de casas e mais de 700 mortos; em 22 de Janeiro de 1985, com Júpiter em 26º 32´/ 26º 36´ de Capricórnio, o rio Arade sobe e inunda a parte baixa da cidade de Silves, cortando a EN124; em 14 de Janeiro de 1987, com Sol em 23º 16´/ 24º 17´ de Capricórnio, Mercúrio em 24º 5´/ 25º 44´ de Capricórnio, há uma queda generalizada de neve a cotas baixas em todo o Minho, Douro Litoral, cidade do Porto incluída, Galiza e em quase todo o Portugal continental; de 26 de Outubro a 6 de Novembro de 1997, com Úrano em 27º 16´/ 27º 25´ de Capricórnio, temporais de chuva assolam o sul de Portugal e ilhas, com uma tromba-de-água derrubando casas e árvores em Monchique, Algarve, no dia 26, um temporal e deslizamento de terras e casas em Ribeira Quente, concelho de Povoação, na ilha açoriana de São Miguel, causando a morte confirmada de 29 pessoas e o desaparecimento de 4, no dia 31, e chuvas diluvianas com inundações no Alentejo, especialmente nos concelhos de Ourique, Aljustrel, Odemira, Beja e Moura, gerando 12 mortos, nos dias 5 e 6.

 

Próximas datas da passagem de um planeta na área 24º-27º de Capricórnio são: de 28 a 31 de Janeiro de 2013 (Vénus); de 5 a 31 de Dezembro de 2013 e de 1 a 6 de Janeiro de 2014 (Vénus); 27 e 28 de Feveireiro e 1 a 3 de Março de 2014 (Vénus).

 

 

Não tenho a pretensão de ser infalível na previsão porque não conheço todas as variáveis zodiacais que predestinam as chuvas diluvianas, as inundações das margens dos rios e a neve abundante em Portugal. Limito-me a criar astrologia histórico-social, a desocultar leis planetário-zodiacais que realmente existem, funcionam, e a combater a ausência de pensamento e de conhecimento sobre esta matéria que reina nas esferas da cultura universitária, da filosofia e das ciências em Portugal e no mundo.

 

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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
Os graus 23º-24º do signo de Aquário ligam-se à eclosão de vendavais e tornados em Portugal

A passagem do Sol ou de um planeta em 23º-24º do signo de Aquário é uma concausa, uma condição necessária mas insuficiente para a eclosão de tornados e vendavais em Portugal. Eis alguns exemplos.

 

Em 9 de Abril de 2008, com Neptuno em 23º 39´/ 23º 41´ de Aquário, cerca de mil árvores, sobretudo sobreiros e azinheiras, são derrubadas ou arrancadas às 21:30, em uma área de 125 hectares, a norte da freguesia de Póvoa e Meadas, na zona de Castelo de Vide (Portalegre), por violentos ventos, de um "pequeno tornado";em 8 de Outubro de 2009, com Neptuno em 23º 54´ de Aquário, temporal de vento destrói 3 dezenas de casas e barracões agrícolas em Ferreira do Zêzere; em 15 de Novembro de 2009, com Neptuno em 23º 54´ de Aquário, dezenas de telhados de casas em Vouzela voam por um temporal de vento; em 23 de Dezembro de 2009, com Júpiter em 24º 36´/ 24º 47´ de Aquário, de madrugada, rajadas na ordem dos 230 km/hora devastam a Região do Oeste, arrancando telhados em Torres Vedras e Lourinhã, destruindo armazéns em Casalinho de Alfaiates, devastando o parque de campismo de Santa Cruz, e causando um total de 50 milhões em prejuízos; em 30 de Dezembro de 2009, com  Neptuno em 24º 32´/24º 34´ de Aquário,  um temporal de vento gera o pânico na freguesia de Canidelo, Gaia. 

 

Eis as próximas datas em que o Sol ou um planeta passam em 23º-24º do signo de Aquário: de 24 a 26 de Janeiro de 2013 (Marte); em 1 e 2 de Fevereiro de 2013 (Mercúrio); de 11 a 13 de Fevereiro de 2013 (Sol); de 20 a 22 de Fevereiro de 2013 (Vénus).

 

Não creio que astrónomos, astrólogos tradicionais, filósofos ou professores de filosofia, sociólogos ou quaisquer universitários científicos possam refutar estes cálculos. Porque científico é aquilo que escrevo. Baseio-me em factos empíricos irrefutáveis, históricos e astronómicos. Isto é Astrologia Histórico-Social, desconhecida dos astrólogos que dão consultas, aparecem na televisão e vivem presos à tradição dogmática da astrologia metafísica.

 

Não tenho a pretensão de ser infalível na previsão porque não conheço todas as variáveis zodiacais que predestinam os vendavais e tornados em Portugal.

 

PS- Se é professor ou estudante de filosofia, história, astrologia ou demais ciências, porque não começa a compreender os movimentos planetários e a astrologia histórico-social e libertar-se da crucial ignorância a que o votaram nessa matéria? Adquira na nossa loja online www.astrologyandaccidents.com as nossas obras «Álvaro Cunhal e Antifascismo na Astrologia Histórica», recentemente lançada, «Os acidentes em Lisboa na Astronomia-Astrologia» e outras que lhe fornecem conhecimentos que em nenhum outro lado pode encontrar. É tempo de ser culto e profundo! Pense por si, sem receio dos clichés dominantes.

 

 

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Domingo, 20 de Janeiro de 2013
Mistakes about Phenomenalism and Idealism on «Metaphysics, the Key Concepts»

The British authors and teachers of Philosophy  Helen Beebee, Nikk Effingham and Philip Goff wrote in his book «Metaphysics»:

 

«Phenomenalism and idealism are closely related philosophical positions and basically amount to the view that the external world (and the familiar objects that populate it - trees, cars, bananas and so on) is really no more than a collection of sensations or experiences or sense data. As George Berkeley put it, "esse es percipi" or "to be is to be perceived". Phenomenalism and Idealism are both version of anti-realism(...); because on both views the existence and nature of the external world are mind-dependent (indeed the external world are mind-dependent (indeed the external world just is mental, it is just a collection of sensations).»(Helen Beebee, Nikk Effingham and PhilipGoff, Metaphysics, The Key Concepts, pages 162, Routledge, London and New York, 2011; the bold is put by me).

 

It is true that for idealism the external world just is mental but that is not a correct definition  for phenomenalism as a hole. Phenomenalism is not, necessarily, anti-realism. There can exist four versions of phenomenalism: idealistic (like Hume, Kant), realistic, phenomenological, skeptical. What is phenomenalism? It is empiricism: the view that we only know the phenomena, the objects as they appear to us, the data-sense, and that we can only infer, by metaphysical intuition, in a vague way, the nature of what is behind the phemonena (an unknown matter, as realism says; a spiritual world or nothing, as idealism sostains; something unknown, as skepticism).

 

Why was David Hume an idealistic phenomenalist?  Because he sostained that the permanence of the objects and their matter were ideas of our imagination, and not realities in themselves. However, no author of analitical philosophy classifies Hume as an idealist: they don´t have a clear vision of ontognosiology. Idealism is beyond empiricism, on the ontological plan. And Kant was also an idealistic phenomenalist: he maintaind that we only know the phenomena (for example: houses, dogs. cities, humans bodies), which are creations in our external mind (the space), and that the real objects are the the noumenon, metaphysical beings outside of space and time, that is, outside the sensibility of each person (noumenon : God, Soul, Freedom).

 

«Phenomenalists and idealists do not want to deny obvious facts such as the fact that my feet still exist when I am asleep, and the difference between them comes to exactly how they account for those facts. Idealism - the position advocated by Berkeley -  appeals to the existence of God: you might not feel your feet when you are asleep, but God is all-seeing, and he perceives your feet, thus ensuring their continued existence.»(...)

«Phenomenalism makes no such appeal to God. On the phenomenalist view an object is (as J.S.Mill put it) a "permanent possibility of sensation».

  (Helen Beebee, Nikk Effingham and Philip Goff , Metaphysics, The Key Concepts, pages 163, Routledge, London and New York, 2011)

 

It is an error to assure that « phenomenalists and idealists do not want to deny obvious facts such as the fact that my feet still exist when I am asleep». In fact, the phenomenalist David Hume has doubts about the existence of our feet when we are sleeping, since the notion of permanence resides in us, in our mind, and not in the problematic external world, including our body. Of course some idealists and phenomenalists guarantee the invariably permanence of our feet organically linked to body while sleeping,  but not all support this opinion.

 

Another error of this text above is to postulate that «Idealism - the position advocated by Berkeley -  appeals to the existence of God». Some kind of idealistic Buddhism holds that the world is illusion and there is only my spirit and need not conceive of God. Even Descartes, when formulating the reasoning «I think therefore I am», plunges into solipsistic idealism without needing the existence of God.

 

«The phenomenalist denies that there is any distinction between the way the world is and the way our experiences represents it as being.»(Helen Beebee, Nikk Effingham and Philip Goff , Metaphysics, The Key Concepts, pages 165, Routledge, London and New York, 2011).

 

This is a falsehood. All phenomenalists distinguish between the sensa-data, the way they perceive the problematic external world, and the partially or totally ignored constitution of these last. For example, Kant, a phenomenalist, distinguish between phenomena and noumenon, the unknown reality. Only the naive realism identify the content of the external world and the content of empirical perception of it.

 

  

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Sincronismos ontofonéticos de 15 de Novembro a 11 de Dezembro de 2012

Os sincronismos ontológico-fonéticos verificam-se continuamente em períodos de dois ou três dias seguidos: a mesma palavra ou a mesma ideia em entes e acontecimentos diferentes repete-se no mesmo dia ou em dois dias consecutivos. Volto a dar exemplos dos que recolhi no período 26 de Novembro a 11 de Dezembro de 2012, em que se entrelaçam sincronismos da minha vida pessoal com a vida política e social nacional ou internacional.

 

Em 15 e 16 de Novembro de 2012, as ideias de CARREIRA,CÓNEGO, CUNHA e PESCADOR emergem em foco: no dia 15, Luís CARREIRA, piloto de motos, algarvio, morre ao embater a sua moto no muro do circuito de Macau, na curva dos PESCADORES, durante um ensaio, termina a assembleia da conferência EPISCOPAL (sugere: CÓNEGO) portuguesa; no dia 16, é Dia do MAR (evoca: PESCADOR), um telejornal anuncia que o único concerto do cantor David CARREIRA será em 16 de Fevereiro, anuncia-se que Vale e Azevedo é transferido para o Estabelecimento Prisional da CARREgueIRA (evoca: CARREIRA) em Sintra, o Benfica defronta o clube de Moreira de CÓNEGOS em jogo de futebol para a taça de Portugal, noticia-se que Ricardo Campos CUNHA, administrador do Supremo Tribunal de Justiça, foi condenado a 9 anos de prisão efectiva por se ter apropriado de 350.000 euros do STJ entre 2002 e 2006, o telejornal da TVI exibe Carla CUNHA desempregada há mais de um ano.

 

Em 16 e 17 de Novembro de 2012, as ideias de SARA, VENTO, SILVA, COSTA e COLÔMBIA estão em foco: no dia 16, passam 90 anos sobre o nascimento de José SARAmago, à noite converso com SARA, universitária, em Beja, telejornais reproduzem as palavras de Paulo BENTO (evoca: VENTO) sugerindo que Pinto da COSTA pode respeitar mais a seleção da COLÔMBIA do que a seleção de Portugal, um TORNADO ( VENTOS fortíssimos) causa 13 feridos em SILVES e Lagoa, na COSTA algarvia, e destrói telhados, varandas, automóveis, caravanas, é enterrado no Cemitério Ordem Terceira do Carmo, no Caju, zona norte do Rio de Janeiro, o cadáver do ator Octácio da SILVEIRA, conhecido como SILVEIrinha, o porteiro Belzonte da "Escolinha do Professor Raimundo", de 88 anos; no dia 17, a RTP difunde uma entrevista sobre a vida pessoal ao jornalista económico José Gomes Ferreira, que defende que Cristovão COLOMBO era português e, provavelmente, da família real portuguesa, decorre em Cádiz, Espanha, a cimeira ibero-americana em que participa o presidente da COLÔMBIA.

 

Em 17 e 18 de Novembro de 2012, as ideias de FOTÓGRAFO e FOTO em foco: no dia 17, cerca das 23.45 no bar JCCC, no centro de Beja, Carolina Balsinha, aniversariante, e as 7 amigas que a rodeiam pedem-me que lhes tire uma FOTOGRAFIA de conjunto, ao passar junto ao Pax Julia um grupo de rapazes e raparigas (25-30 anos) solicita-me para lhes tirar uma FOTOGRAFIA de conjunto; no dia 18, converso com Júlio, FOTÓGRAFO, senhor de uma cultura científica e artística apreciável, que me fala do mundo infinito no espaço e no tempo dispensando a existência de Deus ou deuses, e da inexistência de distinção entre vida orgânica e inorgânica pois num vidro quebrado a fenda não deixa de crescer, demonstrando vida.

 

Em 19 e 20 de Novembro de 2012, as ideias de MARA, REI e BERNARDO estão em foco:no dia 19, um incêndio destrói o último andar de um prédio na Avenida Almirante REIS, em Lisboa, o telejornal da RTP exibe Ruben MARIAni (evoca: MARA), o homem-bala disparado por um canhão em espectáculo de circo; no dia 20, cumprimento na rua, em Beja, MARA Delgado, estudante e locutora da Rádio Vidigueira, no jogo Benfica-Celtic o jogador SaMARAS marca um golo contra o Benfica na primeira parte, o telejornal da RTP exibe Daniel BERNARDino (evoca: BERNARDO), da comissão de trabalhadores do parque industrial de Palmela, a falar de despedimentos na região, o telejornal da SIC exibe BERNARDO Almeida, gestor de REGA (evoca: RÉGIO, REI), no resort de luxo «Campo REAL» (evoca: REI) em Torres Vedras.

 

Em 20 e 21 de Novembro de 2012, as ideias de BEATO e BEMAVENTURADO, de CRUZ e de RUÍDO sobressaem: no dia 20, passam 76 anos sobre a morte a tiro, em combate em Madrid, do líder anarquista BUENAVENTURA Durruti (sugere: BOAVENTURA, BEATO); no dia 21, António BEATO Teixeira, administrador da RTP, diz a um telejornal que «houve muito RUÍDO à volta da (concessão a privados da) RTP», Francisco Ferreira, da Quercus, alerta, em conferência de imprensa no Campo Grande, em Lisboa, para o excesso de RUÍDO existente em muitas zonas urbanas e semiurbanas de Portugal, noticia-se que o Supremo Tribunal de Justiça indeferiu o pedido de HaBEAS Corpus (evoca: BEATO) de Vale e Azevedo, em Lisboa há um acidente de viação junto à Avenida Padre CRUZ, Marisa CRUZ apresenta na FNAC em Lisboa a escritora E.L.James, autora da trilogia «As 50 sombras».

 

De 21 a 23 de Novembro de 2012, os nomes e ideias de MIGUEL, LEI, LEÂO e HÉLDER encontram-se em foco: no dia 21, MIGUEL Pais do Amaral, dono do grupo LEYA (evoca: LEI), fala a um telejornal sobre operadores privados de televisão; no dia 22, o Sporting, clube do LEÃO, é vencido por 3-0 pelo BasiLEIA (evoca: LEI), na Suíça, e é eliminado da Liga Europeia, Ana Drago, deputada, afirma que os jornalistas que têm enfrentado o ministro MIGUEL Relvas têm sido demitidos, MIGUEL Melo Breyner, director hoteleiro, fala do fornecimento de refeições a famílias carenciadas numa campanha levada a cabo por 8 hotéis de Évora, HÉLDER Rosalino, secretário de Estado, diz demagogicamente no parlamento que o governo só cortou um dos subsídios dos funcionários públicos; no dia 23, um telejornal exibe o protesto dos operários da empresa "Chupas e Morrão" entre os quais José Luís LEÃO, em Trancoso, contra os salários em atraso, o grande poeta madeirense HERBErto HÉLDER (evoca: ERVA) completa 82 anos de idade, começa em ERVIdel (evoca: ERVA) a Festa do Vinho.

 

Em 24 de Novembro de 2012, as ideias e nomes de LABORATÓRIO, RUI e MENDES elevam-se em foco: o canal Odisseia transmite uma reportagem sobre materiais que preparam o futuro feitos em LABORATÓRIOS nos EUA, um telejornal exibe o académico RUI Fausto a falar da colaboração do LABORATÓRIO da Polícia Judiciária com o departamento de química da universidade de Coinbra para extrair mais informações das impressões digitais, a RTP emite uma entrevista ao actor RUI MENDES, nascido em 19 de Julho de 1937, o telejornal da SIC exibe o jornalista Armando MENDES a falar das consequências da desmilitarização parcial da base militar das Lajes pelos EUA, na qual o número de efectivos descerá de 800 para 160.

 

Em 25 de Novembro de 2012, as ideias de MOREIRA e ERVA estão em foco: realiza-se o 2º dia da Vini&Cultura, feira de vinhos em ERVIdel (evoca: ERVA), com o espectáculo musical da TVI «Somos Portugal» e uma entrevista ao dono da Adega MOREIRA e o sorteio de 50 000 euros entre os milhares de telefonemas feitos à TVI cabendo o prémio a Paula Carvalho, de MOREIRA da Maia, Porto, a RTP fala do próximo jogo do...Sporting em MOREIRA de Cónegos, um telejornal exibe Álvaro MOREIRA, na Feira de Emprego da Saúde, a falar do recrutamento por Inglaterra e países do norte da Europa de jovens médicos e enfermeiros portugueses, um telejornal exibe reportagem sobre um jovem empresário de ERVAS aromáticas, Nuno Azeredo, da Casa de Penalva, em Baião.

 

Em 26 de Novembro de 2012, os nomes de HORTA e COSTA encontram-se em foco: Miguel HORTA e COSTA, ex consultor da ESCON, depõe em tribunal como testemunha no caso da compra dos submarinos alemães marcada por sinais de corrupção, começa em Coimbra o julgamento de HORTA e COSTA, antigo presidente dos CTT, arguido de ter vendido, de forma a que o Estado perdesse cerca de 13 milhões de euros em benefício de privados, dois edifícios públicos da empresa.

 

Em 26 e 27 de Novembro de 2012, POLÍCIA JUDICIÁRIA DO PORTO está em foco: no dia 26, três reclusos evadem-se do Estabelecimento Prisional do Porto junto à sede da POLÍCIA JUDICIÁRIA; no dia 27, noticia-se que uma inspectora da POLÍCIA JUDICIÁRIA do Porto é suspeita de ter assassinado com 14 tiros uma familiar idosa em Coimbra, em casa desta.

 

Em 28 de Novembro de 2012, a ideia de MAMA destaca-se: noticia-se que Passos Coelho escreveu a MAMOud Abbas (evoca: MAMA) presidente da Autoridade Palestiniana a garantir que Portugal favorecerá um Estado palestiniano independente, um telejornal informa que um chefe da PSP, da esquadra de São MAMEde de Infesta (evoca: MAMA) foi preso por ser informador do maior traficante de droga do bairro da Sé no Porto, vejo uma mulher a dar de MAMAR ao seu bebé na esplanada da Praça Miguel Fernandes em Beja;

 

Em 28 e 29 de Novembro de 2011, as ideias e nomes de PAÇO, LEÃO, CAMA, CARA, CARLOS e ANA estão em foco: no dia 28, a TVI entrevista Pedro PASSOS Coelho (evoca: PAÇO), o rosto cimeiro de uma política de capitalismo neoliberal que alarga as desigualdades sociais em Portugal, realiza-se em Alvalade a reunião do Conselho LEONINO, orgão de cúpula do Sporting Clube de Portugal; no dia 29, a actriz ANA Lúcia Magalhães, do grupo de Teatro Lêndeas de Encantar, interpreta a performance «Quero-te no EsPAÇO mínimo de dois corpos» (lembra: PAÇO) num bar da rua dos Infantes, em Beja, em que a actriz CARLA Castanheira desempenha uma figura em pose muda, na aula do 10ºC na ESDG a aluna ANA destaca-se ao explicar a teoria da participação em Platão, ANA Drago, do Bloco de Esquerda, pede no parlamento a demissão de PASSOS Coelho, en ante estreia no teatro de S. CARLOS em Lisboa é exibido o filme «ANA KAREnina» (evoca: CARA) baseado no romance de LEÃO Tolstoi, os telejornais noticiam que David CAMEron (evoca: CAMA), o primeiro-ministro britânico, não quer leis que limitem a liberdade de imprensa, uma explosão de gás destrói parcialmente uma ChurrasCARIA em CAMINHA (evoca: CAMA).

 

Em 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2012, a ideia de PORTO elevam-se em foco: no dia 30, o Braga elimina o FC PORTO da Taça de Portugal vencendo-o por 2-1; no dia 1, prossegue a Feira do Montado em PORTEL (evoca: PORTO), município de Évora.

 

Em 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2012, os nomes de MIGUEL, CASTRO e BERNARDINO estão em foco: no dia 30, MIGUEL Pereira, estudante da Escola Superior de Cinema, apresenta 3 curtas-metragens na sala da Sociedade Capricho Bejense, em Beja, o chefe MICHEL da Costa é ouvido por um tribunal em França sobre ações de fraude fiscal e branqueamento de capitais e é deixado em liberdade para ser julgado, o júri declara culpado Renato Seabra pelo assassínio de Carlos CASTRO em 7 de Janeiro de 2011, o futebolista CASTRO é expulso pelo árbitro no jogo Braga-Porto; no dia 1, BERNARDINO Soares, líder parlamentar do PCP, discursa no XIX congresso do partido em Almada, o telejornal da RTPN exibe Daniel BERNARDINO, da comissão de trabalhadores da Faurecia, empresa fornecedora de peças para automóvel da Auto-Europa, que vai despedir 91 trabalhadores.

 

Em 1 e 2 de Dezembro de 2012, as ideias de LARA e AZEVEDO estão em foco: no dia 1, telefono a LARA a dar-lhe os parabéns; no dia 2, encontro António AZEVEDO, mestre de Reiki, junto ao Luís da Rocha em Beja e falamos da mágoa que nos causou a desaparição, em 12 de Outubro, véspera do aniversário do «milagre do sol» em Fátima, da nossa amiga Rosa Galrito, uma senhora de grande sensibilidade estética e esotérica, o telejornal da SIC exibe João AZEVEDO, presidente da câmara de Mangualde, e José LAIRES (evoca: LARA), presidente da junta de freguesia de Ínsua, numa concentração de 200 pessoas em Mangualde em protesto contra a previsível extinção do tribunal local.

 

Em 1 e 2 de Dezembro de 2012, a ideia de ALMADA está em foco: no dia 1, comemora-se o aniversário da revolução palaciana de 1640 em Lisboa, na qual Antão Vaz de ALMADA, foi um dos conspiradores que destituiram o governo em Lisboa de Filipe IV de Espanha; no dia 2, termina em ALMADA o 19º Congresso do PCP que reelege Jerónimo de Sousa como secretário-geral do partido e proclama a necessidade de um «governo patriótico de esquerda» que substitua o governo de direita anti nacional PSD-CDS, fautor de pauperização do povo.

 

Em 2 e 3 de Dezembro de 2012, as ideias de GOMES, NAUFRÁGIO e ADVOGADO COM ESCRITÓRIO EM CUBA do Alentejo estão em foco: no dia 2, assisto à representação de «Antígona», em versão sintética, no salão de teatro da Sociedade Recreativa Capricho Bejense e no final ouço a intervenção de Fernando Castanheira, ADVOGADO COM ESCRITÓRIO EM CUBA e pai da actriz de teatro Carla que encarna Antígona; no dia 3, encontro no Jardim do Bacalhau em Beja o ADVOGADO COM ESCRITÓRIO EM CUBA, José Severino GOMES, e conversamos sobre o mistério da existência, passam 20 anos sobre o misterioso NAUFRÁGIO do navio Bolama, a embarcação «Herança do Mar» NAUFRAGA ao largo de Monte Gordo, depois de receber o embate de outra embarcação, o telejornal da RTP destaca a falência da centenária ourivesaria GOMES, na Póvoa de Varzim, num contexto de fecho de 100 empresas por dia em Portugal.

 

Em 3 e 4 de Dezembro de 2012, as ideias de SILVÉRIO e CAIXA/MALA emegem em foco: no dia 3, converso num bar da Praça da República de Beja com SILVÉRIO, funcionário do hospital de Beja; no dia 4, o balcão da CAIXA de Crédito Agrícola em SILVEIROS, Viseu, é assaltado por 2 homens armados, à noite é exibida uma série de curtas metragens no cine Pax Julia em Beja e uma delas denominada «Alice e eu» envolve a tia MALA, uma judia idosa que viaja no carro do sobrinho, em França.

 

Em 4 e 5 de Dezembro de 2012, as ideias de EL PARDO e MESSIAS estão em foco: no dia 4, passam 120 anos sobre o nascimento de Francisco Franco Bahamonde, general e ditador de Espanha de 1939 a 1975, que viveu muitos anos no palácio de EL PARDO, Madrid; no dia 5, a rainha Sofia de Espanha dá a Cristiano Ronaldo o prémio de melhor atleta ibero-americano em 2011, no salão do palácio de EL PARDO, Leonel MESSI (evoca: MESSIAS) joga contra o Benfica, um telejornal exibe Berto MESSIAS, líder parlamentar do PS Açores, a dizer que o OGE para 2013 atropela a autonomia financeira dos Açores.

 

Em 4 e 5 de Dezembro de 2012, as ideias de JÚLIO, PORTO e BARCELOS estão em foco : no dia 4, passam 5 anos sobre o falecimento de José JÚLIO Trigueiros, engenheiro agrónomo, da Casa da Torre de Moldes, Remelhe, BARCELOS, e passam 32 anos sobre o assassinato do PORTUENSE primeiro-ministro português Francisco Sá Carneiro, com laços familiares em BARCELOS, em atentado aéreo, em Camarate, o FC PORTO é derrotado 1-2 pelo Paris Saint Germain; no dia 5, o telejornal da RTP exibe o filipino JULIUS a ser transportado da zona do tufão que matou mais de 270 pessoas nas Filipinas, o BARCELONA (evoca: BARCELOS) defronta o Benfica de Lisboa.

 

Em 5 e 6 de Dezembro de 2012, as ideias de OSCAR, de CAIRO, NOVO e LINHA em foco: no dia 5, uma dezena de estudantes desfralda um cartaz exigindo a demissão de Passos Coelho enquanto este discursa na Universidade NOVA,morre aos 104 anos o arquitecto brasileiro das LINHAS arquitectónicas curvas e sensuais OSCAR Niemeyer, comunista, autor do edifício da ONU em NOVA Iorque; no dia 6, começa em DubLIN (evoca: LINHA) a cimeira da Organização de Segurança e Cooperação Europeia, OSCE (evoca: OSCAR), uma grande batalha de rua no CAIRO, de madrugada, entre apoiantes e opositores do presidente egípcio, acaba com 5 mortes e mais de 300 feridos, estreia em Portugal o filme Ana KAREnina (evoca: CAIRO).

 

Em 7 de Dezembro de 2012, a ideia de MÉDIO/MEIO encontra-se em foco: MEDINA (evoca: MÉDIO) Carreira confirma, em entrevista á TVI, que a sua casa e escritório foram alvo de busca da polícia e do juíz Carlos Alexandre por suspeita de envolvimento no caso «Monte Branco» de branqueamento de capitais, a enfermeira Jacintha Saldanha que, por telefone, deu informações sobre o estado de saúde de Kate MIDDLEton ( sugere MEIO, que se diz MIDDLE em inglês) a uma jornalista que se fez passar pela rainha Isabel II, é encontrada morta na rua, em Londres, Mário Soares, socialista que simbolizou a via do MEIO entre a direita e a esquerda comunista e anarco-sindicalista, completa 88 anos de idade.

 

Em 7 e 8 de Dezembro de 2012, as ideias de CAMPOS, MENDES, CARREIRA e CORREIA estão em foco: no dia 7, CORREIA de CAMPOS, antigo ministro da saúde, declara à TSF que é irracional o governo cortar 4,5 milhões de euros no orçamento da saúde, os telejornais noticiam a prisão de Luís CAMPOS MENDES, padre e vice-reitor do seminário do Fundão, de 37 anos, que teria abusado sexualmente de seis menores à sua guarda, Medina CARREIRA confirma, em entrevista á TVI, que a sua casa e escritório foram alvo de busca da polícia e do juíz Carlos Alexandre por suspeita, infundada, de envolvimento no caso «Monte Branco» de branqueamento de capitais e declara ser inocente; no dia 8, a greve dos trabalhadores da CARRIS é pouco significativa, suprimindo só sete CARREIRAS, o telejornal da RTP mostra Vasco Marques CORREIA, do conselho distrital da Ordem dos Advogados, declara-se indignado com a violação do segredo de justiça contra Medina CARREIRA, Marques MENDES discursa na universidade da Juventude Social-Democrata.

 

Em 10 de Dezembro de 2012, a ideia de EDUARDO eleva-se em foco: EDUARDO Monteiro, músico e estudante da Escola D. Manuel I em Beja, cumpre aniversário, passam 34 anos sobre a morte do criativo cineasta norte-americano EDWARD Wood Jr, mentor do crossdressing heterossexual.

 

Em 10 e 11 de Dezembro de 2012, as ideias de MADEIRA, DIA, ROMA, CHAVE e LEAL estão em foco: no dia 10, Francisco LEAL dos Santos, secretário de Estado da Saúde, desloca-se com o ministro Paulo Macedo, à ilha da MADEIRA para observar as condições de combate ao dengue, passam 34 anos sobre o falecimento de Edward WOOD (MADEIRA, em inglês) Jr., noticia-se que um dos dois ex agentes da PSP que em 2009 terão roubado 20 DIAmantes (evoca: DIA) a um general angolano num hotel de Lisboa foi motorista de Orlando ROMAno no antigo director da PJ, passo na oficina de bate-chapas CHAVEIRO em Beja, um colega meu perde a CHAVE de casa na rua e passa mais de duas horas à procura dela até que num café da sua rua lha entregam; no dia 11, é divulgado um relatório sobre as mortes por DIAbetes tipo 2 (evoca: DIA) na Escola de Diabetes Ernesto ROMA, o telejornal da RTP exibe António LEAL, agricultor no concelho de Silves que viu os seus laranjais devastados pelo tornado de 16 de Novembro passado.  

 

 

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Sábado, 19 de Janeiro de 2013
Russell separated, wrongly, knowledge of things and knowledge of truths

The British philosopher Bertrand Russell wrote:

 

«We may now take a survey of the sources of our knowledge, as they have appeared in the course of our analysis. We have first to distinguished knowledge of things and knowledge of truths. In each there are two kinds, one immediate and one derivative. Our immediate knowledge of things, wich we call acquaintance, consists of two sorts, according as the things known are particulars or universals. Among particulars, we have acquaintance with sensa-data and (probably) with ourselves. Among universals, there seems to be no principle by which we can decide which can be known by acquaintance, but it is clear that among those that can be so known are sensible qualities, relations of space and time, similarity, and certain abstract logical universals. Our derivative knowledge of things, which we call knowledge by description, always involves both acquaintance with something and knowledge of truths. Our immediate knowledge of truths may be called intuitive knowledge, and the truths so known may be called self-evident truths.» (Bertrand Russell, The problems of philosophy, pages 62-63, Oxford University Press, 2001; the bold is put by me).

 

On distinguishing knowledge of things and knowledge of truths Russell commits a logical error: things are truths, are a part of the truth. To see and touch a tree or an apple is to know things, and simultaneously, it is to know truths. Russell separates truth from empirical perception, from sensa-data and that is an error: empirical data contain, to a greater or lesser degree, truth. The red colour of strawberries i see and its sweet taste brings me partially the truth of these strawberries.

 

Another error of Russell is to considere particular the knowledge by acquaintace, based on sensa data. In fact, the knowledge obtained by sensa-data is simultaneously particular and universal. If it were not so, the drivers would always bump against each other on the roads because the sense-data would not show the same road to those who are, at the same moment, in the same three hundred meters of public road in their cars, in progress. But there is a commmon perception of the road and of the positions of all cars in different minds of drivers, in a given moment, and that proves that sensa-data have universitality and not only particularity.

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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013
Inconsistencies about time on Heidegger

About time, the German philosopher Martin Heidegger wrote:

 

«The time "in which" objectively present things move or are at rest is not "objective", if by this is meant the objective presence in itself of beings encountered in the world. But  time is not subjectiv either, if we understand by that the objective presence and occurrence in a "subject". World time is more objective than any possible object, with the disclosedness of the world, it always already becomes ecstatically and horizonally "objectified" as the condition of the possibility of innerworldly beings. Thus, contrary to Kant´s opinion, world time is found just as directly in what is physical. Initially "time" shows itself in the sky, that is, precisely where one finds it in the natural orientation toward it, so that "time" is even identified with the sky.

 

«But world time is also "more subjective" than any possible since it first makes possible the being of the factical existing self, that being which, as is now well undrestood, is the meaning of care. "Time" is neither objectively present in the "subject" nor in the "object", neither "inside" nor "outside", and it is "prior" to every subjectivity and objectivity, because it presents the condition of the very possibility of this "prior". Does it then have any "being" at all? And if not, is it then a phantom or is it "more in being" than any possible being? Any investigation that goes further in the direction of these questions will bump into the same "limit" that already posed itself for our provisional discussion of the connection between truth and being.»(Martin Heidegger, Being and Time, pages 384-385, State University of New York Press; the bold is put by me).

 

Asserting that time is neither objective nor subjective, neither inside nor outside, Heidegger sinks in the sea of confusion: perhaps time can be anterior to subjectivity but cannot be anterior to objectivity, unless if we sostain an idealism as Kant, postulating that time was a creation of our sensibility, the internal sense. But in this last hypothesis, time is subsequent to subjectivity. A time neither objective nor subjective is impossible: it can be both qualities but outside of this holistic field of possbilities there is nothing.

 

Heidegger should sostain that there was no time before the world if he wanted to maintain coherence of a phenomenological position different from idealism. Time emanates from the world with its objects.

 

What is time? It is essentially the internal movement of all things and of the universe, - what the ancien Greeks called alloiósis, change in the same place or in the same body- which can be measured by an external movement as the one of planets and the Sun moving at the sky or by the movement of the clock hands, at  every moment.  

 

Time is not the number of the movement, as Aristoteles said, but the continuous change measured by numbers which are inserted in time itself. It is the internal movement of everything and, accidentaly, it is the external movement of many things, including Sun, planets and handsclock.

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Contradicting David Wong: Relativism is not the contrary of Universalism

David Wong, professor of Philosophy at Duke University, opposes as contraries moral relativism and moral universalism:

 

«The debate between moral relativism and universalism accounts for a significant proportion of philosophical reflection in ethics. In ancient Greece at least some of the "Sophists" defended a version of moral relativism, which Plato attempted to refute. » (David Wong, Relativism, in A Companion to Ethics, edited by Peter Singer, page 443, Blackwell Publishers, 1995).  

 

It is a mistake of Wong and all analitical thinkers: universalism is not the contrary of relativism, is the contrary of localism and of regionalism. There is a relativistic universalism and an absolutist universalism. David Wong has not a dialectical thought, simultaneously analytic and synthetic. He lacks intellectual clarity.

 

Example of relativistic universalism: in Middle Age, the good value in politics is to obey to the autorithy of the king, or of the pope or of of the Arabic caliph, or of Oriental imperor as they were representatives of God in their functions; in XXI Century, the Good value in politics is to promote parliamentary democracy, individual freedom and gender equality and multiculturalism.

 

Example of absolutist relativism: a mother's love towards their children is a good value eternal, immutable, visible in all societies and at all times.

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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013
A wrong conception of truth in Bertrand Russel

Bertrand Russel wrote:

 

«1. Our theory of truth must be such as to admit of its opposite, falsehood. A good many philosophers have failed to adequately to satisfy this  condition: they have constructed theories according to which all our thinking ought to have been true, and have then had great difficulties in finding a place for falsehood. In this respect our  theory of belief must differ from our theory of acquaintance, since in the case of acquaintance it was not necessary to take account of any opositte.»

"2. It seems fairly evident clear that if there were no beliefs there could be no falsehood, and no truth either, in the sense in which truth is correlative to falsehood. If we imagine a world of mere matter, there would be no room for falsehood in such a world, and although it would contain what may be  called "facts", it would not contain any truths, in the sense in which thruths are things of the same kind of falsehoods. In fact,  truth and falsehood are properties of beliefs and statements: hence  a world of mere matter, since it would contain no beliefs or statements, would also contain no  truth or falsehood. "

"3. But  as against what we have just said it is to be observed that the true and falsehood of a belief depends upon something which lies outside the belief itself. " (Bertrand Russel, The problems of philosophy, page 70, Oxford University Press, second edition, 1998; the bold is put by be).

 

There is some confusion on Bertrand Russell on this topic. The true and false are not only properties of  the beliefs and statements. The truth is not restricted to the judgment, to the statement, to the affirmation or to negation of something. The truth is already contained, in an original or embryonary form , in intellectual intuitions or concepts that make up the statement. And truth is exterior reality of matter, too. The brighten of truth will be the judgment - definition of a concept, assertion linking two or more concepts- and the reasoning - logic and inferential articulation of two or more judgments.

 

But there is one twilight or a «night» of truth before the judgement, with some light (truth) like the stars, which consists of the essences of things or the things themselves, which are truths in themselves before any statement. For example: number two is a concept - or a Platonic archetype - automatically true, without giving way to falsity, even before building the judgement «Two added of three make five». If I say "Today there are clouds in the sky 'there are "grains" of truth in the concepts of "cloud"  "sky" and "today" considered separately- and these" grains "do not admit any falsehood in themselves - even if the statement is false, in historical context. In this case, the falsehood is the opposition between sentence-essence and real situation-existence.

 

If we identify the term truth with reality and  the term falsehood with  unreality, it is obvious that there is no third way, ie,  there are not things that are not true nor false. The principle of excluded middle is insurmountable!

 

The suspension of existence judgment is a suspension of the knowledge of the truth, but is not, in eidological plan, being outside of true-false dichotomy. In essences level, stable or quiet forms  outside of existence, by position or by abstraction, there is no falsehood: the matter is as real as antimatter; egalitarian communism bearer of individual freedoms is ideally eidetically, real, but is false in existential level, because that is impossible to put it into practice. Put another way: there are ideas that are truths in the optimal plan, and lies,  unrealities,in the existential physical and social plane,

 

 The truth suffers distinct levels of opposition:

A) In terms of ideal essence, as truth-essence or eidetic, truth is always true, although possessing contraries that coexist with it (example: the beautiful ideal is real in this plan, is not annulled by ugly ideal and vice versa). It is the realm of the unchanging, everlasting.

B) In the plane of existence or essence materialized, as existential and ontological, the  truth is in short periods, or even every moment denied, altered or otherwise falsified by his eidetic-ontological contrary (for example: the incorruptible politician cedes to pressure from lobby of money, that is, is no longer incorruptible; health gives rise to disease, etc.).

 

But Russel did not make the distinction of these two levels of truth: essence and existence. And he violated the principle of the excluded middle on saying that there are things neither true nor false. It is an usual error of analytical philosophy.

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013
The vagueness of Being , a capital error on Heidegger ´s philosophy

Martin Heidegger begins «Being and Time» with a capital error on philosophy. He wrote:

 

«2. The concept of "being" is indefinable. This conclusion was drawn from its highest universality. And correctly so - if definitio fit per genus proximum et differentiam specificam ( if "definition is achieved through the proximate genus and the specific difference"). Indeed, being cannot be understood as being. Enti non additur aliqua natura : "Being" cannot be defined by attributing beings to it. "Being" cannot be derived from higher concepts by way of definition and cannot be represented by lower ones. But does it follows from this that "being" can no longer constitute a problem? Not at all. We can conclude only that "being" is not something like a being. Thus the manner of definition of beings which has its justification within limits - the "definition" of traditional logic which is itself rooted in ancient ontology - cannot be applied to being. The indefinability of being does not dispense with the question of its meaning but forces it upon us».

«3.  "Being" is the self-evident concept.»

(Martin Heidegger, Being and Time, pages 2-3, State university of New York Press; the bold is put by me).

 

The highest universality of being is existence and belonging. That is the sense of being in Aristote, as universal predicate, above all genus. But being is also a general essence, determinated - as Plato sostained for archetypes - a general structure - and, in this sense, can be considered a genus or even  a species -  which penetrates all particular beings or entities like rivers, men, buildings, Earth, friendship, hate. Heidegger is not clear about this distinction. Thus, he will never explain clearly the difference between being and time.

 

By not giving a definition of being,  on his «new» ontology - which is a copy, in some sense, of the unknown being of dominican philosopher Meister Eckhart (1260-1328) - Heidegger allows thought of slipping on ice of inconsistency. Heidegger is not a dialectical thinker, he hasn´t enough precision: he does not distinguish being-essence from  being-existence and this capital error  allows him to produce an ambiguous discourse about being. Because of this ambiguity, he will get an immense prestige among readers of his work. On mystic, talking about being with indeterminacy is acceptable, not in philosophy.

 

 

 

 

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